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O País – A verdade como notícia

Os preparativos para o arranque da sexta edição da maior feira de tecnologias do país, Moztech, decorrem a um bom ritmo, com detalhe e rigor para proporcionar momentos inesquecíveis em matéria de tecnologias.

O evento, pela primeira vez, vai decorrer na arena 3D, no Distrito Municipal da Ka-Tembe, na cidade de Maputo. A 5 km da ponte Maputo-Katembe, num percurso feito em 5 minutos de carro, no local onde se vai acolher a feira de tecnologias trabalha-se afincadamente para proporcionar o melhor ambiente aos expositores, nacionais e estrangeiros, bem como aos conferencistas e visitantes.

A Arena 3D tem uma área de mais de dois mil metros quadrados e com capacidade para acolher mais de três mil pessoas, bem como uma área reservada à restauração.

Quando faltam três dias para o arranque da Moztech, os 50 stands que vão acolher a exposição já estão montados. Isaac Fernandes, que está afrente da organização, garante que a execução dos trabalhos está acima de 80%.

O local é de fácil acesso e a expectativa é maior para a sexta edição da Moztech.

Ora, a segurança é elemento fundamental quando se trata dum evento da magnitude da Moztech e, neste aspecto, tudo está acautelado.

A sexta edição da Moztech será nos dias 15, 16 e 17 do mês em curso.

 

 

 

 

 

O governo quer que Moçambique conste do mapa dos maiores produtores de algodão. Mas no terreno, este desafio afigura-se difícil, uma vez que as metas tendem a baixar, segundo avançou na cidade de Tete, o ministro da Agricultura e Segurança alimentar durante um encontro que junta o executivo e produtores de algodão.

Para este ano, o sector espera produzir 60 mil toneladas contra 66 mil do ano passado.

“Para a presente campanha foi planificada uma produção de cerca de 60 mil toneladas de algodão caroço envolvendo 170 mil famílias produtoras numa área total de 100 mil hectares, números que estão a baixo daquilo que são os nossos anseios.

Por tanto, ainda estamos longe daquilo que é o potencial que essa cadeia de valor nos pode dar”, disse o ministro da Agricultura e Segurança Alimentar, Higino Marule.

O ministro avançou ainda algumas acções do governo visando alterar o actual quadro sombrio em relação a produção do algodão.

“A reativação da fábrica e descaroçamento de algodão em Xai-Xai que esperamos que impulsione a produção do algodão do caroço na zona sul; A inauguração da fábrica de fertilizantes na cidade da Beira entre outros benefícios que poderão contribuir no melhoramento dos solos que vem se desgastando ao longo dos anos pelo cultivo intensivo dessa cultura; A instalação de uma fábrica de processamento do óleo de cimento de algodão em Montepuez, na província de Cabo Delgado", acrescentou. 

Ainda no encontro deverá ser discutido o preço de comercialização do algodão que actualmente ronda entre 16 a 23 meticais por quilo.

 

Todos os distritos do país terão até ao fim deste ano pelo menos uma agência bancária, assegura, o Presidente da República.

Há quatro anos, o Governo lançou o projecto "Um Distrito, Um Banco", com o objectivo de acelerar a bancarização no país. Ao longo dos anos, as metas definidas pelo Executivo têm vindo a ser alcançadas. Nesta sexta-feira, a missão foi cumprida, na província de Inhambane, com a inauguração do primeiro banco no distrito de Funhalouro, uma cerimónia dirigida pelo Presidente da República, Filipe Nyusi.

Na ocasião, o Chefe de Estado mostrou preocupação com o facto de, nas zonas rurais, um terço da população continuar a gastar três horas e por vezes um dia, para chegar a um banco. Face ao cenário, foi lançado em 2016, o projecto Um Distrito Um Banco que já tem resultados.

Com o investimento, o Governo prevê ter retornos financeiros a médio e longo prazo, resultantes da renda que os bancos deverão pagar, valor que será reinvestido. O PCE do BCI, banco que inaugurou agência, nesta sexta-feira, em Funhalouro, considera que o projecto é uma mais-valia para a banca nacional e para a economia.

Já os residentes de Funhalouro respiram de alívio, porque, com a nova agência, vão poupar esforços e reduzir despesas.

"Um distrito, Um Banco" é um projecto implementado pelo Ministro da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural, dirigido por Celso Correia, presente em Funhalouro, através do Fundo Nacional de Desenvolvimento Sustentável.

Filipe Nyusi quer todos estejam alinhados para enfrentar processo eleitoral

Num ambiente de festa, milhares de membros da Frelimo, em Inhambane, receberam o presidente do partido na tarde desta sexta-feira para uma reunião breve de concertação. Com cânticos e dança, os órgãos sociais e as bases do partido manifestaram apoio incondicional à candidatura de Filipe Nyusi às eleições presidenciais de 15 de Outubro.

Filipe Nyusi orientou os membros do partido a estarem coesos e alinhados rumo ao pleito eleitoral. Nyusi considera ainda que a vitória é certa. A reunião do partido, na província de Inhambane, acontece poucos dias após a realização do Comité Central da Frelimo, na cidade da Matola, que teve como a palavra de ordem a coesão interna.

 

A Exi junta-se a empresa de tecnologias Verde Azul para juntos participarem na feira de tecnologias Moztech. A parceria tem como objectivo a apresentação de um novo produto tecnológico para o mercado.

Um balanço positivo da última participação na feira de tecnologias Moztech levou a Exi a garantir mais uma vez a sua participação.

Desta vez numa perspectiva diferente, porque mais do que participar, a EXI vai apresentar novas ideias de tecnologias em parceria com a empresa Verde Azul. Uma parceria que mostra objectivos em comum entre a Exi e a Verde azul.

A EXI tem como objectivo oferecer soluções e serviços na área de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) para médias e grandes empresas, ONGs e o Governo de Moçambique. E a Verde Azul é uma empresa que se dedica a desenvolver e avaliar projectos que contribuem para retornos financeiros sustentáveis.

 

O Governo revê em baixa o crescimento económico para este ano. As novas projecções apontam para um incremento do PIB entre 2 e 2.5 por cento, contra a previsão inicial de 4.7 por cento.

Os efeitos dos ciclones tropicais idai e Kenneth, que arrasaram as regiões Centro e Norte do país, respectivamente, já se fazem sentir nos indicadores macroeconómicos. O Banco Central, na sua última sessão de política monetária, já alertara para um resfriamento da economia este ano.

Hoje, chegou a confirmação do pior dos cenários. O Executivo de Maputo reviu em baixa o crescimento do Produto Interno Bruto para até 2.5 por cento em 2019, contra a previsão inicial de 4.7 por cento. Contudo, e apesar dessa desaceleração, o Fundo Monetário Internacional antevê uma recuperação da economia no próximo ano, segundo Ari Aisen, Representante-residente/ da instituição.

Aisen recomendou, no entanto, a manutenção da actual política monetária do Banco de Moçambique.

Os dados foram avançados hoje, em Maputo, durante o Economic Briefing promovido pela CTA, sobre a conjuntura actual e perspectivas económicas de 2019, num contexto dos desastres naturais que assolaram o país.

 

 

A Electricidade de Moçambique aponta para a limitada capacidade de produção, má gestão de negócios e dívida insustentável como os maiores obstáculos para a melhoria do desempenho da instituição.

Mapear e colocar os trabalhadores onde podem ter melhor desempenho profissional tem sido uma das estratégias do novo Conselho de Administração da EDM para a sua fortificação. Entretanto o PCA, Aly Sicola, diz que isto daria melhores resultados se a empresa não estivesse nas más condições em que se encontra agora.

Aly Sicola falava, esta quinta-feira, na abertura da Reunião Nacional de Balanço das Actividades da EDM em 2018. Um ano em que a EDM não atingiu as metas em termos de novas ligações, tendo-se fixado em 86 por cento. Mas em comparação com o ano anterior houve melhorias.

Para já as metas deste ano poderão estar também comprometidas devido à ocorrência de dois ciclones no país, Idai no centro e Kenneth no norte o que precisou de um investimento adicional da parte da empresa.

A Reunião Nacional de Balanço vai durar dois dias e além de fazer balanço, vai traçar estratégias de acção para este e próximos anos.

 

 

O Millennium bim vai mais uma vez fazer parte da feira de tecnologias Moztech. Para esta edição, o banco garante que vai anunciar novos serviços tecnológicos bancários para o público e apela a presença massiva.

Uma das empresas pioneiras, cuja história se confunde com a criação da maior feira de tecnologias Moztech. O Millennium bim participa no evento desde a primeira edição. Para o Millennium bim, a Moztech é um fórum que fazia falta para o sector da tecnologia em Moçambique.

“A Moztech é um fórum onde se debatem temas de tecnologias de informação e comunicação, que fazia falta em Moçambique. É também um ponto de encontro para as pessoas que se preocupam com esta área, porque as tecnologias estão presentes em tudo que são as nossas actividades diárias, da banca, da indústria e aos serviços” disse o administrador do Millennium bim, Jorge Octávio.

Jorge Octávio acrescenta que a Moztech é a plataforma adequada para anunciar serviço e produtos, e mais, trazer a debate as questões relacionadas com a literacia tecnológica, numa altura em que a cobertura de serviços de internet abrange uma minoria quer nas zonas urbanas quer nas zonas rurais.
O Millennium tem uma expansão territorial abrangente e pretende alargar os seus serviços de tecnologia para todos os pontos. O administrador do banco anunciou novos serviços que serão conhecidos na feira.

“Estamos presentes em todos os distrito de Moçambique e na vertente digital queremos algo semelhante, queremos estar presente onde está o cliente. Temos criado ofertas para a banca electrónica, nomeadamente os sites de internet para empresas e para particulares, as soluções mobile que temos para o IZI e smart IZI para particulares e várias outras formas de interacção”, explicou.

Para a 6ª edição da feira Moztech, o Millennium bim garante vai anunciar novos serviços ou seja mais um canal de interacção para os clientes como uma forma de alcançar os clientes aonde quer que estejam. O administrador do Bim lançou um convite a todos ao público.

A 6ª edição da feira Moztech vai promover um debate em torno da ‘’Transformação digital: Os desafios da nova era’’, que para o BIM é um tema abrangente e importante, por ser um tema que está na ordem do dia devido ao actual panorama e as vulnerabilidade a que as pessoas estão expostas.

“É um tema que está na ordem do dia, por se tratar de transformações digitais. Há boas e más razões que justificam isso. Nós falamos da internet das coisas, a nossa capacidade de controlar o que temos em casa, a capacidade de controlar ou falar com qualquer pessoa no mundo, enfim. São coisas que podem transformar a nossa vida, sob ponto de vista de simplificação, mas é preciso olhar não apenas para as vantagens e olhar para os riscos que acarreta, por exemplo a privacidade é um aspecto a ter em conta, nós deixamos nas redes sociais coisas que podem ser usadas contra nós”, explicou.

Com quase 25 anos no mercado moçambicano, o Millennium bim fez uma avaliação sobre o seu desempenho no ano 2018, a julgar pela conjuntura económica, foi um ano difícil. O Millennium bim conta com mais de 500 ATM’s, mais de 8 mil POS’s e Mais de 300 agentes bancárias em todo território nacional.

Dois meses depois da morte de nove garimpeiros devido ao desabamento de uma mina artesanal, a Montepuez Ruby Mining (MRM) volta a manifestar preocupação com o aumento de incidentes que resultam na perda de vidas humanas na sua concessão.

Em todas as situações, a mineradora britânica afirma ter prestado assistência humanitária e operações de resgate. A resposta da MRM inclui ainda a sinalização da área como forma de alertar para o perigo da mineração ilegal e sensibilização das comunidades locais e funcionários do governo.

Em comunicado de imprensa, a MRM diz que dados recolhidos no terreno revelam a existência de consórcios de organizações criminosas que gerem a mineração ilegal e “contribuem para a existência da escravatura moderna nesta actividade”.

Os dados revelam ainda que a maioria dos garimpeiros identificados é proveniente de Nampula, província que fica a 400 quilómetros de Montepuez. “Os garimpeiros, na sua maioria jovens, são normalmente recrutados por líderes ou intermediários bem financiados (baseados em Montepuez, Pemba e Nampula) que se aproveitam da pobreza e do desemprego, atraindo-os com promessas de fortunas na mineração de rubi”, diz o comunicado da mineradora britânica que explora rubi em Montepuez.

A actividade é tão actrativa que alguns jovens pagam aos “grupos criminosos” para serem integrados no garimpo de rubi. Os “consórcios criminosos” fornecem transporte para Montepuez, comida e alojamento no local de trabalho. Caso os garimpeiros não possam pagar antecipadamente, eles são obrigados a pagar pelo trabalho, situação que os coloca numa situação de dependência em relação aos líderes do garimpo.

“Os garimpeiros são levados aos poços de mineração ilegal e sujeitos a condições desprezíveis e altamente inseguras de trabalho, recebendo ferramenta, comida, água e alojamento. As pedras preciosas recuperadas pelos garimpeiros devem ser vendidas através do consórcio para um chefe superior e o garimpeiro recebe apenas uma fracção das somas envolvidas. E tendo dívidas com o consórcio e sem dinheiro disponível, os garimpeiros não podem voltar livremente às suas casas”, explica a MRM.

Além de criar prejuízos à concessionária da área, a pesquisa concluiu que o fluxo de garimpeiros prejudica o tecido social das comunidades locais, devido ao abuso de álcool e drogas, violência doméstica e sexual e problemas ambientais.

A MRM afirma que tem estado a colaborar com o Ministério dos Recursos Minerais e Energia, governo de Cabo Delgado e administração de Montepuez para identificar os patrocinadores do garimpo de rubi e reduzir o risco e a exploração dos grupos vulneráveis.

A terminar, a concessionária britânica faz notar que uma investigação profunda será necessária para identificar os intermediários, os promotores da actividade de mineração ilegal que operam nas comunidades locais, os seus financiadores – que normalmente são compradores estrangeiros de pedras preciosas, e que as medidas legais a tomar.

 

Moztech assinou um memorando de entendimento com a empresa Municipal de transporte público rodoviário de Maputo, que visa garantir transporte para os participantes da feira Moztech

Este ano a feira de tecnologias será realizada na Arena 3D, no distrito Municipal da Katembe, e por isso, para garantir a mobilidade dos participantes, a Moztech rubricou um acordo de cooperação com a Empresa Municipal de Transportes rodoviários de Maputo.

Na ocasião o Presidente do Conselho executivo da Moztech, Daniel David, assegurou que este acordo representa o início de uma parceria a longo prazo.

“Decidimos criar condições sustentáveis para transportar todos os visitantes à Arena 3D, em Katembe, que é o local onde vamos organizar os nossos eventos, principalmente aqueles eventos que implicam a movimentação de maior número de pessoas”, referiu.

Daniel David referiu que a feira Moztech será o primeiro projecto a beneficiar do contrato com a EMTPM, porém garante que há muitos projectos que vem pela frente, cuja necessidade de transporte poderá ser importante.

“Vamos começar com Moztech, mas há muitos eventos que ainda vem pela frente, como é o caso do Mozgrow, Mozkidz, Mozefo e muitos outros projectos que o grupo está a realizar. A criação dessas condições é uma âncora de vantagem competitiva para o cidadão, por poder deixar o seu carro e transportar-se no veículo colectivo da EMTPM, de uma forma segura que lhe garanta uma circulação eficiente e eficaz, com horários e condições exigidas para os nossos clientes da Arena 3D”.

O primeiro transporte compreende as rotas Museu – Hcm – Eletricidade De Moçambique- Ronil- Belita-Estátua/Xima – Fajardo; E O Segundo: Ponte/Cais Maputo – Praça Dos Trabalhadores – Cruz Azul – Cine Africa –  Guerra Popular –  Bombas – Fajardo.

O Presidente do Conselho de Administração da EMTPM, Lourenço Albino, reiterou a missão da sua empresa, mediante o contrato assinado. “A missão da EMTPM é de ajudar as pessoas a deslocarem-se de um lugar para o outro e no caso vertente, nós aceitamos ajudar a Bright a deslocar-se para os diferentes eventos que for a realizar e já de imediato para o caso da Moztech”.

A EMTPM referiu ainda que, a empresa vai aplicar todas as exigências, inteligência e sabedoria para a concretização dos acordos firmados.

O grupo cultural da EMTPM também foi convidado a fazer parte da VI feira de tecnologias Moztech para mostrar o seu talento.
A feira Moztech tem como objectivo, fomentar a cultura tecnológica como pilar para o crescimento e desenvolvimento económico em Moçambique, criar um espaço de debate, interação e troca de experiências entre os diferentes sectores da sociedade, proporcionar às instituições públicas e privadas um espaço para networking e oportunidade de negócio e reconhecer instituições, empresas ou pessoas singulares que contribuíram para o desenvolvimento tecnológico de Moçambique e potenciar o empreendedorismo tecnológico.

 

 

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