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O País – A verdade como notícia

A selecção nacional de futebol está em vantagem na eliminatória de acesso a fase de grupos de qualificação ao mundial do Qatar, em 2022, após vencer as Maurícias por uma bola sem resposta, em partida da primeira mão, realizada esta quarta-feira, no Estádio Anjalay, em Porto Luís, capital mauriciana. Telinho, aos 8 minutos, foi autor do único golo.

Luís Goncalves estreia com pé direito no comando técnico da selecção nacional, ao conquistar a sua primeira vitória, enquanto seleccionador nacional. Aliás, Gonçalves já havia estado em Porto Luís, quando os Mambas perderam por 1-0 e levava consigo a mágoa da derrota de 2015, sendo por isso que tenha optado por uma equipa tão ofensiva quanto defensiva, mesmo para evitar constrangimentos e surpresas.

Só para dar um exemplo, Luís Gonçalves entrou com Franque na baliza, preterindo Guirrugo e Victor, que eram considerados os mais próximos de assumir a baliza nacional. Surpreendeu ainda na defesa, ao deixar Edmilson no banco e a colocar Sidique em jogo, que fazia parelha com Zainadine Jr., Mexer e Reinildo. Na zona intermediária outra surpresa: a entrada de Kito, a fazer dupla com Kambala, dois jogadores que nunca antes tinham actuado juntos, para além de Telinho e Witi nas extremidade, que alimentavam a dupla de ataque composta por Clésio e Reginaldo.

No banco havia um luxo de jogadores insuspeitos em ficar como suplentes, casos de Ratifo, Luís Miquissone, Maninho ou mesmo Geraldo. Kamo Kamo e Geny Catamo até se justificava o banco, uma vez que chegaram na noite de terça-feira e nem realizaram o único treino realizado em Porto Luís.

 

Entrada vitoriosa

Os Mambas entraram a todo gás, tal como se exige a uma equipa que joga fora de portas e quer surpreender o seu adversário, para depois gerir o melhor resultado alcançado. E num momento de inspiração foi Telinho, de fora da área, a desferir um canhão que só foi parado pelas redes do guarda-redes mauriciano. Estava em frente os Mambas, não só no resultado, mas também no jogo.

Mau grado porque depois dos 15 minutos as Maurícias acordaram do sono e começaram a encurralar os Mambas no seu sector defensivo e a criar alguns dessabores junto à baliza de Franque. Mas ainda assim os jogadores se aguentaram e levaram a vantagem ao intervalo, embora com Kambala, na parte final a perder duas bolas em locais proibidos, concorrendo já a uma substituição.

 

Aguentar-se na segunda parte

Cauteloso, Luís Gonçalves não quis entrar em delírios e voltou com o mesmo onze da primeira parte, que jogava muito pela zona central, onde Kambala já estava bem melhor e, com ajuda de Telinho e Witi ainda conseguiam parar as investidas adversárias. Desta vez o sector defensivo não vacilava e nem claudicava! Zaina e Mexer entendiam-se a contento, jogando bonito e sem pressão, o que facilitava cortes sempre seguros. Sidique e Reinildo procuravam jogar simples e por isso nem se faziam perceber em campo.

Numa das acções ofensivas dos Mambas, Witi ainda introduziu a bola na baliza das Maurícias, mas o auxiliar levantou a bandeirola, sinalizando o fora-de-jogo. Reginaldo também tentou de longe um canhão, mas desta vez o guarda-redes estava atento e socou para canto. Pela força do remate ainda teve que ser assistido.

Do outro lado Franque quase “metia água” num cruzamento em que sai aos papéis e podia ter sido melhor aproveitado, mas Zainadine estava lá a safar o guarda-redes do Ferroviário de Maputo. Antes, os mauricianos haviam enviado a bola ao poste direito da baliza de Franque.Minuto 92 quase que…

Nos instantes finais os corações dos moçambicanos que escutavam o relato através da Rádio Moçambique quase paravam quando o sinal caiu e nada mais se ouvia, numa altura em que os mauricianos tinham um livre por cobra. Os que assistiam pelas redes sociais disponibilizadas só respiraram mesmo de alívio quando o livre mereceu a melhor atenção da defensiva moçambicana.
E foi mesmo um alívio porque o árbitro deu por terminada a partida com a vitória dos Mambas, no terreno das Maurícias.

Mas facto curioso é que o Papa chegou a Moçambique no dia em que os Mambas venceram as Maurícias, mas no dia do jogo da segunda mão, em Maputo, a 10 de Setembro próximo, o Papa estará nas Maurícias.

 

O seleccionador nacional de futebol, Luís Gonçalves, faz a sua estreia no comando técnico dos Mambas esta quarta-feira, defrontando as Maurícias, em partida da primeira mão da pré-eliminatória de acesso à fase de grupos de qualificação ao Mundial 2022. Sem Domingues, mas com espírito vencedor, Gonçalves diz que não prometeu a qualificação, mas garantiu lutar para chegar à fase de grupos.

Será, de resto, a oitava partida entre as selecções nacionais de Moçambique e das Maurícias, no seu histórico de confrontos directos, onde os Mambas levam grande vantagem, desde o primeiro jogo realizado a 16 de Setembro de 1986. De lá para cá, os Mambas venceram quatro jogos, empataram dois e perderam apenas uma partida, o que revela a superioridade da equipa nacional diante do seu adversário.

Mas essa superioridade deve ser confirmada em campo, quando forem 16H30 de Moçambique, 18H30 das Maurícias, altura em que as duas selecções entram em campo para se defrontar.

Estas duas selecções defrontaram-se por sete vezes no seu histórico, com os Mambas a vencerem quatro jogos, tendo perdido um e empatado dois. O primeiro desses jogos foi um empate, sem abertura de contagem, na fase de qualificação ao CAN-86, tendo na segunda mão, em Maputo, o combinado nacional vencido por 3-0. Mesmo resultado verificou-se numa nova vitória dos Mambas em 1997, na campanha para o CAN-98, voltando a vencer as Maurícias, desta feita por 1-3, já em Porto Luís. Curiosamente nessas duas campanhas os Mambas se qualificaram à fase final, no Egipto, em 1986, em Burquina Faso, em 1998.

Depois disso, as duas selecções cruzaram-se no torneio regional da Cosafa, em 2006, onde registou-se o segundo empate sem abertura de contagem, antes de defrontarem na campanha ao CAN-2017. Na primeira volta, em Porto Luís, as Maurícias venceram por uma bola sem resposta e na segunda volta, em Maputo, já com Abel Xavier, Reginaldo marcou o único golo que deu troco a derrota sofrida.

Amanhã, para uma nova competição, até porque o momento da equipa não é bom, Luís Gonçalves convocou todo o esquadrão que actua fora de portas, à excepção da já anunciada ausência do capitão Dominguez.

 

Momento da viragem

Em um ano, o “onze” moçambicano fez 10 jogos, ganhou apenas dois, empatou quatro e sofreu igual número de derrotas. Um desempenho bastante fraco para os Mambas que viram-se arredados da qualificação ao CAN-2019, no Egipto, para além de terem sido precocemente eliminados do Torneio da COSAFA deste ano e do apuramento ao CHAN dos Camarões-2020.

E sem ganhar, vieram as consequências: o técnico luso-moçambicano, Abel Xavier, viu o seu contrato a não ser renovado e para o seu lugar foi promovido Victor Matine que, posteriormente, foi substituído por outro luso-moçambicano, Luís Gonçalves.

E para afirmar a sua autoridade e dar início a um novo começo, os Mambas de Luís Gonçalves jogam amanhã sem o capitão Dominguez, preterido da sua primeira convocatória por opção técnica.

 

Mambas reconheceram campo

Depois de uma viagem a dois tempos, ou dois grupos, os Mambas já estão completos para o jogo desta tarde, em Maputo, noite, em Porto Luís. Na segunda-feira de manhã chegaram os jogadores das equipas de Maputo e os da Beira, nomeadamente os guarda-redes Victor (Costa do Sol) e Franque (Fer. Maputo), os defesas Chico (Fer. Maputo) e Sidique (Desp. Maputo), o médio Kito (Fer. Maputo) e os avançados Maninho e Dayo (Fer. Beira) que em Joanesburgo juntaram-se ao médio Kambala (Baroka FC, África do Sul) para chegarem juntos a Porto Luís.

Já à noite, chegaram os quatro jogadores da UD Songo, nomeadamente o guarda-redes Guirrugo, o defesa Infren Matola, o médio Telinho e o goleador Luís Miquissone, que vinham no mesmo voo dos jogadores que actuam fora de portas: os defesas Mexer (Bordéus, França), Zainadine Júnior (Marítimo, Portugal), Edmilson (Cape Town, África do Sul), Reinildo (Lille, França) e os avançados Geny Catamo (Sporting, Portugal), Witi (Nacional, Portugal), Clésio Baúque (FC Gabala, Azerbaijão), Ratifo (CFR Pforzheim, Alemanha) e Reginaldo Faite (Skakthar, Cazaquistão).

Hoje de manhã chegaram a capital das Maurícias os médios Geraldo (Amora FC, Portugal) e Kamo-Kamo (Vitória de Setúbal, Portugal), que completam o leque dos disponíveis ao jogo desta tarde, de carácter importância para o combinado nacional, rumo a qualificação ao mundial de 2022.

Aliás, foram esses jogadores que desceram ao relvado do Estádio Anjalay para o primeiro treino, coincidentemente de reconhecimento do piso, para a partida da tarde desta quarta-feira.

 

Arbitragem do Burundi e comissário das Comores

A partida entre Maurícias e Moçambique será dirigido por um quarteto de arbitragem do Burundi, composto por Georges Gatagato, Hervé Kakunze, Emery Niyongabo e Thierry Nkurunriza, este último como quarto árbitro. O Comissário da CAF indicado para esta partida é das Comores e chama-se Soilihi Msahazi, enquanto o assessor da arbitragem é o zimbabweano Brighton Mudzamiri.

O jogo da segunda mão deste play-off de acesso à fase de grupos de qualificação ao mundial de 2022 realiza-se na próxima terça-feira, 10 de Setembro, no Estádio Nacional do Zimpeto.

 

 

 

Os cinco atletas moçambicanos que conquistaram medalhas na 12ª edição dos jogos africanos realizados em Rabat, Marrocos, e a respetiva delegação nacional, estão em solo pátrio desde a tarde de hoje. 

Chegaram de forma faseada ao país, uns pela manhã, outros pela tarde e o último grupo da delegação de Moçambique que fez parte da 12ª edição dos jogos africanos realizados em Rabat, Marrocos, chegou as 20 horas de ontem.

A parte da delegação que chegou por volta das 15 horas, foi recebida com honrarias que só se comparam com as de um presidente: em apoteose. Houve canto, houve dança, e por conseguinte, houve muita alegria no terminal internacional do Aeroporto Internacional de Maputo.

Aterraram naquele voo, as medalhas de bronze, Radi Gramani e Alcinda Panguane, acompanhadas por pugilistas como Juliano Maquina e o atleta de natação Alam Bique, que apesar do esforço não conquistaram medalhas.

Na categoria 75 kilos, Radi Gramani podia ter conseguido a façanha de conquistar a medalha de ouro mas, pasme-se, faltou altura ela entende. “A minha adversaria era mais alta do que eu e isso dava-lhe uma grande vantagem” lamenta.

Nada que afete a moral da medalha de bronze, Radi Gramane, uma vez que a atleta esta feliz com o facto de representar o país. “Estou feliz e orgulhosa de representar o meu país” disse.

Alcinda Panguane, outra menina de prata (pelo menos por enquanto), esta igualmente feliz com a posição alcançada em Rabat, mas, ela adverte, em 2020, em Tóquio, as coisas deverão ser diferentes.

“Não há tempo a perder, temos que trabalhar muito mais do que fizemos (para os jogos africanos de Rabat 2019), para que possamos sonhar muito alto nos jogos olímpicos a ter lugar em Tóquio, e chegar a primeira posição”.

Moçambique participou com uma delegação de vinte atletas em sete das vinte e nove modalidades eleitas para o evento, dezassete das quais classificaram-se directamente para os Jogos Olímpicos.

O país chegou ao pódio na barragem Mohammed Ben Abbelah ao arrecadar cinco medalhas, sendo uma de Ouro, três de Prata e uma de Bronze nas modalidades de voleibol, Boxe e Canoagem.

O Egipto conquistou pela sétima vez os jogos, com um total de duzentas e setenta medalhas, das quais cento e uma de Ouro, noventa e sete de Prata e setenta e duas de Bronze.

Na segunda posição ficou a Nigéria, com cento e vinte e seis medalhas e a áfrica do Sul ocupou a terceira posição, com oitenta e sete medalhas.

Na competição entre os falantes da língua portuguesa, Angola obteve a melhor posição, em décimo sexto lugar, com oito medalhas ao todo, sendo duas de Ouro, duas de Prata e quatro de Bronze.

 

 

DESTAQUE FRASICO

“A minha adversaria era mais alta do que eu e isso dava-lhe uma grande vantagem”

 

 

  

 

 

 

 

 

 

Costa do Sol e Ferroviário da Beira defrontam-se, hoje, às 18h00, no pavilhão da Universidade Eduardo Mondlane, no jogo 2 dos “play-offs” das meias-finais da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal.

Em vantagem na série dos “play-offs” (1-0), até porque venceu domingo por 84-76, o Ferroviário da Beira quer voltar a ganhar para assegurar ainda hoje o apuramento para final. 

O Costa do Sol vai entrar com tudo para forçar a decisão na quarta-feira no jogo 3. Este jogo será transmitido em directo e exclusivo na Stv e Stv Notícias.

Às 20h00, A Politécnica e Ferroviário de Maputo medem forças no jogo 2. O Ferroviário de Maputo está igualmente em vantagem (1-0), pelo que em caso de nova vitória confirma a presença na quarta final consecutiva.  Este jogo será transmitido na Stv Notícias.

 

A Liga Moçambicana de Futebol volta a colocar mão dura sobre os actores futebolísticos do Moçambola 2019, nomeadamente treinadores e jogadores. Desta vez os visados são Artur Semedo, Abdul Omar e Eduardo Jumisse, tendo ainda em Sérgio Faife outro actor que viu a mão dura da Liga Moçambicana de Futebol tocar-lhe os ombros.
 
Artur Semedo responsável pelas suas declarações
No caso do técnico do Desportivo Maputo, a Liga Moçambicana de Futebol diz, no seu comunicado número 069/LMF/D/2019, que analisou os pronunciamentos do treinador principal do Desportivo Maputo, Artur Semedo, tendo deliberado em “promover o processo de inquérito para averiguar a veracidade dos factos qualificáveis como infração”, após as declarações do técnico. No final do jogo em que o Desportivo Maputo defrontou e venceu a Liga Desportiva de Maputo, realizado no campo da Liga Desportiva de Maputo, Artur Semedo disse que está a ser alvo de perseguições por parte dos dirigentes dos órgãos gestores do futebol moçambicano, nomeadamente por imporem os locais onde a sua equipa deve jogar, declarações que foram repetidas na conferência de imprensa do dia 15 de Agosto. Nessa ocasião, Artur Semedo disse que a Liga Moçambicana de Futebol procura interferir nas decisões sobre o local da realização dos jogos da sua colectividade, nomeadamente ao não aceitar o pedido para que o jogo diante do Ferroviário da Beira fosse no campo do Costa do Sol.

Nessa ocasião, a Liga Moçambicana de Futebol acabou concordando com o jogo no campo dos “canarinhos”, mas não na data proposta pelos “alvi-negros”, tendo esta se realizado na segunda-feira do dia 26 de Agosto.

Por essas declarações de Artur Semedo, a Liga Moçambicana de Futebol vai promover um processo de inquérito para averiguar a veracidade dos factos pronunciados pelo técnico “alvi-negro”.
 
Pugilato entra Omar e Jumisse termina em suspensão
Relativamente ao caso de pugilato que aconteceu no final do jogo entre o Clube de Chibuto e o Ferroviário de Nampula, envolvendo Abdul Omar e Eduardo Jumisse, o órgão gestor do campeonato nacional de futebol da primeira divisão, decidiu suspender os intervenientes directos de forma preventiva, bem como promover processo de inquérito para averiguar a veracidade dos factos qualificáveis como infração. O comunicado número 079/LMF/D/2019, refere que “o Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol, reunido em sessão ordinária do dia 28 de Agosto de 2019, analisou os factos ocorridos no jogo número 143 referente a 18ª jornada do Moçambola entre o clube do Chibuto e o Ferroviário de Nampula, envolvendo o jogador Eduardo Jumisse com o cartão licença número 001040M85 do Clube Ferroviário de Nampula e o treinador principal do Clube do Chibuto, o senhor Abdul Omar, com cartão licença número 001119M64, tendo deliberado o seguinte:

Suspender preventivamente, o jogador Eduardo Jumisse e o treinador Principal o senhor Abdul Omar, nos termos do número 1 do artigo 34° do RD da LMF e promover o processo de inquérito para averiguar a veracidade dos factos qualificáveis como infração”.

Assim, os dois envolvidos no acto de pugilato não poderão dar seu contributo às suas equipas até que o processo seja terminado.

Recentemente, os dois intervenientes vieram a público, via redes sociais para o caso de Jumisse, e pela comunicação social, no caso de Abdul Omar, para pedir desculpas pelas cenas de pancadaria, justificando que foi no calor das emoções.
 
Sérgio Faife apanha 75 mil meticais de multa
Num outro comunicado da Liga Moçambicana de Futebol, com o número 076/LMF/D/2019, o organismo que tutela o Moçambola 2019 pune o técnico do Ferroviário de Nacala, Sérgio Faife Matsolo, com a pena de multa de 75 mil meticais por “adoptar atitude incorrecta, contra à equipa de arbitragem, (…) e por ter invadido o rectângulo no decurso do jogo”, diante do Desportivo Maputo, referente a 16ª jornada do Moçambola.

O clube Desportivo de Nacala também não escapou a multa de 20 mil meticais “por os sócios e simpatizantes terem adoptado comportamento desportivamente incorrecto, através do arremesso de objectos para o interior do rectângulo do jogo tais como: garrafas plásticas de água, pedras e maçãs contra os jogadores e treinadores do Desportivo de Nacala” no jogo diante do Ferroviário de Nampula, referente a 16ª jornada do Moçambola 2019.

Desde que o Dakar Series foi criado em 2008 para compensar o cancelamento da prova principal, o Dakar Rali, nunca antes a pérola do índico, Moçambique havia dado o ar da sua graça.

Mas esta ausência fica para a história, porque Paulo Oliveira (finalmente) vai deixar a primeira impressão moçambicana neste tipo de desporto motorizado, o moto raly, que terá como palco o Marrocos.

O Piloto com mais de 40 anos de idade sabe que tem muitos factores que pesam contra a sua boa performance, entre eles (de cara), pode-se mencionar o faco da modalidade ser pouco praticada no país, mesmo tendo condições territoriais para o efeito.

Para aguentar com os cerca de 500 quilómetros que terá de percorrer diariamente entre os dias 21 e 26 de Setembro, o experiente piloto tem de fazer o exercício de viajar pela parte litoral da cidade de Maputo até atingir pelo menos 150 quilómetros de distância.

“É uma prova que faz parte que faz parte da Dakar Series, e onde maior parte das equipas de fábrica que vão estar presentes na prova rainha que é o Dakar, normalmente utilizam para fazer os seus testes e para fazer as últimas afinações das máquinas e testar os pilotos”.

É um verdadeiro teste a boa forma, mas é também um grande orgulho para Paulo Oliveira, que irá representar o país num duelo com pilotos de várias nacionalidades, e por conseguinte de qualidades diferentes.   

Quase todo mundo estará presente no evento, entre eles os “Estados Unidos, Espanha, Alemanha e pela primeira vez vamos ter a bandeira de Moçambique representada” revelou.

O Dakar series é uma série anual de corridas off-road, organizadas pela Amaury Sport Organization. A série reúne eventos de estilo semelhante ao Rally Dakar e foi fundada em 2008.

 

 

 

 

 

 

Efectuou o seu último jogo diante da Liga desportiva de Maputo, ao serviço do "seu" Costa do Sol, e de lá saiu com uma lesão de o impede de dar seu contributo ao combinado nacional na partida desta quarta-feira, dia 04 de Setembro, em Porto Luís, diante da congénere das Maurícias. Estamos a falar de Nené, que acabou sendo dispensado dos Mambas, tendo sido chamado para o seu lugar o central do Ferroviário de Maputo, Chico.

Inicialmente preterido da convocatória, Chico consegue um lugar na equipa de todos nós nesta caminhada rumo à fase de grupos de qualificação ao Mundial de futebol, que terá lugar no Qatar, em Novembro e Dezembro de 2022.

 

Mambas partem esta manhã sem nenhum treino interno

Entretanto, os Mambas deixam amanhã o país, com destino a Porto Luís, onde disputa o jogo da primeira mão do play-off de acesso à fase de grupos de qualificação ao mundial 2022, esta quarta-feira. Os Mambas partem sem terem realizado um único treino em solo pátrio, devendo, já nas Maurícias, realizarem duas sessões de treinos, mas com uma em perspectiva. Ou seja, caso cheguem a tempo, amanhã, farão uma sessão de treinos, de recuperação física, devendo amanhã, terça-feira, realizar duas sessões, sendo uma de manhã e outra no período da tarde, de adaptação ao local do jogo da próxima quarta-feira.

Esta situação surge em face da realização dos jogos dos campeonatos locais onde jogam os internacionais moçambicanos, para além da realização dos jogos da Taça de Moçambique e do jogo em atraso do Moçambola, que tiveram lugar sábado e hoje no país, o que não permitiu a realização de nenhuma sessão de treinos no país. Entretanto, a equipa técnica dos Mambas, liderada por Luís Gonçalves, está confiante na obtenção de um bom resultado que garanta uma segunda mão mais tranquila, em Maputo, a 10 de Setembro próximo.

 

Mambas em vantagem no confronto directo

Relativamente ao confronto directo entre estas duas selecções, Moçambique leva vantagem por ter vencido quatro dos sete jogos realizados, tendo empatado dois jogos e perdido apenas um à tangente, em 2015.

 

Já foram encontrados os semi-finalistas da Taça de Moçambique, a segunda maior competição futebolística do país, após a disputa dos jogos da segunda mão dos quartos-de-final. A maior surpresa veio da cidade da Beira, onde a Liga Desportiva de Sofala eliminou o colosso Desportivo Maputo, com vitória por 3-0.

Depois da vitória na primeira mão, em Maputo, por 2-0, num jogo em que Artur Semedo disse que serviu de treino para o que iria fazer na Manga, sábado os sofalenses foram mais atrevidos e colocaram em sentido a grandeza "alvi-negra", revirando o resultado no agregado, com golos de Burramo, na primeira parte, Muhate, na segunda parte, e Ilídio, no prolongamento.

Mais do que ter sido a grande surpresa, este resultado coloca a Liga Desportiva de Sofala nas meias-finais da Taça de Moçambique pela primeira vez na sua história, devendo defrontar na última eliminatória de acesso à final da prova, a União Desportiva de Songo.

Já foram encontrados os semi-finalistas da Taça de Moçambique, a segunda maior competição futebolística do país, após a disputa dos jogos da segunda mão dos quartos-de-final. A maior surpresa veio da cidade da Beira, onde a Liga Desportiva de Sofala eliminou o colosso Desportivo Maputo, com vitória por 3-0.

Depois da vitória na primeira mão, em Maputo, por 2-0, num jogo em que Artur Semedo disse que serviu de treino para o que iria fazer na Manga, sábado os sofalenses foram mais atrevidos e colocaram em sentido a grandeza "alvi-negra", revirando o resultado no agregado, com golos de Burramo, na primeira parte, Muhate, na segunda parte, e Ilídio, no prolongamento.

Mais do que ter sido a grande surpresa, este resultado coloca a Liga Desportiva de Sofala nas meias-finais da Taça de Moçambique pela primeira vez na sua história, devendo defrontar na última eliminatória de acesso à final da prova, a União Desportiva de Songo.

 

Em Songo houve goleada

 Não teve contestação a União Desportiva de Songo no embate diante do Ferroviário de Nacala. Ontem, domingo, os "hidroeléctricos" de Songo receberam, venceram e convenceram o Ferroviário de Nacala, por quatro bolas sem resposta, dando, também, a volta ao resultado negativo que trazia da primeira mão.

Infren, aos 28 minutos, num golpe de cabeça, Luís Miquissone, na marcação de uma grande penalidade, após falta dentro da área de rigor dos "locomotivas", mais um golo de Luís Miquissone, num lance em que o guarda-redes Dalas esteve mal ao tentar a finta e acabou sendo substituído. Já perto do final do jogo foi Telinho, que entrou nos instantes finais, a visar e a garantir a goleada da qualificação às meias-finais, naquela que será a eliminatória aparentemente fácil para os bi-campeões nacionais.

 

Chibuto tentou a reviravolta mas faltou um para o empate

No "trincheira" do Chibuto a equipa local procurou, de todas formas, anular os 4-0 com que tinha perdido na primeira mão, diante do Textáfrica do Chimoio, mas ficou-se pelo caminho. Facto é que ainda saiu com a vitória por 3-0, mas insuficiente para passar a eliminatória. Ricardo abriu o marcador e Heldinho apontou outros dois, e o Chibuto ainda contou com uma ajudinha do árbitro do encontro, que anulou o golo dos "fabris", assinalando um fora-de-jogo inexistente.

Assim, a eliminatória ficou-se em 4-3 para a turma do Textáfrica do Chimoio, que assim passa às meias-finais, onde vai defrontar o Ferroviário de Maputo.

 

"Locomotivas" sofreram a bem sofrer

No jogo que estava mais equilibrado depois da primeira mão, em virtude do nulo que se verificou, o Ferroviário de Maputo acabou saíndo sorridente da eliminatória, com vitória por 2-1. Uma vitória sofrida dos "locomotivas" de Maputo, que quase terminavam descarrilados, perante uma equipa que jogou largos minutos do jogo com menos uma unidade.

O Ferroviário de Maputo chegou primeiro ao golo já aos 48 minutos, por intermédio de Alain, mas viu a Black Bulls chegar ao empate aos 75 minutos, por Passe. Quando todos pensavam que seria a equipa da Black Bulls a passar às meias-finais, eis que Danny, aos 88 minutos, coloca sorriso nos adeptos já prontos para "mandar vir" com a equipa técnica.

Dois jogos que vão animar as meias-finais que ditarão os finalistas da segunda maior prova futebolística do país, cujo detentor continua a ser o Costa do Sol.

Os ferroviários de Maputo e da Beira lideram (1-0) a série dos “play-offs” das meias-finais da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal.

Este domingo, no jogo 1, o Ferroviário da Beira superou o Costa do Sol, adversário o qual venceu por 84-76. 

Os vice-campeões nacionais controlaram o primeiro quarto, etapa na qual venceram por 30-10. Já no segundo quarto, em que o Costa do Sol reagiu, o conjunto de Nasir “Nelito” Salé contabilizou 10 pontos contra 15 do Costa do Sol, mas ainda assim foi ao intervalo a vencer por 40-25.

No terceiro quarto, com Francisco Braga muito bem nos tiros abertos, o Costa do Sol (passou para uma defesa à zona 2-3)  teve uma boa resposta. O Ferroviário da Beira, que também experimentou uma zona na 2-3 nesta etapa, saiu a vencer por 66-48. E, no quarto quarto, o Ferroviário da Beira  soube gerir a vantagem, e com a rotação da equipa, venceu  o jogo por 84-76.

Na segunda meia-final, o Ferroviário de Maputo derrotou a A Politécnica por 87-73. Os campeões nacionais entraram apáticos no jogo, perante um adversário mais esclarecido na quadra. 

Mas depois dos ajustes, o Ferroviário de Maputo já esteve melhor a defender e com bom jogo interior e exterior. Mas os universitários estavam em bom plano nas transições, tendo ido ao intervalo a perder por dois pontos: 37-35.

Num terceiro quarto equilibrado, com a A Politécnica a entrar melhor, chegando mesmo a uma vantagem de cinco pontos (45-40), o Ferroviário de Maputo respondeu com boa circulação de bola e jogo exterior, vencendo esta etapa por oito pontos: 60-52.
No quarto quarto, a A Politécnica bloqueou em algum momento e os campeões nacionais impuseram o seu poderio vencendo o jogo por 87-73.

Hoje, realiza-se o jogo 2 dos play-offs das meias-finais da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal.

Às 18h00, o Ferroviário da Beira mede forças com o Costa do Sol. Já às 20h00, A Politécnica bate-se com o Ferroviário de Maputo.

Quadro de resultados
Jogo 1
Ferroviário da Beira      84-76 Costa do Sol 
 Ferroviário de Maputo 87-73 A Politécnica 
Hoje 
Jogo 2
18h00
Costa do Sol vs Ferroviário da Beira 
20h00
A Politécnica vs Ferroviário de Maputo 

 

 

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