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O País – A verdade como notícia

Está confirmado. Daúde Razak é o novo treinador do Chibuto FC, em substituição Artur Semedo, técnico que colocou o seu lugar à disposição no final do encontro com a Liga Desportiva de Maputo, inserido na décima primeira jornada do Moçambola 2018.

O treinador e a direcção do Chibuto chegaram esta segunda-feira a um acordo, sendo que a apresentação de Daúde Razak teve lugar há momentos.

Razak encontra o Chibuto FC na quarta posição com 19 pontos, disputadas que estão doze jornadas, resultantes de cinco vitorias, três derrotas e quatro empates.

Razak volta ao activo depois de, em Junho de 2017, haver colocado o lugar à disposição na Liga Desportiva de Maputo após, curiosamente, ter perdido diante do Chibuto, por 2-0.

Na altura, a Liga Desportiva de Maputo ocupava a sétima posição no Moçambola com 25 pontos em dezoito jornadas.

 

A selecção de Senegal foi a primeira africana a vencer no Mundial 2018, depois de derrotar, esta terça-feira, a Polónia por 2-1.

Com esta vitória, o Senegal junta-se ao Japão na liderança do grupo H.

Importa referir que das cinco selecções africanas que disputam o Mundial de Futebol na Rússia, a de Senegal foi a primeira a vencer. 

A Tunísia perdeu por duas bolas a uma diante da Inglaterra, a Nigéria perdeu também por duas bolas a uma, diante da Croácia. Marrocos e Egipto perderam por uma bola a zero diante do Irão e Uruguai, respectivamente.

As equipas seniores femininas do Ferroviário de Maputo e Costa do Sol voltaram à quadra do Desportivo, esta terça-feira, para disputarem o segundo jogo dos plays-off’s da final, a melhor de cinco.

No primeiro período, viu-se um equilíbrio, em termos de resultado, sendo que esta etapa terminou com empate: 11-11.

No segundo e terceiro períodos, o Costa do Sol controlou, vencendo por 21-19 e 32-31, respectivamente.

Já no último período, o Ferroviário de Maputo esteve melhor e venceu a partida por 49-39.

Com este resultado, o Ferroviário de Maputo fez o 2-0 na série dos "play-offs" a melhor de cinco jogos da final da Engen Maputo Basket.

No sábado, as duas equipas voltam a medir forças, no pavilhão do Desportivo. Em caso de vitória, o Ferroviário de Maputo revalida o título de campeão da cidade.

 

Já lá vão 50 anos desde que o Estádio da Machava foi construído e inaugurado, com objectivo de desenvolver o desporto da colónia portuguesa.

Passados estes anos todos, e com pretexto de celebrar as bodas de ouro do mítico Estádio da Machava, a direcção do Clube Ferroviário de Maputo programou uma série de actividades que iniciam na sexta-feira, 29 de Junho, terminando no sábado, dia 30.

Por isso, “como todos sabemos, queremos fazer festa grande e temos estado a programar este evento desde Junho do ano passado a pensar na melhor forma de organizar o evento e este feito dos 50 anos”, tal como disse Sancho Quipisso, presidente do Ferroviário de Maputo.

Da inauguração do Centro de Estágios ao jogo de veteranos

Uma das actividades que terá lugar na tarde de sexta-feira, dia 29 de Junho, primeiro dia destas celebrações, é o lançamento da primeira pedra da construção de um centro comercial no espaço do Estádio da Machava, o Novare Machava Mall, “como uma medida de rentabilizar os espaços com vista[M1]  a ver se conseguimos ganhar mais algum apoio financeiro que possa ajudar a fazer face as despesas e necessidades do clube”, de acordo com Quipisso.

O Centro de Estágio do Ferroviário de Maputo já está a ser usado pela equipa sénior para a preparação dos seus jogos, mas a sua inauguração oficial só vai acontecer nestas festividades, devendo ser dirigida pelo Presidente do Conselho de Administração dos Caminhos de Ferro de Moçambique, presidente do clube Ferroviário de Maputo e um dirigente do Governo de Moçambique, que será convidado para a cerimónia.

As exposições e o jantar de gala, onde haverá espaço para homenagem a algumas figuras que deram vida ao Clube Ferroviário de Maputo, serão outras actividades que terão lugar na sexta-feira.

Para o sábado, mais actividades se esperam a iniciarem logo de manhã, com uma corrida de estrada que vai iniciar na cidade da Matola e desaguar no Estádio da Machava, onde já estarão a decorrer duas feiras, sendo uma de saúde e outra gastronómica desde as primeiras horas do dia. Ao longo do dia, mais actividades terão lugar no espaço do Estádio da Machava, dentre elas a ginástica, karate, futebol dos mais novos e mais tarde dos veteranos do Ferroviário de Maputo e do Maxaquene, para além do futebol feminino.

Jomo Cosmos para testar o líder do Moçambola

Quando forem 15H00 de sábado, haverá então a parte central das festividades, com a partida entre a equipa principal do Ferroviário de Maputo e o Jomo Cosmos da África do Sul, equipa onde alinhou, durante muito tempo, o antigo capitão e jogador dos Mambas, Tico-Tico. Este jogo vai servir para testar, internacionalmente, a capacidade do líder do Moçambola em defrontar equipas de fora, bem como dotar a equipa de mais esforços para enfrentar o que resta do campeonato nacional. Em paralelo ao jogo, o paraquedismo e o lançamento de 50 pombos que simbolizam os 50 anos do Estádio da Machava, serão outras das actividades a decorrerem no Estádio da Machava.

Para encerrar o dia e as festividades, haverá o lançamento de fogos de artifícios a antecederem o espectáculo musical com vários artistas nacionais para fazer a parte de entretimento, depois das actividades desportivas.

Porque é dia de festa, as entradas serão livres para todos, uma vez que as actividades começam mais cedo e todos são convidados a participar das mesmas.

Curiosidades do Estádio da Machava

No início da década de 60, nascia na então colónia de Moçambique o sonho de erguer o primeiro Estádio de Futebol.

Um sonho carregado por trabalhadores dos Caminhos-de-ferro, que em 1961 veem aprovada, no Boletim Oficial de 11 de Novembro, a concessão de um espaço no Vale do Infulene para a construção do Estádio.

Em 1968, o Estádio Salazar estava pronto. Com um campo de futebol, uma pista de atletismo, de ciclismo e ainda capacidade para cerca de 45 mil pessoas.

É o primeiro estádio construído em solo moçambicano.

Numa cerimónia, com a presença de altos representantes do Estado Português, cerca de 90 mil pessoas vindas de todos os pontos de Moçambique lotaram o então Estádio Salazar, numa encruzilhada de todos os caminhos.

Após o acto de inauguração, seguiram-se várias expressões culturais, como o desfile de majoretes e votos de que a infraestrutura contribuísse para o crescimento do desporto na colónia.

António Salazar, então primeiro-ministro de Portugal tinha sido convidado e não tendo comparecido enviou um áudio.

A parte oficial terminava com o homem mais veloz do então espaço português, o atleta do Ferroviário, José Magalhães a dar a volta de honra e acender a pira olímpica.

O emocionante jogo Brasil-Portugal foi o primeiro a se disputar no então Estádio Salazar, a 30 de Junho de 1968 e terminou com vitória do Brasil por 2-0.

Os primeiros jogos escolares decorreram no estádio de culto do futebol moçambicano.

Registo importante é o facto da Selecção Nacional ter jogado no Estádio da Machava durante seis anos consecutivos sem conhecer o sabor amargo de uma derrota, pelo que o público considerava Machava “o Cemitério dos visitantes”.

E naqueles tempos, só o facto de jogar no Estádio da Machava servia de motivação para os jogadores. E a motivação também existia do lado de milhares de adeptos que lotavam as bancadas em tardes de muita emoção e euforia.

O Estádio da Machava acolheu igualmente alguns momentos altos de qualificação de Moçambique a três Campeonatos Africanos das Nações, nomeadamente os CAN’S do Egipto, da África do Sul e do Burkina Fasso.

A relva natural, que durante maior parte das cinco décadas, revestia o campo foi substituída por um tapete sintético, facto que tem sido um das queixas dos jogadores.

O projecto inicial do Estádio previa mais um anel de bancadas, dois campos anexos, parque de estacionamento e um Centro de Estágios, este último que foi o único até agora executado e que deverá ser inaugurado no âmbito das comemorações destes 50 anos.

O jogo começou equilibrado, com as duas equipas a fazerem um estudo mútuo. Entretanto, tempos depois os forasteiros ficaram desinibidos e aos seis minutos abriram o activo. Erro defensivo do Costa do Sol permite o avanço de Manecas que atira a contar.

Em jeito de resposta, o Costa do Sol organizou uma jogada, mas que não deu em nada.

Ao minuto 13 o Costa do Sol voltou a carga por intermédio de Isac, mas o seu remate foi encaixar nas mãos do guardião Aguinaldo.

Quatro minutos depois o Costa do sol voltou a causar calafrios ao banco técnico do Textáfrica num lance em que Isac fez tudo bem, mas Sibale rematou para o lado da baliza do Textáfrica.

Aos 25 minutos o Costa do Sol reclamou uma pretensa grande penalidade numa jogada em que Agnaldo se antecipa a Chawa que cai na grande área, mas o árbitro nada assinalou.

As duas equipas continuaram a procura do golo, mas com o 1-0 a favor do Textáfrica terminou a primeira parte.

No reatamento, em desvantagem no placar, o Costa do Sol tentou inverter o cenário, mas foi encontrando dificuldades…Até porque a defensiva do Textáfrica não dava espaços para os avançados do Costa do Sol. Com o 1-0, a favor do Textáfrica do Chimoio terminou o jogo para a festa dos jogadores e adeptos da equipa visitante.

Com esta vitória, o Textáfrica soma 21 pontos enquanto isso o Costa do Sol continua com 13 pontos.

 

O Ferroviário de Maputo venceu, o Costa do Sol por 58-36, no jogo um dos  “play-offs” da final, a melhor de cinco da Engen Maputo Basket.

Muito público no pavilhão do Desportivo a responder positivamente ao chamamento das estrelas de basquetebol do país, mesmo em dia de grandes emoções no maior evento desportivo: Mundial. 

A paixão pela modalidade da bola ao cesto e a presença na quadra das duas melhores equipas da actualidade falaram mais alto.

Fase inicial do jogo com as duas equipas bastante apreensivas e sem concentração, facto que ditou muitas perdas de bola e problemas na finalização.

Depois, o Ferroviário de Maputo explorou o seu jogo exterior e controlou o primeiro período, etapa em que venceu por 17-4.

Com um cinco aberto, as “locomotivas” apresentaram-se melhor no segundo período em que foram alargando a sua vantagem, perante um Costa do Sol sem esclarecimento. 31-19 foi o resultado no final da primeira parte.

No terceiro período, o Costa do Sol ainda procurou recuperar o resultado com penetrações e lançamentos de meia distância. Forte no jogo interior, o Ferroviário de Maputo saiu desta etapa com uma vantagem de 19 pontos: 46-27.

O quarto período foi de rotação da equipa e de gestão de resultado que terminou em 58-36.

O jogo um da final da Engen Maputo Basket contou com momentos de animação e dança. O jogo dois está agendado hoje às 17 horas e 30 minutos, no pavilhão do Desportivo.

 

Duas locomotivas em estações diferentes a disputar a 12ª jornada do Moçambola. De um lado um Ferroviário de Maputo que luta para consolidar a sua liderança e, do outro, um Ferroviário de Nacala que faz todo o esforço para sair da zona desconfortável. Os comandados de Sérgio Faife estão na segunda posição, em tabela vista de forma invertida (de baixo à cima).

Os "locomotivas" da capital tentaram impôr o seu estatuto de donos da casa mas, até ao primeiro quarto de hora, não se vislumbrava qualquer lance de perigo de ambas as partes. Houve ainda algum vapor por parte do Ferroviário de Maputo mas, até ao sinal do intervalo, o marcador continuava intacto.

Já na segunda parte, aos 59 minutos, Kelo sofre um golpe na grande área adversária e o juiz da partida apontou para grande penalidade. Na cobrança, Kelo atirou para o 1-0 a favor do Ferroviário de Maputo.

O Ferroviário de Maputo procurou alargar vantagem, efectuando várias incursões sobre o terreno contrário, mas longe da pontaria para a baliza do adversária.

Já nos quatro minutos de compensação, Diogo surge a encerrar em grande para o 2-0.

Com esta vitória, o Ferroviário de Maputo mantém-se na liderança do Moçambola, somando 25 pontos.

O segundo jogo entre o Ferroviário de Maputo e o Costa do Sol, a contar para os play-off’s da final, a melhor de cinco, foi cancelado para próxima terça-feira, às 18h30.

A situação deveu-se à problemas no marcador electrónico.

O jogo teve de ser interrompido, ainda no primeiro período, numa altura em que o Costa do Sol vencia o Ferroviário de Maputo por 2-0.

 

No segundo jogo do campeonato do Mundo, em Futebol, o Uruguai venceu o Egipto por 1-0, golo marcado pelo central José María Giménez, aos 89 minutos.

Com esta vitória sobre o Egipto, que não contou com os préstimos de Salah, o Uruguai coloca-se na liderança do grupo A deste mundial, juntamente com a Rússia, que goleou esta quinta-feira a Arábia Saudita por 5-0.

O Uruguai, que já foi duas vezes campeão do Mundo (1930 e 1950) participa este ano pela 13ª vez na prova, sendo a terceira participação consecutiva.

Já o Egipto, que regressa ao Mundial 28 anos depois, participa do campeonato pela terceira vez.

 

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