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O País – A verdade como notícia

O Actor e activista ambiental brasileiro, Mateus Solane, defendeu hoje a introdução de matérias ambientais nos currículos escolares, como forma de elevar a consciência da protecção ao meio, por parte dos cidadãos.

Falando num dos painéis da plataforma Mozefo Young Leader, Solano considera fundamental que os jovens tenham uma consciência ambiental, mas diz haver a necessidade de se fazer muito mais, para que a causa da protecção do meio ambiente seja uma das prioridades.

“A consciência (ambiental), apenas, não tem dado tantos resultados quanto seriam necessários…por isso acho que é fundamental que a educação ambiental esteja em todas as matérias” disse o actor.

Intervindo, directo do Brasil, através das plataformas digitais, num painel que tinha como tema “Juventude Amiga da Natureza”, Solano trocou ideias e perspectivas com dois jovens moçambicanos activistas ambientais, sobre o amor pela natureza.

Uma Política clara da Juventude e vontade de quem governa são apontados como sendo cruciais para garantir uma maior participação da juventude nos processos de tomada de decisão. Esses pensamentos foram deixados, hoje, no painel que juntou maioritariamente jovens ligados aos partidos políticos.     

 

Cidadania e participação política dos jovens foi o tema do Mozefo Young Leaders que juntou representantes das Ligas da Juventude dos três partidos políticos com representação na Assembleia da República, nomeadamente a Frelimo, Renamo e MDM, mas foi na voz de Lorena Mazive, do Instituto para Democracia Multipartidária que veio a crítica. Na visão da jovem activista, em Moçambique, assiste-se uma fraca integração dos jovens nos lugares de liderança porque a elite política é constituída por adultos que não se revêm nos problemas da juventude. É por isso, importante que haja vontade política para que este cenário seja mudado.

Chamado a intervir, Isamel Nhacucué, da Liga da Juventude do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) defendeu que o que está a falhar é a falta de uma política clara que garanta a participação activa dos jovens no seu todo, sem nenhum tipo de discriminação. Para Nhacucué é importante que haja um documento que possa guiar os decisores em relação às questões da juventude “porque o que temos notado é que a Política da Juventude é alterada a cada ciclo de governação”.

Por seu turno, Ivan Mazanga da Liga da Juventude da Renamo descreveu que o seu partido sempre preocupou-se com a causa da juventude tendo-se socorrido a exemplos internos. “Na legislatura passada, tivemos uma Chefe de bancada jovem a liderar mais de 80 deputados. Eu também sou exemplo disso ”

Já Hendro Nhavene da Frelimo falou da importância do sistema de cotas como um exemplo para a participação política dos jovens no seu partido.

Os intervenientes reiteraram ainda a necessidade dos jovens filiados aos partidos políticos serem a voz dos jovens sem voz.

Do Mozefo Young Leaders, Carlos Mussanhane, administrador de Mabote, Inhambane, aproveitou para dar o “puxão de orelha” aos jovens. Para este dirigente, não basta ser jovem para exigir direitos

 

Carlos Mussanhane foi um dos painelistas convidados ao tema: “Jovens excluídos por assimetrias geográficas”, que teve no jornalista Boaventura Mucipo o moderador.

“Não basta o benefício etário para exigir direitos. O jovem tem de combinar o benefício etário à capacidade e competência”.

Mussanhane defende que é preciso consciecializar as pessoas que não são beneficiárias de apoios, mas são todas participantes activos no processo de criação da renda.

“O maior investimento que temos neste momento e a construção de um pensamento comum. Nós queremos coisas que produzam renda. Estamos neste momento a dar cesta básica a certas pessoas, o que não nos agrada”, avança, acrescentando que “precisamos produzir internamente para reduzir as importações e desenvolver Mabote”.

Por sua vez, a administradora de Namaacha, Suzete Dança, defende que não há desenvolvimento possível sem o saber fazer.

“Para que haja inserção, há pressupostos que têm de ser levados em conta, como formação técnico-profissional, o que temos estado a privilegiar para que o jovem adquira, onde esteja, o saber fazer”.

Diz mais, que a descentralização do poder é uma das formas de redução de assimetrias.

“Ao estruturar-se o Governo a nível central com serviços direccionados, como Secretaria do Estado da Juventude de Emprego, já se tem um objectivo por alcançar. A estrutura criada vai descer até ao distrito, possibilitando a redução de assimetrias”.

Termina assegurando que a população moçambicana é maioritariamente jovem, por isso não tem como fazer planos sem olhar para esta faixa etária.

Durante 50 minutos, oradores convidados à terceira edição do MOZEFO Young Leaders debateram sobre o tema “Voluntariado e activismo juvenil”. A contar para o segundo painel deste primeiro dia da iniciativa da Fundação SOICO, a sessão contou com a presença em estúdio de Osvaldo Mauaie, do Conselho Nacional do Voluntariado, e Benilde Mourana, activista social. Além dos dois intervenientes, igualmente, fez parte da discussão Carla Frey, activista social com experiência adquirida em Moçambique e na América Latina.

 

Durante as suas intervenções, em geral, os três oradores do segundo painel desta edição do MOZEFO Young Leaders mostraram-se de acordo em relação a várias questões. Por exemplo, no que se refere à necessidade de valorização do voluntário. O primeiro a intervir no painel foi Osvaldo Mauaie, quem entende que, para se exercer tal função, é fundamental haver no interessado uma combinação de paixão e amor pelo próximo. Só assim, para Mauaie, é possível o voluntario ter impacto na sociedade.

De acordo com o representante do Conselho Nacional do Voluntariado, no país existe um desafio de se compreender a importância da função de voluntário. “Muitos pensam que ser voluntário é ser desempregado, para preencher espaços. Nós podemos ser voluntários a título individual, no nosso bairro, com acções simples, mas também a nível das organizações”.

Moçambique possui cerca de 150 organizações registadas no Conselho Nacional do Voluntariado. O problema não está no interesse ou envolvimento dos jovens. Para Mauaie, o que deve acontecer é a materialização urgente do que a Lei do voluntariado prevê. Por exemplo, que toda entidade deve garantir que voluntários não usem valores do próprio bolso para exercer a actividade. “Muitas vezes, apela-se aos voluntários a participarem com os seus recursos. Temos de ver como desenvolver apoio para os voluntários. Como país, podemos fazer muito mais nesta área, de modo que se invistam nas boas acções que muitos jovens possuem sem recursos de implementar”.

Se se conseguir fazer o que a lei do voluntário prevê, adianta Mauaie, o país vai conseguir atrair mais voluntários. “Temos várias pessoas que querem se envolver e contribuir, mas a falta do básico, por exemplo, para transporte, é um entrave. Por isso, estamos a discutir com a Secretaria da Juventude e Emprego para transformar a tarefa do voluntariado em experiência profissional, pois temos muita gente competente nesta área que não é levada a sério. Aliado a isso, há um conjunto de questões de logísticas que algumas entidades ainda não percebem no que toca à comunicação, transporte, alimentação e mobilização dos jovens activistas. É preciso investir mais nos voluntariados”.

Ora, segundo defendeu Benilde Mourana, o país ainda não percebe o que é activismo social. “Para mim, o activismo é o meu trabalho. Vai além de um emprego que exerço, esperando por remuneração”. Para a activista, “Voluntariado” é um tema esquecido no país, e essa tarefa implica olhar para o próximo com empatia, altruísmo e solidariedade.

Na sua intervenção, Benilde Mourana criticou as acções egocêntricas partilhadas nas redes sociais por aqueles que se consideram voluntários ou activistas sociais. A seguir, explicou: “nós trabalhamos pelas mudanças construtivas para o país. Enquanto activista, posso ser voluntária. O activista precisa de voluntários, até porque nós não temos capacidade financeira, daí que vamos atrás de quem pode fazer um trabalho gratuitamente”.

Benilde Mourana disse que o país consegue mais voluntários estrangeiros do que moçambicanos. Geralmente, são estudantes de final de curso que vêm com alguma recomendação. “Temos de ter mais atractivos para os voluntariados. Por exemplo, os que vêm de fora têm ajuda dos seus países. Tudo o que eles vêm fazer cá, é aproveitado lá fora e tem relevância. Se calhar, nós não sabemos como valorizar o voluntariado. Por exemplo, o dia do Idai, 14 de Março, podemos o transformar em dia do voluntariado, para ensinar as crianças e a sociedade o seu valor. Nesse dia, podíamos ir à rua, sem necessidade de importarmos datas desse tipo. Nunca teremos datas como Idai no que diz respeito ao amor ao próximo, com uma onda de solidariedade notável. Se não capitalizarmos isso, vamos continuar a receber pessoas voluntárias que vêm buscar experiência que contribuem para o desenvolvimento dos seus países”.

A activista reiterou a necessidade de as escolas terem um dia de voluntariado, para mostrar as crianças a importância da actividade. O mesmo nos bairros. Depois, rematou: “As acções do voluntariado devem contar para o CV, e devemos pensar no voluntariado além do factor religioso e político. Temos de olhar para acção e não para as cores do partido ou para fé”.

A terceira e última interveniente do painel foi Carla Frey, activista social com experiência em Moçambique e na América Latina. À imagem do que afirmou Benilde Mourana, Carla Frey realçou que no país se trabalha mais com voluntários estrangeiros, que vêm com segurança e com condições de trabalho na causa social, como na área da saúde ou da agricultura. “Os que vêm estão protegidos pelo governo que lhes traz”, afirmou.

Embora reconheça que muitos vêm de boa-fé, a activista social chamou atenção para uma minoria que entra no país com outras intenções. Por isso, alertou para o perigo aí existente.

Convergindo com os seus colegas de painel, Carla Frey sublinhou que a partir do estímulo da sociedade, o voluntario, que investe tempo e capacidade intelectual, terá um impacto em Moçambique. “Penso que não se fala muito em voluntariado, em Moçambique, pois há ainda um receio por parte dos interessados. Voluntariado é um compromisso e, assim sendo, precisamos de dar mais atenção a este termo. Outra coisa, existe voluntários moçambicanos que actuam no estrangeiro, mas, quando regressam, não são considerados com experiência profissional nessa área”. Diante de tal constrangimento, os três oradores defenderam a necessidade de investir mais no voluntariado, com acções que lhes possa atrair. Assim, acreditam, as suas obras terão o já referido impacto na vida social nacional

Jovens moçambicanos são chamados a activar o “empreendedorismo político” e ter maior participação nas tomadas de decisões sobre a governação do país. Os oradores do segundo painel do Mozefo Young Leaders apontaram que os jovens não estão a exercer na plenitude os seus direitos.

 

Com tema: “Da conquista dos direitos ao exercício da cidadania”, o primeiro painel do Mozefo Young Leaders que arrancou esta segunda-feira, falou dos desafios da juventude moçambicana num contexto de integração socioeconómica a nível global.

O activista Osman Cossing defendeu que os jovens devem ser mais proactivos e activarem o “empreendedorismo político” e ter maior participação na vida política, para que não sejam excluídos dos processos de desenvolvimento do país.

A fraca participação nos órgãos de decisões dos destinos do país é bem patente na distribuição dos 250 assentos da Assembleia da República (AR) e várias Assembleias Provinciais.

“Nos últimos três mandatos, por exemplo, os jovens passaram de 46 para 40 e hoje temos apenas 17 jovens na nossa Assembleia da República. Quer dizer, num universo de 250 deputados apenas temos 17 jovens e esta mesma análise pode-se fazer para níveis mais locais como Assembleias Provinciais onde num universo de pelo menos 630 temos apenas 60 ou 62 jovens. Isso é um grande desafio”, apontou Osman Cossing.

Por sua vez, a procuradora Nélia Correia defendeu que Moçambique deve aproveitar o facto de ser um país jovem para aprimorar o exercício da cidadania e colocar os jovens na linha da frente no que toca ao desenvolvimento do país.

E mais, Correia deixou ficar algumas críticas às políticas públicas, em particular, as de emprego.

“Eu vejo que o jovem é sempre tratado na terceira pessoa, como se fosse alguém que socialmente já está enquadrado. Eu quero abrir um negócio, estamos sempre aí a ouvir falar de empreendedorismo jovem…no entanto, qualquer jovem que saia de qualquer bairro e vai bater a porta do banco primeiro obstáculo em que ele se depara é o facto de ser jovem, não oferece credibilidade, não têm garantias, se calhar a formação que ele tem não é muito boa e depois dizem que existe a IPEME…existe sim senhora, mas quantos jovens conhecem a IPEME? Nós não temos planos bonificados para os jovens, não temos plano bonificado para facilitar o acesso à habitação, não temos planos bonificados para permitir que esses jovens se tornem empresários e acesso ao autoemprego”, indicou Nélia Correia, acrescentando, que esta camada social deve ser vista como o presente e não o futuro do país.

Na mesma linha de pensamento, a jurista e oficial do Alto-comissariado das Nações para os direitos humanos em Moçambique Unidas, Ivete Mafundza, indicou que é preciso promover os direitos humanos, observando, contudo, os tratados ou convenções internacionais.

“É olhar para todos tratados internacionais que Moçambique é parte. Dos nove tratados mais ou menos sete Moçambique ratificou. Isso exige que o país defenda esses direitos e nós apoiamos ao Estado moçambicano para que possa proteger esses mesmos direitos”, explicou Ivete Mafundza.

Da política aos direitos humanos, a oficial de programas para cultura na Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (UNESCO), Ofélia da Silva, apontou a falta de conhecimento dos jovens como lacuna para o exercício da cidadania em Moçambique.

“Há um problema de diálogo, advocacia, conhecer os próprios programas, obrigações do Ministério da Cultura para os jovens”, referiu a oficial de programas para cultura na UNESCO.

Os oradores do segundo painel da terceira edição do Mozefo Young Leaders apontaram que os jovens não estão a exercer na plenitude os seus direitos.

O Secretario do Estado da Juventude e Emprego, Oswaldo Petersburgo, reiterou hoje que o Governo vai continuar a trabalhar no sentido de trazer soluções para solucionar os desafios da juventude moçambicana.

Petersburgo, que falava na sessão de abertura da Terceira edição do Mozefo Young Leaders, destacou o papel que os jovens moçambicanos tem estado a desemopenhar na prossecução dos seus objectivos e do país, através dos vários fóruns e mecanismos associativos e profissionais e assegurou que o Governo vai continuar a fazer a sua parte para criar um ambiente favorável e oportunidades para a juventude.

O Secretário de Estado destacou a aprovação de políticas públicas dirre direccionadas para a juventude que foram aprovadas pelo parlamento, como alguns exemplos.

Sobre o Mozefo Young Leaders, Petersburgo considerou ser evento que vai criar espaço para os jovens se evidenciarem ao mundo, expressando as suas ideias sobre oportunidades de emprego.

“O Mozefo Young leaders e um espaço em que podemos colher e trocar experiêncais e acontcece num momento histórico para o país com a celebração dos 45 anos da independência nacional. Igualmente acontece num momento em que estamos deparar-nos com a pandemia da Covid-19, sendo que o sector privado está a adaptar-se ao novo normal” disse Petersburgo, deixando a seguir um alerta aos jovens.

“Queremos chamara atenção para a attitude dos jovens na prevençãoo da doença. Esta doença é letal, por isso devem leva-la a sério” alertou.

O Secretario do Estado da Juventude e Emprego, Oswaldo Petersburgo, reiterou hoje que o Governo vai continuar a trabalhar no sentido de trazer soluções para solucionar os desafios da juventude moçambicana.

Petersburgo, que falava na sessão de abertura da Terceira edição do Mozefo Young Leaders, destacou o papel que os jovens moçambicanos tem estado a desemopenhar na prossecução dos seus objectivos e do país, através dos vários fóruns e mecanismos associativos e profissionais e assegurou que o Governo vai continuar a fazer a sua parte para criar um ambiente favorável e oportunidades para a juventude.

O Secretário de Estado destacou a aprovação de políticas públicas dirre direccionadas para a juventude que foram aprovadas pelo parlamento, como alguns exemplos.

Sobre o Mozefo Young Leaders, Petersburgo considerou ser evento que vai criar espaço para os jovens se evidenciarem ao mundo, expressando as suas ideias sobre oportunidades de emprego.

“O Mozefo Young leaders e um espaço em que podemos colher e trocar experiêncais e acontcece num momento histórico para o país com a celebração dos 45 anos da independência nacional. Igualmente acontece num momento em que estamos deparar-nos com a pandemia da Covid-19, sendo que o sector privado está a adaptar-se ao novo normal” disse Petersburgo, deixando a seguir um alerta aos jovens.

“Queremos chamara atenção para a attitude dos jovens na prevençãoo da doença. Esta doença é letal, por isso devem leva-la a sério” alertou.

A coordenadora residente das Nações Unidas em Moçambique, Myrta Kaulard, destacou, na sua mensagem da abertura oficial da presente edição do MOZEFO Yaoung Leaders, a importância da plataforma para o envolvimento da juventude no progresso do país, tendo dito que os jovens são o motor e o cérebro do desenvolvimento sustentável.

Na sua intervenção, Myrta Kaulard falou também dos efeitos da COVID-19 no país. “Há muitas indicações de que a pandemia da COVID-19 terá impacto social, cultural, económico e político de longa duração na sociedade”.

A coordenadora residente das Nações Unidas em Moçambique considera que todos os tempos de crise representam uma necessidade para os jovens e estes, “em números cada vez maior (…) combatem proactivamente a propagação do vírus”.

Ademais, os jovens trabalha para trabalhar e combater os impactos da pandemia. Eles estão na vanguarda das iniciativas de comunicação em relação ao distanciamento físico e outras medidas para impedir a propagação do vírus.

Para Myrta Kaulard, o MOZEFO Yaoung Leaders tem “uma incrível contribuição para acelerar o desenvolvimento sustentável em Moçambique”.

 

O MOZEFO Young Leaders voltou para debater os grandes temas atinentes à juventude, como foça motriz para o desenvolvimento de Moçambique. Na cerimónia de abertura desta segunda-feira, o PCA da Fundação SOICO (FUNDASO), Daniel David, disse que espero que os jovens usem esta plataforma para falarem do presente, do futuro, olhando para o passado, de onde é que viemos e para onde é que vamos.

De acordo com Daniel David, a FUNDAÇÃO SOICO traz, com este evento, uma oportunidade importante para o debate, de modo que os jovens olhes para o país de uma forma muito dinâmica e como parte integrante da sua vida. Por isso, o desenvolvimento sustentável encontra-se na bandeira principal da FUNDASO, com a crença de que com uma juventude forte, vibrante, pode-se fazer a diferença.

“Gostaria de apelar a todos vós para que participem, debatam e olhem para esses debates como uma contribuição para que tenhamos um país melhor. Este é o apelo que fazemos. Gostaríamos de agradecer aos nossos parceiros, que fizeram com que este projecto fosse possível. Gostaria de agradecer fundamentalmente ao Governo, pelo apoio e pelo carinho que tem dado ao MOZEFO Young Leaders”, afirmou Daniel David na cerimónia de abertura do evento que este ano terá muitos participantes através da Internet.

Ainda na sua intervenção, o PCA da FUNDASO disse que esta terceira edição do MOZEFO Young Leaders acontece numa situação atípica, desafiante, mas que mostra a resiliência que o grupo traz e que a fundação materializa através da realização do evento inovador e disruptivo, que será um sucesso, garante. “Este sucesso só é possível se todos nós participarmos. Este é o grande desafio, vamos todos participar neste MOZEFO Young Leaders”, convidou Daniel David.

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