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A Tecap vai apresentar, na 4ª edição da Mozgrow, soluções viradas para a massificação do uso de sementes certificadas e das tecnologias no sector agrário. A maior feira nacional de agro-negócios terá lugar em KaTembe nos dias 6 e 7 deste mês.

Apenas cerca de 10 por cento dos agricultores, em Moçambique, utilizam sementes certificadas. Em esforços para reverter o cenário, a Tecap, uma das empresas que lideram a introdução de novas tecnologias no ramo da agricultura no país, vai apresentar, na quarta edição da Mozgrow, suas soluções.

“Queremos mostrar as vantagens das sementes certificadas e tecnologias que temos, máquinas, tractores e outros produtos. Temos vindo a falar dos problemas na agricultura nacional e conhecemo-los muito bem e este é o momento de soluções, começando por aplicar as tecnologias. A agricultura é educação, é tecnologia e é inovação”, disse Rolando Gemo, director-geral da Tecap

A empresa de tecnologia e consultoria agro-pecuária conta com uma vasta experiência na maior feira nacional de agro-negócios e faz um balanço positivo de suas participações nas edições anteriores. Do evento que se aproxima, a firma promete tirar mais vantagens em benefício do país.

“A agricultura é um ramo de muita complementaridade entre os intervenientes e acreditamos que haja outros parceiros que possam completar o que nós temos, do mesmo modo que os nossos produtos e serviços complementam os dos outros. Portanto, a nossa expectativa é ‘be to be’, como se diz em inglês, apresentando coisas mais eficazes e proactivas”, garantiu o director-geral da Tecap.

A quarta edição da Mozgrow poderá ser acompanhada através da televisão e das plataformas digitais. O evento vai, mais uma vez, propor respostas aos desafios do agro-negócio no país.

A Afritool vai participar, mais uma vez, na quarta edição da Feira Mozgrow. A empresa distribuidora de ferramentas agrícolas vê, no encontro com diferentes agentes do agro-negócio, oportunidade para fazer novas parcerias.

Mais uma vez, a Afritool vai marcar presença na Mozgrow. A empresa com mais de 30 anos de experiência em gestão de negócios e logística na África, Europa e Oriente Médio considera ser esta uma oportunidade de contribuir para o desenvolvimento do agronegócio no país.

“Mozgrow é uma plataforma de maior publicidade de serviços e os componentes da produção agrícola. Acreditamos na Mozgrow, um trabalho gratificante. A nossa expectativa é reafirmar as velhas parcerias que nós temos”, disse Cláudio Serra, gestor agrícola da Afritool

E para além disso, a Afritool vai, no quarto maior encontro dedicado aos diferentes actores do sector do agronegócio no país, expor os seus produtos como resposta aos mais recentes desafios do ramo.

“Temos uma gama de produtos da Honda que funcionam para a irrigação. Também temos charruas, enxadas, temos um leque de serviços que podemos oferecer, desde as sementes até ao transporte final do produto acabado”, afirmou o gestor agrícola da Afritool.

Sob lema “Transformar para Competir”, a quarta edição da Mozgrow vai decorrer nos dias 6 e 7 de Julho próximo. O evento é aberto ao público e as inscrições estão ainda decorrerem a partir do site: www.mozgrow.co.mz

A companhia aérea ruandesa inicia, em Agosto próximo, voos directos entre Maputo e Kigali. A medida anunciada, hoje, pelo alto-comissário ruandês em Moçambique vai estimular o aumento do volume de negócios entre os dois países.

A partir de Agosto, a ligação Moçambique-Ruanda poderá ser por voo directo. O transporte de pessoas e bens será materializado pela companhia ruandesa Rwandair Express e vai estimular o volume de negócios entre os dois Estados que, nos últimos tempos, reforçam a cooperação no domínio político e comercial.

A par desta ligação facilitada, Ruanda quer ver mais simplificada a entrada dos seus cidadãos em Moçambique, tendo em conta que os moçambicanos não precisam de visto da representação diplomática para entrar no território de Paul Kagame.

“Gostava de dizer que a nossa companhia aérea ruandesa, vai iniciar voos directos Maputo-Kigali, o que vai impulsionar a movimentação de pessoas e bens e estimular o comércio. Em princípio, será na primeira semana de Agosto. Os moçambicanos que têm passaporte normal podem viajar sem precisar de visto. Estamos a discutir com a contraparte, para ver se conseguimos ter a mesma facilidade para os ruandeses”, explicou Claude Nikobisanzwe, alto-comissário do Ruanda.

Para o Ruanda, que também apoia Moçambique na área militar, os portos e caminhos para escoamento de bens que Moçambique detém são apetecíveis.

O alto-comissário revela que as partes continuam a discutir a possibilidade de exploração do porto de Nacala a favor do Ruanda.

“Acreditamos que o porto de Nacala, com águas profundas, pode ajudar nesta cooperação. Acreditamos que o comércio entre os países africanos pode gerar emprego para os povos africanos, em particular os moçambicanos e contribuir para a economia dos países” explicou o líder.

Fruto das relações existentes, Moçambique exporta, actualmente, açúcar e minerais para a República do Ruanda. Entretanto, as partes querem incrementar produtos na balança de exportações.

Claude Nikobisanzwe recorda que, recentemente, uma delegação de 120 empresários ruandeses esteve, no Fórum de Negócios Moçambique-Ruanda, a prospectar oportunidades de investimentos no país.

No domínio da cooperação militar, o alto-comissário do Ruanda disse que as tropas ruandesas libertaram todas as zonas que estavam sob sua alçada.

O responsável falava durante a realização de um trabalho comunitário em prol da saúde e ambiente, em Maputo.

O país espera aumentar a quantidade de carga manuseada nos portos nacionais, de 48 milhões de toneladas registadas ano passado para 83 milhões de toneladas até 2024, e espera-se que o corredor de Maputo contribua com cerca de 22 milhões de toneladas.

Foi assinado, na última sexta-feira, um acordo entre os Caminhos-de-ferro de Moçambique (CFM) e a sul-africana Trasnet Freight Rail (TFR), que visa aumentar o número de comboios para transportar cromo e ferro-cromo entre os dois países, sem interrupções.

Segundo o ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, o corredor de Maputo passa a contar, a partir deste mês, com 21 comboios por semana, que vão transitar entre os dois países, e os CFM passarão a fazer viagens de longo curso para a vizinha África do Sul.

“O acordo assinado vai muito além de um simples contracto. Trata-se de um paradigma em que se privilegia a cooperação como forma de melhorar a competitividade do corredor e privilegiar o posicionamento da região no mercado internacional”.

O pacto feito pelas duas administrações rodoviárias elimina, segundo o governante, as fronteiras físicas existentes entre os dois países, o que representa avanços na integração regional que os dois países almejam.

Outro ganho do contracto é que será reduzido o tempo de trânsito, o que vai contribuir para oferecer soluções logísticas mais eficientes e económicas aos clientes.

“Os nossos sistemas logísticos são complementares e, quando usados de forma integrada, agregam valor à economia e servimos melhor os utentes. Com este novo modelo operacional, tornar-nos-emos mais competitivos, eficientes e focados na prestação de um serviço de qualidade”, referiu.

Magala disse que esta é uma oportunidade para as linhas de navegação, os exportadores e outros actores na cadeia de logística atraírem e movimentarem mais cargas pelo corredor de Maputo.

Com o acordo, espera-se, ainda, o equilíbrio entre os transportes ferroviário e rodoviário e aliviar a pressão registada na EN4.

“O novo modelo deverá contribuir para que se atinja, o quanto antes, o equilíbrio necessário”, disse para depois desafiar os CFM, a Transnet e o Porto de Maputo a “acelerarem o processo de integração de sistemas com recurso às tecnologias de informação, que são, hoje, um imperativo e trarão segurança ferroviária, fiabilidade do sistema e eficiência do corredor”.

Mateus Magala quer das duas empresas ferroviárias soluções como esta para melhorias no transporte ferroviário de passageiros entre Moçambique e África do Sul.

O diesel passa a custar mais caro que a gasolina a partir de amanhã. O litro do gasóleo aumentou nove Meticais e passa a custar, a partir deste sábado, 87,97 Meticais. O preço do gás de cozinha também disparou. Uma botija de 14 quilogramas passa a custar 1428 Meticais.

Os novos preços, que entram em vigor amanhã (sábado), foram tornados públicos esta tarde pela Autoridade Reguladora de Energia. Segundo a instituição pública, os preços a serem praticados a partir de amanhã ainda não são os que satisfazem as gasolineiras.

O gasóleo é vendido, até ao fim do dia de hoje, por 78,97 Meticais, passando, a partir de amanhã, a custar ao bolso do cidadão 87,97 Meticais. Já o quilograma de gás de cozinha, que hoje é vendido a 85,53 Meticais, a partir de amanhã, passa a custar 102,02 Meticais por quilograma.

Portanto, quem adquiria uma botija de gás de 11 kg dos fornecedores oficiais, normalmente as bombas de gasolina, a 940,83 Meticais até hoje, a partir de amanhã, terá de gastar 1122,22 Meticais com a mesma quantidade, um agravamento de preço de 181,39 Meticais.

Os outros combustíveis também aumentaram. A gasolina, que até hoje custa 83,30 Meticais por cada litro, a partir de amanhã, passa a ser vendida a 86,97 Meticais, um aumento de 3,67 Meticais. Já o preço do petróleo de iluminação sobe de 71,48 para 75,58 Meticais o litro, mais 4,10 Meticais.

O preço do gás veicular aumentou 3,16 Meticais, passando a custar, dentro de sete horas, 43,73 Meticais. Estes aumentos são explicados pela guerra na Ucrânia, que fez com que a Rússia, um dos principais fornecedores de combustíveis a nível mundial, fosse sancionada por vários países.

Com as sanções impostas à Rússia, aquele país viu-se obrigado a deixar de fornecer combustíveis a várias empresas, algumas das quais fornecem combustíveis diversos a Moçambique. Sendo assim, a procura pelos combustíveis aumentou; a oferta reduziu e o custo de aquisição subiu devido à carência.

A ADM vai participar, pela primeira vez, na Mozgrow. Guiada pelo facto de Moçambique importar produtos de primeira necessidade, a empresa vai apresentar, na quarta edição da maior feira de agro-negócio, uma plataforma de compra e venda de produtos agrícolas produzidos no país.

O Agro-negócio para o Desenvolvimento de Moçambique (ADM) está presente no país desde 2012. Nas suas análises, a empresa avança que o país importa uma quantidade considerável de produtos de primeira necessidade. Para o problema, a ADM apresenta o Agro-ponto.

“O Agro-ponto é um aplicativo de smartphone que faz a conexão de toda a cadeia de valor agrícola. Os agricultores fazem anúncio dos seus produtos a que os compradores podem ter acesso a partir da plataforma ou aplicação. Temos, agora, em Maputo, cerca de 1500 usuários, entre agricultores, vendedores, provedores de serviços agrícolas e de transporte”, explicou Armando Mazoio, gestor-assistente de projectos da ADM.

Para a empresa, a aplicação, que já conta com mais 300 transacções confirmadas entre vários compradores e o mercado grossista do Zimpeto, ajusta-se com a oportunidade de estabelecer contacto com diversos produtores através da Mozgrow.

“A feira é uma boa oportunidade para a ADM encontrar-se com outros stakeholders da cadeia de valor agrícola e, a partir daí, fazer parcerias para melhorarmos os nossos serviços. Contudo, nós queremos, neste momento, atingir parceiros maiores com o mesmo propósito que o nosso e desenvolver o sector de agro-negócio em Moçambique”, disse Armando Mazoio.

É por se tratar de uma edição em formato híbrido – presencial e virtual –, e por estar confiante com o projecto da plataforma, que a ADM espera bons resultados, entre os quais novas parcerias.

“É bastante satisfatório porque conseguiremos atingir todos os públicos, tanto os que conseguem ir dar-nos o calor presencialmente, como os que não poderão ir terão a oportunidade de assistir à feira a partir da televisão, telemóveis e outros meios que a SOICO vai utilizar para divulgar o evento”, referiu Mazoio.

O evento dedicado aos diferentes actores do sector de agro-negócio está aberto ao público e vai decorrer de 6 a 7 de Julho, na Arena 3D, em KaTembe.

Presente na Mozgrow desde a primeira edição, o BCI vai, mais uma vez, participar no maior encontro dedicado a potenciais operadores do sector do agro-negócio. No evento, o banco pretende apresentar soluções de financiamento aos projectos ligados à agricultura.

O sector do agro-negócio é determinante para o desenvolvimento da economia nacional e o acesso ao financiamento, principalmente no sector agrário, ainda constitui um desafio. Em causa, estão vários riscos que travam a injecção de dinheiro por parte da banca em projectos do ramo. Para reverter o cenário, o BCI criou uma linha de financiamento.
“O BCI financia o sector de agro-negócio desde 2001 de forma especializada. Nós criamos uma equipa para buscar soluções fora do financiamento padrão que o banco tem à disposição, isso porque as linhas de financiamento para o sector produtivo apresentam taxas de juros bonificadas, que resultam de parcerias que temos com outras entidades com o mesmo propósito”, disse Anésio Guambe, coordenador do Gabinete de Negócio Especializado do BCI.

O banco, comprometido com o agro-negócio em Moçambique, vai expor, na quarta edição da Mozgrow, os seus produtos e serviços com vista a reduzir os desafios do sector.
“Temos linhas de crédito especiais desenhadas e ajustadas para o contexto nacional em termos de preços ou taxas de juros. Refiro-me a pequenos produtores, grandes empresas, inclusive para pequenas e médias empresas e associações”, refere Guambe.
Alinhado com o objectivo de consolidar o negócio da agricultura no país, a instituição bancária vê, na maior feira nacional de agro-negócio, oportunidade para troca de ideias e soluções de financiamento para o subsector do agro-negócio em Moçambique.
“Esperamos discutir com os que estão no terreno, dia-a-dia, a fazer o trabalho da agricultura, que é também para aprimorarmos essas soluções com as que iremos captar desses actores. Como dissemos na primeira edição, viemos à Mozgrow para ficar. Estamos aqui com muita força e inovação”.
Refira-se que o BCI anunciou, em 2018, a disponibilidade de 500 milhões de Meticais, para financiar empresas nacionais do sector do agro-negócio.
Tratava-se de um crédito para o apoio à tesouraria e ao investimento, com possibilidade de financiamento de até 10 milhões de Meticais, com um prazo de seis a 84 meses.
À data dos factos, a instituição reconheceu que o volume de crédito à agricultura tinha reduzido, relativamente ao financiamento global à economia.
A transformação e competitividade do agro-negócio, com foco nos desafios para Moçambique, está na agenda de debate do primeiro dia da feira que vai decorrer de 6 a 7 de Julho próximo. As inscrições estão abertas ao público e são feitas a partir do site: www.mozgrow.co.mz

A maior feira nacional de agronegócio está de volta e, desta vez, em formato presencial. Na sua quarta edição, a Mozgrow vai acolher vários actores do sector produtivo, no país, em debates e exposição de produtos, serviços e ideias. A AQI vai participar neste evento, a decorrer de 6 a 7 de Julho próximo, no qual espera contribuir com soluções que impulsionam o crescimento do sector primário no país.

Já se foram três edições da maior feira nacional de agro-negócios, a Mozgrow, nas quais vários participantes apresentaram ideias que têm contribuído significativamente para o desenvolvimento do país.

“É com grande satisfação que anunciamos a realização da quarta edição da Mozgrow. Este ano, voltamos num evento presencial, no qual voltaremos a ter a nossa feira nacional de agro-negócio, que junta os principais intervenientes das cadeias de valor deste sector”, anunciou Patrício Manjate, gestor de projectos da FUNDASO.

Nos dias 6 e 7 de Julho próximo, a maior feira nacional de agro-negócio vai, na sua quarta edição, acolher diversos intervenientes em debates e exposição de produtos e serviços.

“Vamos trazer dois formatos principais, nos quais juntamos produtos e serviços do sector de agro-negócio e traremos reflexões nacionais e internacionais para ver como é que conseguimos alavancar este sector lado-a-lado com o meio ambiente”, referiu Patrício Manjate, gestor de projectos da FUNDASO.

Entre os participantes, está a AQI, uma das maiores redes de distribuição de produtos para a agricultura e pecuária no país. Presente na Mozgrow desde a sua primeira edição, a firma pretende usar do espaço para reafirmar a sua posição no mercado nacional e mostrar as técnicas para fazer uma horta caseira.

“Nós somos a solução perfeita para o sector primário em Moçambique, vendemos tudo para agricultura e pecuária e queremos permanecer no mercado nacional. Desta vez, vamos estender mais as nossas redes, queremos fazer mais pela agricultura no país”, afirmou Rui Brandão, director-executivo da AQI.

No mercado há sensivelmente quatro anos, a AQI abastece o mercado nacional com insumos agrícolas e vários materiais de qualidade, para trabalhar a terra, a preços mais competitivos.

A empresa, com uma vasta experiência no fornecimento de produtos de qualidade certificada, vê, no evento, várias oportunidades para alavancar o sector produtivo no país.

“A expectativa é que a Mozgrow continue a ser um grande espaço para discussão, e que apareçam novas ideias. A Mozgrow é uma fonte de motivação para o crescimento do sector primário em Moçambique, e nós participamos na feira porque queremos fazer a revolução”, frisou Rui Brandão.

Com lojas espalhadas pelo país, e com revendedores que fazem parte da rede de distribuição, a AQI não só vende insumos, como também promove o empreendedorismo local e a formação dos produtores.

A quarta edição da Mozgrow será realizada na arena 3D, em KaTembe, e contará com participações presenciais e virtuais. As inscrições estão abertas e são feitas através do sitewww.mozgrow.co.mz

Moçambique e Inglaterra discutem oportunidades de negócios e formas de catapultar investimentos em sectores-chave, quer públicos quer privados dos dois países, num evento denominado “Semana Moçambicana em Inglaterra”, a decorrer em Londres, de amanhã até à próxima quinta-feira.

Pretende-se, com o encontro, buscar as melhores oportunidades de negócios e robustez económica na relação entre os dois países, nos sectores de comércio, recursos minerais e energia e da agricultura, passando por despertar oportunidades de negócios nos referidos sectores.

De acordo com Paulo Chachine, director nacional de Comércios do Alto-Comissariado Britânico, “Semana Moçambicana em Inglaterra” é uma oportunidade para o país encontrar novos parceiros e catalisar as parcerias já existentes entre as empresas moçambicanas e do Reino Unido.

“O total de Comércio entre Moçambique e Reino Unido cresceu 36 por cento em 2020. A relação foi afectada nos últimos dois anos, devido à COVID-19, e agora temos uma óptima oportunidade para reatar as relações, tendo em conta que as restrições tendem a ser eliminadas. São três dias e três temas a serem debatidos – Energia, Agricultura e Economia Verde”, disse Paulo Chachine.

O evento contará com painéis que irão discutir, de forma específica, sobre como despertar oportunidades no sector agrícola, criando uma cadeia de valores derivados dos mega-projectos, ou seja, como os moçambicanos podem tirar proveito e, ao mesmo tempo, como é que os britânicos podem aproveitar esta oportunidade, trabalhando com os moçambicanos.

“O país tem uma óptima oportunidade nesta ‘Semana Moçambicana na Inglaterra’, para criar parcerias entre empresas britânicas que têm capacidade de classe mundial nos sectores acima mencionados, através da sua delegação público-privada, liderada pelo ministro dos Recursos Minerais e Energia, para solidificar parceria com o Reino Unido, cativar investimentos e solidificar a parceria entre as PME e os mega-projectos.”

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