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A União Desportiva de Songo é a primeira finalista da Taça de Moçambique ZAP, após vencer o Costa do Sol por 3-1, em jogo da meia-final da prova. O adversário dos hidroeléctricos será conhecido esta quarta-feira, quando os ferroviários de Maputo e da Beira se defrontarem para a segunda meia-final

Está encontrado o primeiro finalista da Taça de Moçambique ZAP, edição 2024.

Naquela que era tida como a final antecipada da Taça de Moçambique ZAP, a União Desportiva de Songo afastou o Costa do Sol e chega a final deste sábado, no Estádio 25 de Junho, em Nampula.

As duas equipas tinham ambições claras, afinal são duas das três melhores equipas do futebol moçambicano da actualidade. Desde cedo viu-se que havia vontade das duas equipas em vencer o jogo.

Começou por ser o Costa do Sol a mostrar essa vontade aos 14 minutos, quando abrir o marcador. Mau atraso de Infren, com Richard Mbulu a pressionar Ivan, ganhar na disputa e de cabeça a marcar.

Não tremeu a União Desportiva de Songo, que correu atrás do prejuízo, e quatro minutos depois chegou ao empate atravês de Lau King, a aproveitar fragilidades defensivas dos canarinhos.

As duas equipas ainda tiveram oportunidades de desfazer o empate na primeira parte, mas sem conseguirem balançar as redes.

Na segunda parte os “hidroeléctricos” estiveram melhor e visitaram mais a baliza de Victor Guambe, ainda que, há espaços, o Costa do Sol tentasse também chegar ao golo. Acabou sendo A união Desportiva de Songo a desfazer o empate num canto cobrado por Miquissone, com Lau King a desviar para o remate de Dominguez.

Com o 2-1 no marcador, cabia ao Costa do Sol procurar o empate e forçar as grandes penalidades, e por isso atacava mais, e descurrou da defesa. Aproveitou a União Desportiva de Songo e num desses lances Chico Mioche comete falta à entrada da área e vê o cartão vermelho.
Com mais um em campo os hidroeléctricos tiveram mais espaços e num contra ataque selaram a vitória por John Banda, sem oposição, a sentenciar o marcador.

O adversário da União Desportiva de Songo na final vai sair do embate entre os Ferroviários de Maputo e da Beira, esta quarta-feira.

Os Ferroviários de Maputo e da Beira disputam o acesso a final da Taça de Moçambique ZAP, esta quarta-feira, no Estádio 25 de Junho, em Nampula.

São duas “locomotivas” em linhas diferentes, rumos a mesma estação: a final da Taça de Moçambique ZAP. Naquele que será o 53º jogo entre Ferroviário de Maputo e o Ferroviário da Beira nos últimos 24 anos, uma dúvida apenas paira: quem vai chegar a final de sábado?

Nos 52 jogos anteriores, dos quais 48 para o campeonato nacional, dois para a Taça de Moçambique e outros dois jogos para a Supertaça nacional, ha um quase equilíbrio no confronto directo.

A turma de Maputo venceu 21 jogos, mais três vitórias dos locomotivas da Beira. 13 empates foram registados entre ambos. O Ferroviário de Maputo marcou mais golos na baliza contrária, 52, contra 45 apontados pelo Ferroviário da Beira nas redes do seu adversário desta quarta-feira.

As duas equipas encontaram-se duas vezes na Taça de Moçambique, curiosamente nas finais de 2014 e 2022. Em 2014 o Ferroviário da Beira conquistou a Taça de Moçambique graças a vitória tangencial diante do homónimo de Maputo, tendo havido desforra na final de 2022, ganha pela equipa de Maputo, pelo mesno resultado.

Este ano defrontaram-se duas vezes, também a dividirem entre si as vitórias tangenciais, para a equipa da casa, falhando totalmente os lugares do pódio do Moçambola. Ou seja, esta partida será do tira-teimas para salvar a honra da época.

Em termos de destaques nos respectivos planteis, os “locomotivas” de Maputo, que contam com 27 jogadores, dos quais 24 moçambicanos, um queniano, um ganês e um congolês, tem em Guirrugo o jogador com mais jogos, enquanto Neymar Canhemba é o melhor marcador com cinco golos.

Já a turma da Beira é a equipa com mais estrangeiros no plantel, nomeadamente 7 dos 30 que compõem o grupo. Para além dos 23 moçambicanos, Cabo Verde, República Democrática do Congo, Zimbabwe, Guiné-Bissau, Brasil, Camarões e Nigéria contam com um jogador cada. João Bonde é o jogador mais utilizado e Ali Kayembe o marcador de serviço, com cinco tentos.

Ferroviário de Maputo procura o sétimo título da Taça de Moçambique, enquanto o Ferroviário da Beira tenta o quarto troféu. Um dos dois será o adversário da União Desportiva de Songo na final de sábado, em Nampula.

Ernani poderá ser opção no jogo de amanhã entre a Black Bulls e Zamalek do Egipto, referente à primeira jornada do Grupo D da fase de grupos da Taça CAF. O internacional moçambicano estava a braços com problemas musculares.

É a primeira vez na sua história que a Black Bulls vai disputar a fase de grupos das competições africanas. Na sua estreia, em 2022, na Liga dos Campeões Africanos, os “touros” terminaram a sua participação na primeira eliminatória, caindo aos pés do campeão angolano, Petro de Luanda.

Esta quarta-feira, o representante moçambicano tem a dura missão de ultrapassar o Zamalek, equipa com um palmarés invejável em África, contando, para já, com cinco títulos africanos. A delegação da Black Bulls, que já se encontra no Egipto, efectuou, na segunda-feira, duas unidades de treino divididas entre o período da manhã e de tarde.

As unidades de treino serviram para Hélder Duarte aprimorar aspectos técnicos e tácticos antes da partida contra o representante egípcio na Taça CAF. Ernani Siluane chegou a estar em dúvida para este embate, tendo em conta que enfrentava problemas musculares.

O internacional moçambicano contraiu a lesão ao serviço da selecção nacional na dupla jornada contra o Mali e Guiné Bissau, referente à quinta e sexta jornada da fase de qualificação de acesso ao Campeonato Africano de Futebol (CAN), tendo sido uma das peças-chave para o apuramento dos Mambas para a sexta presença na prova.

A equipa médica do vencedor da edição passada da Taça de Moçambique garante que há boas perspectivas em relação à recuperação do atleta, que nas únicas duas unidades de treino efectuadas no Egipto, reagiu satisfatoriamente.

“Ernani está a seguir o tratamento sob cuidado da equipa médica. Está a treinar com a equipa e está a progredir muito bem. Estamos a lutar para que ele consiga estar apto para representar a nossa equipa esta quarta-feira”, garante o médico da Black Bulls, sublinhando que o guarda-redes moçambicano tem muita força de vontade de defender a baliza dos “touros” com muita responsabilidade, como sempre o fez.

SER MAIS COMPETITIVO

Dúvidas e incertezas à parte, a verdade é que a Black Bulls está com as baterias viradas para o Zamalek. Na antevisão do jogo desta quarta-feira, Hélder Duarte, atirou o favoritismo ao seu adversário recorrendo, naturalmente, ao histórico da equipa faraónica.

Ainda assim, garante o técnico português, a sua equipa irá entregar o corpo às balas, lutando até às últimas consequências, até porque, sendo esta a primeira vez na fase de grupos, os seus jogadores quererão mostrar o seu valor.

“Vamos tentar no máximo sermos competitivos. Vamos ter um jogo difícil contra uma grande equipa, que ainda assim perdeu o último jogo. Fica, por isso, complicado para o Zamalek, para o próprio treinador e para os jogadores”, anota Hélder Duarte.

Duarte acredita, por isso, na força de vontade dos seus jogadores, ao mesmo tempo que destaca o facto de a Black Bulls ter chegado ao Egipto com dois dias de antecedência. Para o técnico, esse factor contribuiu positivamente para a sua equipa na medida em que teve muito tempo de recuperação. Nesse sentido, Hélder Duarte garante que todas as condições estão criadas para que o representante moçambicano faça uma boa figura.

Em relação ao Ernani, o treinador estrangeiro com mais títulos (3) no país nos últimos 20 anos, anota que o guarda-redes é muito competente e profissional no que faz, de tal sorte que vezes houve que defendeu a camisola dos “touros” mesmo no meio de muitas contrariedades.

“Ernani é um campeão. Ao longo da época foi se deparando com algumas queixas, mas, mesmo assim, nunca deixou de dar o seu contributo. É um jogador que contamos com ele sempre, pelo que poderá estar apto”, acrescenta.

O jovem guarda-redes, Texeira, alinha com o pensamento do seu treinador.

“Com todo o respeito que nós temos com o Zamalek, nós vamos entrar para fazer o nosso jogo com a perspectiva de ganhar. Em nenhum momento nos iremos inferiorizar perante ao nosso adversário”, alerta Teixeira.

A seguir a partida contra o Zamalek, a Black Bulls volta a defrontar o outro representante egípcio, no caso Al Masry, no Estádio Nacional do Zimpeto. O jogo entre as duas formações está agendado para dia 8 de Dezembro.

É mais uma nomeação que coloca a arbitragem do basquetebol moçambicano na órbita da FIBA-África, bem como nos palcos continentais da modalidade.

Maria Liliana Bagnath foi indigitada, há dias, pelo órgão reitor do basquetebol africano como juíza-acompanhante do Ferroviário de Maputo na fase final da Liga Africana de Basquetebol sénior feminino, prova a realizar-se de 5 a 14 de Dezembro, em Dakar, Senegal.

Esta nomeação segue-se à presença, em Setembro deste ano, no  Campeonato Africano de Basquetebol na categoria de sub-18, na África do Sul, na qualidade de árbitra neutra. 

Aliás, Bagnath foi indigitada para a referida competição  juntamente com as suas compatriotas  Carlota Churane (árbitra neutra) e Carla Pene Massunda (comissária técnica). 

Bagnath esteve presente, em 2022, nos Campeonatos Africanos de Basquetebol sub-18 em masculinos e femininos, competição que teve lugar em Madagáscar.

A 7 de Agosto de 2022, no Gymnase Vatofotsy, Antsirabe, Maria Liliana Bagnath, árbitra neutra, fez parte juntamente com Nadege Zouzou (Costa do Marfim), Paulo Luvati (Angola) da equipa que dirigiu a partida entre Mali e Uganda, na qual as malianas venceram por 100-40.

No mesmo dia, Maria Liliana Bagnath juntou-se, ainda, a Nadege Zouzou (Costa do Marfim) e Yomna Arafa (Egipto) para ajuizarem o encontro em que a anfitriã Madagáscar derrotou a Argélia, por 59-43.

Seguiu-se o jogo Uganda vs Argélia (as argelinas venceram por 72-69), a 8 de Agosto, onde teve como pares Paulo Luvati (Angola) e  Benedicte Tresor Kologo (Costa do Marfim).

Antes, a 5 de Agosto, Maria Liliana Bagnath, Nadege Zouzou e Benedicte Tresor Kologo (Costa do Marfim) foram indigitados para apitar o duelo Egipto vs Argélia (as egípcias impuseram-se com um resultados de 111-38).

Enquanto isso, o árbitro internacional moçambicano Nilton Macamo foi indigitado pela FIBA-África para apitar partidas de apuramento para a Liga Africana de Basquetebol (Elite 16), competição agendada para 28 de Novembro a 3 de Dezembro, em Nairobi, no Quénia.

Nilton Macamo faz parte de uma lista de 14 árbitros nomeados pela FIBA-África, sendo ainda de destacar Amr Zahed (Egipto), Didier Gaga (Ruanda),  Fikadu Walelign (Etiópia),David Domingos Manuel e Francisco Tandu (Angola). 

O torneio “Elite 16”, no Quénia, irá movimentar as  formações do City Oilers (Uganda), Kriol Star (Cabo Verde), Fox Basketball (Sudão do Sul), Braver Hearts (Malawi), Urunani BBC (Burundi), Matero Magic (Zâmbia), Nairobi City Thunder (Quénia) e MBB Basketball (África do Sul). 

De acordo com o regulamento da competição, estas formações estarão inseridas em duas séries de quatro cada, sendo que as que ocuparem as duas primeiras posições seguem para as meias-finais. Os vencedores, por sua vez, asseguram a presença na Basketball Africa League (BAL). 

Na Kasarani Indoor Arena, palco do certame, serão realizadas dezasseis partidas. 

No ano passado, Macamo foi nomeado pela FIBA-África para dirigir jogos do grupo “E” da divisão Este da fase de qualificação para a Basketball Africa League (BAL), prova que se realizou  de 6 a 8 de Outubro, em Antanarivo, Madagáscar.

Em Dezembro de 2022, Macamo foi indicado pela FIBA-África como juiz acompanhante do Ferroviário de Maputo Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol em seniores femininos.

O jovem árbitro apitou (como primeiro acompanhante) o jogo da final do Campeonato Africano de Basquetebol masculino sub-18, competição que teve lugar em Madagáscar, entre os dias 4 e 15 de Agosto. Macamo teve como chefe de equipa, no duelo realizado no “Palais des Sports” Mahamasina, em Antananarivo, Adlen Larouci (Argélia) e o também acompanhante Erick Omondi Otieno (Quénia).

O árbitro internacional moçambicano dirigiu, no certame, a meia-final que colocou frente-a-frente as selecções nacionais de Madagáscar e do Mali, sendo que os anfitriões venceram por três pontos: 84-81.

Adlen Larouci (Argélia) e Peter Ontita (Quénia), árbitros com os quais apitou a final, foram os seus pares nesta frenética partida de acesso ao jogo das grandes decisões.

No global, Nilton Macamo apitou seis partidas, sendo que a primeira aparição foi a 4 de Agosto quando, acompanhado por Haja Maminiaini Ranaivoson (Madagáscar) e Adlen Larouci (Argélia) dirigiu Ruanda vs Madagáscar. Assinale-se ainda a nomeação para o jogo entre o Egipto e a Guiné-Conacri, realizado a 5 de Agosto.

O Desportivo da Matola regressa ao Moçambola 20 anos depois, ou seja, desde 2004. Os “alvi-negros” suplantaram o Incomáti de Xinavane, com um agregado de 3-2, no conjunto das duas mãos da finalíssima. O Ferroviário de Nacala está, também, de volta à maior prova futebolística nacional. 

Está de novo na elite do futebol moçambicano. A caminhada de regresso começou a desenhar-se no jogo da primeira mão diante do Incomáti, em que venceu em casa por 3-2.  

Os “alvi-negros” confirmaram a sua presença no Moçambola, este domingo, após empatar sem abertura de contagem no jogo da segunda mão, selando, assim, a qualificação. Na sua última participação no Moçambola, em 2004, o Desportivo de Nacala terminou a prova na última posição com 21 pontos, num ano em que o campeão foi o Ferroviário de Nampula.  

Já pela Zona Norte, o Ferroviário de Nacala confirmou, também, este domingo, o regresso à maior prova do calendário futebolístico nacional. Os “locomotivas” da cidade portuária de Nacala ultrapassaram o Sporting de Nampula, com um agregado de 4-0 no conjunto das duas mãos, com o parcial de 3-0 e 1-0, respectivamente. 

Com o regresso do Ferroviário, Nacala passa a contar com dois representantes no Moçambola, uma vez que se irá juntar ao Desportivo. Os “locomotivas” de Nacala desceram de divisão no ano passado, tendo terminado a prova na décima posição, com 20 pontos.

 Já na zona Centro, o Chingale de Tete está em vantagem na finalíssima, tendo em conta que venceu o jogo da primeira mão, este domingo, frente ao Matchedje de Mocuba, por 1-0. O Chingale procura regressar à prova depois de assinar a sua última participação há sete anos, ou seja, em 2027. Nesse ano, os “canarinhos” quedaram-se na décima quarta posição, com apenas 17 pontos. 

 

Os jogos das meias-finais da Taça de Moçambique ZAP já tem datas e horas marcadas. Costa do Sol vs União Desportiva de Songo é a final antecipada marcada para terça-feira em Nampula. O jogo entre os Ferroviários de Maputo e da Beira, a outra meia-final, será na quarta-feira. A final está marcada para sábado.

Duas equipas da cidade de Maputo, uma da Beira e outra de Songo, procuram salvar a época com a conquista da segunda maior competição futebolística do país, a Taça de Moçambique ZAP.

Trata-se do Costa do Sol e Ferroviário de Maputo, pela cidade de Maputo, Ferroviário da Beira, de Sofala, e União Desportiva de Songo, que representa a província de Tete, que estarão numa disputa pelo canecão da segunda maior competição futebolística do país.

As quatro equipas disputam a “final four” na capital do norte, na cidade de Nampula, a partir da próxima terça-feira, de acordo com o comunicado de marcação de jogos da Federação Moçambicana de Futebol.

Assim, na terça-feira, 26 de Novembro, está marcada a partida entre Costa do Sol e União Desportiva de Songo, naquela que é a final antecipada da prova. Trata-se do jogo entre o segundo e o terceiro colocados do Moçambola 2024, que perderam o título para o actual detentor da Taça de Moçambique ZAP, a Black Bulls, que foi eliminada pelos canarinhos.

“canarinhos” e “hidrocarbonetos” foram os maiores perdedores do Moçambola-2024, depois de verem a Black Bulls recuperar nos últimos jogos da época, vencendo os jogos que tinha em atraso, e ultrapassar cada um dos perseguidores, terminado a turma de Songo na segunda posição e a formação de Matchiki Tchiki na terceira posição.

Na quarta-feira será a vez do embate entre “locomotivas”, que esta época não tiveram vapor suficiente para carburar com as restantes equipas no Moçambola-2024.

Ferroviário da Beira e Ferroviário de Maputo medem forças na busca de chegar à final da prova. As duas equipas não conseguiram terminar nos lugares do pódio do Moçambola e pode ser a oportunidade de chegarem à final e discutir o título.

As quatro equipas já conquistaram a prova, com destaque para o Costa do Sol que é o mais titulado com 13 troféus, seguido pelo Ferroviário de Maputo com seis conquistas. Ferroviário da Beira já levantou o troféu por três ocasiões, enquanto a União Desportiva de Songo tem apenas duas Taças de Moçambique.

As outras equipas que já conquistaram a prova são o Maxaquene (8 conquistas), Desportivo Maputo e Liga Desportiva de Maputo (2 cada uma), e Clube de Gaza, Ferroviário de Nampula, Matchedje de Maputo, Palmeiras de Beira, Atlético Muçulmano e Black Bulls, com um troféu cada.

A final da prova está marcada para sábado, também no Campo do Ferroviário de Nampula. Todos os jogos iniciam às 15h00.

O Benfica de Portugal recebeu e goleou o Estrela da Amadora por 7-0, em partida da quarta eliminatória da Taça de Portugal Placard, e apurou-se aos dezasseis-avos-de-final. O FC Porto joga esta noite diante do Moreirense, a partir das 21 horas de Maputo.

O Benfica não teve dificuldades para ultrapassar o seu adversário desta quarta ronda da Taça de Portugal, o Estrela da Amadora, 15º classificado da Liga Portuguesa.

Di Maria, numa jogada individual e a aproveitar ressaltos dentro da área, abriu o marcador no segundo minuto. Dois minutos depois, novamente Di Maria facturou, desta vez num remate de bicicleta, a ampliar o marcador.

O Estrela da Amadora fez pouco para incomodar a defensiva encarnada e viu Di Maria fazer o hat-trick ainda na primeira parte, depois de tirar um adversário do caminho.

O Benfica aumentou os números na segunda parte, numa jogada colectiva bem finalizada por Arturkoglu, aos 60 minutos. O resultado teve contornos de goleada quando Amdouni marcou, após passe de Otamendi.

Mas não era tudo! Artur Cabral ainda foi a tempo de fazer o bis, com mais dois golos, aos 86 e 90 minutos, fixando o resultado em 7-0.

O Benfica apura-se aos dezasseis-avos-de-final da Taça de Portugal, enquanto o FC Porto tem uma cartada difícil esta noite, diante do Moreirense, oitavo classificado da Liga Portuguesa.

 

O Ferroviário de Maputo, em seniores femininos, vai disputar de 6 a 15 do próximo mês, em Dakar, Senegal, a Liga Africana de Basquetebol. O clube moçambicano foi indicado pela FIBA-África para representar a Zona VI. 

Duas vezes campeão africano nas edições 2018 e 2019, por sinal o seu maior registo, o Ferroviário de Maputo volta à elite do basquetebol africano. O clube moçambicano vai procurar, de 6 a 15 do próximo mês, regressar ao topo da modalidade. 

O Ferroviário foi indicado pela FIBA-África para representar a Zona VI, em face de os outros clubes da região terem desistido da fase de qualificação para a prova, que deveria ser disputada em Maputo este mês. 

A prova contará com a participação de 10 equipas em representação de todas Zonas da FIBA-África, com destaque para o Sporting Clube de Alexandria do Egipto, actual detentor do título. 

Campeões nacionais das duas últimas edições da Liga Moçambicana de Basquetebol, ou seja, 2024/2025, os “locomotivas” vão à essa prova na máxima força, apesar de não poder contar com uma das suas mais experientes jogadoras, Odélia Mafanela, que se encontra lesionada. 

O interclube de Luanda é o clube com mais títulos africanos em seniores femininos, tendo já conquistado cinco troféus. O último título foi em 2016.

Duas das três equipas que vão ascender ao Mocambola-2025 serão conhecidas este domingo, quando se disputarem os jogos da segunda mão das finalíssimas das zonas Sul e norte do país. Ao nível da zona Centro joga-se a primeira mão da finalíssima, em Quelimane

 

Com a época futebolística nacional a caminhar para o seu final, às equipas que vão disputar o campeonato nacional do próximo ano também vão sendo conhecidas com a realização das finalíssimas regionais.
Sul e Norte encerram este domingo a disputa da finalíssima, enquanto no Centro arranca, este domingo, com a realização da primeira mão.
Canavial terá mais açúcar ou ficará preto e branco?

Na zona sul, a finalíssima é entre o Desportivo da Matola e o Incomati de Xinavane, ambas da província de Maputo e que deixaram para trás às equipas da cidade de Maputo, tidas como candidatas, nomeadamente Estrela Vermelha de Maputo e Maxaquene, para além das equipas de Inhambane e Gaza, esta última que não tem nenhum representante no Moçambola já lá vão três anos.

Depois da disputa da primeira mão, sábado passado, com o Desportivo da Matola a vencer em sua casa (casa emprestada da Liga Desportiva de Maputo), por 3-2, desta vez o jogo será no Canavial, em Xinavane.
Os “alvi-negros” da Matola querem segurar a vantagem mínima e regressar ao Moçambola quase 15 anos depois, e por isso terá que jogar todas energias para que esse objectivo se concretize.

O representante da cidade da Matola até recebeu apoio financeiro do respectivo presidente do Município da Matola, para que consiga está qualificação e coloque a segunda equipa da cidade no Moçambola.

Mas o resultado da primeira mão pode ser enganador para um possível fim da eliminatória, uma vez que ao Incomati basta uma vitória de uma bola sem resposta para se qualificar ao Moçambola, uma vez que em casa do adversário marcou dois golos. E vai, de certeza, usar essa arma para ir para cima do Desportivo da Matola.

Os “açucareiros” procuram o regresso dois anos depois da descida de divisão, num ano que estavam a atravessar uma crise financeira sem precedentes. Desta vez pode ser diferente e um regresso à prova máxima do futebol moçambicano é aposta da direcção.

Se para o campeonato provincial às duas equipas dividiram às vitórias, mas fora de portas, nomeadamente com o Incomati a vencer no campo do Desportivo da Matola por 3-1 e os “alvi-negros” a darem o troco no Canavial por uma bola sem resposta, desta vez, na finalíssima foi o contrário. A equipa da casa venceu na primeira mão.

Será que teremos vitória da equipa da casa? Ou os forasteiros vão contrariar a tendência?

“Leões” de Nampula procuram ressuscitar depois da trucidação da “locomotiva” de Nacala

Na zona norte parece não haver muito a se contar em relação a está finalíssima. É que o resultado da primeira mão pode ter definido a equipa que vai ascender ao Moçambola do próximo ano.

Em Nacala, a “locomotiva” local não teve meias medidas para trucidar um “leão” sem garras e sem forças para obter outro resultado. Foi uma vitória gorda, de 3-0 imposta pelo Ferroviário de Nacala ao Sporting de Nampula.

Este domingo, na capital de Nampula, o Sporting terá que fazer tudo e mais alguma coisa que não conseguiu fazer na primeira mão, para revirar a eliminatória e chegar ao Moçambola. Um Sporting de Nampula que não conseguiu se superiorizar diante do Ferroviário de Nacala dos dois jogos do campeonato da segunda divisão, uma vez que na primeira volta os nacalenses venceram por 3-1 e na segunda volta houve empate sem abertura de contagem.

Aliás, o Sporting de Nampula até terminou na terceira posição do campeonato provincial, mas beneficiou-se do facto de o Omhipiti Futebol Clube não ter terminado o processo de licenciamento de clubes para equipas da segunda divisão.

Mas o jogo da primeira mão demostrou claramente qual equipa está melhor estruturada e preparada para chegar ao Moçambola, daí que o Sporting de Nampula terá que contrariar está superioridade dos “locomotivas” de Nacala no jogo.

Zambézia e Tete lutam pelo Moçambola-2025

Por seu turno, ao nível da zona centro a disputa da finalíssima começa este fim-de-semana, com Matchedje de Mocuba e Chingale de Tete a procura do regresso ao Moçambola.

As duas equipas venceram os respectivos campeonatos provinciais com categoria, tiveram uma Poule de Apuramento, na fase regular, diferente uma da outra.

Por um lado o Chingale de Tete teve categoria para vencer a série A, numa disputa em que deixou para trás o FC da Beira, equipa que parecia que daria luta.

Já o Matchedje de Mocuba teve que usar, até, de estratégias extra-futebol, para conseguir o apuramento, numa luta com a Liga Desportiva de Sofala, tida como candidata ao apuramento. Teve que ser o jogo em repetição diante da turma de Sofala, para os “militares”assegurarem lugar na finalíssima.

Num frente a frente, “militares” de Mocuba e “canarinhos” de Tete procuram o regresso ao Moçambola.

O Chingale de Tete, despromovido do Moçambola em 2017, tentou por diversas vezes o regresso, mas sempre encontrou oposição de outras equipas da zona centro, que foram ascendendo, casos do Textáfrica do Chimoio, Ferroviário de Quelimane, Matchedje de Mocuba e Têxtil de Púnguè. Agora tenta o regresso numa disputa com o Matchedje de Mocuba, despromovido ano passado a segunda divisão.

Será uma eliminatória equilibrada, olhando para a grandeza das duas equipas e os objectivos de ambos na competição.

A primeira mão disputa-se este domingo, em Quelimane, sendo que a segunda mão será em Tete.

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