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O País – A verdade como notícia

Uma televisão norte-americana noticiou que Israel lançou, hoje, um ataque contra o Irão. A televisão oficial iraniana confirma a ocorrência de fortes explosões na província de Isfahan, centro do pais.

A cadeia de televisão norte-americana ABC News noticiou, citando um responsável dos Estados Unidos, que Israel lançou um ataque contra o Irão, em resposta aos disparos iranianos contra território israelita.

Esta informação surgiu depois de o Irão ter indicado a ocorrência de fortes explosões na província de Isfahan (centro), e depois de Israel ter anunciado a intenção de responder aos ataques iranianos na madrugada de domingo.

O Irão activou a defesa aérea em várias províncias, na sequência das informações sobre pelo menos uma explosão no centro do país, avançou a agência de notícias estatal iraniana IRNA.

As autoridades iranianas suspenderam todos os voos comerciais a partir e com destino a vários aeroportos, incluindo Teerão, disse a agência Mehr.

O Exército iraniano não confirma se Teerão vai responder ao alegado ataque de Israel contra Isfahan, centro do Irão, indicando apenas que os sistemas de defesa neutralizaram “micro drones”.  

“Graças à nossa vigilância, os objectos voadores foram atingidos”, disse o comandante-chefe do exército iraniano, major-general Abdul Rahim Mousavi, à agência de notícias de defesa iraniana Defa Press.

Cinco pessoas morreram e outras duas ficaram feridas na sequência das chuvas acompanhadas por ventos fortes, que atingem a vila Margarate, no sul da província de KwaZulu-Natal na áfrica do sul.

Três  das cinco vítimas morreram afogadas no interior de uma viatura  ligeira arrastada pelas águas para fora da estrada na região de Margate. a quarta vítima foi atingida caiu do telhado e a quinta foi vítima de uma raio.

vários empreendimentos foram destruídos incluindo mercados, escolas, neste momento vive-se um clima de desespero na região, tal como relata este empresário na área de turismo.

As autoridades locais trabalham para o controle da situação e reposição dos danos.

“As chuvas estão caindo com maior intensidade desde o dia de ontem à noite e os prejuízos são enormes. neste momento, as equipes de gestão de desastres estão no terreno fazendo trabalhos de avaliação dos estragos.” disse Bongiwe Sithole do departamento de Governação Cooperativa e Assuntos Tradicionais

O município local de Ray Nkonyeni também viu-se obrigado a interditar temporariamente 10 praias como medida de precaução, num momento em que se anuncia o número de 35 famílias fortemente afectadas pelas chuvas.

Pelo menos 50 pessoas morreram e outras 36 ficaram feridas devido às fortes chuvas, inundações repentinas e desabamento de casas no Afeganistão.  

As chuvas intensas que caem no Afeganistão desde sexta-feira atingiram 15 das 34 províncias do Afeganistão, causando a morte de pelo menos 50 pessoas e outras 36 ficaram feridas. 

Segundo o porta-voz do Ministério de Gestão de Desastres, Janan Sayeq, as inundações levaram à destruição total e parcial de 706 casas e mais de 1.600 habitações ficaram danificadas devido às inundações repentinas e deslizamentos de terras nas zonas mais montanhosas do Afeganistão.

O Departamento de Meteorologia do Ministério dos Transportes e Aviação afegão estima que as chuvas intensas e inundações repentinas em diferentes províncias do Afeganistão persistiram nos próximos dias.

De acordo com  o relatório do Gabinete das Nações Unidas para a Coordenação dos Assuntos Humanitários, o Afeganistão é um dos países do mundo mais afectados pelas alterações climáticas e o menos preparado para se adaptar a uma maior frequência de fenómenos meteorológicos adversos, devido às más infraestruturas após décadas de conflito armado e aos frágeis edifícios onde reside uma grande parte da população.

O Presidente do Irão avisou que o ataque lançado no sábado contra Israel foi uma lição contra o inimigo sionista e alerta que qualquer “nova aventura” de Israel irá contar com uma resposta ainda mais dura de Teerão.

O presidente iraniano, Ebrahim Raisi, classificou este domingo o ataque lançado por Teerão contra Israel na noite de sábado como uma “medida defensiva” e de “legítima defesa”, numa resposta “às acções agressivas do regime sionista [Israel] contra os objectivos e interesses do Irão”, nomeadamente o bombardeamento recente ao consulado de Irão em Damasco, na Síria.

Segundo escreve a DW , o presidente do Irão deixou ainda um recado a Israel, alertando que, caso Telavive ou os que apoiam aquele país “mostrem um comportamento imprudente, receberão uma resposta muito mais decisiva e violenta”.

“Durante os últimos seis meses, e especialmente durante os últimos 10 dias, o Irão usou todas as ferramentas regionais e internacionais para chamar a atenção da comunidade internacional sobre os perigos mortais face à inação do Conselho de Segurança das Nações Unidas [ONU], diante das contínuas violações do regime sionista”, referiu.

O Irão “considera a paz e a estabilidade na região como algo necessário para a sua segurança nacional” e, nesse sentido, “não poupa esforços para restaurá-la”, referiu.

O exército israelita anunciou, hoje, a reabertura de escolas que tinham sido fechadas no sábado, por razões de segurança face às ameaças do Irão.

Depois de avaliar a situação, “foi decidido retomar as actividades educativas em todo o país” a partir de segunda-feira, sujeitas. Anunciaram as autoridades, alertando, entretanto, para a existência de restrições na zona fronteiriça com o Líbano e em localidades próximas da Faixa de Gaza.

Israel anunciou no sábado o encerramento, por dois dias, de estabelecimentos de ensino, o cancelamento de centros recreativos e excursões, bem como restrições a reuniões, perante as ameaças do Irão de retaliar após um ataque ao seu consulado em Damasco.

O Irão realizou um ataque sem precedentes com drones e mísseis contra Israel durante a noite de sábado.

O ataque surgiu depois de um bombardeamento ao consulado iraniano em Damasco, em 01 de abril, que matou sete membros da Guarda Revolucionária e seis cidadãos sírios, aumentando as tensões entre Teerão e Telavive, já marcadas nos últimos tempos pela ofensiva de Israel na Faixa de Gaza.

O analista de Política Internacional, Alberto Ferreira, caracteriza o ataque do Irão a Israel como uma atitude perigosa e que pode acelerar a ida a uma guerra mundial. Ferreira acredita que a continuidade dos ataques pode levar os EUA, a França e a Alemanha, aliados de Israel, a reagirem.

Abriu-se, este domingo, uma nova página na tensão política e militar entre Israel e Irão, arrastada desde 1979, e que elevou os níveis com o suposto ataque israelita a uma embaixada iraniana em Damasco.

O Irão decidiu avançar com um ataque militar, com recurso a centenas de mísseis e drones, mísseis de cruzeiro e mísseis balísticos, danificando, pelo menos de acordo com a última atualização, uma base militar israelita localizada no Sul do país.

“Esta situação pode despoletar a terceira guerra mundial, se não houver controlo das emoções com relação a tudo isto. O Irão já é um inimigo antigo dos Estados Unidos da América, e este, sendo um aliado de Israel, pode associar-se” ao país, causando “uma guerra maior. Esta atitude é perigosa para todo o mundo,” avança Alberto Ferreira, analista de Política Internacional.

Caso decida reagir militarmente, Israel poderá ser obrigado a lutar em duas frentes, tendo em conta a guerra contra o grupo palestianino Hamas, uma situação para a qual, segundo Alberto Ferreira, o país demonstra estar preparado.

“Não há modo algum de enfraquecer o Israel tanto que ele vai-se organizando e vai, naturalmente, retaliar sem dúvidas, mas como não sabemos. Acredito que nos próximos dias, muito provavelmente poderão ditar o estado normal, dados os níveis da retaliação.” prevê.

O ataque estava previsto há vários dias, e Israel decidiu fechar as escolas e o espaço aéreo, a partir deste domingo.

Israel ainda não respondeu aos ataques, mas o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, dirigindo-se à nação, expressou esperança no apoio dos EUA, Reino Unido, França e outros países.

Os Estados Unidos da América e a França também já reagiram, condenando fortemente a atitude do Irão, que a caracterizam como imprudente e ameaça à estabilidade regional.

“Estou profundamente alarmado com o perigo muito real de uma escalada devastadora em toda a região. Tenho enfatizado, repetidamente, que nem a região nem o mundo podem suportar outra guerra.” le-se numa publicação feita na página oficial do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, na rede social X.

Israel bombardeou, hoje, o Vale de Bekaa, um reduto do grupo xiita Hezbollah no leste do Líbano, longe da fronteira comum, num contexto de crescente tensão regional depois do ataque do Irão contra o Estado judaico.

Segundo escreve o Notícias ao Minuto, o bombardeamento teve como alvo a aldeia de Nabi Chit, no distrito de Baalbek, uma zona que já tinha sido alvo de vários ataques durante os últimos dois meses de combates.

De acordo com a Agência Nacional de Notícias (ANN) libanesa, os projéteis atingiram um edifício na localidade, que ficou destruído com o impacto, enquanto as forças de segurança isolaram a área, sem que tenham sido registadas vítimas até ao momento.

A acção ocorre depois de o Irão ter lançado um grande número de mísseis e drones contra Israel na noite passada, em resposta ao bombardeamento de há duas semanas que destruiu o consulado iraniano em Damasco e matou sete membros da Guarda Revolucionária, incluindo dois generais proeminentes.

O Líbano lidera a lista dos países com maior risco de serem arrastados para uma potencial escalada regional decorrente deste ataque sem precedentes, uma vez que o Hezbollah – um aliado próximo do Irão – tem estado envolvido em intensos confrontos com Israel há mais de meio ano.

O ex-Presidente dos Estados Unidos da América e candidato às eleições deste ano, Donald Trump, manifestou no sábado o apoio a Israel, e considerou que o ataque do Irão não teria ocorrido se estivesse na Casa Branca.

Os Estados Unidos apoiam Israel!”, escreveu Trump, na sua rede social, Truth Social.

Estes comentários contrastam com as críticas recentemente expressas sobre Telavive, nas quais considerava que Israel estava a perder a guerra da comunicação pública e disse não ter a certeza se gostava da forma como o país estava a agir contra o movimento islâmico Hamas.

Os seus últimos comentários vão ao encontro do que foi expresso no sábado pelo colega conservador Mike Johnson, líder da Câmara Baixa dos Estados Unidos da América (EUA), considerando que o actual Governo contribuiu para a ofensiva iraniana.

O ataque iraniano surge como resposta a Israel pelo ataque ao consulado iraniano em Damasco, em 01 de Abril, que matou sete membros da Guarda Revolucionária Iraniana e seis sírios, além de ter destruído o edifício anexo à embaixada de Teerão, que era residência do embaixador iraniano.

O Conselho de Segurança da ONU vai reunir-se, hoje, de emergência, a pedido de Israel, após o Irão ter lançado mais de 200 drones e mísseis contra território israelita.

Tencionamos realizar a reunião amanhã [hoje] às 16h00″ (22h00 em Maputo), disse aos jornalistas um porta-voz da missão diplomática maltesa, que detém a presidência do Conselho de Segurança em Abril.

O Irão lançou na noite de sábado um ataque com drones contra Israel a partir do seu território.

Numa mensagem na rede social X, a missão iraniana junto da ONU alegou que, “de acordo com o artigo 51.º da Carta das Nações Unidas sobre a legítima defesa, a ação militar do Irão foi uma resposta à agressão do regime sionista” contra as instalações diplomáticas iranianas em Damasco.

As tensões entre os dois países subiram nas últimas semanas, depois do bombardeamento do consulado iraniano em Damasco, a 01 de Abril, no qual morreram sete membros da Guarda Revolucionária e seis cidadãos sírios.

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