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O País – A verdade como notícia

Ébola na RD Congo ultrapassa 5 mil casos

A epidemia do vírus Ébola na República Democrática do Congo (RD Congo) ultrapassou os 5 mil casos, anunciaram ontem as autoridades congolesas, e as equipas

Ébola na RD Congo ultrapassa 5 mil casos

A epidemia do vírus Ébola na República Democrática do Congo (RD Congo) ultrapassou os 5 mil casos, anunciaram ontem as autoridades congolesas, e as equipas

O Ministério dos Negócios Estrangeiros de França disse, hoje, que o Senegal deve realizar eleições “o mais rápido possível”, clarificando as incertezas que pairam sobre o processo eleitoral, que foi adiado.

“Apelamos às autoridades para que eliminem as incertezas relativas ao calendário eleitoral para que as eleições possam ser realizadas o mais rápido possível, respeitando as regras da democracia senegalesa”, disse, em o executivo francês, citado pela Lusa.

O Presidente do Senegal, Macky Sall, anunciou, no sábado, a revogação do decreto que convoca as eleições presidenciais, marcadas para 25 de Fevereiro. Na sequência desta revogação, o processo eleitoral foi adiado por tempo indeterminado, face à polémica levantada em torno da lista final de candidatos.

O Presidente, que já disse não se candidatar a um novo mandato, garantiu que vai iniciar um “diálogo nacional aberto”, de modo a reunir as condições para que as eleições decorram de forma livre, transparente e inclusiva, escreve o Notícias ao Minuto.

O Presidente do Senegal, Macky Sall, adiou, por tempo indeterminado, as eleições presidenciais marcadas para o dia 25 de Fevereiro. Macky Sall diz que as disputas sobre o processo eleitoral podem comprometer a credibilidade do voto. 

É a primeira vez que uma eleição presidencial por sufrágio universal directo é adiada no Senegal. A  decisão do presidente daquele país, Macky Sall, foi anunciada horas antes do início da campanha eleitoral, este sábado.  

Em discurso à nação, o estadista explicou que o adiamento surge na sequência de questionamentos sobre a integridade de dois juízes do Conselho Constitucional.  

Por outro lado, o Partido Senegalês Democrático da oposição, cujo candidato foi impedido de concorrer, também formulou um pedido formal de adiamento, depois de descontentamentos.

Macky Sall explicou que a situação eleitoral, que considera “perturbada”, poderia comprometer a credibilidade do voto, semeando disputas pré e pós-eleitorais.

O anúncio do adiamento foi feito quando faltam menos de três semanas para a data ora prevista para as eleições presidenciais.

O presidente senegalês não avançou uma nova data para as eleições mas disse que haverá um diálogo nacional para garantir que as eleições serão livres, justas e transparentes.

Morreu, na madrugada de hoje, o Presidente da Namíbia, Hage Geingob, que estava a receber tratamento devido a um cancro. O anúncio foi feito hoje pela Presidência do país africano.

No comunicado, citado pela Lusa, lê-se que o Presidente interino da Namíbia, Nangolo Mbumba, disse que Geingob morreu pouco depois da meia-noite no hospital privado Lady Pohamba, na capital Windhoek.

O comunicado sublinhou que, apesar “dos esforços enérgicos” da equipa médica, o Presidente faleceu, na presença da primeira-dama, Mônica Geingos, e dos filhos.

“A nação da Namíbia perdeu um ilustre servidor do povo, um ícone da luta pela libertação, o principal arquiteto da nossa constituição e o pilar da casa da Namíbia”, disse Nangolo Mbuma, citado pelo Notícias ao Minuto.

O Presidente interino pediu à população que permaneça calma e serena enquanto o Governo cuida de todos os preparativos e demais protocolos estaduais necessários e prometeu que o executivo irá reunir-se com efeito imediato para “tomar as providências necessárias”.

As eleições presidenciais e para a Assembleia Nacional da Namíbia estavam previstas para finais de 2024.

Hage Geingob tomou posse como Presidente em 2015 e foi o principal responsável pelo início das conversações com a Alemanha, sobre a revisão das atrocidades cometidas pelo Império Alemão durante o período colonial e possíveis compensações.

Mais de 7.1 milhões de pessoas necessitam de ajuda humanitária no Mali, devido à seca, aos conflitos e à recessão económica. Só esta semana houve mais de quatro mil deslocados para a região de Menakas, em busca de acolhimento.

As condições humanitárias estão a piorar a cada dia no Mali, com a população a necessitar de ajuda humanitária urgente.

Desde o golpe de Estado, a crise política no Mali provocou a movimentação de pessoas, internamente, principalmente para a região de Menaka, norte do Mali, onde na última semana foram registadas 4.690 novas pessoas deslocadas.

O Comité Internacional de Resgate indicou que há, em todo o país, 7.1 milhões de pessoas, ou seja, cerca de 32% da população, precisando de assistência humanitária.

Através de um comunicado, a organização não governamental avançou que a pressão do aumento de pessoas deslocadas agrava a falta de comida em Menaka desde Dezembro de 2023 e faltam voos que transportem medicamentos e alimentos para aquela região.

Prevê-se ainda dias piores para o país que, mergulhado numa crise política, decidiu sair da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, CEDEAO, alegadamente por ingerência dos países membros.

Os grupos militares palestinianos Hamas e Jihad aceitaram assinar o acordo com Israel, para pôr fim ao confronto na Faixa de Gaza. A primeira fase do acordo prevê trégua de 45 dias. Para além da retirada das tropas Israelitas de Gaza, a Palestina exige a libertação de alguns criminosos condenados em Israel.

O líder do Hamas, Ismail Haniyeh, apelou sexta-feira, após dias de negociações, à cessação total dos combates na Faixa de Gaza, em troca da libertação de reféns, e garantiu que o grupo Jihad Islâmica Palestiniana também o exige.

Afirmando ter mantido uma conversa telefónica com o secretário do Jihad, Haniyeh lembrou também sobre a necessidade de reconstruir a Faixa de Gaza e garantir um acordo “sério” de troca de reféns por prisioneiros palestinianos.

Israel já tinha aceitado o acordo proposto pelos mediadores do conflito, sendo que esta sexta-feira foi a vez dos grupos palestinianos dizerem sim, embora ainda falte a assinatura do entendimento.

A proposta de acordo que tem aceitação das partes prevê num primeiro momento a libertação de 35 civis sequestrados pelo Hamas em troca da cessação total, por 45 dias, das ações israelitas.

O anúncio oficial do grupo islamita palestiniano sobre aceitação do acordo acontece cerca de cinco dias depois das reuniões realizadas em Paris com mediadores, Estados Unidos da América, Egito e Qatar, para analisar uma proposta de tréguas e de libertação de reféns aprovada por Israel e sobre a qual o Qatar tinha garantido que o Hamas também tinha aprovado.

Pelo menos 18 membros de milícias pró-Irão morreram, ontem, numa série de bombardeamentos norte-americanos contra diferentes pontos da Síria e Iraque. Os ataques são uma resposta dos Estados Unidos à morte de três soldados na Jordânia.

Prometeu e já está a cumprir.

O Presidente dos Estados Unidos da América teria prometido responder com máxima força o ataque à sua base militar na Jordânia, onde foram mortos três dos seus soldados.

Na noite desta sexta-feira, uma série de ataques foram lançados contra diferentes pontos da Síria e Iraque, onde pelo menos 18 membros de milícias pró-Irão foram mortos.

Do lado sírio, os ataques aéreos mataram 13 militantes e destruíram 17 posições de grupos armados apoiados por Teerão na província oriental de Deir al Zur, segundo um comunicado da organização não-governamental Observatório Sírio para os Direitos Humanos, sediado no Reino Unido.

O porta-voz militar do primeiro-ministro iraquiano frisou, em comunicado, que os ataques norte-americanos constituem uma “violação da soberania iraquiana”, apontando para consequências desastrosas para a segurança e estabilidade do Iraque e da região.

Os Estados Unidos anunciaram o bombardeamento de mais de 85 alvos e instalações ligadas à Guarda Revolucionária do Irão e a grupos pró-iranianos no Iraque e na Síria e garantem que as acções vão continuar.

“Os EUA não querem conflitos no Médio Oriente ou em qualquer outro lugar do mundo. Mas que aqueles que nos querem prejudicar saibam bem disto: se tocarem num americano, nós responderemos”, garantiu o Presidente norte-americano”, Joe Biden..

A Turquia diz que pretende ajudar o Níger a reforçar a sua independência, depois de Niamey ter anunciado a sua retirada da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, CEDEAO. O governo turco garante igualmente o reforço do comércio com o país africano.

Depois de a milícia que governa o Níger ter decidido pela sua retirada da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental, CEDEAO, devido às críticas ao golpe de Estado, o Governo da Turquia anunciou que vai apoiar o país a resgatar a democracia e a reforçar a independência.

Turquia diz querer impulsionar o comércio com o Níger, que anunciou na terça-feira – depois do Mali e do Burkina Faso – a sua retirada da CEDEAO, uma decisão com consequências potencialmente profundas para a sua economia e estabilidade política.

A CEDEAO tem tentado fazer com que os civis regressem ao poder o mais rapidamente possível em Niamey, Bamako e Ouagadougou, onde golpes de Estado derrubaram presidentes eleitos e expulsaram tropas estrangeiras de manutenção da paz.

O ex-presidente da Zâmbia, Edgar Lungu, pediu aos cidadãos para que exijam a realização de eleições antecipadas, alegando que o seu sucessor, Hakainde Hichilema está a gerir mal a economia do país.

Edgar Lungu também critica também  o actual Presidente do país pela forma como lidou com o surto de cólera, que matou cerca de 600 pessoas desde Outubro passado.

Lungu enfatizou a necessidade de os zambianos exercerem pressão sobre o Presidente Hichilema, afirmando que eleições antecipadas são “imperativas”. 

Em reacção às declarações de Lungu, o porta-voz do governo, Cornelius Mweetwa, rejeitou as acusações, instando os zambianos a darem ao presidente tempo suficiente para cumprir as suas promessas de campanha. Mweetwa também acusou o ex-presidente de prejudicar a economia do país durante o seu mandato de seis anos.

De acordo com a imprensa internacional, Lungu, que anunciou o seu regresso político em Outubro, enfrentou a consequência de o governo retirar os seus benefícios de reforma. 

Depois de se ter retirado da política em 2021, após uma derrota significativa nas eleições presidenciais, o regresso de Lungu prepara o terreno para uma corrida presidencial potencialmente controversa em 2026.

Pelo menos 32 pessoas foram mortas, no nordeste da República Democrática do Congo, desde o último sábado, em resultado de ataques terroristas, atribuídos às Forças Democráticas Aliadas.

Cinco das 32 pessoas já mortas na República Democrática do Congo foram decapitadas numa igreja.

As autoridades congolesas atribuem os ataques às Forças Democráticas Aliadas, um grupo rebelde do Uganda.

Na segunda-feira, pelo menos 11 aldeões foram mortos nas aldeias de Matadi e Kangayi, no território de Beni, para além de dezenas que foram raptadas pelo grupo.

A sociedade civil, que se juntou para contestar os ataques, exige do Governo Congolês e do vizinho Uganda, que desde Novembro de 2021 têm uma operação militar conjunta em curso, que ponham fim às acções rebeldes.

O leste da República Democrática do Congo, país que faz fronteira com Angola, está mergulhado num conflito alimentado por milícias rebeldes e pelo exército, desde 1998, apesar da presença da missão de paz das Nações Unidas.

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