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O País – A verdade como notícia

O Benfica é tetra campeão português. Os encarnados venceram o Vitória de Guimarães no jogo da consagração por 5-0. Os moçambicanos adeptos do Benfica festejaram a conquista do título na praça Robert Mugabe, em Maputo.

Mas antes desses festejos, as casas de pastos na capital do país estiveram lotados de adeptos que acompanharam a pare e passo os acontecimentos no relvado do estádio da Luz, que tiveram a sua primeira grande explosão de gritos quando Cervi apontou o primeiro golo ainda nos primeiros minutos do jogo. Não houve tempo para apreensão por parte dos adeptos encarnados, uma vez que a primeira parte do jogo terminou com o resultado de 4-0 para o Benfica.

O quinto golo apontado por Jonas, na segunda parte, na transformação de uma grande penalidade só veio agudizar os festejos nas casas de pastos. Festejos que se estenderam para a praça Robert Mugabe, na avenida 25 de Setembro, local que se transformou em verdadeiro Marquês de Pombal, onde os benfiquistas se encontram para festejar os seus títulos.

No “Marquês de Pombal” da capital do país foi notória a presença de vários moçambicanos vindos de vários cantos da cidade e província de Maputo, bem como de cidadãos portugueses residentes em Maputo. A satisfação era enorme nas faces dos adeptos encarnados que disseram que já esperavam a conquista do tetra desde o início da prova, altura em que o Benfica começou a destacar-se na frente da tabela classificativa.

Os adeptos benfiquistas disseram que com este andamento da sua equipa, há boas expectativas de conquista do penta na próxima temporada, mesmo estando cientes de algumas saídas que poderão acontecer no final da presente época.

Aliás, há quem percorreu 12 mil quilómetros para cobrir a festa dos benfiquistas em Maputo. Pedro Martins, uma das figuras de grande destaque do jornalismo português, mais concretamente na RTP é disso exemplo. Diz que já cobriu vários festejos do Benfica em Portugal, mais concretamente no Marquês de Pombal, mas que estar em Maputo foi “outra coisa, até senti-me em casa”, ao ver uma moldura humana vestida de vermelho, as cores do Benfica de Portugal.

O resto foi mesmo a festa encarnada do tetra, no “Marquês de Pombal” da cidade de Maputo e em outros cantos do país.

 

Pela frente estavam o terceiro e o quinto classificado da Engen Maputo Basket em seniores femininos, nomeadamente o Costa do Sol e o Desportivo de Maputo. A entrada para o primeiro período ambas as equipas demonstravam vontade e garra em vencer disputando o jogo ao mesmo nível, saindo nesta etapa com um parcial de 13-15, a favor das comandadas por Deolinda Ngulela.

No segundo período viu-se um Desportivo aguerrido complicando a vida do Costa do Sol, que se colocava como favorito nesta partida.

No terceiro período o Desportivo desceu de nível cometendo vários erros defensivamente e ofensivamente permitindo ao Costa do Sol dilatar no marcador. A título de exemplo neste período as alvi-negras converteram apenas três pontos, 33-51 venciam as canarinhas.

No quarto e último período esperava-se uma resposta do Desportivo de Maputo, mas mais uma vez foi o Costa do Sol a demonstrar a sua experiência na quadra com Deolinda Gimo e Mónica a se evidenciar por debaixo das tabelas. No final o placar indicava 66 para o Costa do Sol e 45 para o Desportivo de Maputo.

No outro jogo da noite em masculinos o Costa do Sol levou a melhor ao vencer o Desportivo de Maputo por76-68.

O presidente do Comité Olímpico Internacional, Thomas Bach, terminou, ontem, a visita de um dia a Moçambique. Durante a sua estadia, visitou o Centro de Saúde de Mabanja e o Centro Olympafrica no distrito de Boane. Lá foi informado de um novo projecto que o Comité Olímpico de Moçambique pretende desenvolver para a melhoria de treinamento das crianças.

Antes da sua partida, o dirigente comprometeu-se a apoiar materialmente o país na expansão do Centro Olympafrica. “Para o centro de Boane, estamos a par de um novo projecto que se pretende implementar e que visa a criação de um centro de treinamento. Estamos felizes que o Município de Boane tenha atribuído mais cinco hectares para expansão do centro, de modo a providenciar novas facilidades de treinos para as crianças. Nós vamos apoiar o projecto. Iremos apoiar o centro através de meios para melhorar a educação das crianças. Isso vai significar o estreitamento das relações entre nós”, garantiu

O Comité Olímpico de Moçambique não deu detalhes sobre o novo projecto, tendo remetido a imprensa para mais esclarecimentos hoje. Entretanto, fez um balanço positivo da visita, uma vez que foram dadas muitas garantias de apoios. “Ele ficou feliz pela recepção que teve no povoado de Mabanja, onde existe o projecto Olympafrica que assiste dois milhares e meio de crianças. Lá o presidente do COI visitou a escola e o centro de saúde que foram construídos com apoio do organismo. Já no centro de saúde ele foi informado das dificuldades existentes e ele comprometeu-se a disponibilizar equipamento de frio para a conservação de medicamentos, fogões, máquinas de lavar, bem como algum material de suporte para a ambulância que também foi doada pelo COI. “Verificámos que a viatura não tem equipamento para assistir os pacientes e ficamos em trabalhar junto dos gestores do centro de saúde no sentido de melhorar as condições lá existentes”, disse Penalva César. Além de Moçambique, o presidente do Comité Olímpico Internacional está a visitar vários países africanos.

Recorde-se que o Comité Olímpico Internacional (COI) é uma organização não-governamental, com sede na Suíça, que actua na organização e realização dos Jogos Olímpicos. Este organismo foi criado por Pierre de Coubertin em 23 de Junho de 1894 e tem como principais objectivos e funções do COI: criar leis sobre os Jogos Olímpicos; Administrar, organizar e realizar as olimpíadas; Seleccionar os países que servirão de sede, assim como acompanhar e orientar na organização realizada pelos países, entre outras. Administrar os direitos autorais de símbolos, marcas e imagens relacionadas aos Jogos Olímpicos.

Os bicampeões de salto à corda subiram ao pódio e carregaram o ouro, na estreia da modalidade no Arnold Classic Africa. No último sábado, a selecção nacional defrontou oito selecções seniores sul-africanas e mostrou a razão de ser campeão mundial de salto à corda em dois anos consecutivos.

A agilidade e a beleza das coreografias dos “Moz Tigers” encantaram o público e arrancaram aplausos do patrono do evento, Arnold Schwarzenegger. As duas medalhas de ouro foram conquistas nas provas de velocidade e criatividade.

Recorde-se que para está competição a equipa privilegiou o uso de atletas sem rodagem. Segundo seleccionador nacional, a escolha de novatos deveu-se a necessidade de garantir que todos os membros da equipe tenham experiências em grandes competições.

O Arnold Classic é uma competição internacional criada nos Estados Unidos em 1989 com séries internacionais de festivais multidesportivos. Tendo sido realizado, pela primeira vez, em África.

De volta à capital, os bicampeões de salto à corda continuam a bater portas para angariar fundo s e garantir sua ida ao Mundial da modalidade a decorrer entre os dias 1 e 10 de Julho próximo, nos EUA. Mesmo com a deslocação em dúvida, os atletas já iniciaram a preparação física com esperança de defender o título recém-conquistado.

Na segunda posição com 21 pontos, menos quatro que o líder, a União Desportiva de Songo, a Liga Desportiva de Maputo, Daúde Razaque, reitera que nesta época não luta pelo título. Nesta temporada, o técnico diz que há clubes que são levados ao colo pelas equipas de arbitragem, em prejuízo da sua e demais equipas. “A imprensa tem vindo a especular que estamos a lutar pelo título, mas não constitui a verdade. Lutamos sim, pela manutenção e estamos bem nesse sentido”, disse o técnico para depois avançar que daqui a algumas jornadas deverá ceder a sua posição aos “bebés” que são levados ao colo. “Estamos no segundo lugar, uma posição que não é nossa. Então espera-se que os donos irão ocupar, é só olhar para os jogos que disputamos. Há quem é bebé e é levado ao colo e há quem é bebé órfão. Além de ser prejudicado, queremos apenas que sejam justos com o clube, porque não podemos viver apenas do passado”, detalhou o treinador.

Para este as transmissões da Zap ajudam a evitar a que as equipas de arbitragem actuem sem imparcialidade. “Há uma grande importância das transmissões dos jogos porque assiste-se a uma elevada qualidade de futebol e regista-se poucos erros das arbitragens”.

Quanto ao jogo de Nacala frente ao desportivo local, o técnico diz que o seu conjunto fará o melhor para ter os três pontos. “Estamos bem animicamente, independentemente do que tem vindo a acontecer, faremos o nosso melhor para voltar com os três pontos em disputa”, terminou.

Já os jogadores mostram se esperançosos num bom resultado. “O grupo de trabalho está forte e para vencer a partida e para isso temos vindo a trabalhar. Aos nossos adeptos que, muitos deles, não poderão estar connosco no campo confiem em nós que lutaremos até ao fim para ter os três pontos”, disse Yude que depois foi precedido por Jair que também é tem esperança de um bom resultado no campo da Bela Vista.  

Recorde-se que esta partida terá lugar domingo, no Campo da Bela Vista pelas 15h00.

 

Domingo será uma tarde de muito futebol quando o relvado dos canarinhos “testemunhar” embate entre duas grandes equipas do campeonato nacional, o Moçambola ZAP 2017.

Trata-se do jogo entre as formações do Costa do Sol e da União Desportiva de Songo, sérios candidatos ao título, daí que se espera uma partida de “loucos” e com os corações e o sangue dos jogadores e adeptos em “alta voltagem”, sendo por isso que os treinadores terão um papel preponderante para introduzir a dosagem necessária nos atletas para que estes consigam marcar os golos e arrancar os três pontos.
Na primeira jornada do campeonato no ano passado, no jogo da primeira volta, a contar para a décima terceira jornada, no campo dos “hidroélectricos”, a União Desportiva de Songo venceu, por duas bolas a duas. Luís Miquissone marcou os dois golos da equipa vencedora e Hermínio fê-lo pelo Costa do Sol.

Para o confronto deste domingo, ambas as equipas vêm de resultados diferentes, a União Desportiva de Songo derrotou o ENH, por um resultado expressivo de 4-2. E o Costa do Sol empatou sem abertura de contagem diante do Textáfrica de Chimoio.

A ser assim, o Costa do Sol vai entrar para o jogo com a intenção de voltar as vitórias e a turma de Songo quererá se manter na senda de vitórias e continuar mais líder.

Em Maputo teremos mais um jogo, desta feita no sábado e irá colocar frente-a-frente o Maxaquene e o Ferroviário de Nacala, no Estádio Nacional do Zimpeto.

Na jornada passada os tricolores foram a Gaza perder com o Chibuto por dois a um, enquanto o Desportivo de Nacala empatou a zero bolas com o 1º de Maio de Quelimane.

Tanto o jogo de sábado, assim como de domingo terão transmissão em directo, na STV Notícias, quando forem 15 horas.

 

O presidente do Comité Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, desembarca na noite de hoje, quarta-feira, quando forem 19h00, no Aeroporto Internacional de Mavalane.

Thomas Bach lidera uma comitiva de sete elementos, cuja prioridade da agenda de trabalhos é a constatação, no local, do estado do desporto no país, com destaque para o encontro com a liderança do Comité Olímpico de Moçambique e as federações nacionais associadas.

O presidente do Comité Olímpico Internacional será recebido no aeroporto por uma delegação que será liderada pelo presidente do Comité Olímpico nacional, bem como o seu elenco, podendo ainda incluir o ministro da Juventude e Desportos, Alberto Nkutumula, segundo informações recebidas.

Depois de passar a noite, que vai incluir um jantar de recepção, numa das estâncias hoteleiras da capital do país, o dia de quinta-feira está reservado totalmente para o trabalho. Assim, quando forem 08h30, a delegação desloca-se a nova sede do Comité Olímpico de Moçambique (COM), onde vai conhecer o local e manter encontros com os presidentes cessantes e eleito do COM, nomeadamente Marcelino Macome e Aníbal Manave.

Depois dessa visita e encontros, Thomas Bach segue para Boane, onde vai visitar o Centro de Saúde de Mabanja e a Olympafrica, um centro de treinamento para miúdos.

Seguidamente, a delegação do Comité Olímpico de Moçambique regressa à capital para falar à comunicação social, na sede do Comité Olímpico de Moçambique, quando forem 12h30.

Entretanto, a partida para Angola, onde vai seguir a mesma agenda, está marcada 14h00 de amanhã, não estando ainda garantida a sua audiência pelo Presidente da República, Filipe Nyusi.

 

Os “canarinhos” ocupam, neste momento, a quarta posição com 20 pontos, a cinco do líder, União Desportiva de Songo, e pretendem continuar no pelotão da frente, de modo a encurtar a distância pontual, regressar às vitórias, depois do nulo na última jornada diante do Textáfrica do Chimoio. Aliás, em relação a essa partida diante dos “fabris” do Planalto de Chimoio, Nelson Santos diz que “foi um empate com sabor a derrota em função de tudo o que fizemos dentro das quatro linhas”. Mas essas são mágoas passadas e agora é preciso olhar, convicto no futuro.

E o adversário da 12.ª jornada do Moçambola Zap é nada mais nada menos que líder da prova, a União Desportiva de Songo. Uma equipa que soma maior número de golos e menos golos sofridos, a par do próprio Costa do Sol. As dificuldades serão acrescidas, mas a motivação é enorme no ninho do “canário”.

Aliás, foi necessário iniciar a semana com um trabalho mais psicológico e mais motivacional para que os jogadores levantem o seu ânimo e estejam mais e melhor preparados para enfrentar este grande desafio desta semana. E Nelson Santos diz respeitar o adversário, mas quer vencer. “Se a União Desportiva de Songo está onde está, na liderança, é porque é uma boa equipa, composta por jogadores bons e um treinador que soube montar as suas unidades. Mas nós, o Costa do Sol, sabemos o que queremos e estamos confiantes que vamos conseguir sair do campo com os três pontos”, garante Santos, para quem a motivação dos seus jogadores é que permite ter essa convicção.

O técnico acrescenta ainda que a sua equipa é favorita neste jogo, uma vez que joga em casa e perante o seu público. “Já perdemos muitos pontos e agora queremos inverter a situação. Queremos vencer em nossa casa e somar mais pontos. Somos favoritos, temos uma boa equipa e vamos continuar a perseguir os nossos objectivos”, assegura.
A turma “canarinha” conta com quatro jogadores fundamentais tocados, mas nada que preocupe a equipa técnica. Ainda assim, a estratégia para o jogo com os “hidroeléctricos” fica no segredo dos deuses. Os jogadores “canarinhos” também estão motivados e dizem-se preparados para este jogo, bastando para o efeito respeitar o adversário e jogar determinados na obtenção de um bom resultado.

O jogo será transmitido em directo na Stv Notícias.

 

 

Já lá vão três jornadas que o Maxaquene não vence no Moçambola Zap, edição 2017. Foram ao todo três derrotas, diante de fortes candidatos aos lugares cimeiros. Primeiro, diante do Costa do Sol, por duas bolas sem resposta, seguindo-se a União Desportiva de Songo, no mesmo campo (emprestado do Costa do Sol), por uma bola sem resposta, e na última jornada, nova derrota em Chibuto, frente ao Clube local, por duas bolas a uma.

A equipa técnica liderada por Antoninho Muchanga e os jogadores referem que é chegado o momento de virar a página e abrir uma página “tricolor”, regressando o mais rápido possível às vitórias.

A ressaca da derrota diante do Clube de Chibuto ficou para trás e as atenções agora devem estar viradas para o jogo de sábado, diante do Ferroviário de Nacala. Nelson e Madido, jogadores do Maxaquene, sabem que não será um jogo fácil, mas garantem que com respeito e dedicação é possível regressar às vitórias. “O último jogo ficou para trás. Agora temos que nos concentrar para vencer o Ferroviário de Nacala”, diz Madido. Já Nelson diz que “a equipa está motivada e não há motivos de alarme. Será um jogo difícil, mas vamos procurar sair com os três pontos”.

Estratégia no segredo dos deuses

O jogo diante do Ferroviário de Nacala é de extrema importância para os pupilos de Antoninho Muchanga, daí que até a estratégia para este jogo vai continuar no segredo dos deuses. Ainda assim, Muchanga garante que será o mesmo que tem utilizado para preparar os restantes jogos, mas com a particularidade de estar a trabalhar mais a finalização. “Não posso divulgar a estratégia para o adversário, mas estamos a trabalhar os aspectos da finalização, de modo a marcar golos, vamos atacar mais, sem descorar da defensiva, porque qualquer descuido poderá ser-nos fatal”, refere o técnico “tricolor”.

Num outro desenvolvimento, Antoninho Muchanga falou de algumas reservas do plantel que tem, em função das lesões, mas assegura que confia nos seus jogadores para ultrapassar este adversário. “Não estou tranquilo, porque temos dois jogadores ainda tocados. Mas tranquiliza-me a equipa, pois sei que qualquer um do plantel que entrar para jogar, fará o seu máximo. Confio nos meus jogadores, porque dão tudo em campo”, confia Muchanga e apela aos adeptos do Maxaquene para que não percam a confiança na equipa e que possam estar em massa, no Estádio Nacional do Zimpeto, para apoiar a equipa.

Os “tricolores” somam, à entrada desta jornada, 13 pontos em 11 jogos disputados e estão na nona posição.

 

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