Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Os resultados financeiros da Empresa Municipal de Transporte Rodoviário de Maputo saíram do mal e caíram no pior. Em 2017, o prejuízo da transportadora aumentou em mais de 97 milhões de meticais, ao atingir 185.7 milhões, isto é, mais do dobro do resultado negativo de 2016.

Segundo os administradores da empresa, o mau resultado do ano passado provém, entre vários factores, do facto do bilhete do transporte público não ter aumentado desde 2012 e em contrapartida, os preços de combustíveis terem aumentado de forma significativa.

Só para se ter uma ideia, o gasóleo que custava cerca de 45 meticais o litro em Fevereiro do ano passado, em Dezembro passou a ser vendido a 56 meticais, uma subida de cerca de 11 meticais por cada litro.

“E ainda referir que o custo de consumo total dos Óleos e Lubrificantes no período em análise foi de 1882923,83 meticais contra 1318478,87 meticais de igual período de 2016, o que representa um aumento em 43 por cento, devido ao reajustamento dos preços de consumíveis no mercado”, refere o Relatório e Contas da EMTPM.

Mas nem só os combustíveis contribuíram para o prejuízo da Empresa Municipal de Transporte Rodoviário de Maputo. A subida dos preços das peças e sobressalentes também pesaram no agravamento da situação vermelha da empresa em 2017, se comparado com o ano anterior.

Outro factor que contribuiu para o resultado negativo, segundo a empresa, é o corte de 50 por cento do subsídio que o Estado dava à empresa para exercer sua actividade no ano passado, se comparado com o ano 2016, como consequência das restrições orçamentais.

O Relatório de Contas mostra ainda que as receitas de bilhetes da empresa aumentaram de cerca de 77.7 milhões para 88.1 milhões de meticais. E de 2016 a 2017, a frota disponível da empresa reduziu de 41 para 39 autocarros, embora a EMTPM tenha uma frota nominal de 205 autocarros.

“Embora a empresa tenha registado um grau de cumprimento de 101% do número dos passageiros transportados, no período em referência, registou-se uma paralisação das actividades durante 10 dias que originou uma perda de receita de 2055335.00 meticais”, lê-se no relatório.
 

Já é possível transferir dinheiro de e para o Millennium IZI a partir de uma conta M-Pesa. O facto resulta de uma parceria assinada pelo Millennium BIM e a Vodafone M-Pesa, visando aproximar ainda mais os seus serviços aos clientes. É mais um passo dado rumo a tão falada inclusão financeira no país, num contexto em que a bancarização é ainda um dos maiores desafios. A Vodafone M-Pesa espera que com esta parceria assinada com o Millenium BIM, os seus clientes tenham acesso à banca formal.

Ao entrar nesta parceria, o Millennium BIM espera estar a contribuir para a aceleração da bancarização do país e a interoperabilidade das duas plataformas. O M-Pesa existe há cinco anos em Moçambique e tem mais de 3.6 milhões de clientes activos, sendo que agora vai juntar-se a uma plataforma que tem registado mais de 8.5 milhões de transacções por mês.

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) assinou um mecanismo de empréstimo de 20 milhões de dólares para financiar operações da empresa Meridian no Malawi, Moçambique e Zimbabwe.

Este Mecanismo de financiamento de Commodities, segundo os escritórios do BAD em Maputo, é projectado para fornecer fundos pré e pós-expedição em vários estágios das operações da cadeia de valor de matérias-primas da Meridian nos três países envolvidos, para ajudar os agricultores locais e fornecedores de produtos agrícolas a aumentarem as suas receitas e a produzirem culturas de qualidade para exportação.

Especificamente, o mecanismo fornecerá financiamento para a compra de insumos agrícolas (principalmente fertilizantes) a serem fornecidos aos agricultores, de modo a garantir a qualidade e consistência das mercadorias fornecidas ao Meridian. Além disso, o mecanismo fornecerá financiamento para a compra de commodities leves de mais de 10 mil agricultores no Malawi, Zimbabwe e Moçambique, refere a nota do Banco Africano de Desenvolvimento, enviada a nossa redacção.

Com este forcing, espera-se que o BAD atinja os pequenos agricultores indirectamente por meio de um agregador regional, neste caso a empresa Meridian, com um histórico acumulado de 40 anos. Fundada em 1970 para auxiliar o pequeno agricultor, a Meridian concentra-se na produção e fornecimento de vários insumos agrícolas através de uma cadeia de subsidiárias verticalmente integradas no Malawi, Moçambique, África do Sul, Zâmbia e Zimbabwe.

A empresa emprega actualmente mais de 4.200 funcionários e é um dos maiores agregadores de commodities da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), distribuindo mais de 250 mil toneladas de produtos por ano em toda a região.

A Meridian também é uma grande compradora de commodities agrícolas de pequenos agricultores que usam sua rede de varejo de mais de 120 lojas espalhadas por áreas rurais. Entre os accionistas está o Fundo Africano Agrícola (AAF, acrónimo em inglês), no qual o BAD detém uma participação de 20%.

Assim, como um dos maiores agregadores comunitários na África Austral, o grupo Meridian desempenha um papel significativo na promoção do agronegócio em cinco países onde suas operações estão alinhadas com quatro das cinco prioridades de desenvolvimento do Banco Africano de Desenvolvimento (electrificar África, alimentar África, industrializar África, integrar África e melhorar a qualidade de vida dos povos africanos).

Os principais mercados do Meridian são Malawi, Moçambique, Zâmbia e Zimbabwe. A agricultura nesses quatro países representa aproximadamente 32% do Produto Interno Bruto (PIB) e fornece subsistência a 81% da população. O grupo usa seus pontos de venda para distribuir insumos agrícolas, como fertilizantes e sementes para pequenos agricultores. O projecto alinha-se com a principal prioridade operacional do BAD para o desenvolvimento do sector privado, conforme articulado na estratégia 2013-2022, e com a prioridade High 5 "Alimentar África", que visa tornar a África um exportador líquido de alimentos nas principais commodities e operar agronegócios comercialmente viáveis.

Este mecanismo é consistente com o Programa de Financiamento ao Comércio do BAD, que visa promover as exportações através do apoio à agricultura e às PME. Através da sua Política e Estratégia de Desenvolvimento do Sector Financeiro (2014-2019), o BAD procura alargar e aprofundar os sistemas financeiros de África.

O fortalecimento das cadeias de valor agrícolas e o apoio aos pequenos produtores para competirem nos mercados regionais, tanto através das suas janelas dos sectores público como privado, é uma prioridade chave para o BAD em Moçambique. Esta operação contribui para os actuais projectos de USD 120 milhões no sector agrícola que esta instituição financiara está implementando actualmente na chamada "Pérola do Índico".

Sem surpresas, o Parlamento aprovou nesta quarta-feira, na generalidade, a proposta de Orçamento de Estado (OE) para 2019. A proposta passou com o tradicional voto a favor da Frelimo. A Renamo e o MDM também cumpriram com a tradição, votando contra a proposta. Ao todo foram 132 votos a favor e 74 contra.

O dia começou com a leitura dos pareceres das comissões de especialidade e só mais tarde houve espaço para as intervenções dos deputados. Em muitos casos, mas muitos mesmo, a análise da proposta era substituída por troca de acusações sobre fraude nas últimas eleições autárquicas, sobre corrupção e sobre falta de sentido patriótico. Mas todas as intervenções terminavam com a mesma lógica: a Frelimo apelava à apreciação positiva do orçamento, enquanto a Renamo e o MDM defendiam a sua reprovação.

Mas antes da votação – que aconteceu perto das 15H00, duas horas mais tarde em relação ao horário do término das sessões plenárias – Adriano Maleiane foi ao pódio para dar uma curta aula de Introdução à Economia. E não o fez por mera vaidade. A baixa qualidade das intervenções dos deputados – consubstanciada em opiniões populistas (quer em forma de elogio, quer em forma de crítica) – justificava alguma intervenção.

E como uma boa aula começa com motivação, o ministro da Economia e Finanças escolheu falar da necessidade de os deputados valorizarem o trabalho que está a ser feito pelo governo. “No geral, nós temos a tendência de não valorizar o que estamos a fazer. São outros que valorizam o que os moçambicanos estão a fazer”, criticou, para depois apresentar exemplos de realizações que, aos seus olhos, seriam motivo de orgulho. “A nível da região, Moçambique é o país que está no grupo dos cinco que mais cresceram. Apesar de todos os problemas que temos tido desde 2016, a nossa média de crescimento nos quatro anos será 4.4%. Significa que estamos acima da média africana, que é de 4.1%, e muito acima da média da região, que é 2.8%”. A explicação foi interrompida por uma forte ovação da Frelimo.

Depois da motivação, a lição número um: custo de vida. Maleiane começou por dizer que o custo de vida só será resolvido com trabalho e rendimento. “Não há custo de vida que se vai resolver com discursos”, atirou. E porque um dos indicadores mais relevantes do custo de vida é a inflação, o ministro da Economia e Finanças falou dos números: “Se nós estamos a produzir em média 4.4% e a inflação saiu de 26% em 2016 para quase 5%, quer dizer que o poder de compra das pessoas está a melhorar. Mesmo se não tivesse havido um aumento salarial, o poder de compra teria melhorado. É isso que estamos a fazer, criar condições para que a inflação baixe”.

Neste momento, todos os 206 deputados estão atentos à aula. O ministro/professor aproveita para fazer auto elogios: fala da retoma da economia, fala do regresso dos investidores. E faz questão de lembrar que a economia moçambicana viveu os momentos de glória quando havia maior fluxo de investimento directo estrangeiro e os doadores contribuíam directamente para o Orçamento de Estado. Em 2016, foi o fim da picada. Os doadores retiraram o apoio e o governo ficou sem 10 mil milhões no orçamento. A solução foi rever o orçamento. “Nós viemos aqui e dissemos que a partir de agora para frente vamos viver com base naquilo que temos. Se aqueles que unilateralmente deixaram de nos dar apoio decidirem voltar, vai ser um adicional. Mas não contemos com isso”.

Antes de passar para a segunda lição, Maleiane recuperou o tema da motivação. “Quando somos nós os primeiros a criticar o nosso trabalho, as agências de rating não precisam de fazer esforço para nos avaliar. Isso porque nós é que estamos a dizer que estamos muito mal. E eles só põem CCC (indica a probabilidade real do risco do crédito). Mas nós podemos dar trabalho a eles, bastando para tal reconhecer o que estamos a trabalhar”, disse, ganhando mais uma forte ovação da Frelimo.

A segunda lição foi sobre trabalho. Aqui, o ministro/professor falou das três condições necessárias para haja trabalho: esforço físico ou intelectual, expectativa de obter rendimento e a acção deve ser socialmente aceite.

Com esta explicação, o ministro queria passar a ideia de que mais do que o emprego, o mais importante é o trabalho. “Vamos exigir ao Estado que crie as condições para que aquilo que queremos fazer não seja impedido por questões de burocracia. É isso que o Estado deve fazer. O Estado não faz tudo, mas cria condições”.

Entre lições e esclarecimentos de mal-entendidos, a aula finalmente terminou ao fim de uma hora. Uma hora feita de um silêncio  inusitado e apenas interrompido pelas ovações da Frelimo.

A presidente da Assembleia da República  abriu espaço para as insistências, mas nenhum deputado pediu a palavra. Deve ter sido uma aula magna.

O leilão de frequências para operadores móveis de telecomunicações, realizado em Novembro, poderá beneficiar os cofres do Estado num valor de 83,4 milhões de dólares, segundo um comunicado do Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique (INCM), citado pelo Macauhub.

As empresas Vodacom Moçambique, Movitel e Moçambique Celular (Mcel) foram as operadoras que participaram do leilão para a atribuição de direitos de utilização de frequências nas faixas de 800 MHz, 1800 MHz e 2,6 GHz, de acordo com o INCM.

Ainda segundo o comunicado, apenas foram apresentadas propostas para nove lotes na faixa de 800 MHz.

O pagamento dos lotes vai ser efectuado por fases, sendo que a primeira prestação, correspondente a 34% do valor apurado, deverá ser paga no acto de consignação das frequências.
 

A ponte mista de Murua, com uma extensão de 35 metros, liga os distritos de Nicoadala e Namacurra e visa não só garantir escoamento de produtos agrícolas com destaque para as culturas de arroz e mandioca, mas também aliviar o sofrimento da população que em época chuvosa vive um drama para atravessar do povoado de Mutange em Namacurra a Murua em Nicoadala.
 
Aliás em época de chuva não raras vezes eram reportadas situações de morte por arrastamento das águas fluviais, e por isso, de acordo com Nivaldo Garine, Director distrital de Infra-estrutura, o empreendimento vai aliviar a vida de mais de 14 mil habitantes que semanalmente passam por aquele ponto.

A população mostra-se satisfeita com a construção do empreendimento. Carlos Cardoso um dos residentes de Murua explicou que em época chuvosa os professores não conseguiam fazer travessia para dar aulas noutra margem.

A província de Sofala acaba de beneficiar de um financiamento avaliado em cerca de um milhão e meio de euros, disponibilizados pela Cooperação Austríaca para o desenvolvimento, que serão investidos no melhoramento de abastecimento de água e saneamento rural,  cuja cobertura actual é considerada  uma das mais baixas do mundo.

Os resultados do inquérito de orçamento familiar realizados em 2015 mostram uma estagnação com tendência a degradação no nível de uso  de serviços melhorados de abastecimento de água nas zona rurais de Sofala, onde apenas perto de um milhão de pessoas, cerca de metade da população de Sofala, têm acesso a água potável.

O mais preocupante  tem a ver com o  saneamento rural, onde o fecalismo a céu aberto continua a dominar.  Em termos de cobertura menos de 600 mil pessoas é que tem acesso a saneamento seguro, das cerca de dois milhões residentes em Sofala.

Baseando-se nestes dados o governo de Sofala elaborou um projecto denominado água Sofala 2018-2020, que visa melhorar o abastecimento de água e saneamento rural. A iniciativa  já tem dinheiro garantido por parte da cooperação austríaca para o desenvolvimento, cujo  assinatura do acordo de financiamento teve lugar na manhã desta terça-feira.

Espera-se assim que até 2020 o nível de pessoas com acesso à água potável em Sofala, suba para 55 por cento contra os actuais 50.

Quatro anos após a sua inauguração, o Aeroporto Internacional de Nacala ainda não provou a sua viabilidade: apenas duas vezes por semana, voos da LAM escalam o local, que se debate com uma dívida de pouco mais de 200 milhões de dólares.

Calote! É assim como os brasileiros se referem ao Aeroporto Internacional de Nacala, construído pela Odebrecht, através de um empréstimo de 125 milhões de dólares do Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social brasileiro. “Elefante branco” é a designação mais familiar aqui em Moçambique para designar aquele enorme aeroporto que apenas recebe dois voos semanais da LAM e meia dúzia de avionetas privadas por mês.

Uma realidade que, para já, não mostra sinais de mudar. “O Aeroporto de Nacala, realmente, desde que abriu em 2014 ainda não conheceu o que estava previsto”, assumiu Emanuel Chaves, Presidente do Conselho de Administração da empresa pública Aeroportos de Moçambique, numa conversa que decorreu, semana passada, no hall principal, cujo cenário eram os oito balcões de check-in sem um funcionário sequer e, claro, sem passageiros. Uma realidade que resume à inviabilidade daquela infra-estrutura localizada a 190 km da cidade de Nampula.

“O que estava previsto na sua materialização tinha um conjunto de pressupostos. Infelizmente, parte desses pressupostos não estão ainda a ser concretizados e um deles previa que houvesse uma companhia aérea baseada aqui em Nacala. Fizemos um trabalho com vista a atrairmos uma companhia para estar baseada aqui e essa companhia tinha que fazer voos domésticos e internacionais. Portanto, tinha que ser uma companhia aérea doméstica nacional e não estrangeira”, facto que não aconteceu, aliás, a própria LAM nunca teve essa pretensão, pelo que essa equação carecia de fundamento da parte dos que projectaram aquele “monstro” para Nacala, porque mesmo a agora Ethiopian Moçambique, que se especulava que se baseasse em Nacala, não o fará, por enquanto, porque estranhou o facto de nenhuma companhia aérea doméstica “comprar” essa ideia de se basear em Nacala.

Sem fazer dinheiro e com uma dívida de pouco mais de 200 milhões de dólares, a empresa Aeroportos de Moçambique vê-se na contingência de conviver com um verdadeiro cancro financeiro. “O custo de manutenção deste aeroporto é grande, primeiro, porque pelo investimento feito temos que amortizar, depois, são custos específicos de limpeza, energia eléctrica, mão-de-obra que já está a trabalhar aqui, porque temos que pôr o aeroporto pronto”, disse Emanuel Chaves, que terminou dizendo que, para cobrir todas essas despesas, a instituição que dirige recorre aos chamados subsídios cruzados, em que o rendimento de outros aeroportos é canalizado para cobrir as despesas naturais do aeroporto “fantasma” de Nacala.

O Standard Bank deu uma nota positiva à 6ª edição do Angel Fair Africa, um evento que reúne anualmente empreendedores do continente africano e investidores provenientes de diversos cantos do mundo, com vista à promoção de novos negócios, investimentos e partilha de experiências.

A edição deste ano teve lugar, semana finda, na cidade de Maputo e contou com a participação de 30 startups, das quais 10 de Moçambique e as restantes da Tanzânia, Quénia, Angola, Zimbabwe e África do Sul.

A realização do evento em Maputo é vista como uma contribuição para alavancar o surgimento de mais startups. “Um dos maiores desafios que as startups têm é a angariação de financiamento, por isso, é importante que tenhamos este tipo de evento em Moçambique, pois promove o encontro entre jovens com ideias viáveis e os investidores”, explicou João Guirengane, director da Banca de Investimentos do Standard Bank.

Por seu turno, Sara Faquir, representante da ideiaLab, referiu-se à importância deste evento, que aproxima empreendedores e investidores que apostam em negócios ainda na sua fase inicial. “Nesta fase inicial, o investidor não está lá só para aplicar o seu dinheiro, mas também para disponibilizar a sua rede de contactos, o seu conhecimento, a sua experiência e outros elementos essenciais para alavancar uma startup”, disse Faquir.

Num outro desenvolvimento, a representante da ideiaLab considerou ser urgente incutir no seio da sociedade moçambicana a cultura empreendedora e promover o interesse em investir em startups como alternativa ao financiamento bancário. “Ainda nos falta, em Moçambique, a cultura empreendedora. Tradicionalmente, não somos empreendedores, ainda estamos a dar os primeiros passos como país. Estamos habituados a ir à procura de investimento e não conseguimos olhar para as startups como uma oportunidade para quem tem algumas poupanças contribuir activamente neste processo de desenvolvimento do sistema financeiro”, justificou.

De acordo com fontes ligadas à organização, até à sua 5ª edição, o Angel Fair Africa já gerou investimentos estimados em 23 milhões de dólares norte-americanos em diversas empresas e startups, demonstrando a atractividade das soluções geradas no continente africano.

As primeiras cinco edições deste evento tiveram lugar em Joanesburgo (África do Sul), Lagos (Nigéria), Acra (Gana), Nairobi (Quénia) e Abidjan (Costa do Marfim), em 2013, 2014, 2015, 2016 e 2017, respectivamente.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE