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O País – A verdade como notícia

Os accionistas do First National Bank (FNB) reforçaram o seu investimento através de um aumento de capital social no valor de cinco milhões de dólares, como primeira tranche de um plano de investimento estratégico a executar entre 2018 e 2019.

O aumento de capital social do FNB foi aprovado recentemente em Assembleia Geral desta instituição financeira.

“Este aumento de capital é um sinal claro da confiança dos accionistas do FNB em Moçambique, na economia moçambicana e na gestão do banco”, esclareceu Johan Maree, administrador- delegado do FNB Moçambique.

O plano de investimento previsto para 2018 e 2019 está incorporado numa estratégia de reestruturação do banco que visa torná-lo numa referência de eficiência e de valor diferenciado para os seus clientes.

“O banco tem um plano ambicioso de reposicionamento, com vista a tornar-se num parceiro cada vez mais relevante para todos os stakeholders que actuam neste mercado e este aumento de capital enquadra-se também neste plano, estando previstos reforços adicionais para a sua materialização”, segundo Paulo Pereira, administrador delegado adjunto do FNB Moçambique.

O FNB Moçambique é uma subsidiária do First Rand Bank Limited, o maior grupo financeiro de África por capitalização bolsista e uma das maiores instituições listadas na Bolsa de Valores de Joanesburgo, na África do Sul, com presença em 11 países africanos e na Inglaterra, Emirados Árabes Unidos, Índia e China.

A Cervejas de Moçambique (CDM) lançou nesta sexta-feira, a primeira pedra da sua nova fábrica no Distrito de Marracuene, Província de Maputo. O investimento é avaliado em 180 milhões de dólares, as obras terão duração de 12 meses, e poderá criar mais de mil empregos na fase de construção, e cerca de 235 novos postos de trabalho após o arranque da produção.

A empresa já possui três fábricas localizadas em Maputo, Beira e Nampula. Segundo o comunicado de empresa, a nova fábrica “permitirá incrementar a capacidade de produção da empresa e contará com um sistema fabril mais eficiente e ecologicamente alinhado com as mais modernas práticas globais”.

Prevê-se que a nova fábrica possa responder às demandas do mercado para “continuar a trajectória de crescimento, na estabilidade fiscal do país, num quadro fiscal propício ao investimento criado pelo governo, e sobretudo na confiança que depositamos no futuro de Moçambique”.

A CDM, empresa com 23 anos no mercado foi galardoada, recentemente pela Autoridade Tributária, como sendo o maior contribuinte na categoria do Imposto Sobre Valor Acrescentado (IVA).

Governo já iniciou pagamento do empréstimo contraído junto à Exim Bank da China, para a construção da ponte Maputo-Katembe e suas respectivas estradas de ligação.

É mais um fardo para a mesa de Adriano Maleiane. Desde 2016 a gerir a longa restruturação das chamadas “dívidas ocultas”, o ministro da Economia e Finanças tem nas mãos mais uma dívida por gerir. Trata-se do empréstimo de mais de 6.7 biliões de meticais, contraído junto do Exim Bank da China, para a construção da ponte Maputo-Katembe e estrada Katembe/Bela vista e Ponta de Ouro.

Sabe-se que o primeiro cupão do empréstimo vence em 2019, porém, a empresa Maputo Sul, gestora desta infra-estrutura ainda não tem dinheiro para pagar aos chineses, pelo que o Governo irá adiantar o valor.

Sobre o valor a pagar, Adriano Maleiane declinou avançar com números.
 
Estranhamente, o relatório de execução orçamental referente ao período entre Janeiro e Setembro deste ano, a que o O País teve acesso já aponta para o início do pagamento.
 
“Relativamente a dívida externa, o seu crescimento justifica-se pelo início de pagamento do Capital em dívida a Credores Multilaterais bem como do crédito da Ponte Maputo-Katembe e da linha de crédito de Portugal a Credores Bilaterais”, lê-se no documento.

Refira-se que, no geral, os valores da dívida efectivamente pagos totalizam 17.9 biliões de meticais, equivalentes a um crescimento real de 130,5% em relação a igual período do ano transacto, por influência do crescimento registado na amortização das dívidas interna e externa em 107,3% e 160,5%, respectivamente.
 

Nove empresários Malawianos de diversas áreas de actuação visitaram a província da Zambézia para estreitar parcerias com os empresários daquela província central de Moçambique. Os empresários Malawianos faziam-se acompanhar pelo embaixador daquele país em Moçambique, Frank Viagze.

Na reunião com empresários representados pela Confederação das Associações Económicas (CTA) as partes rubricaram vários acordos. Imediatamente a partir deste do mês de Dezembro os empresários Malawianos  vão colocar ovos e frangos no mercado  Zambeziano. Malawi tem quatro grandes empresas de produção de ovos e frangos.

"É mais fácil através do Malawi colocar produtos avícolas na Zambézia devido a via de acesso que se encontra em perfeitas condições desde aquele país até a cidade de Quelimane. Ora, sair de Maputo ou Chimoio com produtos ficou muito difícil devido a degradação da EN1 no troço Inchope a Caia" disse Carlos Joaquim um empresário filiado ao CTA.

Assane Chawal Naparia, presidente do Conselho Directivo empresarial da Zambézia, disse na ocasião que a oportunidade vai trazer valor acrescentado porque "ao se colocar ovos em quantidades vai galvanizar o sector de restauração que muito procura aquele produto. Igualmente, dado a época festiva, vai se suprir défice de procura de ovos nesta quadra festiva na província".

O cônsul geral do Malawi residente na província de Tete presente na visita, mostra-se favorável quanto a entrada de investidores do seu país na região central de Moçambique. Para ele é o abrir de oportunidades para os dois países irmãos.

" Zambézia tem pouco mais de quatro milhões de habitantes e isso para nós não é problema em termos de abastecimento de ovos ao mercado. Veja que nós entramos na vizinha república da África do Sul e conseguimos com sucesso satisfazer o mercado. Estamos prontos e vamos avançar" disse.

Sabe-se que o nosso país através do distrito de Milange tem sido a porta de entrada de muitos agentes de negócio que escalam aquele distrito para compra de milho e outros cereais. Os mesmos produtos são transformados naquele país e depois de transformado os derivados são colocados em Moçambique.

Neste sentido fica claro que os empresários de Moçambique precisam juntar sinergias para capitalizar o potencial agrícola disponível para que os produtos ora produzidos sejam transformados na província, facto que pode garantir mão-de-obra a moçambicanos e aumentar colecta de divisas para o Estado moçambicano.

No próximo dia dez uma Delegação de empresários Moçambicanos residente na província da Zambézia vão deslocar ao Malawi para fechar a intenção de investimentos dos empresários Malawianos a província central da Zambézia.

A província de Manica vai, na presente campanha, exportar 400 toneladas de litches para África do Sul e Europa. A cifra representa um aumento de cerca de 100 por cento, uma vez que o ano passado foram exportadas 220 toneladas daquele produto.

As litches são adquiridas pela companhia Westfalia junto dos pequenos produtores ao nível dos distritos de Bárue, Manica, Sussundenga e Macate que são potenciais na produção. Passam desta indústria, onde é feito o respectivo processo de selecção e embalagem.

O governador de Manica que visitou o empreendimento esta quinta-feira, depois de inteirar-se do seu funcionamento, avançou alguns incentivos do governo para iniciativas empreendedoras que engrandecem a província em particular e o país no seu todo.

Manuel Roriz, representante da Westfalia, companhia que está investir cerca de 90 milhões de dólares para a exportação de litches e pêra abacate, aproveitou a ocasião para convidar outros investidores a apostarem na província de Manica.

A Westfalia é uma companhia que existe há 40 anos em mais 50 países e está em Moçambique, concretamente em Manica há cinco anos explorando as cadeias de abacate e litches.
 

Conhecidas pelas suas belas paisagens, as ilhas do arquipélago das Quirimbas, na província de Cabo Delgado, tem sido um dos destinos preferidos dos turistas, sobretudo estrangeiros, para passagem da quadra-festiva. Mas o cenário pode mudar este ano. O facto é que muitos deles estão a cancelar suas reservas por medo dos ataques armados que tem assolado alguns distritos de Cabo delgado.

A maior parte dos  turistas que cancelou são aqueles que haviam feito reservas com cerca de seis meses de antecedência. Agora, com o negócio abalado pela má fama dos ataques, a missão dos operadores turísticos tem sido de tentar convencer os turistas de que as ilhas não tem sido afectadas pelos ataques dos insurgentes armados.

Em entrevista ao jornal O País, alguns operadores turísticos do arquipélago revelaram que alguns turistas cancelaram chamadas, alegadamente em cumprimento do alerta das embaixadas dos seus países, sobre a insegurança em Cabo Delgado.

Já por outro lado, turistas que pretendem passar as festas de Dezembro nas ilhas fazem questão de manter-se atualizados sobre a ocorrência dos novos ataques, para que, em função disso, possam decidir-se.

Assim, enquanto acontecerem os cancelamentos, há crise no sector de turismo nas ilhas das Quirimbas, prevê-se complicações para economia local e sobretudo para as famílias, uma vez que tem naquela actividade a sua fonte de rendimento, segundo revelou o administrador do Ibo, que responde pelo arquipélago, Issa Tarmomade. “Importa referir que até agora não há registo de qualquer ataque armado nas ilhas da província de Cabo Delgado”.

“Estamos em tempo difícil por causa desta situação dos ataques. Bastou que os turistas ouvissem sobre os ataques para que decidissem cancelar as reservas.  Se não fosse por causa desta desinformação dos ataques as ilhas estariam a receber muitos turistas, o que seria bom para a economia local. Infelizmente estamos nesta situação preocupante, mas ainda há alguns turistas que não desistiram de vir passar bons momentos nas nossas Ilhas”, disse Issa Tarmomade.

“Praticamente estamos a ser afectados pela situação dos ataques. O facto é que os turistas não gostam de estar em lugares inseguros pelo que este ano estão a cancelar as reservas incluindo na Ilha do Ibo, mesmo que os ataques não estejam a acontecer cá, pautamos sempre por transmitir informações de que as ilhas não sofrem ataques mas apenas poucos turistas aceitam manter reservas para virem passar as festas que se avizinham”, contou Ana Rodrigues, operadora de turismo, na Ilha do Ibo.

 

O indicador de perspectiva de emprego interrompeu em Outubro último, a trajectória descendente, que se registava desde o mês de Maio, indica o Instituto Nacional de Estatística (INE).

A performance positiva nos sectores da produção industrial, construção, transportes e ainda de alojamento e restauração, ditaram a recuperação da confiança dos moçambicanos no indicador de emprego em Outubro, interrompendo, deste modo, a série negativa que se registava nos cinco meses anteriores.

No décimo mês do ano, segundo o INE, o indicador de confiança do sector de produção industrial que inclui os serviços de distribuição de electricidade e água mostrou sinais de recuperação ao aumentar ligeiramente, interrompendo o ciclo desfavorável que vinha registando nos últimos meses.

O aumento da confiança neste sector resultou, da redução generalizada de todos componentes do indicador síntese do sector, com maior saliência para a perspectiva de emprego e actividade actual que se expandiram relativamente ao mês anterior.  

Em linha com o indicador síntese do sector, o volume de negócios da actividade em análise aumentou, levando os stocks nos armazéns industriais a serem avaliados como estando abaixo do normal, refere o INE.

Cerca de 37% das empresas deste sector teve constrangimentos no período em análise, o que representou 3% de diminuição de empresas com constrangimentos face ao mês anterior, alinhando-se assim com o indicador síntese do sector.  

Vários factores continuaram a afectar o sector de produção industrial, de electricidade e água, destacando-se, a falta de matéria-prima (22%), a concorrência (21%), a falta de acesso ao crédito (15%) e os outros factores não especificados (16%), como obstáculos mais importantes.

No geral, este comportamento influenciou, igualmente, o clima económico das empresas no período em análise, segundo o INE.

Concretamente, a confiança dos empresários na economia moçambicana, expressa pelo Indicador do Clima Económico (ICE), interrompeu a trajectória descendente que vinha registando desde o mês de Maio de 2018, tendo mesmo assim o respectivo saldo continuado abaixo da média da respectiva série cronológica.

Essa recuperação do ICE, que foi em ritmo ténue contou com os contributos das perspectivas de emprego e da procura que aumentaram ligeiramente no mesmo mês de referência.

Em termos sectoriais, a conjuntura favorável da economia no mês de Outubro decorreu da apreciação positiva de todos sectores alvos do inquérito, excepto o sector de construção que inclui as obras públicas que registou uma avaliação negativa.

Em média, 31% das empresas inquiridas enfrentaram algum obstáculo no mês de Outubro, situação que representou um aumento de 1% de empresas com limitação de actividade face ao mês anterior, facto contrário com o estágio do indicador de clima económico que também aumentou no mês em análise.

O ligeiro incremento de empresas com limitação de actividade foi influenciado, principalmente, pelos sectores de construção, da produção industrial e de alojamento e restauração que viram mais de 30% das suas empresas afectadas por algum obstáculo no desempenho normal das suas actividades no período de referência. Em contrapartida, os sectores do comércio, de transportes e dos outros serviços não financeiros apresentaram menos de 30% das empresas com alguma limitação de actividade.

MENOS ENCOMENDAS NA CONSTRUÇÃO

Em Outubro, o indicador de confiança empresarial do sector de construção e obras públicas registou uma diminuição ligeira face ao mês de Setembro, confirmando assim o perfil oscilatório que se regista desde o mês de Maio do corrente ano.

O INE aponta que essa diminuição ligeira da confiança foi influenciada pela diminuição profunda da carteira de encomendas e das perspectivas do volume de negócios, facto que suplantou o emprego futuro que foi avaliado favoravelmente no mesmo período em análise.   

Em linha com o indicador síntese do sector, a actividade actual, num período que a perspectiva de preços foi também de descida.

Cerca de 40% das empresas do sector sofreram no mês em referência alguma limitação no desempenho normal da sua actividade, o que representou 7% de aumento de empresas em dificuldades face ao mês anterior.    

Os principais obstáculos do sector continuaram a ser a baixa procura (30%), a falta de acesso ao crédito (17%), as condições climatéricas desfavoráveis (15%) e os outros factores não especificados (32%) em ordem de importância.

O SUSTENTA é implementado, actualmente, na Zambézia e em Nampula. Para próximo ano, o Governo assegura que o Banco Mundial tem disponíveis 80 milhões de dólares para financiar projectos de desenvolvimento.

Os resultados da primeira fase de produção agrícola baseada no projecto SUSTENTA são considerados bastante positivos pelo Governo. O balanço foi apresentado ontem na província de Maputo. Lançado há 18 meses, na vila de Ribaué, província de Nampula, o projecto SUSTENTA já beneficiou cerca de 32444 pessoas e até aqui, está a ser implementado nas províncias da Zambézia e de Nampula.

Com o SUSTENTA, os níveis de produção e produtividade agrícola de todos os beneficiários aumentou em quase mais de quatro vezes, segundo o ministro da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural. Por exemplo, a produtividade média do milho a nível nacional é de 640 quilos por hectare. Mas com o SUSTENTA, os agricultores receberam assistência técnica e meios de produção. Como consequência, melhoraram a produção para 1210 quilos por hectare.

Com as culturas de gergelim, soja e feijão boer, a produtividade seguiu a mesma tendência. A produtividade da soja aumentou de 414, que é média nacional, para 1185 quilos por hectare. E do feijão boer subiu de 379 para 1243 quilogramas por cada hectare. Não só a produção aumentou, mas também os rendimentos das famílias de agricultores, garante Celso Correia.

Por exemplo, sem o SUSTENTA, cada hectare de milho produzia 0.64 tonelada e o rendimento era de 5120 meticais por hectare. Mas com o SUSTENTA, cada hectare passou a produzir 1.24 toneladas de milho e o rendimento aumentou para 9920 meticais por cada hectare. Em termos globais, isso implica dizer que, actualmente, com o SUSTENTA e seus beneficiários, a receita esperada na comercialização da produção é de 84,647,256.00 meticais contra os anteriores 28,597,308.00 meticais, o equivalente a um aumento de 196 porcento quando comparado com o ano anterior.

Esta informação foi apresentada ontem pelo Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural em reunião de balanço do primeiro ciclo produtivo do SUSTENTA. Participaram no evento agricultores, sociedade civil, Governo, Banco Mundial e outros. Foi nessa ocasião que o Ministro da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural, Celso Correia, revelou que o Governo vai expandir o projecto SUSTENTA a nível nacional no próximo ano.

Os níveis de pobreza no consumo também reduziram. Segundo o balanço do SUSTENTA feito pelo Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural, com o rendimento mínimo que as famílias abrangidas pelo projecto passaram a obter, pode-se projectar que a pobreza de consumo reduziu de 57 para 28 porcento.

Ministra do Trabalho diz que Inspecção Geral de Trabalho (IGT) deve unir-se às autoridades da justiça no tratamento de infracções laborais para disciplinar as entidades empregadoras no país.

Enquanto os tribunais laborais não entram em funcionamento, a Ministra do Trabalho, Emprego e Segurança Social, Vitória Diogo, diz que a Inspecção Geral de Trabalho deve continuar a priorizar a articulação “com os tribunais para que os autos enviados possam ser julgados” com mais celeridade.

A Governante falava na abertura do III Conselho Consultivo da IGT, onde também revelou que de 2015 a esta parte, a Inspecção já realizou 89,6% da meta do quinquénio, tendo sido inspeccionados um total de 34.039 estabelecimentos, onde foram abrangidos 668.000 trabalhadores, detectadas 48.960 infracções, das quais 38.115 (78%), foram objecto de advertência e 10.845 (22%) autuados.

Das infracções detectadas, marcaram destaque a falta de observância das regras de saúde, higiene e segurança no trabalho, falta de canalização de contribuições ao INSS e contratação ilegal de mão-de-obra estrangeira.

Estas informações foram partilhadas num dia em que a Inspecção lançou o uniforme dos inspectores e o primeiro guião da actividade inspectiva laboral nos sectores da construção civil e mineração.

Diogo exigiu que os profissionais da inspecção estejam devidamente familiarizados com este e outros guiões da actividade inspectiva. “Um Inspector do Trabalho deve demonstrar conhecimentos sólidos gerais e específicos do domínio laboral, para agir com equidade e poder tomar decisões ponderadas. Só estando profissionalmente seguro pode exercer autoridade como Inspector”

A Ministra exigiu também a disponibilização de todos guiões da acção inspectiva na página Web da IGT para garantir que as empresas tenham o conhecimento destes instrumentos e ajam dentro da legalidade.

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