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O País – A verdade como notícia

Sob gestão da empresa Interactive, foi desenvolvido um aplicativo denominado Mozefo Young Leaders, com o objectivo de facilitar o processo de inscrição ao Mozefo Young Leaders (MYL), evento que arranca já na quarta-feira. O mesmo aplicativo dá acesso ao programa, possibilidade conversa, de conhecer os oradores e demais funcionalidades

Trata-se de um aplicativo que pode ser baixado no GooglePlay ou na Appstore, em celulares e, além de possibilitar a inscrição, dá acesso a conteúdos exclusivos sobre os oradores, permite conversas entre os participantes inscritos e dá acesso ao programa do evento.

“Para a segunda edição do Mozefo Young Leaders desenvolvemos um aplicativo internamente. Este aplicativo está disponível na GooglePlay e na Appstore. É muito simples. Basta pegar no seu telefone e ir para a plataforma Playstore ou GooglePlay, escrever Mozefo Young Leaders, localizar o aplicativo e baixar”, explicou Nelson de Sousa, da Interactive, como é que é possível ter o aplicativo Mozefo Young Leaders nos celulares, mostrando ao “O País” o processo seguido em celulares para a obtenção do aplicativo.

De Sousa avança ainda que “para fazer inscrição através do aplicativo é muito simples. Basta ir à tela inicial no canto superior esquerdo, existe a opção ‘inscreva-se aqui’, é só clicar. É redireccionado a uma nova página, onde cada participante preenche os dados pessoas e depois a pessoa escolhe o método de pagamento, se é visa pré-pago ou transferência ou depósito e, por fim, a pessoa recebe o seu bilhete no seu e-mail”, esclareceu o responsável da Interactive.

Mas além do processo de inscrição, esta plataforma dá inúmeras possibilidades de os participantes do Mozefo Young Leaders se informarem sobre o evento e não só.

“Com o aplicativo é possível ver quem são os oradores, o programa do evento entre os dias 28 e 29 (de Novembro corrente), tem as notícias actualizadas. No campo ‘orador’ podemos ver o perfil de cada orador e podemos ver as associações que fazem parte do Mozefo Young Leaders e quem são essas associações”, acrescentou.

É possível ver vídeos no aplicativo e actualizações sobre os últimos acontecimentos do Mozefo Young Leaders.

Refira-se que todos os participantes inscritos e que já têm o bilhete podiam já levantar o crachá desde ontem as 16 horas.

Vinte projectos de estudantes finalistas e recém-graduados de várias universidades do país serão apresentados na segunda edição do Mozefo Young Leaders, numa feira de projectos.

O objectivo é criar um espaço de avaliação das iniciativas e possíveis parcerias para a sua implementação. A iniciativa é liderada pela Associação de Estudantes Finalistas Universitários de Moçambique (AEFUM), que é parceira do Mozefo Young Leaders. “A Feira Nacional de Projectos é uma iniciativa que visa juntar os estudantes do ensino superior, aqueles que têm iniciativa de geração de renda com instituições sou entidades que tenham capacidade de, em parceria com estes jovens, puderem garantir a implementação destas ideias de negócios”, clarificou o coordenador geral da AEFUM, Osvaldo Mauaie, referindo que 20 foram os projectos eleitos e que responderam aos critérios exigidos. “A parceria com a Fundação Soico vai garantir a visibilidade a estas iniciativas”, refere Mauauie.

A AEFUM entende que o Mozefo Young Leaders serve de lição aos jovens para perceberem que o ser empreendedor e ter sucesso na vida não é algo de outro mundo. “O Mozefo Young Leaders é uma grande oportunidade para todos como jovens no sentido de que se vão cruzar lá pessoas de vários extractos sociais. Estarão jovens que têm alguma experiência, história. Vi, por exemplo, que temos alguns dos oradores que começaram a ser empreendedores aos oito anos de idade, alguns deles aos 16 anos já eram grandes empresários. Então é uma oportunidade nossa de irmos aprender dessas pessoas quais foram os desafios, como é que eles começaram”, defende, argumentado que “alguns de nós pensamos que parte dos empresários de renome a nível internacional têm pais que financiaram suas ideias. Vi parte do perfil dos oradores e percebi que não. São pessoas que começaram de baixo e tinham necessidades básicas como muitos jovens moçambicanos tem”.

Refira que a Associação de Estudantes Finalistas Universitários de Moçambique tem cerca de sete mil estudantes finalistas de várias universidades do país, pese embora nas suas actividades acabe abrangendo também estudantes finalistas e recém-graduados que não são membros.

Salim Valá, presidente da Bolsa de Valores de Moçambique, entende que só se garante um presente e futuro melhores apostando-se na juventude, até porque é nesta faixa etária onde existe ainda energia e talento por se explorar.

A Bolsa de Valores de Moçambique, que é um dos parceiros do projecto Mozefo Young Leaders, entende que a juventude é o pilar do país e que por isso é preciso explorar a sua energia e talento para o bem da nação. Esta instituição defende que só é possível gerar mudanças, apostando-se nos jovens.

Na voz do presidente da Bolsa, Salim Valá, a instituição justifica que a parceria com o Mozefo Young Leaders surge por entender ser pertinente apostar-se na juventude. “Nós como parceiros da iniciativa estamos nela porque acreditamos que os jovens são um pilar fundamental no desenvolvimento do nosso país. Eles representam acima de 33.5 por cento da população e se juntarmos com aquela população de zero aos 14 anos de idade são mais 44 por cento da população. E os jovens estão no cume da árvore da vida. A sua energia e o seu talento são o motor para o crescimento da economia e o desenvolvimento da sociedade”, afirma Valá.

Destaca, também, ganhos para a Bolsa de Valores. “Nós como Bolsa de Valores estamos apostados em pavimentar uma cultura bolsista em Moçambique. Não tínhamos como não apostar neste segmento estratégico da população que é o ponto vital para provocar mudanças no presente e no futuro. Portanto, estar presente no Mozefo Young Leaders, participar activamente, passar a mensagem, mas também aprender com os jovens com as suas experiências, com os seus desafios, também vai potenciar a instituição para melhor focalizarmos a nossa acção no futuro em prol do desenvolvimento de um mercado de capitais, de um sistema financeiro dinâmico e sustentável em Moçambique”, disse o presidente da Bolsa de Valores de Moçambique.

E porque a Bolsa é também parceira da Associação de Estudantes Universitários de Moçambique, a mesma que vai exibir uma feira de projectos no Mozefo Young Leaders, Salim Valá aponta a relevância desta iniciativa de feira aos universitários. “Olhamos com muito interesse esta Feira Nacional de Projectos que vai permitir que vários estudantes finalistas provenientes de vários pontos do país apresentem suas ideias, seus projectos e ali estarão presentes empresários, parceiros financeiros que poderão comprar estes projectos e assegurando que possam ser financiados e implementados”, refere Salim Valá.

Associação de Jovens Bancários interessada em participar do Mozefo Young Leaders para criar sinergias

A Associação Moçambicana de Jovens Bancários diz que quer participar do Mozefo Young Leaders para criar sinergias que tragam benefícios à juventude. Os jovens defendem que o evento desperta ideias para a solução dos desafios da sociedade. A visibilidade do projecto, o impacto e a possibilidade de troca de ideias são, entre muitas, algumas das razões que fazem com os jovens bancários queiram estar no Mozefo Young Leaders. E porque trata-se de uma associação de bancários, o presidente da agremiação aponta alguns dos desafios que os jovens enfrentam no mercado financeiro. “Pensamos que ainda continua a ser obstáculo aceder ao crédito. Em relação as pequenas e médias empresas, cujos maiores detentores são os jovens, dar o nosso contributo em relação ao fundo de garantia juvenil”, disse Emílio Fernando, presidente da Associação Moçambicana de Jovens Bancários.

A Associação adverte a juventude para estar sempre atenta às oportunidades do mercado.

 

 

Alcino Michaque,  um dos convidados a ser orador do Mozefo Young Leaders, lamenta que os jovens não tenham a cultura de poupar e diz que tal deriva da falta de experiência de fazer poupança com poucos recursos. O orador do Mozefo Young Leaders diz esperar que a juventude saia do evento mais inspirado para implementar projectos.

Literacia Financeira é o tema que Alcino Michaque leva ao Mozefo Young Leaders, onde espera partilhar com os participantes experiências sobre poupança.

“Infelizmente os nossos indicadores mostram que os níveis de poupança de nós os moçambicanos ainda são muito baixos. Mais ainda quando se trata de jovens. Então penso que esse vai ser um espaço em que poderei transmitir essa experiência da necessidade de fazer mais poupança”, afirma Alcino Michaque, quadro da Bolsa de Valores de Moçambique, que entende que “nós os jovens precisamos não apenas de poupar como hábito, mas devemos entender a importância de fazer poupança”.

Contudo, o orador do Mozefo Young Leaders espera que o evento sirva de inspiração à juventude e que o fim último seja desenvolver o país.

“Espero que os jovens saiam mais inspirados e que tenham sido potenciadas aquilo que são as suas diversas expectativas e que possam, acima de tudo, trocar experiências com os diversos empreendedores de vários quadrantes que estarão lá (no evento) e que saiam motivados para implementar projectos”, afirma Michaque.

Michaque espera maior adesão ao evento, para que mais jovens possam, através de troca de experiências, tornarem-se líderes.

Titos Munhequete, um dos oradores do Mozefo Young Leaders na sua segunda edição, a acontecer esta semana, defende a mudança de mentalidade dos jovens sobre a inovação. Munhequete diz que a juventude não deve se limitar à formação tradicional, mas que é preciso explorar conhecimentos através de várias plataformas existentes. Desafios da inovação em Moçambique é o tema que Munhequete leva aos participantes do Mozefo Young Leaders.

O orador vai falar de uma área onde entende haver ainda desafios e que defende mudança de atitude dos jovens.

“O maior desafio é o acesso a mão-de-obra qualificada. Sendo uma área das TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação), é muito difícil encontrar pessoas que têm o know-how que a gente precisa. É verdade que tem havido maior formação nessa área. Mas Moçambique, particularmente, ainda não consegue fornecer uma mão-de-obra que vá de encontro a aquilo que são nossas visões, nossos planos em termos de soluções”, afirma Munhequete.

O orador diz, por outro lado, que a juventude deve estar atenta à novas oportunidades para empreender. Este jovem empreendedor quer mudanças após a realização do Mozefo Young Leaders. “Acredito que vai contribuir para maior consciencialização do que é empreendedorismo, inovação, os desafios que estão a volta destes temas. Os debates vão ajudar as pessoas a perceberem que há desafios e acima de tudo será um fórum no qual a juventude vai se inspirar. Precisamos a cada a mais de jovens líderes que tragam soluções inovadoras para os desafios enfrentados”, afirma.

Organizadores e participantes da Feira Internacional de Turismo de Moçambique, baptizada pelo nome “FIKANI”, fazem balanço positivo da sexta edição do evento, que terminou neste sábado.

A feira que aconteceu na cidade de Maputo e  co-organizada pelo Governo e sector privado, visava promover o potencial turístico de Moçambique, com destaque para a gastronomia, arte e destinos turísticos de excelência.

O diretor-executivo da Federação Moçambicana de Turismo e Hotelaria, Mateus Tembe destacou que o número de visitantes e expositores ultrapassou o limite que esperava.

 “Foi um desafio  que assumimos e sabíamos, no que ia resultar no fim, agrada-nos perceber que as metas que traçamos, ultrapassaram, os limites daquilo que esperávamos”, acrescentou.

Para Fredson Bacar, director da Cultura e Turismo de Inhambane participar do FIKANI, permite o alargamento do “escopo na atracção de investimentos, e de demanda do movimento turístico”, para a província de Inhambane.

“Esta edição esteve melhor que às anteriores. A organização e o intercâmbio foi de louvar. Inhambane é um destino turístico quase que obrigatório e representa 60 por cento da demanda do turismo no em Moçambique”, acrescentou Bacar.

Diferente das edições anteriores, a Feira Internacional de Turismo de Moçambique privilegiou o sector privado como grande braço neste evento.

O comité sindical das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) quer impedir que a companhia Ethiopian Airlines passe a ter uma subsidiária a fazer voos domésticos em Moçambique.

Contra todas as expectativas, e até contra aquilo que a empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) vem defendendo, o comité sindical desta companhia quer travar as investidas da Ethiopian Airlines no espaço aéreo moçambicano.

“Os trabalhadores da LAM pedem a quem de direito que reponha a legalidade e tome medidas no sentido de que sejam salvaguardados os interesses nacionais”, lê-se no comunicado, em poder de “O País”.

Mas o comité vai mais longe, “a Ethiopian Airlines não pretende servir os objetivos da economia nacional moçambicana”, mas sim, “alimentar e robustecer a economia etíope, através de um plano de expansão predatória”.

O grupo refere que a LAM deve ser preservada e defendida e nota que a nova gestão, empossada em Julho passado, “está a dar sinais de melhoria na operação da empresa”, até então prejudicada por atrasos e falhas nos voos.

Recorde-se que até 2017, só as Linhas Aéreas de Moçambique podia fazer voos domésticos, mas uma revisão à lei passou a permitir a entrada de outros operadores, o primeiro dos quais foi a Fastjet, que desde há um ano faz voos entre Maputo e algumas capitais provinciais.

O objectivo da alteração a lei da aviação civil, era tornar o sector mais competitivo e conseguir que os passageiros possam ter mais opções de escolha no momento de viajar.

O Banco de Moçambique (BM) diz que a zona económica especial de Mocuba regista baixo crescimento.

A informação foi divulgada na última sexta-feira, em Quelimane, no enceramento da reunião do 43° Conselho Consultivo do BM.   

A reunião passou em revista várias matérias sobre zonas económicas especiais e o Conselho Consultivo do BM na ocasião apresentou um estudo. No estudo, o Banco Central deu a conhecer que a zona económica especial de Mocuba criada em 2014 está a registar fraco crescimento, quando comparado com a zona de Nacala criada em 2007 e a zona económica de kigali no Ruanda criada em 2013.

Desde a sua criação, Mocuba atraiu apenas 36.5 milhões de dólares de investimentos, num total de sete empresas. Previa-se a criação de 467 postos de trabalhos mas foram criados apenas 259.

São apontados como factores para o fraco crescimento as cheias de 2015 e tensão político-militar.

Já para Abdul Carimo, burocracia, custo de energia ditam mau ambiente de negócio em Moçambique.  
 

Sem dúvida, o Mozefo Young Leaders é uma oportunidade de trabalhar com alguns jovens incríveis que, sem dúvida, serão os líderes de amanhã para o povo de Moçambique e de África, enquanto o país e o continente ocupam o seu lugar no mundo como empreendedores, inovadores e visionários.

Vinte e cinco anos de trabalho com a empresa mais criativa e inovadora do mundo. A Walt Disney Company, onde eu era mais recentemente chefe de Inovação e Criatividade, ajudando as equipas da Pixar, Lucas Films, Marvel e Imagineering a criar histórias e experiências incríveis para pessoas de todo o mundo.

 “Se você acha que pode ou acha que não pode, provavelmente está certo”, Henry Ford.

“Eu não sou particularmente talentoso. Eu sou apenas curioso por natureza”, Albert Einstein.
“Stay Hungry. Stay Foolish”, Steve Jobs.

“Não existe algo impossível. É soletrado. I’m Possible!”, Audrey Hepburn.

“Eu nunca falhei. Acabei de encontrar 10 000 maneiras que não funcionam”, Thomas Edison.
“Se você pode sonhar, você pode fazer isso”, Walt Disney.

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