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O País – A verdade como notícia

O Sporting deposita “total confiança no sistema judicial”, disse à agência Lusa fonte oficial do clube lisboeta, em referência à detenção do ex-presidente Bruno de Carvalho e de um dos líderes da claque Juventude Leonina, Nuno Mendes, conhecido por Mustafá.  Bruno de Carvalho e Mustafá foram detidos no domingo, no âmbito da investigação da invasão à Academia do clube, em Alcochete, com base em mandados de detenção emitidos pelo Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa.

O ex-presidente do clube lisboeta, que está detido nas instalações da GNR de Alcochete, e Mustafá deverão ser ouvidos no Tribunal do Barreiro, onde decorre o processo, podendo ficar sujeitos a medidas de coação, tal como aconteceu com 38 arguidos, que estão em prisão preventiva.

Também no domingo, a GNR realizou buscas na sede da Juve Leo, no Estádio José de Alvalade, em Lisboa, um espaço conhecido como ‘A Casinha’, com o contributo da Polícia de Segurança Pública (PSP), que estabeleceu um perímetro para garantir a segurança da zona.

O advogado de Bruno Carvalho, José Preto, qualificou a detenção de “vexatória” e “aviltante”, em declarações à RTP, no domingo, lembrando que o ex-presidente do Sporting já tinha comparecido voluntariamente no DIAP para prestar declarações, sem, no entanto, conseguir ser ouvido.

Em 15 de Maio deste ano, a equipa de futebol do Sporting foi atacada na Academia do clube, em Alcochete, por um grupo de cerca de 40 alegados adeptos encapuzados, que agrediram alguns jogadores, treinadores e ‘staff’.. No dia dos acontecimentos, a GNR deteve 23 pessoas, tendo posteriormente efectuado mais detenções, estando actualmente em prisão preventiva 38 pessoas, entre as quais o antigo líder da Juventude Leonina Fernando Mendes.

Uma Poste e uma Extremo, parecem ser as únicas coisas que Leonel Manhique precisava para, quem sabe, desta vez mudar a história e levar o Ferroviário de Maputo ao inédito titulo africano.

Cierra Robertson-Warren e Carmen Tyson Thomas são ambas norte-americanas e vão cumprir a sua primeira experiência em África.

As duas jogadoras têm 27 anos, sendo que Cierra está vinculada aos turcos da Urla BLD e, segundo o Jornal Ferroviário, conta com passagens por principais ligas de países como Bulgária, Polónia ou Hungria.

Ainda segundo a mesma fonte, a extremo Tyson Thomas provém das australianas Easter Mavericks, da Primeira Liga e já sagrou-se campeã na Eslovénia e Chile.

Portanto, equivale isto dizer que, as duas atletas são, em principio, de créditos firmados e vão agregar valor às campeãs nacionais para a empreitada que se avizinha.

Ao Ferroviário de Maputo só falta mesmo o título africano, que no entanto, esteve próximo em pelo menos três ocasiões.

As locomotivas falharam em 2006, 2016 e 2017, sendo que em 2007 e 2015 tiveram que conformar-se com o terceiro posto.

Vontade e ambição sempre estiveram lá e desta vez espera-se que haja festa e fogos-de-artifício no pavilhão do Maxaquene, palco da prova.

O técnico do ferroviário de Maputo, Leonel Manhique que levou a equipa ao terceiro lugar em 2015 e ao vice-campeonato em 2016, quer escrever uma historia diferente, por isso, a visão também tem que ser diferente.

”Em função do nosso desempenho no passado, olhamos para esta edição com ambição e missão de tudo fazer diferente para chegar ao título. Depois dos três últimos posicionamentos, não há nada neste momento que seja diferente de chegar ao primeiro lugar”.

Em relação aos dois reforços, Manhique diz que foram buscar o que não tinham no plantel.

“O Ferroviário de Maputo sempre quis trazer as melhores jogadoras para este tipo de competições. Fomos ao mercado a procura do que não tínhamos e acreditamos que fizemos melhores escolhas, dentro daquilo que pretendemos, para conquistar a prova”, referiu.

Entretanto, a capitã Ingvild Mucauro e a experiente Anabela Cossa são as que apareceram na conferência de imprensa para a projecção da prova.

Fundamental nas últimas três edições da Taça de Clubes, Mucauro já foi campeã africana em 2012 pela extinta Liga Desportiva e assume, quer mais.

 “Já temos Licção estudada e acreditamos que estamos preparadas para enfrentar esta fase. Nós, como atletas, em primeiro lugar queremos este título. O Ferroviário de Maputo como clube e Moçambique merecem esse título. Vamos fazer tudo o que podermos para conquistar a prova e garantir o título africano” sustentou a capitã Locomotiva.

Uma das mais relevantes no plantel locomotiva, esteve nos cinco ideais em 2016, para além de ter sido a melhor triplista.

Anabela Cossa foi três vezes campeã africana, duas pelo Desportivo e uma pela Liga Desportiva.

A jogadora diz que há muito que a luta começou. Os últimos três anos foram de quase, desta vez, Cossa quer que o Ferroviário termine em grande.

“Estamos a trabalhar há bastante tempo, devo dizer que esta luta começou há três anos e acho que a equipa já tem experiencia suficiente para encararmos esta prova de forma diferente. Estamos preparadas e concentrados para o efeito” explicou Cossa, para quem a pressão de estar a jogar em casa não vai afectar as atletas, ate porque o publico galvaniza mais a equipa”.

A direcção do clube não podia fazer diferente. O presidente Sancho Quipisso Jr. diz que estão a fazer de tudo para que a Taça, que seria a primeira desta dimensão, fique na vitrina do Ferroviário de Maputo.

“Um dos objectivos pelo qual organizamos esta prova é, justamente, para lutarmos pela conquista ao título. Tenho a impressão de que tudo está a correr bem e sinto que é desta vez” finalizou. 

 

Mambinhas sub-23 defrontaram e venceram a Associação Black Bulls, esta terça-feira, em jogo de preparação para o embate da sexta-feira, diante do Eswathini, da primeira mão da primeira eliminatória de qualificação ao CAN da categoria, em 2019.

Sob orientação de Victor Matine, selecionador nacional deste escalão, os Mambinhas experimentaram algumas dificuldades para derrotarem o campeão da cidade de Maputo, por duas bolas a uma, um resultado que, de uma ou de outra forma, serviu para espevitar os jogadores a alcançarem um bom resultado na sexta-feira.

Com uma formação que está próxima de ser a base para o jogo diante do Eswathini, onde se destacavam jogadores como Danilo, Mexer, Raúl, Kamo Kamo, Candinho, Nilton, Mário, Kabine e outros, os Mambinhas abriram o marcador ainda na primeira parte, através do avançado da Liga Desportiva de Maputo, Kabine, resultado com que foram ao intervalo.

Na segunda parte, já com muitas alterações feitas como forma de experimentar todos os jogadores, os Mambinhas ainda dilataram o marcador por intermédio de Milton, antes de Ejaita reduzir a desvantagem do Black Bulls, que apesar de ter sido um jogo treino, de preparação do combinado nacional dos sub-23, deu muita luta, mesmo porque a missão era dificultar e fazer com que o colectivo da equipa técnica encontrasse os pontos-chave da selecção, as dificuldades, as vantagens e os tremedeiras, para colmatar os erros e não ser surpreendido pelo seu adversário, na sexta-feira.

O destaque desta partida foi para os jogadores Martinho e Genny Catoma, este último um dos melhores marcadores do campeonato da cidade de Juniores, que sendo jogadores do Black Bulls, envergaram a camisola dos Mambinhas.

Entretanto, os Mambinhas sub-23 viram-se desprovidos de dois três jogadores inicialmente convocados serem “desviados” para os trabalhos da selecção nacional, nomeadamente o guarda-redes Franque e os médios Amadu e Victor, devido a ausência de alguns jogadores, mas viu-se reforçado, não só pelos dois jogadores do Black Bulls, mas também por mais dois jogadores que vão substituir Bruno, Jonny e Neymar, que não se deslocaram ao país para o embate da sexta-feira.

Os Mambinhas voltam a treinar quarta-feira, mas à hora do jogo, 18H00, no relvado natural do Estádio Nacional do Zimpeto. Sexta-feira defronta o Eswathini, domingo assiste o jogo dos Mambas e segunda-feira parte para Manzini, onde na terça-feira joga a segunda mão desta eliminatória de acesso ao CAN da categoria, que terá lugar em 2019, no Egipto.

Para esta primeira mão, um trio proveniente do Burundi vai apitar o jogo, nomeadamente Georges Gatogato, árbitro principal, Shabani Niyungeko e Pascal Ndiminzigo, assistentes.

 

A Baía de Pemba Futebol Clube precisa de cinco milhões de Meticais para garantir que os jogos do Moçambola sejam realizados na província de Cabo Delgado, onde até ao momento não existe um campo em condições para acolher altas competições.

Entretanto, apesar das dificuldades, o clube já está avançar com o arrelvamento do Estádio Municipal de Pemba, que vai acolher jogos do Moçambola, caso a Liga Moçambicana de Futebol, aprove as condições exigidas.

A Baía de Pemba Futebol Clube, único representante de Cabo Delgado no Moçambola 2019, já tem um campo, emprestado pelo Conselho Municipal, onde a relva sintética já está a ser substituída pela natural, e já conseguiu instalações emprestadas pelo governo da província para o funcionamento da sede da equipa, no entanto, não tem dinheiro suficiente para garantir as reabilitações.

O Clube precisa de quase todo tipo de apoio. Mas a maior preocupação é com o campo.

Entretanto, para além da reabilitação do campo, e da futura sede do Clube, o Baía de Pemba está preocupado com o novo plantel, que também vai exigir muito dinheiro.

Baia de Pemba Futebol Clube, o próximo representante de Cabo Delgado no Campeonato Nacional de Futebol, foi fundado em 2013, por um grupo de jovens de Paquitequete, o histórico subúrbio da baía de Pemba.

O treinador do Costa do Sol, Horácio Gonçalves, confirmou a sua continuidade na colectividade, para a temporada 2019. No horizonte, o técnico português assume o desejo de conquistar o campeonato nacional e a revalidar a Taça de Moçambique.
 
Horácio Gonçalves chegou, viu e venceu!
Foi precisamente a 25 de Abril deste ano que Horácio Gonçalves chegou a Maputo para ocupar o lugar deixado vago pelo argentino Fabio Costas, que em seis jornadas não conseguiu alegrar a direcção e os adeptos canarinhos, tendo alcançado apenas duas vitórias, igual número de derrotas e de empates. Horácio Gonçalves foi apresentado no dia seguinte, 26 de Abril e logo tomou as rédeas do clube, que já estava eliminado das afrotaças, ao ser afastado pelo Rayon Sports do Quénia, num agregado de 3-2 (perdeu fora 3-0 e venceu em casa 2-0) e com apenas provas internas pela frente, nomeadamente o Moçambola e a Taça de Moçambique.

Estreou-se com um empate e depois sofreu duas derrotas consecutivas, antes de iniciar uma recuperação que ficou mais visível na segunda volta. No seu comando, o Costa do Sol conseguiu sete vitórias, seis derrotas e 11 empates. Com este desempenho conseguido em 24 jornadas, os canarinhos saíram da 12ª posição e terminaram a prova na oitava, com 40 pontos, 24 golos marcados e 17 sofridos.

Na Taça de Moçambique, o Costa do Sol conseguiu afastar todos adversários que cruzaram o seu caminho, e no passado sábado conquistou a prova, ao derrotar o Ferroviário da Beira por 4-2, na marcação das grandes penalidades.

Na hora do balanço da época já encerrada, Gonçalves assume que foi difícil no início, onde considerou “estranha para a grandeza do Costa do Sol” mas que teve uma segunda volta “ao nosso nível e boa”, resumindo a época como tendo sido “desgastante”.

E foi uma época não tão boa, mas também não tão péssima para a direcção canarinha que decidiu manter confiança no técnico português, que renovou por mais um ano. Horácio Gonçalves até já traçou os objectivos para a época 2019. “Renovei já há três meses. O plantel já está pronto há mês e meio. A nossa intenção na próxima época não é vencer apenas uma prova, tal como aconteceu este ano, mas sim vencer as duas e fazer a dobradinha”, prometeu Gonçalves.

Já com a base do plantel garantido, Gonçalves espera contratar mais dois ou três jogadores que deverão chegar ao ninho do canário ainda este ano. Para a próxima temporada, o Costa do Sol vai representar Moçambique na Taça CAF, uma prova que inicia em Agosto de 2019 e termina em Maio de 2020.

Telinho e Witti, jogadores dos Mambas, que participaram dos treinos desta segunda-feira, garantem fazer de tudo para vencer a Zâmbia no próximo dia 18, em jogo da 5ª jornada do grupo K de qualificação ao CAN-2019.

Motivação em alta na selecção nacional… Até porque precisa-se!

Os Mambas são obrigados a vencer a Zâmbia para manter acesa esperança da qualificação ao CAN-2019, nos Camarões. Com as contas complicadíssimas em resultado dos últimos jogos que não foram como esperados, os jogadores estão cientes das dificuldades, mas só pensam na vitória.

Dos 25 convocados por Abel Xavier, não estiveram os "estrangeiros" Reginaldo, Ratifo, Edmilson, Gildo, Geraldo e Clésio.

O Costa do Sol revalidou o trofeu da Taça de Moçambique ao conquistar pelo segundo ano consecutivo a prova. Os canarinhos venceram na final o Ferroviário da Beira num jogo que teve uma má arbitragem de Estêvão Matsinhe e seus assistentes.

Foi o encerramento da época futebolística e com ela mais um caso! Má arbitragem do trio que ajuizou o jogo e que provocou momentos pouco dignos no nosso futebol. Um fora de jogo mal assinalado, quase no final dos 90 minutos, deitou por terra a boa exibição das equipas em campo, perante assistência de quase cinco mil pessoas, com destaque para o Primeiro-Ministro do país, Carlos Agostinho do Rosário, a ministra da Juventude e Desporto, Nyeleti Mondlane e outras figuras e dirigentes desportivos.

Mas no final venceu o Costa do Sol, com uma ajuda de Estêvão Matsinhe, á salvar a época no ninho do canário. Aliás, Estêvão Matsinhe marcou o fim da sua carreira de arbitragem e entra para a reforma. Pela porta pequena.

Confronto dos Gonçalves vencido por Horácio

O Ferroviário da Beira foi a equipa que desde cedo procurou chegar ao golo, priorizando remates de longa distância, testando a atenção de Guirrugo, mas sem alcançar os seus intentos. A resposta do Costa do Sol era tímida e sem grande perigo. Aliás, tratando-se de uma final, as equipas não queriam arriscar muito, sob pena de serem surpreendidos.

Mas os momentos mais da primeira parte aconteceram aos 36 e 37 minutos.

Primeiro foi Thomas, a roubar a bola de um contrário e, num momento de inspiração, rematou do meio da rua e marcou um golo de antologia. Um golo de levantou os muitos adeptos do Ferroviário da Beira, que chegaram em dois autocarros e que eram ajudados pelos adeptos dos “locomotivas” de Maputo, mas deixou boque-abertos os adeptos “canarinhos”, que não queriam acreditar no que tinham visto.

Enquanto festejavam os adeptos “locomotivas”, o canário reagiu logo de seguida, e Mbulu não ficou atrás. O jogador malawiano fez um remate cruzado e sentou Willard, que não percebeu o que tinha acontecido. Mas o golo foi precedido de clara falta de Mbulu sobre o jogador “locomotiva”. Foi a primeira vez que o primeiro assistente fechou os olhos a uma clara situação de “roubalheira”.

Até ao final da primeira parte, nada mais ouve.

 

Fora-de-jogo inexistente e árbitro quase “linchado”

Na segunda parte houve pouco futebol. As equipas continuavam a não querer arriscar. Só em uma ocasião é que se viu uma oportunidade de golo por Mbulu, que desmarcou-se bem, passou por Willard, rematou para o golo, mas valeu a boa recuperação de Willard a cortar a bola em cima da linha. Ainda gritou-se golo, mas esteve bem o segundo assistente, a não validar o pretenso golo.

E o momento que manchou o jogo foi ao minuto 84, quando Maninho é bem desmarcado, sai em posição legal, mas incompreensivelmente o primeiro assistente volta a fechar os olhos e levanta a bandeirola, assinala fora de jogo inexistente. Um lance que deixou enfurecidos os jogadores e adeptos do Ferroviário da Beira que rodearam o assistente pedindo justificações. Debalde porque o golo já havia sido anulado e nada mais se podia fazer.

O empate manteve-se até ao final do jogo e no prolongamento pouco ou nada se viu, com as equipas a arrastarem o jogo até as grandes penalidades.

Nas grandes penalidades, o Costa do Sol ainda começou mal, com penalte falhado por Stephen, mas Sibale, Raúl, Nené e Jorge trataram de corrigir o erro, perante falhanços de Mambucho e Nelito, não valendo os remates certeiros de Maninho e Edson, do lado “locomotivas”.

Assim, o canário conquistava o seu 13º troféu da Taça de Moçambique, com uma ajuda de Estêvão Matsinhe, que encerrava a sua carreira de 24 anos de arbitragem, com o jogo número 204 de má memória.

No final do jogo o Ferroviário da Beira continuou a protestar o golo anulado e encostou a equipa de arbitragem até a intervenção da polícia e dos seguranças. Mas recusou-se a receber as medalhas, porém a intervenção do seu presidente fez com que os jogadores recuassem e recebessem, não só as medalhas, assim como o cheque no valor de 350 mil meticais. Ao Costa do Sol, vencedor da Taça de Moçambique coube medalhas e um cheque de 550 mil meticais.

Assim, as duas equipas vão representar o país nas competições africanas da época 2019/2020, nomeadamente na Taça CAF, juntando-se a União Desportiva de Songo e ao Ferroviário de Maputo, que vão disputar a Liga dos Campeões africanos.

O tenista argentino Matias Descotte venceu o Open de ténis Standard Bank na categoria de singulares masculinos ao derrotar o zimbabwiano Benjamim Lock por 7-6 (6) 6-2. Em jogo que decorreu nos courts do Jardim Tunduro, Matias Decotte precisou de três horas para se impor diante do vencedor do Future de 2015.

Mais concentrado, o argentino aproveitou os erros do seu adversário para conquistar pela primeira vez a categoria de singulares masculinos no Open de ténis Standard Bank. Com a vitória, Matias Descotte ganhou um cheque de 132 mil e 800 meticais.  “Foi uma final bem disputada, mas com o calor do público consegui vencer”, disse, emocionado, Matias Decotte.

Benjamim Lock esteve bem melhor na final de pares masculinos, ao lado do seu irmão Courtney Lock, tendo vencido a mesma e recebido o valor de 57 mil meticais. No final, o tenista frisou que “este foi um torneio que proporciona aos atletas da região e não só, a oportunidade de participar numa prova muito competitiva”, notou.

 Falando após a final, o presidente da Federação Moçambicana de Ténis, Valige Tauabo, disse que o Standard Bank Open de ténis é uma competição que abre espaço para os tenistas nacionais ganharem tarimba internacional. “Este é o caminho para a profissionalização dos nossos atletas. Assistimos um ténis de qualidade e esperamos que os tenistas nacionais e os alunos que fazem parte do projecto de massificação de ténis nas escolas consigam atingir este nível e que participem em torneios mundiais, tais como Davis Cup e o Fed Cup”, notou.

Já o director de marketing e comunicação do Standard Bank, Alfredo Mucavela, ajuntou que as finais disputadas sábado foram de grande nível, tendo falado da expectativa “de vermos tenistas nacionais a competirem ao nível dos atletas estrangeiros que participam na prova, em particular os finalistas, que nos proporcionaram um grande jogo”.

Lembre-se que este torneio é reconhecido pela Federação Internacional de Ténis e conta para o ranking mundial.

A União Desportiva do Songo defronta o Nkana FC da Zâmbia na primeira eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos em futebol, segundo ditou o sorteio realizado ontem a noite.
 
Começar em casa
Numa época transitória e na qual terá pouco tempo de repouso, a União Desportiva do Songo entra em cena nas Afrotaças entre os dias 25 e 27 de Novembro.

Com efeito, os campeões defrontam o Nkana FC da Zâmbia na primeira eliminatória da Liga dos Campeões Africanos.

Trata-se de um adversário que terminou o campeonato em segundo lugar com 76 pontos, menos quatro que o vencedor: Zesco United.

O jogo da primeira “mão” terá lugar em Moçambique entre os dias 25 e 27 de Novembro e a segunda em Kitwe, na Zâmbia.

Caso transite, o conjunto orientado por Nacir Armando terá pela frente o vencedor da eliminatória Simba da Tanzânia vs Mbabane Swallows da Eswathine.

Este ano, a União Desportiva do Songo atingiu a fase de grupos da Taça CAF.

Inseridos no grupo “B”, juntamente com o Berkane do Marrocos, Al Masry do Egipto e Al-Hilal Omurm do Sudão, os hidroelétricos ocuparam o terceiro lugar com um total de três pontos, resultantes de igual número de empates.

Feitas as contas, marcaram cinco golos e sofreram dez.
O Estádio 27 de Novembro não reúne, para já, os requisitos exigidos pela Confederação Africana de Futebol, pelo que a União Desportiva do Songo deverá optar por jogar na Beira.

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