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O País – A verdade como notícia

A selecção nacional de futebol, Mambas, caiu sete lugares no “ranking” da FIFA passando da 97ª para 104ª posição agora com 315 pontos, segundo a actualização feita esta quinta-feira pelo organismo que gere o futebol mundial.

Ao nível do continente africano, os Mambas encontram-se na 27ª posição com o mesmo número de pontos.

A Guiné Bissau, adversário de Moçambique no grupo “K” de apuramento para o CAN-2019, caiu também sete lugares ocupando agora o 92º lugar com 365 pontos.

Por sua vez, a Namíbia, outro adversário dos Mambas, foi a selecção que mais evoluiu no ranking, saindo do 156º para 136º lugar.

Por fim, a Zâmbia desceu quatro lugares na atualização desta quinta-feira, sendo que está na 96ª posição com 345 pontos.

No que diz respeito aos PALOP, a selecção de futebol de Cabo Verde ganhou uma posição no ranking da FIFA, actualizado esta quinta-feira.

Os Tubarões Azuis ocupam, agora, 114.º lugar da hierarquia mundial, com 284 pontos. Por sua vez, São Tomé e Príncipe mantém o lugar 176 no ranking da FIFA, que foi atualizado esta quinta-feira.

Esta é a seleção dos PALOP com pior classificação.

Brasil lidera

Brasil está de volta à liderança do ranking mundial da FIFA, ultrapassando a Alemanha, que havia destronado os brasileiros no último mês. A nova relação foi divulgada pela entidade esta quinta-feira. Em terceiro, aparece a Argentina.

Vencedor do Euro-2016, Portugal segue em queda. Agora, os campeões europeus aparecem na sexta posição, caindo dois postos, atrás de Polônia e Suíça, quinto e quarto colocados, respectivamente.

O piloto Rodrigo Almeida continua a mostrar o seu valor quer ao nível interno quer ao nível internacional.

Competindo na classe Max Júnior, Rodrigo Almeida esteve em bom plano há duas semanas ao se colocar no “top 10” da quarta prova do Troféu Rotax, realizada no Kartódromo Internacional da Região Oeste, no Bombarral.

A prova contou com a presença dos mais destacados pilotos daquele país e da vizinha Espanha.

Almeida ficou, na classificação geral, na décima posição com um total de 45 pontos, menos dez que Rodrigo Ferreira, vencedor da prova.

Rodrigo Ferreira, piloto do Porto, foi o grande vencedor e conquistou a “pole-position” com a volta mais rápida.

É uma boa prestação na medida em que este é o primeiro ano deste novo valor do desporto motorizado na categoria Max Júnior depois de ano passado ter evoluído nos maxterino.

Segue-se a próxima prova em Baltar que se vai disputar no fim-de-semana de 26/27 Agosto

AIiás, Rodrigo Almeida tem-se destacado no desporto motorizado, tendo participado em 2016 no Campeonato do Mundo “Rock”, prova que teve lugar em Lunato, na Itália.

Ao nível interno, este m ano terá como oponentes na classe Max Junior  Naomi Pitzer, Eric Kasa, Kyara Rocha,  Jefrey Novela, Guilherme Rocha e Allen Remane.

Na primeira prova do Campeonato de Karts, a pontuação foi a seguinte: Naomi Pitzer (105); Rodrigo Almeida (96); Eric Kasa (88); Kyara Rocha (87); Jefrey Novela (85);Guilherme Rocha (81) e Allen Remane (53 pontos).

Em entrevista ao “O País”, em Maio, Rodrigo Almeida deixou claro que pretende melhorar os seus índices competitivos tantos nas provas internas quanto internacionais. “O objectivo principal para a época de 2017 é ir aprendendo cada vez mais, pois este é o meu primeiro ano na categoria de Júnior, sendo uma categoria muito exigente, contudo, irei dar o meu melhor para lutar pela disputa dos campeonatos em que participo. A avaliação que faço da primeira prova é muito positiva, depois de uma qualificação que não correu bem, tendo feito o terceiro melhor tempo, nas 3 mangas fiquei em 2.º lugar, tendo sido o 2.º da classificação final”, precisou. Rodrigo Almeida ajuntou que, ”para este ano e com a ajuda familiar e dos meus patrocinadores, estou a disputar campeonato de Moçambique, campeonato da África do Sul e o campeonato de Portugal, o que me trará muita aprendizagem para a minha carreira”.

O Ferroviário da Beira está de volta! Do 12° lugar para o 8° posto. Uma subida de quatro lugares que coloca a equipa no top 10 da tabela classificativa. É obra!
Depois de mais uma vitória arrancada a ferro e fogo na deslocação a Lichinga, onde venceu a UP de Niassa por duas bolas a uma, o Ferroviário da Beira sacudiu a crise e saiu dos lugares de desconforto, subindo quatro lugares e somando mais três pontos, totalizando agora 29 pontos.
No jogo em atraso, referente a 17ª jornada, os “locomotivas” do Chiveve marcaram primeiro, por intermédio de Andro, que aproveitou uma fífia do guarda-redes dos “universitários”, para abrir o marcador, aos 42 minutos.
O árbitro do encontro, Filimão Filipe, deu cinco minutos de compensação na primeira parte e foi, nesse mesmo período, que a UP chegou ao empate, por intermédio de Maré, quando passavam dois minutos dos 45.
O intervalo era, até essa altura, o resultado justo, em função dos acontecimentos no rectângulo do jogo.
A segunda parte começa com o golo de Dayo, quando ainda a UP procurava se reencontrar para a etapa complementar.
Depois do golo, viu-se uns “universitários” a correrem atrás dos prejuízos, e os “locomotivas” do Chiveve a procurarem gerir o resultado até ao final do encontro.
Uma vitória bastante difícil, tal como disse Rogério Gonçalves, técnico “locomotiva” no final do encontro, destacando que o piso “maltratado” foi o grande entrave para a sua equipa poder “explanar o seu verdadeiro futebol”. Já o técnico da UP lamentou o facto de a sua equipa ter claudicado nos momentos cruciais, o que acabou propiciando a derrota no jogo, o que mantem a equipa ainda na zona da despromoção.
Com este resultado, o Ferroviário da Beira, que ainda tem um jogo a menos, diante do Costa do Sol, sobe para a 8ª posição, agora com 29 pontos, estando a 16 pontos da líder União Desportiva de Songo, enquanto a UP de Niassa, é penúltimo classificado, com 21 pontos.

Francisco, defesa central da Liga Desportiva de Maputo, irá rumar, ainda este mês, a Portugal onde vai fazer testes para preencher uma vaga na equipa B do Marítimo. Em exclusivo para o “O País”, o atleta disse ambicionar altos voos.
Francisco Nelson Simbine, mais conhecido por Bonera nas hostes desportivas, tem 20 anos e é natural de Gaza. 
Começou a sua trajectória no Ferroviário de Gaza, onde jogou iniciados e juvenis. Depois, mudou-se para Maputo, onde foi descoberto pela Liga Desportiva num torneio de bairro. Depois de ter mostrado qualidade nos juniores, este ano ascendeu a equipa principal, onde tem sido opção na equipa de Akil Marcelino. 
O defesa central diz que fará de tudo para deixar a sua marca em Portugal e quiçá evoluir ainda mais. 
O jogador espera que a sua ida a Portugal possa-lhe dar mais tarimba e espaço na selecção nacional, para onde já foi chamado por algumas vezes.

O ministro da Juventude e Desportos, Alberto Nkutumula, encorajou esta quinta-feira a selecção nacional de basquetebol sénior feminina a alcançar bons resultados no “Afrobasket” 2017, prova a ter lugar de 18 a 27 de Agosto, em Bamako, Mali.

Acompanhado por Francisco da Conceição, director nacional dos desportos e homem ligado ao basquetebol, Alberto Nkutumula assistiu a sessão de treinos.

Dirigindo-se as atletas e equipa técnica, o titular da pasta da Juventude e Desporto disse que as “Samurais” têm representado condignamente o país nas competições em que participam, pelo que constituem um orgulho.

Lembre-se que a selecção nacional de basquetebol sénior feminina está inserida no grupo “B”, juntamente com a Nigéria, Senegal, Egipto, RD Congo e Guiné Conacry.

 

 

A Universidade Pedagógica de Niassa recebe, esta tarde quando forem 15H00, o Ferroviário da beira, em partida de atraso da 17ª jornada do Moçambola ZAP, edição 2017. Trata-se de um encontro entre duas equipas que estão a viver momentos distintos nos últimos dias e em que os “locomotivas” de Chiveve são, claramente, favoritos a vitória final, pese embora joguem fora de portas. 
A UP de Niassa tem estado a atravessar momentos difíceis na sua gestão, uma vez que o seu treinador, Victor Matine, não comanda a equipa há algum tempo, por conta de questões que não foram avançadas, mas que se pendem com o fraco desempenho da equipa no Moçambola Zap. Em 21 partidas disputadas neste Moçambola Zap, os “universitários” de Lichinga somaram apenas 21 pontos, uma média de um ponto por jogo, mas que são frutos de cinco vitórias e seis empates. Ao todo sofreu 10 derrotas, tendo marcado 10 golos e sofrido 18.
Este jogo diante do Ferroviário da Beira, marca o regresso dos adeptos as bancadas do estádio Municipal 1º de Maio, em Lichinga, depois de uma suspensão de 3 jogos devido aos confrontos que antecederam a partida diante da 20ª jornada, diante do Textáfrica do Chimoio. Nesta segunda volta, os “universitários” não venceram um único jogo sequer, tendo conseguido 3 empates e averbado igual número de derrotas. Estes resultados colocam a turma de Lichinga em penúltimo lugar, apenas acima da Associação Desportiva de Macuácua, que soma 15 pontos.
Esta terça-feira, o técnico Victor Matine reuniu-se com a direcção do clube “universitário” para definir o seu futuro.
Por seu turno, o Ferroviário da Beira encontra-se moralizado pelos últimos resultados que vem alcançado sob comando de Rogério Gonçalves, uma vez que ainda não perdeu, e no último domingo, também em partida em atraso, diante do Desportivo de Nacala, conseguiu uma importante vitória. E é com este intuito de vitórias que pretende continuar a equipa de Chiveve, de forma a conseguir subir na tabela classificativa, depois de ter assegurado a fuga pela zona do perigo. Os campeões nacionais ocupam neste momento o 12º posto com 26 pontos, os mesmos do Textáfrica do Chimoio e da ENH de Vilankulo. Uma vitória coloca os “locomotivas” de Chiveve em boa posição a tabela classificativa, uma vez que poderão sair dessa posição para 8ª, deixando para trás, para além dos “fabris” do planalto e dos “hidrocarbonetos” de Vilankulo, o Maxaquene e o Ferroviário de Nampula.
E esta equipa do Ferroviário da Beira ainda terá mais duas partidas em atraso, nomeadamente diante da ENH, em Vilankulo, e Costa do Sol, em casa. 
Ou seja, o resultado do jogo desta tarde pode suscitar algumas alterações na tabela classificativa, uma vez que a vitória da turma de Lichinga, tira a equipa da zona da despromoção e uma vitória do Ferroviário da Beira coloca a equipa no top 10. Um empate iguala a UP de Niassa ao 1º de Maio de Quelimane, sem no entanto tirar a equipa da zona da despromoção, bem como iguala o Ferroviário da Beira ao Maxaquene e Ferroviário de Nampula, fazendo a equipa subir apenas dois lugares.

Os clubes de Chibuto, Costa do Sol, Ferroviários da Beira e de Maputo, recebem, hoje, na sede da Federação Moçambicana de Futebol, os seus certificados de licenciamento, depois que cumpriram com todas as exigências da CAF e da FIFA, nomeadamente os critérios desportivos, as infra-estruturas administrativas e pessoal, legal e financeiro, para serem clubes reconhecidos nacional e internacionalmente. 
Estes quatro emblemas juntam-se à Liga Desportiva de Maputo e a União Desportiva de Songo, que já o fizeram, enquanto os restantes clubes que disputam o Moçambola Zap estão ainda a caminho. Após se licenciarem, dependendo de cada caso, o clube pode ser considerado de categoria A, B ou C.
Uma das exigências que embaraça os clubes é a obrigatoriedade de apresentação de infra-estruturas desportivas em condições para treinos e jogos, havendo colectividades que treinam e recebem adversários em terrenos emprestados, casos do Maxaquene (que joga no Estádio Nacional do Zimpeto), 1º de Maio de Quelimane (que realiza jogos no campo do Ferroviário de Quelimane) e Associação Desportiva de Macuácua (que tem de se deslocar a Chibuto), bem como clubes que não usam seus próprios campos, mas têm feito jogos em campos municipais, casos da UP de Lichinga.
Por outro lado, é exigido aos clubes a apresentação de balancetes bancários auditados, uma prática rara mesmo nos principais clubes do futebol moçambicano.
Há ainda a obrigatoriedade dos clubes movimentarem os escalões de formação e apresentarem as reais condições em que os petizes jogam, como técnicos qualificados e infra-estruturas próprias, para além de estatutos próprios do clube.
Estes critérios têm dificultado, sobremaneira, aos clubes moçambicanos que não tenham bases seguras para o seu licenciamento. Entretanto, sabe-se que a Federação Moçambicana de Futebol tem estado a fazer um trabalho com os clubes para que estes consigam regularizar sua situação de legalizar os clubes.
 

É quase impossível falar do basquetebol nacional sem mencionar o seu nome. É uma das principais referências e um dos nomes mais sonantes nesta modalidade. Foi considerado sete vezes consecutivas melhor ressaltador do país. Dono de uma capacidade reconhecida de luta e homem de ressaltos e dentro da quadra desempenha o papel de extremo-poste. Chama-se Custódio Arão Muchate Júnior e natural da Cidade de Maputo.
É casado e é pai de dois filhos. Iniciou a sua carreira nas escolas de formação da Associação Académica de Maputo, influenciado pelo seu amigo há sensivelmente 20 anos. Muchate conta que acompanhava diariamente os treinos do seu amigo de infância, mas o treinador apercebendo-se de tal situação convidou-o a fazer parte da equipa. “ No primeiro dia de treinos, fui calçando sandálias e sempre que pegasse na bola o meu maior interesse era atirá-la ao cesto”, lembrou. 
Com a sua humilde personalidade e dedicação foi ganhando habilidade dentro da quadra e conquistou um espaço no clube Ferroviário de Maputo, mas não só, neste percurso formou-se um homem. Antes mesmo de rumar para o seu actual clube o extremo-poste venceu a Taça de Moçambique. Como internacional, a sua história remonta de 2003, quando foi chamado a ajudar a selecção nacional a qualificar-se para o Afrobasket do Egipto. No entanto, uma lesão no joelho impediu o atleta de representar a selecção no campeonato africano. Mas a perseverança e auto-superação permitiram ao jogador voltar a quadra mais forte. 
O atleta esteve longe dos campos durante dezoito meses. Foi mesmo depois deste regresso que conquistou o seu primeiro título de campeão nacional de basquetebol vestindo a camisola dos “locomotivas” de Maputo, clube com o qual venceu por quatro vezes consecutivas o campeonato nacional de basquetebol. Um tempo depois rumou para o Desportivo de Maputo, clube onde permaneceu durante dois anos, mas novamente voltou a vestir o verde e branco. Em 2005, participou pela primeira vez numa fase final do Afrobasket que teve lugar na Argélia, prova na qual fez parte da lista dos 10 melhores ressaltadores e recuperadores de bola. Em 2011, fez parte da equipa que teve a melhor campanha numa fase final do Afrobasket, nos Jogos Africanos, terminando a prova na segunda posição.

Jogo de  "loucos" no pavilhão do Ferroviário da Beira. 37 segundos por se jogar, marcha do marcador a indicar 58-58. Desconto de tempo. Depois, num ataque esclarecido, o Egipto fez uma jogada de dois pontos e assumiu o controlo do jogo.

Moçambique ainda deu luta, mas o máximo que conseguiu foi… reduzir a desvantagem para três pontos no final do jogo: 64-61. Com esta derrota, a terceira na competição, a selecção nacional de basquetebol terminou a fase regular na quarta posição com cinco pontos e, nas meias-finais, na sexta-feira, irá cruzar caminho do Mali. Um adversário extremamente difícil porquanto é o principal candidato à conquista da prova. No outro jogo das meias-finais, Angola joga com Egipto.

No embate desta quarta-feira, Malak Khaifa, do Egipto,  esteve em evidência ao contabilizar 15 pontos e dois ressaltos em 19:20 minutos na quadra. Do lado de Moçambique, Nelly Macdonald foi a melhor cestinha com 18 pontos em 22:23 minutos na quadra, tendo sido secundada por Noémia Massingue, com 13.

No primeiro jogo, a selecção nacional de basquetebol do  Mali derrotou a sua similar de Angola, por 60-43. As malianas termiraram, desta forma, a primeira fase no primeiro posto com oito pontos, resultantes de quatro vitórias em igual número de jogos.

No embate desta quarta-feira, Aissetou Coulibaly volotou a estar em destaque ao contabilizar 19 pontos, dois ressaltos e seis assistências durante os 34:02 minutos em que esteve na quadra. Do lado de Angola, Cátia Lourenço foi a melhor cestinha com 10 pontos em 28 minutos na quadra.

O Mali dominou todos os períodos, tendo saído do primeiro a vencer pelo parcial de 15-6. Já no segundo quarto, as detentoras do troféu voltaram a comandar a marcha do marcador com o parcial de 14-8. No terceiro quarto, o mais equilibrado, terminou com uma vantagem de apenas um ponto para o Mali: 16-15. No quarto e último período, o Mali venceu pelo parcial de 16-13.

 

 

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