Skip to main content

O País – A verdade como notícia

A União Desportiva de Songo, que já está na cidade da Beira a preparar-se para o jogo da primeira mão do play-off de acesso à fase de grupos da Taça CAF, garante que lutará até ao último minuto das duas partidas para garantir a passagem.

A equipa técnica e jogadores da União Desportiva de Songo prepararam-se a todo vapor para receber, na tarde de sábado, no “Caldeirão” do Chiveve, o Al Hilal Elobiad do Sudão, em uma partida que conta para a primeira mão dos play-off.

Chiquinho Conde diz que a sua equipa estará apostada no ataque, apesar de desconhecer o adversário que vai enfrentar no sábado. “Vamos jogar para vencer. Vamos montar uma equipa mais ofensiva, tendo em conta que jogamos em casa, sem descurar da defensiva”, disse Chiquinho Conde que espera por um apoio incondicional dos adeptos. Afinal a Beira tem sido talismã para as equipas moçambicanas nas afrotaças e o apoio do público tem sido fundamental.

Por sua vez, os jogadores garantem que farão uma boa partida de futebol e sairão do campo vencedores nesta primeira mão.

Mucuapel disse mesmo que a vitória alcançada na visita a Chimoio, diante da UP de Manica, moralizou a equipa para conseguir mais um bom resultado, enquanto Hélder Pelembe assegura que a equipa estará no seu melhor e, com apoio do público beirense, a vitória vai aparecer.
O jogo, inserido na primeira mão do play-off de acesso à fase de grupos da Taça CAF, vai ser ajuizado por Davies Ogenche Omweno, auxiliado por Gilbert Cheruiyot e Tony Kidiya, todos do Quénia.

Entretanto, Arsénio Marrengula, árbitro moçambicano, estará em acção nesta primeira mão da Taça CAF, quando assistir o tswana Joshua Bondo, tendo como companheiro outro tswana, Oamogetse Godisamang, na partida entre os sul-africanos do Bidvest Wits, do moçambicano Dominguês, contra os nigerianos do Enyimba FC.

 

A basquetebolista moçambicana Vânia Sengo integra a selecção feminina do norte de Portugal para o "All Star Game", embate a ter lugar sábado, as 16h00, em Albufeira.

Sengo, que se tem destacado no Olivais de Coimbra, faz parte da listas de 12 jogadoras escolhidas pelos adeptos, através de uma votação ‘online’ disponível no site e Twitter da Federação Portuguesa de Basquetebol.

Vânia Sengo brilhou, no passado dia 10 Março, no embate das meias-finais da 55ª edição da Taça de Portugal feminina de basquetebol a contabilizar 17 pontos e oito ressaltos, mas não evitou a derrota da sua equipa diante da A Associação Desportiva de Vagos, por 72-63.

"Para ser sincera, não esperava ser convocada. Parece que chegou a fase mais esperada pela maioria dos atletas, o ALL STAR, e um terror para alguns porque é uma responsabilidade e, depois, aquele publico todo", disse Sengo ao "O País".

A basquetebolista frisou, por outro lado, que um dos objectivos "é me divertir" e depois "aproveitar a experiência" pois "nunca se sabe quando é que vamos voltar a ter a mesma e espero que seja giro".

Olhando para a temporada 2017-2018, Sengo diz que "ao nível individual, o balanço é muito positivo", mas em termos colectivos "não foi tão positivo mas sempre fomos competitivas até ao fim e, infelizmente, na época das decisões, o clube passou por uma fase em que tínhamos quatro atletas muito importantes lesionadas e uma por operar", lamentou Sengo. Esta situação, prosseguiu a basquetebolista, "condicionou para a qualificação para os play-offs".

Para além de Sengo, fazem parte da lista de eleitas Inês Faustino (AD Vagos), Joana Canastra (AD Vagos), Raphaella Monteiro (União Sportiva), Isabel Costa (Académico Porto) e Letícia Rodrigues (União Sportiva), Felicité Mendes (União Sportiva), Bárbara Falcão (V. Guimarães), Gabriela Raimundo (Ovarense), Vânia Sengo (Olivais Coimbra), Joana Rochete (Olivais Coimbra), Sara Djassi (União Sportiva) e Khadija Whittington (AD Vagos).

O internacional português Cristiano Ronaldo tornou-se, esta terça-feira, o primeiro jogador da história a marcar em 10 jogos consecutivos na Liga dos Campeões de futebol e já leva 22 golos só nos quartos-de-final, também um recorde da competição, noticia a Lusa.

Esta terça-feira, na partida diante da Juventus, Ronaldo deu vantagem ao Real Madrid logo aos três minutos e repetiu aos 64, com um pontapé de bicicleta, mantendo assim a série de jogos seguidos a marcar na Champions, tornando-se no primeiro futebolista a alcançar a dezena, superando a marca de nove jogos que pertencia ao holandês Ruud van Nistelrooy, em 2003, com a camisola do Manchester United.

O pontapé de bicicleta de Ronaldo deixou todos rendidos, incluindo os adeptos da Juventus, que o aplaudiram de pé.

O treinador do Real Madrid, o francês Zinedine Zidane, levou as mãos à cabeça, em reacção ao tento de Cristiano Ronaldo e, na conferência de imprensa, o técnico, citado pela SIC, admitiu que este é um dos golos mais bonitos da história do futebol.

Já a imprensa italiana considerou o golo uma "obra de arte". "Magia", "Outro planeta" e "Fenómeno" são algumas das palavras destacadas nas capas dos jornais desportivos e generalistas italianos.

 

Costa do Sol já se encontra na capital do Ruanda, Kigali, onde, sexta-feira, defronta o Rayon Sport, para a primeira mão do play de acesso à fase de grupos da Taça CAF.

Com a viagem marcada para iniciar na terça-feira, à tarde, em Maputo, e chegada em Kigali, no Ruanda, na manhã desta quarta, com escala em Adis Abeba, o Costa do Sol só chegou ao local do jogo desta sexta-feira na noite de hoje, após uma longa espera na capital da Etiópia, que ainda contou com o cancelamento do voo.

Os “canarinhos” chegaram à capital etíope na noite de ontem, por volta da meia-noite, sendo que devia fazer ligação com Kigali ainda na mesma noite, por volta da uma hora da manhã, mas devido ao cancelamento do seu voo foi obrigado a procurar um hotel para passar a noite e esperar pela hora da partida para Kigali.
Foi, de resto, uma viagem cansativa, ainda assim considerada normal, tendo em conta as dificuldades de ligações aéreas nos países africanos.

O manager do Costa do Sol, Artur Faria, falando ao RM Desporto, disse que as expectativas ainda estão em alta no seio da equipa, pese embora tenha se alterado o programa inicialmente traçado de trabalho dos jogadores. “Estamos bem. A equipa descansou bem. Chegamos ao hotel por volta das zero horas para jantar e descansar”, disse Artur Faria.

Na agenda estava prevista uma sessão de treinos para a tarde de hoje, mas que acabou sendo uma sessão ligeira, diferentemente daquilo que estava previsto, como forma de não desgastar ainda mais os jogadores. Assim, amanhã, quando forem 16h, a equipa vai descer ao Estádio Regional de Nyamirambo, para fazer o reconhecimento do relvado.

Artur Faria garantiu ainda que as ambições continuam intactas, apesar do incidente ocorrido, e que a equipa estava preparada para eventuais nesta viagem. “Estão reunidas as condições, não há nada que nos possa atrasar desportivamente porque tudo foi planificado ao detalhe e mesmo com o incidente da terça-feira nós já estávamos preparados para qualquer eventualidade que nos pudesse surgir”, disse Faria.

E porque este tipo de mudanças pode criar alguns dessabores no seio dos convocados para esta partida, havia que garantir que nada afectasse os jogadores, uma garantia que foi dada pelo manager dos “canarinhos”, que disse que “está tudo bem” com a equipa e que não há problemas de lesões, mal-estares ou outro tipo de preocupação. “Nós sabemos que este tipo de mudanças de terrenos, de espaços pode alterar a flora natural dos atletas, mas isso não aconteceu e mesmo com os hábitos alimentares temos tido o cuidado de verificar o que podem ou não comer”, assegurou Artur Faria, que acompanha a equipa nesta deslocação ao Ruanda, onde o Costa do Sol vai defrontar o Rayon Sports, em partida da primeira mão do play-off de acesso à fase de grupos da Taça CAF, também conhecida como Taça Nelson Mandela.

Para já, e segundo Artur Faria, “temos a equipa toda ansiosa, à espera do jogo da sexta-feira”, marcado para 18h de Maputo.

A partida será ajuizada por um trio de arbitragem da Namíbia, chefiada por Jackson Pavaza e auxiliado por Matheus Kanyanga e David Tauhulupo Shaanika.

 

O Ferroviário de Nampula empatou, na tarde desta quarta-feira, com o seu homónimo da Beira em jogo de atraso da primeira jornada do campeonato nacional, o Moçambola 2018.

Foi, de resto, uma partida equilibrada! Por um lado, o Ferroviário de Nampula, que na jornada anterior (4ª jornada) foi a Maputo defrontar os “tricolores”, que no seu reduto não conseguiram se impor, saindo a perder por duas bolas a uma.

Já os “locomotivas” da Beira vêm de um empate caseiro diante dos “guerreiros” de Gaza.

O jogo

Apesar da fadiga, até porque teve apenas dois dias para se recompor e preparar-se para defrontar a formação de João Chissano, o Ferroviário de Nampula não se permitiu perder pontos em casa, empatando a uma bola.

E, foi o Ferroviário de Nampula que adiantou-se no marcador por intermédio de Kwali, aos 42 minutos, resultado com que se foi ao intervalo. No regresso para a segunda parte, já mais concentrados e com clarividência ofensiva, os comandados de Chissano e Mano-Mano correram atrás do prejuízo e chegaram ao empate aos 47 minutos.

Coube aos treinados de Cambaco não baixarem a guarda, de modo a não permitirem com que o seu adversário passasse para frente do marcador, tendo terminado a partida com o placar a indicar 1-1.

Com este resultado, a formação orientada por Antero Cambaco mantém-se na quinta posição, somando sete pontos fruto de duas vitórias e um empate.

Já a equipa liderada por João Chissano, soma agora seis pontos, fruto de uma vitória e três empates.

O presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol, Francisco Mabjaia, assegura que a fase de preparação da selecção sénior masculino para a segunda volta das eliminatórias para o Mundial da modalidade, inclui um estágio pré-competitivo fora do país porque a competição, em Dakar, vai ser muito mais dura que em Moçambique.  Mabjaia diz ainda que Portugal ou Turquia poderão palco do estágio.

Em Fevereiro, a selecção nacional de basquetebol sénior masculino ficou em segundo lugar na primeira volta das eliminatórias do grupo “D” para o Mundial 2019, prova a ter lugar na China. Em Junho, Moçambique irá disputar a segunda volta em Dakar, Senegal, onde voltará a ter como adversários a equipa da casa, a Costa do Marfim e a República Centro Africana. O que está a ser feito para que a selecção nacional tenha uma preparação condigna?

Estamos num período de preparação de aspectos logísticos e administrativos. Isto significa estarmos a angariar os apoios financeiros necessários, mas também a contactar possíveis locais de estágios. Ao nível desportivo, não há neste momento grandes problemas porque estão a decorrer competições na cidade de Maputo e na cidade da Beira que são os pontos onde se encontram a maior parte dos atletas da selecção nacional. Isto permitirá que os atletas tenham a necessária rodagem porque, em termos de convocatória da selecção nacional, espera-se que a mesma seja feita em finais de Maio e princípios de Junho. E, nessa altura, acreditamos que na cidade de Maputo já terá terminado o Campeonato da Cidade e, no caso da Beira, já terá terminado o Torneio Provincial. Então, vamos convocar a selecção para iniciar as suas actividades na primeira semana de Junho.

O Governo moçambicano, através do Fundo de Promoção Desportiva (FPD) reduziu nos últimos anos a sua comparticipação no desporto em 50 porcento. Como é que será feita a preparação tendo em conta a redução do bolo e atraso na sua alocação às federações desportivas nacionais pelo alocado FPD?

Vai ser um processo difícil. Mas estamos satisfeitos porque continuamos a ter o apoio institucional do Governo, continuaremos a ter o apoio do Fundo de Promoção Desportiva. É verdade que este ano o processo está atrasado, mas acreditamos que a qualquer momento poderemos ter esse valor. Este apoio do Fundo de Promoção Desportiva serve apenas como catalisador. Não é suficiente sequer para cobrir dez porcento das necessidades da federação. A federação, este ano, para além da actividade das selecções sénior feminina e masculina, tem outras actividades relacionadas com formação de treinadores e árbitros, equipamentos, etc. Portanto, o valor que nos é alocado é mesmo para servir de estímulo e para convidar aos potenciais parceiros. (…). E, neste aspecto, continuaremos a apostar no estabelecimento de parcerias com o sector empresarial.

Para que as selecções tenham excelentes prestações em provas, há toda uma logística que deve ser criada desde a realização de estágios, jogos de controlo e melhores condições de treinamento aos atletas. Há ou não a previsão de um estágio pré-competitivo fora do país?

A nossa planificação inclui um estágio porque a competição, em Dakar, vai ser muito mais dura que aqui em Moçambique. Portanto, a equipa terá que estar melhor preparada. No plano de preparação, contemplamos um estágio de quinze dias. Estamos a fazer contactos com a Turquia e Portugal. Portanto, dependendo dos custos, pode ser que a selecção nacional estagie na Turquia ou em Portugal. Não sendo possível em Portugal ou Turquia, certamente vamos encontrar na vizinha África do Sul um espaço para estagio. A verdade é que temos que ter estágio. Infelizmente, o jogo com o Senegal em Maputo não terminou bem. É verdade que, na nossa planificação, não esperávamos que o jogo nos corresse no início tão bem como correu. Mas, em algum momento, acreditamos que seria possível vencermos o Senegal. Se tivéssemos conseguido, íamos para Dakar mais tranquilos porque a eliminatória estava já assegurada. Mas, ainda assim, vamos para Dakar convictos de que vamos carimbar a nossa passagem para a segunda fase. Acreditamos que a selecção estará melhor que em Fevereiro, na primeira volta. Primeiro, porque estão a competir o que garante mais jogos nas pernas aos atletas. Depois, porque teremos um período relativamente mais longo de estágio. E penso que poderá entrar mais um ou outro jogador no grupo de trabalho que não estiveram na primeira fase. Isto vai contribuir para que a selecção nacional tenha melhor qualidade. Nos acreditamos que, no mínimo, teremos uma vitória em Dakar. E é essa vitória que nos vai permitir passar para a segunda fase. Mas se conseguirmos duas ou três vitórias, vai ser muito bom

Apesar de ser uma modalidade que deu muitas glorias ao pais e que tem representado condignamente Moçambique, o basquetebol enfrenta muitos problemas de acesso à campos. Esta questão está acautelada para que a preparação decorra sem sobressaltos?
Felizmente, temos tido colaboração de alguns clubes. Os pavilhões do Maxaquene, Académica, Desportivo e Estrela Vermelha têm sido disponibilizados. Portanto, acreditamos que na devida altura estes pavilhões estarão disponíveis. Claro que não é confortável mudar de local de treino todos os dias porque nenhum desses clubes cedem os pavilhões para serem utilizados toda semana. Esta é a nossa realidade e teremos que trabalhar na base disso.

Jogos da Commonwealth

A selecção sénior feminino encontra-se em Gold Coast, na Austrália, onde irá participar na edição 2018 dos Jogos da Commonwealth. Esta selecção é composta por dez jogadoras do Ferroviário de Maputo e duas do Costa do Sol. Porque?

Esta não é a selecção que gostaríamos de ter. Penso que todos os que conhecem basquetebol moçambicano concordam comigo. Há jogadoras que tinham sido inscritas, no princípio, e que nesta altura não estão disponíveis. Falo, concretamente, daquelas que jogam na Europa e nos EUA. Em virtude de estarem na fase crucial nas competições em que participam, não puderam juntar-se a selecção nacional. Vamos com uma selecção que vai lutar para representar condignamente o país, mas claramente sabendo que não estamos ao nível do Canadá, Austrália e Inglaterra. Mesmo assim, vamos lutar por uma vaga nas meias-finais. Isto implica temos uma boa postura com a Inglaterra, passarmos para a segunda fase e, ai, vamos cruzar com equipas do segundo grupo. As equipas do segundo grupo são claramente acessíveis.

Mas faz sentido inscrever atletas que, à partida, já se conhece o seu calendário estudantil e desportivo?

Na verdade, não ficamos surpreendidos com a não disponibilidade das atletas. Isto porque, inicialmente, identificou-se uma lista de vinte e cinco atletas. E, depois fizemos o contacto com elas em tempo útil e estas confirmaram aquilo que era a nossa previsão. Elas estão a estudar durante Abril. Não seria possível virem. Se saíssem, estas atletas perderiam aulas ou oportunidade nos seus clubes. Portanto, não fomos colhidos de surpresa. Pelo contrário, a participação delas seria uma agradável surpresa daí que temos esta selecção que não está na sua máxima força. Vamos procurar jogar da melhor forma possível.

Moçambique tem, neste momento, mais de 14 atletas a evoluírem nos EUA e Europa. Que aproveitamento é que a Federação Moçambicana de Basquetebol esta a tirar destas atletas e tendo em conta o facto de, no passado, muitas moçambicanas que seguiram para fora do país não terem dado o contributo que seria de esperar a selecção nacional?

Nós acreditamos que, harmonizando melhor o calendário das competições da FIBA, podemos tirar proveito destas jogadoras. Sabemos que tanto as que estão nos EUA quanto as que se encontram na Europa, o único período que tem disponibilidade é entre Julho e Agosto e primeira semana de Setembro no máximo. Isto porque em Setembro começam as aulas. Nos acreditamos que, se todas as competições se realizarem entre Julho e finais de Agosto, elas estarão disponíveis. Foi por que a Tamara Seda e Chanaya estiveram presentes no “Afrobasket” em 2017. Neste período não vemos nenhuma dificuldade. Agora, fora deste período, nós próprios recomendamos que a prioridade deve ser a escola. (…). Queremos todos que elas tenham uma profissão e se puderem combinar com basquetebol melhor. A nossa principal recomendação é que elas se concentrem na escola e formem-se.

Há, na federação, um gabinete específico que faz o acompanhamento destas atletas que jogam fora do país?

Sim, estamos a acompanhar a sua evolução destas atletas ao nível dos treinadores. Particularmente, ao nível dos treinadores dos sub-18. Sabemos o que está a acontecer com a carreira destas atletas.

Caso de Amélia Massingue

Amélia Massingue lesionou-se, em Agosto de 2017, quando representava a selecção nacional no “Afrobasket” de Bamako, Mali. De la a esta parte, a atleta nunca mais voltou a jogar pelo seu clube, Ferroviário de Maputo. O que a FMB fez em termos de acompanhamento e tratamento da lesão?

Amélia Massingue está à espera de ser operada. A qualquer momento será operada. A Federação Moçambicana de Basquetebol vai assumir a sua responsabilidade. Ela lesionou-se ao serviço da selecção nacional. Portanto, quando chegar o momento a federação vai assumir. Lamentamos que este processo esteja a levar muito tempo e que ela esteja a ser prejudicada. Mais: que o clube esteja a ser prejudicado, também, porque ela não pode dar o seu contributo.

 

 

O Costa do Sol começa o jogo da eliminatória do play-off da Taça CAF fora de portas e os treinos desta semana estão direccionados ao embate de sexta-feira, diante do Ryon Sports do Ruanda.

Os jogadores do Costa do Sol prometem entrar na sua máxima força para tirar proveito do facto da primeira mão do play-off de acesso à fase de grupos da Taça CAF ser realizada em Ruanda, para depois conseguir passar a eliminatória no confronto da segunda mão em Maputo.

Já a equipa técnica perspectiva um jogo difícil, mas acredita num bom resultado, apesar de jogar em terreno alheio.

A partida entre o Ryon Sports e o Costa do Sol está marcada para esta sexta-feira, às dezasseis horas de Maputo, no Estádio Nyamirambo. A equipa Canarinha parte esta terça-feira para Ruanda.

Foi a vinte de Fevereiro último, que o presidente da Casa Moçambique, em Portugal, lançou o troféu JJ Sport, na cidade de Inhambane. Para a concretização do projecto, Enoque João prometeu, através de seus parceiros, doar bolas do desporto-rei, para todos os catorze distritos da província. Volvido um mês, a promessa tornou-se uma realidade, com a doação de 70 bolas. Contudo, João Enoque lamentou o facto das elevadas taxas aduaneiras, na importação do material desportivo, para o bem da nação.

O presidente do Clube Ferroviária de Inhambane bem como a Direcção provincial da Juventude e desportos congratularam o gesto, que por sinal, até ao momento, considera-se o único, a nível da província.

O presidente da Casa Moçambique, em Portugal revelou também que, mais surpresas estão por vir, em prol do desporto nacional, como é o caso do fabrico de equipamentos desportivos nacionais, pela melhor marca mundial, bem como o apoio ao desporto, na província de Cabo Delgado.

É para ganhar. Aliás, em casa, ainda que emprestada, há que mandar. Apresentar-se com arrogância competitiva, neste caso. Impor-se o seu ritmo. Com os pés bem assentes no chão e respeito pelo adversário, até porque não se pode pensar embandeirar em arco por força de uma vitória por três a zero sobre o TP Mazambe, na segunda mão da última eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões.

São, de resto, adversários diferentes. É assim, para não dizer com este espírito, que Chiquinho Conde, treinador da União Desportiva do Songo, encara o jogo de sábado diante do Al Hilal Elobied, inserido na primeira mão do “play-off” de acesso à fase de grupos da Taça CAF.
O Al Hilal Elobied é actual sétimo classificado da Liga Sudanesa com 11 pontos, resultantes de três vitórias, duas derrotas e igual número de empates.

No último embate no campeonato sudanês, o Al Hilal Elobied empatou no terreno do Al Shorta a duas bolas. Ainda assim, Chiquinho Conde reafirma que parte para o embate de sábado sem muita informação sobre o seu adversário.

“Primeiro, dizer que está difícil estudar melhor o Al Hilal Elobied do Sudão. Temos pouca informação relativamente àquilo que são os seus jogos. Sei que está na sexta jornada ou sétima jornada agora. É um jogo a eliminar para as Afrotaças.

O técnico quer capitalizar o jogo em “casa” para construir uma vantagem que permita encarar a segunda mão sem muita pressão. E, porque nestes jogos a eliminar, jogar em casa traz não só pressão mas carrega consigo o factor motivacional e apoio do público, Conde quer que os seus jogadores estejam cem porcento concentrados.

Jogo determinante

No sábado, a UD Songo vai jogar no Caldeirão do Chiveve, onde nas eliminatórias anteriores contou com o apoio do público beirense. Mais: conseguiu resultados favoráveis, sendo o último dos quais uma vitória convincente sobre o todo poderoso TP Mazembe.  “ É um jogo extremamente importante para as nossas pretensões. Queremos escrever com letras garrafais o nosso nome na história do futebol moçambicano e na história deste clube que ainda é muito novo nestas andanças. Por isso, todo o momento e toda a informação que nos é fornecida do Al Hilal é sempre bem-vinda e vamos trabalhar nisto”, notou Conde.

A UD Songo tem sido sujeita a muitos jogos em curto espaço de tempo, situação que cria algum desgaste aos jogadores. Conde tem procurado gerir o seu plantel da melhor forma. “Vamos desligar um pouco o chipe do Moçambola porque tem características completamente diferentes. Os jogadores conhecem-se uns aos outros, enquanto o Al Hilal Elobied não. Eles, os sudaneses, também não sabem como jogamos. Vamos usar o factor surpresa”, abriu-se Chiquinho Conde.

Domingo, em Gondola, a União Desportiva do Songo venceu a UP de Manica por um a zero, em jogo inserido na quarta jornada do Moçambola.

É uma partida em que Chiquinho Conde deixou de fora – na bancada – Swin, Gildo, Amorim, Banda e Chelito, jogadores habitualmente titulares. Eusébio, lateral esquerdo, esteve no banco de suplentes.

“Geri o plantel. Alguns jogadores vieram cansados dos jogos internacionais. Então, tem a hipótese de poder estar mais frescos e mais disponíveis para poder ajudar porque na Beira vamos ter que jogar a uma rotatividade muito alta se quisermos de facto passar esta eliminatória”.

 

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE