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O País – A verdade como notícia

A Escola Portuguesa de Maputo e o pavilhão da Universidade Politécnica serão palco, de 21 a 23 de Setembro, da “Clarisse Machanguana Citizenship Camp”, actividade desportiva e educativa promovida pela “ Still Standing” e Fundação Clarisse Machanguana, em parceria com a Cooperação Austríaca de Desenvolvimento.

Direccionado à 24 atletas com idades compreendidas entre os 13 e 16 anos, ligados a escolas ou clubes da capital do país, o evento tem como objectivo dar espaço a jovens com potencial para melhorar as suas capacidades técnicas, sob monitoria de treinadores e jogadores nacionais e estrangeiros no activo e reformados.

De acordo com um comunicado enviado ao “O País”, os participantes terão também a oportunidade de acompanhar palestras (life skills) onde serão abordados temas sociais actuais. Este campo pretende desempenhar um papel determinante no desenvolvimento e aperfeiçoamento das habilidades técnicas de basquetebol, e de competências para a vida da juventude moçambicana.

A organização disponibiliza, aos participantes,  o equipamento desportivo completo.

Hoje, 21 de Setembro, os participantes estarão sujeitos a uma avaliação antropométrica.  A selecção das atletas foi feita com base no seu desempenho em duas actividades desportivas escolares – Jr.NBA e Euroliga.

 

A Liga Moçambicana de Futebol e o Ferroviário da Beira entraram em rota de colisão em relação ao adiamento e remarcação do jogo que os “locomotivas” de Chiveve deviam ter realizado diante do Desportivo de Nacala, referente à 25ª jornada do Moçambola 2018. A turma da Beira exige explicações para o adiamento do jogo.

É mais um caso no futebol moçambicano, mais concretamente no campeonato nacional, o Moçambola 2018. Desta vez, o caso envolve a Liga Moçambicana de Futebol e o Ferroviário da Beira.

Em causa está o jogo entre o Ferroviário da Beira e o Desportivo de Nacala, inicialmente marcado para o passado sábado, no caldeirão do Chiveve, referente a 25ª jornada.

O facto é que depois da marcação oficial do jogo ao longo da semana passada, no sábado, 15 de Setembro, duas horas antes do início do jogo, a Liga Moçambicana de Futebol emitiu um comunicado a adiar o referido jogo alegadamente por motivos logísticos, e remarcando para uma data ainda a anunciar.

No referido comunicado, a Liga Moçambicana de Futebol não especifica os motivos logísticos que justificaram o adiamento do jogo.

Em resposta, o Ferroviário da Beira emitiu um comunicado na terça-feira, 18 de Setembro, também, pedindo esclarecimentos das razões que ditaram a não realização do jogo. O Ferroviário da Beira refere no seu comunicado, no ponto 2, que “em obediência ao calendário, mobilizou as condições necessárias para o jogo do dia 15 de Setembro, designadamente o estágio da equipa, preparação do campo de jogo, policiamento, bombeiros, publicidade entre outras”, mas que há hora do jogo, o Desportivo de Nacala não estava no campo do Ferroviário da Beira.

Aliás, o Ferroviário da Beira diz que só as 13H56, “fora do horário normal de expediente” é que deu entrada o comunicado da Liga Moçambicana de Futebol adiando o jogo, quando ninguém mais estava nos escritórios.

Em dois pontos do número cinco do seu comunicado, o Ferroviário da Beira exige que a Liga Moçambicana de Futebol “indique as razões de facto e de direito que terão determinado a não realização do jogo” e a “explicitação das razões logísticas, uma vez que não está dito em que consistiram nem a quem respeitam tais razões logísticas e não estão demonstrados os pressupostos regulamentares para a remarcação do jogo”.

O facto é que no mesmo dia 18 de setembro, a Liga Moçambicana de Futebol emitiu outro comunicado, remarcado o jogo entre o Ferroviário da Beira e o Desportivo de Nacala para a quarta-feira do dia 26 de setembro, antes mesmo da resposta aos “locomotivas” de Chiveve. Sabe-se porém que os “canarinhos” de Nacala não se fizeram a Beira no sábado por terem atrasado ao voo que os levaria a capital de Sofala, devido a uma avaria no autocarro que os transportou da sede do clube até ao aeroporto.

Está assim instalado o braço de ferro entre a Liga Moçambicana de Futebol e o Ferroviário da Beira.

Para já, o Ferroviário da Beira ocupa a 14ª posição, a primeira da linha da despromoção, com 26 pontos, menos um que o seu adversário, que soma 27 pontos e está na 12ª posição.

É o assalto da União Desportiva de Songo à liderança do Moçambola-2018, depois de vencer o Ferroviário de Maputo por duas bolas sem resposta. Uma vitória que isola o campeão nacional na liderança e coloca a equipa mais próxima do título, tendo em conta que ainda tem um jogo em atraso, diante da Liga Desportiva de Maputo, faltando cinco jornadas para o fim da prova.

Na partida desta quarta-feira, o Ferroviário de Maputo fica a dever-se a boa exibição do seu guarda-redes, Hernani, que defendeu tudo o que havia por defender, evitando que a sua equipa sofresse mais golos no jogo. Aliás, os “locomotivas” aguentaram-se até ao minuto 70, quando o jogo estava ainda equilibrado, com jogadas de perigo de parte a parte, sem sucesso.

Jogava-se então o minuto 72 quando Mário recebe a bola no meio campo e vendo o adiantamento de Hernani, o avançado dos “hidroeléctricos” levantou a bola e deu um chapéu da liderança. Um grande golo do “Super Mário” que levantou o estádio 27 de Novembro.

Nelson Santos decidiu fazer algumas substituições, fazendo entrar Diogo e Pauluana, mas que não davam resultado.

Os “hidroeléctricos” não cediam, apesar de estarem em vantagem e Jimmy ainda levou a bola ao poste da baliza de Hernani, perdendo a oportunidade de ampliar o marcador.

Já ao apagar das luzes, a UD Songo chegou ao segundo, com Kambala a galgar terreno do seu meio campo até a área “locomotiva”, deixando para Amadu, que sem oposição, só teve que empurrar para o fundo das malhas, fazendo o 2-0 para a sua equipa e encerrando as contas do jogo.

No final do jogo, Nacir Armando, treinador da União Desportiva de Songo, disse que a equipa respondeu bem a pressão de jogar em casa, tendo ditado as regras de jogo e tornando o mais difícil em fácil. E assegura que “não devemos dormir na sombra da bananeira, porque temos três saídas e são difíceis e depois vamos jogar com equipas que lutam pela manutenção e isso vai nos dificultar muito”. Para Nacir Armando, o passo ainda não foi dado e “temos que continuar a lutar para consolidar os objectivos da direcção do clube traçados desde Janeiro até aqui”. Relativamente ao facto da equipa ter realizado seis jogos em duas semanas, o técnico “hidroeléctrico” disse que isso “significa que os jogadores foram heróis”.

Já Nelson Santos, timoneiro do Ferroviário de Maputo, considerou que a União Desportiva de Songo foi um “justo vencedor”. Esclareceu que é um cenário muito difícil e complicado para a sua equipa, e espera por “uma surpresa para o lado da equipa de Songo” nas próximas jornadas. Para Nelson Santos, “o cenário para o título está mais difícil e como responsável só posso dizer que vamos tentar terminar o campeonato com alguma dignidade”, quando faltam apenas cinco jornadas para o final do campeonato nacional.

A UD Songo lidera isolado, agora com 50 pontos e menos um jogo diante da Liga Desportiva de Maputo, mais três que o Ferroviário de Maputo, que fica a espera por um desaire do campeão nacional, para evitar que revalide o título nacional.

 

O Governo moçambicano aprovou, em 2013,  e  depois actualizou o Regulamento de Premiação Desportiva, instrumento legal  que estabelece a atribuição de valores monetários aos atletas e respectivos acompanhantes  que conquistem medalhas nas competições internacionais de carácter oficial.

Até Dezembro de 2017, os  atletas nacionais que alcançaram êxitos ano passado deviam ter sido premiados, mas tal ainda  não aconteceu porque o Governo não tem dinheiro para reconhecer os mesmos devido a actual conjectura económica do país.

A ministra da Juventude e Desporto, Nyeleti Mondlane, garante, no entanto, que os atletas serão reconhecidos por terem dignificado e glorificado o país em eventos internacionais.  “Estamos a trabalhar afincadamente para garantir que quem recebeu medalhas tenha a sua premiação.  É um processo. Vamos fazer aos bocados.  Sabem que temos alguns constrangimentos financeiros”, começou por explicar Mondlane.

A titular da pasta da Juventude e Desporto fala, adiante, da possibilidade de a premiação desportiva acontecer de forma faseada. “Já estamos até a avaliar a hipótese de fazer de forma faseada. Rever que tipo de prémios podemos dar. Nós consideramos que dentro e fora do movimento olímpico, devemos premiar os nossos atletas que erguem bem alto a bandeira de Moçambique”, assegurou Mondlane.

O  regulamento de premiação desportiva prevê a atribuição de valores monetários aos atletas e treinadores que conquistam medalhas  nos  Jogos Olímpicos e Paralímpicos; Campeonatos do Mundo; Campeonatos Africanos e  Jogos Africanos.

Ainda no âmbito do reconhecimento de quem tanto fez e continua a fazer pelo desporto moçambicano, o Governo irá homenagear no próximo dia 22 de Setembro, em Boane, província de Maputo, Maria de Lurdes Mutola, única atleta moçambicana a conquistar uma medalha nos Jogos Olímpicos. A homenagem a “menina de ouro” devia ter sido realizada na semana passada, mas tal não aconteceu porque Motola se encontra fora do país. “Nós vamos fazer um reconhecimento entregando o certificado e, sempre que tivermos o privilégio e honra de interagir com a nossa estrela Lurdes Mutola, vamos falando sobre as possibilidades de algumas actividades que podemos realizar em conjunto.  Concretamente, estamos a falar sobre o envolvimento delas nos Jogos Escolares que terão lugar em Agosto de 2019”, explicou.

 

A União Desportiva de Songo recebe na tarde de quarta-feira o Ferroviário de Maputo, em jogo de atraso da 23ª jornada do Moçambola-2018. Este é o jogo mais importante da época para as duas equipas, que pode decidir o futuro de uma delas para a recta final da prova

Igualados no topo da tabela classificativa, “hidroeléctricos” e “locomotivas” medem forças em jogo do título (?) e da liderança isolada do campeonato nacional de futebol, o Moçambola 2018. Trata-se, de resto, do jogo mais importante para dois conjuntos, que procuram alcançar uma vitória, primeiro para descolar do seu adversário na tabela classificativa e depois estar mais próximo do título, uma vez que faltam apenas cinco jornadas para o final da prova.

Vitória mais benéfica para UD Songo

O jogo desta quarta-feira é mais benéfico para a turma de Songo, uma vez que em caso de vitória, não só passa a liderar com mais três pontos, mas também terá a vantagem de, tendo menos um jogo em atraso, procurar alargar ainda mais a sua vantagem em relação ao Ferroviário de Maputo. Os “hidroeléctricos” tem um jogo em atraso diante da Liga Desportiva de Maputo, que pode fazer com que a equipa alargue para seis pontos, caso vença os dois jogos em atraso, para depois entrar para as últimas cinco jornadas com algum conforto.

Aliás, para além do embate fora de portas diante da Liga Desportiva de Maputo, a União Desportiva de Songo terá mais dois jogos difíceis nas últimas cinco jornadas, nomeadamente diante do Ferroviário da Beira e Maxaquene, na 27ª e na última jornada respectivamente. Antes terá pela frente o não menos difícil Textáfrica do Chimoio, devendo cruzar caminho ainda com a ENH e 1º de Maio de Quelimane, equipas menos cotadas e que ainda lutam pela manutenção.

Depois do jogo, dos seis que ainda faltam aos “hidroeléctricos”, três serão em casa e outros tantos fora de portas, mas com grandes possibilidades de arrecadar metade dos pontos em disputa.

Ferroviário de Maputo com calendário de homónimos

Do lado da turma de Nelson Santos, esta partida é de extrema importância, uma vez que uma vitória dá alento, mas não a liderança tão isolada quanto desejaria, uma vez que o seu adversário ainda tem um jogo em atraso. Dai ser importante vencer, de modo a ter a União Desportiva de Songo na sua mira, para o caso de vencer o jogo em atraso diante da Liga Desportiva, seu carrasco da última jornada. Em caso de derrota pode significar um atraso na luta pelo título.

O calendário do Ferroviário de Maputo é quase de homónimos, isto é, dos cinco que faltarão até ao final do Moçambola, serão três os Ferroviários que farão frente ao actual líder, nomeadamente de Nampula, na 26ª jornada (em casa), o de Nacala (28ª jornada e fora) e o da Beira (novamente fora, mas para a 29ª jornada). De permeio terá o difícil Textáfrica de Chimoio, terminando a prova em Vilankulo, diante da ENH.

Já sem os favorecimentos que outrora eram evidentes quando os Ferroviários se encontravam, prevê-se muitas dificuldades para a turma de Maputo diante dos seus homónimos, principalmente o de Nampula e da Beira, para além do Textáfrica, embora seja em casa. Ainda que vá a Nacala e a Vilankulo, o Ferroviário de Maputo tem mais possibilidades de vencer, relativamente aos jogos com Nampula e Beira.

Assim, é de prever que o Ferroviário de Maputo esteja em desvantagem em relação a União Desportiva de Songo para os jogos que ainda restam, sendo por isso mais imperioso vencer o jogo desta tarde do que propriamente a turma da província de Tete.

Confronto directo dá vantagem ao Songo

No que diz respeito ao confronto directo entre as duas equipas, nos 17 jogos já disputados, desde a ascensão dos “hidroeléctricos” ao principal campeonato nacional, ainda com a designação de HCB, a turma de Songo venceu sete jogos, perdeu três e cedeu sete empates. Vale isto dizer que a União Desportiva de Songo conquistou 28 pontos contra 16 do Ferroviário de Maputo no embate entre ambos. A turma orientada por Nacir Armando marcou 17 golos e sofreu 13, o que já mostra que tem tido muito sucesso quando defronta esta equipa da capital do país. Entretanto, os últimos sete jogos foram equilibrados, com duas vitórias para cada equipa e três empates registados, fazendo deste jogo o “tira-teimas”.

Vale dizer que, as duas equipas, depois de terem sido afastadas da Taça de Moçambique ainda na fase regional, viraram as suas atenções para o campeonato nacional, sendo que para o Ferroviário de Maputo as atenções foram viradas ainda antes do final da primeira volta, enquanto para a União Desportiva de Songo só mesmo nas últimas jornadas, depois de ter sido afastado da Taça CAF, ficando apenas com o título de campeão nacional por disputar.

A Federação Moçambicana de Judo (FMJ) define como meta a acumulação de pontuação para possível qualificação aos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, durante o Campeonato do Mundo da modalidade, prova a realizar-se de 20 a 28 de Setembro corrente em Baku, Azerbaijão.

Para o efeito, segundo o vice-presidente da Federação Moçambicana de Judo, Nilton Mujovo, os judocas testaram as suas capacidades no decurso de provas internacionais assim como estágios em Portugal e no centro de alto rendimento de Budapeste.

Mais: afinaram-se física e tacticamente, tendo em alguns casos superado os seus adversários conquistando medalhas em alguns “opens” da modalidade.

“Importa referir que o judo sempre esteve presente nos Jogos Olímpicos: 2008, 2012 e 2016. É a única modalidade marcial moçambicana que qualificou-se para os Jogos Olímpicos Rio de Janeiro 2016. Assim sendo, os nossos atletas estão motivados e cientes do potencial que tem”, disse Mujovo.

O vice-presidente da FMJ refere que os judocas tiveram o “devido acompanhamento” pelo que esperamos que eles tenham uma “prestação modesta” e “acumulem os pontos necessários”.

A Federação Moçambicana de Judo diz ainda que, mesmo com as dificuldades que a modalidade enfrenta, os judocas estão motivados e focados em elevar, mais uma vez, bem alto o nome de Moçambique em provas internacionais.

 “Nós acreditamos sempre na nossa modalidade. Nós sempre acreditamos que podemos chegar longe. Procuramos sempre mobilizar parceiros. Temos apoios de alguns pais e encarregados de educação, para além do apoio de algumas empresas que nos tem apoiado. Com muito esforço, conseguimos garantir a presença nesta prova. Esperamos agora que os judocas façam a parte que lhes compete”, frisou.

Mujovo manifestou ainda a sua crença em Moçambique garantir a presença de judocas nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. “ Nos temos grandes possibilidades, tendo em conta a estratégia que traçámos para participar nestes eventos. Ou seja, através de parcerias com as nossas congéneres. Temos um programa traçado no qual os atletas poderão treinar em Portugal e Hungria”,

Moçambique será representado na prova por Mauro Nasson, Kevin Loforte, Artur Júnior, Ayton Siquir e Jacira Ferreira, sendo que Neuso Sigaúque desempenhará a função de treinador.

O técnico do Sporting de Nampula, Usaras Momed diz que a manutenção da sua equipa no Moçambola próximo é caso para esquecer. Momed disse no final do jogo onde a sua equipa perdeu por três bolas a duas.

Depois do arranque da partida, o Sporting de Nampula carregou o esférico de forma rápida a baliza dos Operários. Decorridos 23 segundos do arranque do jogo, pode ser considero o golo mais rápido do Moçambola, Marcelo faz o golo.

Os Operários afirmaram a máquina, aos nove minutos distante da grande área, Quinho foi certeiro na colocação da bola, estava feito o empate.

Minuto a seguir, Hédio faz um grande remate a baliza leonina mas Aníbal mostrou segurança. O Primeiro de Maio organizou o jogo. No canto direito Rui cruza e Gatuzzo de cabeça coloca a bola nas malhas.

O Primeiro de Maio viria a reclamar penalti nesta jogada quando um jogador ficou tocado, mas Pereira António, árbitro principal deixou o jogo prosseguir.

O Primeiro de Maio intensificou as suas jogadas. Foram remates seguidos mas  Anibal soube evitar o terceiro golo.

Dentro da grande área, um jogador entra em má jogada contra o atacante Beto Maravilha e o árbitro marca pênalti. Chamado a cobrar, Agenor marca o terceiro golo a favor do primeiro de Maio.

No final da primeira parte no canto esquerdo, Charles cruza e de cabeça Marcelo faz o segundo golo para sua equipa.

Fim da primeira parte. No reatamento as duas equipas entraram apáticas mais com algum ascendente para o 1° de Maio que falhou belas oportunidades de marcar.

No final, o técnico Usaras Momed criticou a arbitragem mas assumiu que a manutenção no Moçambola próximo é para esquecer.

 

A xadrezista moçambicana Vânia Vilhete foi a vencedora da categoria de femininos no Open Internacional de Xadrez BCI, prova que contou com a presença de sete países da zona Austral de África. Donaldo Paiva, na categoria de masculinos, ficou em terceiro lugar.

Com um total de seis pontos, Vânia Vilhete confirmou o estatuto de melhor xadrezista da actualidade no quadro feminino no país e um dos grandes valores do continente.

Vilhete, vencedora da prova, recebeu como prémio uma medalha, um troféu e trinta mil meticais, numa prova em que Malilo Phera, do Malawi, e Sheila Sitoe, moçambicana, ficaram em segundo e terceiro lugares com direito a 20 e 10 mil meticais, respectivamente.

Esta prova serviu de preparação para a xadrezista moçambicana que irá participar, em Outubro, nas olimpíadas mundiais na Geórgia. “Foi um bom teste, embora tenha sido muito difícil. Nas duas últimas jornadas, acabei consentindo dois empates mas felizmente continuei no pódio. Faz parte do xadrez. Isso é bom e dá-me a indicação de que tenho que treinar mais”, regozijou-se Vilhete.

Falando do nível competitivo da prova, Vilhete disse que “foi muito equilibrado” pese embora o facto de países como a Suazilândia terem começado há pouco tempo a participar em provas do género. “Mesmo assim, tem um bom nível daí que tivemos uma atleta a ocupar o segundo lugar”.

Na categoria de masculinos, Donaldo Paiva foi o melhor moçambicano ao ocupar o terceiro lugar com cinco pontos e meio, valendo-lhe uma medalha, um troféu e 25 mil meticais. A prova teve como vencedor Bwalya Gilman da Zâmbia com seis pontos, os mesmos que Mwale Joseph, do Mali, tendo recebido 60 e 40 mil meticais, respectivamente.

Na categoria de juniores, Marcos Macuácua ficou em primeiro lugar, seguido de Vasco Viageiro, em segundo. Na terceira posição, ficou Roy Mwandzura do Zimbabwe.

Durante o evento, a Federação Moçambicana de Xadrez procedeu a entrega de tabuleiros as associações provinciais da Zambézia e Niassa, material que deve ser capitalizado para área de formação.

À margem do “Open”, realizou-se a assembleia-geral da Federação Moçambicana de Xadrez, encontro no qual foram aprovados os relatórios de actividades e contas do período Março de 2017 a Março de 2018.

 

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