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O País – A verdade como notícia

Presidente da China, Xi Jinping, assegurou hoje um terceiro mandato no poder, após ter sido reconduzido por cinco anos como secretário-geral do Partido Comunista Chinês (PCC).

Numa votação à porta fechada, após o encerramento do 20.º Congresso do PCC, em Pequim, confirmou a quebra da tradição política das últimas décadas, nas quais o líder chinês apenas servia dois mandatos.

Segundo escreve o Notícias ao minuto, Xi Jinping emergiu durante a sua primeira década no poder como um dos líderes mais fortes na História moderna da China, quase comparável a Mao Zedong, o fundador da República Popular, que liderou o país entre 1949 e 1976.

A votação levou ainda à nomeação de quatro aliados de Xi como novos membros para o Comité Permanente do Politburo, que detém o poder de decisão na China, incluindo Li Qiang, líder do partido no município de Xangai, que é apontado como o novo primeiro-ministro a partir de março.

O ex-ministro das Finanças britânico, Rishi Sunak, anunciou, este domingo, a sua candidatura à liderança do Partido Conservador, depois de Liz Truss ter apresentado a demissão, na quinta-feira.

“Estou a concorrer para ser o líder do Partido Conservador e o próximo primeiro-ministro”, disse, citado pelo Notícias ao Minuto.

“O Reino Unido é um grande país, mas enfrentamos uma profunda crise económica. É por isso que estou a concorrer a líder do Partido Conservador e a próximo primeiro-ministro”, escreveu num comunicado divulgado na sua página oficial.

Sunak diz querer consertar a economia e unir o partido.

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, demitiu esta sexta-feira todos os conselheiros e assessores do seu gabinete devido à necessidade de “racionalização dos meios financeiros”.

“É dada por finda a comissão de serviço de todos os conselheiros do Presidente da República e assessores do gabinete do Presidente da República, nomeados para as diferentes áreas”, refere o decreto presidencial divulgado à imprensa, citado pelo Notícias ao Minuto.

O decreto justifica a decisão com “razões que relevam da conveniência de serviço e da necessidade de racionalização dos meios financeiros colocados à disposição do gabinete do Presidente da República e da sua adequação ao Orçamento Geral do Estado”.

Os documentos apreendidos da casa do ex-presidente norte-americano Donald Trump, na Florida em Agosto, incluíam informações altamente confidenciais sobre o Irão e a China que arriscavam a exposição de métodos de espionagem dos EUA, escreve o Diário de Notícias que cita o jornal The Washington Post.

O Washington Post, que cita pessoas familiarizadas com o caso refere que, entre os documentos recuperados pelos investigadores do Departamento de Justiça estão um que descrevia o programa de mísseis do Irão e outro que “descrevia um trabalho dos serviços secretos altamente sensível sobre a China.

Os investigadores apreenderam cerca de 11 mil documentos na operação para recuperar o que o governo diz que deveria estar nos arquivos dos Estados Unidos, mas que Trump levou ilegalmente consigo quando deixou a Casa Branca em janeiro de 2021.

Entre todos esses documentos estavam pouco mais de 100 considerados confidenciais, alguns deles classificados como ultrassecretos e normalmente mantidos sob sigilo e que só um número restrito de pessoas está autorizado a consultar.

No entanto, na casa de Mar-a-Lago os documentos estavam guardados em locais que incluíam o escritório pessoal de Trump, com pouca segurança, segundo o Departamento de Justiça.
O Departamento de Justiça justificou a operação por motivos de segurança nacional, indicando que Trump era suspeito de violar a Lei de Espionagem, que proíbe a retenção e a partilha de documentos altamente confidenciais relativos à defesa nacional.

O ex-presidente também era suspeito de obstrução, depois que seus advogados terem afirmado ao departamento, em Junho, que não havia mais documentos governamentais retidos em Mar-a-Lago, mas acabou por não ser alvo de acusação.

Muitos dos documentos, que misturaram registos do governo com documentos pessoais legais e financeiros de Trump, além de recortes de imprensa e lembranças, serão devolvidos ao ex-líder dos Estados Unidos. O Departamento de Justiça disse esta quinta-feira que entre os registos oficiais do governo havia apenas 15 documentos em que o privilégio é contestado pelos dois lados.

Pelo menos 30 pessoas foram mortas e dezenas ficaram feridas, esta quinta-feira, durante um confronto entre a Polícia e manifestantes na capital do Chade. Os protestantes manifestavam-se contra a junta militar no poder.

O dia que estava marcado para os militares entregarem o poder no Chade foi marcado por manifestações envolvendo centenas de pessoas.

As manifestações foram convocadas por organizações da sociedade civil, partidos políticos e líderes religiosos, após a prorrogação da transição por mais dois anos.

O exército e a polícia tomaram as ruas da capital e responderam aos protestos, que tinham sido proibidos pelas autoridades, com munições e gás lacrimogéneo.

Como consequência do conflito, 30 pessoas morreram, dez das quais agentes das forças de segurança. E mais, 58 pessoas ficaram feridas.

Os manifestantes atacaram, segundo a junta militar, prédios públicos, câmara municipal, a sede do partido do primeiro-ministro e o gabinete do presidente do parlamento.

A União Europeia apelou ao diálogo e à prevenção de actos de violência e lembrou a necessidade de defesa das liberdades públicas, respeitando os princípios do Estado de direito.

A Assembleia Nacional de Angola aprovou esta quinta-feira a suspensão de mandato de 25 deputados do grupo parlamentar do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) por incompatibilidade de funções, na primeira reunião da nova legislatura, escreve o Observador.

Na lista de deputados que suspenderam os mandatos pelo círculo nacional e provincial, destacam-se os nomes de Bornito de Sousa, ex-vice-presidente de Angola, Fernando da Piedade Dias dos Santos, ex-presidente da Assembleia Nacional, Adão de Almeida, ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Manuel Nunes Júnior, ministro de Estado para a Coordenação Económica, e Ana Dias Lourenço, primeira-dama de Angola.

Suspenderam também os mandatos a antiga governadora de Luanda, nomeada no novo Governo como ministra do Ambiente, Ana Paula de Carvalho, e nos círculos provinciais os deputados que foram nomeados governadores das 18 províncias do país.

Na sessão desta quinta-feira, tomou posse o deputado do grupo parlamentar da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Franco Marcolino Nhani, por se encontrar ausente no dia da investidura dos deputados.

Na primeira reunião plenária ordinária da primeira sessão legislativa, da IV legislatura, foi também aprovada a constituição e denominação de dez comissões de trabalho especializadas da Assembleia Nacional.

O parlamento angolano aprovou a constituição das comissões de Assuntos Constitucionais e Jurídicos (1.ª), de Defesa e Segurança, Ordem Interna, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria (2.ª), de Relações Exteriores, Cooperação Internacional e Comunidades Angolanas no Estrangeiro (3.ª), de Administração do Estado e do Poder Local (4.ª), e de Economia e Finanças (5.ª).

Foram também criadas as comissões de Saúde, Educação, Ensino Superior, Ciência e Tecnologia (6.ª), de Cultura, Assuntos Religiosos, Comunicação Social, Juventude e Desportos (7.ª), de Família, Infância e Ação Social (8.ª), de Mandatos, Ética e Decoro Parlamentar (9.ª), e de Direitos Humanos, Petições, Reclamações e Sugestões dos Cidadãos (10.ª).

O MPLA (partido no poder desde a independência, em 1975) tendo em conta o princípio da proporcionalidade, vai liderar seis das dez comissões de trabalho especializadas, sendo as restantes presididas pela UNITA.

Ao MPLA foram atribuídas a presidência da primeira comissão (dirigida por Joaquim Reis Júnior), da segunda (Ruth Mendes), da quinta (Aia-Eza Troso), da sexta (Victor Kagibanga), da nona (Sérgio Vaz), e da décima (Virgílio Tyova).

A UNITA vai liderar a terceira comissão (dirigida por Alcides Sakala Simões), a quarta (Franco Marcolino Nhani), a sétima (Conceição Paulo), e a oitava comissão (Clarice Mukinda).

Na sessão, a Assembleia Nacional aprovou igualmente a constituição do conselho de administração da Assembleia Nacional, presidida pela deputada do MPLA Susana de Melo, a composição do grupo de mulheres parlamentares, presidida por Teresa da Silva Neto, e a comissão permanente da Assembleia Nacional, liderada por Carolina Cerqueira.

A presidente da Assembleia Nacional anunciou que a próxima reunião plenária está prevista para 24 de Novembro.

Após a demissão da primeira-ministra britânica, já estão a ser apontados vários nomes para a sua sucessão, entre eles o de Boris Johson. O sucessor de Liz Truss na liderança do Partido Conservador e do Governo britânico deverá ser conhecido até 28 de Outubro, anunciou o responsável pela eleição interna, Graham Brady.

“Falei com o presidente do partido, Jake Berry, e ele confirmou que será possível realizar uma votação e concluir a eleição sobre a liderança até sexta-feira, 28 de outubro”, disse o presidente do chamado Comité 1922, conselho dos deputados conservadores, citado pela SIC Notícias.

“O objetivo é ter um novo líder a postos antes da declaração fiscal que terá lugar a 31 de Outubro”, acrescentou.

A primeira-ministra britânica, Liz Truss, anunciou ontem a sua demissão numa declaração à porta da residência oficial de Downing Street, em Londres.

“Reconheço que, dada a situação, não posso cumprir o mandato para o qual fui eleita pelo Partido Conservador. Por conseguinte, falei com Sua Majestade o Rei para o notificar de que me demito como líder do Partido Conservador”, disse Liz Truss.

Truss mantém-se em funções como primeira-ministra até a eleição de um sucessor na liderança do partido, que será indigitado pelo Rei Carlos III chefe do Governo, pois os conservadores mantêm uma maioria absoluta no parlamento.

A Primeira-ministra britânica acaba de renunciar ao cargo. Liz Truss diz que o seu sucessor poderá ser encontrado até ao fim da próxima semana.

O anúncio foi feito pela Primeira-ministra à porta da residência oficial de Downing Street, em Londres, onde acrescentou que apresentou a sua demissão ao Rei Carlos III, pondo fim a um Governo que estava em funções há cerca de seis semanas.

Truss, que ocupou o cargo por apenas 45 dias, sucedeu a Boris Johnson a 6 de Setembro passado. Assim, Liz Truss torna-se uma das chefes de Governo com o mandato mais curto do Reino Unido.

Vários deputados do Partido Conservador já tinham manifestado publicamente o desejo de que Truss se demitisse, na sequência da instabilidade no Governo e relatos de confusão e coação física numa votação no parlamento na quarta-feira.

Manifestantes da oposição do Chade e a Polícia envolveram-se em violentos confrontos, esta quinta-feira, na capital do país, N’Djamena. As manifestações foram organizadas após a prorrogação, por dois anos, do período de transição política no Chade, que devia entrar hoje em vigor.

De acordo com a Lusa, no fim do mês passado, a Junta Militar decidiu manter Mahamat Idriss Déby Itno como Presidente do país até à realização de eleições livres e democráticas, sendo que, supostamente, Déby pode voltar a apresentar-se e concorrer ao cargo de Chefe de Estado.

No dia 20 de Abril de 2021, foi anunciada a morte do general Déby, abatido pelos rebeldes durante confrontos, sendo que o exército proclamou o filho, Mahamat Déby, na altura general de 37 anos, Presidente da República do Chade.

Mahamat Déby assumiu o poder, apoiado por uma Junta Militar constituída por 15 generais, mantendo-se no poder antes da realização de eleições livres.

Segundo descreve o Notícias ao Minuto, na capital do país são visíveis colunas de fumo negro e ouviram-se disparos de granadas de gás lacrimogéneo, tendo sido erguidas barricadas em algumas zonas perto do centro da cidade interrompendo a circulação rodoviária.

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