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O País – A verdade como notícia

O Grupo SOICO o recebeu uma visita hoje de administradores dos distritos de Govuro, Inhassoro, Mabote e Vilankulo, acompanhados do representante da Secretária de Estado da província de Inhambane e da directora operacional da MISAT. O objectivo era firmar uma parceria entre as partes de modo a expor as potencialidades turísticas da província.

O potencial turístico foi destaque da conversa entre o Presidente do Conselho de Administração do Grupo SOICO, Daniel David e os representantes de governos dos quatro distritos de Inhambane e a representante da Secretária de Estado da província.

“É muito bom visitar o Grupo SOICO dado que acabamos percebendo que tem uma transversalidade e tem grandes projectos e que pensa em Inhambane. Nós vimos um projecto que o Grupo SOICO tem de transformar a província de Inhambane que é um distino de referência em relação ao turismo e também tem o projecto de colocação de uma terminal lá na província de Inhambane e nós queremos acreditar que isto é de grande valia porque para além de disseminar aquilo que são as grandes potencialidades que a nossa província tem, vai nos ajudar também a formar e a informar a nossa comunidade local”, referiu Samuel Júnior, representante da Secretária de Estado de Inhambane.

Por seu turno, Nércia Mazive, directora operacional da MISAT, disse que “o Grupo SOICO tem um interesse relevante no turismo em Inhambane e nós como estamos focados na área da formação hoteleira e do turismo com padrões internacionais, então, quando viemos encontrar o Grupo SOICO, através do governo de Inhambane, procuramos parceiros que possam se juntar e dizer que vale a pena apostar no capital humano local”.

Por sua vez, o Presidente do Conselho de Administração (PCA) do Grupo SOICO, Daniel David, explicou a importância da visita. “É uma visita de cortesia. Os administradires dos distritos da zona norte de Inhambane queriam conhecer o trabalho do Grupo, quer a nível do que fazemos na Fundação SOICO e também na televisão, no jornal. Tivemos troca de informação e esperamos a partir de agora, no mais breve espaço de tempo assinarmos um protocolo para que possamos dar um espaço de visibilidade à aquela província que é a mão do turismo em Moçambique”, explicou Daniel David.

Os intervenientes demonstraram vontade de avançar o mais rápido possível a parceria com o Grupo SOICO para que o melhor de Inhambane seja conhecido cá e além-fronteiras.

A mineradora irlandesa Kenmare iniciou esta terça-feira a transferência da plataforma de processamento de areias pesadas e a respectiva draga do distrito de Larde para o distrito de Moma, em Nampula. A mega operação vai durar mais de uma semana e é a maior jamais feita em África.

Tudo começou com a preparação de uma estrada de 42 metros de largura para permitir a passagem das grandes estruturas metálicas, da zona de Namalope, no distrito de Larde, para o povoado de Pilivili, no vizinho distrito de Moma, na parte costeira da província de Nampula.

Trata-se, primeiro, da fábrica flutuante de processamento de areias pesadas que pesa 7 mil toneladas. Para a sua deslocação foram mobilizados 290 eixos de rodas para levantar a estrutura para começar a rolar em terra, devendo percorrer 23 km de estrada, dentro de mais de uma semana.

A transferência de Namalope para Pivilili deve-se a dois motivos, tal como explicou Higino Jamisse, director-geral da Kenmare: “nos últimos anos estávamos a minerar na casa de 2 a 3% de teor de minério e onde vamos vamos minerar na casa de 4% a 5% de teor de minério. Portanto, o teor de minérios onde vamos é mais elevado o que implica aumento de produção e nesta zona já esgotamos a área que estava na concessão aqui em Namalope e está na hora de sair”.

Seguir-se-á a reposição total dos solos para a devolução da terra às comunidades, tal como recomendam as leis das Minas e do Ambiente. “Agora estamos a sair e tem a última parte onde esta fábrica minerou e temos que continuar com o processo de reabilitação. Portanto, a parte final é a entrega da terra às comunidades e a desanexação da terra do nosso Direito de Uso e Aproveitamento da Terra”, afirmou aquele responsável.

Enquanto a planta de processamento continuava imóvel, a draga, que é a estrutura que capta a água e as areias leves e pesadas para a fábrica começou o movimento, tendo-se mobilizado dezenas de técnicos e agentes da polícia para regular o trânsito.

A grandeza da estrutura atraiu muitos populares que quiseram acompanhar aquela que é a maior movimentação de uma fábrica por terra em África, tal como referiu o director-geral da Kenmare.

Conheça o valor e aplicação de areias pesadas

A Kenmare contribui com 7% da produção mundial de areias pesadas com a exploração em Moçambique. Com as areias pesadas processadas extrai-se três principais produtos com um valor que varia de 13 mil a 81 mil meticais a tonelada.

A transferência das unidades de exploração e processamento de areias pesadas de Larde para Moma marca uma nova etapa da Kenmare em Moçambique, a mineradora irlandesa pioneira na exploração de areias pesadas no nosso país, já lá passam mais de 10 anos.

Com o processamento de areias pesadas saem três produtos, com várias aplicações e diferentes custos no mercado internacional:  o ilmenite custava em 2019, 184 dólares a tonelada. Na forma de dióxido de titânio  é usado na produção de pigmentos como base para pinturas de alta qualidade.

O rutilo custava 852 dólares a tonelada, no ano passado.  É utilizado em tintas, plásticos, papel, cosméticos e outras aplicações como na produção de eletrodes de soldadura.

Já o zircão custava 1163 dólares a tonelada em 2019. O zircão é utilizado como material refractário para moldes de fundição, como abrasivo e como constituinte de isolantes, esmaltes e outros materiais resistentes à temperatura. Utiliza-se ainda como pigmento na indústria cerâmica.

Trata-se de recursos valiosos, com um mercado garantido no mundo fora. “Os nossos mercados são a China, na sua maioria, mas também temos o japonês, europeu e americano”, assegurou Higino Jamisse, director-geral da Kenmare.

A Kenmare exporta um milhão de toneladas por ano e vai passar para um milhão e duzentas mil toneladas.

Enquanto alguns vendedores da capital do país reclamam da escassa afluência de clientes desde Março, indicando menor poder de compra, o economista Agostinho Machava advoga a necessidade de resgatar a economia fornecendo apoio financeiro às famílias.

Desde que o coronavírus chegou à pérola do Índico, inúmeras famílias viram-se sem fonte de renda.

Este facto afectou o comércio no país. “As pessoas já não têm dinheiro”, afirma a vendedeira do mercado central da Cidade de Maputo, Diana Alves, explicando a razão das vendas estarem enfraquecidas.

“Podemos ir para casa sem pesar [vender] às vezes”, explicou Marina Massingue, vendedeira do mesmo mercado que Diana.

Apesar de prever uma descida nos preços devido ao enfraquecimento da capacidade de compra, efeito negativo da COVID-19, Agostinho Machava alerta que sem reforço na capacidade orçamental das famílias, o desenvolvimento da economia continuará comprometido.

“Se estamos preocupados em resgatar as empresas para que elas continuem a produzir, devemos, também, ajudar o lado da procura (…) é preciso que a gente encontre alternativas para sobreviver dentro deste contexto” disse ele.

“É preciso resgatar a economia” afirma Machava, advogando que as medidas que devem ser tomadas a curto, médio e longo prazo, ou seja, as soluções devem ir além do simples combate aos efeitos negativos da pandemia.

A agricultura foi indicada como oxigénio para a nossa ofegante economia. Para Machava “esta situação da COVID está a trazer uma pressão mundial que pode ser uma oportunidade para nós, tendo em conta o nosso potencial na produção de produtos agrícolas”

Machava conclui que há necessidade de haver esforço conjunto, não só do Governo, mas, também da Sociedade Civil, para discutir, desenhar e implementar as melhores metodologias para resolver esta situação.

A Fundação SOICO (FUNDASO) realiza, de 12 a 16 de Outubro, a Segunda Edição da MOZGROW. Trata-se de uma edição especial, alinhada com as celebrações do Dia Mundial de Alimentação.

Lançada em 2018, a MOZGROW é uma iniciativa voltada para o crescimento económico inclusivo e desenvolvimento sustentável, com particular enfoque no sector do agronegócio, bem como na promoção da segurança alimentar e nutricional.

A actuação da MOZGROW é guiada em duas perspectivas:

1 – Promove o agronegócio como um sector estratégico para a promoção do trabalho digno, crescimento económico, produção, disponibilidade, acessibilidade, qualidade e segurança dos alimentos.

2 – Focada na educação alimentar e nutricional.

A 2ª Edição, que decorre sob o lema “Produzir, Valorizar, Nutrir e Preservar”, irá promover a partilha de experiências sobre os caminhos para transformação dos produtores do sector familiar, para o aumento da produção de alimentos e dos seus rendimentos. Pretende-se, ainda, promover a educação alimentar e nutricional.

Materializamos, desta forma, a versão especial do tradicional evento, desta vez transmitido exclusivamente por via digital, devido às restrições impostas pelas medidas de distanciamento social.

Serão produzidos e disseminados conteúdos como debates, entrevistas e reportagens, cuja transmissão será feita no canal de televisão – STV Notícias e outras plataformas digitais.

O Ministério Federal Alemão de Cooperação Económica e Desenvolvimento (BMZ) disponibilizou um milhão de euros, através do Banco de Desenvolvimento (KfW) para uma iniciativa de alívio dos efeitos da COVID-19 na Área de Conservação Transfronteiriça do Grande Limpopo.

A iniciativa é implementada pela Fundação Peace Parks em parceria com a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC). As actividades a serem financiadas incluem programas de emprego temporário em forma de dinheiro-por-trabalho que darão uma fonte de renda para aproximadamente 400 membros das comunidades que enfrentam limitações financeiras como resultado da pandemia da COVID-19.

Este apoio surge numa altura em que a COVID-19 tem vindo a cortar milhares de empregos em Moçambique, com destaque para o sector de turismo.

De acordo com informação partilhada pelo Ministério da Cultura e Turismo, em Abril, mais de mil estabelecimentos turísticos tiveram de encerrar as portas e cinco mil mpregos directos foram perdidos no sector. E o pior ainda está por vir.

Segundo um comunicado da Fundação dos Parques da Paz, o efeito indirecto da ausência de turistas e a receita que eles geram estão a ser sentidos pelas comunidades que vivem e trabalham dentro e ao redor das áreas de conservação do país. Essas comunidades recebem uma participação de 20% nas receitas geradas pelos parques e mais 20% da receita geral do turismo vai para o governo para permitir o pagamento de despesas, como salários dos funcionários dos parques, que agora não podem ser cobertas.

O documento que temos vindo a citar refere ainda que outro factor crítico que contribui para as dificuldades económicas enfrentadas pelas comunidades são os milhares de trabalhadores migrantes moçambicanos incapazes de cruzar a fronteira para trabalhar na África do Sul e enviar dinheiro para sustentar as suas famílias.

Junto com as perdas de empregos relacionadas à COVID-19, oportunidades adicionais de renda, como a venda de produtos e artesanato aos visitantes, também são perdidas, agravando o impacto geral do bloqueio das fronteiras.

A pandemia ameaça reverter décadas de trabalho de governos e organizações como a Fundação Peace Parks, para trazer benefícios equitativos de conservação e economias relacionadas à natureza para as comunidades locais.

Em resposta a isso, a Fundação Peace Parks em parceria com a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC), por meio do apoio financeiro da Alemanha, está a implementar programas de dinheiro-por-trabalho como uma intervenção de médio prazo. O objetivo é aliviar a tensão durante este tempo de crise, criando oportunidades de emprego que estabilizem a renda das comunidades vulneráveis.
As intervenções em Moçambique incidirão nas áreas protegidas que fazem parte da Área de Conservação Transfronteiriça do Grande Limpopo, nomeadamente, os Parques Nacionais do Limpopo, Zinave e Banhine, onde a Peace Parks realiza operações.

O montante de um milhão de euros disponibilizados pelo BMZ, através do KfW, irá criar cerca de 396 empregos (210 no Limpopo, 124 em Zinave e 62 em Banhine) durante 10 meses.

Exemplos de actividades incluem, a Remoção de vegetação invasiva nas estradas em áreas protegidas; a Prestação de trabalhos de manutenção em empreendimentos turísticos (alojamentos, acampamentos); Apoio às equipas de triagem nas entradas das áreas protegidas; Gerenciamento de corta-fogo em áreas protegidas; Manutenção de cercas de áreas protegidas; Limpeza e vedação de aeródromos que devem ser mantidos para operações durante e após a pandemia; e Limpeza das áreas limítrofes do Parque Nacional do Limpopo e zona tampão.

A Peace Parks está a trabalhar em estreita colaboração com a Administração Nacional de Áreas de Conservação (ANAC), parceiros e lideranças no país, para identificar as instalações turísticas e famílias mais vulneráveis.

Os preços de bens e serviços aumentaram na ordem de 2,75 por cento em Agosto último comparativamente ao mesmo mês de 2019. Comida, tabaco, bebidas alcoólicas e não alcoólicas são os que mais contribuíram para a subida do custo de vida.

Em termos reais significa que quem usava cinco mil Meticais para comprar um conjunto de bens e serviços necessários em Agosto do ano 2019, no mês passado teve que aumentar 137.5 Meticais naquele valor, ou seja, teve que gastar 5137.5 Meticais para conseguir comprar os mesmos bens e serviços, o que quer dizer que a vida ficou mais cara.

Segundo informações acabadas de ser partilhadas na Cidade de Maputo pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), em conferência de imprensa, os preços de alimentação e bebidas não alcoólicas registaram um agravamento de 7,52 por cento e de bebidas alcoólicas e tabaco registaram um salto de 5,75 por cento.

“A cidade da Beira liderou a tendência de aumento do nível geral de preços com aproximadamente 3,65 por cento, seguida da cidade de Nampula com cerca de 3,31 por cento e por último a cidade de Maputo com 2,16 por cento”, indica o relatório do INE sobre o Índice de Preços no Consumidor Moçambique.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) acaba de nomear Alexis Meyer-Cirkel para ocupar o cargo de Representante Residente da instituição financeira internacional em Moçambique com efeito a partir do dia 09 de Setembro.

Meyer-Cirkel sucede da função Ari Aisen que dirigiu o escritório da instituição em Maputo nos últimos 4 anos contados desde Setembro de 2016. De nacionalidade brasileira, Meyer-Cirkel ingressou no FMI em Agosto de 2010, tendo desempenhado várias funções.

Cirkel trabalhou em vários países tendo como áreas de destaque a política macroeconómica, sustentabilidade da divida pública e análise do sector externo.

“Antes de se juntar ao FMI, o senhor Meyer-Cirkel trabalhou em mercados financeiros no Morgan Stanley, Banco Central Europeu, Allianz Research e no Banco Central do Brasil”, aponta uma nota de imprensa enviada há pouco tempo à nossa redacção.

De acordo com o comunicado, Meyer-Cirkel é doutorado em Economia pela Universidade Goethe de Frankfurt e é mestre em Estudos de Desenvolvimento pela London School of Economics.

O Banco de Desenvolvimento da África Austral (DBSA na sigla em inglês) vai financiar a Ignite Moçambique, organização que lidera um projecto de fornecimento de energia solar à população nas zonas rurais, ao abrigo do programa governamental “Energia para Todos”.

Segundo explica Pedro Coutinho, director-executivo da Source Capital, empresa que financiou a Ignite Moçambique, o apoio do DBSA dividir-se-á em duas fases.

A primeira fase, considerada preparatória, custará cerca de 2.2 milhões de dólares e espera-se que este valor financie cerca de 30.000 instalações de sistemas solares.

Dependendo do sucesso da primeira fase, o segundo desembolso pode chegar a 30 milhões de dólares.

Com mais dinheiro disponível, elevaram-se as ambições do projecto. “O que estamos hoje aqui a anunciar é o nosso real crescimento”, afirma Coutinho.

Quando o acordo entre a Ignite e o Ministério dos Recursos Minerais e Energia foi assinado, em Fevereiro de 2019, o plano era alcançar 1.8 milhões de moçambicanos, mas, com o financiamento acima referido, a expectativa é de beneficiar mais de 2.5 milhões de pessoas.

No momento estão a ser feitas instalações de sistemas básicos de iluminação, com capacidade de alimentar três lâmpadas. O custo mensal é de 300,00 meticais mensais que serão pagos ao longo de 3 anos.

Até então já foram feitas cerca de sete mil instalações de sistemas solares em alguns distritos da Zambézia e Niassa.

Espera-se que até ao fim deste ano o número suba para 12.500 e o projecto expanda-se para as províncias de Sofala e Manica.

“Com base na experiencia que temos… diria que a nossa ambição é, no segundo ano, estabilizar em cerca de 50.000 a 60.000 ligações por ano”, disse Coutinho, mostrando-se optimista em relação ao impacto que este financiamento causará no projecto.

É a primeira vez que a produção da cerveja Heineken é feita em Moçambique, depois de a empresa instalar a sua fábrica no distrito de Marracuene, província de Maputo, há cerca de três anos. O investimento realizado nesta fase é de 20 milhões de dólares norte-americanos.

Na cerimónia de lançamento desta nova linha, o Ministro da Indústria e Comércio disse que o país vai reter cerca de 50 milhões de dólares por ano que eram usados para a importação da cerveja. Carlos Mesquita diz ainda que Moçambique terá outros ganhos com o início da produção local da cerveja.

“Ao em vez de importarmos a Heineken que, geralmente, vinha da Namíbia, vai haver uma poupança de cerca de 50 milhões de dólares e quiçá o nosso banco central, dentro dos acordos financeiros que existem …, terá impacto da balança comercial”, referiu o Ministro da Indústria e Comércio.

O novo investimento junta-se ao já realizado pela Heineken no país logo no início da sua actividade de 100 milhões de dólares. De acordo com Mesquita, a matéria-prima a ser usada na produção da Heineken não é nacional, diferentemente da Txilar que usa 4 mil toneladas de milho nacional ao ano.

“A Heineken que a partir de hoje já pode ser consumida aqui em Maputo e depois a nível do país tem outros parâmetros adequados da empresa-mãe para o qual não é possível fugir desses padrões e essa aí não usa matéria-prima nacional”, revelou o governante.

Por seu turno, o director geral da Heineken, Nuno Simes, explica que a fábrica está a usar uma tecnologia avançada (de ponta) e anuncia uma boa-nova para o ambiente, já que grande parte das garrafas da cerveja a serem vendidas no mercado nacional deverão ser retornáveis.

Para a nova fase, a cervejeira contratou mais 40 pessoas para ajudarem na produção. “Este projecto é apetecível porque tem a tecnologia mais avançada. Esse projecto é uma demonstração clara do compromisso do grupo Heineken em Moçambique”, referiu Simes.

Em termos de quantidades, a Heineken vai produzir 350 mil hectolitros por ano, equivalentes a 35 milhões de litros, e as respectivas garrafas, sendo que a fábrica irá encher cerca de 16 mil garrafas por hora. Segundo o engenheiro da empresa, Avelino Gune, por dia, a Heineken vai produzir 384 mil garrafas.

 

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