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O País – A verdade como notícia

O grupo SOICO passa a transmitir a partir de hoje até aos próximos 10 dias vários conteúdos ligados ao Mozefo Young Leaders.

O objectivo, de acordo com a directora de informação da SOICO, Olívia Massango, é divulgar a importância do evento, que vai acontecer entre 28 e 29 de Novembro. 

O Financial Sector Deepening (FSD) Moçambique, um dos parceiros do Mozefo Young Leaders, espera que com este evento os jovens definam as suas aspirações para o futuro.

Moisés Inguane, director operacional do FSD entende que esta iniciativa é o primeiro passo para que os jovens comecem a aplicar os seus conhecimentos em benefício próprio.

Moisés Inguane diz ainda que é tempo de o jovem deixar de lamentar e procurar oportunidades para explorar as suas capacidades.

 

Os ATM, POS, operações com cartões e banca móvel não estão a funcionar desde sexta-feira em quase todos os bancos do país porque a Sociedade Interbancária de Moçambique decidiu romper contrato com seu fornecedor de software por alegadas chantagens. Porém, ainda não há datas para a resolução do problema.

Não se trata de uma avaria técnica, mas de um problema de entendimento entre duas empresas. Já lá vão três dias que os cidadãos nacionais, residentes dentro e fora do país enfrentam o duro problema financeiro, sem solução à vista, caracterizado por indisponibilidade de serviços de ATM, POS, operações com cartões e carteira móvel.

Para explicar a situação, a Sociedade Interbancária de Moçambique, empresa responsável pela prestação dos serviços, convocou a imprensa neste domingo. A PCA da SIMO revelou que seu provedor de softwere, uma empresa com escritórios em Portugal, tem vindo a fazer uma série de exigências insustentáveis, facto que a obrigou a romper o contrato que tinha com esta.

Afinal, a SIMO procura encontrar uma solução para os pontos de discórdia com o seu provedor de softwere há cerca de cinco meses, mas sem sucesso.

Embora haja desentendimento, a SIMO garante que já fez todos os pagamentos das facturas ao provedor dos meses que se seguem até Agosto de 2019, para garantir a prestação dos serviços.

Se a SIMO procura soluções para o problema desde Junho, porquê que durante esse período não arranjou medidas para mitigar o problema? A esta questão, a SIMO explica que o contrato que tem com o seu provedor não lhe permitia negociar alternativas com outros provedores.

Neste momento, a Sociedade Interbancária de Moçambique prefere não falar em responsabilizações pelos danos aos clientes e diz estar concentrada na resolução do problema.

Só em Moçambique, a empresa estima que, em média, realizam-se 465 mil transações através da rede SIMO por dia. Já na diáspora, os cidadãos moçambicanos realizam cerca de 14 mil transações por dia usando a mesma rede.

 

Os ATM, POS, operações com cartões e banca móvel não estão a funcionar desde sexta-feira em quase todos os bancos do país porque a Sociedade Interbancária de Moçambique decidiu romper contrato com seu fornecedor de software por alegadas chantagens. Porém, ainda não há datas para a resolução do problema.

Não se trata de uma avaria técnica, mas de um problema de entendimento entre duas empresas. Já lá vão três dias que os cidadãos nacionais, residentes dentro e fora do país enfrentam o duro problema financeiro, sem solução à vista, caracterizado por indisponibilidade de serviços de ATM, POS, operações com cartões e carteira móvel.
Para explicar a situação, a Sociedade Interbancária de Moçambique, empresa responsável pela prestação dos serviços, convocou a imprensa neste domingo. A PCA da SIMO revelou que seu provedor de softwere, uma empresa com escritórios em Portugal, tem vindo a fazer uma série de exigências insustentáveis, facto que a obrigou a romper o contrato que tinha com esta.

Afinal, a SIMO procura encontrar uma solução para os pontos de discórdia com o seu provedor de softwere há cerca de cinco meses, mas sem sucesso.

Embora haja desentendimento, a SIMO garante que já fez todos os pagamentos das facturas ao provedor dos meses que se seguem até Agosto de 2019, para garantir a prestação dos serviços.

Se a SIMO procura soluções para o problema desde Junho, porquê que durante esse período não arranjou medidas para mitigar o problema? A esta questão, a SIMO explica que o contrato que tem com o seu provedor não lhe permitia negociar alternativas com outros provedores.

Neste momento, a Sociedade Interbancária de Moçambique prefere não falar em responsabilizações pelos danos aos clientes e diz estar concentrada na resolução do problema.

Só em Moçambique, a empresa estima que, em média, realizam-se 465 mil transações através da rede SIMO por dia. Já na diáspora, os cidadãos moçambicanos realizam cerca de 14 mil transações por dia usando a mesma rede.

 

 A mineradora brasileira Vale vai desenvolver projetos de avicultura, horticultura, pesca, criação de cabritos e produção de ração, que deverão beneficiar mais de 16 mil famílias residentes em Moatize e ao longo do corredor logístico de Nacala. A revelação foi feita pelo gerente das relações com as comunidades e instituições da mineradora, Horácio Gervásio.

Horácio Gervásio destaca a parceria com as organizações não-governamentais de base para o sucesso do trabalho, bem como alguns desafios existentes durante o exercício das actividades com a comunidade.

Relativamente a produção, a empresa espera atingir, este ano, uma produção de 13 milhões de toneladas de carvão, contra os 11 milhões do ano passado.

Pelo segundo dia consecutivo, Moçambique continua a registar falhas no sistema de transacções electrónicas. Este sábado, alguns bancos abriram excepcionalmente as suas agências para permitir que os clientes singulares levantassem dinheiro.

Porém, os estabelecimentos comerciais que utilizam os terminais de pagamento, comumente chamado “POS”, continuam a registar perdas, e gestores alertam ao perigo de alguns clientes serem obrigados a carregar muito dinheiro.

 “Estamos a perder vendas, o sistema de transferência e POS, não está a funcionar, e está a ser constrangedor…se continuar a agravar-se, os responsáveis maiores por isso deve resolver isto o mais rápido possível”, acrescentou Luísa Vilanculos, representante de um estabelecimento comercial.

Os singulares puderam aproveitar a abertura excepcional de agências bancárias, para fazer o levantamento de dinheiro. Carilho Mateus chegou cedo à baixa da cidade de Maputo para cumprir com os seus deveres e aproveitar levantar algum dinheiro.

“O processo foi moroso…esperei a duas horas, mas levantei o dinheiro, usei o cheque avulso”, disse Mateus.

Os impactos do não funcionamento do sistema de transacções electrónicas dos bancos ainda são imprevisíveis, assim como continua imprevisível a data para a resolução do problema.

A Cornelder de Moçambique vai fazer um investimento adicional de 290 milhões de dólares no porto da Beira, investimento aprovado pelo governo moçambicano.

Para permitir que a concessionária recupere o investimento adicional o governo decidiu alargar por mais 15 anos, até 15 de Julho de 2038, o período de validade inicial do contrato de concessão, escreve o Macauhub, citando o CLBrief.

A Cornelder pretende reforçar a capacidade de processamento de carga naquele porto, que passa pelo alargamento do cais e parques, terminais, armazéns e outras instalações relacionadas com o funcionamento da infra-estrutura.

O investimento a ser realizado pela CdM vai permitir que o porto da Beira processe 700 mil contentores por ano, quase duplicando a actual capacidade.

A decisão do Conselho de Ministros consta de um decreto que entrou em vigor a 9 de Outubro disponibilizado ao CLBrief pela Coordenação Regional da base de dados legal LegisPALOP+TL.

 

 

 

A Base Logística de Pemba (BLP), em Cabo Delgado, poderá receber navios a partir de Janeiro de 2019, a informação foi avançada pelo director operacional na empresa Portos de Cabo Delgado, José Daúde.

Daúde disse a Rádio Moçambique, citado pelo Macauhub, que ainda estão em fase de conclusão os trabalhos de construção de um pontão com 375 metros, um armazém e a vedação de um terreno com cerca de 13 hectares, que fazem parte da primeira fase do projecto, cujo custo está orçado em 150 milhões de dólares.

Os consórcios liderados pelos grupos italiano ENI e norte-americano Anadarko Petroleum já manifestaram a intenção de usar infra-estruturas próprias que vão construir no distrito de Palma, a cerca de 400 quilómetros de Pemba, para as suas operações de exploração de gás natural, colocando em questão a viabilidade da BLP.

O presidente da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, Omar Mithá, disse que a BLP vai manter os direitos especiais que tem na bacia do Rovuma, incluindo a exclusividade sobre uma extensa área, onde se irá situar a infra-estrutura.

A gestão do porto, terminais de logística e beira-mar de Palma e Pemba estão a cargo da empresa Portos de Cabo Delgado.

A agência de notação financeira Moody's acredita num retorno de financiamento do Fundo Monetário Internacional (FMI) à Moçambique, congelado desde Abril de 2016, na sequência do escândalo da dívida pública do país.

Perdão" do FMI a vista? Os analistas da Moody's parecem não ter dúvidas. Moçambique poderá em breve ver desbloqueado o congelamento dos fundos externos directos ao Orçamento do Estado (OE).

O recente princípio de acordo entre o Governo e detentores dos títulos da dívida da EMATUM, avaliada em mais de 726 milhões de dólares, "abre caminho para a retoma dos empréstimos do FMI", refere a agência de notação financeira.

“Se o processo de negociação com os credores for confirmado, isso colocará o Governo de Moçambique um passo mais perto de um acordo com o Fundo Monetário Internacional, porque melhora a sustentabilidade da dívida”, disse o analista Lucie Villa, citado pela Further Africa, uma plataforma especializada em notícias da Africa Austral.

Segundo Villa, a primeira consequência do acordo preliminar anunciado em Maputo na passada terça-feira é que “elimina o risco de litígios", para além de que Moçambique terá “pagamentos de juros anuais menores e isso melhora a liquidez e a folga orçamental”.

Outra consequência fundamental, na lupa dos analistas da Moody's é aproximar o Executivo de Maputo de um acordo de assistência financeira com o FMI, porque melhora a análise de sustentabilidade da dívida” ou critérios DSA que é a chave ao conselho do fundo que aprova empréstimos a países.

No geral, esta agência de notação financeira afirma que o acordo de princípios entre o Governo moçambicano e parte dos credores (60% dos total dos detentores dos títulos da dívida de mais de dois biliões de dólares), aumenta a probabilidade do país acordar um programa de assistência financeira com o FMI e melhorar ainda mais o seu perfil de crédito.

Contudo, acrescentam os analistas, apesar do alívio de liquidez resultante da reestruturação da dívida, o perfil de crédito do Governo permanecerá “fraco” dada a grande dívida pública e o facto de o quadro institucional de Moçambique ser classificado pelo 'rating' como “muito baixo”, o pior nível numa classificação da agência.

Recorda-se, Moçambique anunciou semana passada, um acordo preliminar com detentores de 60% dos detentores de Eurobonds (títulos de dívida em moeda estrangeira), segundo os quais o país retomaria os pagamentos a partir de Março de 2019 e também libertava 5% das receitas fiscais da produção de gás natural (que deve começar em 2022) até 2033.

Os novos títulos a serem emitidos sob o acordo devem ter um valor nominal de USD 900 milhões, com vencimento a 30 de Setembro de 2033 e cupão de 5,875%, inferior à taxa actual de mais de 10% que ajudou a empurrar Moçambique para o 'default', ou seja, incumprimento financeiro.

 

A consultoria Focus Economics prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) moçambicano cresça 3,5 por cento em 2019, abaixo da previsão inicial que apontava para um mínimo de 4 por cento.

A Focus Economics reviu, esta quinta-feira, em baixa o nível de crescimento económico do país no próximo ano, para 3,5 por cento, devido às "fragilidades fiscais" que irão ofuscar as perspectivas do PIB.

Espera-se que a economia cresça a um "ritmo saudável" no próximo ano, sustentada pela actividade do Investimento directo Estrangeiro (IDE) robusto, particularmente no sector de gás natural, refere a consultoria.

Acrescentando, que o actual cenário mostra um "quadro misto" para o terceiro trimestre, após um crescimento relativamente moderado no segundo trimestre.

"A actividade económica disparou em Agosto, com o aumento do volume de negócios no sector de comércio, o que provavelmente elevará a média do indicador do PIB no terceiro trimestre acima do trimestre anterior", aponta a Focus Economics.

Realçando, no entanto, que essa performance contraria o indicador de confiança empresarial nos negócios que caiu pelo quinto mês consecutivo em Setembro, devido às fracas expectativas das empresas em relação aos principais indicadores macroeconómicos.

De referir, que as previsões de crescimento da Focus Economics contrariam as projeções do Governo, que apontara na sua proposta do Plano Económico e Social (PES) de 2019, submetida à Assembleia da República (AR) em finais de Setembro passado, para um nível de incremento do PIB na ordem de 4,7 por cento.

O PES 2019 assenta nos seguintes pressupostos macroeconómicos: crescimento económico de 4,7 por cento, taxa de inflação média anual em cerca de 6,5 por cento, e atingir o valor de 5.160 milhões de dólares americanos em exportações de bens.

 

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