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O País – A verdade como notícia

Pela primeira vez, a empresa de tecnologias Projenity irá fazer parte da maior feira de tecnologias, Moztech e a expectativa é grande, porque afinal, Moztech é espaço para visibilidade e troca de ideias. A Projenity é uma empresa que está no mercado há quase 10 anos e a cada ano busca reinventar-se.

O Director Geral da Projenity, Paulo Viola, assegura que vai participar da feira de tecnologias em máxima força para criar possíveis parcerias e interagir com os demais participantes.
“Apostamos e vamos trazer conceitos novos e diferentes.

A expectativa é criar interacção e expor aquilo que estamos a fazer e que achamos que é de bom que faz parte da evolução. A evolução digital e a transformação fazem parte de nós e tem muito a ver com o tema a ser discutido neste ano”, afirma Viola.

A empresa fez uma pesquisa em torno das edições anteriores de forma a buscar um posicionamento diferente na exposição. “Temos algumas surpresas porque fizemos alguma revisão das anteriores edições e não vimos o conceito que pretendemos trazer. Actualmente temos estado a trabalhar nisso, na verdade queremos trazer um conceito que toca a todos”.

Sobre a temática da Moztech para a 6ª edição: ‘’Transformação digital: Os desafios da nova era’’, é para a Projenity uma abordagem importante por tratar da realidade actual no mundo das tecnologias.

“Acho que é um tema fundamental. Penso que é uma abordagem certa para a realidade que estamos a viver. Tem a questão que deve ser muito abordada, que é a questão do crime cibernético, na verdade será algo que também iremos tocar”, disse.

A Projenity acrescenta afirmando que o tema veio no momento certo, porque a evolução tecnológica é contínua, por se estar a viver uma fase com diversos desafios e demandas, no mundo da tecnologia, que muitas pessoas não estão preparadas para responder. A empresa buscou formas de estar num mercado desafiador como o Moçambicano, por ser um espaço com limitações. A empresa toma um posicionamento de sofisticação dos seus serviços, porém o espaço nacional tem dificuldades de resposta. “O primeiro desafio é o nível de conhecimento dos clientes.

Muitas vezes fazemos formações e investigações de forma a buscar equipamentos mais actualizados, entretanto, o mercado ainda não está preparado, não permite a adesão aos equipamentos. Por exemplo, nós já temos equipamentos altamente evoluídos e o mercado ainda não está pronto para receber”, comentou.

O Director Geral da Projenity acrescenta que a economia ou seja a actual conjuntura económica é dos maiores desafios, no que diz respeito ao poder de compra de equipamentos. A Projenity é uma empresa que actua em Moçambique na área Informática, mais especificamente em Informática e Programação.

 

 

O Presidente da República, Filipe Nyusi, reuniu, esta terça-feira, com a direcção máxima da Anadarko. Após o encontro, o presidente da multinacional revelou que em Junho será anunciada a decisão final de investimento do projecto de Gás Natural Liquefeito da Bacia do Rovuma. Será um passo importante porque dará certeza de investimento.

Na ocasião, o CEO da multinacional, Al Walker, revelou que a Anadarko manteve encontro nesta segunda-feira com a Chevron, companhia que já tem acordo de compra da Anadarko, embora exista uma outra, nova, a Ocidental, que apresentou uma melhor proposta de compra.

Importa referir que já existem os contratos de compra e venda do gás natural a ser extraído na área 1 da Bacia do Rovuma, em Cabo Delgado, pelo consórcio liderado, actualmente, pela Anadarko que retoma, nesta quarta-feira, os seus trabalhos de construção que havia interrompido devido ao ataque de sua caravana por insurgentes, entre eles, de reassentamento das famílias abrangidas pelo projecto.

 

 

 

 

 

A empresa provedora de serviços de televisão, Internet e telefone, TVCABO, garante, mais uma vez, trazer novidades de inovação tecnológica para a 6ª edição da feira Moztech. Para a TVCABO, Moztech é o espaço adequado para ganhar visibilidade.

Desde a primeira edição que a TVCABO, marca pioneira na distribuição de dados e conteúdos por cabo no continente africano, participa nas feiras da maior feira de tecnologias do país. E a sexta edição não será excepção.

A directora da TVCABO em Moçambique, Raquel Cruz, referiu que, neste tipo de eventos sectoriais, a oportunidade de partilhar informação e experiências de negócio é exponenciada, contribuindo para repensar e gerar novas ideias. A avaliação só pode ser positiva.

No mesmo desenvolvimento, classificou MozTech como um evento de referência para as TIC no país. “A TVCABO não poderia deixar de estar presente para dar a conhecer o seu trabalho e para contribuir para o desenvolvimento do sector, com qualidade, proximidade e confiança, disse.

Das participações anteriores, grandes experiências ficam, porque a Moztech garante maior visibilidade a empresa TVCABO. Mais do que participar, há garantia de novidades na exposição.

“A nossa empresa é o único operado com 3Play em fibra óptica, em Moçambique, e com uma oferta integrada para o segmento corporate. Para 2019 teremos novidades”, revelou.

 A TVCABO descreve a feira de tecnologias Moztech como uma plataforma optimizada para ganhar visibilidade e publicitar marcas de tecnologias. “Participar na MOZTECH não é apenas uma forma de comunicar a nossa marca, mas também de contribuir para comunicar e enaltecer o sector. Para além de ser uma oportunidade única de reunir e ouvir as várias partes interessadas nas TIC, com todas as vantagens decorrentes da grande partilha de informação e experiências” explicou.

Para este ano, Moztech está a promover um debate em torno da ‘’ Transformação digital: Os desafios da nova era’’, e para a TVCABO, é um tema de actualidade. Acrescenta que a transformação digital é um desafio importante quer para o tecido empresarial, quer para a sociedade em geral. E acredita que o sector das telecomunicações é um dos motores da Transformação Digital, e com grande contributo para o desenvolvimento económico e social.

Para a TVCABO, 2018 foi um ano de crescimento e de forte aposta no desenvolvimento da qualidade dos seus serviços. Foram efectuados vários investimentos tecnológicos por forma a entregar o melhor serviço aos clientes. O alargamento da esfera de actuação também permitiu sedimentar o posicionamento de empresa integrada de comunicações.

A TVCABO iniciou a construção da sua rede em Moçambique em 1996, sendo neste momento detentora de uma moderna infra-estrutura de rede. A empresa provê serviços integrados de Televisão, Internet e Telefone.

250

Número de colaboradores da empresa TVCABO

50 Mil

Número de subscrições de clientes da TVCABO

“A TVCABO descreve a feira de tecnologias Moztech como uma plataforma optimizada para ganhar visibilidade e publicitar marcas de tecnologias”

 

 

Trabalhadores que recebem salário mínimo em Moçambique precisariam de mais quinze mil meticais para garantir a sua cesta básica. Segundo cabaz desenhado pela Organização dos Trabalhadores Moçambicanos (OTM-Central Sindical), a cesta básica actual custa 19 mil meticais, enquanto o salário mínimo é de apenas 4 467 meticais e 75 centavos.

São cálculos e mais cálculos! Uma verdadeira dor de cabeça para quem tem de racionalizar pouco mais de quatro mil meticais para comprar o que custa perto de vinte mil.

Balbina Buque, por exemplo, é dona de uma família com 7 membros, tem carro próprio e diz que em média gasta 15 mil meticais com os produtos e serviços básicos. Cerca de 4 mil abaixo do que é estimado pela OTM-CS para cinco pessoas.
 
Para tirar quaisquer dúvidas, a Organização dos Trabalhadores elaborou uma lista de produtos e serviços basicos indispensáveis para uma família moçambicana, onde também mostra os respectivos preços.
A lista inclui: Arroz, farinha de milhos, feijão manteiga, amendoim, peixe carapau, vegetais e legumes, pão óleo vegetal, açúcar amarelo, petróleo de iluminação, sabão bingo, transporte (duas deslocações diárias) e carvão.
 
Por pessoa, isto custa 5 864 meticais e para a média das famílias moçambicanas, que é de cinco, o custo mensal é 19.6336 meticais.

Como se pode ver, seria necessário que cada um dos cinco membros da família recebesse um salário mínimo para cobrir as despesas de todo o agregado.

 

O Indicador do Clima Económico (ICE) indica que a confiança dos homens de negócios abrandou no primeiro trimestre deste ano, face ao trimestre anterior, com os meses de Fevereiro e Março, a serem os mais influentes.

A conjuntura desfavorável da economia no período em análise deveu-se, à avaliação pouco abonatória da confiança nos sectores da produção industrial, de alojamento, restauração e similares, de transportes e armazenagem e de comércio, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Esta performance, suplantou, assim, as avaliações positivas das actividades de construção e dos outros serviços não financeiros.

A confiança no indicador de emprego registou uma queda ligeira nos primeiros três meses de 2019, em relação ao quarto trimestre de 2018, facto influenciado pela apreciação negativa observada nos meses de Fevereiro e Março.

Essa queda, segundo o INE, deveu-se em média à uma apreciação negativa da perspectiva de emprego no sector de alojamento, restauração e similares, bem como da produção industrial, apesar de registo de incremento da perspectiva de emprego nos restantes sectores no mesmo período em análise.

Refira-se, que em média, 30% das empresas inquiridas enfrentaram algum obstáculo no primeiro trimestre de 2019, o que representou um aumento de 3% de firmas com limitação de actividade face ao trimestre anterior.

Essa situação foi influenciada, principalmente, pelo aumento de empresas com dificuldades nos sectores de transportes (51%), alojamento, restauração e similares (35%), de outros serviços não financeiros (22%), bem como o sector de comércio (22%) que registaram um aumento da frequência relativa de empresas com algum obstáculo no seu desempenho no período de referência.

Em contrapartida, os sectores da construção (38%) assim como a produção industrial (32%) registaram uma redução de empresas com alguma limitação no seu desempenho normal.

 

 

Na análise da Conta Geral do Estado de 2017, o Tribunal Administrativo lançou um olhar à indústria extractiva, onde constatou a falta de certificação dos custos financeiros reportados pelas multinacionais.

Por exemplo, a Sasol reportou, em Dezembro de 2017, um saldo de custos recuperáveis no valor de 584.721.259 dólares. Entretanto, a conformidade deste valor não foi certificada pelo do Estado, uma prática que também se verifica quanto aos custos recuperáveis declarados pela Anadarko e Eni, duas petrolíferas que operam na bacia do Rovuma.

No seu parecer, o Tribunal Administrativo recomenda à tomada de medidas para “a certificação dos custos recuperáveis, o que vai permitir uma melhor projecção e planificação das receitas futuras do Estado na indústria extractiva.

Em Tete, o Tribunal Administrativo constatou que as instituições do Estado, nomeadamente o Instituto Nacional de Minas, a Direcção Provincial dos Recursos Minerais e Energia e as Alfândegas, não fazem a verificação das quantidades de carvão extraídas.

“É deficiente a interacção entre as instituições do Estado intervenientes no processo de medição do carvão mineral exportado, nomeadamente o Instituto Nacional de Minas, a Direcção Provincial dos Recursos Minerais e Energia e a Autoridade Tributária (Direcção da Área Fiscal de Tete, Unidade de Grandes Contribuintes de Tete e Alfândegas de Nacala-Porto), uma vez que há divergências entre as quantidades do carvão exportado, declarado nos relatórios mensais de produção e a informação apresentada pelas Alfândegas de Nacala-Porto”.

O Tribunal Administrativo critica ainda a Autoridade Tributária, o Instituto Nacional de Minas e Direcção Provincial dos Recursos Minerais e Energia de Tete por não estarem a fazer a avaliação dos custos logísticos de transporte do carvão e o respectivo armazenamento no Porto, apresentados nos relatórios mensais de produção e comercialização do carvão. Esses custos logísticos são descontados ao volume de vendas para se apurar a base tributável do Imposto de Produção do Carvão. E porque não fazem o seu trabalho, as instituições do Estado limitam-se a aceitar a informação apresentada pelas mineradoras.

Por isso, o Tribunal Administrativo recomenda que seja feita, de forma periódica, a monitoria, avaliação e inspecção da actividade mineira; que haja uma melhor articulação das instituições do Estado com vista a viabilizar os mecanismos de controlo da produção e comercialização do carvão; e que seja concretizada a criação e instalação da Alta Autoridade da Indústria Extrativa.

O relatório e parecer da Conta Geral de Estado de 2017 vai a debate na plenária da Assembleia da República na quarta e quinta-feira.  

 

A Autoridade Tributária diz que a expectativa de arrecadação de mais-valias da venda da  petrolífera Anadarko baixou. Amélia Nakhare explica que a petrolífera avançou que o processo de venda acarreta custos. Sobre a arrecadação de receitas para este ano, a presidente da Autoridade Tributária diz que as metas reduziram para 90 por cento.

Amélia Nakhare diz que ainda estão a ser feitos cálculos do valor que as autoridades moçambicanas poderão encaixar com a venda da Anadarko. Mas a empresa já se adiantou para amainar os ânimos do Estado moçambicano.
Enquanto reduzem as expectativas sobre as mais-valias, reduzem também as metas de arrecadação de receitas para este ano devido aos ciclones.

Com a devastação pelo Idai, o Governo anunciou facilidades aduaneiras e fiscais para os agentes económicos no centro do país e muito recentemente, estendeu as mesmas medidas para a zona norte, abalado pelo Kenneth.

 

 

A empresa de de tecnologias Novabase promete estar presente na 6ª edição da feira Moztech de forma activa e colaborativa para partilhar experiências, ouvir os participantes e parceiros como forma de definir caminhos melhores. A tecnológica Novabase é uma das participantes pioneiras da feira de tecnologias Moztech. A participar pela 6ª vez, este ano espera estar presente de forma diferente ou seja participar de forma colaborativa para partilhar experiências.

A directora geral da Novabase em Moçambique, Cláudia Cristóvão prometeu uma participação colaborativa no evento. “Este ano estaremos presentes de diferentes formas, desde a presença nas conferências trazendo oradores de diversas áreas, do Machine Learning ao Design, até às surpresas de realidade virtual que temos preparadas. No entanto, importa estarmos presentes de forma activa e colaborativa, partilhando experiência e know-how, mas sobretudo estarmos disponíveis para ouvir os nossos clientes, as outras entidades, os alunos, os restantes participantes, entendendo as vivências e opiniões, e decidindo em conjunto qual o melhor rumo e seguir”, disse.

Pela sua experiência, a Novabase avalia positivamente todas as anteriores edições, quer pela qualidade dos debates quer pela organização da própria feira. A tecnológica garantiu que as edições passadas da Moztech foram a garantia de qualidade e credibilidade do projeto, sustentado na variedade e experiência dos oradores e na organização da própria feira.

“A Novabase está presente desde o primeiro momento, ajudando a Moztech no seu projeto inovador e na promoção das diversas iniciativas, antes, durante e após a feira, dinamizando o mercado moçambicano das Tecnologias de Informação” destacou.

A 6ª edição da feira Moztech vai promover um debate em torno da ‘’Transformação digital: Os desafios da nova era’’, que para a Novabase é um tema abrangente e importante. Para a empresa, o tema deste ano é de extrema importância para os participantes, e parceiros, empresas e cidadãos de Moçambique. Pensar no futuro, nos desafios, constrangimentos e metas esperadas, é fundamental para perspectivar a nova era e melhorar o que se faz hoje.

“O tema transformação digital, o pensar novas formas de fazer negócios, pode trazer a África e a Moçambique em particular, uma oportunidade de diminuir as diferenças para os países mais desenvolvidos, uma vez que não há necessidade de investimentos massivos em infraestruturas” realçou.

Segundo a Novabase, nesta edição da Moztech, a preocupação com o crescimento inclusivo, refletido na discussão do papel da mulher na nova era, demonstra que as tecnologias diminuem barreiras, sociais e culturais, e que podem tornar a sociedade mais equilibrada.

“A nossa participação principal este ano é no painel da Inclusão Digital: O papel da mulher na era digital, onde contaremos com a nossa executive director, Carmo Palma. Sobre este tema, a Novabase Moçambique conta com um universo de 50% de homens e 50% de mulheres no total”.

A Novabase é uma uma empresa de tecnologia e sistemas de informação, cotada na bolsa de Lisboa e constituída por mais de 2000 colaboradores e vários escritórios espalhados por África, Europa e Médio Oriente. Moçambique é o maior escritório do grupo em África e   conta com um universo de 50% de homens e 50% de mulheres.

NOVABASE E SUA ACTUAÇÃO

A Novabase é a maior empresa Portuguesa de TIC, cotada em bolsa e constituída por mais de 2000 colaboradores e vários escritórios espalhados por África, Europa e Médio Oriente.
A Novabase tem consolidado a sua presença em Moçambique e é hoje considerada pelos clientes e parceiros como uma das empresas de referência em Sistemas de Informação no país.

O seu objectivo tem sido a dinamização das TIC em Moçambique, promovendo o emprego nacional e participando em projetos de muito relevo para a sociedade atual. Tem trabalhado sobretudo com grandes clientes do sector público, por exemplo na operação do Censos Moçambique ou na informatização dos impostos, mas também com clientes no setor privado da banca e telecomunicações.

Moçambique ainda precisa de dar passos largos a nível tecnológico, sendo que as TIC’S promovem o desenvolvimento económico e social. A Novabase, com os seus projetos e iniciativas, tem tentando colmatar este desvio e tornar o processo de aprendizagem mais rápido e mais fácil.

 

Na manhã de hoje, o presidente do Conselho de Executivo da Moztech, Daniel David, e a directora do Programa de Desenvolvimento Espacial, Judite Simeão, juntaram-se para assinar um memorando de entendimento que tem como objectivo garantir a cobertura e divulgação dos serviços e do funcionamento do Programa de Desenvolvimento Espacial.

Para o PCE da Moztech, Daniel David, o papel da Moztech é o de divulgar a marca e dar a conhecer a todas as instituições o seu importante papel social e económico.

No entender da directora do Programa de Desenvolvimento Espacial, que faz parte do Ministério dos Transportes e Comunicações, a parceria com a Moztech vai contribuir para o crescimento do número de utilizadores da plataforma. 

O Programa de Desenvolvimento Espacial vai fazer parte da VI edição da maior feira de tecnologias do país, a Moztech, que se realiza nos dias 15, 16 e 17 de Maio.

 

 

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