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O País – A verdade como notícia

O Estádio Nacional do Zimpeto, na Cidade de Maputo, está reprovado pela Confederação Africana de Futebol. O organismo tomou esta decisão depois de efectuar duas inspecções ao recinto, nos dias 17 e 28 do mês passado. Assim, os Mambas deverão jogar contra Uganda, no dia 20 deste mês, fora do país. A Federação Moçambicana de Futebol informou sobre a decisão da CAF, nesta terça-feira,  através de um comunicado de imprensa

 

Já não há espaço para mais. O Estádio Nacional do Zimpeto está reprovado e, por isso mesmo, não é elegível para acolher jogos sob égide da Confederação Africana de Futebol. A CAF tomou a decisão após efectuar duas inspecções, nos dias 17 e 28 do mes passado. 

Além do mau estado da relva, o organismo reitor do futebol africano detectou várias anomalias, que os responsáveis pela gestão do recinto não conseguiram resolver. 

Através de um comunicado, a Federação Moçambicana de Futebol garante ter feito todo esforço para que o Estádio Nacional do Zimpeto fosse aprovado, colaborando com as autoridades para responder as exigencias da CAF. 

Recentemente, em entrevista exclusiva à Stv, o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat,  garantiu que o organismo já tinha desenhado um plano B em caso reprovação do recinto.

A FMF tem até sexta-feira para indicar um estádio alternativo que cumpra com todos os requisitos necessários para a realização do jogo contra o Uganda, no dia 20, referente à quinta jornada da fase de qualificação para o CAN 2026.

O Sporting, de Geny Catamo, venceu, ontem à noite, o Estoril, por três bolas a uma. Assim, os leões estão isolados, à condição, na liderança da primeira liga portuguesa, com 56 seis pontos, mais três do que o Benfica, com um jogo de atraso. O internacional moçambicano entrou a substituir. 

O Sporting vinha de três empates seguidos. Pressionado pelos seus mais directos perseguidores, os leões entraram demolidores contra o Estoril. Gonçalo Inácio abriu o caminho para a vitória, com um cabeceamento vitorioso.  

Depois foi a vez de Francisco Trincão tentar a sorte, com o seu remate em jeito a passar ao lado. Balançado ao ataque, o Sporting tentava chegar ao segundo golo, numa das ocasiões através de Viktor Gyokeres, porém sem sucesso. 

Era apenas um aviso. Na segunda, o avançado sueco foi mais certeiro, dilatando o marcador. 

Na segunda parte, o Sporting voltou ainda mais forte. Sem muito espaço, o Estoril tentou surpreender o adversário e conseguiu reduzir a desvantagem. 

Ao cair do pano, Gyokeres selou o marcador através de uma grande penalidade, após ter sido derrubado na área. Geny Catamo jogou cerca de meia hora.

Na próxima jornada, o Sporting defronta o Casa Pia, partida marcada para o próximo domingo. 

 

O internacional moçambicano Edmilson Dove voltou a jogar com a camisola do Kaizer Chiefs, sábado, em jogo do campeonato sul-africano, frente ao Mamelodi Sundowns. Foi o regresso depois da lesão da ruptura no tendão de Aquiles, que o afastou dos relvados desde 7 de Maio de 2024.

O lateral-esquerdo moçambicano fez a sua reestreia logo a titular e a cumprir os 90 minutos do jogo diante do poderoso Mamelodi Sundowns, no último sábado, num jogo em que a sua equipa perdeu à tangente.

Ainda assim, a Sofascore atribuiu a Edmilson Dove uma pontuação de 6,8 pontos, depois de uma boa prestação, em que venceu todos os duelos aéreos e terrestres e teve 80% de precisão de passe.

Edmilson Dove acaba por ser uma tábua de salvação para uma equipa que perdeu alguns defesas para outras equipas, para além de poder voltar a merecer a confiança do seu treinador, Nasreddine Nani, que no final teceu elogios ao defesa moçambicano de 31 anos de idade.

Dos Mambas pré-convocados por Chiquinho Conde para os dois embates deste mês, destaque ainda para dois avançados que marcaram neste fim-de-semana, nomeadamente Pepo e Ratifo.

Stanley Ratifo voltou aos golos no fim-de-semana apontado um tento no empate da sua equipa, Chemie Leipzig, contra Chemnitzer (2-2), a contar para mais uma partida da terceira divisão alemã. Já Pepo marcou o golo da vitória do Caldas SC diante do Lusitânia SC, em jogo do Campeonato de Portugal.

Moçambique revalidou o título africano de boxe ao nível da Zona IV, prova que teve lugar em Maputo. A selecção nacional conquistou um total de 13 medalhas, oito de ouro, três de prata e duas de bronze. Os atletas consideram que a conquista foi fruto de muito sacrifício. 

E o sol voltou a brilhar para Moçambique. O boxe nacional reafirmou a sua hegemonia ao nível da região. Pouco ou nada a provar, senão colectar medalhas. Não foi a primeira, mas sim a segunda vez nos últimos três anos, ou seja, Moçambique é bicampeão africano de boxe da zona IV. Repetiu o feito de 2022, curiosamente em Maputo.

Em femininos, as medalhas de ouro foram conquistadas por Alcinda Panguana, Fidelicia Cumbe, Latifa Camilo e Benilde Macaringue. Em masculinos, o ouro foi para Armando Sigaúque, Yassine Nordine, Lourenço Cossa e Lázaro Comé. 

Alcinda Panguana, uma das estrelas do pugilismo moçambicano, diz estar acostumada a grandes vitórias, e esta, mais uma, não foi novidade. “É gratificante estar aqui a receber mais um título, uma vez já estou acostumada, porque trabalho para isso, mas é de louvar o esforço, o meu esforço está a ser compensado hoje. Então, vou continuar a trabalhar para fazer face às outras competições”, disse.

Por seu turno, Yassin Nordine disse que esperava um adversário melhor para provar as suas valências. “Foi uma luta igual a qualquer uma. Eu esperava encontrar muito mais de um adversário, mas eu não consegui provar mais, e eu vi a melhor”.

Já o pugilista olímpico Armando Sigaúque disse sentir-se orgulhoso dos combates que teve e do título conquistado. “Sinto-me orgulhoso, porque eu disse, eu prometi-vos, e cumpri. Isso é uma prova de que o que eu falo eu cumpro”, garantiu Sigaúque.

É um título com muitos significados, conquistado com muito sacrifício, segundo deu a entender Latifa Camilo. “Esperei tanto para que a selecção me conhecesse, e eu precisei de mostrar que, de verdade, preciso de estar na selecção, graças a Deus, graças à oportunidade e graças ao meu bisavô Noami, que me formou”, revelou.

Benilde Macaringue, outra pugilista moçambicana que disputou o regional de boxe, disse estar feliz com a recuperação do título falhado nas últimas edições, depois de conquistado em 2018. 

“Sinto-me muito feliz por ter recuperado o meu título, depois de 2018, se a memória não me falha, depois de 2018, no outro campeonato fui ficando em segundo, em terceiro, agora em primeiro lugar”, comentou Macaringue.

Finalmente, Lázaro Comé espera poder inspirar mais jovens com o título conquistado. “Aproveitar esse grande momento para inspirar os mais novos. Quem pratica como qualquer que seja a modalidade, que se dedique, que dê esforço, que faça de tudo para que um dia seja campeão”, revelou Comé.

Botswana foi segundo classificado, com duas medalhas de ouro, o mesmo número de prata e 3 de bronze. Lesotho, em terceiro lugar, amealhou duas medalhas de ouro e duas de prata. Seychelles, com uma medalha de ouro e prata, esteve em penúltimo lugar, e Eswatine, na última posição, ficou com cinco medalhas de prata e três de bronze.

A pugilista moçambicana Benilde Macaringue foi eleita a melhor do torneio em femininos, e Khobamelo Molatheghi, do Botswana, em masculinos.

O país revalidou o título africano de boxe ao nível da Zona IV, prova que teve lugar na Cidade de Maputo. A selecção nacional conquistou um total de 13 medalhas, oito de ouro, três de prata e duas de bronze. Os atletas consideram que a conquista foi fruto de muito sacrifício. 

Assim, o sol voltou a brilhar para Moçambique. O boxe nacional reafirmou a sua hegemonia ao nível da região. Pouco ou nada a provar, senão colectar medalhas. Não foi a primeira, mas sim a segunda vez nos últimos três anos, ou seja, Moçambique é bicampeão africano do boxe da zona IV. Repetiu o feito de 2022, curiosamente em Maputo. 

No torneiro, venceram Alcinda Panguane, Yassin Nordine e Armando Sigauque. 

Botswana e Lesotho completam o trio de vencedores da prova, na segunda e terceira posições. 

 

A Federação Moçambicana de Futebol (FMF) começa a cogitar a possibilidade de os Mambas jogarem fora do país,  uma vez que, até agora, ainda não há nenhum aval por parte da CAF. A FMF aguarda por resultados da inspecção feita, esta sexta-feira, mas a condição da relva do Estádio do Zimpeto levanta muitas dúvidas.

O Estádio Nacional do Zimpeto foi alvo de uma inspeção da CAF esta sexta-feira, sendo que os resultados só serão divulgados na segunda-feira. A  Federação Moçambicana de Futebol já tem, entretanto, meio resultado do trabalho realizado, a avaliar pelo que viu e ouviu.

“Esta manhã, houve uma nova inspecção no estádio, e, infelizmente, a relva não está assim tão boa, mas penso que está em 70 ou 80%. Acreditamos que é possível melhorar até o dia de jogo”, avançou Feizal Sidat, Presidente da Federação Moçambicana de Futebol. 

A relva não é o único problema do ENZ. “A vandalização é patente. O mau uso balneares, quando termina o jogo, as 460 torneiras, mais os sifões de autoclismo”. 

Feizal Sidat acredita em mudanças no estado do relvado do Estádio Nacional do Zimpeto, no mínimo, para que o jogo da selecção frente ao  Uganda seja realizado no solo pátrio. Entretanto, necessitará de alguma sorte. 

 “Esperamos que nós tenhamos a sorte de jogar no nosso campo, mas estamos a fazer o nosso trabalho interno, para que, pelo menos até segunda ou terça-feira, tenhamos algo”, acrescentou Sidat.  

Há, em parte, algum optimismo por parte da FMF.  Entretanto, prefere estabelecer um plano B. “Não vou divulgar aqui, mas já temos um plano B. Vamos ter que procurar um campo para que possamos jogar”. 

O jogo frente a Uganda, a contar para a quinta jornada do grupo G de acesso ao Mundial, está marcado para o dia 20 de Março e Chiquinho Conde já anunciou os 47 pré -convocados.

O Sporting qualificou-se, na noite de quinta-feira, para as meias-finais da Taça de Portugal, depois de vencer o Gil Vicente, por 1-0. O único golo da partida foi apontado por Debast. Esta partida marcou regresso aos relvados do internacional moçambicano Geny Catamo, depois de um período de lesão. 

Os leões tiveram que se aplicar a fundo para seguirem em frente nesta competição, uma vez que o seu adversário deu muita réplica em campo.

O Estádio Nacional do Zimpeto vai voltar a ser inspecionado por uma equipa da Confederação Africana de Futebol, anunciou a Federação Moçambicana de Futebol.

A inspeção será realizada nos próximos dias, sendo que a mesma visa  avaliar os progressos registados desde a última visita da CAF,  no dia 17 de Fevereiro do corrente. 

Os inspectores da CAF pretendem verificar o grau de implementação das melhorias necessárias para que o estádio cumpra integralmente os requisitos exigidos para a realização de jogos da Categoria 3 da CAF e da FIFA.

CAF reconheceu, recentemente, alguns avanços significativos nas condições do estádio, nomeadamente no processo de renovação das instalações.

O presidente do Conselho Municipal de Maputo efectuou, hoje, uma visita de cortesia aos clubes Desportivo Maputo e dos Desportos da Maxaquene. Manhique disse que a visita visava conhecer de perto as dificuldades que os dois clubes enfrentam e garante que saiu satisfeito por entender que o desporto está em pé nos vizinhos da baixa da cidade de Maputo.

São dois históricos, centenários e vizinhos clubes da Cidade de Maputo. Maxaquene e Desportivo foram agraciados pela visita do edil de Maputo, que foi se inteirar dos problemas por que passam. Razaque Manhique diz que o motivo da visita era prestar seu apoio aos centenários clubes.

Nos alvi-negros, o edil de Maputo visitou o pavilhão, o campo sintéctico e a sala de troféus e ofereceu um cheque para apoiar nas actividades do clube. Nos tricolores, passou pelo pavilhão, pelo campo de futebol e também pela sala nobre, onde também deixou ficar o seu apoio. Disse ter saído satisfeito por perceber que o desporto continua forte nos dois clubes.

Os visados consideram ser importante a visita do presidente do Município, pois vai ajudar a materializar os seus projectos, com ajuda da edilidade.

Maxaquene e Desportivo, ambos de Maputo, disputam a segunda divisão da Cidade de Maputo e procuram regressar ao Moçambola, há seis anos.

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