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O País – A verdade como notícia

Moçambique é representado, até ao momento, por apenas duas equipas nas afrotaças, nomeadamente, o campeão nacional, na Liga dos Campeões, e o vencedor da Taça de Moçambique, na Taça CAF ou Taça Nelson Mandela.

Para Alberto Simango Jr., além da presença do Ferroviário da Beira nos quartos-de-final da “champions” africana, há outros componentes que regulam a qualificação de três ou mais equipas nas competições africanas. “O primeiro critério é o seu ranking ao nível do continente. Isto é, tens que ter uma posição confortável ao nível do próprio ranking da FIFA e da CAF”. Entretanto, o ranking do nosso país sempre foi baixo, pelo menos nos últimos anos, estando a tentar subir agora nos últimos tempos, com esta qualificação do Ferroviário da Beira e com os bons resultados dos Mambas, estado a registar algumas melhorias, já que ocupa a esta altura a 97ª posição da FIFA e a 26ª da CAF.

Portanto, “esta presença do Ferroviário da Beira nos quartos-de-final não é condição sine qua non para podermos ter mais que uma equipa”, garantiu Alberto Simango Jr.

Além disso, a segunda questão, que não preferiu não responder taxativamente, porque há critérios que precisam ser reformulados pela própria CAF, uma vez que a direcção actual do organismo que tutela o futebol africano só tem quatro meses de liderança, é se a qualificação de uma equipa nas últimas eliminatórias de disputa das competições africanas, por si só pode dar direito a presença de mais equipas.

Ainda assim, Simango Jr. reitera que caso haja possibilidade de inscrever mais equipas moçambicanas, vai se agarrar para colocar mais equipas moçambicanas nas afrotaças. “O desejo que nós temos é esse, é que cada vez que nós melhoramos no ranking, o nosso campeão ir mais longe do que aqui, tendo direito, vamos ter que acionar mecanismos de ter mais que duas equipas nas competições da CAF”, garantiu o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Alberto Simango Jr.

Recorde-se que o Ferroviário da Beira disputa o acesso às meias-finais da Liga dos Campeões diante do USMA da Argélia, cuja primeira mão se realiza a 15 de Setembro, no Caldeirão do Chiveve, sendo que a segunda mão será em Argel, 15 dias depois da primeira mão.

 

 

A Liga francesa não recebeu a tempo os documentos da Federação espanhola, e assim o avançado brasileiro Neymar (ex-Barcelona) não poderá jogar, no sábado, frente ao Amiens ao serviço do Paris Saint-Germain, citado por A BOLA

Segundo a AFP, que contactou os serviços da Liga, o documento, necessário para homologar o contrato, não chegou até à hora limite de modo a permitir que Neymar alinhasse pela primeira vez com a camisola do PSG, na jornada inaugural do campeonato francês.

 

Neymar está em Paris. O atacante brasileiro desembarcou na manhã de hoje no Aeroporto Le Bourget, em Paris, escreve o Globo.

Após desembarcar, Neymar entrou em um carro e seguiu para o Parque dos Princípes, estádio do PSG, onde está a ser realizada sua primeira entrevista colectiva como jogador do clube francês, onde vai vestir a camisola 10.

O PSG registrou, em suas redes sociais, a chegada de Neymar a Paris. Com a hashtag "#BemVindoNeymar".

A apresentação do craque será amanhã, pelas 15.45 (na França e em Moçambique) antes do jogo com o Amiens.

Neymar concluiu, ontem, seu afastamento do Barcelona, clube que defendeu por quatro temporadas, após seus representantes fazerem o pagamento cláusula de rescisão no valor de 222 milhões de euros. Poucas horas depois, Neymar assinou contrato para defender o PSG por cinco temporadas. Segundo a imprensa francesa, o craque brasileiro receberá salário líquido de 30 milhões de euros por ano.

Neymar reagiu, durante sua primeira conferência de imprensa em Paris, às críticas de que tem sido alvo, garantindo que em toda a sua carreira nunca se moveu por dinheiro mas sim pelo bem da sua carreira.

"As pessoas que têm lançado essas críticas nada sabem sobre a minha vida. Eu não nunca me movi por dinheiro. Eu sou um homem de honra e que procura sempre a felicidade, minha e da minha familia. Mais uma vez tenho de agradecer ao PSG por acreditar no meu potencial", afirmou o jogador, citado pelo Notícias ao Minuto.

O internacional brasileiro agradeceu ao presidente Nasser Al-Khelaifi a “oportunidade de participar num novo desafio”, mostrando-se entusiasmado com a chegada a “um grande clube, a uma cidade incrível”.

“Não tenho palavras para descrever o que estou a sentir neste momento. Estou muito ansioso por conhecer os meus novos colegas de equipa e de começar a ganhar títulos com esta equipa”, atirou.

Questionado pelos jornalistas sobre as razões que o levaram a aceitar a proposta do PSG, Neymar referiu-se à “ambição” do emblema francês: “Escolhi vir para Paris, porque queria um novo e diferente desafio na minha carreira”.

“Não vim para aqui por causa de protagonismo, porque, no Barcelona, já era acarinhado pelos adeptos. Só quero um desafio novo e nada tem a ver com protagonismo ou influência”, garantiu aos jornalistas.

Ainda assim, o avançado de 25 anos deixou uma inconfidência: “Foi uma das decisões mais difíceis que tomei na minha vida. Estava feliz em Barcelona e tinha muitos amigos, por isso foi complicado. Tive muita pressão no ato de decidir, mas acabei por escolher o PSG, porque o futebol é assim e a vida é curta”.

Está dado um dos mais aguardados passos tendo em vista a concretização da transferência que fará de Neymar o jogador mais caro da história do futebol mundial. Advogado Juan de Dios Crespo depositou cheque de 222 milhões de euros. Cabe, agora, a Neymar pedir o certificado internacional para se poder estrear pelo PSG, citou o Notícias ao Minuto.
Segundo o jornal espanhol Marca, Juan de Dios Crespo, advogado especializado em direito desportivo, foi encarregue de depositar, hoje, na sede de La Liga, o cheque de 222 milhões de euros passado pelo PSG para fazer face à cláusula de rescisão do internacional brasileiro.
Juan de Dios Crespo chegou acompanhado de um notário, que irá realizar a acta de tudo aquilo que acontecer no seio da Liga espanhola, no seguimento da ameaça apresentada pelo presidente do organismo, Javier Tebas, em não aceitar o pagamento da cláusula.
Feito o pagamento, cabe a Neymar requisitar, nas próximas horas, o certificado internacional da FIFA, para que o seu desejo seja concretizado: jogar, já este sábado, com a camisola do PSG, diante do Amiens, na abertura do campeonato francês.

Está montada uma nova polémica que promete animar ainda mais a ‘novela Neymar’ nos próximos dias. De acordo com o jornal espanhol As, Javier Tebas, presidente de La Liga, cumpriu com a ameaça e rejeitou o cheque de 222 milhões de euros relativo à cláusula de rescisão de Neymar, avançou o Noticias ao Minuto.
Juan de Dios Crespo, advogado especializado em direito desportivo encarregue de depositar o documento bancário, foi recebido, na sede do organismo, pelo director geral Javier Gómez, que comunicou que o pagamento não seria aceite.
Refere a publicação que, na base da rejeição, terão estado dois factores: por um lado, “o pagamento da cláusula de rescisão é um direito que só pode ser exercido por clubes espanhóis”. Por outro, terão estado dúvidas quanto à “origem do dinheiro”.
Fica, assim, em causa a transferência de Neymar para o Paris Saint-Germain, a mais cara da história do futebol mundial.
 

Há 17 anos, Nazir “Nelito” Salé conquistava o seu último título de basquetebol ao nível dos seniores masculinos ao serviço do Maxaquene, numa equipa onde pontificavam nomes como Khaimane de Deus, Felisberto “Beto” Macuácua, Domingos “Tcheize” Monjane, Delfim “Juju” de Deus, Milton Guirrugo, Jorge Daúdo, entre outros. Há dois anos, Nelito aceitara o desafio de voltar a treinar uma equipa masculina interrompendo, desta forma, um ciclo glorioso e dourado ao serviço das equipas sénior femininas do Desportivo (campeã africana em 2007, em Maputo, e 2008, no Quénia) e extinta Liga Desportiva de Maputo (campeã africana em 2012, em Abidjan, na Costa do Marfim).
 Sempre, e sempre mesmo, com defesas aguerridas e um forte jogo interior: no Desportivo, com a defensora por excelência Anta Sy e a poste Salimata Diata e a moçambicana Leia Dongue. Na extinta Liga Desportiva de Maputo, em 2012, com os préstimos da defensora Rute Elias Muianga e retirada poste Clarisse “Match” Machanguana. 
Ontem, no pavilhão do Ferroviário da Beira, no jogo cinco da final da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, Nelito apostou numa defesa aguerrida com ajudas a funcionarem e teve no jogo interior a solução para ganhar. Coincidência? Claro que não. Mais: colocou, primeiro, David “Mano” Canivete a sobremarcar o espanhol Alvaro Maso, e depois o combativo Elves “Stam” Honwana. E tal funcionou. Os campeões nacionais, com Orlando “Nando” Novela como base principal – devido a lesão de Pio “Lingras” Matos- sentiu imensas dificuldades para ter esclarecimento ofensivo. 
Ao nível das tabelas, Elton Ubisse e Octávio Magoliço ganhavam as segundas bolas no confronto com Custódio Muchate e Edson Monjane. Ubisse (que contabilizou 27 pontos e nove ressaltos) foi letal com o excelente  “jumping shot”  e tiros curtos. Resposta de Milagre “Mila” Macome? Baggio Chimonzo (segundo base da selecção nacional no “Afrobasket”-2015, em Radès, na Tunísia) para fazer a posição um. Boa aposta, em termos ofensivos, porquanto teve a capacidade de fazer as penetrações, tal como o anjo voador Luís “Lulu” de Barros. Mas isto era pouco para uma equipa que tem nas transições em contra ataque e tiro exterior funcional as suas principais armas. Maso, o espanhol, não aparecia tanto. E, nas tabelas, Ubisse desgastava Edson Monjane que foi acumulando faltas. Foi assim todo jogo. O terceiro período foi decisivo. 
De resto, esta é a filosofia de Nelito, fazer terceiros quartos intensos. Com o agressivo – e algumas vezes maldoso para com o colega espanhol Alvaro Maso- “onfire”, o Ferroviário da Beira foi disparando para uma diferença de 20 pontos. Mas, porque o basquetebol é mesmo espectáculo, o Ferroviário de Maputo deu tudo e conseguiu reduzir para um dígito. Preponderantes para esta fase boa do conjunto de Milagre “Mila” Macome, Custódio Muchate e Alvaro Maso surgiram com tiros exteriores a criarem desequilibrios. Mas…Timo, Ismael Normamad fez a diferença nos momentos de maior pressão para a sua equipa. Em crise de tempo de ataque, os “locomotivas” jogaram mais com o coração do que propriamente com a cabeça. E, no final, prevaleceu o ditado de Mário Palma: os ataques ganham jogos, as defesas ganham campeonatos. Nelito fez bem o TPC. Chiveve agradeceu. No lugar da expressão “mbavas” dirigida aos árbitros, ecoou…”Beira, Beira, Beira, Beira”
TIMO, O MVP
Com excelentes exibições no play-off da final da Liga Moçambicana de Basquetebol, Ismael Normamad, jogador do Ferroviário da Beira, viu reconhecido o seu valor. Foi, de resto, considerado o jogador mais valioso da prova, sucedendo, desta forma, ao sérvio Bojan Seckiki que foi um erro de “scouting”. Dono das tabelas, Octávio “Maguila”Magoliço chamou a si o título de melhor ressaltador. Ao valoroso espanhol Alvaro Maso, couberam os prémios de melhor triplista e marcador da prova. Há gajos bons. Para o ano há mais…

É o despertar de um monstro adormecido durante duas décadas. Na baixa da cidade, mesmo defronte a estação dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), há uma infra-estrutura que não fica nada a dever a tantos outros pavilhões muli-usos erguidos por essa África. Reclama, agora, o espaço ocupado nos últimos anos pelo pavilhão dos Desportos, recinto que testemunhou, nos últimos anos, grandes noites de basquetebol. Uma das melhores salas de visita para as modalidades de salão do país ganhou uma nova imagem fruto da sua reabilitação. 
As intervenções consistiram na restauração do tecto, onde foi substituída toda a cobertura e pitagem, para além da pintura. O piso foi igualmente intervencionado, sendo que o mesmo é de madeira e com uma estrutura almofada que permite a percepção do impacto de quem o usa. Mas há mais. Houve correcção dos assentamentos das bancadas que, agora, permitem maior conforto aos espectadores. Com a reabilitação, o pavilhão do Ferroviário da Beira passou a dispor de espaços como salas de teste anti-doping e massagem. 
No exterior o empreiteiro fez a cobertura dos campos de treino que beneficiaram também de pintura, colocação de pavimento e correcção de algumas paredes. "Toda a loiça sanitária é nova. A parte eléctrica foi também intervencionada. O pavilhão já tem uma rede de combate aos incêndios", começou por explicar José Fernandes Almeida, engenheiro da Mondego, construtora responsável pela reabilitação do pavilhão do Ferroviário da Beira. Almeida disse, outrossim, que o grande desafio passa pela manutenção desta infra-estrutura desportiva, para que não se transforme num elefante branco. "Tenho conhecimento de que os CFM já compraram uma lona que será colocada logo após os jogos. Isso é que vai solucionar e garantir que nos próximos anos não tenhamos problemas", frisou. 
Adiante, falou da intervenção na parte exterior do pavilhão do Ferroviário da Beira, tendo chamado atenção para o facto de "na Beira temos problema do nível freático" o que fez com que a Mondego fizesse "intervenção nas valas de drenagem". 
 

Pavilhão pronto para afrobasket sub-16
Depois da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, o pavilhão do Ferroviário da Beira irá acolher, a partir do próximo sábado, o Campeonato Africano de Basquetebol feminino, na categoria de sub-16. "Penso que é uma infra-estrutura que não deve nada a outras que encontramos ao nível continental. É um pavilhão com qualidade e que dignifica o desporto moçambicano, no geral, e o basquetebol, em particular. É importante que se realizem muitas provas neste recinto desportivo. Pensamos em convidar equipas de outros pontos do país para participarem em provas neste recinto", disse Rizuane Mubarak, presidente da Associação Provincial de Basquetebol de Sofala (APBS).

Esta segunda-feira, o programa “Ao Ataque” da STV, debateu a situação da arbitragem no país. Os convidados resolveram quebrar o silêncio e falar sobre o mal que enferma a classe. Arão Júnior, antigo árbitro de futebol e actual presidente da Comissão de Árbitros da Cidade de Maputo, e Fernando Massavanhane, presidente da Comissão Provincial de Árbitros da Província de Maputo, juntaram-se aos jornalistas, Renato Caldeira e Alexandre Zandamela, para falar sobre o assunto. 
O grito de socorro não poderia ter ecoado de forma mais grave. A revelação de que os árbitros da segunda liga de futebol nacional, não recebem seus subsídios praticamente desde o início das competições da temporada em curso, surgiu que nem uma bomba. Os subsídios, que incluem alimentação, deslocação, acomodação e comunicação aparecem como que uma miragem. Segundo os representantes da arbitragem, a Comissão Nacional de Árbitros de Futebol (CNAF) deve responder sobre a situação, pois é o organismo máximo que superintende os árbitros em Moçambique.
A situação está a tal ponto que segundo Arão Jr. em muitos casos devido à falta de verbas os “homens do apito” vêem-se obrigados a recorrer a empréstimos solicitados a terceiros para cobrir todas as despesas nas suas deslocações às províncias ou distritos que podem ir até 400km na zona sul do país. Questiona sobre que nível de profissionalização o país pode exigir aos árbitros dentro destas condições. O ex-árbitro dirige, hoje, uma comissão composta por cerca de 90 membros, e para ele nada tem sido fácil. Porém, a saída encontrada para a situação foi a “sensibilização” dos companheiros para que continuem a desempenhar suas funções com zelo na espera de que dias melhores cheguem. 
Com muita mágoa, os jornalistas e comentadores residentes do programa analisaram a situação da arbitragem sob a perspectiva do risco de viciação dos resultados, numa situação clara de vulnerabilidade à corrupção, sob disfarces indisfarçáveis em relação a identificação da mão que suborna. Renato Caldeira e Alexandre Zandamela falam mesmo de uma carta envenenada, sobre a qual não se consegue aplicar o contra-veneno, apesar de ser já conhecido. 
 

Sobre a verdade desportiva 
O árbitro, no exercício da sua função, deverá proceder com imparcialidade, independência, competência, diligência e discrição incorporando o “Código de Ética” dos árbitros na legislação moçambicana de arbitragem. A imparcialidade verifica-se no não favorecimento do árbitro a alguma das partes ou a aspectos da matéria posta em causa; a independência caracteriza-se no não envolvimento do árbitro, directa ou indirectamente, antes, durante ou depois, com algumas das partes ou factos relativamente à matéria sob julgamento, no caso o jogo. Aliás, tamanha é a expressividade dessas características, que “as pessoas indicadas para desempenhar as funções de árbitro têm o dever de revelar, antes da aceitação da função, qualquer facto que denote dúvida justificada quanto à sua imparcialidade e independência”. Que espaço existe para aplicação destes princípios, na actual situação dos árbitros nacionais?
Uma vez mais os jornalistas Renato Caldeira e Alexandre Zandamela questionaram sobre como apelar a verdade desportiva, quando não existem condições criadas para se evitar desvios comportamentais. Como fica a consciência de quem deve zelar pela conduta acertiva, se não cria condições para evitar desvios? Os jornalistas mostraram-se temerosos quanto a materialização da verdade desportiva, sobretudo quando se está a algumas jornadas do encerramento do Moçambola e há poucas outras do fim da fase de apuramento zonal à mesma prova. Arriscam e dizem que a falta de condições imposta aos árbitros poderá colocá-los numa situação de ausência de consciência e exposição a possíveis aliciamentos.
 

O silêncio da CNAF
Que nível de rigor se exige a CNAF no tratamento dos problemas que afectam a arbitragem e que podem influenciar negativamente no curso normal das provas no país? Muito recentemente, contactada pelo programa “Ao Ataque” para responder sobre o mais recente e flagrante caso de corrupção ocorrido em Nampula, num jogo da segunda liga e que culminou na penalização de um juiz e seus assistentes, a CNAF resumiu-se a desculpa de que em tempo oportuno versaria sobre a situação e demais temas atinentes aos árbitros sob sua batuta.

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