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A Associação Black Bulls vai jogar com o Enyimba da Nigéria no dia 2 de Janeiro, na cidade de Uyo, Estado de Akwa Ibom. Este jogo conta para a terceira jornada do grupo D da fase de grupos da Taça CAF.

O representante moçambicano nas competições africanas segue viagem para a Nigéria no dia 2 de Janeiro, devendo cumprir três escalas nesta deslocação.

A partida entre o Enyimba e a Associação Black Bulls está marcada para o Godswill Akpabio International Stadium, infraestrutura com capacidade para 30 000 mil espectadores.

Os touros ocupam a segunda posição com quatro pontos, os mesmos que o Al Masry do Egipto. O Zamalek lidera o grupo com sete pontos. Lanterna vermelha, o Enyimba da Nigéria soma apenas um ponto.

Ademola Lookman, avançado da Atalanta, foi considerado o melhor jogador africano do ano, sucedendo, assim, a Victor Osimehn, vencedor da edição passada. O avançado nigeriano, que nasceu em Londres, destacou-se pela Atalanta em 2023/24, clube no qual conquistou a Liga Europa, onde apontou um brilhante “hat-trick” na final da competição. 

Lookman ajudou também a Nigéria, à data de José Peseiro, a chegar à final do CAN em 2024. O jogador da Atalanta já havia sido o único africano nos 30 finalistas da Bola de Ouro, troféu no qual ficou na 14ª posição. Depois de ter apontado 17 golos e dez assistências em 23/24, já leva onze golos e cinco assistências na presente temporada.

Para vencer este prémio, Lookman ultrapassou a concorrência de Achraf Hakimi, Serhou Guirassy, Simon Adingra e Ronwen Williams, os outros quatro finalistas ao troféu mais prestigiante do futebol africano. 

“Quero dizer a todas as crianças e a todas as pessoas que acompanham esta cerimónia: não se deixem levar pelos fracassos, nem cortem as suas asas, transformem a sua dor em poder e continuem a voar”, disse o nigeriano.

Barbra Banda, da Zâmbia, atleta da equipa norte-americana do Orlando Pride, ganhou o prémio feminino. Banda foi reconhecida pelos golos marcados no Orlando Pride e por seu país. Banda marcou quatro golos pela Zâmbia, nas Olimpíadas de Paris de 2024, incluindo um “hat-trick” na derrota, na fase de grupos, para a Austrália. 

Fazem parte do melhor, em masculinos onze, os jogadores André Onana (Camarões), Achraf Hakimi (Marrocos), Kalidou Koulibaly (Senegal), Chancel Mbemba (Congo), Mohammed Kudus (Gana), Sofyan Amrabat (Marrocos), Franck Kessie (Costa do Marfim), Yves Bissouma (Mali), Mohamed Salah (Egito), Victor Osimhen, Ademola Lookman (ambos da Nigéria). 

Emerse Faé, que pegou numa Costa do Marfim descrente na Taça das Nações Africanas para a levar ao título continental, foi eleito o melhor treinador africano de 2024. 

A distinção feminina foi para a marroquina Lamia Boumehdi, que levou o TP Mazembe, da República Democrática do Congo, ao seu primeiro título de campeão africano: por arrasto, a sua equipa foi igualmente distinguida como a melhor. O angolano Agostinho Mabululu foi o autor do golo do ano.

A Black Bulls encerra a primeira volta da fase de grupos da Taça de CAF, também conhecida como Taça Nelson Mandela, na segunda posição e na luta por um lugar na outra fase da competição.

Os “touros” são segundo colocados com quatro pontos, os mesmos do Al-Masry do Egipto, frutos de todos resultados possíveis num jogo de futebol, nomeadamente a derrota, na primeira jornada, o empate na segunda jornada e a vitória, a fechar a primeira volta.

O arranque comprometedor não fez estremecer a equipa moçambicana, que sofreu uma derrota de duas bolas sem resposta na primeira jornada, diante do detentor da Taça CAF, o Zamalek do Egipto, mas acreditando que o sonho ainda é possível de acontecer.

Com dois jogos em casa, a obrigação de vencer era maior, ainda que a defrontar equipa já talhadas nas competições africanas. O empate diante do Al-Masry, também do Egipto, abriu ainda as esperanças de dias melhores e, no jogo do último domingo, diante do Enyimba da Nigéria, duas vezes vencedor da Liga dos Campeões africanos e duas vezes vencedor da Supertaça africana, foi o tirar do todo medo.

Assim, são quatro pontos somados, que colocam a equipa na segunda posição, a beneficiar dos quatro golos marcados e três sofridos, contra os três marcados e dois sofridos do Al-Masry.

Na segunda volta, a Black Bulls pretende fazer cada vez melhor, nomeadamente ir a Nigéria para vencer e somar mais três pontos e se colocar ainda mais nos lugares de apuramento.

“Dia 5 de Janeiro é mais um capítulo dessa jornada. Vamos entrar em campo com a determinação de vencer, porque não jogamos apenas por nós, jogamos pelo orgulho e pela esperança de uma nação”, escrevem os “touros” na sua página do facebook.

Para esta empreitada, a equipa treinada por Hélder Duarte vai deixar Maputo no dia 02 de Janeiro, devendo realizar duas sessões de treinos em Abuja, antes do embate do dia 05, a contar para a quarta jornada.

No outro jogo, as duas equipas do Egipto, Al-Masry e Zamalek, jogam entre si.

A Liga Moçambicana de Futebol (LMF) cancelou a realização da Gala de Premiação dos melhores do Moçambola, evento que estava agendado para este mês, em Maputo. Segundo a LMF, a decisão deve-se à actual situação que o país atravessa, marcada por protestos pós-eleitorais

A crise pós-eleitoral que se vive em Moçambique continua a parar muitas actividades públicas e privadas, agora com destaque para actividades desportivas. Depois do cancelamento da Gala Awards da Federação Moçambicana de Futebol, que iria galardoar e reconhecer os que mais se destacaram ao nível da modalidade, desta vez é a Liga Moçambicana de Futebol a cancelar a sua Gala.

Trata-se de uma gala que iria galardoar os melhores do Moçambola 2024, desde o campeão nacional, vice-campeão e o terceiro lugar, ao nível colectivo, bem como as premiações individuais.

No nível colectivo serão premiados a Black Bulls, campeão nacional, que vai receber uma taça, medalhas e um prémio monetário de 7.5 milhões de meticais, a União Desportiva de Songo, vice-campeão nacional, que vai receber 3 milhões de meticais, e o Costa do Sol, terceiro classificado, que vai receber um prémio monetário de 1.5 milhões de meticais.

No capítulo individual, as categorias da premiação serão do Melhor Jogador, que deve ser Kadre, oito vezes eleito melhor em campo (Man of the Match), Melhor Marcador, no caso Kadre, que teve 14 golos apontados, Guarda-redes Menos Batido, que poderá ser Germano, que em 16 jogos sofreu 10 golos, ou Joaquim Tsambe, que em 20 jogos sofreu 16 golos, quase com a mesma média, o Melhor Treinador, que poderá ser o português ao serviço da Black Bulls, Hélder Duarte, e o Melhor Árbitro, a ser nomeado pela Comissão Nacional dos Árbitros de Futebol, CNAF, dentro das suas análises.

Mas há, também, a premiação para os jornalistas que cobriram as emoções do Moçambola, nomeadamente imprensa escrita, rádio, televisão, digital e fotojornalista. 

A informação foi dada ao nosso Jornal pelo presidente da LMF, Alberto Simango Júnior, que reconhece que o momento de instabilidade social provocada pelas manifestações violentas que acontecem depois das eleições de 9 de Outubro forçam o organismo que dirige a ser contido em actos de celebrações.

O presidente da Liga Moçambicana de Futebol, Alberto Simango Jr., citado pelo Jornal Notícias, disse que foi uma decisão tomada após analisar a crise que se vive no país. “A LMF e a HCB chegaram ao entendimento de que o momento que o país vive não nos permite fazer uma festa que tenha música e que incida sobre a distribuição de cheques gigantes mostrando somas de dinheiro. Não é que queremos esconder qualquer coisa que seja. Apenas julgamos que é preciso sermos contidos”, disse.

Simango Jr. diz ainda que este é um momento sensível que todos atravessam, enquanto país e, por isso, “optamos pela contenção. A Gala dos prémios foi cancelada e julgamos ser uma decisão acertada”, frisou.

Para o dirigente, a LMF, em parceria com a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), empresa que financia os prémios, estão a finalizar o processo burocrático para que todos os contemplados nos prémios recebam os valores devidos.

Assim, os vencedores da maior prova futebolística nacional, tanto colectivos como individuais, em diversas categorias, poderão receber os valores nas suas respectivas contas. 

“O patrocinador, HCB, garantiu que, assim que receber da LMF a lista dos nomes e contas bancárias de todos os atletas e clubes premiados, procederá com as transferências dos valores”, disse Simango Jr., para depois realçar que a medida de deixar tudo com a HCB é para “salvaguardar a flexibilidade do processo de pagamento dos premiados”, por isso que desde o início do campeonato deixou-se a tarefa com o patrocinador.

Deste modo, ainda de acordo com o presidente da Liga Moçambicana de Futebol, “assim que terminar o processo de certificação de quem venceu nas diversas categorias, a LMF vai enviar os nomes e contas bancárias à HCB para fazer os pagamentos”, disse, ainda citado pelo Jornal Notícias.

Em setembro, a Liga Moçambicana de Futebol realizou a gala de premiação da primeira volta, em que foram distinguidos o melhor jogador, marcador, guarda-redes, treinador e árbitro. 

No entanto, o acto será feito sem que seja num evento solene, projectado desde o início do campeonato.

Recorde-se que o Moçambola 2024 teve a participação de 12 equipas, tendo descido uma equipa para a segunda divisão, e subido três equipas a prova do próximo ano, que será disputado por 14 equipas.

Ferroviário de Maputo é campeão africano de basquetebol, em seniores femininos pela terceira vez. As “locomotivas” venceram, na final, o Al Ahly do Egipto, por 81-72. Ingvild Mucauro foi eleita a jogadora mais valiosa da prova.

África aos seus pés. É Moçambique. É Ferroviário de Maputo. É o basquetebol moçambicano  no seu melhor e ao seu estilo, no contexto da modalidade no continente africano. Ferroviário de Maputo é tricampeão africano. 

De Dakar para Moçambique, a taça é genuinamente de quem acreditou no projecto. Boa entrada contra o gigante Al Ahly do Egipto. Ingvild Mucauro, Anabela Cossa e Silvia Veloso comandaram a banda. 

O Ferroviário de Maputo comandou os primeiros dois quartos, com os parciais de 26-13 e 26-20, fixando o resultado na primeira parte em 46-38. Consistente e segura, a turma de Nasir Salé não desarmou, mesmo em meio de muita pressão dos adeptos egípcios. 

O Al Ahly entrou melhor no terceiro período obrigando o representante moçambicano a cometer muitos erros. Nesse período, o marcador indicava 76-72 a favor das “locomotivas”. Faltando 28 segundos por jogar, o resultado estava em 72-79 e a pressão aumentava. 

O Ferroviário de Maputo acreditou em tudo, sobretudo na sua força e fixou o resultado em 81-72. É obra. Ingvild Mucauro foi eleita a jogadora mais valiosa da prova, título que premeia a sua determinação e compromisso. 

Anabela Cossa igualou a Odélia Mafanela na lista das atletas com mais títulos africanos, ambas com cinco. É dono de África. Nasir Salé já soma quatro títulos africanos. Já não tem nada a provar. 

A Associação Black Bulls somou a sua primeira vitória na fase de grupos da Taça CAF, derrotando a Enyimba da Nigéria, por três bolas sem respostas, em jogo da terceira jornada do Grupo D da prova. 

Há sempre uma primeira vez. Depois do empate a uma bola, há uma semana, diante do Al Masry do Egipto, a Associação Black Bulls voltou mais forte. Trabalho de casa bem feito por Helder Duarte. 

Foram precisos apenas 17 minutos para a Black Bulls adiantar-se no marcador. Rume respondeu positivamente de cabeça  a um centro de Martinho, colocando a sua equipa em vantagem. 

O Enyimba até reagiu, mas sem encontrar espaço suficiente para violar a baliza de Ernani. Seria o representante moçambicano a ampliar o marcador, através de Fidel, que na cobrança de um pontapé de canto enviou a bola directamente para o fundo das malhas. Já não havia espaço para mais. 

No reatamento, o Enyimba tentou virar o curso da história. Em algumas ocasiões estremeceu a defensiva dos “touros”. Foram apenas perigos. Ainda houve espaço para Ayuba marcar o terceiro golo, fechando, assim, as contas.

“Tudo que foi o trabalho feito ao longo da semana foi bem cumprido, a equipa esteve bem em todos os capítulos, razão pela qual conseguimos fazer os golos que ditaram a história do jogo”, disse Custódio Gune, treinador da Black Bulls.  

A Black Bulls só volta a jogar no próximo ano.

O Ferroviário de Maputo qualificou-se, ontem, para as meias-finais da Liga Africana de Basquetebol ao vencer o Jeanne D’Arc por 65-44. Hoje, as locomotivas jogam o acesso à final diante do APR do Ruanda.

Pela oitava vez no seu historial de participação na prova, o Ferroviário de Maputo está nas meias-finais do campeonato africano de clubes. Dominadoras e com clarividência ofensiva, as campeãs nacionais controlaram o jogo frente às senegalesas. 

Com bons movimentos de ataque, a equipa de Nasir Sale conseguiu desequilibrar a partida e construir uma vantagem tranquila no encontro dos quartos de final da Liga Africana de Basquetebol, prova que decorreu em Dakar, Senegal.

Depois deste triunfo com números esclarecedores, a equipa moçambicana vai jogar, este sábado, o acesso à final da prova diante do APR do Ruanda. O jogo está marcado para às 21 horas de Senegal e 23 de Maputo.

Naquele que era o jogo de tudo ou nada para a Universidade Pedagógica de Maputo no Campeonato Africano dos Clubes Campeões da Zona VI de voleibol de sala, até mesmo porque defrontava a equipa da casa, as upenianas foram mais ousadas, sofreram e venceram.

No jogo que marcava a reedição da final do ano passado, em que a UP venceu e conquistou a região, a turma de Maputo não tremeu e venceu por 3-1, marcando presença na final.

A UP venceu o primeiro set por 27-25, enquanto as Tsuanas do Kutlwano venceram o segundo por 20-25, abrindo espaço para dúvidas em relação à equipa que iria se qualificar às meias-finais.

Mas enganou-se quem pensou que seria uma luta difícil de vencer, uma vez que as moçambicanas venceram os dois sets seguintes por 26-24 e 25-15, marcando encontro no penúltimo jogo antes da consagração.

Por seu turno, a Aliança Maputo, em masculinos, está apurada para as meias-finais da prova depois de na partida anterior ter eliminado a equipa do Police VI do Botswana por 3-2, num encontro disputado sob o signo de equilíbrio.

Os moçambicanos venceram os dois primeiros Sets por 25-16 e 25-18, mas os anfitriões trataram de igualar a contenda ao vencerem por 15-25 e 19-25. A Aliança acabou demonstrando a sua mais valia e venceu o quinto e último set por 15-12, desforrando a derrota na fase regular por 3-0.

Nas meias-finais a Aliança vai medir forças com o Royal Eswatini Police Service, partida que está agendada para este sábado, 14 de Dezembro.

O Estádio Nacional do Zimpeto volta a fechar as portas para jogos das competições internacionais de futebol, devido a irregularidades detectadas durante a realização do jogo do último domingo, entre a Black Bulls e o Al-Masry do Egipto, a contar para a segunda jornada da fase de grupos da Taça CAF. Assim, tanto a Federação Moçambicana de Futebol, bem como a Black Bulls, terão que encontrar outro campo para a realizarem seus jogos internacionais.

Pela terceira vez nos últimos cinco anos o Estádio Nacional do Zimpeto volta a ser interditado pela Confederação Africana de Futebol. Novamente os mesmos problemas estão no centro da interdição, nomeadamente a iluminação, o relvado e os torniquetes.

O jogo do último domingo, entre a Black Bulls e o Al-Masry do Egipto, da segunda jornada do grupo D da fase de grupos da Taça CAF, revelou as irregularidades detectadas. A primeira delas é a iluminação deficiente.

Os egípcios reclamaram da fraca iluminação no Estádio Nacional do Zimpeto, uma vez que não são todas as lâmpadas existentes que acendem, o que cria algum desconforto nos jogadores habituados a jogar de noite e com a melhor iluminação.

Nos últimos dois anos, o Estádio Nacional do Zimpeto acolheu apenas dois jogos noturno, nomeadamente a derrota dos Mambas diante do Mali, para a qualificação ao CAN-2024, e o empate entre os Touros e os egípcios, a um golo, no último domingo.

Outro aspecto detectado é a falta de torniquetes que ajudam a contabilizar o número de espectadores presentes nas bancadas. Ainda que o jogo tenha sido à porta-fechada, por decisão da direcção da Black Bulls, para garantir a segurança dos seus adeptos por conta das manifestações, a Confederação Africana de Futebol queria ver os torniquetes funcionais.

Trata-se de um sistema de segurança montado em 2022 e 2023 pela Federação Moçambicana de Futebol, com apoio do Governo, para permitir a contagem de pessoas que assistem aos jogos nas bancadas, na altura foi uma das exigências da CAF para que o Estádio Nacional do Zimpeto fosse aprovado.

O facto é que ainda não foi concluída a instalação de torniquetes e estão a ser utilizadas barreiras metálicas sem dispositivos eletrónicos que devem ser utilizados para o controle das entradas dos espectadores.

O terceiro grande problema detectado é a má qualidade do relvado do Estádio Nacional do Zimpeto. Com pouco uso para jogos de futebol, uma vez que somente acolhe jogos e treinos das selecções nacionais e das equipas nacionais nas provas africanas, o relvado não apresentou um bom aspecto aos membros da CAF presentes.

Por um lado apresenta locais com perda de cor esverdeada e natural de uma relva, e por outro lado há locais onde é deficiente, chegando a aparecer mais areia do que propriamente relva.

O facto é que esta é uma nova relva que o estádio recebeu, depois da remoção da anterior, em 2021, aquando da primeira interdição, tendo sido recolocada a nova em 2022.

Facto curioso é que este jogo teve como Coordenador Geral o sul-africano Joshua Robert Knipp, o mesmo que em 2022 foi mandatado pela Confederação Africana de Futebol para inspecionar o Estádio Nacional do Zimpeto.

 

Identificar outro campo para jogos internacionais

Assim, com essas anomalias detectadas e com a interdição do Estádio Nacional do Zimpeto, tanto a Federação Moçambicana de Futebol, como a Black Bulls, terão que encontrar outro lugar para realizarem seus jogos das competições internacionais no próximo ano.

É que o embate deste domingo, a partir das 15h00, entre a Black Bulls e o Enyimba da Nigéria, será o último naquele espaço, uma vez que a interdição vai iniciar a 16 de Dezembro corrente.

Com mais um jogo da Taça CAF a 12 de Janeiro, diante do Zamalek do Egipto, a contar para a quinta jornada do grupo D, a Black Bulls terá que identificar um outro relvado para esse jogo, uma vez que até o seu próprio relvado, na Arena Lalgy, por não ter as condições exigidas pela CAF.

O mesmo sucede com a Federação Moçambicana de Futebol que tem um jogo caseiro dos Mambas em Março do próximo ano, de qualificação ao Mundial de futebol de 2026, diante do Uganda, a contar para a quinta jornada do grupo G.

Com estas adversidades, o Estádio de Mbombela aparece como o mais próximo e o mais provável para ser utilizado pelos moçambicanos nas competições africanas.

 

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