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Decorrem hoje, na Coreia do Norte, as eleições locais para a escolha de governadores provinciais e presidentes da câmara com mais de um candidato.
É a primeira vez na história da Coreia do Norte que se realizam eleições em locais com mais de um candidato. Actualmente, cada distrito passa a ter pelo menos dois candidatos.

O processo eleitoral em curso tem como objectivo a escolha de governadores provinciais, presidentes de câmara e membros das assembleias locais.
Para a votação foram colocados montados diversos portos na capital Pyongyang e em todas as províncias, cidades e distritos eleitorais.

Segundo escreveu a imprensa portuguesa, foram realizadas reuniões de eleitores em todo o país para examinar as qualificações dos candidatos.

À margem das eleições, o presidente coreano Kim Jong Un disse que se deve fortalecer o governo popular de todas as maneiras possíveis e melhorar constantemente as suas funções e papéis de acordo com as exigências dos tempos e do desenvolvimento revolucionário.

Pelo menos 11 pessoas morreram e 35 ficaram feridas hoje, num incêndio que destruiu parcialmente um centro comercial em Karachi.

Segundo as autoridades da capital económica do Paquistão, citadas pelo Notícias ao Minuto, 11 corpos foram retirados dos escombros e 35 pessoas ficaram feridas, “sete das quais com gravidade”.

Os incêndios são comuns no Paquistão, onde as medidas de combate a incêndios e as normas de construção de edifícios e a sua aplicação são deficientes e mal fiscalizadas.

Situações semelhantes ocorreram no passado, tendo pelo menos 250 empregados de uma fábrica têxtil morrido num incêndio em 2012, em Baldia Town, a Oeste de Karachi. O edifício em causa não tinha saídas de emergência.

A agenda do Papa Francisco para a manhã deste sábado foi cancelada devido a uma constipação, anunciou a Sala de Imprensa da Santa Sé.

“As audiências previstas para esta manhã foram anuladas por causa de um ligeiro estado gripal”, pode ler-se no comunicado, citado pela imprensa internacional.

De acordo com o portal Vatican News, o Papa foi afectado pelas alterações no estado do tempo que se verificam em grande parte de Itália, “com temperaturas de pleno inverno” e o “relativo aumento de doenças sazonais”.

No início deste mês, a 6 de Novembro, Francisco recebeu uma delegação da Conferência dos Rabinos Europeus e entregou o discurso que tinha preparado para posterior leitura.

“Não estou bem de saúde, por isso prefiro não ler o discurso”, referiu.

Mais de 130 palestinianos retidos no Egipto desde o início do conflito entre Israel e o movimento islamita Hamas regressaram, ontem, à Faixa de Gaza, no primeiro dia da trégua, através da passagem de Rafah, na fronteira egípcia.

Segundo um comunicado citado pelo Notícias ao Minuto, são, no total, 134 palestinianos.

Ontem foi o primeiro dia em que o Egipto abriu a passagem de Rafah para o regresso voluntário dos palestinianos que estavam retidos no país desde 07 de Outubro, quando o grupo islamita Hamas lançou um ataque surpresa contra o território israelita, desencadeando a guerra em curso, na qual Israel bombardeia indiscriminadamente a Faixa de Gaza.

A partir de hoje, os palestinianos que permaneceram no Cairo e noutras províncias egípcias poderão regressar a Gaza, uma vez que apenas os que se encontram no norte do Sinai, que faz fronteira com o enclave palestiniano, foram autorizados a fazê-lo na sexta-feira.

Entrou em vigor, na manhã desta sexta-feira, a trégua temporária de quatro dias entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza, que prevê a libertação de 50 reféns israelitas pelo Hamas, em troca da libertação de 150 palestinianos presos por Israel.

A trégua entrou em vigor depois de uma noite em que Israel continuou a atacar a Faixa de Gaza e em que o Hamas lançou mísseis contra dois colonatos israelitas situados perto do enclave palestiniano, cujos habitantes já tinham sido retirados.

Cerca de duas horas antes de a trégua entrar em vigor, o director-geral do Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas, Mounir Al-Bursh, disse que os soldados israelitas estavam “a realizar uma operação no Hospital Indonésio”, localizado no norte de Gaza, onde 200 pacientes ainda estão a ser tratados.

As brigadas Al Qassam, braço armado do Hamas, celebraram a “trégua humanitária” que permitirá a “troca de prisioneiros”. “Por cada prisioneiro sionista, serão libertados três prisioneiros palestinianos, incluindo mulheres e crianças”, sublinharam.

O Hamas confirmou “a cessação total das actividades militares” durante quatro dias.

Uma fonte de segurança do Egito disse à AFP que uma delegação de segurança egípcia estará presente em Jerusalém e Ramallah para garantir o “cumprimento da lista” de prisioneiros palestinianos libertados.

Autoridades de segurança de Israel, acompanhadas por pessoal da Cruz Vermelha e agentes egípcios, serão enviadas à fronteira de Rafah para receber os reféns libertados de Gaza, que então voarão para Israel, acrescentou a fonte.

Depois de mais de um mês e meio de guerra, Israel e o Hamas chegaram a um acordo para um cessar-fogo, que permitirá a libertação de 50 reféns que as milícias islamitas mantêm dentro da Faixa de Gaza, em troca da libertação de 150 prisioneiros palestinianos. Em ambos os casos, são mulheres e menores.

Por cada dez reféns adicionais que o Hamas estiver disposto a libertar após os quatro dias, a trégua poderá ser prorrogada por mais um dia, até um máximo de dez dias.
Estima-se que as milícias palestinianas em Gaza tenham como reféns cerca de 240 pessoas, cerca de 210 nas mãos do Hamas e outras 30 nas mãos da Jihad Islâmica Palestiniana.

No total, há pelo menos 40 crianças reféns em Gaza, segundo as autoridades israelitas, que receberam na quinta-feira a lista dos 50 reféns que serão entregues pelo Hamas, embora esta não tenha sido tornada pública por precaução.

O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, governada pelo Hamas, afirma que foi retomada a contagem pormenorizada das vítimas da guerra entre Israel e o Hamas, tendo sido registadas mais de 13.000 mortes, escreve o Notícias ao Minuto. A organização confirmou o recomeço da investigação sobre as vítimas.

O Ministério tinha deixado de actualizar os números no dia 11 de Novembro, após a interrupção do acesso e das comunicações no norte de Gaza, onde as tropas terrestres israelitas combatem os militantes palestinianos.

A última contagem baseia-se nos números actualizados dos hospitais do sul e nos números de 11 de Novembro dos hospitais do norte.

O Ministério da Saúde afirma que foram dadas como desaparecidas mais de seis mil pessoas, que se receia estar soterradas pelos escombros.

O acordo para um cessar-fogo de quatro dias em Gaza e para a libertação de dezenas de reféns do Hamas e de palestinianos presos por Israel parece enfrentar um obstáculo de última hora.

Um alto funcionário israelita disse que o acordo só entraria em vigor na sexta-feira, um dia mais tarde do que o inicialmente anunciado.

 

O actor Jamie Foxx virou alvo de um processo por importunação sexual.

Ontem, um tribunal do estado de Nova Iorque recebeu uma queixa contra o actor Jamie Foxx, acusado de agressão sexual, alegadamente ocorrida na esplanada de um restaurante da cidade norte-americana em 2015.

Segundo a imprensa internacional, a queixosa acusou Eric Marlon Bishop, conhecido como Jamie Foxx, de a tocar sem consentimento depois de ela e uma amiga terem abordado o actor no terraço da esplanada de um restaurante, em Agosto de 2015.

De acordo com a queixa, Foxx concordou em tirar uma foto, elogiou a mulher, comparando-a à atriz Gabrielle Union e depois agarrou-a no braço, puxou-a para longe e tocou-lhe no seio sem consentimento.

Além disso, segundo a mulher, o actor “colocou os dedos” na sua “vagina e ânus” até que a amiga veio em seu auxílio, uma vez que um dos guarda-costas da estrela de Hollywood ter-se-á apercebido a situação, mas nada fez.

“A queixosa sofreu ferimentos, ficou doente, com dores, angustiada e incapacitada, e teve que passar por tratamento e aconselhamento médico”, diz o processo, que acusa também o restaurante e o proprietário, Mark Birnbaum, de terem permitido o ataque através do comportamento alegadamente negligente dos funcionários.

O processo apresentado no Supremo Tribunal de Nova Iorque, um tribunal de primeira instância, exige uma indemnização e defende que a alegada vítima foi afectada “permanentemente” pelo “abuso sexual e agressão agravada” que terá sofrido.

O caso foi aberto ao abrigo da Lei de Sobreviventes Adultos de Nova Iorque, que vai expirar na sexta-feira, e que permite que as vítimas processem os alegados agressores sexuais, mesmo que os crimes tenham expirado.

Aos 55 anos, Foxx participou de mais de 80 filmes ao longo da carreira – alguns tão conhecidos como Ray, Colateral e Django Libertado – que o tornaram um dos rostos mais conhecidos da indústria de Hollywood.

Em Abril, Foxx foi internado num hospital devido a um problema de saúde. Em julho, o ator admitiu que tinha passado por momentos muito difíceis, mas garantiu que estava pronto para regressar ao trabalho.

O Qatar revelou hoje que vai ser anunciado nas próximas 24 horas o início da trégua de quatro dias entre Israel e o movimento islamita Hamas, que prevê a libertação de reféns em Gaza e de prisioneiros palestinianos.

Num comunicado, citado pela imprensa internacional, o Ministério dos Negócios Estrangeiros catari descreveu as conversações que produziram o acordo para uma “pausa humanitária” como o resultado de uma mediação do Egito, dos EUA e do Qatar.

“O início da pausa será anunciado nas próximas 24 horas e terá a duração de quatro dias, sujeito a prorrogação”, referiu o comunicado.

Segundo o ministério, o acordo inclui a libertação de 50 reféns, mulheres e crianças civis, actualmente detidas na Faixa de Gaza, em troca da libertação de um número de mulheres e crianças palestinas detidas em prisões israelitas.

“O número de pessoas libertadas irá aumentar em fases posteriores da implementação do acordo”, acrescentou o comunicado.

O Qatar sublinhou que o cessar-fogo “irá permitir a entrada de um maior número de comboios humanitários e ajuda humanitária, incluindo combustível designado para necessidades humanitárias”.Israel aceitou na terça-feira o acordo, com todos os membros do executivo do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a votarem a favor, exceto os três ministros do Partido do Poder Judaico (Otzma Yehudit), de extrema-direita, e o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir.
O Hamas saudou o acordo, mas garantiu que a luta não terminou.

O presidente da União Africana (UA), Azali Assoumani, defendeu esta segunda-feira uma “competição positiva” entre a Europa e a China pelos investimentos em África e alertou que o elevado nível de endividamento está a impedir os países de investirem.

“Sinceramente, temos um passado bastante difícil com os nossos vizinhos europeus, gerimo-lo com alguma dificuldade, e quando a China apareceu, aprendeu todas as licções e foi assim que passou a desempenhar um papel muito importante em termos de investimento”, disse Assoumani durante o conjunto de reuniões no âmbito do Compacto do G20 com África.

Azali Assoumani assegurou que “tudo está a mudar, e estamos a tentar corrigir os erros”.

Durante uma conferência de imprensa em Berlim, citado pelo Observador, o responsável disse que é preciso uma concorrência positiva entre a China e a Europa, considerando que não existe monopólio em lado nenhum, todos têm o seu lugar”.

“O problema que por vezes temos em África é que não podemos investir porque estamos a pagar dívidas”, vincou.

Assoumani falava durante uma conferência de imprensa à margem do fórum Compacto do G20 com África, dedicado à promoção do investimento privado neste continente, uma iniciativa lançada pela Alemanha em 2017, durante a sua presidência do G20.

A China é um dos principais investidores no continente africano, sendo Angola um dos principais beneficiários deste investimento, e é, ao mesmo tempo, um dos maiores fornecedores de petróleo para o gigante asiático.

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