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O País – A verdade como notícia

O Mocambola 2025 vai arrancar a 29 de Março devendo terminar no dia 9 de Novembro. A Federação Moçambicana de Futebol aprovou, recentemente, a proposta da Liga Moçambicana de Futebol, entidade responsável pela organizacao da prova. 

Contrariamente à edição passada, o Moçambola 2025 contará com a participacao de 14 equipas, das quais o destaque vai para o regresso do Chingale de Tete que ficou fora da competição durante sete anos. 

A prova poderá sofrer algumas interrupções para dar lugar aos compromissos da selecção nacional. Recorde-se que a Associação Black Bulls é o campeão em título da prova. 

A entrega do Estádio Nacional do Zimpeto à gestão privada está fora de cogitação, diz o ministro da Juventude e Desportos, Caifadine Manasse, que visitou a infra-estrutura esta segunda-feira. O governante garante o empenho para que o jogo dos Mambas contra Uganda, em Março, tenha lugar no país.

Hoje, foi o primeiro contacto público que Caifadine Manasse, enquanto ministro da Juventude e Desportos, manteve com o único estádio de futebol no país capacitado para acolher jogos internacionais.

Acompanhado por membros da Federação Moçambicana de Futebol e do Fundo de Promoção Desportiva, Caifadine Manasse percorreu todos os compartimentos do Estádio Nacional do Zimpeto, e ficou a saber dos problemas que tiram sono ao chamado elefante branco.

Coragem e determinação é a fórmula de Caifadine Manasse para suprir os desafios.

Nas mãos do Fundo de Promoção Desportiva, a gestão do Estádio Nacional do Zimpeto tem dividido opiniões, com alguns a apontarem a concessão a privados como saída. Entretanto, Manasse tem visão diferente.

Em dúvidas para o jogo Moçambique-Uganda, a contar para a quarta jornada de acesso ao mundial 2026, o governante garante que tudo será feito para que a partida seja realizada no solo pátrio.

A capital do país, concretamente o pavilhão do Estrela Vermelha, será palco do Campeonato Africano de Boxe da zona IV, segundo deu a saber a Federação Moçambicana da modalidade.

A prova regional, que também conta para a pontuação rumo aos Jogos Olímpicos de 2028, vai contar a com a participação de países da região, com destaque para a África do Sul, Angola, Zimbabwe, Zâmbia, Lesotho, Namíbia, Tanzania e Malawi, para além do país anfitrião, Moçambique.

Para esta competição ainda não foi divulgada a lista dos pugilistas que vão representar o país, mas sabe-se que não vai fugir daqueles que têm estado a combater nestas provas, entre eles Yassine Nordine, Ivo Gonçalves, Armando Sigaúque, Vuzane Máquina, Edison Cumbane, Lázaro Come, Paulo Jorge, José Azarias, Tiago Muchanga, Abdul Francisco, Yanud Ibraimo, Abílio Júlio, Miguel Microsse, Alfredo Muzimba e Manuel Paulo, em masculinos, para além de Fidelicia Cumbe, Helena Bagão, Benilde Macaringue, Telma Mathule, Jéssica Ubisse, e as olímpicas Alcinda Panguana e Rady Gramane, em femininos.

A aposta da Federação Moçambicana de Boxe nesta prova é colocar o maior número de pugilistas nas finais das diversas categorias, bem como conquistar o maior número de medalhas, com vista a manter a sua hegemonia na modalidade, ao nível da região.

O Campeonato Africano de Boxe da zona IV terá lugar de 26 de Fevereiro a 2 de Março deste ano.

Com a época 2024/25 já iniciada com a pré-época das equipas que vão competir em diversas provas, quer nacionais quer provinciais, as competições também começam a ser projectadas.

Ao nível da Cidade de Maputo, o Campeonato Provincial, ou simplesmente o torneio de abertura, a Liga JogaBets, vai arrancar a 22 deste mês de Fevereiro, segundo confirmação do presidente da Associação de Futebol da Cidade de Maputo, Amílcar Jussub.

Falando no programa televisivo da Stv, o Mais Desporto, Jussub disse que a prova vai ser disputada por 16 equipas, tal como foi definido em assembleia geral, como forma de gerir melhor a prova e conter custos.

Trata-se das três equipas do Moçambola, Black Bulls, Ferroviário e Costa do Sol, e outras tantas da segunda divisão, nomeadamente Maxaquene, Desportivo, Vulcano, União Desportiva de Zimpeto, 1º de Maio, Estrela Vermelha, Mahafil, Académica, Liga Desportiva, Nacional, Águias Especiais, Ntsondzo, Ferroviário das Mahotas e Matchedje.

As equipas serão divididas em duas séries de oito equipas cada uma, tal como aconteceu no ano passado, sendo que a prova deste ano será disputada em menos tempo do que nos anos anteriores.

“Temos de entregar as equipas que vão disputar o Moçambola e a Supertaça até dia 22 de Março, por isso a prova deste ano será mais curta. Teremos de realizar jogos no fim-de-semana e no meio de semana para permitir correr com a prova e tentarmos realizar a final em finais de Março”, disse Amílcar Jussub.

Em termos de premiação, o presidente da Associação de Futebol da Cidade de Maputo confirmou que os vencedores serão premiados, não só com medalhas e taças, mas também com premiação monetária, sem no entanto avançar os valores envolvidos, garantindo apenas que vem do patrocinador oficial, a JogaBets.

Assim, o sorteio para a prova da capital está marcado para esta sexta-feira, na sede da colectividade.

O antigo jogador dos Mambas e recordista de golos numa edição do campeonato nacional de futebol, Amade Chababe, é o novo treinador da equipa principal de futebol do Grupo Desportivo Maputo. Chababe assinou um contrato válido por um ano, com opção de renovação.

É o recordista de golos numa edição do campeonato nacional de futebol em Moçambique, com 27 golos apontados em 1983, e antigo jogador da selecção nacional de futebol.

Abraçou a carreira de treinador há mais de 15 anos, mas estava sem clube há pouco menos de 10 anos. Regressa aos bancos de um clube como treinador pela porta do centenário Grupo Desportivo Maputo.

Amade Chababe foi apresentado na sexta-feira passada para dirigir os “alvi-negros” e tem como principal desafio devolver o clube ao Moçambola, em 2026.

“Temos um único modelo de jogo, que vai das equipas seniores até às camadas de formação. O outro grande objectivo é mesmo devolver o Desportivo ao Moçambola. Esses são os dois grandes objectivos que nós colocamos como desafios para o futebol. E achamos que ele têm condições de fazer, naturalmente com o suporte da sua equipa técnica, com o suporte da direcção do Desportivo e do Departamento de Futebol. E, claro, do 12º jogador, como vocês sabem, nós temos um 12º jogador que é muito forte”, afirmou Ângelo Matinene, presidente da colectividade, que disse ainda esperar que Amade Chababe “forme outros Chababes”.

Amade Chababe reconhece as dificuldades por que passa o clube que foi despromovido do Moçambola em 2020, mas diz ter uma dívida com o clube.

“Devo muito a este clube. É um contrato por objectivo o qual aceitei, humildemente, como homem do desporto. Sei que o Desportivo Maputo milita, neste momento, num campeonato onde não deveria estar. Não se pode falar do futebol moçambicano e africano sem mencionar o nome do Grupo Desportivo Maputo”, vincou. 

Chababe assume o compromisso de trabalhar para devolver a equipa à alta roda do futebol moçambicano. E diz que “quando o convite chegou, não hesitei em aceitá-lo, sabendo, dentro de antemão, que não vão ser favas contadas, repito, que teremos de ombrear com outras colectividades que terão o mesmo objectivo, mas, neste caso concreto, para nós, o objectivo primordial é fazer com que o Desportivo retorne à ribalta do futebol nacional”.

Amade Chababe terá apoio dos antigos jogadores do clube, que esperam que o novo técnico devolva a mística “alvi-negra” que se perdeu com o tempo. É como disse Tico-Tico, antigo jogador do clube.

“Eu penso que essa escolha do mister Chababe é mesmo a pensar nisso, resgatar essa mística, esses valores do Desportivo, tentar ganhar a jogar ao Desportivo, porque eu penso que isso se perdeu ao longo dos anos”, disse Tico, acrescentando que “chegou uma altura em que qualquer um pensava que podia jogar no Desportivo, e penso que isso, em algum momento, distorceu aquilo que é a alma do Desportivo.”

Amade Chababe fez a formação como treinador de futebol na Holanda e, enquanto treinador, foi adjunto de Mart Nooij nos Mambas e seleccionador nacional de sub-20, para além de ter treinado os Ferroviários de Pemba e de Ferroviário de Nampula.

A Federação Angolana de Basquetebol refuta as acusações da Federação Moçambicana de Basquetebol  segundo as quais a selecção nacional foi submetida a maus tratos chegando a não disponibilizar transporte durante a janela de qualificação para o Afrobasket 2025, e classifica de falsas e injuriosas. Em resposta, a FMB reitera o seu posicionamento e promete submeter o caso à FIBA-África, na segunda-feira. 

Após o regresso de Angola, onde participou da janela de qualificação para o Afrobasket 2025, a FMB convocou a imprensa, na última quinta-feira, para repudiar supostos maus tratos por parte da federação angolana. O organismo acusou a similar angolana de não ter disponibilizado transporte para a delegação nacional.

Através de uma nota de repúdio, a Federação Angolana de Basquetebol refuta todas as acusações e classifica de falsas e injuriosas.  A FAB esclarece que disponibilizou transporte.

“Foi, portanto, com surpresa que a Federação Angolana de Basquetebol foi confrontada com notícias que imputavam a FAB falta de cuidado na organização da competicao e insinuações de que sujeitou a delegação moçambicana deslocar-se a pé para o pavilhão”, esclarece

Nesse sentido, avança a mesma nota: “particularmente, a FAB repudia veementemente as acusações do presidente da Federacao Mocambicana de Basquetebol  que de forma leviana e despropositada acusou a FAB de sabotagem da selecção moçambicana, num comportamento que traduz uma acusação  falsa e injuriosa que é indigna de um presidente de uma federação de um país irmão”.

Reagindo em exclusivo a Stv, o presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol reiterou o seu posicionamento. A FMB fala ainda dos episódios que aconteceram durante o último jogo, que ditou a qualificação da Angola e promete submeter o caso à FIBA, na segunda-feira. 

A federação angolana acusa a FMB de ter uma dívida referente ao AFROCAN de 2022. Mazivila assume a dívida e explica que o assunto está fora do contexto. 

Recorde-se que Moçambique e Angola foram os únicos países a disputar a janela de qualificação para o Afrobasket a nível da África Austral.

O antigo jogador dos Mambas e recordista de golos numa edição do campeonato nacional de futebol, Amade Chababe, é o novo treinador da equipa principal de futebol do Grupo Desportivo Maputo. Chababe assinou um contrato válido por um ano, com opção de renovação

É o recordista de golos numa edição do campeonato nacional de futebol em Moçambique, com 27 golos apontados em 1983 e antigo jogador do Desportivo Maputo e da selecção nacional de futebol. É treinador de futebol há mais de 15 anos, mas estava sem clube há pouco menos de 10 anos.

Regressa aos bancos, como treinador, pela porta do centenário Grupo Desportivo Maputo, clube tem o desafio de devolvê-lo ao Moçambola, em 2026.

Amade Chababe reconhece as dificuldades por que passa o clube que foi despromovido do Moçambola em 2020 e assume o compromisso de trabalhar para devolver à equipa a alta roda do futebol moçambicano.

Amade Chababe terá apoio dos antigos jogadores do clube, que esperam que o novo técnico devolva a mística alvi-negra que se perdeu com o tempo.

Amade Chababe foi treinador adjunto de Mart Nooij nos Mambas e seleccionador nacional de sub-20. Já treinou os Ferroviários de Pemba e de Nampula.

O seleccionador nacional de basquetebol, Nilton Manheira, diz que é preciso continuar a dar um voto de confiança às jogadoras da selecção nacional para garantir uma boa prestação nas próximas competições.

Moçambique falhou, esta terça-feira, o acesso ao Afrobasket 2025, perdendo diante da Angola no segundo e decisivo jogo, por 58-65. Na hora do balanço, o seleccionador nacional admite falhas, mas prefere olhar para o futuro.

“Angola entrou muito forte e já sabíamos que Angola vinha para este jogo com a missão de fazer diferente do que fez no primeiro jogo. Estávamos em vantagem de seis pontos (…) preparamo-nos bem. Conseguimos recuperar o jogo, conseguimos ter bons momentos, conseguimos eliminar algumas pedras fundamentais (…) cometemos, nos últimos minutos, algumas falhas que não devíamos cometer e não consegui perceber, a última falta, o quê que aconteceu”, disse Nilton Manheira, seleccionador nacional de basquetebol. 

A capitã da selecção nacional, Ingvild Mucauro, aponta os problemas físicos como um dos elementos que ditaram o fracasso.

“Faltou frieza e faltou pernas…se tu não estás bem fisicamente, o cérebro falha. Nós precisamos estar bem fisicamente para termos frieza e para termos calma. Então, faltou um pouco de frescor físico, para que pudéssemos pensar em basquetebol”, afirmou Ingvild Mucaro. 

O Afrobasket 2025 vai decorrer de 25 de Julho a 3 de Agosto, na Costa do Marfim. 

O desporto motorizado em Moçambique volta a entrar em acção a partir deste sábado, 8 de Fevereiro, na pista do ATCM, na capital do país. No âmbito das actividades desportivas programadas pelo ATCM, membro da FIA, para esta época, a modalidade de Spinning será a primeira a entrar em acção naquele que será o reinício das competições na catedral do desporto motorizado.

Esta é uma das provas canceladas no ano passado, a par de outras provas inseridas nos Campeonatos de Automobilismo promovidas e organizadas pela agremiação, devido aos protestos pós-eleitorais no país. Entretanto, o departamento de Spinning do ATCM decidiu marcar para 08 de Fevereiro a realização da terceira e última prova da competição.

Esta corrida deste sábado vai confirmar o Campeão de Spinning de 2024 no final das batalhas, bem como o lançamento da nova temporada da modalidade que se avizinha.

A 3ª prova de Spinning vai contar com a participação de pilotos de Maputo, Beira e Xai-Xai.

Com o cancelamento de algumas provas, no ano passado, devido a protestos, na temporada passada foram realizadas duas provas do Campeonato de Spinning, e o ATCM tinha agendado três, o que só agora se conclui.

Nos últimos cinco anos, o Spinning tem vindo a ganhar novos condutores de competição, graças ao investimento que vem sendo feito pela direcção do ATCM, com destaque para a construção de raiz da Arena de Spinning em frente à bancada principal do autódromo. Como resultado desse investimento, nos últimos anos, a modalidade tem vindo a atrair muitos e novos condutores, bem como o público ávido em acompanhar as provas desta competição.

O lançamento com sucesso, no ano passado, da Academia de Drift do ATCM também atraiu novos condutores de competição. O piloto Muhamad Tayab parte para a última prova de Spinning com o objectivo de defender o título conquistado em 2023 na primeira edição do Campeonato de Spinning do ATCM.

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