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O País – A verdade como notícia

Dois anos depois, Maputo volta a acolher a fase final da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos.

A prova, a ser organizada pelo Ferroviário de Maputo, está prevista para 9 a 18 de Novembro de 2018, no pavilhão do Maxaquene.

Esta será a segunda vez que o Ferroviário de Maputo organiza o evento depois de, em 2016, o ter feito e falhado a conquista ao perder na final com o Interclube de Angola, por 67-49.

As “locomotivas” partem para esta competição com fortes ambições de conquistar o título, até porque nas últimas três edições ocuparam os lugares de pódio.

Em 2015, em Luanda, Angola, o Ferroviário de Maputo ficou em terceiro lugar numa competição em que a extremo Ana Suzana Jaime foi indicada melhor triplista.

Um ano depois, na capital do país, o Ferroviário de Maputo foi vice-campeão africano e viu Anabela Cossa ser considerada melhor triplista e constar do cinco ideal da competição.

Já em 2017, o Ferroviário de Maputo voltou a falhar o título ao perder na final com o 1º de Agosto de Angola, por 65-51, em partida disputada no pavilhão Multiusos do Kilamba.

Feitas as contas, as “locomotivas” ocuparam a segunda posição em três ocasiões: 2006, em Libreville, Gabão, 2016, em Maputo, e 2017, em Luanda, Angola.

A fase preliminar da zona VI da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores masculinos e femininos realiza-se de 21 a 29 de Outubro, em Bulawayo, Zimbabwe.

Moçambique far-se-á representar no certame, em masculinos, pelo Ferroviário de Maputo, campeão nacional, e Ferroviário da Beira, vice-campeão.  

Os clubes deverão confirmar a sua participação na fase preliminar da zona VI da Taça dos Clubes Campeões Africanos até o próximo dia 30 de Setembro.

Leonel Manhique “is back”

Depois de ter levado o Ferroviário das Mahotas ao histórico segundo lugar no Campeonato Nacional de basquetebol sénior feminino, Leonel “Mabê” Manhique regressa à equipa principal, em substituição de Carlos Alberto Niquice.

Mabê, que na qualidade de treinador principal liderou a equipa em 2015, quando ficou em terceiro lugar, e 2016, ano em que ocupou o segundo posto, tem a missão de levar as campeãs nacionais a conquista do título.

Ano passado foi um dos adjuntos de Iñak Garcia na prova havida em Angola.  Carlos Niquice passou para a equipa de juniores masculinos.

 

 

 

Está definitivamente decidido! A Federação Moçambicana de Futebol confirmou a presença do Baía de Pemba no próximo campeonato nacional de futebol, o Moçambola, na sua versão 2019. De acordo com o comunicado oficial divulgado pelo organismo que superintende o futebol moçambicano, o Baia de Pemba é o campeão nacional de futebol da divisão de honra da Zona Norte, depois que o Conselho de Disciplina da Federação Moçambicana de Futebol ter dirimido alguns processos que estavam pendentes, um dos quais relacionado com a agressão ao árbitro por parte dos jogadores do Ferroviário, também da capital provincial de Cabo Delgado na partida diante do próprio Baia de Pemba.

O jogo estava na 11ª jornada e não chegou ao fim em virtude de os “locomotivas”, insatisfeitos com a actuação do juiz da partida, enveredaram pela violência, agredindo copiosamente o árbitro, num episódio que se tornou viral na comunicação social.

No momento da interrupção do jogo, o Baía de Pemba vencia por 2-1 e o Conselho de Disciplina da FMF decidiu manter este resultado. E apesar de, na derradeira jornada, a formação de Pemba ter perdido em Lichinga com o Ferroviário local por 3-0, a sua vantagem na classificação se manteve.

Assim, o Baía de Pemba Futebol Clube, na qualidade de campeão da Zona Norte, ascende ao Moçambola de 2019, fazendo com que a província de Cabo Delgado regresse à fina-flor do futebol moçambicano, cinco anos depois de o Ferroviário de Pemba ter experimentado esta proeza.

 

Há muito aguardada e, por isso, muita concorrência. Uganda, Eritreia, Etiópia, Tanzânia, Africa do Sul, Burundi, Bahrein e, como não podia deixar de ser Moçambique, são os países que marcaram presença na Meia-Maratona Internacional de Maputo.

A praça da independia foi o ponto de partida, já as 8 horas estavam criadas as condições para se percorrer os 21 km.

Palco montado, todas as condições logísticas criadas. Uma transmissão da Stv e Stv Notícias em parceria com a ZAP. Uma transmissão inédita por se tratar da primeira desta  prova de  dimensão internacional que já escalou Angola e outros países.

Flávio Siholhe e Alberto Mamba em masculinos encabeçavam os favoritos do lado dos moçambicanos, destaque também para o regresso da Leonor Piuza.

O percurso foi o mesmo para todos mas, os estrangeiros destacaram-se ao longo da corrida, abrindo uma distância em relação aos seus adversários.

Quem são os vencedores?

O ugandês Moses Kibet foi o grande vencedor da Meia-Maratona Internacional de Maputo, categoria de masculinos. O atleta percorreu os 21 km em uma hora, dois minutos e quarenta e oito segundos. O primeiro colocado para a categoria de masculinos, mostrou-se satisfeito com a conquista, mas disse ter encontrado dificuldades durante o percurso.

 “Foi uma boa prova, apesar de ter encarado alguns obstáculos durante o troço, o que fez com que eu não superasse os meus tempos, mas cortasse a meta em primeiro lugar”.

Margareth Agai, primeira colocada em femininos, cortou a meta em uma hora, onze minutos e vinte e sete segundos. Saudou a organização da prova e falou também ter encontrado um percurso que exigiu que a atleta queniana desse um bocado mais de si.

“Preparei-me para esta prova, mas um percurso destes exigiu que eu imprimisse um bocado mais de esforço. Contudo, sinto-me satisfeita pela conquista alcançada”.

O eritreu Yohanes Ghegebregeorgis foi segundo com o tempo de uma hora, dois minutos e 49 segundos. Para completar o pódio, outro ugandês. Solomon Mutai cortou a meta com o tempo de uma hora, dois minutos e cinquenta e dois segundos.

Em segundo e terceiro dos femininos ficaram Damarius Mutua, do Barein e Berha Afera, etíope, com uma hora, onze minutos e cinquenta e um segundos e uma hora, doze minutos e vinte e um segundos.

O pódio não inclui nenhuma nacional. Contudo, os atletas acreditam que a prova serviu para partilhar experiências com atletas de outros países.

No entanto, para a categoria de nacionais, Flávio Seotle, chegou à meta cinco minutos depois do vencedor, ou seja uma hora, sete segundos e cinquenta e um segundos.

O atleta, que reside na África do Sul, disse que apesar de ter alguma experiência em provas nacionais, a Meia-Maratona Internacional de Maputo o obrigou que que puxasse um pouco mais do seu esforço.

 “ Foi um percurso de dificuldades, mas valeu pela superação. Dedico esta conquista a todos os moçambicanos e a todos aqueles que sempre me deram o seu apoio”, disse.

Leonor Piúza liderou o esquadrão feminino nacional. A veterana corredora nacional foi a primeira entre as moçambicanas a cortar a meta em 1:23:27. Piúza destaca o facto de ter tido pouco tempo para se preparar para a prova.

Fazendo uma avaliação da prova, dirigentes consideraram que a Meia-Maratona Internacional de Maputo é uma prova de que o país está em condições de organizar eventos de grande dimensão.  

Coube a vice- ministra da Juventude e Desportos, Ana Flávia Azinheira, o  Presidente do Conselho Municipal de Maputo, David Simango, e a PCA  do Barclays, Luísa Diogo, procederem a entrega dos prémios aos vencedores.

Luísa Digo, em representação do Barclays, patrocinador principal da prova, disse que um dos maiores ganhos do desporto é unir as pessoas de vários quadrantes, numa prova que foi um sucesso.

Tanto a organização  quanto os patrocinadores saúdam a união de esforços que houve entre os intervenientes, para que a Meia-Maratona Internacional fosse um sucesso e garantiram estar prontos para a próxima edição da prova, que poderá se realizar em Junho em 2019.

A Autoridade Tributária (AT) e a Universidade Pedagógica (UP), ambos de Nampula, conquistaram os campeonatos nacionais de voleibol de sala, em masculinos e femininos, respectivamente. As duas formações de Nampula venceram nas finais, a maior de 3, a Académica de Maputo, em ambos os sexos.

A final masculina foi a mais emocionante e imprópria para cardíacos, com a decisão final a ir até ao quinto set, depois do empate a dois sets, nos primeiros quatro iniciais.

Depois da vitória quase que tranquila da AT no primeiro jogo da final, por três sets a zero, esperava-se que a turma da capital do norte tivesse menos dificuldades no segundo jogo. E até começou bem, vencendo os primeiros dois sets, por 25-20 e 25-16, respectivamente, beneficiando-se da boa defesa que tinha aos remates dos estudantes.

Mas o terceiro set foi ainda equilibrado, com a Académica a forçar um resultado inesperado: 25-27.

Esperava-se que o quarto set fosse decisivo para a AT de Nampula, que não teve argumentos para contrariar a motivação dos Estudantes, que venceram por 19-25, forçando o último set, que só ficou decidido no detalhe, com a turma de Nampula a aproveitar as falhas dos estudantes, que assim chumbaram no exame final. 18-16 foi o resultado final.

Na categoria feminina, a UP levou de vencida a turma da Académica de Maputo por dois a zero, no conjunto dos dois jogos da final. No segundo jogo, as Universitárias venceram as Estudantes por 25-20, 25-14 e 25-20.

O presidente da Federação Moçambicana de Voleibol, Khalid Cassamo faz um balanço positivo destes nacionais.

A AT de Nampula e a Académica de Maputo em masculinos e a UP de Nampula e a Académica de Maputo, em femininos, vão representar o país no africano da zona VI, que terá lugar em Dezembro próximo, em Durban, África do Sul.

 

Uma semana depois do empate a duas bolas entre Moçambique e Guiné-Bissau, a Federação Moçambicana de Futebol virou as atenções para o embate do próximo dia 13 de Outubro, diante da Namíbia, no Estádio Nacional do Zimpeto.

Uma das preocupações esclarecidas pelo organismo que tutela o futebol nacional é referente a data da realização do jogo, inicialmente marcada para dia 10 de Outubro, data da realização das quintas eleições autárquicas no país.

E porque estamos a menos de um mês do referido jogo, a federação já colocou a venda os bilhetes para o jogo Moçambique vs Namíbia, aos preços de 100mt para a bancada não coberta e 200mt para a bancada coberta. Na última semana, os preços estarão aos preços de 200 e 300 meticais, respectivamente.

Recorde-se que os Mambas lideram, a par da Guiné-Bissau, o grupo K, com quatro pontos cada, seguido pela Zâmbia e Namíbia, com apenas um ponto cada.

Inicia  preparação para operação Namíbia

Uma semana depois do empate a duas bolas entre Moçambique e Guiné-Bissau, a Federação Moçambicana de Futebol virou as atenções para o embate do próximo dia 13 de Outubro, diante da Namíbia, no Estádio Nacional do Zimpeto.

Uma das preocupações esclarecidas pelo organismo que tutela o futebol nacional é referente a data da realização do jogo, inicialmente marcada para dia 10 de Outubro, data da realização das quintas eleições autárquicas no país.

E porque estamos a menos de um mês do referido jogo, a federação já colocou a venda os bilhetes para o jogo Moçambique vs Namíbia, aos preços de 100mt para a bancada não coberta e 200mt para a bancada coberta. Na última semana, os preços estarão aos preços de 200 e 300 meticais, respectivamente.

Recorde-se que os Mambas lideram, a par da Guiné-Bissau, o grupo K, com quatro pontos cada, seguido pela Zâmbia e Namíbia, com apenas um ponto cada.

A primeira meia-maratona internacional de Maputo irá contar com a participação de vários atletas olímpicos do estrangeiro que se vão bater para estabelecer novos recordes do mundo. Quenianos e etíopes são a grande atracção da prova marcada para domingo.

Atletas olímpicos de vários cantos do mundo têm encontro marcado para domingo, em Maputo.

Será um desfile, em algumas artérias da capital, de especialistas em provas de fundo com ambições de bater recordes mundiais.

A começar pelo etíope Nguse Amlosom venceu em 2015 a prova masculina da meia maratona Rock'n'Roll de Lisboa, com um tempo de 1:02.38 horas.

Em 2014, conquistou a medalha de ouro na prova dos 10 mil metros do Campeonato Africano realizado em Marakesh, Marrocos.

No Campeonato do Mundo de atletismo de 2015, em Pequim, na China, Nguse ficou em quinto lugar.
Conta, igualmente, com presenças nos Jogos Olímpicos de 2012 e 2016.

No rol das estrelas de atletismo, destaque também para o ugandês Moses Kibet, que já disputou os Campeonatos do Mundo de 2009, 2011 e 2015.

Na meia maratona de Lisboa, em 2016, Moses Kibet terminou a prova com o tempo de uma hora, um minuto e 37 segundos.

Na competição feminina, destaque para a etíope Afera Godfay Berha que em 2016 venceu a prova na meia-maratona de Shangai, na China, com o tempo de uma hora, onze minutos e cinquenta e quatro segundos.

Afera Godfay Berha ficou em segundo lugar na edição 2017 da meia-maratona de Lisboa com  o tempo de duas horas, vinte e oito minutos e 48 segundos.

Do Quénia, país com tradição em provas de fundo, vem Margaret Agai, segunda classificada na meia -maratona de Lisboa, em 2017.

Agai já participou nas meias-maratonas de Gotemburgo, na Suécia, e Daegu, na Coreia do Sul, percorrendo os 21 quilómetros com os tempos de uma hora, nove segundos e 43 segundos e duas horas, 23 minutos e 28 segundos.
Azucena Dias, espanhola, e especialistas em maratonas. Consta, no seu curriculum, com participações nas meias-maratonas do Rio de Janeiro, em 2008, Kavarna, na Bulgária, e Berlim, na Alemanha.

Esteve presente nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.  Estes são alguns dos atletas olímpicos que já confirmaram a sua presença na primeira meia maratona internacional de Maputo, domingo, 16 de Setembro.

 

A Liga Moçambicana de Futebol apresentou quatro modelos de realização do Campeonato Nacional de Futebol, o Moçambola, para a edição 2019. Os quatro modelos, continuam a registar um défice financeiro para levar a prova até ao seu final.

“A experiência de gestão do Moçambola mostra a necessidade urgente de se encontrarem medidas não só para garantir a realização da edição em curso como também a necessidade de paulatinamente e com base num programa estruturante, se encontrar uma solução definitiva que garanta a sustentabilidade desta tão importante prova”, sugere a introdução da Liga moçambicana de Futebol no encontro que teve com jornalistas desportivos e agentes desportivos, esta quarta-feira. A insustentabilidade do actual modelo de disputa do campeonato nacional de futebol, no sistema de todos contra todos em duas voltas, aliado a problemas financeiros, levou a Liga moçambicana de Futebol a desenhar quatro modelos de disputa do Moçambola, para a edição 2019. O destaque dos modelos apresentados vão para a disputa da prova em dois grupos.

A Liga Moçambicana de Futebol mostra-se aberta a receber mais propostas.

Entretanto, no encontro desta quarta-feira, os presentes não se mostraram favoráveis a discutir o assunto, remetendo o debate a um segundo encontro porque afirmaram terem sido apanhados de surpresa.

Na próxima terça-feira, a Liga Moçambicana de futebol volta a encontrar-se com os clubes para discutir, em definitivo, o melhor modelo da realização do Moçambola 2019.

Primeiro modelo

• O primeiro modelo é o actual e os outros três apresentam uma competição não regional mas sim uma zonal que compreendem aglutinar as equipas em numero de oito em cada grupo (A e B)

• O primeiro, compreende o modelo actual de dezasseis equipas numa prova de todos contra todos com trinta jornadas, orçado em 111.283.206,00Mts.

• e, em relação ao valor que a liga actualmente recebe dos seus patrocinadores, registar-se-á um défice de 58.688.606,00Mts.

• É o melhor modelo, pecando apenas por não haver capacidade financeira para cobrir a prova na totalidade.

Segundo modelo

• O segundo modelo compreende a realização de uma prova de todos contra todos nos respectivos grupos, apurando-se os primeiros cinco classificados de cada, totalizando dez, que irão disputar a fase final também em duas voltas para se apurar o campeão nacional

• Para a descida de divisão, os últimos três de cada irão igualmente realizar prova de todos contra todos em duas volta, descendo da divisão as equipas que se posicionar nos últimos três lugares 

• Neste modelo, iremos ter 32 jornadas mais duas que o modelo actual, custando 77.238.955,00 e, em relação ao valor que que a liga actualmente recebe dos seus patrocinadores, registar-se-á um défice de 24.644,355,00Mts, tendo em conta o valor assegurado com os patrocinadores.

•      É um bom Modelo, pecando apenas por não haver capacidade financeira para cobrir a prova na totalidade

Terceiro modelo

• O terceiro modelo, compreende a realização de uma prova de todos contra todos nos respectivos grupos, apurando-se os primeiros quatro classificados de cada, totalizando oito, que irão disputar a fase final também em duas voltas para se apurar o campeão nacional

• Para a descida de divisão, os últimos quatro de cada irão igualmente realizar prova de todos contra todos em duas volta, descendo da divisão as equipas que se posicionar nos últimos três lugares. 

• No terceiro modelo, iremos ter  28 jornadas mais menos duas que o figurino actual, custando 69.832.543,00Mts e, em relação ao valor que que a liga actualmente recebe dos seus patrocinadores, registar-se-á um défice de 18.737.943,00Mts

• É um bom figurino, porque nenhuma equipa fica sem competir, pecando apenas por não haver capacidade financeira para cobrir a prova na totalidade.

Quarto modelo

• O quarto modelo, compreende a realização de uma prova de todos contra todos nos respectivos grupos, apurando-se os primeiros dois classificados de cada, totalizando quatro, que irão disputar a fase final também em duas voltas para se apurar o campeão nacional

• Para a descida de divisão, os últimos quatro de cada irão igualmente realizar prova de todos contra todos em duas volta, descendo da divisão as equipas que se posicionar nos últimos três lugares 

• No quarto modelo, iremos ter 20 jornadas menos dez com o primeiro, doze com o segundo, e oito com o terceiro, custando-43.686.333,00Mts e, em relação ao valor que que a liga actualmente recebe dos seus patrocinadores, não se irá registar nenhum défice

• É um figurino possível porque a Liga não irá se endividar.

A Federação Moçambicana de Futebol (FMF) diz que apenas a União Desportiva de Songo confirmou participação nas competições africana de clubes, na época transitória de Dezembro deste ano a Maio de 2019. Ainda assim, garante que vai continuar a trabalhar com os clubes para o preenchimento das restantes três vagas.

Dez de Setembro foi o prazo dado ao Clube de Chibuto, Liga Desportiva de Maputo e Ferroviário de Maputo para responderem sobre sua disponibilidade em participar nas Afrotaças 2018/2019.

Até à data limite, a Federação Moçambicana de Futebol não havia recebido nenhuma outra resposta para além da inicialmente dada pela União Desportiva de Songo, que assegurou a sua participação.

Apesar deste atraso na resposta pelos clubes solicitados, Caetano de Sousa assegura que a instituição que representa vai continuar a trabalhar com os clubes para que possam preencher as vagas existentes, sob pena de o país perder pontos e oportunidade de continuar a levar mais equipas nas edições seguintes.

Recorde-se que o prazo de inscrição dos clubes participantes na época transitória das Afrotaças 2018/2019 termina a 15 de Outubro e a pré-eliminatória inicia na última semana de Novembro deste ano.

 

Artur é, neste momento, a bandeira da arbitragem de basquetebol em Moçambique. Único árbitro internacional, Artur Bandeira foi indicado há dias pela FIBA Mundo – sob proposta da FIBA-África -para dirigir jogos do grupo “F” da quarta janela de qualificação da zona africana para o Campeonato do Mundo da China-2019, prova a decorrer de 14 a 16 de Setembro, em Lagos, Nigéria.

Bandeira volta a merecer a confiança da FIBA Mundo depois de, entre os dias 28 de Junho e 1 de Julho, ter apitado jogos do grupos “C” da terceira janela das eliminatórias para o Mundial, no Cairo, Egipto.

Para além do moçambicano, a FIBA-Mundo indigitou António Bernardo (Angola), Arnauld Njilo Kom (Camarões), Tonton Kalume (RD Congo), Amr Abolo e Wael Mostafa   (Egipto), Samir Abaakil (Marrocos), Saber Rezgui e Tarek Bem Ltaifa (Tunísia) e Andres Bartel (Uruguai).

Mamadou Belem, do Burkina Faso, e Vitails Gode, do Quénia, são os supervisores nomeados pela FIBA-Mundo.
Disputam a primeira volta do grupo “F” da terceira janela das eliminatórias para o Mundial seis nações, nomeadamente Nigéria, Senegal, República Centro Africana, Ruanda, Costa do Marfim e Mali.

Os nigerianos partem para estas eliminatórias na qualidade de líderes do grupo “F” com 12 pontos, seguidos do Senegal (11), República Centro Africana (9), Ruanda (9), Costa do Marfim (8) e Mali (8).

No grupo “F”, A Tunísia comanda com 12 pontos, seguido dos Camarões e Angola, ambos com dez pontos cada. Já o Egipto e Marrocos aparecem na quarta e quinta posições com nove pontos cada, enquanto o Chade é último classificado com oito pontos.

Os dois primeiros classificados de cada grupo e o terceiro melhor qualificam-se para a fase final do Mundial de basquetebol.

O Campeonato do Mundo da China – 2019 contará com a participação de 32 selecções, contra 24 das edições anteriores.

PRESENÇA NOS “AFROBASKETS”
Bandeira foi  um dos juízes acompanhantes designados pela FIBA-África para apitar o Campeonato de Africano de Basquetebol Feminino (Afrobasket-2017).
Bandeira esteve presente, em 2015, no "Afrobasket" de Yaoundé, nos Camarões, prova na qual a selecção nacional de basquetebol sénior feminino ocupou a sexta posição.

O árbitro internacional apitou ainda jogos do "Afrobasket" de Antananarivo, no Madagáscar, em 2009; Mali, em 2011; e Maputo, em 2013.

Conta, igualmente, com aparições nas fases finais da Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol em seniores femininos.

Este ano, foi um dos árbitros que dirigiu a final da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, prova que teve como vencedor o Ferroviário de Maputo.

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