Skip to main content

O País – A verdade como notícia

O combinado moçambicano de futebol de praia faz a sua estreia, absoluta, no Campeonato Africano da modalidade esta tarde, em Dakar, Senegal, quando defrontar o Egipto em partida da primeira jornada do grupo B.

Depois de um estágio pré-competitivo em Portugal, onde realizou três jogos amigáveis com equipas locais, sem derrotas, a moral está em cima nos treinados de Abineiro Ussaca, que procuram fazer história na competição.

Apesar de serem os outsiders do grupo, em virtude de serem estreantes, os moçambicanos estão cientes das dificuldades que vão enfrentar, mas também, sabem que iniciar com uma vitória seria a melhor estreia.

Na antevisão da partida de mais logo, os jogadores mostraram-se confiantes e preparados para darem o seu melhor. O colectivo moçambicano assegurou que vai fazer o seu papel, de jogar e procurar a vitória diante dos faraós.

O seleccionador nacional, Abineiro Ussaca, apelou aos Moçambicanos para que se unam em apoio à selecção nacional.

Recorde-se que a selecção nacional de futebol de praia disputa pela primeira vez uma fase final do Campeonato Africano das Nações, nos últimos 15 anos e persegue a primeira vitória de uma selecção de futebol, em todas categorias, num CAN.

Moçambique vs Egipto tem o seu início quando forem 15H00 locais, 17H00 de Moçambique

Para esta tarde estão reservados, ainda, os encontros entre Marrocos e Seychelles e Uganda vs Senegal.

O atleta moçambicano Kevin Loforte conquistou a medalha de bronze no Campeonato Africano de Judô, que decorre no Senegal até este sábado.

O judoca moçambicano alcançou o pódio dos -66kg depois de derrotar o nigeriano Alhasane no combate de atribuição da medalha de bronze.

Loforte tinha perdido com o marroquino Boshita Abdelramane nas meias-finais e acabou por ser repescado, tendo, nesse combate de repescagem, derrotado Jason Zacko, da República Centro Africana.

Com este resultado, Kevin Loforte está praticamente qualificado aos Jogos Olímpicos de Tóquio, precisando, apenas, de cumprir o Mundial de Budapest de 3 a 6 de Junho próximo.

Ainda nesta competição africana de seniores, a moçambicana Jacira Ferreira não teve o mesmo desempenho, uma vez que sucumbiu diante da Fofana Salimata, da Costa do Marfim, nas meias-finais. A combater nos -52kg, Jacira perdeu na atribuição da medalha de bronze diante da sul-africana Grisel Charneca, mesmo tendo tido um início moralizador após vencer dois combates, nomeadamente diante da tunisina Ben Yones e da cabo-verdiana Silva Dlamila.

Outra moçambicana, que participa neste Campeonato Africano de Judô em seniores, é Jennie Munene, que foi eliminada ainda na primeira ronda.

O país participa nesta competição com cinco judocas, três dos quais em masculinos e os restantes em femininos.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, esteve recentemente na França, em visita de Estado, para participar da Cimeira França-África que debateu assuntos económicos e, na ocasião, quis receber os dois jogadores internacionais moçambicanos que actuam naquele país europeu, nomeadamente Reinildo Mandava e Mexer Sitoe.

Segundo escreve na sua conta de Facebook, o Chefe do Estado não teve a oportunidade de se encontrar com os dois jogadores por razões profissionais, já que Reinildo e Mexer estão concentrados nas suas equipas a preparar a última jornada da Ligue 1, que se disputa este domingo.

“Quis receber os dois internacionais moçambicanos que militam na Liga Francesa de Futebol, nomeadamente Reinildo e Mexer, mas acabou não sendo possível porque estavam concentrados em preparação dos jogos decisivos que têm, este final de semana”, escreve o Chefe do Estado moçambicano na sua conta do Facebook.

Entretanto, Filipe Nyusi acabou falando com o lateral esquerdo do Lille, para felicitá-lo pelo sucesso que vem tendo na terra de Emmanuel Macrón. “Num contacto telefónico felicitei Reinildo por ter sido eleito o melhor lateral esquerdo a actuar na Liga Francesa esta temporada, o que é motivo de orgulho para todos nós como moçambicanos”, escreve no Facebook Filipe Nyusi, que acrescenta que, manifestou ainda o desejo de ver o internacional moçambicano a conquistar o título francês, este domingo, na visita ao terreno do Angers, 12º classificado daquela competição.

O presidente da República termina desejando, aos dois internacionais moçambicanos, sucessos nas suas carreiras e na jornada do final de semana, que é a última da Ligue 1, em nome de todos os moçambicanos.

Moçambique participa, a partir desta quinta-feira, no Campeonato Africano de Judo, prova que decorre no Dakar, Senegal, e que qualifica os países vencedores aos Jogos Olímpicos de Tóquio, Japão.

Trata-se de Kevin Loforte, que vai competir na categoria de -66 kg, Ayton Siquir e Narciso Matos, ambos na categoria de -73kg, pelo lado masculino, para além de Jennie Muneme, na categoria dos -48kg e Jacira Ferreira, nos -52kg, que vão representar o país nesta competição africana.

Os cinco judocas procuram melhores posicionamentos para assegurar um lugar na fase final dos Jogos Olímpicos, nos quais já estão asseguradas cinco vagas do nosso país, nomeadamente três velejadoras e duas pugilistas.

Na semana passada, os cinco judocas, acompanhados pelos respectivos treinadores, despediram-se do Secretário de Estado do Desporto, Carlos Gilberto Mendes, com mensagem de tudo fazer para alcançarem os objectivos traçados.

Os cindo judocas moçambicanos iniciam os combates ainda esta quinta-feira, numa competição que conta com 200 atletas de 37 países africanos.

Na sua última participação em combates qualificativos aos Jogos Olímpicos, Kevin Loforte alcançou o terceiro lugar no Dakar African Open do ano passado e precisa de voltar a ocupar o pódio para assegurar a presença na maior prova planetária. Já Ayton Siquir, 101º do ranking mundial do judo, com 375 pontos, ocupou a sétima posição do africano sénior, depois de ter terminado na quinta posição no Open de Dakar.

Por seu turno, Narciso Matos entra para esta competição como outsider, até porque soma apenas três pontos no ranking mundial da modalidade, estando na 497ª posição.

Em femininos, Jennie Muneme terminou a sua última participação no Campeonato Africano do ano passado, na quinta posição, enquanto a sua compatriota, Jacira Ferreira, foi terceira classificada na sua última participação, no Dakar African Open de 2020, no Senegal.

O Ferroviário de Maputo venceu o segundo jogo na Liga Africana de Basquetebol, ao AS Douanes do Senegal, por 88-74 e está a uma vitória de se qualificar aos quartos-de-final da competição. Alvaro Masa voltou a evidenciar-se ao fazer 26 pontos, 9 ressaltos e 4 assistências.

Depois da derrota na primeira jornada diante do Zamalek do Egipto, impunha-se ao campeão nacional uma vitória para manter viva a esperança da qualificação aos quartos-de-final da maior competição de clubes do continente africano, organizado pela FIBA-Africa, em parceria com a NBA.

Ora, não se fez de rogada a turma moçambicana, que teve, em Alvaro Masa, mais uma vez, o maquinista que liderou a “locomotiva” para os números finais que garantiram a vitória.

O primeiro quarto do jogo foi bem conseguido pela turma moçambicana, que fez um parcial de 21-12, mas baqueando no segundo quarto, no qual foi derrotada por oito de diferença: 17-25, saindo ao intervalo a vencer com uma margem mínima de 38-37.

Milagre Macome reconheceu as fragilidades que a equipa teve no segundo quarto e tratou logo de corrigir o intervalo e a “locomotiva” regressou novamente a todo vapor. Os “estrangeiros” entraram em cena e carregaram a equipa às costas, fazendo com que, no terceiro período, voltasse a vencer por seis pontos de diferença: 24-19.

No último quarto, aproveitando a pressão que a turma senegalesa estava a ter na partida, até porque vinha de uma vitória na primeira jornada diante do GS Pétroliers, por 94-76, e não queria vergar, sob pena de perder a vaga para os quartos-de-final, o Ferroviário de Maputo obrigou o adversário a erros sistemáticos e defensivos, que permitiram que, logo cedo, tivesse cometido as cinco faltas, passando a dar lugar aos lançamentos livres.

Nesse período, os jogadores do Ferroviário de Maputo estavam com mão quente e certeira e fizeram um parcial de 26-18, terminando a partida a vencer por uma diferença de 14 pontos: 88-74.

A turma moçambicana precisa de vencer o GS Pétroliers da Argélia, na última jornada do grupo C, sábado, quando forem 14h00, para garantir a vaga na fase seguinte da competição.

Alvaro Masa novamente em evidência
Para este jogo, Milagre Macome iniciou a partida sem o capitão Custódio Muchate e, na quadra, estavam Baggio Chimondzo, Demarcus Holland, Myck Kabonga, Alvaro Masa e Adjehi Baru.

Desses, apenas Chimondzo não foi para além dos 18 minutos, já que os restantes fizeram acima de 35 minutos, nomeadamente 38:25 minutos para Holland, que foi o mais utilizado, 37:36 para Alvaro Masa, 37:19 para Kabonga, e 36:12 para Baru.

Dos restantes jogadores, além de Baggio Chimondzo, apenas Custódio Muchate e Inélcio Chire fizeram mais de 10 minutos (16:22 e 11:36, respectivamente), enquanto Milton Caifaz fez 2:24 e Hugo Martins 1:35. Stélio Dinis e Yuran Biosse não foram utilizados na partida.

No capítulo individual, o espanhol Alvaro Masa voltou a superiorizar-se e carregou o Ferroviário de Maputo para vitória importante na Liga Africana de Basquetebol.

O atleta, que vem representando os “locomotivas” da capital do país há mais de dois anos, fez 26 pontos, sendo seguido por Myck Kabonga, com 20, e Demarcus Holland, com 19 pontos.

Adjehi Baru fez 13 pontos e Baggio Chimondzo 8, enquanto Custódio Muchate terminou nos dois pontos na partida.

Nos ressaltos Adjehi Baru a ganhar a bola por 11 ocasiões, contra nove de Alvaro Masa e oito de Custódio Muchate.

A primeira fase da Liga Africana de Basquetebol termina no próximo domingo, seguindo-se os quartos-de-final, nos quais se qualificam os dois primeiros de cada um dos três grupos, mais os dois melhores terceiros classificados.

A Pista 7 de Setembro, na cidade de Inhambane, a única oficial de atletismo em toda a província, está em estado de abandono desde a sua destruição em 2017, após a passagem do ciclone Dineu.

A sua vedação caiu devido aos ventos fortes do Dineu e, a seguir, ficou desprotegida. Os vidros das janelas estão partidos, os sanitários destruídos e a pista cheia de capim. Além disso, está completamente desnivelada, um sinal claro de que há muito tempo em que não passa por ali uma pá niveladora.

Os atletas lamentam o facto de a pista estar naquelas condições precárias, o que impede a prática de atletismo. Segundo o antigo secretário-geral da Federação Moçambicana de Atletismo, Kamal Badru, este cenário repete-se um pouco por todo o país, já que as infra-estruturas desportivas estão a ruir-se.

O Governo diz que não está alheio à situação e revela que já há acções para a mobilização de fundos de modo a reabilitar a pista.

Segundo o director provincial da Juventude e Desporto, Hélder Jossias, o sector das Obras Públicas, em Inhambane, está, neste momento, a fazer o levantamento das necessidades da pista para, com base nisso, procurar-se o financiamento.

A última reabilitação feita na Pista 7 de Setembro foi em 2005, para dar lugar à realização dos jogos escolares que, naquele ano, decorreram na “terra de boa gente”.

A imprensa italiana avança que o Napoli está interessado nos serviços do internacional moçambicano, Reinildo Mandava, que actua no Lille da França. O agente do jogador esteve em Napoli para iniciar as conversações.

As excelentes exibições de Reinildo Mandava, no Lille da França, já começaram a suscitar interesse de vários clubes do topo do futebol europeu.

Da Itália surgem informações que apontam o internacional moçambicano na rota do Napoli, emblema histórico do futebol, daquele país, e onde se notabilizou um dos melhores jogadores do mundo: Diego Maradona.

A notícia é avançada pelo diário electrónico Il Napolista, que escreve que o agente do canhoto moçambicano, fez uma visita a Castel Volturno, sede do Napoli, nos últimos dias.

“Napoli já está atento ao mercado. Para a defesa, nomeadamente a lateral-esquerda, uma novidade vem da França: Reinildo Mandava, o canhoto do Lille”, escreve o Il Napolista citando o Corriere dello Sport.

Para confirmar esta possibilidade, segundo escreve o mesmo jornal, “o agente do jogador, Manuel Thomas, visitou o centro desportivo de Castel Volturno, sede do Napoli, para falar do seu cliente com o clube napolitano”.

Para já, nada está avançado em relação a esta possibilidade, e Reinildo Mandava, de 27 anos de idade, continua a trabalhar para ajudar o Lille a conquistar o título francês, que pode acontecer, este domingo, na visita do LOSC ao terreno do Rangers.

Na época desportiva 2020/2021, Reinildo Mandava disputou 34 partidas pelo Lille, dos quais 28 para a Ligue 1, seis para a Liga Europa, tendo feito 2314 minutos. Na última partida do LOSC, Mandava foi substituído aos 89 minutos.

A selecção nacional de futebol de praia terminou o seu programa de jogos de controlo com as equipas portuguesas, antes da partida para Senegal, com um saldo positivo, depois de dois empates e uma vitória.

Se na semana passada, em dois jogos disputados diante do ACD Sótão, conseguiu dois empates, ambos a quatro golos, esta segunda-feira, encerrou a sequência de jogos amigáveis com uma vitória por 6-3 diante do Grupo Desportivo Nazarenos, em partida disputada no Estádio de Viveiros.

Os três jogos, que deviam ter sido quatro, enquadravam-se no estágio pré-competitivo tendo em vista a participação de Moçambique no CAN de Futebol de Praia a realizar-se no Senegal entre 23 e 29 de Maio. Este estágio decorre em Nazaré, Portugal, desde o passado dia 10 de Maio e termina esta sexta-feira, quando a selecção partir para Dakar, no Senegal.

No embate desta segunda-feira, o combinado nacional fez-se à quadra com muita determinação, apostando na velocidade com bola no chão, contra uma estratégia de jogo fixo da turma local. Ao fim do primeiro período, Moçambique saiu com uma vantagem mínima de 1-0, com o único tento apontado por Ramussete Cumbe.

O segundo período começa com o empate dos “Nazarenos” por intermédio de Álvaro, mas a reacção da equipa de Abineiro Ussaca foi imediata com golos de Hélio Mahota e Nelson Manuel repondo a vantagem de Moçambique por 3-1, diferença com que vigorou até ao fim do período.

Já no terceiro e último período, o Grupo Desportivo Nazarenos deu o melhor de si valendo-lhe mais dois golos, ambos apontados por Filipe. Entretanto, a supremacia moçambicana era evidente e Rachid Smith (1), Eusébio Tomas (1) e Nelson (1) alargaram e fixaram a vantagem para 6-3, resultado justo que aumenta os índices de confiança do combinado nacional.

De referir que, nos dois primeiros jogos de controlo realizados na semana passada (terça e quarta-feira), diante da ACD Sótão, que terminaram com o mesmo resultado de 4-4, a selecção nacional enfrentou algumas dificuldades, tendo perdido até por largo tempo, mas a demostrar capacidade de reacção e recuperação física no momento da verdade, algo que satisfaz o seleccionador nacional, Abineiro Ussaca.

 

SELECCIONADOR NACIONAL SATISFEITO COM ESTÁGIO

Aliás, Ussaca fez um balanço positivo destes três jogos da selecção nacional diante de equipas portuguesas de primeira linha daquele país europeu.

“O balanço é positivo. Estamos a conseguir alcançar os objectivos traçados ainda em Maputo, que eram de vir aqui e melhorar alguma coisa da nossa parte que não está muito boa, nomeadamente, os aspectos técnicos, tácticos e físicos e a equipa está a evoluir bastante e isso é notório dia-pós-dia”, disse Ussaca que considera que esta evidência foi ainda mais notória com os jogos de controlo, o que foi “uma mais-valia”, razão pela qual, segundo disse, “estamos bastante felizes com esses aspectos”.

Com o estágio a caminhar para o seu final, Abineiro Ussaca aponta os aspectos defensivos e físicos como os que foram mais melhorados, “razão pela qual, cada dia, assumimos uma evolução melhor”, lamentando o facto de a selecção ter sofrido muitos golos nestes três jogos realizados. “Apesar de termos defrontado equipas com estilo de jogo europeu, nos dois primeiros jogos sofremos quatro golos em cada jogo e, na segunda-feira, sofremos três jogos. Para nós, é um ganho muito grande, atendendo que não há nenhum golo que sofremos de bola em movimento, o que quer dizer que melhoramos defensivamente, e isso nos dá um grande conforto, porque demonstra evolução defensiva”, disse.

Em termos físicos, Ussaca considera que a equipa também evoluiu e assume estar acima dos 90% do esforço, porque, “olhando para aquilo que tem sido o dia-a-dia, a evolução é bastante agradável”, já que o último jogo terminou com os jogadores em boa forma física.

No capítulo da finalização, outro aspecto que preocupava a equipa técnica nacional “nota-se uma melhoria, se considerarmos que, neste jogo com Nazarenos, conseguimos marcar seis golos e isso é muito bom”, disse acrescentando que “ainda falta muito por se fazer nos aspectos ofensivos, porque continuamos a desperdiçar muitas ocasiões de golos que criamos”

A selecção vai realizar mais quatro sessões de treinos em solo português antes de partir, na sexta-feira, para Dakar, Senegal, onde fará a sua estreia no Campeonato Africanos das Nações a ter lugar de 23 e 29 de Maio.

O Ferroviário de Maputo teve uma estreia pouco conseguida na Liga Africana de Basquetebol ao perder diante do Zamalek do Egipto, por 71-55. Os “locomotivas” estiveram bem nos primeiros dois períodos, mas sucumbiram no terceiro e quarto, a vir ao de cima à falta de ritmo competitivo e fraca capacidade de resposta, ditando uma diferença de 16 pontos

O representante moçambicano, que entrou com Demarcus Holland, Alvaro Masa, Milton Caifaz, Stelio Dinis e Custódio Muchate para o embate diante do Zamalek do Egipto, teve uma entrada em falso, principalmente no primeiro período, quando ainda procurava conhecer o seu adversário na quadra. Ainda tentou esboçar uma reacção à pressão exercida pelos egípcios e terminou a perder por 16-13, mas reagindo da melhor forma no segundo período, em que chagou a fazer 20 pontos, contra 18 do seu adversário, indo ao descanso a perder pela margem mínima de um ponto, 34-33.

No entanto, parece que o intervalo não fez aos jogadores “locomotivas”, uma vez que, no terceiro período, foram apáticos e deixaram o seu adversário fazer 15 pontos, contra apenas nove, naquele que foi o quarto mais fraco da turma moçambicana.

O resultado acabou por ser confirmado no último quarto, em que houve muito pouco dos moçambicanos a fazerem 13 pontos, contra 22 dos egípcios, sentenciando o resultado final em 71-55 a favor da turma da terra de faraó.

O Ferroviário de Maputo volta a entrar na quadra esta quarta-feira para medir forças com o Association Sportives des Douanes, do Senegal, à mesma hora.

 

ALVARO MASA, O MELHOR “MOÇAMBICANO”

No que diz respeito às estatísticas individuais, o espanhol Alvaro Masa acabou por ser o melhor em campo ao apontar 24 pontos, 11 ressaltos e 2 assistências ao longo do jogo. O “locomotiva” superou Walter Hodge, do Zamalek, que apontou 17 pontos.

Do lado dos moçambicanos, Demarcus Holland marcou 13 pontos e Milton Caifaz fez seis pontos. Custódio Muchate fez o papel de ressaltador e roubou seis bolas, seguido de Milton Caifaz com três roubos.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE