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O País – A verdade como notícia

A corda “rebentou” para o lado de Nelson Santos. Um anúncio na comunicação social, no domingo, de que não continuaria no clube verde-e-branco na próxima temporada, mesmo tendo mais um ano de contrato, à revelia da direcção, segundo apurou o “O País”, ditou o afastamento do técnico português e o seu adjunto do Ferroviário de Maputo.

A direcção dos “locomotivas” da capital decidiu antecipar o fim da temporada para Nelson Santos, uma vez que comunicou o técnico, segundo apurou “O País”, na noite da última segunda-feira, do seu afastamento. 

Esta segunda-feira de manhã, Nelson Santos foi ao balneário do Ferroviário de Maputo, no Estádio da Machava, com intuito de treinar a equipa, na primeira sessão semanal, para preparar o embate de domingo, diante do homólogo da Beira, mas foi impedido de entrar, alegadamente porque já tinha sido comunicado o seu afastamento, algo que terá gerado algum desconforto nos presentes.

Porém, e porque a corda já tinha sido rebentada para o lado de Nelson Santos, a direcção “locomotiva” liderada por Sancho Quipisso foi a terreiro buscar o “bombeiro” de todos os momentos, Carlos Manuel, para dirigir a equipa nas últimas duas jornadas do Moçambola-2018.

Caló, como é conhecido no meio futebolístico nacional, terá como adjunto o “seu eterno” companheiro, Carlos Baúte, com a missão de conquistar vitórias diante do Ferroviário da Beira e da ENH de Vilankulo, ainda sonhando com o título de campeão nacional, sendo que para tal espera pelo deslize da União Desportiva de Songo nos dois jogos que faltam para o final da temporada.

Em contacto telefónico com Carlos Manuel, este confirmou que assumiu o comando técnico do Ferroviário de Maputo para as próximas duas últimas jornadas do Moçambola. “Tenho contrato com o Ferroviário de Maputo e, quando fui ao Incomáti, foi por empréstimo. Agora não estava a exercer, mas como sou quadro do Ferroviário de Maputo fui solicitado e estou a treinar a equipa”, disse Caló, confirmando o segundo treino da turma verde-e-branco para esta quarta-feira, no Estádio da Machava.

Quando as contas ainda forem possíveis, o clube Ferroviário de Maputo diz que vai lutar para que o fim seja festivo. A última vez que conquistou o título foi em 2015, com Carlos Manuel no comando técnico.

Tal como naquele ano, Caló voltou a ser recuperado para orientar a equipa e desta vez com as apenas duas jornadas por disputar.

O técnico, que começou a época no comando técnico do Incomáti de Xinavane, substitui o demissionário Nelson Santos. No último domingo, sem avançar motivos, Nelson Santos saltou e deixou o barco à deriva, embora ainda seja possível conquistar o título.

Ao O País, o presidente do clube Ferroviário de Maputo, Sancho Quipisso, diz que a saída de Nelson Santos não vai estabilizar a equipa que, neste momento, continua focada no objectivo de conquistar o Moçambola, até porque ainda é possível.

“A decisão dele de sair naquele momento, só tomamos conhecimento no exacto instante através da comunicação social. Havia uma pré-conversa. Vieram ter comigo a 4 de Outubro e manifestaram intensão de sair mas seria para o próximo ano. Em princípio até concordamos mas o procedimento não foi respeitado”, referiu o presidente do Ferroviário de Maputo, para quem a saída de Nelson Santos não muda o que foi desenhado no início da época.

“Muda parte da equipa técnica mas os objectivos permanecem. O Manuel (Valoi) permanece e entram Caló (Carlos Manuel) e Baúte. É a única coisa que mudou” refere.

Aos jogadores, Nelson Santos terá, também, comunicado a sua saída instantes antes do jogo com o Textáfrica. A postura é condenada pelo presidente da locomotiva e diz que pode ter complicado e comprometido a exibição da equipa naquele desafio mas acredita que os atletas saberão vão saber gerir a situação.

“De forma alguma isto complica. No domingo, sim. Mas os jogadores são profissionais e vão tentar manter a calma e lutar até ao fim” garantiu Quipisso.

Entretanto, nos dois últimos jogos do Ferroviário de Maputo para o campeonato, houve sempre polémica incluindo a acusação, por parte do presidente do Textáfrica do Chimoio, de, o clube locomotiva ter pago ao árbitro para vencer o desafio do último fim-de-semana.

O presidente do Ferroviário de Maputo diz que foi com preocupação que acompanhou tais declarações acusatórias, no entanto, desvaloriza-as.

“Ele sabe o que deve fazer quando tem matéria para acusar. Acho que não fica bem sair da boca de um presidente”.

Quipisso diz que o Ferroviário sequer vai convidar o presidente do Textáfrica a prová-las por não constituírem, neste momento, a prioridade.

“Nós sabemos para onde vamos e não vamos perder o foco”, finalizou Quipisso.

 

Nelson Santos apresentou (pelo menos à comunicação social) a sua demissão do cargo do treinador do Ferroviário de Maputo, no final da época, quando ainda tem mais um ano de contrato. Na essência não apresentou os motivos, mas para quem perde o título desta forma, tudo justifica

Fim da linha para Nelson Santos! Uma época conturbada e recheada de falhanços, que não deixaram o técnico luso com bons sonhos, apenas pesadelos, dos quais quer agora se livrar.

Com mais um ano de contrato por cumprir, Nelson Santos atira a toalha ao chão e abandona o projecto. Não aguentou com os fracassos e dá um fim ao casamento a meio da caminhada do contrato.

Para o técnico, fica um projecto falhado, que iniciou com o afastamento da Taça de Moçambique ainda na fase da cidade, aos pés do Maxaquene, num jogo que perdeu, em casa, por 3-1, o que fez com que tivesse que se concentrar apenas numa prova, o Moçambola. Nessa altura fez muitas mexidas no plantel, dispensando cerca de seis jogadores e contratando apenas um, no mercado de transferência, com a justificação de contar apenas com os que estão comprometidos com a causa do título. E ainda chegou a liderar por largo tempo a prova, com alguma margem pontual em relação aos seus adversários, mas os jogadores “cansaram” cedo demais e começaram a ceder, perdendo pontos que permitiram aproximação e até “assalto” da União Desportiva de Songo à liderança do campeonato, já na 22ª jornada. Curiosamente quando perde com os “hidroeléctricos”, em Songo, por duas bolas sem resposta.

Nelson Santos atira a toalha ao chão mesmo “ainda” convicto de que pode conquistar o título. Faltam duas jornadas para o fim, tem desvantagem de três pontos em relação ao líder e uma outra desvantagem do confronto directo, com a União Desportiva de Songo.

Vale isto dizer que em caso de terminarem empatadas na tabela classificativa (se a UD Songo perder um ponto e vencer outro e o Ferroviário de Maputo vencer os dois jogos), a equipa de Songo revalida o título e deixa a equipa “locomotiva” a “descarrilar na estação”, tal como está a acontecer agora. E só mesmo um milagre pode salvar a “locomotiva” deste descarrilamento, porque o descalabro já aconteceu.

Em vantagem na meia-final da Liga dos Campeões africanos, mercê da vitória à tangente alcançada no dia 2 de Outubro, no Estádio Nacional 11 de Novembro, em Luanda, os militares do Rio Seco expressam firme determinação na conquista da presença inédita na decisão do título continental.

Numa fase tão adiantada da época, sem repouso para os jogadores, que prolongam o período competitivo também ao serviço das selecções nacionais, os treinadores privilegiam a melhoria da componente técnica e táctica do jogo, enquanto na parte física o trabalho é mais conservador.

De acordo com Ivo Traça, treinador adjunto do 1º de Agosto, em declarações ao Jornal de Angola, “fizemos duas sessões em Luanda, que permite concentrar o grupo, depois de uma paragem de 15 dias desde a disputa do primeiro jogo. Felizmente os jogadores reagiram bem. Prometem tudo fazer para chegar à final”, antes de admitir a introdução de prováveis alterações na equipa.

Para o adjunto de Zoran Maki, o facto de jogar fora de casa leva o 1º de Agosto a adoptar uma postura cautelosa: “Vamos defrontar um adversário muito experiente, que fará tudo no sentido de continuar em prova. Provavelmente jogaremos com dois homens no meio campo”, disse ao Jornal de Angola.

No treino do último domingo à tarde, no campo de apoio do Estádio Olímpico de Radès, o ensaio foi dominado por exercícios de saída da zona de pressão e o encurtar das linhas de passe, a fim de impedir a subida do adversário.

A equipa técnica pede aos jogadores que redobrem a atenção, sobretudo na resposta aos movimentos do trio de médios formado pelo camaronês Frank Kom, o costa marfinense Fousseny Coulibaly e o tunisino Ghaylen Chaaleli, apoiados por Anice Badri, como forma de garantir os festejos da passagem, pela primeira vez, a uma final da Liga dos Campeões africanos de futebol.

A vila de Gondola conta com um campeonato de futsal desde o último sábado. O troféu será disputado por nove equipas. Na primeira volta será o sistema de todos contra todos.  

Segundo Gito Delgado que faz parte da organização do campeonato, as nove equipas, nomeadamente Barcelona, ONP, Babalaza, Saúde, STAE, Pensão Delgado, Secretaria Distrital, e Município vão disputar até finais do mês de Dezembro.

E acrescenta que, além de constituir diversão para os amantes do futebol, a prova constitui uma das formas de ocupar os jovens para que fiquem longe do consumo de álcool e drogas.

A organização diz esperar que no próximo ano, o número de equipas na disputa passe dos actuais nove para doze.

Poderia ter sido o dia das decisões. Mas não foi. Muita coisa ainda pode acontecer, tanto na liderança como na despromoção. O Ferroviário de Maputo continua “no fio da navalha”, pois não pode ceder pontos, mas aguarda por eventuais deslizes da equipa de Nacir Armando para chegar ao título. Na situação inversa, dependendo apenas de si própria, a turma do Songo está claramente mais próxima de encomendar as faixas, com o “BI”  no horizonte.

A UDS sentiu-se bi-campeã nacional quando faltavam cerca de um quarto de hora para a ronda 27 do Moçambola terminar, mercê do resultado negativo que os locomotivas averbavam no Vale do Infulene, na altura um autêntico vale de lágrimas. Um golo, reconhecido unanimemente como irregular de Quelo, após uma carga sobre o guarda-redes do Textáfrica e que foi validado, gerou contestação, cartões amarelos e dificuldade em reatar a partida. Graças ao desalento fabril, retomou-se o sonho do Ferroviário, o que permitiu a reviravolta que deixa em aberto a aquisição das faixas, que ainda poderão ser encomendadas por uma das duas formações que se encontram no topo.

Ponta final empolgante

Numa altura em que o Moçambola aproxima-se do final, vão-se soltando as amarras, joga-se o tudo por tudo. Daí a emoção, as calculadoras em punho e… os golos. O calculismo ficou para trás. Exemplo disso foram os oito golos no jogo em Nampula entre o Ferroviário local e o Chibuto, num empate vivido com extrema alegria, uma vez que a turma da casa, após estar a perder por 3-0, operou um “forcing' que lhe permitiu chegar ao empate a quatro golos.
Já no diálogo dos aflitos, não houve condenação, uma vez que para os quelimanenses, mesmo derrotados pela UP de Manica, se beneficiaram com o golo de Telinho da Liga, que acabou derrotando os locomotivas de Nacala.

Na verdade, após o reatamento, o Moçambola regressou com muita emoção, mantendo aquilo que anima uma prova desta natureza: a incerteza!
Quem diria que um Maxaquene relançado no Moçambola, não conseguiria pontuar diante do Desportivo de Nacala. E que um Ferroviário da Beira “com as calças na mão” iria baquear diante de um Costa do Sol já focado na próxima temporada?
Reclamações sobre arbitragens são mais que muitas. O presidente do Textáfrica fala em roubo descarado e Uzaras Mahomed refere que há proteccionismo às formações em risco de descida e que o seu Sporting, porque já condenado, tem sido a vítima.

Sem espaço para errar

Tudo poderá ficar decidido na ronda que se segue. Ou talvez não? A partida UDS-1º de Maio, na casa deste, com interesses diferentes, vai atingir o rubro. Quelimane tudo vai fazer para se manter no Moçambola, mas o Songo já pensa nas faixas. E a disputa entre os manos locomotivas da Beira e Maputo, no Chiveve, como vai terminar? As calculadoras estarão em acção, pois os deslizes poderão ser fatais.
Cada vez mais, a calendarização das partidas para o mesmo dia e hora, para evitar jogadas de bastidores, se tornam importantes. E o reforço ao controlo às arbitragens, idem aspas!

 

Domínio dos sul-africanos na Piscina Olímpica do Zimpeto. Domínio dos sul-africanos nos femininos, com um total de 48 medalhas de ouro conquistadas, as quais se juntam 19 de prata e 26 de bronze nesta categoria. Nos masculinos, os sul-africanos obtiveram 13 medalhas de ouro, 12 de prata e 15 de bronze.

Estes números permitiram ao Mpumalanga Swimming revalidar o título de campeão absoluto da 10ª edição do Torneio Internacional Golfinhos Sprint.

Tal como na edição passada, os Tubarões ficaram em segundo lugar. Foram mais fortes nos masculinos com 26 medalhas, para além das 19 de prata e 15 de bronze.

O Clube Naval fechou os lugares de pódio com um total de 61 medalhas das quais 12 de ouro, 29 de prata e 20 de bronze.

Organizador da prova, o Clube de Natação Golfinhos de Maputo quedou-se na quarta posição. Totalizou 33 medalhas, sendo cinco de ouro, 15 de prata e 13 de bronze.

Seguiu-se o Ferroviário de Maputo, na quinta posição, com um total de seis medalhas das quais duas de prata e quatro de bronze.

Os “locomotivas” participaram na prova não só com um reduzido como também com nadadores dos escalões de formação.

Um dos convidados de fora, o Clube de Natação da Ilha de Luanda, ficou em sexto com oito medalhas: uma de ouro, duas de prata e cinco de bronze. Os angolanos fizeram-se a Moçambique com uma equipa reduzida: oito nadadores.

No sétimo lugar encontramos o Clube de Natação do Zimpeto com apenas três medalhas de bronze.

A 10ª edição do Torneio Internacional de Natação Golfinhos Sprint teve a particularidade ainda de contar com a prova “dash for cash”, cuja premiação foi monetária.

A organização, em parceria com o Instituto do Coração (ICOR), promoveu uma campanha de sensibilização sobre o combate ao cancro da mama.

Nadadores satisfeitos com nível competitivo

Partiram para a 10.ª edição do Golfinhos Sprints com o objectivo de melhorar as suas marcas e ganhar melhor forma para as competições nacionais e internacionais inseridas na presente temporada.

Ao cabo de três jornadas realizadas sábado e domingo na Piscina Olímpica do Zimpeto, os nadadores saem satisfeitos com a sua prestação. De resto, consideram que ter competido numa piscina de 50 metros constitui uma mais-valia para a natação.

 Boa impressão da organização e excelente nível competitivo. É assim que as delegações convidadas avaliam este evento que marca a celebração do vigésimo terceiro aniversário dos Golfinhos. Carlos Aberto, treinador do Clube Natação Ilha de Luanda, diz estar satisfeito com a entrega dos seus “pupilos”, sendo que “alguns melhoraram a suas marcas”. Alberto lamentou apenas o facto de não ter tido a oportunidade de trazer mais nadadores devido a “crise financeira”.  Esta competição juntou nadadores de Angola, África do Sul e Moçambique sendo de destacar a prova de sensibilização sobre o combate ao cancro da mama.

 

Arrancou hoje, na piscina Olímpica do Zimpeto, a 10ª edição do Torneio Internacional Golfinho Sprint. A organização mostra-se satisfeita com a qualidade dos competidores que estão na prova. Participam desta 10ª edição mais de 200 atletas entre nacionais e estrangeiros.

Um desfile das delegações de Angola, África do Sul e Moçambique marcou o início, da 10ª edição Torneio Internacional Golfinho Sprint na piscina Olímpica do Zimpeto. Apesar da chuva que se fez sentir na capital moçambicana, neste primeiro dia, as provas foram disputadissimas, pois o objectivo dos clubes participantes é melhorar os tempos e conquistar o maior número de medalhas. Na qualidade de organizador, o clube Golfinhos de Maputo, mostrou-se satisfeito com a qualidade dos atletas na prova.

A Federação Moçambicana de Natação destacou que a reabertura da Piscina Olímpica do Zimpeto irá ajudar os atletas nacionais a melhorar o seu desempenho.  

Por seu turno, Anibal Manave, presidente do Comité Olímpico de Moçambique defendeu que a prova é uma mais-valia para os atletas nacionais, que procuram melhorar os seus tempos, de modo a que tenham os mínimos para os Jogos Olímpicos.

Por se estar no mês de consciencialização e combate ao cancro da mama, denominado Outubro Rosa, foi realizada uma prova dedicada aos esforços do combate a esta doença. E porque o Instituto do Coração juntou-se à causa, está aberto a receber donativos para ajudar nos esforços do combate à doença.

Os clubes nacionais e estrangeiros que participam da prova garantem que irão dar o seu melhor para melhorar as suas marcas e sair com maior número de medalhas.

O Costa do Sol recebeu e venceu o Ferroviário da Beira por 3-1, em partida de arranque da 28ª jornada do Moçambola-2018. A partida marcou o regresso da prova depois de uma paragem de duas semanas para dar lugar aos compromissos dos Mambas.

As duas equipas entraram para o sintético do Costa do Sol igualadas com 35 pontos na tabela classificativa. Ambas procuravam pontos para fugir da zona incômoda onde se encontravam, daí antevendo-se um grande jogo.

Mas a realidade mostrou o contrário. As duas equipas jogavam cautelosas e sem ariscar.

Foi quase assim em toda primeira parte, até que já em tempo de compensação o Costa do Sol abriu o livro. Primeiro por Sibale a aproveitar uma sobra de defesa de Soarito para cabecear para o fundo das malhas… e depois por Mbulu, outra vez, a aproveitar uma defesa incompleta de Soarito, para ampliar o marcador, levando as duas equipas ao intervalo com o resultado de 2-0.

O Ferroviário da Beira voltou mais ousado na segunda parte, chegando mais vezes à baliza de Guirrugo, mas sem conseguir atingir seus intentos. E foi nessa avalanche ofensiva que Fabrice é derrubado na área, mas o árbitro entendeu de outra forma e mostrou o segundo amarelo ao jogador locomotiva, que deixou a equipa reduzida a dez unidades.

Ao minuto 66, na cobrança de um livre do Ferroviário de Beira, Mbulu cabeceia para o fundo das malhas de Guirrugo, reduzindo a desvantagem da sua equipa e relançando a partida.

Mas os canarinhos queriam a tranquilidade, que chegou quatro minutos depois, num remate seco de Chawa, sem hipóteses de defesa para Soarito.

Soarito que ainda impediu o quarto golo do Costa do Sol por duas ocasiões, ao defender para canto remates contrários.

Aos 88 minutos, o Ferroviário da Beira introduziu a bola nas malhas de Guirrugo, mas o árbitro aponta para fora de jogo, o que provocou a ira de Rogério Gonçalves, que abandonou o banco técnico em protesto.

As duas equipas voltam a cruzar caminho na final da Taça de Moçambique, a 10 de Novembro próximo.
 

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