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O País – A verdade como notícia

Os ataques israelitas na Faixa de Gaza já mataram quase 2.500 pessoas e mais de nove mil ficaram feridas. Israel prepara agora uma grande ofensiva militar, que deverá provocar uma catástrofe humanitária, no norte da Faixa de Gaza.

O balanço anterior dava conta de mais de 1.400 mortes em Israel e mais de 2.200 na Faixa de Gaza, de acordo com fontes oficiais israelitas e palestinianas.

O exército israelita está agora a ordenar aos civis do norte do território palestiniano, mais de um milhão de pessoas, numa população de 2,4 milhões, para se deslocarem para o sul e, este sábado, pediu para não se atrasarem.

O presidente do Conselho Europeu convocou os líderes dos 27 membros para uma reunião extraordinária, por videoconferência, na terça-feira, para definir uma posição comum sobre o conflito entre Israel e o Hamas.

Israel impôs um cerco total à Faixa de Gaza e cortou o abastecimento de água, combustível e electricidade.
A Organização das Nações Unidas acusa o governo de Israel e o Hamas de cometer crimes de guerra. Em relatório de avaliação, os observadores independentes da ONU condenam os atentados cometidos pelo Hamas em território israelita e os ataques de Israel que atingiram palestinianos na Faixa de Gaza.

A ONU estimou esta segunda-feira em um milhão o número de deslocados na Faixa de Gaza devido à ofensiva israelita atingiu um milhão de pessoas, informou a Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinianos (UNRWA).

A partir dos seus escritórios em Gaza, segundo aimprensa internacional, a directora de comunicações da UNRWA, Juliette Touma, concedeu uma conferência de imprensa em que indicou que os números estão constantemente a “mudar” e não param de crescer, mas que a sua agência, com 13 mil funcionários na Faixa, é a melhor colocada para observar o elevado nível de deslocamento.

“Um milhão de palestinianos foram deslocados desde 07 de Outubro, (quando o Hamas atacou Israel) e, infelizmente, perdemos 14 funcionários que trabalhavam com a agência na Faixa de Gaza”, disse Touma, acrescentando que as equipas estão “aterrorizadas”.

Uma grande proporção dos deslocados internos procurou refúgio com familiares ou conhecidos mais a sul, mas pelo menos 400 mil estão alojados numa centena de centros da UNRWA, principalmente escolas, mas também em armazéns de alimentos ou materiais, que não estão equipados com serviços básicos “para abrigar seres humanos”.

Os abrigos estão tão sobrelotados que às vezes “centenas de pessoas têm que dividir uma única casa de banho”, explicou.

Além disso, Touma alertou para a grave escassez de bens em Gaza: “Nenhuma mercadoria entrou em Gaza desde o dia 07 de outubro: nem comida, nem água, nem qualquer tipo de ajuda”, insistiu.

A directora de comunicações alertou em particular para a falta de água potável, obtida principalmente através de centrais de dessalinização que funcionam com combustível e que estão agora paradas após o cerco de Israel, que está a levar os habitantes de Gaza a recorrer a fontes de água impróprias para consumo, aumentando o risco de doenças.

“Estamos muito preocupados com a propagação de doenças transmitidas pela água. A água continua a não estar disponível em Gaza e sabemos que as pessoas estão a recorrer a fontes de água suja”, disse.

O grupo islamita Hamas lançou em 07 de Outubro um ataque surpresa contra Israel com o lançamento de milhares de foguetes e a incursão de milicianos armados por terra, mar e ar.

Em resposta, Israel tem vindo a bombardear várias infraestruturas do Hamas na Faixa de Gaza e impôs um cerco ao território com corte de abastecimento de água, combustível e eletricidade.
Os ataques já provocaram milhares de mortos e feridos nos dois territórios.

Os ataques já provocaram quase 2.500 mortos nos dois territórios.

 

Malawi foi reeleito membro permanente do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, para mais um mandato de três anos.

Com 181 votos, o Malawi liderou a lista dos países africanos concorrentes para o conselho, nomeadamente a Costa do Marfim, o Gana, o Burundi e a Nigéria.

Outros países que se juntam ao Malawi para o segundo mandato são a China, a Costa do Marfim, Cuba e França.

O Malawi foi eleito pela primeira vez para o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas em Outubro de 2020 e iniciou o seu primeiro mandato de três anos a 1 de Janeiro de 2021.

Um comunicado da ONU refere que os novos integrantes do conselho são: Albânia, Brasil, Bulgária, Burundi, República Dominicana, Gana, Indonésia, Japão, Kuwait e Holanda. 

O mandato de três anos, inicia a 1 de Janeiro de 2024.

Pelo menos quatro pessoas morreram e 153 ficaram feridas após um sismo de magnitude 6,3 na escala de Richter que atingiu este domingo Herat, no Afeganistão, segundo informação da organização humanitária Save the Children.

O anterior balanço das autoridades apontava para um morto e 150 feridos.

O terramoto teve o epicentro a 33 quilómetros da cidade, onde mil pessoas morreram em sismos registados no início deste mês.

A 7 de Outubro, aldeias inteiras foram destruídas por um sismo de magnitude 6,3 que causou milhares de mortos, de acordo com o Fundo da ONU para a Infância (UNICEF).

O Afeganistão está a sofrer uma grave crise humanitária, com a retirada generalizada da ajuda estrangeira desde o regresso dos talibãs ao poder em Agosto de 2021.

O fornecimento de abrigos em grandes quantidades com a aproximação do inverno será um desafio para as autoridades talibãs, que têm relações tensas com as organizações de ajuda internacional.

O Afeganistão é frequentemente afetado por sismos, em especial na cordilheira de Hindu Kush, perto da junção entre as placas tectónicas euro-asiática e indiana.

Em Junho de 2022, um terramoto de magnitude 5,9 matou mais de mil pessoas e deixou dezenas de milhares de desalojados na província de Paktika, no sudeste do país.

 

Uma pessoa morreu e cerca de 150 ficaram feridas na sequência de um sismo de magnitude 6,3 que atingiu hoje a cidade de Herat, no Afeganistão. Segundo o responsável da equipa de socorro e emergência na província de Herat, o número de vítimas pode vir a aumentar, uma vez que os meios ainda não chegaram a todas as zonas afectadas. O terramoto ocorreu por volta das 03h00 locais, 05h00 de Maputo, na província onde mil pessoas morreram em sismos registados no início deste mês.

O Afeganistão está a sofrer uma grave crise humanitária, com a retirada generalizada da ajuda estrangeira desde o regresso dos talibãs ao poder em Agosto de 2021.

O processo de impugnação do Presidente angolano, João Lourenço, iniciado pela UNITA foi, este sábado, chumbado na Assembleia Nacional, após os deputados do MPLA terem votado contra a criação de uma comissão de investigação.

A votação foi feita numa plenária convocada de urgência pelo presidente do parlamento, uma sessão marcada por assobios dos deputados dos dois partidos.

Na votação, os votos do MPLA garantiram que não será formada uma comissão de investigação às alegações contidas num documento entregue pela UNITA ao parlamento. O chefe da bancada parlamentar da UNITA, disse que a decisão é nula porque a assembleia não pode fazer uma votação sem ter uma proposta.

O líder daquela bancada acrescenta que os deputados do MPLA, foram pouco inteligentes em não criarem uma comissão eventual para discutirem a acusação da UNITA, e por isso, a batalha de destituição do Presidente da República vai continuar.

O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, não descarta a possibilidade de levar o assunto aos tribunais e refere, por outro lado, que vai discutir o documento da destituição com a sociedade angolana.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou no sábado que a deslocação forçada de milhares de doentes do norte da Faixa de Gaza para hospitais sobrelotados no sul daquele território palestiniano poderá equivaler “a uma sentença de morte”.

OExército israelita ordenou a todos os habitantes do norte da Faixa de Gaza, incluindo os doentes e os feridos, que se deslocassem para o sul, para poder lançar uma ofensiva militar terrestre contra o movimento islamita palestiniano Hamas, no poder naquele enclave palestiniano desde 2007 e que levou a cabo um sangrento ataque surpresa a Israel há uma semana.

 

“A OMS condena veementemente as repetidas ordens israelitas para evacuar 22 hospitais, que tratam mais de 2.000 doentes no norte da Faixa de Gaza”, declarou a agência especializada da ONU num comunicado.

Deslocar 2.000 doentes para o sul de Gaza, “onde os estabelecimentos de saúde atingiram já o máximo da sua capacidade e são incapazes de absorver um aumento considerável do número de doentes, poderá ser o equivalente a uma sentença de morte”, sustentou a organização.

Mais de 1.400 pessoas foram mortas pelos combatentes do Hamas, a maioria das quais civis, incluindo crianças, e pelo menos 150 pessoas foram capturadas como reféns, segundo as autoridades israelitas.

A Assembleia Nacional de Angola convocou, na noite desta quinta-feira,  os deputados membros da comissão permanente para uma reunião, hoje, na sequência da entrega da proposta da UNITA para destituição do Presidente da República.

Na convocatória da reunião, a que a Lusa teve acesso, constam dois pontos na ordem de trabalhos: informação aos deputados sobre a proposta da UNITA, principal partido da oposição angolana, e a convocação de uma reunião plenária para o dia 14 de Outubro.

O grupo parlamentar da UNITA anunciou hoje a entrega da iniciativa de destituição do Presidente de Angola.

Durante uma conferência de imprensa que antecedeu o acto, o líder do grupo parlamentar da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Liberty Chiaka, afirmou tratar-se de “um dia muito importante para o desenvolvimento da democracia angolana”.

Chiaka disse que, depois de entregue o documento, a Assembleia Nacional “pára tudo para resolver o assunto”, estabelecendo a lei que o Plenário da Assembleia Nacional se reúna com urgência, para organizar o processo.

O exército israelita afirmou, esta quinta-feira, ter atacado durante a noite o quartel-general operacional do movimento islamita Hamas, que respondeu com o lançamento de foguetes contra Telavive.

Em comunicado, as Forças de Defesa de Israel (FDI) indicaram que o comando ‘Nohva’ integra “terroristas seleccionados por responsáveis do Hamas” com a missão de realizar emboscadas, raides, operações de sabotagem, entre outras.

As FDI informaram ainda que mataram Mohamed Abu Shamla, um oficial da marinha do Hamas, que alegadamente utilizava a sua casa para armazenar armas navais “para realizar operações terroristas contra Israel”.

Dezenas de habitantes de Gaza morreram nos contínuos bombardeamentos noturnos de Israel no Norte da Faixa de Gaza. No campo de refugiados de Jabalia, foram registados 15 mortos e dezenas de feridos, enquanto pelo menos sete palestinianos foram mortos na cidade de Khan Younis e sete no campo de refugiados de Nuseirat.

Por seu lado, o Hamas afirmou ter disparado foguetes contra Telavive, na sequência de ataques israelitas contra dois campos de refugiados na Faixa de Gaza, o enclave palestiniano controlado pelo movimento islamita desde 2007.

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