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O País – A verdade como notícia

Mais uma temporada da modalidade da  bola ao cesto,  mais jogos em perspectiva.

À moda da NBA, salvo as gritantes diferenças, a  final da Engen Maputo Basket–Campeonato da Cidade – 2018-2019, em seniores masculinos, poderá ser disputada num “play-off” a melhor de sete jogos.

Nos quartos-de-final,  as equipas batem-se num “play-off” a melhor de três jogos, enquanto o acesso à final será num “play-off” a melhor de cinco.

Tal como ano passado, a fase regular da Engen Maputo Basket comportar quatro voltas.

Já nos seniores femininos, os play-offs da final serão a melhor de cinco jogos, o mesmo cenário previsto para as meias-finais.

 Os quartos-de-final serão num “play-off” a melhor de três jogos. Está, igualmente, prevista a realização da segunda edição do Torneio da Mulher.

Rui Hélder Guilaze, presidente da Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo (ABCM), deu a conhecer ao “O Pais”  este formato a ser  apresentado aos clubes na assembleia-geral da Associação da agremiacao esta semana.

No seu plano de actividades, a ABCM projecta para os dias 8, 9 e 10 de Novembro o Torneio Intercidades, prova que movimenta equipas de Moçambique e Angola.

“Ainda não podemos afirmar com categoria porque é preciso que, pelo menos dois apoiantes que se propuseram a entrar, confirmem de facto o apoio. A grande questão que nos temos é a acomodação das equipas”, indicou.

E acresceu: “temos duas equipas angolanas disponíveis e há uma equipa do Zimbabwe que quer vir jogar, mas ainda não demos o sim. É preciso termos este assunto da acomodação fechada para nos depois fecharmos oficialmente o realizar do Torneio intercidades”, frisou.

A Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo prevê que a época inicie a 6 de Outubro e termine a 22 de Junho.

Estas datas tiveram em conta a participação do Ferroviário de Maputo nas eliminatórias da zona VI da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores masculinos, em Outubro, no Zimbabwe, e fase em seniores femininos, em Novembro, em Moçambique.

 

 

Os atletas que irão participar na primeira meia-maratona internacional de Maputo serão monitorados por chips electrónicos, para se cumprir rigorosamente os regulamentos da prova que terá lugar próximo domingo, assegurou, nesta terça-feira, a directora de prova, Ludovina Oliveira.

Pela primeira vez numa prova de fundo em Moçambique, será implementado um sistema de chips electrónicos nos atletas, em cumprimento das normas da Federação Internacional de Atletismo.

Pretende-se, com este dispositivo, evitar o encurtamento de distância e garantir que a prova obedeça os padrões internacionais.

“Teremos a colocação de chipes eletrónicos nos concorrentes. Creio que vai ser uma prova difícil para as pessoas se despistarem ou encurtar a distância”, garantiu Ludovina Oliveira, directora de prova.

Segundo avança a directora, para além deste dispositivo, a organização conta com a Polícia Municipal e a PRM para melhor controlo e segurança dos participantes.

“A questão do controlo da prova está bem acautelada. Temos a Polícia Municipal e a PRM e a prova vai decorrer dentro do previsto”, mostrou-se confiante.

Ainda sobre a primeira meia-maratona internacional de Maputo, a nossa fonte disse ao jornal “O País” que serão instalados oito postos de abastecimento de água, separados por uma distância de dois quilómetros e meio. Dependendo da temperatura (se fizer muito calor) há possibilidade de se aumentar os postos.

Espera-se que mais de duas mil pessoas participem na primeira meia-maratona internacional de Maputo.

De referir que para Ludovina Oliveira, em moçambique praticamente não temos atletas para esta especialidade, “mas temos atletas que gostam de correr e penso que vai haver concorrência em massa, pois temos valor dentro do país. Se esta prova passar a ser anual futuramente vamos ter bons atletas fundistas.

A Liga Moçambicana de Futebol reuniu-se na passada quarta-feira para avaliar a jornada 24 do Moçambola-2019, tendo analisado as declarações de Nacir Armando, treinador da União Desportiva de Songo, à comunicação social, no final do jogo diante do Ferroviário de Nampula, em que a sua equipa venceu.

O jogo, disputado na segunda-feira do dia 03 de Setembro, devido a questões organizativas, nomeadamente as ligações aéreas, depois do regresso dos “hidroeléctricos” de Songo do Marrocos, onde haviam disputado o jogo da última jornada da fase de grupos da Taça CAF, não foi bem visto pelo técnico, que criticou a marcação do jogo.

Nacir Armando, treinador da União Desportiva do Songo, disse ter-lhe sido negado o adiamento do jogo, uma vez que a equipa chegou extremamente fatigada depois de três dias de viagem após ter jogado no Marrocos. O técnico foi mais longe ainda ao afirmar que os organizadores do jogo não salvaguardaram os interesses da nação, pois a sua equipa contava com dois jogadores nos Mambas, nomeadamente Leonel (suplente não utilizado) e Kambala (titular no centro do terreno), para além dos internacionais malawianos Swin e Banda, que fim-de-semana representaram as suas selecções.

Assim, a Liga Moçambicana de Futebol, através do Comunicado Oficial número 119/LMF/DE/2018, instaurou um processo de inquérito contra Nacir Armando e como instrutor do processo foram nomeados Paulo Ezequiel e Mário Mambo, vogais efectivos do Conselho de Disciplina, para averiguarem e darem seguimento ao mesmo.

Na partida mais importante da 18ª jornada da divisão de honra, zona sul, a Associação Desportiva de Macuácua recebeu e venceu o Desportivo de Maputo, por uma bola sem resposta, alargando a vantagem pontual, agora para sete pontos, quando faltam quatro jornadas ainda por disputar.

Um golo de Dani, aos 73 minutos deu a vitória a Associação Desportiva de Macuácua diante do Desportivo de Maputo, no jogo mais importante da 18ª jornada e, quiçá, de toda competição, tendo em conta que as duas equipas eram (são) as melhores posicionadas e as que lutavam pelo regresso ao Moçambola, próximo ano. A vitória dos gazenses colocam a equipa a apenas quatro pontos de ascender ao campeonato nacional, quando faltam ainda quatro jornadas para o fima da prova.

Ao cabo desta jornada, a Associação Desportiva de Macuácua passou a somar 45 pontos, contra 38 dos “alvi-negros”, que tem um calendário difícil até ao final do campeonato, para ameaçar a turma de Macuácua.

A partida, que marcou o regresso de Sebastião Sitoe a Macuácua, equipa que ajudou a ascender ao Moçambola, em 2016, teve todos os argumentos de um clássico, uma vez que em caso de vitória do Desportivo, reduzia a diferença pontual de cinco para dois e ameaçava a turma de Gaza. Porém, Sebastião Sitoe não feliz no seu regresso a Macuácua e viu a sua equipa perder, não só o jogo, mas também o comboio rumo ao Moçambola 2019.

O facto é que com 12 pontos ainda por disputar, e com sete pontos de desvantagem, o calendário não será fácil para os “alvi-negros”, que terão ainda que defrontar os clubes da Manhiça e de Gaza, a Académica e o Estrela Vermelha de Maputo, equipas que estão a meio da tabela e que sempre criam dificuldades a equipa de sebastião Sitoe. Aliás, na primeira volta, com as quatro equipas, em 12 pontos possíveis, o Desportivo conseguiu apenas seis pontos, após empatar com Manhiça, Gaza e Estrela Vermelha, vencendo apenas a Académica.

Já a Associação Desportiva de Macuácua, que só precisa de quatro pontos para se sagrar vencedor da zona sul, tem no seu calendário, até ao final da prova, as Águias Especiais de Maputo (8º classificado), ESFA de Boane (9º), Clube da Manhiça (10ª) e Clube de Gaza (7º), a fechar. Na primeira volta, em 12 pontos possíveis, a AD Macuácua conseguiu nove pontos, perdendo apenas diante do Clube de Gaza, na última jornada da 1ª volta.

Ntumbuluko da Moamba vai jogar no provincial

Para já, o Ntumbuluko da Moamba já assinou a sua sentença da despromoção, ao somar apenas quatro pontos, ao cabo de 17 jornadas disputadas, frutos do mesmo número de empates.

Aliás, numa competição com equipas que ainda jogos em atraso, a luta pela permanência no segundo escalão continua forte desde o quinto classificado, o Ferroviário de Gaza, que soma 27 pontos, até ao 11º lugar, a UP da Maxixi, que tem 15 pontos e menos dois jogos. Com 12 pontos por disputar, qualquer uma das equipas, do quinto ao 11º, ainda podem descer para os respectivos campeonatos provinciais, devendo as próximas jornadas serem determinantes para as equipas que irão resistir. Para já, Académica e Estrela Vermelha, ambos de Maputo, tem a permanência garantida, assim como a Associação Desportiva de Macuácua e o Desportivo de Maputo, primeiro e segundo classificados.

Matchedje de Mocuba goleia e mantém perseguição ao Têxtil de Púnguè

Na zona centro, a situação ainda não está definida, nem de longe e nem de perto. São quatro pontos que separam o primeiro classificado (Têxtil de Púnguè) e o segundo (Matchedje de Mocuba), quando faltam três jornadas para o final da prova.

Na última jornada disputada, o Matchedje de Mocuba goleou o Desportivo de Tete por 9-0, fora de portas, e manteve a perseguição implacável ao Têxtil de Púnguè, que também venceu na deslocação a Manica, ao Desportivo local, por duas bolas a uma. Com nove pontos em disputa, o Chingale de Tete ainda tem, matematicamente, possibilidades de se qualificar ao Moçambola 2019, tendo em conta que soma 26 pontos, contra 33 do líder e 29 do segundo classificado. Ou seja, o Chingale está a sete pontos do primeiro lugar.

Para já, o Têxtil de Púnguè inicia a recta final recebendo o Ferroviário de Quelimane, quinto na tabela classificativa, para depois defrontar o Estrela Vermelha da Beira (8º), terminando em casa diante do Sport Dondo e Benfica (6º). Com as três equipas, na primeira volta, os fabris da Manga tiveram dois empates e uma vitória.

Já o Matchedje de Mocuba, que aspira a sua experiência no escalão principal do futebol moçambicano, vai jogar, nas próximas (últimas) três jornadas, sucessivamente com Desportivo de Manica (9º), Pipeline da Maforga (4º) e Chingale de Tete, no jogo mais importante da última jornada.

Ou seja, a zona centro ainda tem muitos quilómetros por disputar, nas próximas três jornadas.

Na zona norte, a situação está já arrumada, com o Baía de Pemba qualificado ao Moçambola, depois de ter terminado a prova com 34 pontos, mais dois que Sport Monapo e Benfica, segundo classificado.

O empenho para o sucesso da Meia-maratona internacional de Maputo é a marca actual dos organizadores da prova.

Domingos Castro, organizador do evento, diz que eles têm quase tudo pronto, para que a prova decorra em condições. Castro espera bom tempo para o dia da meia-maratona.

“Neste momento, temos quase tudo pronto, para que a prova decorra em condições. Esta tudo pronto para os atletas virem a Maputo. Esperamos que no domingo tudo corra bem e o tempo nos ajude. Acredito que vai ser um grande dia. É uma corrida que vai orgulhar todos os intervenientes”, começou por dizer o nosso interlocutor, para mais adiante afirmar que organização espera a participação de 3 mil pessoas e os estrangeiros começam a chegar no dia 14 do mês em curso.

Entretanto, os organizadores apelam às famílias que podem participar da corrida a fazê-lo as suas crianças.

“Só precisam de fazer a inscrição e na sexta e sábado vamos entregar os kits compostos por camisetes, bonés, mochilas e no fim terão uma medalha”, disse.

Conforme avança a organização, a Meia-maratona terá um percurso de 21 quilómetros e não é aconselhável a pessoas abaixo de 20 anos, por ser longa e de carácter competitivo. Já a corrida de família, que vai decorrer em simultâneo, terá apenas 5 quilómetros e é para lazer.

As inscrições decorrerem até próxima sexta-feira na Federação Moçambicana de Atletismo. A prova terá lugar no dia 16 de Setembro.

 

Os Mambas cederam um empate a dois golos na recepção à Guiné-Bissau, perdendo a oportunidade de se isolar na liderança do grupo K de qualificação ao CAN 2019. 

Nos primeiros 30 minutos, os Djurtus eram a equipa mais perigosa, criando diversas dificuldades à defensiva moçambicana. Já os Mambas não chegaram a criar um único lance de perigo.

Só aos 37 minutos é que Moçambique ensaiou uma jogada digna de realce, com Kambala, de longe, a rematar para as mãos de Jonas.

A três minutos do final da primeira parte, veio o almejado golo dos Mambas. Livre cobrado por Dominguez, a surgir um primeiro corte e na recarga Zainadine rematou a facturar. Chegou o intervalo com os Mambas em vantagem e confusão no relvado.

A iniciar a segunda parte, Moçambique podia ter dilatado o marcador, mas Luís Miquissone não soube aproveitar a oportunidade, rematando por cima. Na resposta, os guineenses chegaram ao empate por Embalo, numa desatenção da defensiva moçambicana. O Estádio gelou.
Ainda pediu-se grande penalidade num lance em que Dominguez é empurrado na área, mas o árbitro deixou jogar.
Witi, num bom movimento da direita para o centro, testou a atenção de Jonas com remate forte. Na mesma moeda respondeu a Guiné-Bissau, valendo a boa intervenção de Guirrugo.

Guirrugo voltou a mostrar reflexos numa ameaça dos Djurtus, defendendo o cabeaceamento em dois tempos.
Com o tempo a passar, os Djurtus iniciaram o chamado cai-cai, mas não enganavam o árbitro.

Ao minuto 90, veio o veneno final. Livre de Witi para o poste esquerdo de Jonas. Primeira recarga de Edmilson novamente para o poste e Maninho na recarga final a sentenciar. Festa no Estádio Nacional do Zimpeto.

Quando se esperava que o jogo terminasse com a vitória dos Mambas, eis que veio o balde de água fria. Golo da Guiné-Bissau para além do tempo regulamentar. Um golo que deitou por terra a possibilidade de liderar isolado o grupo.

A Selecção Nacional de futebol, os Mambas, realizou, na manhã desta sextaa-feira, o último treino antes do embate de amanhã diante da Guiné-Bissau. Na ocasião, os Mambas receberam a visita do Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, que foi cumprimentar os jogadores.

A última sessão de treinos dos Mambas, antes do jogo com a Guiné-Bissau acontece numa data especial, Dia da Vitória. Acompanhado de várias figuras governamentais, com destaque para a vice-ministra da Juventude e Desporto, Do Rosário cumprimentou os jogadores, um a um, tirou fotografias e depois assistiu ao último treino dos Mambas e reiterou o apoio do Governo para o alcance de um bom resultado.

O governante espera que os Mambas se inspirem na vitória sobre o colonialismo português para derrotar os djurtus.

O Primeiro-ministro visitou ainda os diversos cantos do Estádio Nacional do Zimpeto, com destaque para os balneários, onde teve a oportunidade de ver o trabalho organizativo da equipa técnica para dar mais visibilidade à selecção nacional, a sala de imprensa e a sala onde decorrem as sessões da reunião técnica das equipas.
 

A vice-ministra da Juventude e Desportos, Ana Flávia Azinheira defende que os jogos tradicionais devem  ser dinamizados ao nível das escolas e associações para que haja uma prática regular. Ana Flávia Azinheira fez estas considerações no encerramento do quinto Festival Nacional dos Jogos Tradicionais que decorreu no município da Ilha de Moçambique, em Nampula, durante três dias.

Intervindo na ocasião, a vice-ministra da Juventude e Desportos reconheceu existirem desafios, porém considera ser possível fazer se um pouco mais.

Para além de  jogos compectitivos, designadamente  Nthuva e Muravarava, realizaram-se,  também  jogos demostrativos.

Nesta edicção a cidade de Maputo sagrou-se  vencedora absoluta, enquanto a província anfitriã que tem estado em  lugares cimeiros não consegui lograr os mesmos intentos.

O quinto Festival juntou mais de duzentas pessoas e realizou-se sob o lema “Jogos Tradicionais Celebrando 200 Anos da Ilha de Moçambique”.

Recorde-se que a cidade mais antiga do país completa o segundo centenário no próximo dia 17.

 

A selecção nacional de futebol defronta, este sábado, às 17h00, no Estádio Nacional do Zimpeto, a Guiné-Bissau, em jogo da segunda jornada do grupo “K” de apuramento ao CAN-2019, prova a ter lugar nos Camarões.

Mobilização feita. Nação alinhada. Unida por uma causa. É hora de mostrarem competência no campo. Porquanto, no sábado, há que arrepiar caminho e colocar a Guiné-Bissau em sentido.

Há que dar vitalidade a euforia dos adeptos. Há que provar que a histórica vitória frente à Zâmbia, em Lusaka, não foi fogo-fátuo. É com este espírito que os eleitos por Abel Xavier devem subir ao relvado do Estádio Nacional do Zimpeto.

Uma equipa coesa defensivamente. Sem tremedeiras que nos deixem com o credo na boca. De resto, neste sector, na zona central, Mexer, Zainadine Júnior, Jeitoso, regressado Chico têm andamento e qualidades suficientes para nos darem tranquilidade. 

Há ainda Edmilson, na esquerda, e Clésio Baúque, na direita, que têm a missão não só de defender mas também apresentarem-se com propensão ofensiva.

Um meio campo musculado, móvel e com capacidade para estancar o jogo ofensivo dos Djurtus. Kambala, União Desportiva do Songo, Loló, Ferroviário de Maputo, Geraldo, Gildo, Witiness, Ifren e Reinildo são algumas das opções do seleccionador nacional.

São jogadores que recomenda-se: tenham a capacidade de funcionar como a primeira cortina defensiva e, ofensivamente, construam jogadas que partam o último sector dos guineenses.

Um ataque letal. É também o que precisamos. Dominguez, o puto maravilha, Ratifo, Reginaldo, Kamo-Kamo, Telinho, Dayo ou Maninho, qualquer um que for aposta de Abel Xavier, deve ter consciência de que o seu papel é marcar golos. Ter um instinto matador.

Os Mambas terão, naturalmente, que jogar com muita paciência. Há, certamente, momentos do jogo em que as coisas podem não sair a contento. Não se pode entrar em crise de ansiedade.

Devemos, isso sim, manter a calma. Assumirmos as rédeas do jogo porque, em casa, mandamos nós. Mas atenção que a Guiné-Bissau tem qualidade. Tem jogadores que evoluem, na sua maioria, na Europa. Bem-aventurados, por isso, mas com cautelas. Não esteve no CAN-2017, no Gabão, por acaso.

Arbitragem das maurícias

O jogo entre Moçambique e Guiné-Bissau será dirigido por um trio de arbitragem das Ilhas Maurícias. Trata-se de Ahmad Imtehaz Heeralall, árbitro principal, que será auxiliado por Sailesh Gobin – 1º assistente – e Ram Babajee, segundo assistente.

 

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