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O País – A verdade como notícia

Ferroviários da Beira e Maputo protagonizam, esta sexta-feira, às 18h00, o jogo de destaque da primeira jornada da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal. Trata-se da reedição da final do ano passado. O último jogo entre as duas equipas foi em Fevereiro, no pavilhão do Maxaquene, na final do Torneio dos Heróis Moçambicanos.

Ainda a contar para a primeira jornada, o Costa do Sol mede forças com o Desportivo, embate marcado para às 14h00. Já a A Politécnica defronta, às 16h00, o Maxaquene. No último jogo do dia, Vaz Team da Beira joga com o Ferroviário de Nacala às 20h00.

 

Em jornada pobre de golos, onde foram apontados apenas oito golos, os líderes do campeonato nacional de futebol da primeira divisão foram todos derrotados nos jogos da 20ª jornada, que efectuaram fora de portas.

O Ferroviário de Maputo, líder da prova, foi à Nacala e perdeu à tangente diante do Desportivo local, com Quaresma a ser o autor do único golo, resultado que ainda assim não destrona a “locomotiva” da capital do país da liderança e nem tira os “canarinhos” da cidade portuária de Nacala da zona da despromoção. A turna nacalense continua abaixo da linha d’água, na penúltima posição, agora com 19 pontos.

Já a Liga Desportiva de Maputo, segundo classificado, não aproveitou o deslize do líder para reduzir a diferença para apenas um ponto ao permitir uma vitória bastante açucarada do Incomáti de Xinavane, por duas bolas sem resposta. Dudú marcou os dois golos dos “açucareiros”, que somam dois jogos sem perder no canavial, depois de terem travado o Desportivo de Nacala.

À semelhança do Desportivo de Nacala, a vitória do Incomáti não afasta a turma de Xinavane da zona da despromoção, sendo a primeira abaixo da linha d’água, agora com 20 pontos.

Das equipas do topo, o Textáfrica de Chimoio não fez melhor que o Ferroviário de Maputo e a Liga Desportiva. Afinal, foi a Quelimane perder por uma bola sem resposta, diante do 1º de Maio. Belo Maravilha maravilhou os adeptos dos “trabalhadores”, que escaparam de entrar na zona da despromoção em face das vitórias do Incomáti e do Desportivo de Nacala. 1º de Maio conta com 22 pontos, os mesmos do Ferroviário de Nacala, estando a dois pontos da zona da “segundona”.

Costa do Sol e Ferroviário da Beira cederam empates

Os “canarinhos” da capital do país e os “locomotivas” de Chiveve não tiveram “estofo” suficiente para ultrapassar a UP de Manica e a ENH de Vilankulo, tendo cedido empates sem abertura de contagem. A turma de Horácio Gonçalves, que oscila os bons e maus resultados, desta vez foi a Gondola empatar, perdendo a possibilidade de aumentar os seus pontos. Já o outro Gonçalves, o Rogério, alcançou o seu primeiro ponto ao serviço do Ferroviário da Beira, na deslocação a Vilankulo, perdendo, por seu turno, a oportunidade de alcançar o Costa do Sol na tabela classificativa.

Quem entrou para o top5 da tabela classificativa é o Ferroviário de Nampula que derrotou o Sporting, também de Nampula, por duas bolas sem resposta. Luckman e Belito deram a vitória aos “locomotivas” da capital do norte.

UD Songo ameaça liderança

Assim, no topo da tabela classificativa continua intacta, mas com sérias ameaças da União Desportiva de Songo, que continua com muito jogos em atraso, agora em número de cinco.

Se considerarmos que o líder tem 38 pontos, mais 8 que a União Desportiva de Songo, que ainda tem 15 pontos por conquistar nas cinco partidas que tem em atraso, os líderes ficam ameaçados. E vai começar a recuperar pontos já no próximo domingo, quando receber o Incomáti de Xinavane, em partida da 17ª jornada, voltando a jogar a 08 de Agosto, quarta-feira da próxima semana, em Nacala, diante do Desportivo local, para a 18ª jornada. Ficarão a falta os jogos diante do Maxaquene, para 15ª jornada, em Maputo, e mais dois jogos em Songo, nomeadamente diante da UP de Chimoio (19ª jornada) e Clube de Chibuto (20ª jornada).

 

Um percurso brilhante. Traduzido, em números, em cinco títulos consecutivos de campeão da cidade e quatro nacionais. E mais: estatuto de segunda melhor equipa de África. Ou melhor: vice-campeão africano de clubes há dois anos consecutivos.

Palmarés invejável. Razões mais do que suficientes para o Governo da Cidade de Maputo render, esta terça-feira, homenagem a uma equipa dominadora na capital e respeitadíssima em África.

Na ocasião, Iolanda Cintura, governadora da Cidade de Maputo, enalteceu a excelente campanha da equipa sénior feminina do Ferroviário de Maputo e consequente conquista de títulos ao longo dos últimos anos, dentro e fora do país.

“O clube Ferroviário merece a nossa homenagem! No presente ano, o clube junta mais dois títulos, nomeadamente o de campeão da cidade e recentemente o de campeão nacional. O clube Ferroviário de Maputo ganhou de forma consecutiva quatro campeonatos da cidade, cinco campeonatos nacionais, tendo a nível das competições africanas conquistado, em 2015 o terceiro lugar e, em 2016 e 2017, o segundo lugar”, salientou Cintura.

A governante valorizou, igualmente, o trabalho da direcção do clube, treinadores e massa associativa pelo que têm feito em prol da materialização dos objectivos traçados para o alcance das conquistas que orgulham o país, no geral, e a cidade capital, em particular.

O presidente do Ferroviário de Maputo, Sancho Quipisso, louvou o reconhecimento do Governo da cidade, tendo referido que este tipo de iniciativas  motivam  as atletas, assim como o clube Ferroviário de Maputo a fazer sempre o melhor.

Visivelmente satisfeitas com a distinção, as atletas “locomotivas”, na voz da sua capitã, Ingvild Mucauro, agradeceram o reconhecimento e prometeram continuar a trabalhar para fazer mais e melhor pelo clube, pelo país e pela capital.

“Acredito que não é sempre que isto acontece, que dão mérito ao nosso trabalho. Não é fácil atingir aquilo que atingimos. Aproveitar este momento para agradecer a direcção do clube pelo apoio e suporte”, frisou a atleta.

O evento contou com as presenças do director da Juventude e Desporto da Cidade de Maputo, Elias Wiliamo, presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol, Francisco Mabjaia, secretário-geral da Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo, Hélder Amiel, entre outras figuras.

Ferroviário ambiciona organizar 24ª edição da Taça dos Campeões Africanos 

Durante a cerimónia de homenagem à equipa sénior feminina de basquetebol do Ferroviário de Maputo, Sancho Quipisso, presidente da colectividade, manifestou a intenção de organizar, em Novembro próximo, a 24ª edição da Taça dos Clubes Campeões Africanos.

Esta seria a segunda vez que o Ferroviário de Maputo organizaria a prova, depois de em 2016 ter acolhido e terminado em segundo lugar, após perder na final com o Interclube, por 67-49.

Para a direcção do Ferroviário de Maputo, a conquista da prova em território nacional seria ouro sobre azul. 

Um sentimento partilhado por Ingvild “Inga” Mucauro, capitã da equipa, que não tem dúvidas de que disputar a prova em solo pátrio aumentará a responsabilidade de fazer melhor que na última edição.

Inga entende que seria uma mais-valia, porque terão o apoio incondicional dos adeptos.

 

O internacional moçambicano, Clésio Baúque, assinou contrato com o Istanbulspor da segunda liga da Turquia, confirmou o clube na sua página de “Twitter”. 

Baúque representou, na temporada passada, o Panetolikos da Super Liga da Grécia, tendo feito um golo em vinte e quatro jogos.

Já na temporada 2016-2017, o ex-jogador do Ferroviário de Maputo contabilizou 25 jogos e um golo. Na época de estreia no futebol grego, na época 2015-2016, fez apenas seis jogos.
 

 

Há duas semanas que a Confederação Africana de Futebol, CAF, emitiu um comunicado a informar as federações nacionais de futebol que a data limite para entrega dos seus representantes na edição 2018/9 das afrotaças é 15 de Outubro próximo. Uma decisão que cria algum desconforto no seio dos desportistas moçambicanos, uma vez que faltam 11 semanas para a data limite, quase o mesmo número de jornadas para o fim do Moçambola 2018.

O Moçambola 2018 não vai terminar antes da data limite das inscrições das equipas que vão participar nas afrotaças, levando a questões relativas a equipas moçambicanas que serão avançadas como representantes do país nas afrotaças.

Aliás, faltando 10 jornadas para o fim do Moçambola 2018, o campeonato ainda vai ter algumas paragens para dar lugar a outras competições, nomeadamente a Taça de Moçambique e os jogos da Selecção Nacional de Futebol. Desta forma, para a Taça de Moçambique, haverão 3 paragens, a começar já próximo final de semana (4 e 5 de Agosto), para os jogos da segunda mão dos quartos-de-final, na quarta-feira de 29 de Agosto e no final de semana de 29 e 30 de Setembro, respectivamente a primeira e segunda mãos das meias-finais da segunda maior competição futebolística do país.

Pela mesma sequência, para jogos da Selecção Nacional, os jogos do Moçambola vão parar na primeira semana de Setembro, para os Mambas receberem a Guiné-Bissau e na primeira semana de Setembro, na deslocação do combinado nacional a Windhoek, Namíbia.

Clubes definem equipas que vão as afrotaças

Entretanto, a Federação Moçambicana de Futebol assume que o Moçambola 2018 não vai terminar até a data prevista pela CAF para entrega dos representantes nacionais às afrotaças, e que os clubes vão discutir o modelo de identificação das equipas moçambicanas a representarem o país na edição das competições africanas que inicia em Dezembro próximo.

Filipe Johane, Secretário-Geral da Federação Moçambicana de Futebol não descarta a possibilidade de se enviar a Confederação Africana de Futebol os mesmos representantes que estiveram a disputar a presente edição das afrotaças, ou seja, o campeão nacional de 2017 e o vencedor da Taça de Moçambique do ano passado, bem como mais duas equipas que se posicionaram a posição de pódio do Moçambola. “Vamos ter que estudar a melhor forma junto com os clubes para vermos o que podemos fazer para que até dia 15 de Outubro entregamos os representantes. Eventualmente a federação pode decidir entregar, mais uma vez, os do campeonato passado e os deste ano ficarem para a edição que inicia em Maio”, disse Filipe Johane explicando que a CAF não exige a mudança do calendário futebolístico dos países, mas sim a entrega dos seus representantes até a data limite de inscrições para as afrotaças.

Em caso de entrega das equipas vencedoras das principais provas futebolísticas do país de 2017 à CAF, o mesmo iria beneficiar apenas ao campeão nacional, União Desportiva de Songo, vice-campeão, Costa do Sol, terceiro classificado, Ferroviário de Nacala, bem como o quarto classificado, Ferroviário da Beira, uma vez que os finalistas da Taça de Moçambique foram a União Desportiva de Songo e o Costa do Sol, que foram, respectivamente o campeão e vice- campeão nacional.

Aliás, para o caso do Costa do Sol e dos Ferroviários de Nacala e Beira, esta decisão seria uma bonificação, tendo em conta a posição que assumem na presente prova. Ou seja, se o campeonato terminasse hoje, o Costa do Sol ficaria na oitava posição, o Ferroviário de Nacala na 12ª posição e o seu homónimo da Beira na nona posição.

Mas esta mesma medida iria prejudicar equipas que, a esta altura lutam pelos lugares cimeiros, a começar pelo líder da prova, o Ferroviário de Maputo, que estaria fora das afrotaças, bem como as restantes equipas que estão entre o segundo e o quarto, nomeadamente a Liga Desportiva de Maputo, Textáfrica do Chimoio e Clube de Chibuto. Estas equipas teriam ainda uma luta com a União Desportiva de Songo, que estando na quinta posição, tem menos quatro jogos em atraso em relação as outras equipas.

 

As basquetebolistas moçambicanas Suraya Rijal e Chana Peixe irão participar, de 31 de Julho a 4 de Agosto, em Joanesburgo, África do Sul, na 16ª edição do “Basketball Without Borders Africa” (BWB Africa). Promovido pela FIBA e NBA, o evento junta atletas com potencial selecionados em 25 países de África nascidos entre 2011/2002.

De acordo com o comunicado enviado ao “O País”, os atletas  selecionados serão orientados por treinadores e jogadores da NBA,  para além de tomar parte de “workshops sobre liderança, saúde e educação.
O programa, a decorrer nas instalações da Escola Americana de Joanesburgo, prevê que no
último dia do campo os atletas assistam ao  NBA Africa Game 2018 – Team Africa Vs Team World, que irá juntar várias estrelas africanas e de outros países que actuam na melhor liga do mundo.

Em 2015, lembre-se, a atleta Sílvia Veloso foi considerada melhor jogadora do campo. Um ano depois, ou seja, em 2016, Chanaya Pinto teve a mesma distinção. Já em 2017, Ester Gomes e Carla Budane foram consideradas  melhor jogadora do campo e jogadora mais valiosa do ” All Star Game”.

Basketball Without Borders (BWB) é um programa para o desenvolvimento do basquetebol e sua disseminação pelas comunidades de vários países. Foi criado pela NBA e FIBA e desde a primeira actividade, em 2001, já alcançou mais de 2780 jovens atletas de 134 países, dos quais 46 foram indicados para a NBA

 

Apesar de estar a ocupar a última posição do grupo B da Taça CAF, com apenas dois pontos, a União Desportiva de Songo ainda sonha com a passagem aos quartos-de-final da segunda maior competição futebolística de clubes de África. Os “hidroeléctricos”, que somaram dois pontos com o mesmo adversário, o Al Hilal (empate em Cartum a dois golos e na Beira a um golo), estão a seis do líder do grupo, o El Masry do Egipto e a cinco do segundo classificado, o Berkane do Marrocos, posição que também dá acesso aos quartos-de-final.

Vamos às contas…

Faltando apenas duas jornadas por se disputar, para a União Desportiva de Songo acalentar esperanças de qualificação precisa da conjugação de vários resultados:

Primeiro precisa de vencer os dois jogos que ainda tem, iniciando pelo Al Masry do Egipto, em casa, a 19 de Agosto, e dez dias depois diante do AS Berkane do Marrocos, em Casablanca. Mas precisa que estas duas equipas percam pontos nos seus jogos, não só diante da União Desportiva de Songo, mas também diante do Al Hilal. Ou seja, as duas equipas deverão perder com os “hidroeléctricos” de Songo e perder pontos diante dos sudaneses.

O segundo cenário começa com vitórias para a UD Songo, que deverá ser por mais de dois golos, para compensar as derrotas sofridas na primeira volta da prova, quando perdeu pelo mesmo resultado de 0-2 diante do El Masry e Berkane, respectivamente em Cairo e na Beira, na primeira e segunda jornadas. E esperar que uma das duas equipas perca diante do Al Hilal e a outra vença, por forma que a UD Songo contabilize 8 pontos e fique na segunda posição.

Terceiro seria as duas equipas que já venceram a União Desportiva de Songo, nomeadamente o El Masry e o Berkane perderem os dois jogos, diante dos “hidroeléctricos” e sudaneses, por mais de dois golos cada jogo, de modo que no final das contas o Al Hilal contabilize 9 pontos, terminando em primeiro e a UD Songo em segundo, com 8 pontos, os mesmos do El Masry, mas tendo vantagem no confronto directo, caso vença por mais de dois golos.

Em caso de vitória da turma moçambicana na quinta jornada e vitória do Berkane do Marrocos, as coisas estarão complicadas na mesma pois terá que vencer na última jornada e esperar que o El Masry perca pontos com o Al Hilal.

Mas são contas que serão feitas logo após ao jogo que irá realizar em casa, diante do El Masry, a 19 de Agosto, esperando que na outra partida o Berkane não vença ao Al Hilal. Em caso de empate ou derrota da União Desportiva de Songo, o adeus será uma realidade.

 

Desportistas da Maxixe mostram-se indignados com as autoridades locais, ao permitir a construção de uma banca, que está a invadir o campo municipal. No entender dos amantes de futebol, a construção está a violar as regras estabelecidas no estatuto das infra-estruturas desportivas.

O vereador Municipal da juventude e desportos, diz estar ciente do projecto e que o mesmo visa encurtar distâncias aos interessados em materiais desportivos, que serão comercializados do local.

Importa salientar que, este é um dos campos, com as dimensões internacionais recomendadas, para o futebol 11, na província de Inhambane.

 

O Ferroviário de Nampula recebeu e venceu o Maxaquene por duas bolas a uma,em partida a contar para a décima jornada. Fora do resultado, os treinadores dos dois conjuntos reclamaram  da pressão e frequência  dos jogos  no Moçambola.

O jogo realizou se no estádio vinte e cinco de Junho na cidade de Nampula. A primeira parte  iniciou equilibrada no decorrer da partida, os   dois conjuntos a procurarem impor  a sua abordagem mais foi o Ferroviário de Nampula quem abriu o marcador aos dezassete minutos por intermédio de Lukman.

O Maxaquene reagiu com algumas jogadas de contra-ataque mas não chegou ao golo. Um a zero foi o resultado com que se foi ao intervalo. No reatar da partida, os donos da casa alargaram  o marcador aos três minutos por meio de Lanito. O Maxaquene foi atrás do prejuízo e aos seis minutos Fernando reduz a vantagem dos locomotivas do norte.

As duas equipas fizeram alterações principalmente no sector ofensivo, mas o resultado manteve dois a um até o fim da partida. Os dois técnicos reconheceram ter sido uma partida de futebol disputada.

O jogo esteve inserido na décima nona jornada do Moçambola.

 

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