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O País – A verdade como notícia

A equipa técnica e jogadores do clube Ferroviário da Beira negaram ontem que a equipa esteja a passar por uma crise, mas admitem que está a enfrentar dificuldades, que consideram sanáveis, para continuarem a lutar pelo título na presente edição do Moçambola.

Volvidos 12 jornadas, em 36 pontos possíveis, os locomotivas amealharam apenas 16 pontos, como fruto de 3 vitórias, sete empates e duas derrotas, contra 25 do líder, o homónimo de Maputo.    

João Chissano, treinador principal do Ferroviário da Beira, em contacto com este jornal, negou que face aos resultados alcançados até agora, a sua equipa esteja em crise. "Nós não aceitamos que estamos em crise, porque a produção que temos até aqui é muito boa. Aliás é a produção esperada e almejada. Nesta altura a equipa esta a produzir e estamos a falhar apenas no capítulo de concretização e também algumas distrações. Nós estamos a consentir golos do que propriamente golos construídos pelos nossos adversários".

Esta foi a desculpa apresentada pelo treinador principal do Ferroviário, João Chissano para explicar que a sua equipa não esta em crise. Chissano acrescentou que a equipa sente-se acarinhada pela sua massa associativa e que a manifestação registada na tarde da passada terça-feira, junto a sede do clube, foi a favor da equipa.

"Eram manifestações que mostravam solidariedade para connosco. Agradecemos a todas as pessoas que tem nos apoiado neste momento, em especial a direcção do clube, face a nossa posição na tabela classificativa, uma posição que quanto a nós é passageira. Neste momento exortamos a uma maior união entre a família"- explicou Chissano.

 

Com vista a reforçar a cooperação entre Moçambique e Cuba na área do desporto, o Director Geral do Instituto Nacional de Desporto (INADE), Francisco da Conceição, recebe, esta terça-feira, uma delegação de oficias da Cuba Deportes, responsáveis pela gestão de contratos rubricados nos acordos de cooperação entre Moçambique e Cuba na área do desporto.

Para além do encontro de trabalho com o INADE, a comitiva irá efectuar uma visita ao Complexo Desportivo do Zimpeto.

 

O Costa do Sol tem um teste difícil este final de semana diante do Ferroviário da Beira, em partida da 13ª jornada do Moçambola 2018. Para este jogo, os canarinhos precisam vencer para fugir da zona em que se encontram na tabela classificativa.

Os jogadores assumem que a derrota já foi superada e no caldeirão do Chiveve só querem sair com os três pontos.

“Não estivemos bem na partida frente ao Textáfrica. Foi uma derrota que já passou e agora vamos a Beira para vencer. Preparamos bem o jogo contra o Ferroviário da Beira e só pensamos na vitória. O grupo está motivado e vamos vencer”, disse Terrence, jogador do Costa do Sol.

Mas para tal, os canarinhos contam com o apoio dos seus adeptos, os quais pedem para que não se afastem do conjunto.

Terrence será baixa do Costa do Sol nesta partida devido a questões internas. O Costa do Sol ocupa a 13ª posição, com 13 pontos em 12 jogos e está um lugar acima da zona da despromoção.

 

Moçambique não está no mundial da Rússia a disputar a prova, tal como as outras 32 selecções, mas está representado ao mais alto nível futebolístico, pelo respectivo presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Alberto Simango Jr., que é, também, membro da Comissão de Ética da FIFA, órgão que intervêm em reclamações das selecções sobre vários aspectos que acontecem ao longo da prova.

E foi neste âmbito que Alberto Simango Jr. elevou a bandeira e o futebol moçambicano através de contactos, em privado, com algumas figuras ligadas ao futebol internacional e a política, para colocar o país nos corredores do futebol mundial.

Numa primeira fase, Simango Jr. encontrou-se com o presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, com quem falaram sobre vários assuntos, incluindo a possibilidade de apoios portugueses ao futebol moçambicano, mesmo tema que teve com o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Fernando Gomes, isso após o jogo entre Portugal e Marrocos, que terminou com a vitória da selecção das quinas, diante dos africanos, por uma bola sem resposta, resultado que eliminou os marroquinos da fase seguinte da prova.

Marcelo Rebelo de Sousa viveu muito na sua juventude em Moçambique, país que considera sua segunda casa, tendo visitado a pátria amada por duas vezes nos últimos três anos, sendo uma enquanto candidato presidencial e outra já na qualidade de presidente da República portuguesa.

Ainda em privado, Alberto Simango Jr. manteve encontro com o Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas, o também português, António Guterres, no qual falaram sobre a situação dos jogadores estrangeiros em Moçambique, para além de outros assuntos de interesse das Nações Unidas.

Outra das figuras que mereceu um encontro com o presidente da Federação Moçambicana de Futebol é antigo candidato a presidência da Federação Internacional de Futebol, FIFA, o Sheik Salman, que se inteirou do estágio actual do futebol moçambicano.

Alberto Simango Jr. deslocou-se à Moscovo na companhia de Filipe Johane, Secretário-geral da FMF, e Namoto Chipande, vice-presidente para alta competição, para participar também do Congresso da FIFA, que dentre várias discussões, discutiu e aprovou a sede do mundial de 2026, que ficou com a co-organização dos EUA, México e Canadá, que venceu a concorrência do Marrocos, país africano.

Assim, o presidente da Federação Moçambicana de Futebol permanece em terras russas, onde integra a comissão de Ética da FIFA que dirime casos de última instância remetidos pelas selecções presentes no campeonato do mundo. Aliás, Simango Jr. foi eleito em princípios do mês de Maio para este órgão, tendo tomado posse em finais do mesmo mês, durante um Congresso extraordinário do organismo que tutela o futebol mundial.

Primeiro e segundo classificado do Moçambola 2018 cruzam-se, final de semana, em partida da 13ª jornada do campeonato nacional. Separados por quatro pontos, o Ferroviário de Maputo vai testar a sua liderança, com intenções claras de vencer e alargar a sua diferença pontual com o directo perseguidor, de modo a continuar líder por mais tempo na competição. Já o Textáfrica do Chimoio, vindo de bons resultados, incluindo a vitória no ninho do canário, na jornada passada, que possibilitou a equipa ascender ao segundo lugar, quer encurtar a distância pontual, que está em quatro, de modo a ficar a apenas um ponto e esperar por uma escorregadela dos “locomotivas” de Maputo, na jornada seguinte, em que terá pela frente o seu homónimo da Beira.

Uma partida de resultado improvável, mesmo tendo em conta que o Ferroviário de Maputo é favorito para chegar a vitória final. Mas os “fabris” do planalto terão, de certeza, uma palavra a dizer nesta partida.

Chibuto estreia Daúde Razaque contra Ferroviário de Nampula

Na “trincheira” do Chibuto, o clube local vai estrear o seu novo treinador, Daúde Razaque, contratado recentemente, diante do Ferroviário de Nampula. Depois de perder na jornada anterior em Nampula, perdendo também o segundo lugar e o seu treinador, Artur Semedo, os “guerreiros” de Gaza têm a possibilidade de regressar às vitórias este sábado, recuperar posições na tabela classificativa e dar boas “boas vindas” ao novo treinador. E matéria-prima não faltará, tendo em conta os novos reforços da equipa de Gaza. Mas os “locomotivas” da capital do norte, feridos no seu orgulho depois da pesada derrota diante da Liga Desportiva, procuram angariar pontos e, nesta deslocação a Chibuto, não vão facilitar.

Quem também não vai facilitar é o Desportivo de Nacala na deslocação à capital do país, onde terão pela frente o Maxaquene. Duas equipas vindas de resultados diferentes se cruzam no ENZ, com objectivos similares: alcançar os três pontos. O Maxaquene não quererá perder novamente, depois de ter obtido bons resultados em jornadas anteriores e, Antoninho Muchanga reconhece a exigência dos adeptos em relação à sua equipa. Aliás, é preciso manter os índices de confiança da equipa, que procura apagar a má imagem da época passada em que esteve a beira da despromoção.

Ferroviário de Nacala procura fugir da última posição

Na vila portuária de Nacala, o Ferroviário local tem a dura missão de lutar para sair da posição de lanterna vermelha em que se encontra. Depois da derrota na jornada 12 diante do homónimo de Maputo e da vitória do Sporting de Nampula frente ao Chibuto, os “locomotivas” de Nacala passaram a ocupar o último lugar e, nesta jornada, tem um teste difícil diante da Liga Desportiva, que procura manter os bons resultados que vem alcançando na prova. Um teste nada fácil para os treinados de Sérgio Faife, que diante do seu público tem a obrigação de vencer.

O mesmo pode se dizer do Sporting de Nampula, que ainda sem um treinador efectivo, vai continuar às expensas de Danito Paruque, com uma recepção ao Incomati de Xinavane. O “leão” tem tudo para saborear do açúcar de Xinavane e continuar a subir na tabela classificativa.

Luta pela fuga à despromoção estão ainda o 1o de Maio e a UP de Manica, que de defrontam este sábado, com intenções de vencer e deixar para trás seu adversário. Uma jornada de grande interesse e que antecede a jornada do meio da semana, que se disputará entre terça e quarta-feiras da próxima semana, para recuperar o tempo perdido da prova.

Costa do Sol joga cartada difícil no Chiveve

Uma temida partida! É assim que os “canarinhos” consideram o jogo da 13ª jornada diante do Ferroviário da Beira. Após a derrota, em casa, frente ao Textáfrica de Chimoio, por uma bola a zero, a equipa comandada por Horácio Gonçalves quer apresentar argumentos fortes para sair da zona desprivilegiada da tabela classificativa.

Actualmente na décima 13ª posição, com 13 pontos, os “canarinhos” encaram este jogo como uma cartada difícil, mas oportuna para mudar os ventos fracos que os acompanham. Uma vitória nesta deslocação ao Chiveve pode mudar o actual rumo do então Costa do Sol, que na época passada encerrou no Moçambola posicionado na segunda posição.

Esta quinta-feira, os jogadores do Costa do Sol reconheceram os erros cometidos no jogo passado, no entanto sentem-se motivados para o desafio diante do Ferroviário da Beira, que vem igualmente de uma derrota sofrida no confronto com o campeão, União Desportiva de Songo. “Será um jogo difícil, pois temos que superar a prestação do último jogo que tivemos, e nós vamos à Beira para levar os três pontos porque precisamos”, disse Sarmento e acrescentou “a derrota do jogo passado já foi esquecida e o foco agora é a vitória”, concluiu.

No entanto, os “canarinhos” vão ter uma baixa: Terrence! “Nem sempre se está no alto, há baixas às vezes, mas temos que superar e a equipa vai jogar para vencer” disse o extremo ofensivo.

A história recente dos confrontos directos favorece os “canarinhos”, que venceram as duas partidas do Moçambola 2017 (2-1 em casa e 2-0) fora de portas.

Os “canarinhos”, que só conquistaram cinco pontos no seu reduto, apesar de estarem um lugar acima da linha de água, têm a particularidade de serem o colectivo que mais pontos amealhou fora de casa. Oito pontos fruto das duas vitórias e dois empates. Já os “locomotivas” do Chiveve empataram no seu campo quatro vezes e perderam duas vezes.

Ferroviário da Beira e o Costa do Sol jogam este sábado, às 15h00 no “caldeirão” do Chiveve.

O moçambicano Artur César de Castro Bandeira é um dos juízes designados pela FIBA-África para apitar jogos da fase do grupo "C" de apuramento para o Mundial de basquetebol, prova a ter lugar em 2019, na China.  

Esta etapa de apuramento realiza-se de 28 de Junho a 1 de Julho, no Cairo, Egipto, e conta com a participação da equipa da casa, Angola e República Democrática do Congo e Marrocos.

Único árbitro internacional, neste momento, Bandeira apitou jogos nos "Afrobasket" de Antananarivo, no Madagáscar (2009), Bamako, Mali (2011), Maputo, Moçambique (2013), Yaoundé, nos Camarões (2015) e Bamako, Mali (2017).

Conta, igualmente, com várias aparições nas fases finais da Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol em seniores femininos.

ANGOLA LIDERA
O grupo C da fase de apuramento ao Mundial, no qual Bandeira vai dirigir jogos, é liderado por Angola com seis pontos, resultantes de três vitórias na primeira fase realizada no pavilhão multiusos do Quilamba.

Os angolanos venceram, na jornada inaugural, a sua congénere de Marrocos, por 62-56.

Na segunda jornada, a selecção nacional de basquetebol de Angola venceu o Egipto, por 68-64.

A fechar, Angola bateu a República Democrática do Congo (65-61).  

Lembre-se que, depois desta fase, os três primeiros classificados de cada grupo africano apuram-se para etapa seguinte, onde formam dois grupos de seis, de onde se qualificam para o Mundial agendado para 2019 os dois melhores classificados de cada série e o melhor terceiro.

O presidente do Clube de Chibuto, Betuel Saveca, diz que estão criadas todas condições para Daúde Razaque trabalhar com a equipa e atingir os objectivos traçados que passam pelos lugares cimeiros do Moçambola 2018. Saveca diz que optou por Razaque pela sua ambição vencedora.

Seis meses é a duração do contrato assinado pelo técnico português, que já passou pelo Maxaquene e Liga Desportiva de Maputo.

Daúde Razaque conta com cinco novos jogadores contratados na janela de transferência e terá sua estreia marcada para este sábado, diante do Ferroviário de Nampula, na trincheira de Chibuto.

 

Depois da vitória por 3-1 frente ao Ferroviário de Nampula, na jornada passada, os jogadores da Liga Desportiva de Maputo (LDM) sentem-se motivados para defrontar, este fim-de-semana, o Ferroviário de Nacala. Entretanto, reconhecem que Nacala é um terreno difícil para qualquer adversário.

A equipa técnica garante que o plantel está motivado para conseguir um bom resultado, no jogo da 13ª jornada do Moçambola 2018, no terreno dos nacalenses.

O jogo entre o Ferroviário de Nacala e a Liga Desportiva de Maputo terá lugar, sábado, às 15 horas, no campo da Bela Vista.

 

O seleccionador nacional de basquetebol, Iñaki Garcia, deu a conhecer ao “O País” os 13 atletas pré-convocados  para o estágio de uma semana no Ruanda, onde a selecção irá preparar a segunda volta das eliminatórias do grupo “D” para o Mundial  2019 na China

Com efeito, o espanhol escolheu Kendal Manuel, extremo que joga no Oregon State Beavers dos EUA; Pio Matos Jr., Orlando e Ermelindo Novela, Inélcio Chire, Augusto Matos, Octávio Magoliço e Dércio Mula (Ferroviário de Maputo), Ubisse, David Canivete, Ismael Nurmamade e Custódio Muchate (Ferroviário da Beira). Entretanto, destes, três serão dispensados e não vão integrar o leque dos 12 que disputarão a segunda volta, a realizar-se de 28 de Junho a 1 de Julho, em Dakar, Senegal. O seleccionador nacional disse, antes da viagem, que o ideal seria estagiar na Europa, até pelo nível competitivo que os jogadores encontrariam no velho continente. Garcia espera, no entanto, que a diferença entre estagiar em África e na Europa seja mínima.

Quais são os objectivos definidos para a segunda volta das eliminatórias para o Mundial?

Sabendo que vamos a um país como Senegal, sabemos que vão estar ao melhor nível, se comparado com o que exibiram em Fevereiro. Isto porque, desta vez, vão ter jogadores que evoluem nas ligas profissionais, mas logicamente que queremos nos qualificar. Vamos confrontar todos os adversários e procurar ganhar todos os jogos. Portanto, o nosso principal objectivo é qualificar a equipa à outra fase e daí ficarmos fortes para o que vier depois. De resto, mostrámos na primeira volta que podemos fazer muito, mesmo estando no início da época.

Contrariamente ao que estava previsto, o estágio já não terá lugar na Europa, mas sim no Ruanda. O que isto implica?

Vamos tentar fazer com que isto não afecte a nossa moral. Logicamente que quanto mais nível tem um estágio, mais pronto estás para atingir patamares mais altos. Contudo, estamos satisfeitos com o esforço que a Federação Moçambicana de Basquetebol está a fazer, porque vamos estagiar durante uma semana no Ruanda, onde vamos fazer dois jogos contra a selecção local, por sinal uma equipa de qualidade e que está noutro grupo de qualificação para o Mundial. Esperamos que, independentemente de ser na Europa ou em África, a diferença seja mínima possível, para que possamos atingir os nossos objectivos.

O grupo de que dispõe dá-lhe garantias de uma boa prestação na segunda volta da fase de apuramento para o Mundial 2019 na China?

Os que estão na selecção são os que realmente merecem. Na minha opinião, há jogadores que ficaram de fora, apesar de serem uma mais-valia. Infelizmente, a decisão foi outra. Mas estes são os representantes moçambicanos, vão fazer o melhor e eu tenho muitíssima confiança em cada jogador que levo, senão, teria feito outras escolhas. Enfim, eu confio em cada um deles e acho que vão dar o seu máximo para uma boa prestação de Moçambique.

Kendal Manuel, Augusto Matos e Octávio Magoliço são jogadores que não fizeram parte da convocatória para a primeira volta das eliminatórias do grupo “D” para o Mundial. Que mais-valia trazem estes jogadores à selecção nacional?

Alguns jogadores, como Edson Monjane, que estava lesionado em Fevereiro, convocámos agora. Infelizmente, Monjane não estará disponível por questões profissionais. Mas teremos Octávio Magoliço de volta, jogador que também esteve lesionado em Fevereiro. Ademais, contamos também com a prestação de Kendal Manuel, que joga numa universidade americana de alto nível. Acho que pode ser uma mais-valia para todos nós. Logicamente que este tipo de convocatória não é muito justo e serve para este tipo de competição, porque se trabalha um ou dois meses e leva-se o jogador que melhor está em forma. De referir que a recuperação de Octávio Magoliço e a presença de Augusto Matos, além de Kendal Manuel, que está a evoluir nos Estados Unidos, vão dar mais força ao grupo.

Quais são os  jogadores que leva ao estágio no Ruanda?
Nós agora temos 13 jogadores na lista. Depois do estágio no Ruanda é que vamos identificar os 12 atletas. Para a fase do estágio, contamos com os seguintes atletas: Pio Matos, Orlando Novela, Ismael Nurmamade, Augusto Matos, Kendal Manuel, Ermelindo Novela, David Canivete, Elvis Houana, Custódio Muchate, Octávio Magoliço, Inélcio Chire, Dércio Mula e Helton Ubisse.

 

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