Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Arranca, esta tarde, o Campeonato provincial de futebol da cidade de Maputo, que será disputado por 14 equipas. Black Bulls e Ferroviário de Maputo protagonizam o jogo de cartaz, que serve de ensaio para a Supertaça Nacional.

É o regresso do futebol na cidade de Maputo, com a disputa do Campeonato Provincial, o torneio de abertura. São 14 equipas divididas em duas séries de sete cada, com seis jogos na primeira fase, para esta prova.

Assim, pela séria A, a primeira jornada comporta os seguintes jogos:

Sábado: Vulcano vs Mahafil

Domingo: Matchedje vs Liga Desportiva e Black Bulls vs Ferroviário de Maputo, este que é o ensaio da supertaça Mário Coluna.

Pela série B teremos os jogos:

Sábado: Desportivo vs Ntsondzo, Maxaquene vs Costa do Sol e Águias Especiais vs União Desportiva de Zimpeto.

As duas primeiras classificadas apuram-se às meias-finais, onde sairão os finalistas que vão discutir o troféu a 22 de Março próximo.

A selecção nacional de futebol já conhece as datas dos dois jogos que vai disputar em Março, referentes à qualificação ao Mundial de 2026, nomeadamente diante do Uganda e Argélia. O seleccionador nacional poderá anunciar a pré-convocatória na próxima semana.

Datas definitivamente marcadas para os jogos dos Mambas. Para a fase de qualificação ao Mundial-2026, o combinado nacional vai defrontar o Uganda a 20 de Março, em partida a contar para a quinta jornada do grupo G da fase de qualificação.

O jogo está, inicialmente, agendado para o Estádio Nacional do Zimpeto, quando forem 18h00.

Cinco dias depois, ou seja, a 25 do mesmo mês, os Mambas deslocam-se a Argel, onde vão medir forças com a Argélia, no Estádio Hoche Alt Ahmed Tizl Ouzou, a partir das 21h00, para a sexta jornada.

Para esta dupla jornada, Chiquinho Conde deverá divulgar a pré-convocatória na próxima semana, não fugindo à base de dados dos jogadores habituais na selecção.

A pré-convocatória poderá contar com jogadores recentemente naturalizados, com destaque para os que actuam na Black Bulls e nos Estados Unidos da América.

Recorde-se que os Mambas co-lideram o grupo G, juntamente com Argélia, com nove pontos em quatro jogos.

Geny Catamo pode regressar aos campos no domingo, quando o Sporting jogar com o Desportivo das Aves, em jogo da 23.ª jornada da Liga Portuguesa.  

O internacional moçambicano falhou, devido a lesão, as partidas com o Porto e Arouca, inseridas na Liga Portuguesa. Catamo não foi opção, tambem, no jogo com o Borussia de Dortmund, a contar para  o “play-off” de acesso aos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.

Depois de conquistar a Taça de Moçambique na época passada, na condição de um “out-sider”, após um arranque titubeante no Moçambola, o Ferroviário de Maputo apresentou, nesta quinta-feira, o seu plantel para a presente temporada futebolística. 

É um Ferroviário renovado em ideias e perspectivas, de tal sorte que em 2025 vai se apresentar com uma nova imagem, através de uma  linhagem de equipamentos para os treinos, jogos e estágios. 

Primeiro clube a abrir as “oficinas” e, por isso mesmo, já na segunda fase de preparação tendo em vista atacar a época que já vai começar no dia 15 do próximo mês, quando enfrentar a Associação Black Bulls na Supertaça, o Ferroviário de Maputo apresentou um plantel com uma mescla de jogadores, desde novas caras, antigas e aqueles que espreitam o escalão máximo pela primeira vez. 

Já sem muito provar e com as credenciais devidamente autenticadas, Telinho é um dos jogadores que se junta aos “locomotivas”da capital do país, após uma passagem de memórias frescas pelo homónimo de Nampula onde alinhou por duas épocas. 

É dos reforços sonantes mesmo na perspectiva de o clube alcançar outras conquistas maiores, numa lista em que salta, também, a vista o nome de Elias Macamo, nada mais nada menos que o segundo melhor marcador da edição passada do Moçambola com 12 golos, apenas superado pelo capitão da Black Bulls, Kadre, com 14 tentos. 

Da sua canteira de formação, o Ferroviário de Maputo foi buscar cinco jogadores, defesas, médios e avançados, os quais vão procurar um lugar ao sol na equipa de Carlos Manuel. 

O defesa central e capitão do emblema verde e branco, Jeitoso, continua sendo a “velha raposa” do Ferroviário, com 12 anos a vestir a camisola do clube, com um intervalo no meio para uma experiência no estrangeiro, mais concretamente no Cape Town City, bem na porta ao lado (África do Sul).  

 

CONQUISTAR TODAS AS PROVAS  

Apresentação feita com requintes, sonhos e objectivos. Mesmo nessa senda de objectivos, a direcção do Ferroviário deposita confiança na estrutura que montou e, nesse sentido, exige que a equipa conquiste todas as provas nacionais, com destaque para o Moçambola, competição que não vence desde 2015 e revalidar o título da Taça de Moçambique. 

“Entendemos que o clube Ferroviário tem capacidades e tem um plantel, como puderam ver, que nos garante a conquista dessas provas. Renovamos, por exemplo, com a equipa técnica por entendermos que foi desenvolvido um bom trabalho no ano passado. É nossa responsabilidade manter essa equipa ganhadora”, desafiou o presidente do clube, Arnaldo Manjate. 

Mais do que vencer as provas nacionais nas quais o clube estará envolvido, a direcção liderada por Arnaldo Manjate entende que o Ferroviário tem a responsabilidade de manter o desporto moçambicano vivo. 

Esse compromisso, tal como explicou Manjate, passa por representar condignamente o país nas Afrotaças, no caso na Taça Nelson Mandela, na qualidade de vencedor da Taça de Moçambique. 

“Provavelmente, se o tempo permitir nos próximos meses, possamos fazer mais contratações para potenciar esta equipa olhando para a participação nas afrotaças”. Esse facto, segundo Arnaldo Manjate, vai depender do aproveitamento que a equipa demonstrar ao longo dos próximos dias, ou seja, antes do arranque da disputa da Taça CAF. 

A equipa técnica, que continua liderada por Carlos Manuel, está ciente dos objectivos traçados para a presente temporada e, por isso mesmo, garante muito trabalho.

“Pode-se esperar por um Ferroviário de Maputo trabalhador. Trabalhador para atingir os objectivos do clube, que passam pela conquista do Moçambola, revalidação da Taca de Mocambique e quiçá chegar a fase de grupos da Taça CAF”, garante Caló, por sinal técnico responsável pelo último título do Moçambola pelo Ferroviário de Maputo, em 2015. 

Para Calo há muitos elementos que lhe indiquem o caminho do sucesso, um deles é a qualidade do plantel que, como se regozija, possui jogadores escolhidos a dedo.

“É um plantel formado minuciosamente, por isso sentimos que há garantias para atingirmos os objectivos preconizados para esta temporada”, regozija-se Caló, que conta também com a garantia dos jogadores dada pelo respectivo capitão, Jeitoso. 

 

O Brera FC definitivamente desistiu do Moçambola 2025. O clube já enviou uma carta à Liga Moçambicana de Futebol, em que explica as razões que precipitaram a decisão, com destaque para a incapacidade financeira que enfrenta motivada pela retirada do principal patrocinador. 

A direcção do Brera liderada por Simão Cossa já havia lançado sinais no mês passado sobre uma possível desistência caso não conseguisse um parceiro. O clube, que foi criado há três anos, desiste do Moçambola um após a sua ascensão à prova. 

Assim, a Liga Moçambicana de Futebol deverá encontrar uma equipa para substituir este emblema na principal prova futebolística nacional.  

O piloto internacional moçambicano Kayo Issa Cêra colocou Moçambique e o ATCM no topo e no centro das atenções ao conquistar a 1ª Prova do Campeonato Nacional de Rok. O talentoso piloto moçambicano superou a forte concorrência dos tradicionais candidatos ao pódio, ao conquistar a primeira prova disputada na vizinha África do Sul.

O tricampeão moçambicano de Rok, na categoria OK-J, teve um excelente arranque no campeonato nacional de Rok, realizado na terra do rand, e superou a forte concorrência do campeão em título e do vice-campeão, ambos sul-africanos.

A estrela nacional do desporto motorizado do Karting mostrou em pista no campeonato nacional de Rok estar em forma e a atravessar o melhor momento na sua carreira. Com 11 anos de idade, por sinal um dos pilotos mais novos na sua categoria, Kayo Cêra lançou-se na corrida para a conquista de um dos três lugares do pódio logo no arranque da competição.

O sensacional piloto moçambicano de Karting, fez uma boa qualificação após arrancar na grelha de partida na segunda posição. Na primeira manga, Kayo Cêra fez um bom arranque, destacou-se perante os seus adversários directos e terminou a manga de 12 voltas em segundo lugar, e foi considerado o piloto mais rápido na manga 1 no Ok-J.

Na manga 2, o piloto moçambicano voltou a mostrar a sua supremacia e ao longo da corrida fez várias ultrapassagens, e com mérito repetiu a proeza alcançada no arranque da competição. Novamente, o piloto fez a volta mais rápida em pista e lançou-se na corrida para a conquista de um dos três lugares do pódio. 

Na terceira e última manga, Kayo Cêra, por sinal uma das grandes referências do país no Karting, mostrou ser um verdadeiro campeão em pista ao superar os dois fortes gigantes e candidatos ao pódio no campeonato nacional de Rok. Entretanto, na batalha para o apuramento do vencedor da 1ª corrida, Kayo Cêra não teve tarefa fácil para conquistar o pódio.

O piloto travou uma batalha renhida com o actual campeão e os dois terminaram a terceira e última manga empatados com 97 pontos, mais um que o vice-campeão. Mais o piloto da NbC Team levou a melhor pelo excelente desempenho que teve nas duas primeiras mangas, onde conquistou o estatuto de piloto mais rápido em pista.

Na classificação geral, o piloto moçambicano, Kayo Cêra, foi o vencedor com 97 pontos e deixou para trás os dois pilotos sul-africanos que tem uma forte tradição no campeonato de Rok.

A nível do campeonato de Rok da África do Sul, Kayo Cêra vai fazer duas provas devido aos compromissos internacionais de Karting que tem agendado com a sua equipa.

Na presente época, Kayo Cêra também vai representar Moçambique no Championship FIA e já confirmou a sua participação na 1ª prova, que terá lugar em Portimão, Portugal, no próximo dia 28 de Fevereiro.

Uma equipa de oficiais da Confederação Africana de Futebol inspecionou, nesta segunda-feira, o Estádio Nacional do Zimpeto em resposta ao relatório enviado pela Federação Moçambicana de Futebol a este órgão, sobre o actual estado do piso do recinto.

A presença da equipa de oficiais da Confederação Africana de Futebol no Estádio Nacional do Zimpeto marca uma mais uma etapa rumo à aprovação do recinto para a realização de jogos da selecção nacional e de clubes. 

O estádio foi, mais uma vez, submetido a uma inspecção pelo organismo máximo do futebol africano, CAF, em resposta ao relatório enviado pela Federação Moçambicana de Futebol a este órgão sobre o estado do piso do recinto. 

Interditado em Dezembro do ano passado, o Estádio Nacional do Zimpeto está desde Janeiro a  beneficiar de alguns retoques. 

Recentemente, na sua primeira visita ao recinto na qualidade de ministro da Juventude e Desportos, Caifadine Manasse, deixou garantias de que o Governo continuará a fazer a sua parte para que a selecção efectue os seus jogos neste estádio.  

Em caso de aprovação, os Mambas vão receber a sua congénere da Uganda, em jogo do Grupo G da fase de qualificação para o Mundial 2026, partida está agendada para dia 17 do próximo mês.

A Federação Moçambicana de Futebol (FMF) alterou o local da realização da Supertaça Mário Esteves Coluna, partida agendada para dia 15 do próximo mês. A partida foi inicialmente marcada para o Estádio Municipal Marien Ngouabi, na cidade de Xai-Xai, e passa, agora, para o Estádio Nacional do Zimpeto na mesma data e hora. 

A FMF não avança os motivos que estiveram na origem da decisão. Assim, a cidade de Maputo volta a acolher a Supertaça um ano depois, tendo em conta que no ano passado o jogo teve lugar em Inhambane.  A Supertaça será disputada entre Associação Black Bulls, vencedor do Moçambola 2024 e Ferroviário de Maputo, vencedor da Taça de Moçambique. 

A realização desta partida no Estádio Nacional do Zimpeto vai marcar a retoma deste recinto após a interdição, em Dezembro, pela Confederação Africana de Futebol. 

 

A Black Bulls arrancou, esta segunda-feira, com os trabalhos de preparação da época futebolística 2025. Além de revalidar o título do Moçambola, os “touros” têm como principal objectivo alcançar a fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos, o que, de facto, aconteceu ano passado 

É a última equipa das 14 que vão participar no Moçambola 2025 a abrir as suas oficinas. O primeiro treino da época serviu para recuperação dos jogadores, após um mês de férias, explicou Hélder Duarte.   

O campeão em título tem objectivos claros, numa época em que estará envolvido em três competições, como revalidar o título de campeão nacional de futebol e alcançar a fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos.

A Black Bulls deverá fazer toda a preparação da época internamente, com os trabalhos  a obedecerem muitas fases.

“Iniciamos a nossa preparação para a temporada de 2025 com a mesma garra, determinação e paixão que sempre nos caracterizaram. A abertura da nossa oficina não é apenas o começo de mais um ano de competição, mas sim o renovar do nosso compromisso com o crescimento, com o trabalho árduo e com a superação de desafios”, afirmou o Presidente da Black Bulls, Junaide Lalgy.

Para Lalgy, “Sabemos que o caminho não será fácil, mas é nos momentos de maior exigência que mostramos quem realmente somos. Somos Touros! Somos resilientes, trabalhamos juntos e nunca desistimos. Cada treino, cada esforço e cada sacrifício feito agora será reflectido nas nossas conquistas futuras”.

O ano passado, disse Lalgy, trouxe muitas alegrias e aprendizados ao clube de Txumene, mas, agora, é hora de pensar mais alto, de evoluir ainda mais e de consolidar o legado. 

“Não jogamos apenas por títulos; jogamos por um propósito maior: transformar vidas, inspirar uma nova geração e elevar o desporto moçambicano. A cada um de vocês, peço compromisso, disciplina e paixão. Vamos crescer juntos, respeitar os nossos adversários e, acima de tudo, honrar o nosso nome dentro e fora do campo. Se trabalharmos com foco e união, os desafios se tornarão oportunidades, e as dificuldades, combustível para irmos ainda mais longe”, concluiu Junaide Lalgy. 

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE