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O País – A verdade como notícia

Doze anos depois, o Sporting de Nampula regressa ao campeonato nacional, após ter vencido, no último sábado, os “locomotivas” de Lichinga, por 1-0, numa partida que contava para a décima quinta jornada do campeonato nacional da Divisão de Honra da zona Norte.
Pelos resultados, o Sporting de Nampula está a fazer uma época excelente no campeonato nacional de Divisão de Honra da zona Norte, pois, até agora, averbou apenas uma derrota (1-2), infligida pelo Desportivo de Pemba. Outro dado importante ainda é que os sportinguistas de Nampula ainda não perderam no seu campo.
Noutros jogos, a Liga Desportiva de Cuamba recebeu e derrotou o seu homónimo de Pemba, a Liga Desportiva Monapo venceu por uma bola sem resposta o Angoche Clube de Desportos. Já a contar para a décima sexta jornada, foi antecipado o jogo entre as Águias Especiais de Lichinga e a Liga Desportiva Monapo, onde as Águias receberam e derrotaram o seu adversário por duas bolas a uma. 
O Sporting de Nampula é líder da tabela classificativa com 32, seguido da Liga Desportiva Pemba que soma 23. A Liga Desportiva de Monapo que leva 22 pontos, encontra-se na terceira posição. A Liga Desportiva de Cuamba é lanterna vermelha e tem 11 pontos.
Sporting de Quelimane goleia e mantém liderança na zona Centro. 
Na zona Centro, o Sporting de Quelimane conseguiu segurar a liderança, após derrotar o Têxtil do Púnguè por 3-1. Ainda assim, continua a ser seguido de perto pelos “leões” da Beira, que também venceram na recepção aos universitários, por 3-0. O Estrela Vermelha da Beira venceu o Pipeline de Maforga por uma bola sem reposta. 
O líder da zona Centro, Sporting de Quelimane, esta com 25 pontos, seguido dos “leões” com 22 pontos. A Universidade Pedagógica segue em terceiro com 21, o Estrela Vermelha da Beira tem 20 pontos. Por último, está a Água Vumba de Manica com 4 pontos.
“Açucareiros” continuam a ser seguidos pelos “militares” no Sul.
Ao nível da zona Sul, no último fim-de-semana só se assistiu ao jogo entre o Ferroviário de Gaza e o Palmeiras de Homoìne, sendo que os “locomotivas” de Gaza receberam e derrotaram o Palmeiras, por duas bolas a uma. Realizaram-se também as partidas em que o Matchedje derrotou o Desportivo, por duas bolas a uma. O Incomáti de Xinavane empatou diante do Ferroviário de Gaza sem abertura de contagem. Os “açucareiros” continuam líderes com 33 pontos, os mesmo que o Matchedje, sendo seguidos pelo Desportivo Maputo com 24 e Ferroviário de Gaza, que soma 23.

Reza a história do basquetebol moçambicano que apenas, e apenas mesmo, uma atleta disputou a ambicionada e fantástica WNBA, versão feminina da NBA, Liga Profissional de Basquetebol dos EUA. Seu nome? Clarisse Eulália Machanguana, super-profissional tratada carinhosamente por "Match" na terra do Tio Sam. Ela, Clarisse Machanguana, que partiu da União de Santarém (Portugal) para a universidade de Old Dominion e depois selecionada no "draft" da WNBA, em 1999, pelas Los Angeles Sparks, tendo depois representado as Charlotte Sting e Orlando Miracle.

Um grande exemplo para as novas gerações que pretendem atingir o seu nível. E, um dos novos valores do basquetebol moçambicano que não só a admira como também quer singrar nos EUA, é a extremo-base Sílvia Veloso que está de malas aviadas para representar o Seward County Community College. Fã confessa de Clarisse Machanguana, a atleta diz que vai lutar para um dia concretizar o sonho de jogar na WNBA. " Estou muito feliz. É uma oportunidade muito grande que eu tenho para apreender ainda mais sobre o basquetebol e evoluir visto que, os EUA, são uma referência. É um sonho que vou realizar. Agora, vou lutar para alcançar um dos meus grandes sonhos que passa por jogar na WNBA", começou por dizer Veloso.

Com os olhos quase a ganharem o azul do mar, entenda-se, até pela emoção de poder jogar num país referência na modalidade da bola ao cesto, Veloso faz uma pausa e respira fundo. Segundos depois, já deixa ficar algumas promessas que, de resto, vão ao encontro das suas características dentro da quadra: " As pessoas podem esperar por uma jogadora lutadora e batalhadora. Vou trabalhar arduamente porque eu vou lá para melhorar e voltar para ajudar o meu país", precisou.

O Seward County Community College, no Estado do Texas, tem sido talismã para as basquetebolistas moçambicanas. É mister dizer que Ana Flávia Azinheira, Deolinda Carmen Ngulela, Tamara Seda, Neide Ocuane e Ilda Chambe, a menina duplo-duplo, espalharam o seu perfume aquando da sua passagem pelo SCCC. Mais do que o peso da referência que se tem da qualidade das basquetebolistas moçambicanas, Veloso ambiciosa deixar também a sua marca. " É muita pressão. É uma responsabilidade muito grande, uma vez que lá desenvolveram grandes jogadoras moçambicanas. Então, eu também tenho que trabalhar estar no nível delas", ambiciona, a extremo-base. Sobre o Campeonato Africano de Basquetebol feminino sub-16, prova que decorre desde sábado no pavilhão do Ferroviário da Beira, a craque diz que Moçambique está em condições de alcançar uma boa posição na competição, até porque, recorda, "há muitos talentos e potencial ao nível dos femininos. Temos que acreditar e lutar. Estão cá grandes equipas de países com tradição no basquetebol. Temos o Mali e o Egipto que tem um basquetebol um bocado superior ao nosso", analisou a melhor marcadora do "Afrobasket" feminino de sub-16, em 2016, no Cairo, Egipto. E, sem pestanejar, acresceu: "Mas nós temos que acreditar que tudo é possível. Temos que lutar até o fim. Há jogos em que temos que determinar que temos que ganhar", indicou.

Sílvia Velos apelou ainda a todos intervenientes do basquetebol moçambicano a envidarem esforços no sentido de se apostar mais na formação: "Nós não olhamos muito para a formação e isso se reflecte nas nossas selecções. E é da formação que saem os grandes jogadores". Mais não disse.

A selecção nacional de basquetebol feminina de sub-16 perdeu, esta terça-feira, diante do Mali, por 76-33, em jogo da quarta jornada do "Afrobasket" da categoria, prova que decorre na Beira.

Com 27 pontos, quatro ressaltos e duas assistências, Aissetou Coulibaly foi a melhor unidade da selecção do Mali. Esta foi a segunda derrota da equipa comandada por Lucilia "Mamusca" Caetano na competição.

No outro embate realizado ontem, a selecção de Angola venceu o Zimbabwe por 52-29. Com Cácia António em destaque, ao contabilizar 14 pontos e cinco ressaltos durante os 30:00 minutos em que esteve na quadra, as angolanas não tiveram dificuldades para se imporem. O primeiro quarto foi de domínio das angolanas que saíram a vencer pelo parcial de 13-8. Já no segundo quarto, o conjunto de Irene Guerreiro – selecionadora de Angola – contabilizou dez pontos contra nove do Zimbabwe.

No terceiro quarto, as angolanas conseguiram um parcial de 16-6. No quarto e decisivo período, a selecção angolana fez um parcial de 13-6. Moçambique volta a entrar em cena esta quarta-feira, às 18h00, diante do Egipto.

 

 

 

 

A Taça de Moçambique é uma competição rica em surpresas. Umas boas e outras nem por isso. Nos quartos-de-final, tivemos algumas surpresas. Algumas boas, de ponto de vista de competitividade, e outras menos boas, para as equipas eliminadas. Que o digam a União Desportiva de Songo e o Maxaquene nesta segunda mão dos quartos-de-final da Taça de Moçambique, a segunda maior competição do país.
UD Songo mantém luta pela revalidação
Na eliminatória que opôs o detentor de troféu, a União Desportiva de Songo, e uma equipa da divisão secundária, a única que ainda sobrevivia, o Ferroviário de Quelimane, viu-se uma surpresa boa, do ponto de vista de competitividade. Depois de uma primeira mão em que os “hidroeléctricos” foram à capital da Zambézia vencer por duas bolas sem resposta, depois de propalada a intenção da direcção “locomotiva” de Quelimane de não querer ir mais longe na Taça de Moçambique, em Songo a história foi outra. 
O Ferroviário de Quelimane foi com intenções claras de disputar a eliminatória até as últimas consequências e criou sérios calafrios à turma de Chiquinho Conde. Prova disso foi o nulo que prevaleceu no final dos 90 minutos, que só valeram a UD Songo, pela vitória na primeira mão.
Aliás, os detentores do troféu enfrentaram dificuldades, mesmo tendo bons executores no seu plantel, permitindo ao Ferroviário de Quelimane mostrar que a classificação na divisão de honra, zona centro, não corresponde a fraca competitividade da equipa, mas sim a uma equipa que tem tudo para ombrear com equipas do topo do futebol moçambicano.
Costa do Sol sofre em Tete mas passa a eliminatória
O Costa do Sol também teve que suar as estopinhas para sair vitorioso no confronto com Chingale de Tete, uma vez que sofreu, tendo valido o golo marcado por Isac, ainda no quarto minuto do jogo. Os “canarinhos” de Tete, depois do golo sofrido, correram atrás do prejuízo, encurralaram o seu adversário, procuraram marcar e tentar levar a eliminatória até as últimas consequências, mas o Costa do Sol, muito bem liderado por Guirrugo, que dava segurança a equipa.
Os treinados de Nelson Santos conseguiram gerir o resultado magro e a eliminatória gorda, acabando por garantir a passagem às meias-finais, onde vão encontrar o Ferroviário de Maputo, numa eliminatória a ser disputada em duas mãos, sendo a primeira a 06 de Setembro e a segunda a 01 de Outubro. Serão quatro os jogos que estas duas equipas vão disputar neste ano, contando com as duas vitórias dos “locomotivas” no Moçambola Zap, nas duas voltas.
A outra meia-final será disputada entre a UD Songo e a ENH de Vilankulo, também nas mesmas datas.

O Maxaquene, de Antoninho Muchanga, não conseguiu gerir o resultado favorável que trazia da primeira mão, quando venceu a ENH de Vilankulo por uma bola sem resposta. Na sua deslocação a Vilankulo, os “tricolores” sucumbiram por uma bola sem resposta no tempo regulamentar, com golo marcado por Eva’nga, ainda na primeira parte. Os comandados por Antoninho Muchanga ainda tentaram desfazer a igualdade na eliminatória, mas encontravam uma equipa bem estruturada da ENH, com uma defensiva que não permitia penetrações do adversário e um guarda-redes seguro que não queria deixar a oportunidade de garantir a passagem às meias-finais da prova.
E porque o resultado à tangente, a favor da ENH de Vilankulo, colocava a eliminatória empatada, havia necessidade de se recorrer a lotaria das grandes penalidades. Ai sim, viu-se quem realmente queria passar a eliminatória.
Do lado do Maxaquene, marcou apenas um jogador e do lado dos “hidrocarbonetos” marcaram quatro jogadores. O guarda-redes da ENH foi o herói dos vilankulenses, ao defender 3 grandes penalidades dos “tricolores”. 
No final do jogo, Antoninho Muchanga estava desagradado com o resultado e felicitou aos “hidrocarbonetos” pela passagem, não preferindo entrar em detalhes em relação ao jogo. Já João Chissano era um homem feliz pela passagem e disse ser fruto de muito trabalho da sua equipa.

Depois da derrota na primeira mão por uma bola sem resposta, o Ferroviário de Maputo não quis perder tempo no jogo de ontem e logo ao primeiro minuto fez questão de empatar a eliminatória, com um golo de belo efeito apontado por Mário, depois de uma excelente jogada de Diogo, que tira dois adversários do caminho e serve Mário.
Sem dar tempo ao seu homónimo reagir, os “locomotivas” de Maputo voltaram a marcar, dois minutos depois, num cabeceamento de Luís, após cruzamento de Chijioke. Estava já feita a cambalhota na eliminatória. Mas havia ainda muito tempo por jogar. Era preciso esperar para ver o que o Ferroviário de Nampula iria fazer para mudar os acontecimentos a seu favor.
E nada satisfeito com o desenvolvimento da sua equipa, Arnaldo Salvado acabou fazendo mesmo uma substituição aos 20 minutos, tirando Kalanga e fazendo entrar Osvaldo.
E a substituição surtiu efeito, pois, seis minutos depois o Ferroviário de Nampula reduz, por intermédio de Hamadou, que aproveitou uma fífia de Simplex, que defendeu a bola para onde estava o atacante dos nampulenses, que só encostou para o 2-1. Estava revirada a eliminatória a favor da turma de Arnaldo Salvado.
E já estava mais perigosa a “locomotiva” de Nampula que carburava a todo vapor, procurando encurralar o seu “mano” na sua zona defensiva. Por duas vezes podia ter empatado o jogo, mas o primeiro chapéu de Kume saiu ao lado e depois o livre de Hamadou foi defendido por Simplex. Com a vantagem do Ferroviário de Maputo no jogo e do Ferroviário de Nampula na eliminatória foi-se ao intervalo.
O reatamento trouxe um Ferroviário de Nampula mais transfigurado e com mais carácter, mais rematador e mais perigoso. Simplex que o diga, pois por duas vezes teve que se aplicar para evitar o pior. Do outro lado, Barrarrijo via-se a olhos vistos a perder a eliminatória e tinha que fazer algo para marcar pelo menos um golo. Mas havia displicência dos seus avançados, que não ganhavam as segundas bolas e iam perdendo soberbas oportunidades de dilatar o marcador.
Aliás, numa das oportunidades, teve que ser Bino a evitar um golo que até seria de um defesa na própria baliza. Bino teve que se esticar para defender, quando adeptos já gritavam golo.
E a obra-prima de Diogo estava por vir. De fora da área, num remate de raiva, um míssil que quase furava as redes de Bino. O guarda-redes de Nampula ainda se esticou, mas debalde, porque a bola só parou no fundo das malhas. Novamente revirada a eliminatória, desta feita a favor do Ferroviário de Maputo.
No último minuto do jogo, num canto, quase a história mudava. Bino, guarda-redes do Ferroviário de Nampula, foi cabecear como mandam as leis, de cima para baixo e quase gelava o Estádio da Machava, mas a bola saiu por cima. Venceu a “locomotiva” de Maputo, numa grande propaganda do futebol moçambicano.

Um estudo realizado pelo Centro de Investigações de História e Estatística do Futebol Espanhol (CIHEFE), divulgado pela agência noticiosa espanhola EFE, coroou Lionel Messi, do Barcelona da Espanha, como o melhor jogador da história de La Liga.
O estudo teve como base uma série de coeficientes, que tiveram em conta os minutos disputados por temporada, os golos marcados em diversas ocasiões (jogo corrido, penálti e na própria baliza) e as expulsões.
Estas contas atribuíram, ao argentino do Barcelona, 545 pontos, o que lhe dá a liderança isolada desta tabela, à frente de Raúl (528 pontos), Zarra (493 pontos) e Quini (488 pontos).
Cristiano Ronaldo, jogador do Real Madrid e melhor jogador do mundo, com 415 pontos, surge no 17.º lugar deste ranking. Ainda assim, é, a par de Messi, o único jogador no activo com lugar no “top50”.
 

É mais uma talentosa basquetebolista moçambicana que irá representar o Seward County Community College (SCCC), no estado do Texas, EUA. 
É mais um diamante que se espera venha a brilhar no SCCC, tal como aconteceu com as compatriotas que por lá passaram: Ana Flávia Azinheira – actual vice-ministra da Juventude e Desporto-, Deolinda Carmen Ngulela, Ilda Chambe, Neide Ocuane e Tamara Seda. 
Pois é: Sílvia Amadeu Veloso, extremo- base de 18 anos, segue quinta-feira para os EUA onde irá jogar e dar continuidade aos seus estudos.
Enternecedora, a ida ao basquetebol universitário norte-americano não surpreende. Nem tão pouco. Pois, na verdade, tem talento quanto sobre.
Recuemos, no tempo, para situar o prezado leitor: ano passado chamou a si o título de melhor marcadora do “Afrobasket” feminino de sub-18, prova na qual Moçambique ocupou a terceira posição ao derrotar Angola por 56-43. 
Porque determinante na armação do jogo da selecção nacional, Sílvia Amadeu Veloso contabilizou 20 pontos diante de Angola, para além de ter sido a jogadora mais utilizado com 39.5 minutos na quadra. 
Veloso, de 1.72 metros, obteve uma média de 16.3 pontos por jogo-contabilizou 98 pontos em seis jogos disputados-, tendo igualmente sido nomeada para o cinco ideal do Afrobasket feminino que teve lugar no Egipto. A sua colega de equipa no Ferroviário da Beira e na selecção nacional, a extremo-poste Ioanda Francisco, esteve igualmente no cinco ideal.
Produto do torneio de mini-básquete, Veloso começou a dar os primeiros passos na modalidade da bola ao cesto com 10 anos. 
Em 2011, teve a primeira experiência na selecção nacional ao disputar os Jogos da CPLP, em Portugal, certame no qual Moçambique ficou em quarto lugar. Isto com apenas 13 anos de idade.  
Dois anos depois, ou seja, com 15 anos fez parte da selecção nacional de basquetebol sub-16 que disputou o “Afrobasket” sub-16, em Maputo, tendo ficado com a medalha de bronze. 
Mais: fez ainda parte do “jersey” que que disputou os Jogos do SCSA, no Zimbabwe, que se saldou num segundo lugar.  
Nas duas últimas temporadas, com idade de juniores representou a equipa sénior feminina do Ferroviário da Beira, sendo que este ano ficou em terceiro lugar. 

Arnaldo Salvado pondera abandonar a função de treinador do Ferroviário de Nampula. A derrota do Ferroviário de Nampula pelo seu homónimo de Maputo, por 3-1, e a consequente eliminação dos quartos-de-final da Taça de Moçambique foi a gota de água que fez transbordar o copo.

No fim do jogo de ontem, Arnaldo Salvado anunciou que vai repensar no seu futuro. 

O treinador sublinhou que a decisão não significa o abandono do barco, mas é uma forma de encontrar uma solução que satisfaça a todos.

Arnaldo Salvado assumiu o comando técnico do Ferroviário de Nampula em 2016 e apostou na conquista do campeonato este ano, meta muito longe de ser alcançada uma vez que a oito jornadas do fim do Moçambola encontra-se em oitavo lugar, com 27 pontos.

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