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EUA desaconselham viagens para Nigéria

Os EUA aconselham os seus cidadãos a reconsiderar viagens à Nigéria devido a riscos de segurança. O alerta surge na sequencia do terrorismo, agitacao civil

EUA desaconselham viagens para Nigéria

Os EUA aconselham os seus cidadãos a reconsiderar viagens à Nigéria devido a riscos de segurança. O alerta surge na sequencia do terrorismo, agitacao civil

Mais de 5,5 milhões de toneladas de plástico entraram nos oceanos só este ano, indicam dados da organização ambientalista WWF, que alerta também para o elevado consumo de sacos de plástico, um milhão por minuto.

A propósito do Dia Internacional Sem Sacos de Plástico, que hoje se assinala, as organizações ambientalistas portuguesas Zero e Quercus alertam para a necessidade de se restringir o consumo dos plásticos descartáveis e se apostar na circularidade dos produtos.

O Dia Internacional Sem Sacos de Plástico, destinado a sensibilizar para a necessidade de acabar com o consumo de sacos de plástico de uso único e de promover a conservação ambiental, foi criado pela organização “Bag Free World” e comemora-se sempre no terceiro dia de julho, sem tema específico para cada ano.

O plástico pode demorar centenas de anos a degradar-se e afeta especialmente o sistema marinho (80% do lixo marinho é plástico), com dezenas de espécies a ingerirem plástico e a ficarem presas nele. A organização “World Wide Fund for Nature” (WWF) estima que em cada ano morrem 100.000 mamíferos marinhos devido à poluição por plástico.

Num comunicado sobre a efeméride a associação ambientalista Quercus apela para “um futuro livre de plásticos descartáveis” e salienta a importância de uma economia circular que valorize os recursos em vez do habitual “produzir, usar e descartar”.

A associação lembra no documento que os sacos de plástico foram inventados em 1959 pelo engenheiro sueco Sten Gustaf Thulin (que considerou bizarra a ideia de que as pessoas deitassem fora os sacos, segundo o filho) e que os mesmos começaram a aparecer em Portugal na década de 1980.

Pelo menos 18 pessoas morreram, na cidade de Gwoza, nordeste da Nigéria, após mais um atentado terrorista. Os serviços locais de emergência dizem que houve também cerca de 20 feridos e explicam que os ataques foram protagonizados por homens e mulheres-bomba.

O primeiro ataque ocorreu durante um casamento, quando uma mulher que carregava um bebê nas costas atirou explosivos no meio da cerimônia em Gwoza, segundo explicaram as autoridades locais à agência AFP.

Só neste ataque seis pessoas morreram no local.

Minutos depois, outra explosão ocorreu no Hospital Geral de Gwoza e uma terceira durante uma cerimónia fúnebre, protagonizada por uma mulher-bomba disfarçada de enlutada.

O porta-voz da polícia Estadual de Borno relatou que durante as orações fúnebres pelas vítimas do atentado no casamento, outro homem-bomba invadiu a congregação e detonou outro dispositivo, matando muitas pessoas.

São ao todo 18 mortes contabilizadas, até o momento, incluindo de mulheres grávidas e crianças, outras 19 pessoas foram gravemente feridas.

Em 2009, a cidade de Gwoza, que se localiza no estado de Borno,foi fortemente afetada por uma insurgência lançada pelo Boko Haram, um grupo extremista islâmico.

O ressurgimento dos atentados suicidas, naquela região, levanta preocupações significativas sobre a situação de segurança na Nigéria.

Em Gwoza, nordeste da Nigéria, atacantes suicidas mataram 18 pessoas. Entre as vítimas estão mulheres grávidas e crianças.

Barkindo Saidu, diretor-geral da Agência de Gerenciamento de Emergências do Estado de Borno, disse que o primeiro “homem-bomba” fez a detonação de um dispositivo explosivo durante a celebração de um casamento, por volta das 15 horas de sábado.

“Minutos depois, outra explosão ocorreu perto do Hospital Geral”, disse Saidu. Depois dos dois primeiros ataques, houve um terceiro em funeral, provocado por uma “mulher-bomba” disfarçada de enlutada.

Entre os mortos, estão adultos do sexo masculino, feminino e crianças, segundo a emissora de rádio.

Ninguém assumiu a responsabilidade pelos ataques, mas Gwoza fica no Estado de Borno, que foi fortemente afectado por uma insurgência lançada, em 2009, pelo Boko Haram, um grupo extremista islâmico.

Desde as suas origens no Estado, o grupo tem ameaçado a segurança da Nigéria e desestabilizado a região do Lago Chade.

No passado, o Boko Haram usou mulheres e meninas em atentados suicidas, por essa razão, o ressurgimento de atentados suicidas em Borno levanta preocupações significativas sobre a situação de segurança na região.

O presidente ruandês Paul Kagame e Félix Tshisekedi da Repúbvlica Democrática do Congo vão eoncontar-se para reduzir a tensão entre os dois países. O anuncio foi feito pelo mediador, João Lourenço, que sem avançar datas disse que será em breve.

A tensão entre o Ruanda e a República Democrática do Congo, vem desde 2021 quando Félix Tshisekedi acusou o regime de Paul Kagame de apoiar o Movimento de 23 de Março, grupo responsável pelos ataques contra populares daquele país.

O diferendo tem subido de tom a ponto do Presidente do Ruanda ter anunciado disponibilidade para entrar em guerra com a RDC. Para evitar o pior, João Lourenço, presidente de Angola e mediador dos dois países anunciou numa visita à Costa do Marfim, que já há luz verde para o diálogo entre as partes.

Para o estadista angolano, o diálogo é a única saída para acabar, de uma vez por todas, com o conflito e se alcançar a paz.

A tensão entre os dois países tem raízes no genocído do Ruanda, no qual hutus extremistas mataram cerca de 800.000 tutsis e hutus moderados e muitos dos autores do genocídio fugiram para a RDC, o que desencadeou uma série de conflitos na região.

O Presidente do Quénia, William Ruto, desistiu de aumentar impostos no país, após uma onda de protestos violentos que durou mais de uma semana e resultou em dezenas de mortes, feridos e detenções.

Dois dias depois de milhares de manifestantes terem invadido o parlamento Queniano, numa acção que resultou na morte de mais de 20 pessoas, o presidente do Quénia, William Ruto, anunciou, esta quarta-feira, que não vai promulgar o projecto de lei financeira que propõe novos impostos.

“Ouvindo atentamente o povo do Quénia, que em alto e bom som disse que não quer esse projecto de lei financeira de 2024, eu cedo. E, portanto, não assinarei o projecto de lei de 2024 e será posteriormente retirado”, disse William Ruto num discurso televisivo.

Apesar disso, o chefe do Estado queniano alertou que a retirada do projecto de lei das finanças significaria um défice significativo no financiamento de programas de desenvolvimento destinados a ajudar os agricultores e os professores.

Sem avançar detalhes, o estadista queniano afirmou que vai iniciar um diálogo com a juventude e adoptar algumas medidas, começando com cortes no orçamento da presidência para compensar a diferença nas finanças do país.

“É necessário que tenhamos uma conversa como nação sobre como administrar juntos os assuntos do país”, disse o Presidente.

Vários manifestantes foram mortos a tiros, além de terem enfrentado gás lacrimogéneo disparado pela Polícia, durante as manifestações contra a subida dos impostos.

Entretanto, os protestantes já ameaçavam prosseguir com mais acções reivindicativas, nos próximos dias, caso o Governo não recuasse na decisão de aumentar impostos.

No seu discurso, William Ruto reconheceu que o projecto de lei causou insatisfação generalizada e lamentou as mortes causadas, acrescentando que mais de 200 pessoas ficaram feridas. Portanto, apesar do recuo no aumento dos impostos no Quénia, novos protestos foram registados esta quinta-feira.

O exército boliviano abortou, esta quarta-feira, uma tentativa de golpe de Estado, liderado pelo ex-comandante do exército, Juan José Zuñiga, que pretendia assumir o comando do país e do exército nacional.

A incursão liderada pelo ex-comandante do exército boliviano, Juan José Zuñiga aconteceu durante a noite desta quarta-feira e terá ganho forças com a informação de uma manifestação anunciada por alguns sectores públicos, porém fracassou.

Juan e seus apoiantes foram detidos, após uma operação militar, prontamente respondida pelos guardas do palácio presidencial, onde pretendiam derrubar  Luis Arce, actual presidente da Bolívia eleito democraticamente em Janeiro de 2020.

Falando à imprensa, momentos depois da detenção dos golpistas, o ministro do interior boliviano, Del Castillo  acusou o até agora líder da Marinha, vice-almirante Juan Arnez, de ter colaborado e participado na operação.

Já o vice-ministro do interior, Jhonny Aguilera, disse que o seu país não vai tolerar actos similares.

“Não podemos tolerar essas circunstâncias em pleno século XXI, e exigimos a aqueles que mostram desrespeito pelas leis que impeçam estes comportamentos”, disse Aguilera.

A tentativa de golpe de Estado já foi repudiada por países do continente americano e parceiros de cooperação.

“Esperamos os detalhes para termos certeza e uma posição. Como sabem sou amante da democracia, eu quero que a democracia prevaleça na América Latina, o golpe nunca deu certo”, reagiu Lula Da Silva, presidente do Brasil.

O mesmo apelo feito na tarde da quarta-feira pelo estadista boliviano. 

A tentativa de golpe acontece num momento em que o presidente empossava uma nova liderança das forças armadas. Momentos depois  Luis Arce usou a varanda do palácio presidencial em Morilho para agradecer aos seus apoiantes e manifestantes contra a ideia do golpe de Estado.

Evan Gershkovich, Jornalista norte-americano, foi julgado à porta fechada, em Ekaterinburgo, depois de 15 meses de detenção, na cidade dos Montes Urais, acusado de espionagem.

Nascido nos Estados Unidos e filho de imigrantes da URSS, o jornalista de 32 anos do Wall Street Journal é o primeiro jornalista ocidental detido sob a acusação de espionagem na Rússia pós-soviética.

As autoridades russas prenderam Gershkovich durante uma viagem a Ekaterinburgo, na qual produzia uma reportagem. A alegação das autoridades russas é que o jornalista estaria a recolher informações secretas para os serviços secretos dos EUA.

O Departamento de Estado, no entanto, declarou-o “detido injustamente”, e comprometeu-se a procurar activamente a sua libertação.

Os jornalistas foram autorizados a entrar na sala de audiências durante alguns minutos antes de o julgamento ser encerrado. De acordo com a embaixada, dois funcionários consulares da Embaixada dos Estados Unidos em Moscovo também foram brevemente autorizados a entrar no tribunal.

Em entrevista à The Associated Press, Jay Conti, vice-presidente executivo e conselheiro geral da Dow Jones, descreveu o julgamento como uma farsa . “Ele era um jornalista credenciado que fazia jornalismo, e este é um julgamento falso, acusações falsas que são completamente forjadas”, argumentou.

Após a sua detenção, em 29 de março de 2023, Gershkovich foi mantido em Lefortovo, em Moscovo. Apareceu saudável durante as audiências em tribunal, nas quais os seus apelos à libertação foram rejeitados.

O jornalista poderá ser condenado até 20 anos de prisão, caso o tribunal considere-o culpado.

Subiu para 10 o número de partidos, incluindo o ANC, que se juntam para o recém proclamado governo de unidade nacional, na vizinha África do Sul. A assinatura do acordo que integra mais partidos foi anunciada pelo Secretário-Geral do Congresso Nacional Sul Africano.

A adesão de mais partidos sul-africano ao recém criado governo de unidade nacional, aconteceu no último sábado, depois da assinatura de um acordo de coligação que integra 10 partidos, incluindo o ANC.

Assim, o recém-eleito, Cyril Ramaphosa, passa a contar com 10 dos 18 partidos com assento na Assembleia Nacional da África do Sul.

Trata-se de partidos que juntos, trazem vantagens ao ANC, em termos de assentos, representando mais de 70% da Assembleia Nacional, constituindo assim a maioria parlamentar.

Quanto aos nomes das figuras que comporão o novo governo, estes, Ramaphosa poderá anunciar nos próximos dias, de acordo com o Secretário Geral do ANC.

Subiu para 10 o número de partidos, incluindo o ANC, que se juntam para o recém proclamado governo de unidade nacional, na vizinha África do Sul. A assinatura do acordo que integra mais partidos foi anunciada pelo Secretário-Geral do Congresso Nacional Sul Africano.

A adesão de mais partidos sul-africano ao recém criado governo de unidade nacional, aconteceu no último sábado, depois da assinatura de um acordo de coligação que integra 10 partidos, incluindo o ANC.
Assim, o recém-eleito, Cyril Ramaphosa, passa a contar com 10 dos 18 partidos com assento na Assembleia Nacional da África do Sul.
Trata-se de partidos que juntos, trazem vantagens ao ANC, em termos de assentos,
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Quanto aos nomes das figuras que comporão o novo governo, estes, Ramaphosa poderá anunciar nos próximos dias, de acordo com o Secretário Geral do ANC.

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