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O País – A verdade como notícia

O Sporting, de Geny Catamo, venceu, ontem à noite, o Estoril, por três bolas a uma. Assim, os leões estão isolados, à condição, na liderança da primeira liga portuguesa, com 56 seis pontos, mais três do que o Benfica, com um jogo de atraso. O internacional moçambicano entrou a substituir. 

O Sporting vinha de três empates seguidos. Pressionado pelos seus mais directos perseguidores, os leões entraram demolidores contra o Estoril. Gonçalo Inácio abriu o caminho para a vitória, com um cabeceamento vitorioso.  

Depois foi a vez de Francisco Trincão tentar a sorte, com o seu remate em jeito a passar ao lado. Balançado ao ataque, o Sporting tentava chegar ao segundo golo, numa das ocasiões através de Viktor Gyokeres, porém sem sucesso. 

Era apenas um aviso. Na segunda, o avançado sueco foi mais certeiro, dilatando o marcador. 

Na segunda parte, o Sporting voltou ainda mais forte. Sem muito espaço, o Estoril tentou surpreender o adversário e conseguiu reduzir a desvantagem. 

Ao cair do pano, Gyokeres selou o marcador através de uma grande penalidade, após ter sido derrubado na área. Geny Catamo jogou cerca de meia hora.

Na próxima jornada, o Sporting defronta o Casa Pia, partida marcada para o próximo domingo. 

 

O internacional moçambicano Edmilson Dove voltou a jogar com a camisola do Kaizer Chiefs, sábado, em jogo do campeonato sul-africano, frente ao Mamelodi Sundowns. Foi o regresso depois da lesão da ruptura no tendão de Aquiles, que o afastou dos relvados desde 7 de Maio de 2024.

O lateral-esquerdo moçambicano fez a sua reestreia logo a titular e a cumprir os 90 minutos do jogo diante do poderoso Mamelodi Sundowns, no último sábado, num jogo em que a sua equipa perdeu à tangente.

Ainda assim, a Sofascore atribuiu a Edmilson Dove uma pontuação de 6,8 pontos, depois de uma boa prestação, em que venceu todos os duelos aéreos e terrestres e teve 80% de precisão de passe.

Edmilson Dove acaba por ser uma tábua de salvação para uma equipa que perdeu alguns defesas para outras equipas, para além de poder voltar a merecer a confiança do seu treinador, Nasreddine Nani, que no final teceu elogios ao defesa moçambicano de 31 anos de idade.

Dos Mambas pré-convocados por Chiquinho Conde para os dois embates deste mês, destaque ainda para dois avançados que marcaram neste fim-de-semana, nomeadamente Pepo e Ratifo.

Stanley Ratifo voltou aos golos no fim-de-semana apontado um tento no empate da sua equipa, Chemie Leipzig, contra Chemnitzer (2-2), a contar para mais uma partida da terceira divisão alemã. Já Pepo marcou o golo da vitória do Caldas SC diante do Lusitânia SC, em jogo do Campeonato de Portugal.

Moçambique revalidou o título africano de boxe ao nível da Zona IV, prova que teve lugar em Maputo. A selecção nacional conquistou um total de 13 medalhas, oito de ouro, três de prata e duas de bronze. Os atletas consideram que a conquista foi fruto de muito sacrifício. 

E o sol voltou a brilhar para Moçambique. O boxe nacional reafirmou a sua hegemonia ao nível da região. Pouco ou nada a provar, senão colectar medalhas. Não foi a primeira, mas sim a segunda vez nos últimos três anos, ou seja, Moçambique é bicampeão africano de boxe da zona IV. Repetiu o feito de 2022, curiosamente em Maputo.

Em femininos, as medalhas de ouro foram conquistadas por Alcinda Panguana, Fidelicia Cumbe, Latifa Camilo e Benilde Macaringue. Em masculinos, o ouro foi para Armando Sigaúque, Yassine Nordine, Lourenço Cossa e Lázaro Comé. 

Alcinda Panguana, uma das estrelas do pugilismo moçambicano, diz estar acostumada a grandes vitórias, e esta, mais uma, não foi novidade. “É gratificante estar aqui a receber mais um título, uma vez já estou acostumada, porque trabalho para isso, mas é de louvar o esforço, o meu esforço está a ser compensado hoje. Então, vou continuar a trabalhar para fazer face às outras competições”, disse.

Por seu turno, Yassin Nordine disse que esperava um adversário melhor para provar as suas valências. “Foi uma luta igual a qualquer uma. Eu esperava encontrar muito mais de um adversário, mas eu não consegui provar mais, e eu vi a melhor”.

Já o pugilista olímpico Armando Sigaúque disse sentir-se orgulhoso dos combates que teve e do título conquistado. “Sinto-me orgulhoso, porque eu disse, eu prometi-vos, e cumpri. Isso é uma prova de que o que eu falo eu cumpro”, garantiu Sigaúque.

É um título com muitos significados, conquistado com muito sacrifício, segundo deu a entender Latifa Camilo. “Esperei tanto para que a selecção me conhecesse, e eu precisei de mostrar que, de verdade, preciso de estar na selecção, graças a Deus, graças à oportunidade e graças ao meu bisavô Noami, que me formou”, revelou.

Benilde Macaringue, outra pugilista moçambicana que disputou o regional de boxe, disse estar feliz com a recuperação do título falhado nas últimas edições, depois de conquistado em 2018. 

“Sinto-me muito feliz por ter recuperado o meu título, depois de 2018, se a memória não me falha, depois de 2018, no outro campeonato fui ficando em segundo, em terceiro, agora em primeiro lugar”, comentou Macaringue.

Finalmente, Lázaro Comé espera poder inspirar mais jovens com o título conquistado. “Aproveitar esse grande momento para inspirar os mais novos. Quem pratica como qualquer que seja a modalidade, que se dedique, que dê esforço, que faça de tudo para que um dia seja campeão”, revelou Comé.

Botswana foi segundo classificado, com duas medalhas de ouro, o mesmo número de prata e 3 de bronze. Lesotho, em terceiro lugar, amealhou duas medalhas de ouro e duas de prata. Seychelles, com uma medalha de ouro e prata, esteve em penúltimo lugar, e Eswatine, na última posição, ficou com cinco medalhas de prata e três de bronze.

A pugilista moçambicana Benilde Macaringue foi eleita a melhor do torneio em femininos, e Khobamelo Molatheghi, do Botswana, em masculinos.

O país revalidou o título africano de boxe ao nível da Zona IV, prova que teve lugar na Cidade de Maputo. A selecção nacional conquistou um total de 13 medalhas, oito de ouro, três de prata e duas de bronze. Os atletas consideram que a conquista foi fruto de muito sacrifício. 

Assim, o sol voltou a brilhar para Moçambique. O boxe nacional reafirmou a sua hegemonia ao nível da região. Pouco ou nada a provar, senão colectar medalhas. Não foi a primeira, mas sim a segunda vez nos últimos três anos, ou seja, Moçambique é bicampeão africano do boxe da zona IV. Repetiu o feito de 2022, curiosamente em Maputo. 

No torneiro, venceram Alcinda Panguane, Yassin Nordine e Armando Sigauque. 

Botswana e Lesotho completam o trio de vencedores da prova, na segunda e terceira posições. 

 

A Federação Moçambicana de Futebol (FMF) começa a cogitar a possibilidade de os Mambas jogarem fora do país,  uma vez que, até agora, ainda não há nenhum aval por parte da CAF. A FMF aguarda por resultados da inspecção feita, esta sexta-feira, mas a condição da relva do Estádio do Zimpeto levanta muitas dúvidas.

O Estádio Nacional do Zimpeto foi alvo de uma inspeção da CAF esta sexta-feira, sendo que os resultados só serão divulgados na segunda-feira. A  Federação Moçambicana de Futebol já tem, entretanto, meio resultado do trabalho realizado, a avaliar pelo que viu e ouviu.

“Esta manhã, houve uma nova inspecção no estádio, e, infelizmente, a relva não está assim tão boa, mas penso que está em 70 ou 80%. Acreditamos que é possível melhorar até o dia de jogo”, avançou Feizal Sidat, Presidente da Federação Moçambicana de Futebol. 

A relva não é o único problema do ENZ. “A vandalização é patente. O mau uso balneares, quando termina o jogo, as 460 torneiras, mais os sifões de autoclismo”. 

Feizal Sidat acredita em mudanças no estado do relvado do Estádio Nacional do Zimpeto, no mínimo, para que o jogo da selecção frente ao  Uganda seja realizado no solo pátrio. Entretanto, necessitará de alguma sorte. 

 “Esperamos que nós tenhamos a sorte de jogar no nosso campo, mas estamos a fazer o nosso trabalho interno, para que, pelo menos até segunda ou terça-feira, tenhamos algo”, acrescentou Sidat.  

Há, em parte, algum optimismo por parte da FMF.  Entretanto, prefere estabelecer um plano B. “Não vou divulgar aqui, mas já temos um plano B. Vamos ter que procurar um campo para que possamos jogar”. 

O jogo frente a Uganda, a contar para a quinta jornada do grupo G de acesso ao Mundial, está marcado para o dia 20 de Março e Chiquinho Conde já anunciou os 47 pré -convocados.

O Sporting qualificou-se, na noite de quinta-feira, para as meias-finais da Taça de Portugal, depois de vencer o Gil Vicente, por 1-0. O único golo da partida foi apontado por Debast. Esta partida marcou regresso aos relvados do internacional moçambicano Geny Catamo, depois de um período de lesão. 

Os leões tiveram que se aplicar a fundo para seguirem em frente nesta competição, uma vez que o seu adversário deu muita réplica em campo.

O Estádio Nacional do Zimpeto vai voltar a ser inspecionado por uma equipa da Confederação Africana de Futebol, anunciou a Federação Moçambicana de Futebol.

A inspeção será realizada nos próximos dias, sendo que a mesma visa  avaliar os progressos registados desde a última visita da CAF,  no dia 17 de Fevereiro do corrente. 

Os inspectores da CAF pretendem verificar o grau de implementação das melhorias necessárias para que o estádio cumpra integralmente os requisitos exigidos para a realização de jogos da Categoria 3 da CAF e da FIFA.

CAF reconheceu, recentemente, alguns avanços significativos nas condições do estádio, nomeadamente no processo de renovação das instalações.

O presidente do Conselho Municipal de Maputo efectuou, hoje, uma visita de cortesia aos clubes Desportivo Maputo e dos Desportos da Maxaquene. Manhique disse que a visita visava conhecer de perto as dificuldades que os dois clubes enfrentam e garante que saiu satisfeito por entender que o desporto está em pé nos vizinhos da baixa da cidade de Maputo.

São dois históricos, centenários e vizinhos clubes da Cidade de Maputo. Maxaquene e Desportivo foram agraciados pela visita do edil de Maputo, que foi se inteirar dos problemas por que passam. Razaque Manhique diz que o motivo da visita era prestar seu apoio aos centenários clubes.

Nos alvi-negros, o edil de Maputo visitou o pavilhão, o campo sintéctico e a sala de troféus e ofereceu um cheque para apoiar nas actividades do clube. Nos tricolores, passou pelo pavilhão, pelo campo de futebol e também pela sala nobre, onde também deixou ficar o seu apoio. Disse ter saído satisfeito por perceber que o desporto continua forte nos dois clubes.

Os visados consideram ser importante a visita do presidente do Município, pois vai ajudar a materializar os seus projectos, com ajuda da edilidade.

Maxaquene e Desportivo, ambos de Maputo, disputam a segunda divisão da Cidade de Maputo e procuram regressar ao Moçambola, há seis anos.

É, para todos efeitos, o único treinador moçambicano que já ousou conquistar quatro campeonatos africanos de clubes. Feito, pois claro, que se junta a tantos outros troféus conquistados internamente ao serviço do Maxaquene, Desportivo, Ferroviário de Maputo, Ferroviário da Beira, entre outras colectividades. Constam, ainda, no seu invejável e reconhecido percurso, passagens pelo basquetebol no estrangeiro, destacando-se a sua experiência no Interclube de Angola e CSA Basket da Costa do Marfim.

“Mestre” ou o “senhor dos anéis”, tal como o apelidam, Nasir “Nelito” Salé faz parte de uma casta de “coaches” cujo palmarés revela, claramente, a sua metodologia de trabalho alicerçada no rigor. O “coach” conquistou, primeiramente, o espaço interno e, depois, colocou-se no olimpo de África.

Em 2007, ao serviço do Desportivo de Maputo, Nelito conduziu as “Lady Eagles” ao topo de África ao nível de basquetebol de clubes. Em pleno pavilhão do Maxaquene, e perante o D’Agosto comandado por Aníbal Moreira, Nelito não tremeu. Pelo contrário, vestiu o fato-macaco e derrotou as agostinas, por 64-47, num jogo no qual Diara Dessai foi a melhor cestinha com 15 pontos. Estávamos numa tarde do dia 28 de Outubro de 2007.

Ouro sobre azul, numa equipa em que militavam nomes como Anabela Cossa, Anta Sy, Cátia Halar, Crichúlia Monjane, Diara Dessai, Josefina Jafar, Luísa Nhate, Nádia Rodrigues, Odélia Mafanela, Salimata Diatta, Sílvia Neves, Valerdina Manhonga. Merecidamente, Salimata Diata, senegalesa, foi eleita a jogadora mais valiosa (MVP).

Mais do mesmo no ano seguinte. Em Nairobi, Quénia, o Desportivo de Maputo foi superior ao Interclube, adversário ao qual venceu na final por 70-63. Com um duplo-duplo (27 pontos e 15 ressaltos), a norte-americana Yolanda Jones esteve em destaque no decisivo jogo. O saldo a equipa “alvi-negra” foi de oito vitórias em igual número de partidas.

Em 2009, numa prova que foi disputada em Cotonou, Benim, o Desportivo de Maputo, orientado por Nasir Salé, ficou em terceiro lugar. No Palais des Sports, o Desportivo de Maputo derrotou o Interclube de Angola, por 57-50. Valerdina “Dina” Manhonga foi a melhor cestinha com 15 pontos.

Foi por pouco que Nelito não conquistou, em 2010, em Bizerte, na Tunísia, o seu terceiro “anel”. Isto porque, na final, o Desportivo de Maputo caiu aos pés do Interclube (perdeu por 77-63).

Na competição, as “alvi-negras” somaram seis vitórias e uma derrota. Dois anos depois, ou seja, em 2012, Nelito voltaria a ter África a seus pés. Porquanto, em Abidjan, na Costa do Marfim, foi o responsável pelo sucesso alcançado pela extinta equipa sénior feminino da Liga Desportiva de Maputo que, na final, venceu o Interclube, por 53-43.

Aya Traore brilhou nesta partida com 22 pontos, tendo sido fundamental para que a Liga Desportiva terminasse a prova com seis vitórias e uma derrota.

O conjunto era constituído por Anabela Cossa, Aya Traore, Cátia Halar, Clarisse Machanguana, Deolinda Ngulela, Filomena Micato, Ingvild Mucauro, Jazz Covington, Leia Dongue, Odélia Mafanela, Rute Muianga e Valerdina Manhonga.

Seguiu-se um interregno! Pelo meio, Nasir Salé conquistou um título de campeão nacional de basquetebol sénior masculino ao serviço do Ferroviário da Beira, em 2017.

Mas em 2022 voltou ao pódio em África com um terceiro lugar conquistado ao serviço do Ferroviário de Maputo, num evento realizado no Pavilhão da Universidade Eduardo Mondlane (UEM).

No embate de atribuição do terceiro lugar, o Ferroviário de Maputo venceu o Interclube, por 71-67. Com 22 pontos e quatro assistências, Dulce Mabjaia foi o grande destaque das “locomotivas”.

Voltou a mostrar serviço em 2024, em Dakar, Senegal. Com um conjunto com limitações, em termos de estrutura, Nelito conseguiu montar uma equipa competitiva e levou o Ferroviário de Maputo ao tricampeonato africano de clubes.

Numa final bem disputada, Nelito conseguiu condicionar, nos momentos decisivos, o Al Ahly do Egipto e saiu com uma vitória por 81-72. No seu percurso, o Ferroviário de Maputo.

No duelo de acesso à final, no qual foi buscar 18 pontos de desvantagem (perdia por 51-33 ao intervalo), a equipa comandada por Nelito venceu o APR do Ruanda, por 86-72.

PASSAGEM PELA COSTA DO MARFIM E ANGOLA

Porque as suas qualidades ultrapassaram fronteiras, Nelito foi reconhecido e convidado para trabalhar na Costa do Marfim, em 2008. Voltou, depois, em 2012, a convite do CSA Basket, clube que o chamou para dar “inputs” sobre implementação de uma nova dinâmica de organização, aumento de horas de treino, bem como na integração de novos talentos na equipa.

Em 2015, Nelito foi convidado pela direcção do Interclube para orientar esta formação, num contrato válido por duas temporadas.
O vínculo previa que, para além de assumir a equipa principal, Nelito seria responsável pela área da formação feminina.

INSTRUTOR DA FIBA…

Sempre preocupado em actualizar os seus conhecimentos, Nelito aposta na sua formação. Não é por acaso que, actualmente, é um dos dois instrutores de treinadores da FIBA com nível-2. A par do senegalês Cheikh Sarr, “coach” que acumula as funções de seleccionador nacional de basquetebol masculino e feminino do Ruanda, Nelito é o único treinador no continente com qualificações de alto nível para treinamento.

GRAU DE MESTRE PELA UEM

Em Outubro do ano passado, a Escola Superior de Desporto da Universidade Eduardo Mondlane atribui a Nasir “Nelito” Salé o grau de Mestre em Ciências de Desporto, na especialidade em treino desportivo em basquetebol.

Nelito, lembre-se, fez uma tese sobre “programa de preparação física baseado em cargas selectivas para as jogadoras de basquetebol sénior do Clube Ferroviário de Maputo”. O caso de estudo foi um leque de 22 atletas do Ferroviário, onde Nelito abordou a melhoria da condição física de atletas, depois de testes de velocidade, força e agilidade, tendo sempre em conta a função do biótipo de cada uma das jogadoras.

TRABALHO IMPECÁVEL NA SELECÇÃO

Feito único, Nasir Salé levou, em 2014, a selecção nacional ao Mundial de Basquetebol, na Turquia. A inédita qualificação do país para a prova de grande e reputada dimensão foi graças ao segundo lugar alcançado no “Afrobasket” de 2013, prova disputada na capital do país. Na emocionante final, realizada no pavilhão do Maxaquene, a selecção nacional perdeu com a sua similar de Angola, por 64-61.
Nelito foi adjunto de Nelson Guiliam Isley, técnico norte-americano que conduziu o país ao segundo lugar no Campeonato Africano de 2003, em Maputo.

Numa prova inolvidável, o conjunto nacional caiu, na final, aos pés da Nigéria, formação que teve como joia da coroa Mfon Udoka. Caso vencesse a prova, a selecção nacional assegurava a presença nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004.

Dois anos depois, ou seja, em 2005, Nelito voltou a trabalhar com Nelson Guiliam Isley, desta feita no “Afrobasket” da Nigéria. O saldo da selecção nacional foi o terceiro lugar, depois de uma vitória sobre a RDC (59-51) no jogo de atribuição do terceiro lugar.
Destaque, no referido duelo, para Rute Elias Muianga que contabilizou 19 pontos e três ressaltos.

Em 2017, Nasir Salé levou as “Samurais” ao quarto lugar no “Afrobasket” de Bamako, Mali. Mas há a destacar a medalha de ouro conquistada pela selecção nacional nos Jogos da Lusofonia, em 2014, na Índia. Sob o comando de Nasir “Nelito” Salé, a selecção nacional derrotou na final Angola (73-49).

Recuando no tempo, destaque para o facto de, em 2006, ter conduzido a selecção nacional à conquista da medalha de prata no Campeonato Africano da categoria, competição que se realizou em Maputo.

Vestiram as cores da selecção nacional nomes como Janete Monteiro, Anabela Cossa, Vaneza Júnior, Nádia Zucule, Cláudia Chembene, Odélia “Mafa” Mafanela, Deolinda Gimo, entre outras. Estas foram as melhores prestações da selecção nacional sob o comando técnico de Salé e seus pares.

No mesmo ano, levou a selecção nacional da mesma categoria à conquista da medalha de ouro nos Jogos do SCASA, na Namíbia.

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