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O País – A verdade como notícia

Foi uma vitória sofrida da selecção nacional, este domingo diante da Zâmbia, novamente por uma bola sem resposta, dando uma lufada de ar fresco nas aspirações de qualificação ao CAN dos Camarões, em 2019.

Um golo de Reginaldo ao minuto 18 da segunda parte deu uma vitória suada ao combinada moçambicano, num jogo que foi controlado pelos Mambas desde o início.

Aliás, foi uma vitória sofrida, tendo em conta os últimos jogos em que os Mambas sofreram nos últimos minutos, valendo a boa prestação de Leonel, a dar segurança e garantias aos moçambicanos. Afinal, ainda podemos sonhar!

Assim, os Mambas esperam pelo jogo de Março, diante da Guiné-bissau, para procurar carimbar a passagem ao CAN-2019.

Com os resultados combinados desta jornada, nomeadamente o empate entre a Namibia e a Guiné-Bissau, sem abertura de contagem, e a vitória de Moçambique frente a Zâmbia, os Mambas terminam o ano na terceira posição, com sete pontos, menos um que a dupla Guiné-Bissau e Namíbia que continuam a liderar o grupo K.

Uma equipa de técnicos do FC Porto, campeão português, trabalhou no campo do Afri onde observou centenas de talentos para posteriormente serem enquadrados na academia dos Dragões.

Em reconhecimento do potencial existente em Moçambique, o FC Porto enviou esta equipa de técnicos da sua academia, denominada Dragon Force, para liderar o processo de descoberta de talentos a nível nacional. Para a academia Black Bulls, esta parceria é para continuar. Até porque dá espaço aos novos talentos para mostrarem o seu valor, bem como terem a oportunidade de evoluir a nível profissional em Portugal.

O evento, denominado “Caça Talentos”, enquadra-se no protocolo existente entre o FC Porto e o Black Bulls. Sublinhe-se que, ainda este mês, o “Caça Talentos” irá realizar-se também na província da Zambézia.

Quando estamos a 48 horas do jogo decisivo dos Mambas de qualificação ao CAN-2019, um facto é certa: todos os jogadores estão disponíveis para defrontar a Zâmbia, este domingo, no Estádio Nacional do Zimpeto. Uma certeza confirmada pelo médico da selecção, Mussa Kalu, que diz ainda que nem o calor vai prejudicar os jogadores nacionais.

Disposição em alta, os jogadores sentem que o jogo de domingo possui um carácter importante, daí que não há espaços para falhas. Garantia dada pelos dois guarda-redes dos Mambas, Leonel e Guirrugo, que assumem desejo de vitória. Neste sábado, os Mambas realizam seu derradeiro treino a porta fechada, no local do jogo.

O grupo SOICO e a Televisão de Moçambique (TVM) assinaram esta sexta-feira um acordo que vai viabilizar a transmissão da Taça de Clubes Campeões Africanos de Basquetebol sénior femininos na STV. Ainda esta sexta-feira, o grupo SOICO assinou um memorando de entendimento com a Zap Moçambique que vai permitir a difusão do sinal dos jogos para o resto de África.

O acordo foi assinado pelo COO do grupo SOICO, Jeremias Langa, e o Presidente do Conselho de Administração da TVM, Faruque Sadique.

À luz desta parceria, a TVM vai ceder o sinal à STV, que devido a sua abrangência continental vai disponibilizar o mesmo para o resto de África.

De resto, esta é uma das condições para se ter direito a transmissão deste evento da FIBA Africa que, para este ano, vai juntar dez equipas.

O COO do grupo SOICO, Jeremias Langa, diz que o acordo significa que se pode, em ambiente de concorrência, alcançar parcerias desta dimensão.

Já o Presidente do Conselho de Administração da TVM, Faruque Sadique, fala de um momento importante para as duas instituições.

Ainda esta sexta-feira, o grupo SOICO rubricou outro memorando com a ZAP Moçambique também enquadrado na viabilização da transmissão da 24 edição da Taça de Clubes campões africanos de basquetebol em seniores femininos.

A ZAP será responsável pela disponibilização do sinal para o resto dos países africanos.

O COO do grupo SOICO garante a transmissão de todos os jogos do ferroviário de Maputo, único representante moçambicano na prova.

A ZAP Moçambique diz que estão criadas as condições técnicas para o sucesso da transmissão.

A Taça de Clubes Campeões Africanos de Basquetebol em seniores femininos arranca este sábado, no pavilhão do Maxaquene.

O Ferroviário de Maputo quer conquistar a 24ª edição da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos depois de ter perdido nas finais de 2006, no Gabão, 2016, em Maputo, e 2017, em Angola.

Dois anos depois, o pavilhão do Maxaquene irá testemunhar o desfile das estrelas do basquetebol continental e outras vindas dos EUA e outros cantos do mundo.

À procura do primeiro título, o Ferroviário de Maputo vai contrariar os seus adversários e colocar-se no olimpo de África.

De resto, as campeãs nacionais perseguem este trofeu há muito tempo, tendo perdido em três finais, a última das quais em 2017, em Luanda, Angola, diante do 1º de Agosto, por 65-51.

Como prova do seu poderio e força em África, o Ferroviário de Maputo esteve no pódio nas três últimas edições da Taça dos Clubes Campeões Africanos. Mas a caminhada começou em 2006. Nesse ano, no Gabão, o Ferroviário de Maputo, orientado por Carlos Aik, perdeu na final com o 1º de Agosto de Angola, por 86-74.

Em 2015, em Luanda, o Ferroviário de Maputo ocupou o terceiro lugar ao perder nas meias-finais com o First Bank da Nigéria, por 71-54. Em 2016, fez novamente uma excelente campanha, tendo falhado o título ao perder na final com o Interclube de Luanda, por 67-49. Nova campanha brilhante em 2017, em Luanda, Angola, com um registo de seis vitórias e apenas uma derrota.

Nas meias-finais, uma recuperação fantástica frente ao Interclube e uma vitória por 71-62, gelou no pavilhão multiuso de Luanda. Mas, na final, as “locomotivas” perderam com o 1º de Agosto de Angola, por 65-51. Este ano, a jogar em casa, o Ferroviário de Maputo quer finalmente conquistar o título continental de clubes.

Para o efeito, conta na sua estrutura com duas norte-americanas e um leque de jogadoras que já conquistaram a Taça dos Clubes Campeões Africanos no Desportivo e na Liga Muçulmana.

Três vezes campeões do mundo, nomeadamente em 2015, na França, 2016 em Portugal e 2017 nos Estados Unidos, a selecção nacional de salto a corda foi homenageado pela Universidade Pedagógica (UP) perante algumas figuras do desporto nacional.

O presidente da federação moçambicana da modalidade, Mussa Tembe, um dos percursores do salto a corda, enalteceu o feito, mas destacou a resistência e persistência dos praticantes e pediu melhores condições para potencializar-se o talento já existente.

Os homenageados também louvaram a iniciativa e não deixaram de mencionar as dificuldades para a prática da modalidade diariamente. Muito recentemente, a mesma selecção decidiu não participar em competições internacionais por falta de condições.

Selecção nacional de futebol joga cartada decisiva na qualificação ao CAN dos Camarões, em 2019, este domingo, diante da Zâmbia, em partida da quinta jornada do grupo K. só a vitória interessa aos Mambas.

Sim! É o tudo ou nada para os Mambas! Nada mais interessa no jogo de domingo, para além da vitória. Uma vitória que seria apenas um passo gigante, porque faltaria outro passo, em Bissau, diante da Guiné, em Março próximo. Mas enquanto não damos o segundo, temos que pensar neste primeiro passo. E a “vítima” chama-se Zâmbia.

Uma Zâmbia que vencemos com muito orgulho, na primeira jornada, há mais de um ano, por uma bola sem resposta, com golo marcado já nos minutos finais, por Ratifo, a passe de Telinho. Desta vez não estará Ratifo (que está doente), mas estão outros, casos de Reginaldo, que é um dos melhores marcadores do campeonato da Albânia, Witi, que tem sido uma peça chave no Nacional da Madeira, Telinho, que foi o melhor marcador do Moçambola, Maninho, Luís Miquissone e Domingues, quem muito se espera dele para fazer a diferença e ajudar os Mambas a alcançar os três pontos.

Nas últimas três partidas dos Mambas, nomeadamente diante da Guiné-Bissau (empate 2-2) e Namíbia (derrotas: em casa 1-2 e fora 1-0), os erros defensivos foram fatais para os golos sofridos, principalmente os sofridos em casa, com os Djurtus e com Bravos Guerreiros, respectivamente nos minutos finais, já em tempo de compensação, derivados da desconcentração.

Com uma Zâmbia bastante perigosa quanto frágil, não fosse a última posição que ocupa a esta altura, é preciso ter bastante concentração, não só na defensiva, mas também no ataque, para saber aproveitar os seus erros e não permitir que sejam eles a aproveitarem os nossos erros.

Estatísticas a desfavor dos Mambas

A importância desta partida tem várias interpretações. Para além de ser um jogo em que a vitória abre uma porta para o CAN-2019, os moçambicanos precisam viver a alegria de vencer a Zâmbia em sua casa. Afinal nunca antes aconteceu, em jogos oficiais e seria a “cereja sobre o bolo”, numa altura em que se vive muitos problemas sociais e financeiros do país.

Mas também há que procurar formas de equilibrar as estatísticas. Até esta altura, Moçambique só venceu um jogo, perdeu oito e empatou dois, de um total de 11 partidas realizadas. Os Mambas marcaram apenas quatro golos e sofreram 21. Aliás, em solo pátrio apenas um empate com os Chipolopolo, a dois golos.

Por isso a importância de vencer. Tanto mais que os jogadores vão entrar em campo já conhecendo o resultado do outro jogo, entre Namíbia e Guiné-Bissau, que terá lugar amanhã, no San Nunjoma Stadium.

A equipa de arbitragem vem do Botswana, cujo presidente visitou recentemente o nosso país, e é liderado por Joshua Bondo, auxiliado por Souru Phatsoane e Oamogetse Godisamang.

Os bilhetes continuam a ser vendidos aos preços de 200 e 300 meticais, nomeadamente para as bancadas sol e sobra.

 

Veio da Beira e “aterrou” no Maxaquene. Mas foi parar no vizinho Desportivo de Maputo onde foi lapidada por Nasir “Nelito” Salé. Combativa, a atleta integrou a equipa do Desportivo de Maputo que, em 2007, quebrou um jejum de sete anos sem que o país conquistasse a Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol.

É verdade que, numa equipa onde se destacaram na sua posição Salimata Diatta e Anta Sy, não contabilizou muitos minutos.

 Em 2008, em Nairobi, Quénia, teve o privilégio de voltar a campear quando o Desportivo de Maputo chegou, viu e venceu. Odélia Mafanela e companhia tiveram um registo brilhante de oito vitórias em igual número de jogos. Este foi o seu segundo título africano de clubes na sua carreira. Mas…ainda estava por vir outro. Abidjan, Costa do Marfim, foi talismã para a Liga Desportiva de Maputo que bateu na final as angolanas do Interclube por 53-43.

Com um percurso similar de Anabela Cossa, conta ainda com um terceiro lugar alcançando em 2015, em Luanda, Angola. 

Mafanela foi determinante para que as “locomotivas” tivessem um registo de seis vitórias e duas derrotas na prova, sendo que nas meias-finais perderam com o First Bank da Nigéria por 71-54, com Ana Suzana Jaime em destaque com 16 pontos.

Com as cores do Ferroviário de Maputo, Odélia Mafanela ficou também em segundo lugar na prova realizada em Maputo, em 2016. Mafanela regressou a competição, lembre-se, dois meses depois de ter sido mãe.

No ano seguinte, novo desaire na final para Odélia Mafanela e o Ferroviário de Maputo frente a uma equipa angolana: 1º de Agosto de Angola.

No preenchido pavilhão multiusos do Quilamba, o Ferroviário de Maputo perdeu na final por 65-51, sendo que os 16 pontos contabilizados por Odélia Mafanela fizeram dela a melhor cestinha das “locomotivas” no embate.

Pelo meio, há registo de um terceiro lugar em 2009, em cotonou, no Benin, quando o Desportivo de Maputo perdeu, caiu nas meias-finais perdendo com o Abidjan BC, por 60-49.

Odélia Mafanela conta ainda com um segundo lugar alcançado em 2010, em Bizerte, na Tunísia, competição na qual o Desportivo de Maputo perdeu na final com o 1º de Agosto de Angola com quem perdeu por 77-63.

Mafanela é um grande exemplo de combatividade e entrega ao jogo.. Apresenta uma boa capacidade de salto, permitindo que ganhe bastabtes ressaltos. Uma jogadora a ter em conta neste campeonato africano de clubes que arranca sexta-feira.

Enquanto “Menina bomba”, Anabela Cossa foi melhor triplista da Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos, em 2016, tendo, igualmente, marcado presença no cinco ideal da prova. Feito histórico, soma três títulos continentais de clubes no seu curriculum, para além de ter ocupado a segunda posição em várias edições tanto no Desportivo quanto no Ferroviário de Maputo. Fez parte da equipa do Desportivo que, em 2007, no pavilhão do Maxaquene, colocou em sentido os seus adversários conquistando a Taça dos Clubes Campeões ao derrotar na final o 1º de Agosto, por 64-47. Foi um percurso imaculado com oito vitórias em igual número de jogos.

Para além de Anabela Cossa, faziam parte das campeãs africanas, Anta Sy, Cátia Halar, Crichúlia Monjane, Diara Dessai, Josefina Jafar, Luísa Nhate, Nádia Rodrigues, Odélia Mafanela, Salimata Diatta, Sílvia Neves, Valerdina Manhonga.  No ano seguinte, voltou a erguer o troféu pelo Desportivo de Maputo numa prova realizada no Quénia. Nova vitória na final sobre o 1º de Agosto de Angola, desta feita por 70-63 deram o bicampeonato a Anabela Cossa. O “team” era constituído po Yolanda Jones, americana, Deolinda Ngulela, MVP da prova, Diarra Dessai, Aleia Rachide, Filomena Micato, Valerdina Manhonga, Cátia Alar, Odélia Mafanela, e Sokhna Sy, senegalesa. Seguiram-se um terceiro lugar em 2009, em Cotonou, no Benin, prova na qual o Desportivo de Maputo perdeu nas meias-finais com o Abidjan BC por 60-49. Há também registo de um segundo em 2010, em Bizerte, na Tunísia, competição na qual o Desportivo de Maputo caiu na final aos pés do 1º de Agosto de Angola com quem perdeu por 77-63. A americana Danielle Green, MVP da prova, “matou” as “alvi-negras” ao contabilizar 28 pontos. Em 2012, novamente no olimpo de África. Em representação da extinta Liga Muçulmana, Anabela Cossa conquistou a terceira Taça dos Clubes Campeões Africanos, tendo derrotado na final o Interclube por dez pontos: 53-43. Clarisse Machanguana acabou sendo indicada melhor jogadora da competição (MVP) para além de ter feito parte dos cinco ideais da prova juntamente com as suas compatriotas Leia “Tanucha” Dongue e Deolinda Ngulela. Anabela Cossa ficou ainda em terceiro lugar em 2015, em Angola, ao serviço do Ferroviário de Maputo que perdeu nas meias-finais com o First Bank, por 71-54.  Em 2016, em Maputo, não conseguiu ajudar o Ferroviário de Maputo a vencer na final o Interclube de Angola. Já no ano passado, ficou novamente com a medalha de prata quando o Ferroviário de Maputo perdeu na final com o 1º de Agosto, no pavilhão multiusos do Quilamba, por 65-51.

 

Antigos futebolistas consideram que os torneios dos bairros são uma fonte de descoberta de novos valores do futebol nacional. Estes falavam durante o lançamento da Copa Paulo Rossi, uma prova que junta nove equipas da periferia da cidade de Maputo.
 
Trata-se de um torneio com mais de 30 anos. Antigamente designado torneio das mangueiras, agora é chamado Paulo Rossi em homenagem ao seu criador falecido há dois meses. Saídos deste torneio, Nonó, antigo jogador do Desportivo e Bebé antigo jogador do Matjedje, defendem maior valorização dos torneios dos bairros.

Faruk Simango, amante do desporto rei, considera que os torneios dos bairros ajudam as crianças a ter referências.

O pontapé de saída da edição 2018 do torneio Paulo Rossi, foi dado por Josimar jogador do Ferroviário de Nampula que igualmente foi descoberto no mesmo torneio. Lembre-se que o torneio conta com nove equipas sendo que é disputado num sistema de todos contra todos numa única volta.
 

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