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Foi lançada hoje a décima sexta Conferência Anual do Sector Privado (XVI CASP) que vai acontecer nos dias 13 e 14 de Março.

A conferência deste ano vai focar-se na potencialização do agronegócio e a prestação de serviços aos projectos de petróleo e gás pelas empresas nacionais.

Para este fim, vai ser realizada uma exposição onde os empresários nacionais vão mostrar a sua capacidade para prestarem serviços aos Mega-projectos.

Os empresários nacionais deverão interagir com estas grandes empresas, como forma de alargar os seus conhecimentos sobre as necessidades das petrolíferas, assim como alargar a base de networking entre elas.

Aliás, o sector privado nacional admitiu ter fraquezas sob ponto de vista capacidade e certificação das empresas. Uma dificuldade que esperam eliminar no evento.

A CTA espera receber, no evento, mais de dois mil participantes, entre investidores nacionais e internacionais, projectores e proponentes assim como representantes do Governo moçambicano. No ano passado a abertura foi feito pelo Presidente da República.

Ainda nesta terça-feira, o presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique, conferiu posse a novos dirigentes dos pelouros, com destaque o para presidente da mesa da Assembleia Geral, em substituição de Rogério Manuel, falecido há mais de um mês vítima de acidente de aviação.

 

Um estudo sobre mercados financeiros concluiu que Moçambique é um dos países menos atractivos entre os 20 países analisados. A pesquisa foi divulgada esta segunda-feira na cidade de Maputo.

Dentre os 20 países analisados pelo relatório do banco ABSA, Moçambique encontra-se na 18ª posição no mercado financeiro, ou por outra, o país é um dos menos atractivos nessa vertente em África.

Apesar de se encontrar entre os últimos três países que se encontram no fundo da lista “a posição é estável, e há alguns aspectos a realçar de progressos efectuados de um ano para o outro (2017 para 2018) ” disse a Directora da Área de Mercados e Productos do Barclays Bank Mozambique, Patrícia Darsan.

Este progresso, “cria grandes perpectivas para os próximos anos, relacionadas as perpectivas macroeconómicas do país, de nós nos posicionarmos em posições cada vez mais elevadas” disse.

A posição não mostra qualquer variação relativamente ao ranking anterior, uma vez que o número de países aumentou de 17 para 20, e o país saiu da 15ª para 18ª posição. Para tal pesaram a fraca melhoria dos pilares analisados, como fraco o acesso a moeda estrangeira.

Mas o país precisa de encontrar os melhores caminhos para atingir os níveis elevados comparativamente aos países da região e alguns países que fazem parte do estudo é “ investir na melhoria da educação financeira” entende Patrícia Darsan.

Mas há também a “necessidade de melhorar o cesso a moeda estrangeira pois tem bastante peso quando se olha do lado dos investidores” explica a Directora da Área de Mercados e Productos do Barclays Bank Mozambique.

Por fim, Patrícia Darsan disse que é preciso criar um dinamismo de mercado, que favoreça o volume de transações cada vez mais crescente entre os bancos comerciais e o público em geral.

Presente durante a apresentação do Absa Africa Financial Markets Index 2018, o Fundo Monetário Internacional (FMI) defendeu que o país precisa definir de forma clara as suas políticas macrofiscais.

“O aparato macrofiscal é um aparato de decisão de investimento público e de poupança pública que sejam coerentes com a capacidade que tem a economia de absorver a realização dos projectos de investimento” explicou Ari Aisen, o Representante-residente do FMI.

O estudo intitulado Absa Africa Financial Markets Index 2018 analisou seis pilares: A profundidade do mercado, acesso ao câmbio, transparência do mercado, capacidade dos investidores locais, macro oportunidades e exigibilidade dos acordos.   

 

 

A petrolífera norte-americana, Anadarko, anunciou esta terça-feira, ter chegado a acordo de compra e venda do gás moçambicano, para a Shell International Trading Middle East Ltd e Tokyo Gas.

Em dois comunicados enviados a nossa redacção, a Anadarko Petroleum Corporation, anunciou que a empresa Mozambique LNG 1, a entidade comercial de propriedade conjunta dos co-investidores da Área 1, da Bacia do Rovuma, assinou um Contrato de Compra e Venda (CCV) com a Shell, para comercializar dois milhões de toneladas por ano (MTPA) por um período de 13 anos.

“Estamos bastante satisfeitos em anunciar este CCV com a Shell, que se baseia em acordos previamente anunciados e que eleva as nossas vendas totais de longo prazo para 7,5 MTPA, com contratos adicionais esperados num futuro próximo”, disse Mitch Ingram, vice-presidente executivo da Anadarko para o pelouro Internacional, Águas Profundas e Pesquisa.

Acrescentando, que “com a expectativa de uma crescente procura de Gás Natural Liquefeito (GNL) em todo o mundo nos meados da próxima década, a forte reputação global da Shell em GNL, combinada com os recursos significativos e a localização geográfica favorável do GNL em Moçambique, cria uma oportunidade única para disponibilizar aos clientes um fornecimento fiável a longo prazo de energia limpa”.

O comunicado refere ainda, que a Mozambique LNG está “extremamente satisfeita” por ter a SHELL a bordo como um dos clientes de base, e o contrato rubricado aumenta a crescente lista de clientes de alta qualidade, demonstrando o excelente progresso em direcção ao objectivo declarado de tomar uma decisão final de investimento durante o primeiro semestre deste ano.

“Estamos confiantes que, através deste contrato, o GNL de Moçambique encontrará o seu caminho para um número diversificado de mercados a nível global”, realça a nota da Anadarko.

O segundo contrato de Compra e Venda do gás moçambicanos, a petrolífera norte-americana, assinou com a Tokyo Gas e a Centrica LNG Company Ltd, uma subsidiária da Centrica Plc, para o fornecimento de GNL a longo prazo.

O Contrato conjunto, requer o fornecimento de 2,6 milhões de toneladas por ano, desde o início da produção até aos princípios dos anos 2040.

“Este contrato de compra conjunto inovador com a Tokyo Gas e a Centrica irá garantir um fornecimento fiável de gás natural limpo para ajudar a satisfazer a procura de energia no Japão e na Europa.

É o sinal do início de uma nova e duradoura relação entre o primeiro desenvolvimento de GNL onshore (na terra) de Moçambique e estes dois clientes de base proeminentes e respeitados”, disse Mitch Ingram.

Sublinhando, que a sua companhia está entusiasmada em apoiar o desejo do governo japonês para o fornecimento de GNL a longo prazo, flexível e a preços competitivos, de modo a gerir proactivamente as flutuações da procura nos seus mercados domésticos e a aumentar a sua segurança energética nacional.

Refira-se, que a Anadarko está a desenvolver a primeira fábrica de GNL onshore em Moçambique, composta por dois módulos de Gás Natural Liquefeito iniciais com capacidade total de 12,88 MTPA para apoiar o desenvolvimento dos campos Golfinho/Atum localizados inteiramente na Área 1 Offshore (no mar).

 

 

Analistas da Capital Economics dizem que aumento da transferência nas contas da petrolífera Sonangol, pode levar a descoberta de novas dívidas como em Moçambique.

"O nosso receio é sobre a posição da dívida de Angola, que é muito opaca, quer da República, quer a da Sonangol, em ambos os casos os números não se percebem bem e há um receio de que quando percebermos melhor, podem ser piores do que pensávamos e podemos ter uma surpresa desagradável, como aconteceu em Moçambique", disse John Ashbourne.

Ashbourne disse que mesmo se a dívida, de 3,7 mil milhões de dólares, reportada ao Fundo Monetário Internacional for correcta, ainda é um valor muito grande. O analista acrescentou que o rácio do PIB sobre a dívida pública de Angola é um dos maiores de África.

“E isso é baseado nos números que o Governo nos deu, por isso se há mais dívida da Sonangol, então a situação podia ser pior e isso seria muito preocupante", vincou.

O facto de o FMI ter validado os números apresentados por Angola "é positivo, mas não seria uma grande surpresa saber que os números são diferentes dos apresentados pelo Governo", concluiu o analista.

O índice de confiança e as expectativas dos empresários e gestores das empresas em Moçambique aumentou ligeiramente no quarto trimestre, após uma ligeira queda no trimestre anterior, indica o Instituto Nacional de Estatística (INE).

A confiança dos homens de negócios nos indicadores macroeconómicos do país fechou em alta em 2018, tendo o respectivo saldo se situado ao nível da média da respectiva série cronológica.

Este incremento foi influenciado pela apreciação favorável das expectativas da procura e de emprego no período de referência, refere o INE.

O ambiente favorável do clima económico no quarto trimestre deveu-se, sectorialmente, à avaliação positiva da confiança nas actividades de comércio, alojamento e restauração, transportes e da produção industrial, que suplantaram assim a apreciação negativa registada nos sectores de construção e noutros serviços não financeiros.

A expectativa de emprego consolidou os sinais de recuperação iniciado no terceiro trimestre ao aumentar tenuemente (praticamente uma estabilização), tendo o respectivo saldo se situado no nível registado no trimestre homólogo de 2017. 

A estabilidade das previsões de emprego no quarto trimestre, de acordo com o INE, ficou a dever-se às avaliações favoráveis da perspectiva de emprego nos sectores de alojamento e restauração, outros serviços não financeiros e de comércio, o que permitiu suplantar as apreciações negativas nos sectores da produção industrial e de construção e manutenção da confiança dos empresários do ramo de transportes.

No período em análise, em média, 30% das empresas inquiridas enfrentaram algum obstáculo no quarto trimestre, o que representou incremento de 1% de firmas em dificuldades face ao terceiro trimestre.

Esse aumento foi influenciado principalmente pelos sectores de construção, da produção industrial e de alojamento e restauração que aumentaram a proporção de empresas com limitações, facto contrário a redução de proporção de empresas nos sectores de transportes, e de comércio, registando-se uma estabilização das empresas com limitações do sector dos outros serviços não financeiros, aponta o INE.

Realçando, que os sectores de construção (43%), da produção industrial (37%) e alojamento e restauração (32%) continuaram com a maior frequência relativa de empresas com problemas de ambiente de negócios.

Hotelaria Otelaria com desempenho máximo desde  2015

No quarto trimestre, a confiança no sector de alojamento, restauração e similares continuou a recuperar pelo segundo trimestre consecutivo, tendo o respectivo saldo alcançado um valor máximo desde o primeiro trimestre de 2015, da sua série temporal.

A manutenção da confiança favorável no sector que inclui também as cantinas, estabelecimentos de diversão e de bebidas continuou a dever-se à avaliação positiva de todas as componentes do indicador síntese do sector, mas com maior destaque em termos de amplitude para a facturação (volume de negócios) que vem aumentando pelo terceiro trimestre consecutivo.

Já a expectativa da capacidade hoteleira, de acordo ainda com o INE, foi de substancial diminuição, facto que todavia foi acompanhado também da previsão de queda ligeira dos preços futuros.

Cerca de 32% das empresas deste sector enfrentaram alguma limitação de actividade entre Outubro e Dezembro, o que representou 5% de aumento de empresas com constrangimentos face ao trimestre anterior.

Os principais factores referidos pelos agentes económicos do sector foram, a baixa procura (38%), a concorrência (19%), a falta de acesso ao crédito (12%) e os outros factores não especificados (13%) em ordem de importância.

 

A castanha de caju foi, antes dos anos 70, um dos principais produtos de exportação em Moçambique onde a produção chegou a 200 mil toneladas por ano.

Pragas, doenças e o envelhecimento dos cajueiros levaram ao declínio da produção, tendo atingido 64 mil toneladas em 2012. Entretanto, as reformas introduzidas a partir do ano 2000 estão a renascer a cultura. Este ano prevê-se comercializar 140 mil toneladas.

No período colonial, a castanha de caju era uma das bases de exportação, com o Norte a desempenhar um papel importante. Atá à porta da década de 1970 Moçambique estava ao lado de grandes potências como a India, tendo chegado ao recorde histórico de 200 mil toneladas.

A seguir assistiu-se a uma crise profunda no sector, com as nacionalizações que levaram ao encerramento de muitas fábricas de processamento, a cada vez mais escassez de matéria-prima devido ao envelhecimento do cajual, bem como as doentes e pragas que atacaram os pomares tiveram um efeito negativo e o país sumiu do mapa internacional durante anos.

O sector de caju é aglutinador de valor por excelência: emprega muita gente, muitos pequenos e médios produtores se beneficiam com a venda da castanha em bruto às empresas de processamento e no mercado internacional não e amêndoa não é algo barato, não.

Revitalizar o sector foi a palavra de ordem no governo de Joaquim Chissano e a primeira acção foi criar um sector específico no então Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural – assim nasceu o Instituto de Fomento do Caju (INCAJU) em 1997.

Três anos depois, em 2000, começa o programa de tratamento químico massivo ou simplesmente a pulverização. Entretanto, o passo mais de mais importante inicia em 2009 com a aprovação, pelo Conselho de Ministros, do programa de intensificação de produção e distribuição de mudas para repovoar os campos.

É nesse contexto que foi criado o maior viveiro de mudas de cajueiros localizado na zona de Nassuruma, no distrito de Meconta, província de Nampula que produz 800 mil árvores por ano.

“Neste momento o INCAJU tem como tarefa fazer a reabilitação do cajual através de produção de mudas com características desejáveis e distribuição dessas novas características aos produtores de diferentes locais da província”, destaca Halahala Abdurremane, chefe da repartição de Fomento de Tecnologia no INCAJU em Nampula.

Nampula é um grande produtor de castanha de caju, contribuindo com 50 a 60 por cento. Na época 2018/19, por exemplo, prevê-se à escala nacional comercializar 140 mil toneladas de castanha bruta. Todavia, os números recentes mostram que Nampula já vendeu 70 mil toneladas.

Voltado às mudas de Nassuruma. As mesmas são distribuídas pelas províncias de Niassa e Cabo Delgado, para além dos próprios distritos de Nampula.

Grande aposta na maior estufa de cajueiros vai para a aplicação da técnica de enxertia que tem a vantagem de garantir a multiplicação de cajueiros de raça em termos de tamanho do caroço e da maca ou simplesmente o caju ou ainda o chamado falso fruto.

Elídio Zitha é técnico do INCAJU e dá mais pormenores: “garantimos que a partir do segundo ano passa ter alguma castanha no cajueiro.

O seu potencial máximo sendo atingido a partir do quinto ano. Acreditamos que isso é uma grande vantagem. A planta que desenvolve normalmente a sua produção é tardia, podendo ter a partir do quarto a quinto ano”.

Uma das razoes da queda do sector da castanha do caju foi quando em 1995 o Banco Mundial propôs em jeito de imposição a liberalização da exportação da castanha bruta para ser processada noutros países, alegando insustentabilidade da industria de processamento em Moçambique, para além da taxa sobre nozes e amêndoas.

Volvidos mais de 20 anos, o Governo estudou bem a lição, por isso agora incentiva a instalação de fábricas de processamento – só a província de Nampula tem 14 unidades.

Uma delas é a Korosho Moçambique, Lda, de capitais indianos, inaugurada pelo Presidente da República em 2017 com capacidade para processar 8 mil toneladas por ano.

Martins Venvele deu-nos a saber que a fábrica emprega 1200 trabalhadores e que o negócio é rentável, tanto quanto que toda a amêndoa processada é exportada para países como África do Sul, Portugal, Canadá e Estados Unidos da América.

Para o mercado nacional, não fica nem uma castanha!
“Tem a ver com o problema do preçário. Então, o mercado nacional não tem consome a nossa produção, se não o mercado internacional”.

Essa visão contrária choca com a perspectiva do Governo que pelo contrário quer que se processe, inclusivamente, o caju propriamente dito.

O Instituto de Fomento do Caju criou uma pequena fábrica-escola em Nassuruma para treinar pequenos e médios produtores na produção de bebidas alcoólicas e sumos. No local destila-se um aguardente que ostenta a marca Ekhaju e um sumo de marca Cajuina.

“O objectivo principal desta fábrica-escola é despertar os produtores de castanha do caju e outros intervenientes da cadeia de valor do caju para fazerem o aproveitamento do falso fruto, assim como fazer a transferência do aproveitamento deste falso fruto do caju isto porque foi visto que grande parte dos produtores do caju têm valorizado mais a castanha em detrimento do falso fruto e sabe-se que a partir dele pode-se obter vários subprodutos co grande valor nutricional e comercial”, destaca Halahala Abdurremane.

Aliás, uma garrafa de 750 mililitros do aguardente Ekhaju sai a 750 meticais, o que mostra o negócio que se pode estar a desperdiçar.

 

De acordo com a consultora Capital Economics o acordo feito entre o governo de Moçambique e os credores da dívida pública, faz com que o país caminhe de uma forma gradual para a recuperação.

"A negociação de um acordo entre Moçambique e os detentores dos títulos de dívida em incumprimento financeiro colocou o país no caminho da recuperação gradual, mas o crescimento será fraco até os novos projetos do gás estarem em funcionamento, em meados da próxima década", lê-se num texto publicado pelo Economia ao Minuto.

Os analistas dizem que apesar de os juros da dívida terem caído em novembro, no seguimento do anúncio do acordo, "o país ainda não está livre de perigo, o nível de dívida continua precário e a economia nacional é fraca".

Os especialistas concluem que a longo prazo, a taxa de crescimento vai provavelmente acelerar, alimentada pelos projectos de desenvolvimento de gás natural, que continuaram apesar da crise da dívida.

 

A Mozambique LNG 1, empresa criada para a exploração de hidrocarbonetos na Área 1 da bacia do Rovuma, assinou nesta semana, um contrato de compra e venda de gás natural, com a CNOOC Gas and Power Singapore Trading &Marketing Pte Ltd.

O anúncio foi feito ontem pela Anadarko Petroleum Corporation, operador da área 1 da bacia do Rovuma.

O contrato prevê o fornecimento de 1,5 milhão de toneladas de gás natural por ano, por um período de 13 anos.

Mitch Ingram, Vice-Presidente Executivo da Anadarko para o pelouro Internacional, Águas Profundas e Pesquisa, diz, através do comunicado enviado à nossa Redacção, que “o contracto dá ao maior importador de GNL (Gás Natural Liquefeito) da China, acesso aos recursos de gás de classe mundial da Mozambique LNG”.

“A Mozambique LNG está extremamente satisfeita por ter a CNOOC a bordo como um dos nossos clientes de base”, acrescentou Ingram.
 

 

 

Banco Central realiza prova de vida dos seus antigos funcionários a partir hoje. A medida visa desactivar esquemas de pagamentos de salários aos pensionistas que não fazem parte da instituição.

Entre 1 e 28 deste mês, todos trabalhadores reformados e titulares de pensão de sobrevivência do Banco de Moçambique, vão a prova de vida, indica o comunicado do Banco Central divulgado esta sexta-feira.
 
O processo de prova anual de vida, é com base nos termos do artigo 35 do Regulamento de Segurança Social Obrigatória dos Trabalhadores do Banco de Moçambique, aprovado pelo decreto n.° 65/2009, de 14 de Dezembro.
 
“Para o efeito, os trabalhadores reformados e titulares de pensão de sobrevivência deverão dirigir-se ao Departamento de Gestão e Desenvolvimento de Recursos Humanos do BM, na sede, ou às filiais da Beira, Nampula, Maxixe, Tete, Quelimane, Pemba e de Lichinga, munidos dos respectivos bilhetes de identidade”, refere o comunicado do Banco Central.
 
Os trabalhadores reformados deverão igualmente apresentar, no acto da prova de vida, documento de identificação do cônjuge, certidão de casamento, documentos de identificação dos filhos com idades até 25 anos e declaração escolar destes.
 
Na impossibilidade de deslocação, o pensionista deverá notificar, por escrito, o Banco de Moçambique, que se encarregará de confirmar a prova de vida.
 

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