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O País – A verdade como notícia

O presidente do parlamento guineense, Domingos Simões Pereira, convocou para quarta-feira, 13, a sessão plenária do órgão actualmente dissolvido por ordens do Presidente do país, refere um comunicado do órgão a que a Lusa teve acesso, citada pelo Notícias ao minuto.

No documento, Simões Pereira convoca os deputados para comparecerem no parlamento para que a sessão plenária, interrompida no passado dia 04, possa ser retomada e ainda exorta o Governo a garantir as condições de inviolabilidade do espaço, conforme o regimento.

No passado dia 4, a sessão plenária foi interrompida quando foi anunciada por um decreto do Presidente guineense, Umaro Sissoco Embalo, a dissolução do parlamento. O Presidente evocou a existência de uma grave crise institucional no país em decorrência de confrontos armados entre elementos da Guarda Nacional e as Forças Armadas.

Desde o dia em que foi anunciada a dissolução do parlamento, o líder do órgão, Domingos Simões Pereira tem repetido que aquela decisão do chefe do Estado não tem força jurídica à luz da Constituição da Guiné-Bissau.

Os egípcios iniciaram hoje três dias de votação para as presidenciais, em que o actual chefe de Estado, Abdel Fattah al-Sisi, surge como favorito para ganhar um terceiro mandato de seis anos.

Al-Sisi foi um dos primeiros a votar logo na abertura da assembleia de voto de Nustafa Emerira, no bairro de Masr al-Jadida, na zona oriental do Cairo, segundo a agência espanhola EFE, que cita as televisões estatais.

Espera-se que mais de 67 milhões de egípcios, de um total de 105 milhões de habitantes do país africano, compareçam às urnas durante os três dias de votação.

A votação termina às 21:00 deste domingo em cada dia e os resultados deverão ser anunciados a 18 de Dezembro.

Al-Sisi tem como adversários Farid Zahran, líder do Partido Social Democrata Egípcio (PES), Abdel Sanad Yamama, presidente do Partido Wafd, e Hazem Omar, do Partido Popular Republicano (RPP).

Os Estados Unidos da América vetaram um projecto de resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas que exigia um cessar-fogo humanitário imediato em Gaza. O veto dos Estados Unidos está a ser criticado pelos manifestantes pró-palestina.

Os Estados Unidos da América vetaram esta sexta-feira pela 35.ª vez, desde 1970, uma resolução sobre a questão israelo-palestiniana (de um total de 39). Desta vez, a resolução exigia um cessar-fogo na faixa de Gaza.

A resolução, da autoria dos Emirados Árabes Unidos, foi apoiada por quase uma centena de Estados-membros das Nações Unidas. No conselho de Segurança, a proposta teve 13 votos a favor e uma abstenção do Reino Unido.

Os Estados Unidos da América justificam o veto dizendo que não apoiam uma resolução que apela a um cessar-fogo insustentável, que simplesmente plantará as sementes da próxima guerra.

Robert Wood, vice-embaixador norte-americano na ONU, acrescentou que a resolução não apresenta uma condenação específica aos ataques de 07 de Outubro perpetrados pelo Hamas.

Wood disse ainda que o projecto era precipitado, desequilibrado e divorciado da realidade, e criticou o facto de as recomendações norte-americanas terem sido ignoradas durante o processo de consultas.

A opinião dos Estados Unidos foi também reforçada pelo Reino Unido.

“Não podemos votar a favor de uma resolução que não condene as atrocidades cometidas pelo Hamas contra civis israelitas inocentes no dia 07 de outubro. Apelar a um cessar-fogo ignora o facto de o Hamas ter cometido actos de terror e ainda manter civis como reféns”, argumentou Barbara Woodward

Dezenas de manifestantes pró-Palestina protestaram esta sexta-feira em frente à sede da ONU, em Nova Iorque, “indignados” com o veto norte-americano à resolução que exigia um cessar-fogo em Gaza.

África é o continente com mais casos de homicídio e com a tendência mais preocupante de mortes violentas, segundo um relatório das Nações Unidas.

A Organização das Nações Unidas apresentou, esta sexta-feira, um estudo global sobre homicídios, segundo o qual África é o continente onde se registaram mais mortes violentas em 2021, com 176 mil casos, e é o segundo com a segunda maior taxa de homicídios, com 12,7 casos por 100 mil habitantes, a seguir à América.

O documento, que não faz referência às vítimas de conflitos armados, indica que África é também o único continente cuja taxa de mortes violentas aumentou de 12,4 para 12,7, entre 2015 e 2021.

A África do Sul é apontada no relatório como o país com a segunda maior taxa de homicídios do planeta, com 41,87, atrás apenas da Jamaica, e a Nigéria é o país com o segundo maior total de homicídios, com mais de 44 mil mortes violentas.

Apesar dos dados divulgados, as Nações Unidas queixam-se da falta de dados sobre homicídios em alguns Estados considerados falhados, como a Somália, Líbia e República Democrática do Congo.

O Vice-presidente da Liga dos Veteranos do Congresso Nacional Africano, ANC, já não é membro do partido. Mavuso Msimang diz que se afasta do partido devido ao que chamou de corrupção endêmica que assola a formação política que governa a África do Sul.

É o fim de uma relação de mais de 60 anos, anunciada através de uma carta de quatro páginas a que o jornal O País teve acesso, onde o Vice-presidente da Liga dos Veteranos do Congresso Nacional Africano, ANC, explica as razões da sua saída do partido que serviu durante anos.
Na carta de demissão, Mavuso Msimang fala de uma crise de valores no ANC, partido que libertou a África do Sul do Apartheid e que governa o país até hoje, provocada por, segundo diz, corrupção endêmica.

“Já há vários anos que o ANC é destruído pela corrupção endêmica, com consequências devastadoras na governação do país e na vida das pessoas pobres, das quais continuam a existir tantas”.

Msimang considera que a corrupção, que antes era alvo do ANC por combater, virou-se para dentro e hoje faz parte do seu ADN.

“Mais de quatro milhões de pessoas vivem em barracas que são eufemisticamente designadas como assentamentos informais. E em todas as cidades, há pessoas a quem chamamos de mendigos, que pedem nos semáforos e nas praças da cidade. Eles não são mendigos, claro, pois essa não é a sua identidade. São seres humanos que foram forçados a sacrificar a sua dignidade em parte devido aos sucessivos fracassos do meu partido”, desabafou.
O membro demissionário condenou igualmente as grandes riquezas ostentadas pelos membros do ANC, quando o país está mergulhado numa crise profunda, sob olhar impávido do partido no poder.

“À medida que os líderes do ANC proclamam publicamente a posse de casas obscenamente ricas e outras posses e enviam os seus filhos para as melhores escolas do país, ainda há muitos sul-africanos cujas crianças continuam expostas ao risco de cair em latrinas de poços em escolas públicas mal equipadas…Há crianças nas zonas rurais que faltam às aulas quando os rios estão em inundação porque não há pontes”, acrescentou.

Esta corrupção e má gestão, segundo o que se lê na carta, é a causa do aumento do desemprego na camada jovem, da crise energética, do mau sistema de transporte de carga portuária, entre outros. Por isso, Mavuso Msimang profetiza um futuro sombrio para o ANC, principalmente nas eleições gerais de 2024.

“Como os seus próprios sondadores avisaram, o ANC está actualmente a ficar significativamente aquém de garantir uma vitória definitiva durante as eleições do próximo ano. Este declínio dramático na popularidade da organização é atribuível a percepções amplamente ditas de que os seus membros e os empregados são corruptos, que a organização tem um limite de tolerância alta para o suborno e que a implantação de pessoas inadequadas é responsável pelos níveis deploráveis de serviço do governo ao público”.

Recorde-se que Msimang corta a sua relação com o ANC seis meses depois da expulsão do antigo secretário-geral do ANC, Ace Magashule, acusado de suspender Cyril Ramaphosa, alegadamente por este enfrentar acusações de compra de votos durante a sua campanha política para a presidência do ANC.

O filho do Presidente dos Estados Unidos, Hunter Biden, foi acusado de ter cometido nove crimes fiscais, avançou a agência de notícias Associated Press.

A Câmara dos Representantes dos EUA, controlada pelos republicanos, está também a investigar Hunter Biden no âmbito das investigações sobre o pai, Joe Biden, por alegadas irregularidades, incluindo tráfico de influências para beneficiar membros da família em negócios.

No âmbito destas investigações, está previsto que o filho do Presidente testemunhe perante o Congresso na quarta-feira, 13 de Dezembro.

Pelos menos 10 mineiros morreram e outros três ficaram feridos na Venezuela, na sequência do desabamento de uma mina a céu aberto, em San José de Wadamapa, Gran Sabana, Estado de Bolívar, anunciaram hoje as autoridades locais.

O acidente foi confirmado pela Secretaria de Segurança Cidadã da governação do Estado de Bolívar, estando a decorrer os trabalhos de busca de um número indeterminado de outros mineiros que continuam desparecidos, escreve o Notícias ao minuto.

Segundo as autoridades locais, os três feridos, de nacionalidade brasileira foram transportados para o Hospital Rosário Vera Zurita, perto da fronteira com o Brasil, onde receberam atenção médica.

Em 12 de Novembro último, uma pessoa ficou ferida na sequência do desabamento de uma mina de ouro na mesma localidade.

O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, anunciou ontem a formação do próximo Governo para a próxima semana e indicou o actual secretário de Estado da Ordem Pública, Marciano Indi, para liderar o ministério do Interior até lá.

Sissoco Embaló visitou o Ministério do Interior para informar Indi de que é o novo ministro daquela pasta, passando a ocupar o lugar de Adiatu Nandigna, exonerada, verbalmente, pelo chefe de Estado, na passada segunda-feira, escreve o Notícias ao minuto.

O Presidente guineense adiantou que o novo Governo será conhecido na próxima semana e que até lá Marciano Índi vai liderar o Ministério do Interior, em concertação com o ainda primeiro-ministro do Governo em gestão, Geraldo Martins.

O presidente das Seychelles, Wavel Ramkalawan, declarou hoje estado de emergência e aconselhou as pessoas a ficarem em casa após uma explosão num armazém de explosivos, disse a presidência do arquipélago do Oceano Índico.

Um comunicado, Wavel Ramkalawan pediu aos residentes das Seychelles para adoptarem medidas de protecção e prevenção, escreve o Noticias ao minuto.

“Na sequência de uma explosão no armazém de explosivos do CCCL que causou grandes danos (…) e destruição significativa causada pelas fortes chuvas, o presidente declarou estado de emergência para hoje, 07 de Dezembro”, lê-se no comunicado da presidência.

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