O País – A verdade como notícia

O Costa do Sol, campeão nacional de basquetebol feminino, vai defender o título conquistado no ano passado a partir desta sexta-feira, diante do Ferroviário da Beira. Será uma final em play-off a melhor de três jogos, que vai ditar o próximo representante do país na Liga Africana de Basquetebol, BAL na sigla em inglês.

Trata-se de duas equipas que tiveram percurso diferente na fase regular e até mesmo nas meias-finais da prova, com o Ferroviário da Beira a ser a mais regular, enquanto o Costa do Sol oscilou bastante na competição.

Na fase regular, os “locomotivas” de Chiveve terminaram na primeira posição com apenas uma derrota sofrida, seguidos do Ferroviário de Maputo, com duas derrotas, enquanto o Maxaquene terminou na terceira posição e o Costa do Sol na quarta, ainda que tenham tido os mesmos pontos.

Com o cruzamento das meias-finais alterado à última hora, que ditou o primeiro contra o terceiro e o segundo contra o quarto, o Ferroviário da Beira “despachou” o Maxaquene com duas vitórias folgadas, sendo no primeiro jogo por 90-85, e no segundo por 82-101.

Mais dificuldades teve o Costa do Sol diante do Ferroviário de Maputo, obrigado a ir à negra para chegar à final da Liga Mozal.

No primeiro jogo do play-off das meias-finais a maior de três jogos, e depois de terem jogado juntos na última jornada da fase regular (vitória do Ferroviário de Maputo por 84-82) os “canarinhos” venceram o primeiro jogo por 79-73, permitindo o empate na eliminatória ao perderem o segundo jogo por 74-82, indo à negra.

No jogo decisivo, o Costa do Sol trouxe ao de cima o seu poderio, aproveitando algumas lesões dos jogadores do Ferroviário de Maputo para aplicar dez pontos de diferença, vencendo por 83-73 e marcando presença na final.

Assim, a partir das 17h00 desta sexta-feira, Costa do Sol e Ferroviário da Beira discutem a final da Liga Mozal, num play-off a maior de três jogos, jogando sucessivamente no sábado e terminando no domingo, em caso de nenhuma das duas equipas vencer os dois primeiros jogos.

Facto é que os “locomotivas” de Chiveve estarão mais frescos em relação ao Costa do Sol, uma vez que realizaram apenas dois jogos das meias-finais, tendo sido o segundo na segunda-feira, enquanto o Costa do Sol foi até ao terceiro jogo, que terminou na quarta-feira.

Ou seja, o Ferroviário da Beira tem mais quatro dias de descanso, enquanto o Costa do Sol tem apenas um dia. Ainda assim, apenas o final dos respectivos jogos vai ditar o vencedor e o campeão nacional de basquetebol, em masculinos, de 2024.

O Ferroviário de Maputo derrotou, esta quarta-feira, o ASB Makomeno da República Democrática do Congo por 88-38, em encontro da 3ª jornada da prova da Liga Africana de Basquetebol Feminino. As “locomotivas” de Maputo terminam a fase de grupos na liderança do Grupo C e apuradas para os quartos-de-final da prova.

Diante do ASB Makomeno adivinhava-se uma vitória folgada e apenas de cumprimento da jornada para o Ferroviário de Maputo, uma vez tratar-se da mais frágil formação no Grupo C da WBLA, Liga Africana de Basquetebol Feminina.

Ainda assim, nada que tivesse sido fácil no início, uma vez que as congolesas se bateram de frente com as “locomotivas”, terminando o primeiro período com apenas três pontos de diferença, 16-13 a favor da turma moçambicana.

Mas já no segundo quarto, as meninas de Nasir Salé começaram a confirmar o seu favoritismo, com lançamentos exteriores e penetrações que não davam tréguas às congolesas. 38-27 acabou por ser o resultado ao intervalo.

O ASB Makomeno não criava jogadas que dificultassem as acções das moçambicanas, o que fez com que as campeãs nacionais abrissem um fosso diferencial de pontos muito largo. É que, só nos dois últimos quartos, as congolesas apontaram apenas 11 pontos em 22 minutos, enquanto as “locomotivas” faziam 50 pontos, fixando o resultado final em 88-38.

Anabela Cossa foi a jogadora de destaque no jogo, ao apontar 19 pontos, com destaque para cinco triplos, para além de cinco ressaltos e duas assistências. Ingvild Mucauro terminou com 14 pontos, 7 ressaltos e 5 assistências.

 

Jeanne D’Arc do Senegal é o adversário nos quartos-de-final

Para a fase seguinte da Liga Africana de Basquetebol Feminino, o Ferroviário de Maputo já conhece o seu adversário, e não é um mero desconhecido. Trata-se do Jeanne D’Arc do Dakar, que vai defrontar nos quartos-de-final, esta sexta-feira, às 21h00, no pavilhão Marius N’Diaye, no Senegal.

Na fase de grupos, o Ferroviário de Maputo derrotou o seu adversário desta sexta-feira por 34 pontos de diferença, ou seja, 64-30, o que dá algumas esperanças de chegar às meias-finais da competição.

Para chegar a esta fase, as “locomotivas” de Maputo fizeram um registo 100% vitorioso na fase de grupos, em que derrotaram o REG do Ruanda, por 78-74, o Jeanne D’Arc do Senegal, por 64-30, e, esta quarta-feira, o ASB Makomeno da República Democrática do Congo, por 88-38.

No pavilhão Marius N’Diaye, as “locomotivas” procuram garantir a sua nona presença nas meias-finais desta prova, depois de 2006 (Libreville), 2007 (Maputo), 2015 (Luanda), 2016 (Maputo), 2017 (Luanda), 2018 (Maputo), 2019 (Cairo) e 2022 (Maputo).

Caso siga em frente, o Ferroviário de Maputo vai defrontar, nas meias-finais, o vencedor do jogo FAB da Costa do Marfim e APR do Ruanda, este último em que joga Italee Lucas, em jogo agendado para sábado, às 21h00.

As senegalesas apuraram-se para esta fase a eliminar como umas das duas melhores terceiras classificadas entre os três grupos da prova.

As outras partidas dos quartos-de-final são: Al Ahly (Egipto) vs CNSS (República Democrática do Congo), FBA (Costa do Marfim) vs APR (Ruanda) e REG (Ruanda) vs ASVD (Senegal).

eias-finais desta prova, depois de 2006 (Libreville), 2007 (Maputo), 2015 (Luanda), 2016 (Maputo), 2017 (Luanda), 2018 (Maputo), 2019 (Cairo) e 2022 (Maputo).

Caso siga em frente, o Ferroviário de Maputo vai defrontar, nas meias-finais, o vencedor do jogo FAB da Costa do Marfim e APR do Ruanda, esta última onde joga Italee Lucas, em jogo agendado para sábado, às 21:00 horas.

As senegalesas apuraram-se a esta fase a eliminar como umas das duas melhores terceiras classificadas entre os três grupos da prova.

As outras partidas dos quartos-de-final são: Al Ahly (Egipto) vs CNSS (República Democrática do Congo); FBA (Costa do Marfim) vs APR (Ruanda) e REG (Ruanda) vs ASVD (Senegal).

A selecção nacional de futebol feminino, no escalão de sub-17, perdeu e falhou a presença na final do torneio regional do Cosafa, diante do Lesotho, por uma bola sem resposta. As Nyeletinhas sofreram o golo aos 90+3 minutos.

Era a primeira vez que disputava as meias-finais do Cosafa feminino, em sub-17, e havia muita expectativa, principalmente tendo em conta que a adversária era uma Lesotho que havia vencido na fase de grupos.

Para o jogo das meias-finais, as Nyeletinhas tinham a responsabilidade de vingar o afastamento da selecção masculina da mesma categoria, na prova que decorre na vizinha África do Sul.

E até houve muita confiança da parte das meninas de Moçambique, que visitaram mais vezes a baliza adversária, sem, no entanto, haver calma suficiente na hora da finalização.

Aliás, a finalização é dos aspectos a serem melhorados no conjunto nacional, bem como as transições entre a defesa e o ataque, para além da concentração que é exigida nas grandes competições.

A espaços Lesotho também acreditava que era possível vencer o jogo e o equilíbrio foi tomando conta do jogo. Com a partida a caminhar para o seu final, as jogadoras das duas equipas começaram a sentir que o vencedor só seria encontrado na marca das grande penalidades, mas ainda haviam alguns minutos para compensar as paragens.

A juíza do encontro deu dois minutos de compensação e porque Lesotho aproveitou para fazer substituições, houve compensação dos descontos. Quando já passava o terceiro minuto dos descontos, eis que numa jogada mal abordada pela defensiva moçambicana, aparece Nteboheleng Sooane, à entrada da área a rematar para o fundo das malhas.

A guarda-redes moçambicana Graça acabou sendo apanhada de surpresa e só viu a bola caprichosamente balançar as malhas moçambicanas.

Lesotho venceu o jogo e garantiu lugar na final da prova, onde vai defrontar a Zâmbia, que na outra meia-final afastou Madagáscar com vitória por 3-0, com golos de Hellen Banda, Graci Phiri e Mercy Chipasula.

A final feminina entre Lesotho e Zâmbia está marcada para sexta-feira a partir das 11h00 de Maputo.

Angola garante lugar na final masculina

Entretanto, em masculinos, a selecção de Angola, carrasco de Moçambique na prova, após vitória na última jornada da fase de grupos por uma bola sem resposta, garantiu um lugar na final da prova.

No jogo das meias-finais, disputada esta quarta-feira, os palanquinhas não tiveram grandes dificuldades para derrotar a similar do Zimbabwe por duas bolas sem resposta. A selecção de Angola sempre esteve superior no jogo e a sua vitória acabou por não ter nenhuma contestação.

Na final, marcada para esta sexta-feira às 15h00, Angola vai medir forças com o vencedor da meia-final entre Zâmbia e África do Sul, interrompida esta quarta-feira devido a chuvas torrenciais que caíram em Soweto. 

Na altura da interrupção do jogo a Zâmbia vencia por duas bolas a uma, sendo que serão jogados apenas os últimos sete minutos do tempo regulamentar e o tempo de compensação.

A equipa de Geny Catamo começou a marcar pelo internacional moçambicano, mas permitiu a reviravolta belga, somando, assim, a sua quarta derrota consecutiva e comprometendo a passagem para os oitavos-de-final.

O Sporting saiu derrotado da Bélgica, ao perder por 2-1 com o Club Brugge, em jogo da sexta jornada da Liga dos Campeões. Foi a quarta derrota consecutiva para os leões, desde que João Perreira assumiu o comando técnico. Os leões até começaram bem, com um golo madrugador de Geny Catamo, mas permitiu o empate ainda na primeira parte.

Na segunda parte, o jogo ficou dividido, mas os belgas mostraram sempre mais vontade de chegar ao golo, conseguindo fazê-lo aos 84 minutos. Com este resultado, as duas equipas estão empatadas na tabela da Liga dos Campeões, ambas com dez pontos.

Entrada a marcar, saída a sofrer

O treinador do Sporting, João Pereira, foi obrigado a recorrer ao jovem João Simões no “onze” inicial da equipa, para fazer dupla com Morten Hjulmand no meio-campo dos leões, devido a onda de lesões que caracterizam o plantel.

Mas também acabou contando com o regressado Franco Israel para a baliza, para além de Eduardo Quaresma que ocupou o lado direito do trio de centrais.

As complicações para o Sporting começaram ainda antes do apito inicial, com Gonçalo Inácio a sair do onze à última da hora, para dar o seu lugar a Matheus Reis. Contudo, os leões souberam ultrapassar esse contratempo e chegaram à vantagem bem cedo.

Boa jogada de envolvimento do ataque verde e branco com Gyokeres a lançar Maxi que rematou ao poste e, na recarga, Geny Catamo fez o 0-1. Foi o primeiro golo de sempre de um jogador moçambicano na Liga dos Campeões Europeus, o primeiro de Geny, que deu uma boa resposta às críticas após o erro que cometeu em Moreira de Cônegos, na última jornada da Liga Portuguesa.

Mesmo após o golo madrugador, o Sporting continuava por cima no jogo, a pressionar alto e não concedendo muitos espaços ao adversário para sair para o ataque. Com a chegada a meio da primeira parte, o Brugge começou a ter mais bola e mais iniciativa de jogo, contudo, tal não se traduzia em chegadas perigosas junto da baliza de Israel.

Todavia, a equipa da casa contou um pouco de sorte e chegou ao empate à passagem do minuto 24; cruzamento pela esquerda e Tzolis a rematar dentro da área, contando com um desvio em Quaresma para igualar o marcador.

O azar dos leões não se ficou por aqui, já que, na jogada seguinte, Maxi Araújo foi derrubado, alegadamente dentro da área, levando Anthony Taylor a assinalar de pronto grande penalidade. Contudo, o VAR disse que a falta teria sido feita fora da grande área.

O golo acalmou a equipa da casa, que conseguia agora chegar com mais perigo junto da área do Sporting e teve a melhor oportunidade para marcar através de um remate de Skov Olsen que obrigou Israel a aplicar-se. O guardião uruguaio foi novamente chamado a intervir mesmo em cima do intervalo, negando o ‘bis’ a Tzolis com uma bela defesa.

Pouca energia e um balde de água fria

Na segunda parte, os belgas tentaram manter o ritmo do fim da primeira, contudo o Sporting conseguiu conter o ímpeto do adversário, voltando a equilibrar as operações. As duas equipas dividiam o jogo, mas sem o partir, mantendo os blocos baixos no momento de defender e sem dar grandes espaços aos adversários.

Perante esta situação, só os rasgos individuais poderiam desequilibrar e Tzolis tentou isso mesmo aos 59 minutos, rematando com muito perigo após tirar dois adversários do caminho.

Com o avançar do relógio, o Club Brugge foi tendo mais iniciativa, empurrando mais vezes os verdes e brancos para o seu último terço, que agora tinham mais dificuldades para sair em transição. Porém, como fizera antes, a equipa de Alvalade soube suster a ofensiva belga e voltou a ter mais bola e equilibrar a partida, sem contudo criar lances de perigo.

Quem aproveitou foi o Brugge, que deu a volta ao marcador; Vanaken serviu o recém-entrado Nielsen que, na cara de Israel, não falhou e fez o 2-1.

Com este resultado, o Sporting desce para o 12º lugar da tabela, à condição, podendo descer ainda mais, com os resultados verificados nos jogos desta quarta-feira, com os mesmos dez pontos do Brugge, que subiu para 14º.

O Sporting voltou a perder pela quarta vez consecutiva, naquele que foi o pior arranque de um treinador no comando leonino. Este domingo vem o Boavista, para o campeonato português, com o agudizar de incertezas em relação ao resultado.

Facto é que o Sporting continua na luta pelos oitavos-de-final da Liga dos campeões, quer pela via directa, como pelo possível play-off. No campeonato ainda é líder, mas já pressionado pelo Benfica e FC Porto. 

A selecção feminina de futebol do nosso país defronta, esta quarta-feira, a similar do Lesotho, em partida das meias-finais do torneio Cosafa no escalão de sub-17. É a segunda meia-final da prova, que terá no embate entre Madagáscar e Zâmbia, a outra meia-final

Uma caminhada cheia de sucessos continua a acompanhar a selecção feminina de Moçambique no regional da Cosafa, em sub-17, prova que decorre na vizinha África do Sul.

Depois de ter feito o pleno na fase de grupos, onde somou por vitórias os três jogos disputados, as Nyeletinhas, como é chamada a selecção feminina de sub-17, entra para a fase do mata-mata, esta quarta-feira.

As adversárias das moçambicanas são as meninas do Lesotho, selecção que terminou em segundo lugar no grupo A, o mesmo das Nyeletinhas, com seis pontos, frutos de duas vitórias e uma derrota.

A selecção de Moçambique iniciou a fase de grupos com uma goleada das antigas, imposta às Comores, por 5-0, com dois golos de Teresa Gogolo, um de Ana Armando, Judite Cumbi e Victoria Tennyson, respectivamente.

Seguiu-se então a Eswatini, onde as meninas de Moçambique enfrentaram algumas dificuldades, terminando a vencer por duas bolas a uma, com Fátima Houana e Teresa Gogolo a marcarem os golos de Moçambique.

Na terceira e última jornada, que decidia a qualificação às meias-finais, com o adversário directo, Lesotho, mais dificuldades surgiram, com um resultado quase enganador, após Ana Armando e Victoria Tennyson apontarem os golos da vitória por duas bolas sem resposta.

Liderança garantida e com distinção, somando três vitórias, nove golos marcados e apenas um sofrido, se destacando como a melhor defesa da prova.

Esta quarta-feira será o teste de fogo, novamente diante do Lesotho, pela segunda vez consecutiva, com aspirações de chegar à final da prova pela primeira vez na história, depois do feito de chegar às meias-finais, também pela primeira vez.

 

Madagáscar, Zâmbia e Lesotho avançam para as “meias”

Na vibrante competição do torneio Cosafa Sub-17 em feminino, a emoção atingiu o auge com a conclusão da fase de grupos da prova, na última segunda-feira.

Madagáscar, com uma exibição notável, garantiu o seu lugar nas meias-finais, surpreendendo as campeãs em título, a África do Sul, com uma vitória crucial de 1-0 no Grupo B. Oliva Rasoamanantena foi a heroína do dia ao marcar o único golo da partida no primeiro tempo, levando Madagáscar à sua primeira aparição na fase do mata-mata desta categoria.

Ainda no Grupo B, o Malawi encerrou sua participação com uma vitória de 6-1 sobre a Namíbia, proporcionando um final orgulhoso no torneio. Destaques para Emily Samuel, que abriu o marcador, e Jean Fyson, autora de um hat-trick.

Já no Grupo C, a Zâmbia demonstrou seu poderio ao golear Maurícia por 10-0, com Masela Sekeseke a brilhar, depois de marcar quatro golos. A capitã Mercy Chipasula contribuiu com dois golos, enquanto Natasha Nkaka também fez o bis.

No outro jogo do Grupo C, o Botswana superou o Zimbabwe por 3-1, garantindo o segundo lugar no grupo, insuficiente para chegar às meias-finais da prova.

Madagáscar e Zâmbia abrem a disputa das meias-finais, esta quarta-feira, a partir das 11h00 de Maputo, seguindo do embate entre Lesotho e Moçambique, na decisão da final inédita da prova.

As finalistas do ano passado, África do Sul, que acabou vencendo a prova, e Zâmbia, ficaram pelo caminho na competição.

O Ferroviário de Maputo somou a sua segunda vitória na Liga Africana de Basquetebol Feminino após vencer o Jeanne D’Arc do Senegal, por 64-30, em partida a contar para o Grupo C. As “locomotivas” de Maputo voltam a jogar nesta quarta-feira para a terceira jornada da prova.

Depois da vitória sobre o REG do Ruanda na primeira jornada, as meninas do Ferroviário de Maputo foram mais demolidoras na segunda jornada da Liga Africana de Basquetebol.

Diante do Jeanne D’Arc do Senegal, a demolição começou logo cedo, quando terminaram o primeiro período com 17 pontos de diferença: 20 a 03 a favor das moçambicanas.

No segundo quarto do jogo, as pupilas de Nasir Salé baixaram de intensidade e marcaram apenas 16 pontos, permitindo 15 pontos das senegalesas, terminando. No fim da primeira parte, o resultado era de 36-18.

Nasir Salé aproveitou a diferença pontual para rodar ainda mais a equipa, dando mais oportunidades para todas as jogadoras entrarem na quadra, o que teve influência no resultado do terceiro período, que terminou com 46-26.

No quarto quarto e a ritmo de treino, as “locomotivas” marcaram 18 pontos contra apenas 4 das senegalesas, terminado o jogo com vitória folgada de 34 pontos de diferença, ou seja, 64-30.

A americana Destiny Pitts foi um dos destaques das “locomotivas”, ao anotar 12 pontos, seguida de Ingvild Mucauro, que anotou 11 pontos e ganhou 8 ressaltos.

Ferroviário de Maputo volta a entrar em cena esta quarta-feira para defrontar o ASB Makomeno, da República Democrática do Congo, a partir das 17 Horas de Maputo.

No final do jogo diante do Jeanne D’Arc do Senegal, o técnico locomotiva, Nasir Salé, lamentou o facto de haver fraca participação das equipas da Zona VI, da qual o Ferroviário de Maputo faz parte, o que acaba por dar menos rodagem e competitividade às equipas que vão a competições continentais.

É que somente equipas de Moçambique e de Angola é que participam regularmente nas competições interclubes ao nível continental, o que não dá muitas possibilidades de conquistas para essas equipas.

Já Sílvia Veloso realçou o facto de a equipa estar focada na conquista da prova, destacando que o objectivo é enfrentar as equipas candidatas a vencerem a prova, como é o Sporting Clube de Alexandria do Egipto, com alguma tranquilidade e determinação.

Para tal, segundo Veloso, é importante que o grupo aproveite esta fase de grupos para encontrar coesão, conhecer-se ainda mais e aproveitar o facto de estarem juntas há muitos anos para conseguirem atingir o objectivo traçado para esta participação.

As “locomotivas” de Maputo lideram invictas o Grupo C, com duas vitórias em igual número de jogos, perfazendo quatro pontos, mais um que o REG do Ruanda e o Jeanne D’Arc, que somam uma vitória e uma derrota cada, enquanto o ASB Makomeno, próximo adversário das “locomotivas”, nesta quarta-feira, é lanterna vermelha com dois pontos, após somar duas derrotas.

A Liga Africana de Basquetebol em femininos decorre no Dakar, Senegal, até ao próximo dia 15 de Dezembro corrente.

 

A Black Bulls somou o seu primeiro ponto na Taça CAF, ao empatar, ontem, por uma bola, diante do Al Masry do Egipto, em jogo da segunda jornada do Grupo D da fase de grupos da prova. Os touros voltam a jogar no domingo, no Estádio Nacional do Zimpeto,  frente ao Enyimba Nigéria. 

Primeiro jogo em casa e, por isso, responsabilidade acrescida. Mais um adversário do Egipto. Depois do Zamalek, foi a vez do Al Masry. Entrada segura dos egípcios, dando o primeiro aviso. 

E depois veio o golo, num lance mal abordado pela defensiva da Black Bulls. A resposta veio de Martinho, que num lance de bola parada obrigou o guarda-redes do Al Masry a uma defesa apertada. 

Na segunda parte, os egípcios continuaram mais pressionantes. Chamito ficou a ver a trajectória da bola e não o que fazer com ela. Justifica-se o espanto. Mais um ataque do Al Masry, mas o remate não levou a direcção certa. 

Nenê desfez o nó e de cabeça empatou a partida. É para ver e rever. A Black Bulls volta a jogar no domingo, diante do Enyimba da Nigéria, no Estádio Nacional do Zimpeto.

A Black Bulls recebe, este domingo, o Al-Masry do Egipto, em partida da segunda jornada do grupo D da fase de grupos da Taça CAF, também conhecida como Taça Nelson Mandela.

O embate entre os “touros” e os egípcios inicia quando forem 21 horas de Maputo, no Estádio Nacional do Zimpeto e será à porta fechada, ou seja, sem a presença do público.

De acordo com fonte da Associação Black Bulls, a mudança do horário do jogo é derivada da insegurança política que se vive na capital do país, que podia dificultar a chegada das equipas ao Estádio Nacional do Zimpeto, devido aos bloqueios das vias no período diurno.

Em relação ao facto do jogo ser à porta fechada, a mesma fonte diz que a medida visa garantir segurança dos adeptos, que assim não correm riscos ao se deslocarem ao campo.

O quarteto de arbitragem para o embate deste domingo entre os “touros” e o Al-Masry vem da Nigéria e é chefiado por Joseph Ogabor.

A seleccão nacional de sub-17 venceu, esta sexta-feira, a sua congénere de Lesotho, por uma bola sem resposta, em partida da segunda jornada do grupo A , do torneio regional do Cosafa. Os Mambinhas decidem a passagem às meias-finais diante de Angola, este domingo.

Depois do empate diante do Malawi, na primeira jornada, exigia-se dos Mambinhas uma vitória diante do Lesotho, que perdera com Angola na primeira jornada, para continuar a sonhar com as meias-finais.

Mas tiveram que enfrentar dificuldades porque os suthos também tinham as mesmas ambições, por isso, foram mais ousados nas suas tentativas.

As oportunidades escasseavam na primeira parte, tanto de um lado, como do outro.

Na segunda parte, as duas selecções procuraram mais o golo, mas continuam a não acertar com as redes. Os Mambinhas pareciam mais perigosos e apenas o golo faltava para confirmar

sua superioridade.

Nesta cobrança de canto, a bola vai a mão do jogador do Lesotho, mas a equipa de arbitragem

fez vista grossa ao não assinalar um penalte. Com a mesma medida, na área de Moçambique, também não foi assinalada a grande penalidade.

Parecia que os árbitros não pretendiam ver um vencedor através de uma bola parada, pois nenhum lance na área foi assinalado. Teve que ser de uma bomba, de fora da área, desferida por Lovemor Timbe, que o enguiço foi quebrado, aos 94 minutos.

Uma vitória importante para os Mambinhas que co-lideram o grupo A, com quatro pontos, os mesmos de Angola, seu adversário, neste domingo, na decisão da qualificação às meias-finais.

+ LIDAS

Siga nos