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O País – A verdade como notícia

A antiga nadadora do Maxaquene e do Ferroviário de Maputo Deolinda Mabote foi eleita nova presidente da Federação Moçambicana de Natação  após vencer a concorrência de Jeremias da Costa por 3-2. Deolinda vai substituir no cargo Fernando Miguel.

Na mesa de eleição estavam duas listas de candidatura para um cargo presidencial na Federação Moçambicana de Natação, numa acto que contou, pela primeira vez, com cinco associações provinciais, e acabou com a indicação da lista B para dirigir os destinos da modalidade nos próximos cinco anos.

Por um lado, Jeremias da Costa, fundador do clube Tubarões de Maputo, que liderava a lista A, e por outro Deolinda Mabote, antiga nadadora que liderava a lista B.
Das cinco associações provinciais, três delas votaram pela lista da Deolinda Mabote e outras duas pela lista de Jeremias da Costa.

Assim, Deolinda Mabote, que concorreu para o cargo pela segunda vez consecutiva, vai dirigir a natação nos próximos cinco anos.

A nova presidente prometeu expandir a prática da modalidade pelo país em cumprimento do slogan do elenco “Natação para todos, a Caminho de uma Nova Era”. Mabote diz que é seu objectivo principal “tornar a natação massificada, criar bons atletas e levar esses mesmos atletas aos vários palcos internacionais e cumprir com o desafio de organizar os campeonatos nacionais”. Mas ainda, a nova presidente da Federação Moçambicana de Natação tem apostas para o seu mandato, nomeadamente “dos técnicos, dos próprios atletas e dos monitores”, afinal “tendo bons técnicos, a possibilidade de ter bons atletas é também grande”, segundo Deolinda Mabote.

Já o presidente cessante, Fernando Miguel, diz sair de cabeça erguida, convicto de ter feito o melhor de si para o desenvolvimento da modalidade. “É um sentimento de muita satisfação porque conseguimos aprovar vários instrumentos que vão nortear a natação daqui para frente”, segundo Fernando Miguel. Mas também porque “conseguimos implementar o nosso manifesto em grande medida, onde agora já temos a natação a ser praticada em dois níveis de competição, nomeadamente o Campeonato Nacional de Massificação e o Campeonato Nacional de Alta Competição”.

A eleição ocorreu durante a assembleia geral extraordinária que contou com a presença das associações provinciais de Sofala, Tete, Inhambane, cidade e província de Maputo.

 

A Politécnica venceu, esta terça-feira, o Ferroviário de Maputo (52-46) no jogo 3 dos “play-offs” da final da Engen Maputo Basket, e está a uma vitória do título.

O conjunto de José Macuácua teve melhor abordagem no primeiro quarto, etapa em que esteve mais agressiva a defender e esclarecida ofensivamente, liderando com o parcial de 25-5.  

No segundo quarto, em que com o Ferroviário de Maputo fez os ajustes e melhorou a sua pontuação, a A Politécnica sentiu algumas dificuldades nos ataques tendo contabilizado apenas seis pontos. Ainda assim, foi ao intervalo a vencer por 33-21.

O terceiro quarto foi equilibrado e emotivo, com as duas equipas a procurarem fugir no marcador, mas a não se apresentarem esclarecidas ofensivamente, sendo que o resultado foi de 43-43.

No quarto quarto, a  A Politécnica cometeu  menos erros nos momentos decisivos em que o jogo estava empatado, vencendo o jogo por 52-46.

Milton Caifaz esteve em destaque no Ferroviário de Maputo ao terminar o jogo com 19 pontos, enquanto na A Politécnica Yuran Biosse liderou a equipa com 12 pontos. O jogo 3 dos play-offs da final da Engen Maputo Basket está agendado para sexta-feira, às 18h15, no pavilhão do Maxaquene.

 

 

Ferroviário de Maputo e A Politécnica defrontam-se, esta terça-feira, às 18h15, no pavilhão do Maxaquene, no jogo 3 dos “play-offs” da final da Engen Maputo Basket em seniores masculinos.

Com a série empatada (1-1), os  “locomotivas” da capital querem  vencer para dar um passo na luta pela revalidação do título de campeão da cidade.

A equipa de Milagre “Mila” Macome aponta, de resto, para o quarto título consecutivo na capital do país.
Favorito, até por concentrar alguns dos melhores basquetebolistas da actualidade, o Ferroviário de Maputo está mais pressionado neste “play-offs” a melhor de cinco jogos.

Do outro lado, estará uma equipa jovem e aguerrida (A Politécnica) que já surpreendeu o seu adversário na final com uma vitória no jogo 1 (65-58).   

E, domingo, deu muita luta no jogo 2 depois de ter estado a perder por 17 pontos. O conjunto de José Macuácua quer voltar a surpreender a melhor equipa de basquetebol da actualidade no país.

 

Ferroviário de Maputo, A Politécnica, Play-offs

O Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol decidiu-se pela multa mais “civilizada” ao Incomáti de Xinavane em virtude da falta de comparência ao jogo diante do Desportiva de Nacala, em jogo da 6ª jornada do Moçambola 2019 ao fixar a punição em 100 mil meticais.

De acordo com o comunicado número 33 da Liga Moçambicana de Futebol, o Conselho de Disciplina decidiu “punir, nos termos da a) do n ? 1 do artigo 57 ? do Regulamento de Disciplina da LMF, o Grupo Desportivo Incomáti, com a pena de derrota e multa de 100.000,00 Mt (Cem Mil Meticais), por falta de comparência no jogo n ? 44 contra o Clube Desportivo de Nacala, referente a 6a jornada do Moçambola, sem prejuízo da aplicação do previsto número 4 do mesmo artigo”.

O Incomáti de Xinavane faltou ao aludido jogo em virtude dos seus jogadores terem estado em greve por falta de pagamento de dois meses de salários, uma situação que foi solucionada com a intervenção do Sindicato Nacional de Jogadores de Futebol, através do seu presidente, António “Tony” Gravata.

Refira-se que o Desportivo de Nacala exige que seja ressarcido pelos danos financeiros originados pela falta de comparência do Incomáti, a primeira que se registou no Moçambola 2019.

Ainda de acordo com o comunicado da Liga Moçambicana de Futebol, as punições estenderam-se aos treinadores do Ferroviário de Nacala, nomeadamente Sérgio Faife Matsolo e Luís de Barros com a muita de 75 mil meticais, cada um, devido ao seu comportamento no final do jogo em que os “locomotivas” da vila portuária de Nacala perderam diante da União Desportiva do Songo por 2-1.

Para a atribuição dessa multa aos dois treinadores contou muito o facto de ter sido considerada incorreta a atitude dos dois, proferindo palavras injuriosas contra a equipa de arbitragem, tendo apenas escapado de uma suspensão de se sentar no banco técnico, tal como já aconteceu esta época em casos idênticos, com destaque para Horácio Gonçalves, que teve 21 dias de castigo e multa.

O comunicado refere ainda aos diversos jogadores das equipas que foram multados em valores monetários que variam de 250 a 500 meticais pelos cartões amarelos que viram na jornada seis do Moçambola 2019.

Amâncio Canhemba, mais conhecido por Neymar nos meandros futebolísticos moçambicanos, está mais próximo de fazer parte do plantel principal do Vitória de Setúbal de Portugal, segundo escreve o jornal português Abola.

As boas exibições do internacional moçambicano, ao nível das camadas juvenis, na turma sadina dos sub-23, onde na temporada passada marcou oito golos em 34 jogos, atiçaram a cobiça do técnico Sandro Laranjeira, que quer um ataque forte e que possa dar garantias de muitos golos na temporada 2019/20.

Ademais, segundo escreve o portal Abola, as muitas saídas no ataque sadino fazem com que a equipa técnica procure soluções para a linha ofensiva sadina, onde Cádiz rumou ao Benfica, Allef está fora das contas e Mendy é um activo que poderá ser transferido a qualquer momento. Mendy, recorde-se, é guineense que afastou os Mambas do CAN-2019, ao apontar o golo de empate, em Bissau.

Assim, Neymar vai ter a oportunidade de integrar a equipa principal no início da temporada, quando a equipa sadina efectuar a pré-época, mesmo para poder convencer o técnico da equipa de merecer a confiança e um lugar no plantel.

Refira-se que na última temporada Amâncio “Neymar” esteve à trabalhar sob orientação do técnico do moçambicano Chiquinho Conde na equipa Sub-23 do Vitória de Setúbal, depois da sua transferência da Liga Desportiva de Maputo para Portugal.
 

Ferroviário de Maputo venceu e convenceu o Costa do Sol por 3-1 eliminando a detentora do troféu da Taça de Moçambique, da segunda maior competição do País. O Maxaquene também disse adeus a competição, ficando agora, as duas equipas, concentradas no Moçambola 2019

Já se sabia que o jogo entre o Ferroviário de Maputo e o Costa do Sol iria arrastar muitos amantes do futebol ao velhinho Estádio da Machava, porquanto é um dos derbies mais antigos do futebol moçambicano. O bom momento atravessado pelos "canarinhos" e que contrastava com os recentes desaires dos "locomotivas", antevia um jogo bastante disputado e com o equilíbrio a ser a nota dominante. Mas desengane-se quem assim pensou, pese embora o gosto futebolístico tenha estado presente.

Diogo, aos oito minutos, foi quem abriu as hostilidades, respondendo positivamente a um cruzamento da direita. O Costa do Sol não conseguia reagir e acabou sofrendo mais um, aos 21 minutos, na marcação de uma grande penalidade bem executada por kito, que por sinal já passou pelos "canarinhos". Para fechar a primeira parte foi Kamo Kamo, o prodígio "locomotiva" a sentenciar a vitória e a confirmar a "depenação" da águia canarinha, ainda na primeira parte.

A segunda parte foi mais para controlar o resultado por parte da turma orientada por Daúde Razaque, enquanto o adversário procurava reduzir para depois tentar o empate, mas debalde. Isac acabou reduzindo, mas não evitando a derrota, que coloca o Costa do Sol fora da Taça de Moçambique e sem possibilidades de revalidar o troféu conquistado ano passado, quando derrotou o Ferroviário da Beira, na final, por claros 4-2 na marcação das grandes penalidades, após empate a um golo no tempo regulamentar.
 
Maxaquene também diz adeus
Jogando em casa, os "tricolores" foram surpreendidos pelos "guerreiros" de Gaza, e afastados da Taça de Moçambique, com derrota por uma bola sem resposta. O golo madrugador de Tchitcho, aos quatro minutos, deu a segunda vitória consecutiva a Abdul Omar a frente dos destinos dos "guerreiros" e coloca a equipa na fase nacional da Taça de Moçambique. Por outras palavras, o Clube de Chibuto veio dar o troco ao Maxaquene, depois da derrota no Moçambola.

Troco que também foi dado pelo Textáfrica de Chimoio na recepção ao Ferroviário da Beira. Os "fabris" do Planalto descarrilaram a "locomotiva" do Chiveve na sua passagem por Chimoio, depois da vitória no "caldeirão", no Moçambola 2019. Uma vingança que se serviu fria num prato de bandeja, com Escurinho e abrir, Dayo a ajudar e marcar na própria baliza, antes de Babo reduzir, sem evitar o descalabro.
 
Três jogos foram ao prolongamento
O Ferroviário de Nacala foi a Nampula derrotar o seu homónimo da capital provincial por duas bolas a uma, resultado alcançado no período de prolongamento, e que garante aos "locomotivas" de Nacala defrontarem o Baía de Pemba na finalíssima ainda por marcar. No tempo regulamentar o jogo terminou sem abertura de contagem.

Em Xinavane, o jogo até às grandes penalidades, tendo o Desportivo Maputo vencido por 4-2, depois do empate a um golo no tempo regulamentar e no prolongamento. Assim, os "açucareiros", ficam por terra, depois de terem eliminado o Desportivo da Matola pelo mesmo resultado, na passada quinta-feira, depois da greve que teve.

Energia de Songo deixa "locomotiva" de Quelimane fora dos caris
Em Songo houve goleada das antigas! A União Desportiva de Songo recebeu e cilindrou (sem dó nem piedade) o Ferroviário de Quelimane, por claros e concludentes 7-0. Mário Sinamunda, com um hat-trick, Frank Banda, com um bis, John Banda e Luís Miquissone foram os autores dos golos.

A goleada começou a ser projectada ainda aos 13 minutos por Frank Banda, antes de Mário Sinamunda marcar dois golos, aos 17 e 27 minutos, respectivamente, para depois ser John Banda a fechar as contas da primeira parte. No reatamento, Frank bisou aos 64 minutos e já numa altura em que os "hidroeléctricos" abrandavam a marcha, não conseguiam ter nenhuma reacção do Ferroviário de Quelimane já resignado. Foi assim que os treinados por Nacir Armando ainda marcaram mais dois golos, por Mário Sinamunda aos 60 minutos e por Luís Miquissone, aos 86, a fechar as contas da goleada.

Recorde-se que o Baía de Pemba qualificou-se para a finalíssima da zona norte após a desistência do Ferroviário de Lichinga do regional.
 
 
Zona Sul
Maxaquene Maputo         0-1           Clube de Chibuto
Ferroviário Maputo           3-1           Costa do Sol Maputo
Incomati Xinavane            (2)1-1(4)   Desportivo Maputo (penalidades)
Assoc. Black Bulls Maputo                2-0           Ferroviario de Inhambane
 
Zona Centro
Feroviario de Moatize       (4)0-0(5)   LD Sofala (penalidades)
Textafrica de Chimoio       2-1           Ferroviario da Beira
Uniao Desportiva de Songo             7-0           Ferroviario de Quelimane
 
Zona Norte
Baia de Pemba FC*            –               Ferroviario de Lichinga
Fer. Nampula                      1-2           Fer. Nacala (prolongamento)
 
* Baía de Pemba qualificado depois da desistência do Fer. Lichinga

Está empatada (1-1) a série dos “play-offs” da final da Engen Maputo Basket em seniores masculinos. O Ferroviário de Maputo venceu, ontem, a A Politécnica (67-56) no jogo 2, redimindo-se, desta forma, da derrota sofrida sexta-feira última por 65-58.

O Ferroviário de Maputo controlou o primeiro quarto, etapa em que venceu pelo parcial de 19-11. No segundo quarto, os detentores do troféu continuaram mais fortes que o seu adversário, alargando a sua vantagem para 17 pontos no final desta etapa: 39-22.

Já no terceiro quarto, a A Politécnica acreditou que podia ir buscar o resultado reduzindo a diferença para 10 pontos: 49-39.

Experiente, o Ferroviário de Maputo soube controlar o jogo e venceu por 67-56, empatando a série dos play-offs da final da Engen Maputo Basket.

Terça-feira, às 18h15,  no pavilhão do Maxaquene, teremos o jogo 3 dos play-offs da final da Engen Maputo Basket.

Ainda este domingo, o Costa do Sol venceu a Universidade Pedagógica (58-46) no  jogo de atribuição do 3º lugar da Engen Maputo Basket. Assim, os “canarinhos” arrecadam o prémio de 200 mil meticais.

Os locomotivas da capital do país subiram ao relvado do Estádio da Machava, esta tarde, determinados a vencer e a seguir em frente na Taça de Moçambique. Desde cedo, muito fortes nas jogadas ofensivas, a turma de Daúdo Razaque marcou rápido num ataque finalizado por Diogo.

Poucos minutos depois, a defesa canarinha facilitou na área e o Ferroviário de Maputo aproveitou para aumentar o resultado num golo de grande penalidade, concretizado por Quito. E não foi o fim. No Estadio da Machava houve ainda dois golos: um para os donos da casa, assinalado com grande tranquilidade e classe, por Kamo Kamo, e o outro, já na segunda parte, marcado pelos canarinhos, da autoria de Isac.

Resultado final: 3 para o Ferroviário de Maputo e 1 para o Costa do Sol. A equipa com mais Taças de Moçambique conquistadas, assim, fica por terra.

 

A Politécnica venceu, esta sexta-feira, o Ferroviário de Maputo (65-58) no jogo 1 dos “play-offs” da final Engen Maputo Basket em seniores masculinos. A equipa de José Macuácua entrou melhor na quadra, com mais agressividade defensiva (muitas ajudas e compensações defensivas) e clarividência ofensiva.

Com Fernando “Nandeco” Jinó em destaque num um para um e tiros curtos, a A Politécnica controlou o primeiro quarto, etapa em que venceu pelo parcial de  23-13.

No segundo quarto, o Ferroviário de Maputo continuou a cometer muitos erros (perdas de bola), lentidão nas recuperações defensivas e problemas na de finalização.

O jogo exterior, um dos fortes dos detentores do troféu, não apareceu! Os atiradores não estiveram em dia sim. A equipa sentia dificuldades para fazer os ataques de posição.  Ofensivamente, já a jogar com apenas um poste fixo (Octávio Magoliço), a equipa criou alguns desequilíbrios.  

Ao cabo do segundo quarto, a A Politécnica estava novamente em vantagem: 40-29. Com os ajustes no intervalo, o Ferroviário de Maputo entrou para o terceiro quarto com muita agressividade ofensiva.

Os “locomotivas” estiveram mais pressionantes defensivamente, obrigando o seu adversário a crise raciocínio (muitas perdas de bola). Resultado? Com 5:45 minutos por se jogar nesta etapa, os “universitários” não haviam contabilizado pontos.

Orlando “Nando” Novela, base que ainda procura a sua melhor forma depois da lesão sofrida recentemente, esteve em bom plano quer ofensiva quer defensivamente. A Politécnica experimentou muitas dificuldades, mesmo com alternância de defesa homem a homem para zona 2-3. Este quarto terminou com o parcial de 46-42, vantagem para a A Politécnica.

Já no quarto quarto, bastante equilibrado, “locomotivas” conseguiram passar para a frente pela primeira vez (58-57) numa etapa em que controlaram o jogo. Mas cometeram erros que permitiram ao seu adversário conseguir uma vantagem de sete pontos: 65-58.

O jogo 2 dos play-offs da final da Engen Maputo Basket está agendado para domingo, às 17h30,  no pavilhão do Maxaquene.

 

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