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O País – A verdade como notícia

O candidato republicano à liderança da Câmara dos Representantes dos EUA, Kevin McCarthy, falhou pela décima primeira vez a eleição, com um grupo conservador do seu partido a manter o voto em outros candidatos.

Na 11.ª tentativa, McCarthy recebeu 200 votos, enquanto o líder dos democratas na câmara baixa, Hakeem Jeffries, manteve os 212 votos do seu partido, abaixo dos 218 necessários para a eleição.

Os candidatos alternativos propostos pelos conservadores que se opõem a McCarthy, Kevin Hern e Donald Trump, indicado pelo ultraconservador da Florida Matt Gaetz, obtiveram oito votos no total, de acordo com a imprensa internacional.

O republicano Byron Donalds também recebeu 12 votos, embora desta vez não tenha sido indicado.

Assim, resta saber se os congressistas avançam para uma 12.ª votação ou se adiam a sessão para esta sexta-feira.

Durante a votação, os ‘media’ norte-americanos, como o Washington Post e o The Hill, noticiaram que os republicanos tinham chegado a um acordo para eleger Kevin McCarthy, que teria cedido a muitas das exigências dos opositores dentro do partido. No entanto, alguns dos congressistas recusaram-se a considerar a possibilidade de aceitar a eleição de McCarthy, que garantiu esta quinta-feira estar determinado em manter a candidatura.

Mas apoiantes e opositores surgiram esta quinta-feira aparentemente cada vez mais desesperados, perante uma situação sem fim à vista, refere o Notícias ao Minuto.

De acordo coo regulamento do Congresso, a câmara continuará a reunir até que um candidato consiga os 218 votos necessários para a sua liderança.

O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, já qualificou como “vergonhoso” o bloqueio à eleição do novo líder da Câmara de Representantes, devido às divisões internas dos republicanos.

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acusou a Rússia de procurar usar o cesar-fogo como disfarce para impedir o avanço das forças ucranianas na região de Donbass e aproximar equipamentos e munições das suas posições.

Esta foi a resposta dada por Zelensky ao anúncio de Vladimir Putin, ontem, para um cessar-fogo entre o meio-dia de 6 de Janeiro e a meia-noite de 7 de Janeiro.

“Agora querem usar o Natal como disfarce para parar, pelo menos temporariamente, o avanço dos nossos combatentes no Donbass e trazer equipamentos, munições e homens mobilizados para mais perto das nossas posições. O que isso trará? Apenas mais um aumento no número de mortos”, sublinhou o chefe de Estado ucraniano, citado pela imprensa internacional.

O governante insistiu que “todos sabem como o Kremlin usa as paralisações na guerra para continuar a guerra com vigor renovado”, alertando que esta não é a forma “para acabar com a guerra mais rápido”.

O pensamento de Zelensky é também defendido pelo Presidente dos EUA, Joe Biden, ao considerar que o seu homólogo russo, Vladimir Putin, está a tentar ganhar “fôlego”, com o anúncio de um cessar-fogo na Ucrânia, enquanto a chefe da diplomacia alemã, Annalena Baerbock, desvalorizou a medida de Moscovo, afirmando que não trará nem liberdade nem segurança às pessoas que vivem diariamente com medo”.

Após o anúncio de um cessar-fogo pela Rússia, um conselheiro do Presidente ucraniano já tinha qualificado de “hipocrisia” a medida. Já o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, James Cleverly, considerou que o cessar-fogo “não fará nada para promover as perspetivas de paz”.

O Presidente russo Vladimir Putin ordenou, esta quinta-feira, um cessar-fogo de 36 horas na Ucrânia para esta sexta-feira e sábado, dias 6 e 7 de Janeiro.

Em comunicado, o Kremlin afirma que Putin respondeu a um apelo do patriarca da Igreja Ortodoxa Russa, Cirilo, divulgado na manhã desta quinta-feira.

“Atendendo ao apelo de Sua Santidade o patriarca Cirilo, instruí o ministro da Defesa para introduzir um regime de cessar-fogo ao longo de toda a linha de contacto na Ucrânia desde as 12:00 de 6 de Janeiro deste ano até à meia-noite de 7 de Janeiro”, lê-se no comunicado.

O Governo russo diz que a decisão visa permitir à população nas zonas hostis ir às festividades do Natal ortodoxo.

“Tendo em conta que um grande número de cidadãos que professa a ortodoxia vive nas áreas de combate, pedimos ao lado ucraniano que declare um cessar-fogo e lhes dê a oportunidade de assistir aos serviços religiosos na véspera de Natal, tal como no dia da Natividade de Cristo”, acrescentou o comunicado.

Horas antes, o patriarca da Igreja Ortodoxa russa, Cirilo, pediu a Moscovo e Kiev um cessar-fogo na guerra devido às festividades do Natal ortodoxo.

“Eu, Cirilo, Patriarca de Moscovo e de toda a Rússia, dirijo-me a todas as partes envolvidas no conflito fratricida para os convocar a estabelecer um cessar-fogo e selar uma trégua de Natal das 12:00 de 6 de Janeiro às 00:00 de 7 de Janeiro para que a população ortodoxa possa ir à missa na véspera de Natal e no dia do nascimento de Jesus Cristo”, declarou o patriarca ortodoxo russo numa mensagem publicada no portal oficial da Igreja Ortodoxa russa.

A Rússia e a Ucrânia são países cuja população é principalmente de fé ortodoxa, mas Kiev afastou-se da tutela religiosa de Moscovo nos últimos anos, principalmente ao fundar uma igreja independente.

PUTIN ESTÁ ABERTO A NEGOCIAÇÕES SE KIEV ACEITAR “NOVAS REALIDADES TERRITORIAIS”

Em conversa telefónica com Putin, o Presidente turco defendeu que os esforços de paz e “as negociações devem ser apoiados por um cessar-fogo unilateral e uma visão de uma solução justa”.

O Presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que está disponível para negociações com a Ucrânia se Kiev reconhecer as “novas realidades territoriais”. A afirmação foi feita durante a conversa telefónica que teve esta quinta-feira com o Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.

“Putin confirmou novamente a abertura da Rússia a um diálogo sério sobre a condição de as autoridades de Kiev cumprirem os requisitos bem conhecidos e reiterados de levar em conta as novas realidades territoriais”, disse o Kremlin, em comunicado.

O Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, pressionou o homólogo russo, Vladimir Putin, a declarar um cessar-fogo “unilateral” na Ucrânia, durante a conversa telefónica.

“O Presidente Erdogan disse que os apelos à paz e às negociações devem ser apoiados por um cessar-fogo unilateral e uma visão de uma solução justa”, disse Erdogan a Putin durante uma conversa telefónica, de acordo com o gabinete do Chefe de Estado turco.

Está previsto que Erdogan tenha, ainda esta quinta-feira, um encontro com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

O líder turco tem aproveitado as boas relações com Moscovo e Kiev para tentar mediar o fim da guerra, em curso desde 24 de Fevereiro.

A Turquia foi o país que recebeu duas rondas iniciais de negociações de paz e ajudou a firmar um acordo apoiado pela ONU para restaurar as exportações cereais ucranianos no Mar Negro.

Erdogan também tentou repetidamente que Putin e Zelensky fossem à Turquia para uma cimeira da paz.

O pedido de cessar-fogo de Erdogan seguiu-se a uma proposta do líder da Igreja Ortodoxa russa, o patriarca Kirill, para uma trégua no Natal ortodoxo, que é celebrado esta semana.

Erdogan conseguiu manter boas relações com Putin, recusando-se a aderir às sanções ocidentais à Rússia e intensificando o comércio bilateral durante a guerra.

Os dois líderes têm agora planos provisórios para estabelecer um centro de gás natural na Turquia que possa oferecer à Rússia uma alternativa de fornecimento de combustível à Europa.

Os dois líderes esperam “implementar (o projeto) o mais rápido possível”, disse o gabinete de Erdogan.

A situação na Síria também foi um dos assuntos abordados na conversa telefónica entre Erdogan e Putin.

A missa fúnebre do Papa emérito Bento XVI começou às 09:24 locais, na Praça de São Pedro, no Vaticano, diante de dezenas de milhares de fiéis e foi presidida pelo Papa Francisco e celebrada pelo Decano do Colégio Cardinalício, Giovanni Batista Re.

No centro do átrio da praça do Vaticano, e após uma procissão no interior da basílica de São Pedro, foram colocados os restos mortais de Joseph Ratzinger, que morreu no sábado aos 95 anos, refere o Notícias ao Minuto.

Na basílica, após o encerramento na quarta-feira do velório, visitado por quase 200.000 pessoas, os restos mortais do Papa emérito foram colocados num caixão feito de madeira de cipreste, como manda a tradição.

O Papa Francisco chegou minutos antes da procissão numa cadeira de rodas e sentou-se numa cadeira preparada especialmente para si no altar.

Ainda segundo a imprensa internacional, o funeral do Papa emérito Bento XVI segue um cerimonial “solene” mas “sóbrio” que será acompanhado, segundo estimativas oficiais, por milhares de pessoas.

Burkina Faso quer a saída do embaixador francês Luc Hallande do seu país, alegadamente por ter perdido a confiança. Em resposta, os EUA já cortaram o Burkina da lista de benefícios comerciais.

Segundo escreve a DW, o Ministério dos Negócios Estrangeiros francês confirmou, na terça-feira, que recebeu em Dezembro último uma carta das autoridades de transição do Burkina Faso pedindo que o diplomata seja retirado do país.

O pedido do Burkina Faso  acontece numa altura em que as tensões bilaterais crescem após acusações de ligação do país africano ao grupo russo Wagner.

A Junta Militar tem tomado decisões radicais contra a comunidade internacional e contra os países que questionam a legitimidade das suas decisões.  As autoridades tinham expulsado do país dois cidadãos franceses, detidos por alegados atos de espionagem. Em dezembro último, o Ministério dos Negócios Estrangeiros expulsou a coordenadora das Nações Unidas para o país, Barbara Manzi. Segundo a ministra dos Negócios Estrangeiros, Olivia Rouamba, a expulsão justifica-se, em particular, pelo facto de Manzi ter decidido “unilateralmente” retirar o pessoal não essencial da ONU em Ouagadougou, capital do país.

Em resposta às acções do Burkina Faso, Joe Biden formalizou a retirada do país do programa de benefícios comerciais contemplado.  A decisão do Presidente dos Estados Unidos entrou em vigor neste mês de Janeiro. Como argumenta Washington, o Burkina Faso não cumpre “a protecção do Estado de direito e o pluralismo político”.

Recorde-se que em Dezembro, o Burkina Faso retirou o seu embaixador no Gana como forma de protesto, após o Presidente ganês, Nana Akufo-Addo, ter afirmado que o país tem um acordo com o grupo paramilitar russo Wagner.

Desde 2015, o país tem lutado para enfrentar ataques de grupos rebeldes ligados à Al-Qaida e ao grupo extremista Estado Islâmico que já mataram milhares e forçaram cerca de dois milhões de pessoas a fugir das suas casas.

O país sofreu dois golpes de Estado em 2022: no dia 24 de Janeiro, liderado pelo tenente-coronel Paul-Henri Damiba, e outro no dia 30 de Setembro, liderado pelo capitão Ibrahim Traoré, actual chefe de Estado do país.

O funeral do Papa emérito Bento XVI, que perdeu a vida no dia 31 de Dezembro, realiza-se hoje na Praça de São Pedro, no Vaticano. O funeral vao seguir um cerimonial solene, que será acompanhado por milhares de pessoas.

O Vaticano apenas convocou oficialmente para a cerimónia duas delegações, da Itália e da Alemanha, o país onde nasceu Joseph Ratzinger, divulgou o Notícias ao Minuto.

A delegação italiana será liderada pelo chefe de Estado, Sergio Mattarella, e pela primeira-ministra, Giorgia Meloni, assim como a delegação alemã, que será chefiada pelo Presidente, Frank-Walter Steinmeier, e o chanceler alemão, Olaf Sholz.

Uma delegação das autoridades da Baviera, região que viu nascer Joseph Ratzinger, também estará presente e será encabeçada pelo líder do governo regional, Markus Söder.

O Estado português estará representado nas cerimónias pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e pela ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro.

Os Presidentes da Polónia, da Eslóvenia e da Hungria também confirmaram a sua presença na cerimónia, bem como os primeiros-ministros polaco e húngaro.

São esperadas na Praça de São Pedro cerca de 60 mil pessoas, segundo estimativas das autoridades locais.

Diversos representantes ecuménicos devem igualmente comparecer, como será o caso de Antonio de Volokolamsk, presidente do Departamento de Relações Eclesiásticas Exteriores do Patriarcado de Moscovo, em representação do patriarca Cirilo (responsável máximo da Igreja Ortodoxa Russa).

Prevê-se a presença de mais de 400 bispos e de 4.000 sacerdotes para uma cerimónia que terá um modelo quase idêntico às exéquias de um pontífice em funções, mas com algumas adaptações tendo em conta o actual estatuto de emérito de Bento XVI.

O Papa emérito vai ser sepultado, por seu desejo expresso, na Cripta da Basílica de São Pedro, no túmulo que pertenceu a João Paulo II, antes dos restos mortais do Papa polaco terem sido transferidos para a superfície do templo em 2011, após a sua beatificação.

A cerimónia, que contará com uma expressiva cobertura mediática, mais de mil jornalistas de mais de 30 países estão acreditados, realiza-se a partir das 9h30 locais (10h30 em Moçambique).

A zona da Praça e da Basílica de São Pedro será uma área de acesso restrito durante o funeral, com um dispositivo de segurança reforçado e o espaço aéreo fechado.

Joseph Ratzinger, que foi Papa entre 2005 e 2013, nasceu em 1927 em Marktl am Inn, na diocese alemã de Passau, tornando-se no primeiro alemão a chefiar a Igreja Católica em muitos séculos e um representante da linha mais dogmática da Igreja.

O Papa emérito Bento XVI abalou a Igreja ao resignar do pontificado por motivos de saúde, no dia 11 de Fevereiro de 2013, dois meses antes de comemorar oito anos no cargo.

A Junta Militar, no poder em Myanmar, prometeu esta quarta-feira que vai realizar eleições ainda este ano e libertar mais de sete mil prisioneiros no dia em que se comemoram os 75 anos da independência do país.

O líder da Junta Militar, o general Min Aung Hlaing, instou outras Nações e organizações internacionais, bem como a própria população, a apoiarem “o genuíno sistema democrático multipartidário e disciplinador”, um conceito que os militares no poder definiram como objectivo.

O primeiro passo real para a realização das eleições poderá ocorrer no final deste mês, quando a última prorrogação de seis meses de um estado de emergência terminar, refere o Notícias ao Minuto.

“Ao cumprir as disposições do estado de emergência, serão realizadas eleições livres e justas, de acordo com a constituição de 2008, e serão empreendidos mais trabalhos para entregar os deveres do Estado ao partido vencedor, de acordo com os padrões democráticos”, declarou Min Aung Hlaing no discurso proferido hoje na capital.

O plano para uma eleição geral é amplamente visto como uma tentativa de normalizar a tomada do poder pelos militares através das urnas e de entregar um resultado que assegure que os generais mantenham o controlo. Os militares controlarão todo o processo e passaram os últimos dois anos a enfraquecer qualquer oposição credível.

Embora não oficialmente proibida, a Liga Nacional para a Democracia, o popular antigo partido no poder, foi efectivamente desmantelada, com os líderes e muitos dos membros a serem enviados para a prisão ou forçados à clandestinidade.

Todas as formas de dissidência são actualmente reprimidas pelas forças de segurança, por vezes com força letal.

Dois deputados da oposição no Senegal foram condenados a seis meses de prisão por terem agredido uma deputada grávida, na Assembleia Nacional, no início de Dezembro.

Na origem das agressões estão declarações da deputada sobre Moustapha Sy, líder da principal coligação da oposição e um religioso influente no país.

As imagens que circularam nas redes sociais mostram um dos deputados a esbofetear Amy Ndiaye e o outro a dar-lhe um pontapé no estômago, durante uma sessão pública da Assembleia.

A deputada foi hospitalizada depois do incidente e, segundo o seu advogado, corre o risco de perder o bebé.

As tensões políticas no Senegal têm sido elevadas desde 2021, na sequência da detenção do principal líder da oposição, Ousmane Sonko, que levou a protestos antigovernamentais que deixaram pelo menos 13 pessoas mortas e centenas feridas.

Senegal realizou eleições no 31 de Julho do ano passado, na qual a coligação governamental perdeu a sua maioria absoluta, ganhando 82 dos 165 lugares no parlamento.

Um importante partido brasileiro que apoiou a candidatura de Lula da Silva apresentou um recurso para que o Supremo Tribunal Federal (STF) ordene a detenção do ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.

Segundo o Notícias ao Minuto, o recurso apresentado por parlamentares do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) acusa o ex-líder brasileiro de ter encorajado os seus seguidores a realizar actos violentos, tais como bloqueios de estradas e ataques a edifícios e veículos públicos, ao rejeitar a vitória eleitoral de Lula da Silva nas eleições presidenciais.

“Entramos hoje no STF com o pedido de prisão de Bolsonaro. Sem amnistia”, escreveu na rede social Twitter a principal figura mediática do PSOL, o deputado eleito Guilhermo Boulos.

A frase “sem amnistia” foi utilizada do domingo, durante o discurso de Lula da Silva, no Palácio do Planalto, por parte dos seus apoiantes, que a proferiram em coro.

O pedido foi feito um dia após Lula da Silva ter voltado a tomar posse como Presidente do Brasil para um terceiro mandato e quatro dias após Bolsonaro ter deixado o país sem participar na transmissão do poder para o seu sucessor e “refugiar-se” numa residência em Miami, nos Estados Unidos.

O PSOL indicou na sua petição que o antigo Presidente está em posição de ser preso porque já não tem a prerrogativa de imunidade. O partido também solicitou ainda que o Supremo Tribunal ordene o levantamento do segredo telefónico de Jair Bolsonaro, para que a Polícia Federal possa rever as suas mensagens em busca de possíveis provas e evitar a destruição de possíveis provas.

“Bolsonaro cometeu crimes em série durante seu governo. Chamá-lo de genocida não é exagero. Infelizmente as instituições não agiram a tempo e tivemos de esperar até as eleições”, escreveu Juliano Medeiros, presidente do PSOL.

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