Skip to main content

O País – A verdade como notícia

CCMI e ENH mobilizam PME para o sector energético

A Câmara de Comércio Moçambique–Itália e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos  mobilizam pequenas e médias empresas para uma maior aproximação aos investidores internacionais, com o

CCMI e ENH mobilizam PME para o sector energético

A Câmara de Comércio Moçambique–Itália e a Empresa Nacional de Hidrocarbonetos  mobilizam pequenas e médias empresas para uma maior aproximação aos investidores internacionais, com o

O Arquipélago das Primeiras e Segundas é uma cadeia de 10 ilhas-barreira pouco habitadas e dois conjuntos de recifes de coral situados no Oceano Índico ao largo da costa de Moçambique e próximo da cidade costeira de Angoche. As ilhas constituem dois grupos ao longo do lado ocidental do Canal de Moçambique.

As costas orientais das ilhas são orladas por recifes de coral, compostos sobretudo de corais moles, com corais duros nas suas extremidades sul. Entre as ilhas e o continente encontram-se leitos de ervas marinhas, que constituem um habitat importante para tartarugas-marinhas e dugongos. As ilhas meridionais abrigam a maior zona de nidificação da tartaruga-verde em Moçambique e a tartaruga-comum também usa estas praias.

É também neste arquipélago que se encontra a maior população de dugongos do Oceano Índico ocidental. A vegetação destas ilhas baixas inclui mangues, ervas e matagais. As águas ao largo das suas costas são mais conhecidas pela biodiversidade dos seus espectaculares recifes de coral, que sustentam uma importante pescaria.

 

Localizado na província de Inhambane, na costa dos distritos de Vilanculos e Inhassoro, o Parque Nacional do Bazaruto engloba uma extensa parte marinha e as cinco ilhas do arquipélago, ocupando uma área de 1.583 km2.

É um dos primeiros parques moçambicano marinho e estabelecido para proteger espécies de fauna marinha, nomeadamente Dugongos, Tartarugas marinhas e Golfinhos. É considerado um dos melhores lugares para praticar mergulho em toda a África Austral, designa-se parque nacional do arquipélago de Bazaruto.

O Parque Nacional do Bazaruto foi a primeira área de conservação marinha de Moçambique. O arquipélago reveste-se de uma grande importância ecológica, por actualmente albergar a maior população de dugongos existentes na costa oeste do Oceano Indico.

A sua admirável diversidade marinha inclui também espécies como a tartaruga marinha, manta raia, tubarão, baleia, golfinho, entre outras. No Parque podem encontrar-se mais de 180 espécies de aves, algumas muito raras.

Quem mergulha nas suas águas azul-turquesa, pode observar a beleza dos seus corais e o rico ecossistema que se move à sua volta. No interior das suas florestas encontram-se lagoas de água salgada, onde se reúnem os flamingos.

 

A Reserva Nacional de Marromeu é uma área de conservação de Moçambique, com cerca de 1.560km². Foi declarada como a primeira terra húmida de importância internacional em Moçambique. O búfalo africano é uma das espécies mais predominantes e possui uma variedade de aves aquáticas.

Caracterizada por florestas densas ao longo do Delta do Zambeze e as famosas falésias de Cheringoma, a Reserva Nacional de Marromeu, na província de Sofala, possui algumas das mais marcantes paisagens de Moçambique.

Em 2003, o Governo denominou-a como a primeira Zona Húmida de Importância Internacional do país, devido à sua incontestável importância ecológica. A espécie dominante na Reserva é o búfalo africano, vendo-se pelas suas longas planícies verdes manadas de centenas de indivíduos.

Possui uma das maiores concentrações de aves aquáticas de importância internacional. A Reserva foi criada com o objectivo de proteger a maior população de búfalos do Mundo.

Aproveite para fazer caminhadas, safaris pelas planícies onde se encontram os búfalos, canoagem e passeios de barco, onde poderá ver o mangal e observar uma diversidade de aves.

 

Localiza-se na província de Manica, é uma das áreas de conservação de maior riqueza florística do país, com ecossistemas e espécies únicas. É detentora do ponto mais alto do país, o famoso Monte Binga. Chama-se Reserva Nacional de Chimanimani. A Reserva nacional de Chimanimani possui uma grande diversidade de plantas e espécies endémicas de aves e répteis.

A Reserva Nacional de Chimanimani abrange o Monte Binga, o ponto mais alto do país, junto à fronteira com o Zimbabwe. Criada em 2003, possui um ecossistema rico, especialmente nas zonas montanhosas, de paisagens rochosas e espécies únicas de plantas, aves e répteis. A comunidade local preserva também pinturas rupestres, crenças e tradições ancestrais que adicionam à reserva um interesse cultural.

Pode apreciar uma grande diversidade de espécies animais, onde valem a pena destacar Pala-pala, várias espécies de aves e répteis, incluindo as endémicas. Possui vários pontos para a actividade turística para observação das pinturas rupestres e turismo cultural, como o Monte binga. A reserva dispõe de várias actividades como opção, escolha entre caminhadas, escaladas, passeios a cavalo, safaris fotográficos, canoagem, turismo histórico-cultural.

 

A 29 de Maio de 2017, o actual elenco da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) tomava posse. Esta terça-feira, o Conselho Directivo reuniu o sector privado, público e parceiros de cooperação, para fazer o balanço do primeiro ano da sua governação.

A organização faz um balanço positivo do período em análise. Já foram executados 37.5 por cento das acções inseridas nos cinco pilares e programas para os três anos do mandato.

Agostinho Vuma destaca como principais ganhos a descentralização da CTA; a organização tem agora uma cobertura de 50 por cento do país.

O presidente do Conselho directivo da CTA fez ainda referência aos desafios que o sector privado enfrenta, no agro-negócio, diálogo público-privado, área fiscal e acesso aos mercados.

"Continuamos a enfrentar desafios para a inteira realização dos objectivos da nossa governação, com enfoque no agro-negócio. Isto deve começar com o empoderamento dos pequenos produtores, tornando-os capazes de produzir em escala e estabelecer ligações com o mercado para a comercialização da sua produção", disse Vuma. 

A organização defende a melhoria doa procedimentos no processo de localização das empresas.

 

Depois de Quénia e Índia, Moçambique acolhe, a partir desta quinta-feira até sábado, a Conferência Internacional do Turismo Baseado na Natureza.

A lista de participantes inclui especialistas em conservação, investidores nacionais e internacionais no turismo de conservação.

Mas as figuras de destaque serão o Presidente da República e antigo Estadista do Botswana. “O Presidente da República tem liderado este trabalho de diplomacia económica. Ao longo dos últimos três anos viajou um pouco por todo o mundo e sempre fez questão de sentar com potenciais investidores que com certeza estarão presentes. A convite do Presidente da República, estará o ex-Presidente de Botswana, Ian Khama, estarão também delegações dos países vizinhos, incluindo ministros”, explicou Celso Correia, ministro da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural.

Celso Correia fez estas declarações após visitar o local que vai acolher a conferência de três dias. “Estão criadas as condições para recebermos as pessoas que vão participar na conferência e acreditamos que está tudo em ordem”, anotou.

E porque é da conservação que o evento vai discutir, Moçambique quer expor os resultados do trabalho feito nos últimos três anos nas áreas de conservação. Aliás, o ministro da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural fez questão de sublinhar que houve um “salto qualitativo” na gestão das áreas de conservação nos últimos três anos. “Há registos muito grandes no combate à caça furtiva, no envolvimento e desenvolvimento das comunidades e na implementação dos planos de maneio. É isso que vamos apresentar”.

Quem também foi ver de perto os preparativos da conferência foi o ministro da Cultura e Turismo. Silva Dunduro disse que além das potencialidades, Moçambique vai expor as facilidades criadas para a atracção de mais turistas. Desde logo a introdução do visto de fronteira. “Dados estatísticos do primeiro semestre apontam para um crescimento de 6.6 por cento do turismo. Isso é resultado da remoção de barreiras feita nos últimos três anos. Moçambique era o destino mais caro da região. Para entrar no país as pessoas pagavam entre 80 e 90 dólares. Agora reduzimos para 50 dólares, que é a média da região”, disse Silva Dunduro.

 A Conferência Internacional do Turismo Baseado na Natureza é co-organizada pelos ministérios da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural e da Cultura e Turismo.

 

A empresa australiana Triton Minerals aprovou o projecto de exploração de depósitos de grafite em Ancuabe, em Cabo Delgado, o projecto terá um investimento de 99,4 milhões de dólares.

Para o efeito, já começaram a ser feitos trabalhos de preparação, incluindo movimentação de terras para a construção de uma represa e a reparação de estradas para permitir o transporte de equipamento, escreve o Macauhub.

O director-geral da Triton Minerals, Peter Canterbury, disse que o desenvolvimento do projecto de Ancuabe proporcionará benefícios substanciais ao governo de Moçambique, aos residentes na região de implantação da mina bem como aos acionistas. De acordo com Canterbury, o começo da primeira produção de condensado de grafite está prevista para o segundo semestre de 2019.

O projecto de Ancuabe contém depósitos de grafite estimados em 3,04 milhões de toneladas, tendo o estudo definitivo de viabilidade económica concluído que a concessão podia produzir 60 mil toneladas de concentrado de grafite por ano durante um período de 27 anos.

 

O representante residente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Ari Aisen, vai fazer, esta segunda-feira, uma apresentação, seguida de um debate do relatório sobre Perspectivas Económicas Regionais para África Subsariana.

A apresentação do relatório vai tocar aspectos como os desenvolvimentos económicos recentes no país, desafios e recomendações de políticas económicas para Moçambique, e contará com a presença do presidente da Bolsa de Valores de Moçambique, Salim Valá.

 

O governo da China vai doar 100 milhões de dólares, o equivalente a seis biliões de meticais, para financiar a implementação de quatro projectos nas áreas de infra-estruturas, educação e agricultura. A informação foi, esta segunda-feira, revelada pela delegação chinesa no fim da sexta sessão da Comissão Conjunta para a Cooperação Económica, Técnica e Comercial entre Moçambique China. Na reunião, foram assinados quatro acordos para materialização dos projectos e a acta das minutas acordadas pelas comissões presentes no encontro.

De acordo com o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Belmiro Malate, os acordos têm efeito imediato. O financiamento será implementado nos projectos da construção do Aeroporto de Xai-Xai, construção do Instituto Técnico profissional de Gorongosa, na formação de técnicos do sector da agricultura, e na assistência ao Estádio Nacional do Zimpeto.

No ano passado, foi assinado um memorando entre os dois países para a construção do Aeroporto de Xai-Xai, que foi reforçado com o acordo, ora assinado. A construção do aeroporto está orçada em 60 milhões de dólares, mas de acordo com Malate, a China prevê um aumento no orçamento, anteriormente estipulado. O financiamento chinês vai contemplar a construção de uma pista de aterragem, o terminal de passageiros e uma estrada de acesso e a programação dos procedimentos de voo.

O investimento no sector da agricultura será de 3.15 milhões de dólares e consistirá na formação de especialistas agrários superiores. O governo chinês irá enviar especialistas agrários das áreas de agronomia, agro-processamento, pecuária, clínica veterinária. Laboratório de veterinária para executar as tarefas de investigação, demonstração técnica e formação num período de três anos. Haverá espaço também para a capacitação de técnicos moçambicanos na China. O acordo prevê ainda o fornecimento de equipamentos agrícolas para Moçambique.

O acordo para a assistência técnica ao Estádio Nacional do Zimpeto está orçado em 1.8 milhões de dólares e consistirá no envio de técnicos chineses para formarem de técnicos nacionais e fornecimento de equipamentos e peças sobressalentes, durante três anos.

O orçamento para construção do Instituto Técnico Profissional de Gorongosa não foi revelado à imprensa, mas a China compromete-se a financiar a construção dos edifícios de ensino, oficinas de treinamento, refeitório, dormitórios para estudantes e casas para professores. O instituto terá a capacidade para formar 740 estudantes anualmente e fornecerá cursos de agro-pecuária, agro-processamento, produção de vegetais e extensão agrícola.

Ao intervir na sexta sessão, o ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, José Pacheco, referiu que a cooperação entre a China e Moçambique data deste a Luta de Libertação Nacional e que este país asiático tem-se mostrado um parceiro que promove o desenvolvimento nacional. “Valorizamos a contribuição da China no desenvolvimento dos sectores vitais para a economia de Moçambique para citar alguns, agricultura, infra-estruturas, energia, cultura e turismo entre outras áreas do desenvolvimento socioeconómico do nosso país, que têm permitido a superação de muitos desafios que temos enfrentado nesta caminhada rumo ao desenvolvimento sustentável”, afirmou titular da pasta dos negócios estrangeiros e cooperação.

O vice-ministro do Comércio da China, Quian Keming, considera que as relações de cooperação entre os dois países não se limitam na área económica, mas sim numa relação de amizade. Keming destacou que as relações entre as nações primam sempre pela igualdade. Ainda na tarde de ontem, Quian Keming manteve um encontro com o Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário e o ministro das Economia e Finanças, Adriano Maleiane.

Na sexta sessão, os dois países fizeram uma restrospectiva sobre os avanços obtidos desde a realização da quinta sessão da Comissão Conjunta decorrida em Junho de 2015 no que diz respeito à cooperação a nível de comércio, infra-estruturas, investimentos e ajuda ao desenvolvimento. As partes manifestaram satisfação pelos avanços registados.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE