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O País – A verdade como notícia

Fortalecer o trabalho das cooperativas em prol de uma produção de qualidade, inclusiva e sustentável é um dos objectivos da Associação Moçambicana para Promoção do Cooperativismo Moderno (AMPCM). Por isso, mais uma vez, a associação expõe os seus produtos e serviços das 51 cooperativas membros, na FACIM.

A AMPCM recebeu no seu stand o Chefe de Estado, Filipe Nyusi, que, na sua breve paragem, encorajou as cooperativas a “procurarem peencher os espaços na cadeia de valor da Agricultura”.

Depois do breve contacto com o Presidente da República, a Presidente da AMPCM, Helena Bandeira, reforçou a importância desta feira ao afirmar que “o mais útil na Facim é a interacção com outros países que é uma mais valia por permitir a troca de experiências com vários empreendedores”.

A associação tem-se engajado na promoção das cooperativas de vários ramos de negócio distribuidos pelas suas 51 cooperativas e é na tentativa de reforço do seu trabalho que este ano expõe uma variedade de produtos e serviços representados através das dezenas de cooperativas. A AMPCM tem em exposição o arroz, milho, feijões, soja, amendoim, castanha de cajú, leite fresco e outros.

Os produtos em exposição foram embalados também por uma cooperativa membro da AMPCM, a COSAGRO – Cooperativa de Serviços Agrários de Moçambique.

Nesta edição da FACIM, a AMPCM tem apoio do We Effect – Centro cooperativo Sueco, no âmbito do Programa AGIR e financiado pelas embaixadas da Suécia, Holanda e Suiça.

Todos os anos a AMPCM marca presença na feira com objectivo de exibir suas actividades e angariar mais membros para o bem da produção e produtividade nacional e massificar a divulgação dos seus serviços, buscar estabelecer parceiros, trocas de experiências, oportunidades de mercados para produção dos seus membros e outras formas de oportunidades de negócio que possam fortificar e tornar as cooperativas cada vez mais sustentáveis, contribuindo para o desenvolvimento sócio-económico do País.

 

 

 

O frango de Manica vai ser, além do mercado local, vendido nas províncias de Nampula e Cabo Delgado, numa iniciativa da NADIH, uma sociedade unipessoal que, para o efeito, tem disponíveis mais de 140 mil dólares norte-americanos para investir na edificação de infra-estruturas e montagem de toda a cadeia de produção e processamento de aves, escreve Agência de Informação de Moçambique.

Localizada no bairro Chissui, na cidade de Chimoio, capital da província central de Manica, a NADIH recebeu o montante a título de crédito não reembolsável da Aliança Global de Promoção de Alimentos Nutritivos (GAIN), que funciona com fundos da Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID).

Para infra-estruturas, de acordo com Alima Jamal Napido, proprietária da NAHID deverão ser investidos 49.780 dólares norte-americanos, sendo que o montante remanescente será aplicado na provisão de pintos e ração, além do próprio processamento, comercialização e logística. Trata-se, segundo explicou, de factores indispensáveis para a concretização do projecto que se pretende que venha imprimir uma nova dinâmica no negócio de frangos no país. Neste contexto, já estão em construção cinco pavilhões com capacidade de dois mil pintos cada, os quais serão apetrechados do mais moderno equipamento, dotado de um sistema automático de alimentação e suplementação que se vai juntar ao matadouro e outras infra-estruturas indispensáveis concebidas no âmbito do projecto.

Os pintos e ração serão adquiridos do Aviário Abílio Antunes, o maior produtor de frangos, ovos e pintos na região centro do país e que, para além do mercado local, vende a sua produção nas regiões norte e sul do país. Alima Napido explicou que, na província de Manica, para além da cidade de Chimoio, o frango da NADIH vai ser vendido em todos os distritos, com maior destaque para a cidade de Manica, onde a empresa possui já um talho. Para além de frango congelado, a NADIH vai comercializar frango vivo. Com efeito, Alima Napido afirmou ser meta mensal vender 30 mil frangos podendo, durante este período, arrecadar mais de 5.4 milhões de meticais. Cada frango será vendido a um preço médio de 180 meticais.

Aquela avicultora afirmou ser já sua tradição o negócio do frango, o qual abraçou em 2005, ano em que teve seus primeiros aviários na cidade de Manica, com capacidade de produzir oito mil frangos por mês.

A iniciativa, de acordo com Alima Napido, visa responder aos desafios impostos recentemente pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, na Reunião Nacional da Avicultura que decorreu em Nampula, na qual os avicultores do país prometeram ao Chefe do Estado tornar o país auto-suficiente em carne de frango.

A NADIH vai empregar mais de 18 trabalhadores, 12 dos quais no matadouro.
 

 

Expositores querem encontrar oportunidades para parcerias
Partindo da província de Gaza, um expositor deslocou-se à Feira Internacional de Maputo (FACIM) para exibir inovação na área de ensino de condução. Com base num computador, um volante e pedais, Isidro Tembe criou um simulador de condução por via do qual o futuro condutor pode familiarizar-se com a condução.

Na FACIM, o desafio é encontrar parceiros. Por isso, há expositores de todo o país. De Sofala, por exemplo, João Firmino levou à FACIM um equipamento por si criado para facilitar o processamento do milho.

Ainda na área da agricultura, Firmino mostra como a partir de um sistema é possível produzir hortícolas, em condutas por onde circula uma solução nutritiva composta por água e nutrientes dissolvidos.
Aquelas são inovações que o público tem a oportunidade de ver até domingo. Data de encerramento da 53ª edição da FACIM.
 

 

Abriu ontem a 53ª edição da Feira Internacional de Maputo. Mais de 1 940 empresas nacionais e provenientes de 26 países participam na presente edição, inaugurada pelo Presidente da República, Filipe Nyusi.

Passava das 09h00 da manhã quando o Chefe de Estado chegou à maior feira de negócios e foi recebido pelo governador da província de Maputo, Raimundo Diomba, e por membros do governo. Depois de cortar a fita, acto que simbolizou a abertura oficial da Feira Internacional de Maputo, foi saudado por um grupo de alunos das escolas circunvizinhas à feira.

A seguir, o Chefe de Estado percorreu os pavilhões que compõem a FACIM. Escalou, primeiro, o Pavilhão Moçambique, onde todas as províncias do país expõem as suas riquezas, desde a produção agrícola, recursos minerais, produções artísticas, inovações, entre outras.

Depois foi ao pavilhão Matchedje, onde estão expostas empresas estrangeiras, maior parte das quais vieram a Moçambique procurar oportunidades de negócios nesta feira. De seguida escalou o pavilhão exclusivo das micro, pequenas e médias empresas. Visitou, igualmente, o pavilhão da agricultura e a exposição de pecuária e piscicultura.

A cerimónia de abertura viria a terminar com a premiação das Pequenas e Médias Empresas que se destacaram entre 2016 a 2017, em termos de exportações, nos sectores de pesca, agricultura, minas e produtos manufacturados. Mas também foram premiados os maiores investidores nos sectores de agricultura, energia, infra-estruturas, serviços, turismo e indústria.

E porque nesta feira participam pela primeira vez empresas da República da Bielorússia, o Presidente da República deixou uma palavra de apreço às mesmas, mas também às provenientes de outros países. “a vossa presença representa para nós uma ocasião singular para o reforço, promoção e aprofundamento das relações entre os povos de Moçambique e dos vossos países, num exercício para nós exaltante e de fortalecimento das nossas economias. Saudamos de forma particular a República da Bielorússia, que se junta a nós pela primeira vez. sejam bem-vindos a esta terra”, disse Filipe Nyusi.

Aos expositores estrangeiros e nacionais, Filipe Nyusi deixou garantias sobre os esforços do governo para melhorar continuamente o ambiente de negócios no país, através da adopção de medidas que tornem fácil a realização de negócios e investimentos em Moçambique.

Ocasiões como FACIM são para o governo impulsionar a produção e produtividade, bem como melhorar a competitividade em todos os sectores prioritários, nomeadamente, agricultura, energia, infra-estruturas e turismo. “No âmbito da diversificação da economia, o nosso compromisso inclui, ainda, a promoção da industrialização, orientada para a modernização da nossa economia, aumento das exportações, bem como a cadeia de valor dos produtos primários nacionais, assegurando a integração do conteúdo local”, referiu.

Filipe Nyusi reiterou o apoio do governo às Pequenas e Médias Empresas como motor de desenvolvimento da economia nacional, razão pela qual as premiações deste ano foram destinadas a este segmento de empresas.

A criação de um pavilhão exclusivo para as PME nacionais na FACIM é outro indicativo de que o governo quer garantir que elas tenham um papel cada vez mais preponderante na economia nacional.

Aposta na produção

O Chefe de Estado convidou os investidores e expositores internacionais a apostarem em Moçambique, uma vez que o país é beneficiário de várias iniciativas internacionais que visam o apoio às economias dos países emergentes, como é o caso da iniciativa norte-americana AGOA, que permite a exportação para os Estados Unidos da América de produtos nacionais livres de taxas aduaneiras. O protocolo de livre comércio e circulação de pessoas e bens na região da África Austral é outra oportunidade, além de acordos comerciais com a União Europeia, no âmbito dos países de África, Caraíbas e Pacífico.

A localização geográfica, que coloca Moçambique como porta de entrada para a SADC, e o facto de ser detentor de portos, caminhos-de-ferro e estradas que dão acesso facilitado ao mar a muitos países da região Austral de África, como África do Sul, Suazilândia, Zimbabwe, Zâmbia e Malawi, constituem uma oportunidade para quem investe em Moçambique. O Chefe de Estado falou do projecto de estrada que vai ligar Moçambique e Tanzânia, através da Ponte da Unidade, no rio Rovuma, bem como do uso em pleno do Corredor de Nacala pelo Malawi como exemplos práticos da utilidade de Moçambique na facilitação de negócios na região. A Feira Internacional de Maputo, que se realiza há 53 anos, decorre durante sete dias. Com a edição deste ano, é a sétima vez que decorre em Ricatla, no distrito de Marracuene.

Feiras de negócio são para vender a imagem, a marca, os produtos e serviços; são para fazer negócios, obviamente, mas nem todos estão para vender. instituições como Instituto de Supervisão de Seguros (ISSM), Bolsa de Valores de Moçambique (BVM) e Instituto da Aviação Civil de Moçambique (IACM) estão preocupadas em tornar-se mais visíveis e conhecidas pela sociedade. Estão na FACIM para mostrar o que têm para oferecer ao mercado, que, apesar de substancial importância, é pouco conhecido. Basta recordar que há baixo consumo dos serviços de seguro e fraca adesão das empresas na Bolsa.

As três organizações levam à FACIM as suas estratégias de comunicação com os visitantes e com outras empresas, esperando que, ao fim dos sete dias do evento, estejam criadas condições para que mais empresas adiram à BVM (actualmente são apenas cinco empresas cotadas e a meta é atingir nove, até ao fim deste ano). O ISSM quer contrariar a realidade actual, em que apenas 8% dos cerca de 27 milhões de habitantes de Moçambique usam serviços de seguro. Por seu turno, o IACM quer mostrar que existe uma autoridade na área da aviação no país.

De um modo geral, expositores estiveram em força na abertura da 53.ª edição da FACIM. Foi um arranque marcado por uma movimentação incomum dos expositores, ao contrário do que se assistiu nos anos anteriores. À nossa equipa de reportagem, expositores revelaram estar preparados para aproveitar a maior feira comercial de modo a divulgar as suas marcas e, sobretudo, aumentar as vendas.

Florêncio Chavango, director da Indústria e Comércio da província de Cabo Delgado, diz que o desafio da sua província é atrair investimentos para o aproveitamento das oportunidades nas diversas cadeias de valor dos recursos naturais. Já o director da Indústria e Comércio de Nampula, Norberto Narciso, afirma que o turismo é uma das grandes apostas nesta edição, um sector eleito prioritário pelo governo provincial em sessão alargada aos administradores, o que vai ao encontro de uma das recomendações do presidente da República, Filipe Nyusi, na sua recente visita a Nampula.

O ministro da Economia e Finanças esclareceu, ontem, que o Governo fez a sua parte ao autorizar a venda de activos na área 4 da bacia de Rovuma, entre a ENI e a Exxon Mobil, e que não há outra autorização que a Autoridade Tributária (AT) deve esperar do Executivo. A 3 de Agosto, a AT disse que estava dependente do Governo para cobrar 350 milhões de dólares referentes a impostos de mais-valias na venda de activos da empresa italiana ENI à norte-americana Exxon Mobil. A entidade previa, na altura, cobrar as receitas até Outubro próximo. “O Estado já fez o que tinha que ser feito. As autoridades de fora do país é que devem fechar e a partir daí têm um prazo de 30 dias para trazer os fundos aqui a Moçambique. Antes do fim do ano é o prazo provável”, garantiu Adriano Maleiane, que falava minutos após manter um encontro com a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA).

O ministro das Finanças falou, também, da proposta de Fundo Nacional de Desenvolvimento, que deverá ser sustentado com receitas de mais-valias. Diz que o Ministério está ainda a estudar a viabilidade, devendo levar a proposta ao Conselho de Ministros ainda neste 2017. “O que existe no país são vários fundos. E o importante é ver como esses fundos podem ser melhor articulados. Quer dizer que pode existir um fundo que é nacional, que crie condições para que os outros operadores possam aceder a esses fundos. O Ministério das Finanças está a trabalhar na proposta e depois vamos levar ao órgão do Governo apropriado (Conselho de Ministros)”, disse Adriano Maleiane, que assegurou que a proposta deverá dar entrada ao Conselho de Ministros ainda este ano. O Fundo Nacional de Desenvolvimento vai funcionar de forma parecida a um fundo soberano e deverá financiar projectos diversos para o desenvolvimento do país.

Empresas sufocadas pelas taxas de juro

Empresas moçambicanas sentem-se sufocadas com as altas taxas de juros praticadas pelos bancos comerciais. A reclamação foi apresentada ontem, durante a visita do ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, à CTA. Naquela que foi a primeira visita de Adriano Maleiane à CTA, desde que a instituição é dirigida por Agostinho Vuma, o governante foi confrontado, igualmente, com reclamações ligadas ao Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), onde as empresas dizem que são obrigadas a pagar o IVA, mesmo sem ter recebido a receita da facturação. O ministro da Economia e Finanças diz que o Executivo está a trabalhar para reduzir a inflação e que o empresariado deve ser mais activo, de modo a ultrapassar os actuais desafios da economia.

A opinião é unânime: a FACIM é um dos melhores lugares para vender produtos e serviços, daí o interesse de várias entidades em aproveitar as oportunidades que o evento oferece.

Do peixe ao caranguejo, da madeira aos recursos minerais… assim é o stand da província da Zambézia, um dos celeiros da zona Centro do país. Se feiras são para expor potencialidades e fazer negócios, Zambézia está na FACIM com 60 expositores, mesmo para alcançar esse objectivo.

Em Marracuene, no pavilhão de Moçambique, estão representadas todas as províncias do país, cada uma mostrando o que produz. Do Niassa, na zona Norte, chegam variados tipos de cereais, com destaque para Feijão, bem como alguns minérios: Ouro e Rubi.

Entre os 26 países representados nesta edição da FACIM, Portugal ocupa um pavilhão inteiro, com 40 empresas. Um dos maiores investidores em Moçambique, o país quer expandir cada vez mais as suas marcas.

No geral, os expositores dizem que os primeiros dois dias da FACIM serviram para fazer contactos, por isso esperam novas parcerias e negócios.

A 53ª edição da Feira Internacional de Maputo conta com um total de 1940 empresas, entre nacionais e estrangeiras.

 

 

O sector privado protesta contra a Lei que estabelece que a contratação de trabalhadores estrangeiros deve levar até cinco dias a ser autorizada pelo Governo. Empresários entendem que esta regra pode levar a prejuízos nos empreendimentos e até ao recuo dos investimentos.

Para contratar um trabalhador estrangeiro em Moçambique, é preciso obter a autorização do Ministério do Trabalho num prazo de até cinco dias. Acontece que este é tempo suficiente para o empresário perder dinheiro, segundo avançaram, em jeito de protesto, os participantes do seminário que se realizou no segundo dia da Feira Internacional de Maputo, subordinado ao tema “Regime Jurídico de contratação de mão-de-obra em Moçambique”.

Após as apresentações gerais sobre as leis que regulam o mercado de trabalho no país, seguiram-se as questões da plateia, quase todas orientadas para protestar contra o regime de contratação da mão-de-obra estrangeira.

O Director Nacional do Emprego no Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Juvenal Dengo, reconhece que a Lei não é perfeita, mas sublinha que a ideia é proteger o trabalhador nacional. Mas há quem sugeriu que a legislação moçambicana tome em conta a experiência internacional. A CTA entende que isso traria o risco de desproteger o trabalhador nacional, pelo que defende reforma da Lei que olhe para a realidade nacional.

Num debate realizado hoje, na FACIM, também foi questionada a demora do Instituto Nacional de Segurança Social em responder aos beneficiários em caso de necessidade.

Este seminário foi organizado pela Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA).

 

 

 

A empresa Electricidade de Moçambique (EDM) celebrou, esta noite, 40 anos da sua criação. A cerimónia foi dirigida pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, e consistiu num jantar de gala que contou com a presença de quadros da empresa, membros do governo e diversos convidados com destaque para os antigos Presidentes do Conselho de Administração da Empresa. Aliás todos os seis dirigentes da empresa, ao longo dos 40 anos, tiveram oportunidade de ajudar a contar a história da empresa juntamente com o actual PCA, Mateus Magala, através de um vídeo.

Magala disse no seu discurso que a empresa conseguiu ao longo dos 40 anos da sua existência fazer crescer o número de clientes de 40 mil em 1977 para mais de Um milhão e meio até ao presente ano, o que representa cerca de 27% da população moçambicana que agora está ligada à Rede Nacional de Energia Eléctrica gerida pela EDM. Falou ainda da reestruturação em curso na empresa que permitiu que a mesma passasse a indicar os seus dirigentes através de concursos públicos, uma medida que abrange os membros do Conselho de Administração, Directores e Chefes de Sectores.

O PCA da EDM destacou que estas e outras medidas permitiram à EDM aumentar a sua facturação de 150 milhões de dólares em 2014 para cerca de 500 milhões no ano passado. E pela primeira vez desde a sua criação a empresa publicou o seu Relatório e Contas dentro dos prazos estabelecidos pela lei. A empresa centralizou o processo de procurment que antes era feito em cada uma das províncias do país, o atendimento dos clientes, entre outras medidas de gestão que estão a melhorar a eficiência e a eficácia da sua actuação. Magala diz que a EDM tem de ser nos próximos anos uma referência em termos de integridade e qualidade de gestão ao nível nacional e internacional.

O Presidente da República deixou um apoio inequívoco à reestruturação em curso e diz que o governo acompanha de perto as mesmas e constituem o que realmente o seu governo quer que seja o sector público e as empresas públicas no seu todo. Exigiu que a empresa continue a liderar o processo de geração e transmissão da energia eléctrica no país e na região e promova a industrialização da economia nacional assumindo a liderança da estratégia nacional de geração de energia eléctrica para o consumo interno assim como dos países da região Austral de África.

 

 

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