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O País – A verdade como notícia

“Compromisso com o futuro” foi o último painel do primeiro dia do Mozefo Young Leaders. Foi um painel que pensou o presente e lançou diversas perspectivas para o futuro. O painel juntou jovens comprometidos com o futuro de Moçambique e África: Saran Kaba Jones, empreendedora social da Libéria, Tânia Tomé, CEO da Ecokaya, Mbate Pedro, escritor, e Leonardo Xerinda, gerente de planeamento de mina e de serviço VALE.

Tânia Tomé definiu o empreendedor não como sendo aquele que cria uma empresa, mas sim o que torna sua ideia uma realidade. “Empreender deve ser, em parte, uma actividade que visa transformar a comunidade. É importante transformar o país através de solidariedade e identificar empreendedores, investirmos neles e assim colocá-los além-fronteiras”.

Para Mbate Pedro, o compromisso com o futuro passa por uma educação suportada por aspectos culturais chave. “A literatura e os livros são chave para entrar numa cultura. O acesso à cultura sem educação é um vácuo”. Para o escritor, é importante preocupar-se com o bem-estar do próximo, porque “não é doença ser honesto”.

“A força de vontade é fundamental em tudo. É essa força que nos faz ter preocupação com o próximo; precisamos de nos preocupar com o próximo porque é ele que apoia em cada caminhada, sobretudo enquanto empreendedores”, esta posição foi defendida por Leonardo Xerinda.

Saran Kaba Jones, a keynote speaker do painel, contou que esteve fora de sua terra natal, Libéria, durante 20 anos. Pelo compromisso e amor que tem pelo seu país e pelo continente regressou depois da formação. A jovem empreendeu, no seu país, acções ligadas à água limpa e potável. “Todos temos uma responsabilidade moral de ver dentro de nós essa responsabilidade, transformar a nossa comunidade e tornar o mundo num lugar melhor”.

“A preocupação de África deve ser um compromisso social de todos jovens empreendedores. A África tem muitos desafios: desemprego, pobreza, desigualdades. Apesar de conflitos e desafios, o nosso continente é um local de muitas oportunidades”, disse a jovem como forma de desafiar a todos a pensar no futuro que se deve dar ao continente africano. Para a jovem da Libéria, a África deve investir na sua juventude através da educação e formação. Porque em voz da verdade “um sistema económico que não desenha políticas para a sua juventude está condenada ao fracasso”. A empreendedora finalizou a sua intervenção dizendo que “é uma vergonha não aproveitar as situações que o nosso continente oferece”.

Dirce Abdla venceu, esta noite, na cidade de Maputo, o  Mozefo Young Leaders Business Challeng,  com projecto de tratamento e venda de fruta desidratada. Num concurso com mais de 100 concorrentes, Abdala foi distinguida pela maturidade no negócio e por apresentar maior probabilidade de dar certo. Coube a Ema Soares, apresentadora do Mozefo Young Leaders na sua segunda edição, fazer a entrega do prémio.

Segundo o representante do Barclays, Pedro Carvalho, na economia moçambicana e em todas economias em geral as PME são importantes para o crescimento, por considerar as mesmas “verdadeiras criadoras de emprego. Foram ouvidos muitos projectos, os cinco chamados têm maior probabilidade de sucesso, mas não significa que os outros projectos não o tenham. Tivemos de usar alguns critérios específicos”, acrescentou

Carvalho apresentou também os outros quatro projectos nomeados, dos seguintes concorrentes: Auro Nhalivilo, Ali Paquira,  Idin Abdala e Valmiro Madime.

O jantar de gala de premiação do Mozefo Young Leaders Business Challenge foi brindado com a presença de parceiros do evento e das campeãs africanas de basquetebol em seniores femininos, Ferroviário de Maputo. As locomotivas estiveram no jantar de gala com o presidente e treinador do clube, que explicaram ao auditório que o rojecto que permitiu a vitória das moçambicanas iniciou há quatro anos e é fruto de muita perseverança.

E porque é de desportos que se está a falar, esteve na sala do Polana a Vice-Ministra da Juventude e Desportos, Ana Flávia Azinheira, quem disse que as mulheres é trazem vitórias para o país.

Inguivild Mucauro, capitã do Ferroviário, também mereceu a palavra. E disse: “Eu acredito que do mesmo jeito que investimos no desporto investimos nos nossos projectos, é importante ter fé, muito trabalho. Honramos as nossas famílias e as mulheres”.

O outro prémio de realce na noite foi o especial de 100 mil meticais, atribuídos ao projecto de utilização de biogás, de Valmiro Madine.

O jantar de gala não terminou sem antes o PCA da FUNDASO, Daniel David, felicitar as campeãs africanas de basquetebol. De igual modo, David agradeceu aos parceiros que continuam a apostar no Mozefo Young Leaders e no Grupo SOICO.

A fechar o encontro, foi convidada Marlen para uma actuação musical.

O Presidente da República, Filipe Nyusi defendeu a importância da ciência para a resolução dos problemas dos moçambicanos, no Congresso Internacional de Cultura e Turismo, nesta terça-feira, em Maputo.

“A fome resolve-se cientificamente, a doença, mesmo a construção de infra-estruturas resolve-se com conhecimento e ciência. Os conflitos só se podem resolver com conhecimentos e não com a força”, acrescentou Nyusi.

 O Congresso Internacional de Cultura e Turismo com o lema “desenvolvimento nacional, promoção da paz e aproximação entre nações”, de duração de dois dias (26 e 27 de Novembro), reuniu estudantes, investigadores e profissionais das áreas de Estudos Culturais, Comunicação, Turismo e de outras áreas das Ciências Sociais e Humanas, assim como todos os interessados em debater o papel da cultura e do turismo no desenvolvimento nacional.

 O evento resulta de uma parceria entre o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS) da Universidade do Minho e a Universidade Politécnica de Moçambique, com a colaboração do Ministério da Cultura e do Turismo de Moçambique.

A CTA diz esperar que o Mozefo Young Leaders desperte na juventude o espírito de criação e busca de emprego. Na qualidade de parceiras do evento, a Confederação das Associações económicas de Moçambique fala da importância da juventude no desenvolvimento do país.

Numa altura em que as universidades estão a graduar, anualmente, cerca de trezentos mil jovens, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique diz que a juventude não pode esperar que o Estado absorva a avalanche para dar emprego. É preciso que os jovens comecem a desdobrar-se no empreendedorismo para criar e satisfazer o mercado de emprego.

Agostinho Vuma, presidente da confederação, diz que a CTA junta-se ao Mozefo Young Leaders porque acredita no contributo da juventude para o desenvolvimento do país: “O sector privado tem muito a dizer sobre a importância que a juventude joga no processo de tomada de decisões e no desenvolvimento do país.

É neste contexto que decidimos juntarmo-nos a esta iniciativa para incentivarmos a troca de ideias entre os jovens de diferentes pontos do mundo, sobre os principais pontos que mexem com esta classe. É, na verdade, um momento importante para nós e para o país, pois acreditamos que deste encontro irão sair essenciais ideias para o desenvolvimento”. Disse Agostinho Vuma.

O Mozefo Young Leaders decorre nos dias 28 e 29 deste mês, mas os oradores do evento que vivem no estrangeiro já começaram a chegar ao país.

Quarta-feira, 28 de Novembro é o dia inaugural da segunda edição do Mozefo Young Leaders, evento organizado pela FUNDASO. Quando forem 7 horas, os vários acessos do Centro de Conferências Joaquim Chissano, na cidade de Maputo, estarão abertos de modo que os 1200 jovens inscritos até à tarde desta terça-feira possam posicionar-se na sala principal, onde vai decorrer a cerimónia de inauguração, às 8h30.  

Mesmo antes do início da segunda edição do Mozefo Young Leaders, a organização está feliz com o nível de preparativos, pois tudo está a correr conforme o expectável. E o facto de a juventude proveniente de vários cantos do país e do estrangeiro estar a aderir à iniciativa é outro motivo de satisfação.

Até às 14 horas desta terça, de acordo com Emerson Miranda, o nível de preparação estava a 90%: “está tudo garantido para que o evento seja um grande sucesso. Contamos, para o efeito, com a participação de jovens universitários e empreendedores, dos quais a maioria vem de outras províncias do país”, afirmou o apresentador desta edição do Young Leaders.

Além de oradores como Luciano Huck, Jordan Keizer e Sara Kabajohn, já no país, igualmente, encontram-se na cidade de Maputo jovens moçambicanas que vêm do estrangeiro para partilhar experiências colhidas noutros cantos do mundo. São os casos de Ana Namburete e Lara David. Para a primeira oradora, é um grande privilégio fazer parte desta iniciativa da Fundaso: “é uma honra, para mim, fazer parte do Mozefo Young Leaders. Nesta edição, eu vou falar do uso da inteligência artificial nos cuidados pré-natais”.

A segunda edição deste evento organizado com os holofotes focado na juventude realiza-se com o lema “O futuro somo nós”, e, não obstante, contará com a participação de cerca de artistas, responsáveis por álacre a atmosfera do Mozefo Youn Leaders.

 

 

As Pequenas e Médias Empresas (PME) moçambicanas propuseram uma participação mínima de 25 por cento em cada projecto da indústria de hidrocarbonetos a ser implantado no país, mas viram a proposta “cair por terra”, ou seja, o Governo decidiu pelo limite de 15 por cento.

De olho nos eventuais ganhos da exploração do gás e petróleo, cujo investimento poderá chegar aos 50 biliões de dólares nos próximos anos, as PME elevaram a fasquia ao propor uma participação em cada um destes negócios na ordem de 25%, porém, o Governo fixou 15%.

Segundo explicou esta terça-feira à imprensa, o director de Estudos Económicos e Financeiros do Ministério da Economia e Finanças, Vasco Nhabinde, o limite fixado visa “acelerar o arranque dos projectos”, sendo que as empresas moçambicanas terão a prorrogativa de realizar seu capital de forma gradual.

“Eles queriam 25% e nós entendemos que 15% era o ideal. Essa participação pode ser feita dentro de um período que varia de 12 a 18 meses”, acrescentou Nhabinde, declinando no entanto, avançar com os prazos para a aprovação final da Lei de Conteúdo Local, instrumento que irá determinar as cláusulas de participação das empresas moçambicanas no bilionário negócio de hidrocarbonetos.

“Depois de algumas alterações na proposta inicial, acreditamos que em breve o Conselho Económico vai analisar o documento, pelo que a decisão final partirá deste órgão”, disse o director de Estudos Económicos e Financeiros do Ministério da Economia e Finanças.

Com essas acções, o Governo quer assegurar maior participação dos moçambicanos nos projectos de gás e petróleo, que prepara-se para entrar na sua derradeira fase de desenvolvimento da indústria de hidrocarbonetos, com parte dos contratos e decisões de investimentos assinados entre o Executivo de Maputo e as gigantes petrolíferas que operam na Bacia do Rovuma.

Porém, o director da Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), Fernando Lichucha, que falava aquando da conferência anual sobre crescimento inclusivo, que decorre em Maputo, entende que o processo de participação dos moçambicanos no negócio de gás e petróleo não será fácil.

“É um processo gradual. As experiências noutros países em situação similar a Moçambique, mostraram que a volatilidade de preços de gás natural e petróleo pode ser um risco”, lembrou Lichucha.

O volume de negócios do sector da indústria está em alta em Moçambique. No fecho do terceiro trimestre de 2018, atingiu uma variação positiva de 305,9%, uma subida ligeira face a Agosto (299,9%) e 292,9% em Julho, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Em termos homólogos (comparação com 3º trimestre de 2017), o negócio deste sector de actividade apresentou em Setembro do corrente ano, uma desaceleração em 6,2%, contra significativas variações positivas de 1,9% e 9,5% registadas em Agosto e Julho, respectivamente.

Esta análise, segundo o INE, considera as taxas de variação homólogas calculadas sobre médias móveis de três meses.

O agrupamento de bens de consumo não duradouro apresentou em Setembro uma taxa de variação homóloga negativa de (?18,1%), alterando a tendência das taxas de variação homóloga positiva registadas ao longo do trimestre anterior.

O agrupamento de bens de energia apresentou variações homólogas positivas com "tendência irregular" ao longo do trimestre em análise, tendo alcançado 28,7% em Setembro depois de passar por 38,3% e 62,1% em Agosto e Julho respectivamente, refere o Instituto Nacional de Estatística.

Realçando, que o agrupamento de bens intermédios que registou 2,6% em Setembro apresentou 14,8% e 17% em Agosto e Julho, respectivamente.

No trimestre em análise, o agrupamento de bens de energia contribuiu com cerca de 2,7 pontos percentuais (pp). Os bens intermédios e consumo não duradouro contribuíram com valores negativos de (?4,4 e ?3,3 pp, respectivamente).

Considerando os agrupamentos a dois dígitos, no 3º trimestre de 2018, a divisão das indústrias extractivas contribuiu com cerca de 2,1 pontos percentuais para a taxa de variação homóloga do índice de volume de negócios. As indústrias do coque, produtos petrolíferos, quimicas, borrachas e matérias plásticas contribuíram com valor tenuemente positivo de 0,2 pp, aponta o INE.

Já os restantes agrupamentos contribuíram com valores negativos com destaque para a divisão das indústrias alimentares, bebidas e tabacos que observaram cerca de (?6,2pp). As indústrias de minerais não metálicos e indústrias de minerais metálicos e metalúrgica de base contribuíram com valores negativos de (?1 e ?0,4 pp.) respectivamente.

O bom desempenho do volume dos negócios da indústria moçambicana foi acompanhada pelo crescimento dos índices de produção deste sector no trimestre em análise, refere a análise trimestral do Instituto Nacional de Estatística.

Concretamente, o índice de produção industrial apresentou no terceiro trimestre deste ano, uma tendência de crescimento irregular, tendo alcançado 269,5% em Setembro depois de registar 258,8% e 263,9% em Agosto e Julho, respectivamente.

Em relação ao nível do trimestre anterior, que se situara em 178,6%, o índice de produção industrial registou no trimestre em análise um aumento médio de 85,5 pontos percentuais.

 

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) já financiou mais de 100 projectos, orçados em dois biliões de dólares, em Moçambique nos últimos 40 anos. O Banco diz que vai continuar a investir no país, principalmente, nas áreas de energia, agricultura e infra-estruturas.

Esta segunda-feira o BAD lançou um resumo do impacto das suas actividades em Moçambique. Nas suas contas, o BAD diz que só nos últimos 10 anos financiou mais de 800 quilómetros de estradas, garantiu água a perto de dois milhões de pessoas, e ajudou mais de oito mil famílias de camponeses a melhorar os seus rendimentos.

No seu resumo, o BAD diz ainda que ajudou a criar cerca de 1500 empregos através do projecto ferroviário de Nacala, para além de ter financiado 1350 quilómetros de distribuição de energia eléctrica, o que permitiu o acesso a mais de 822 mil pessoas. Segundo esta instituição financeira até Dezembro de 2017 a sua carteira total em Moçambique consistia em 20 operações de empréstimo, num valor de 623 milhões de dólares.

O banco refere ainda que vai implementar um novo documento com uma estratégia nacional que vai assentar fundamentalmente no investimento em infra-estruturas e na agricultura. A nova estratégia, segundo fez saber Pietro Toigo, representante do BAD em Moçambique que falava durante a apresentação do resumo das actividades desta instituição, vai ajudar a catapultar o país e o continente em geral, aumentar a produção agrícola e ligar as zonas de produção aos mercados através do investimento em infra-estruturas.

“Vai ser uma estratégia para impulsionar o desenvolvimento rural de Moçambique, para a criação de trabalho e para a diversificação da economia”, disse.

Toigo referiu que apesar de o sector industrial desempenhar um papel limitado na economia do país, o Banco desenvolveu várias operações para apoiar pequenas indústrias que já beneficiaram mais de cinco mil pessoas, sendo metade delas mulheres.

O relatório do BAD foi lançado na Universidade Pedagógica e o reitor desta Instituição disse na ocasião que a academia é chamada a reflectir a actual situação do país, caracterizada pelo crescimento demográfico, descoberta de recursos naturais e mudanças climáticas.

“O Banco Africano de Desenvolvimento, a nossa Universidade, e toda academia moçambicana, são chamados e não devem ficar alheios a estas dinâmicas porque as mesmas afectarão as nossas formas de ser e de agir. Temos que estar atentos a estes fenómenos para que de forma conjunta, de forma estruturada sejam encontradas as respostas mais apropriadas para estas e outras demandas”, defendeu Jorge Ferrão.

Refira-se que o BAD é parceiro económico de Moçambique desde 1977.

 

Já está em Moçambique o apresentador brasileiro, Luciano Huck para participar do Mozefo Young Leaders.

Com roupa na mala e conhecimentos na cabeça, o apresentador, que é uma das mais renomadas figuras da televisão brasileira, desembarcou no aeroporto internacional de Maputo, na manhã desta segunda-feira.

À sua chegada, Huck disse esperar um debate profundo sobre as principais preocupações da juventude.

“Estou muito feliz por estar aqui. Tenho ouvido muitas histórias e recebido muitas cartas, muitos e-mails daqui de Moçambique, e fiquei feliz pelo convite” disse, na sua primeira intervenção para a nossa reportagem.

Huck está expectante quanto aos temas que serão abordados na segunda edição do Mozefo Young Leaders.

“Serão três dias bastante intensos, mas de muita troca e muita aprendizagem” vaticinou.

Orador de um dos temas do Mozefo Young Leaders, Luciano Huck saúda a iniciativa da organização do evento e espera transmitir a sua experiência.

Huck diz ter pesquisado muito sobre Moçambique e reconhece que o país tem potencial para singrar-se em diferentes áreas.

Para além da grande carreira que tem na televisão, Huck está também associado a outras actividades de cariz social. Dirige uma instituição denominada Instituto Criar, que trabalha nas áreas de televisão, Cinema e Medias no geral, através das quais promove o desenvolvimento profissional, social e pessoal de jovens.

Segundo dados disponíveis na internet, através desta instituição, criada em 2004, mais de 1000 jovens foram atendidos no programa educacional.

Graças ao Instituto Criar, Luciano foi um dos indicados para o prêmio Empreendedor Social em 2007, um prêmio de empreendedorismo social dado pelo jornal Folha de S.Paulo e pela fundação Schwab, cujo propósito é identificar líderes de cooperativas, empresas sociais (do setor privado que distribuem lucros para ajudar a sociedade), ONGs e indivíduos que desenvolvem ideias inovadoras e sustentáveis para benefício coletivo.

 

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