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O País – A verdade como notícia

Os Mambas recebem esta sexta-feira, quando forem às 15h00, no Estádio Nacional do Zimpeto, a Costa do Marfim, no arranque da qualificação ao Campeonato do Mundo do Qatar, em Novembro e Dezembro de 2022. Perspectiva-se uma selecção renovada e diferente da que nos foi habituada nos últimos anos.

Moçambique vs Costa do Marfim defrontam-se esta sexta-feira pela sexta vez na história, iniciando uma maratona de seis jogos de qualificação para o Mundial 2022, que vai terminar em Novembro próximo. Será o primeiro dos seis jogos que os Mambas terão pela frente nesta fase de grupos, numa luta em que ainda conta com Malawi e Camarões, no grupo D.

Para este jogo, Horácio Gonçalves, que vai para a sua primeira partida mais séria e a “feijões”, procura, não só a primeira vitória na fase de grupos, que daria um alento para os restantes jogos, mas, acima de tudo, a primeira vitória de Moçambique diante da Costa do Marfim.

É que nas anteriores cinco partidas disputadas entre estas duas equipas, os “Elefantes” venceram quatro jogos, nomeadamente, nas fases finais dos Campeonatos Africanos das Nações, no Egipto-86, por 0-3, e África do Sul-96, por 0-1, bem como num particular disputado em 1998, por 1-4, e para a fase de qualificação ao Mundial 2010, por 0-1.

O único resultado positivo dos Mambas diante do seu adversário foi a 07 de Setembro de 2008, na segunda volta da fase de qualificação ao Mundial da África do Sul, nomeadamente, um empate a um golo no Estádio da Machava.

 

MAMBAS RENOVADOS E SEM DOIS CAPITÃES

Certo mesmo é que os Mambas enfrentam este adversário, algo desfalcado, ainda que desfalque consentido pelo próprio timoneiro, Horácio Gonçalves, que não chamou os jogadores valorosos que têm sido “habituais” na selecção nacional, casos de Mexer, Domingues, Kambala, Clésio, Ratifo, Kito, Jeitoso e Telinho, potenciais titulares no conjunto moçambicano.

Estas ausências vão obrigar a alterações no “onze inicial” habitual, o que poderá ser surpreendente nos Mambas.

Horácio Gonçalves quer renovar, mas está ciente de que precisa ganhar, até porque coloca a sua própria meta: garantir vitória neste jogo e noutros que vêm pela frente.

Aos moçambicanos fica apenas a ideia de que nunca antes os Mambas perderam com os “Elefantes” e, mesmo sem público, quererão que esta história se mantenha neste jogo.

Começar com uma vitória nesta fase de qualificação é a expectativa dos Mambas, tanto mais que é a única selecção do grupo D que não garantiu a qualificação para a fase final do Campeonato Africano das Nações, que terá lugar em Janeiro e Fevereiro de 2022, nos Camarões. Malawi, próximo adversário, na terça-feira, estará presente no CAN dos Camarões, tal como os “leões indomáveis”, que estiveram no mesmo grupo de Moçambique, bem como a Costa do Marfim.

 

PROVÁVEL “ONZE” DOS MAMBAS

Já a contar com todos os jogadores convocados desde a passada quarta-feira, Horácio Gonçalves poderá ser fiel ao tradicional 4x4x2, que se desdobra num 4x3x3, enquanto a equipa estiver com a posse de bola, e num 5x3x2, em caso da perda de bola.

Ernan parece ser o favorito a guarnecer a baliza dos Mambas, tendo, na sua frente, dois centrais, sendo um experiente, Zainadine Jr., que também será o capitão, e outro menos experiente, Bonera. Caso queira robustez poderá optar em Betão, olhando para a sua estatura física. Poderá optar por dois laterais com experiência diferente: Reinildo Mandava na esquerda e Cigano na direita.

Na zona intermediária, Geny Catamo e Candinho são os que mais aparecem na pole position, podendo ser apoiados nas laterais por Nilton e Luís Miquissone, enquanto Witi e Amâncio “Neymar” os mais adiantados. Entretanto, poderá ainda optar por Maestro no lugar de Geny Catamo, adiantando o jogador do Sporting para o ataque, no lugar de Witi.

César Machava, no lugar de Ernan, Agenor, no lugar de Betão ou Bonera, Nené, no lugar de Candinho ou Maestro, e Melque, no lugar de Witi ou Nilton, são outras opções para o onze inicial.

Facto mesmo é que Horácio Gonçalves conta com todos os jogadores que chamou para esta dupla empreitada diante da Costa do Marfim e Malawi, respectivamente.

O jogo Moçambique vs Costa do Marfim será dirigido por uma equipa de arbitragem do Burundi, tendo em Pacifique Wenimana, o árbitro principal, Emery Niyongabo e Pascal Ndimuzigo, os assistentes laterais, e Georges Gatogato (4º- árbitro). O comissário da CAF vem da Tanzânia e chama-se Ahmed Ngoyi.

A selecção nacional de basquetebol sénior masculino não vai disputar as eliminatórias de acesso à 19ª edição do campeonato do Mundo da modalidade, prova a realizar-se de 25 de Agosto a 10 de Setembro, na Indonésia, Japão e Filipinas.

O acesso à competição, na zona africana, contará apenas com 16 selecções que disputam, nesta altura, o Campeonato Africano de Basquetebol sénior masculino – “Afrobasket”- em Kigali, no Ruanda.

No grupo A, segundo ditou o sorteio, teremos Cabo Verde, Mali, Uganda e Nigéria. Já o grupo B é composto por Sudão do Sul, Camarões, Tunísia e Ruanda, enquanto a Costa do Marfim, Guiné-Conacry, República Centro-africana e Angola integram o grupo C. Finalmente, no grupo D, temos Egipto, Quénia, Senegal e República Democrática do Congo.

As partidas serão disputadas a duas voltas, com cada selecção a jogar em casa e fora, entre os dias 20 a 30 de Novembro deste ano, 21 de Fevereiro a 1 de Março e 27 de Junho a 5 de Julho de 2022.

Os três primeiros classificados de cada grupo avançam para a segunda ronda de qualificação, onde irão jogar contra os três primeiros classificados de outro grupo, formando as séries E e F, no caso de África.

Os dois primeiros classificados de cada série e o terceiro melhor da segunda ronda de qualificação asseguram o apuramento para o Mundial.

De acordo com o regulamento, as três primeiras  classificadas de cada grupo avançam para a segunda ronda, a ser constituída por dois grupos de seis selecções.

Nesta fase, os dois primeiros de cada grupo, mais o melhor terceiro classificado, apuram-se para o Campeonato do Mundo de Basquetebol, a ser disputado de 25 de Agosto e 10 de Setembro nas Filipinas, Japão e Indonésia.

Dando continuidade ao sucesso do sistema de Competição da FIBA implementado em 2017, para qualificação das equipas para a Mundial da China, em 2019, este ano, 80 países discutirão o apuramento em seis janelas durante 15 meses.

A 17 dias das eleições na Federação Moçambicana de Atletismo (FMA), acto eleitoral que se vai realizar na capital do país, Kamal Badru submeteu a sua candidatura à presidência desta agremiação.

Badru, que se fazia acompanhar por dois elementos que compõem a sua lista, entregou toda a documentação na sede social da FMA, no Parque dos Continuadores, tendo sido avaliada numa primeira instância pelo secretário-geral, Hélder Nhamussua.

“Claro que 13 Setembro é o último dia de entrega de candidaturas. Submetemos a candidatura agora para não estarmos sobrecarregados. Decidimos, igualmente, submeter agora para que, em caso de situações por corrigir, tenhamos tempo para o fazer”, explicou o candidato à presidência da Federação Moçambicana de Atletismo (FMA).

Candidato derrotado nas últimas eleições, Kamal Badru diz ter ganho muita experiência e promete desenhar um programa que vai resgatar a modalidade rei nos Jogos Olímpicos.

Aliás, segundo Badru, “entro para esta corrida confiante” e “bem preparado porque antes estava imaturo, mas agora estou bem preparado”.

O candidato a presidente da FMA garante ter apoio das associações provinciais de atletismo. “Estou unido a todas as associações do país. Estou a cumprir o seu desejo. Estamos a cumprir com o manifesto das associações de todo o país”.

Badru diz não estar preocupado com o facto

“Não posso ter garantias de não traição por parte das associações provinciais. Mas, para todos efeitos, tenho garantias de apoio ao meu manifesto eleitoral. O manifesto vai ao encontro do desejo das associações provinciais”, explicou. E acrescentou que: “É de salientar que viajei pelo país não para campanha mas sim para fazer o mapeamento e a colher sensibilidade sobre os objectivos das associações”.

O céu é o limite. E sonhar, sonhar e cumprir à letra o manifesto eleitoral é o que Kamal Badru se propõe a fazer. De resto, resgatar uma modalidade que já deu glórias ao país e coloca-la como referência é urgente.

Daí que, no seu manifesto, pretende começar da base e apostar na formação de todos actores do atletismo: “De princípio, vamos começar um mandato. Vamos apostar na formação de juízes, treinadores, monitores e professores de educação física. O nosso objectivo é levar o atletismo às escolas e aos bairros. Vamos apostar na base”, observou Badru.

Para que o atletismo atinja os níveis que se pretende, refere, é determinante que não se inverta a pirâmide. “Vamos olhar, primeiro, para os iniciados, juvenis e juniores. Não quero, com isso, dizer que vamo-nos esquecer dos seniores. Vamos atacar a formação para depois potenciarmos os seniores”, elaborou Kamal Badru.

Mas há mais! Badru entende que somente com o aumento de competições é que se pode pensar no sucesso sustentável do atletismo no país.

“Vamos trazer muitas competições provinciais. Todas as associações irão realizar os campeonatos provinciais. Já decidimos que as associações têm direito a fundos para realizarem as suas actividades.

É oficial que Francisco Manhenche não se vai recandidatar à presidência da Federação Moçambicana de Atletismo. Entra, no entanto, em cena o nome de Edmundo Matesse, figura que já assumiu que vai concorrer ao cargo de presidente da FMA.

“ O que me leva a esta candidatura é o meu manifesto. Nós estamos a falar de instituições e não nomes de pessoas. O que está em jogo é o manifesto eleitoral e desejo das pessoas”.

A estreia de Moçambique nos Jogos Paralímpicos não foi das melhores, com a atleta moçambicana, Edmilsa Governo, a falhar o acesso à final dos 100 metros para a sua classe. Governo terminou na sexta e última posição da terceira corrida da primeira ronda dos 100 metros para deficientes visuais T-13, prova que teve lugar na manhã desta terça-feira.

Edmilsa Governo fez a corrida com o tempo de 12 segundos e 71 centésimos, fixando, assim, uma nova marca individual na corrida desta categoria, em 0.151 centésimos de segundos.

Aliás, a atleta estreou-se na categoria T-13, depois de ter estado na categoria T-12.

Depois de falhar a presença na final dos 100 metros dos Jogos Paralímpicos, Edmilsa Governo prepara-se, agora, para defender a medalha de bronze dos 400 metros da categoria T-13, alcançados nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016.

Assim, Governo volta às pistas esta quinta-feira, quando forem 14h20, hora de Maputo, para o apuramento à final da corrida dos 400 metros T-13.

Por seu turno, Hilário Chavela, outro representante moçambicano nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020, só entra em acção esta quarta-feira, 01 de Setembro, quando forem 13h27 de Maputo (21h27 de Tóquio), na pista 8, ao lado de atletas do Marrocos, Azerbaijão, México, Botswana, Rússia, Namíbia e Argélia.

A participação moçambicana nos Jogos Paralímpicos de Tóquio termina com Hilário Chavela a disputar a final do salto em cumprimento, no sábado, 4 de Setembro, quando forem 07h02 de Maputo.

Os Mambas iniciaram, esta terça-feira, os trabalhos de preparação para os embates diante da Costa do Marfim e Malawi de qualificação ao Mundial do Qatar, em 2022. Reinildo, Bonera e Amâncio “Neymar” foram ausentes e só se juntam à selecção nacional esta quarta-feira

Muita animação e bastante entusiasmo marcaram o início dos trabalhos dos Mambas para os dois confrontos com Costa do Marfim, na sexta-feira, e Malawi, na terça-feira, do arranque da fase de grupos de apuramento à fase final do Campeonato do Mundo do Qatar, em Novembro e Dezembro de 2022.

Recuperação física, aspectos técnico-tácticos, bem como uma peladinha, marcaram a sessão que decorreu no campo anexo do Costa do Sol, contando com 20 dos 23 jogadores convocados por Horácio Gonçalves para esta empreitada.

Reinildo Mandava, do Lille da França, Francisco “Bonera” Simbine e Amâncio “Neymar” Canhemba, estes dois do Marítimo, foram os grandes ausentes, por terem chegado apenas esta terça-feira ao país, devendo juntar-se ao grupo no treino desta quarta-feira.

JOGADORES MORALIZADOS E EXPECTANTES

Na primeira sessão de treinos, Shaquile e Zainadine Jr. foram os porta-vozes do conjunto e revelaram-se satisfeitos pela chamada aos Mambas.

Shaquile, do Ferroviário de Maputo, que é chamado pela terceira vez depois de ter estado no torneio triangular disputado em Maputo, e no Cosafa, na África do Sul, diz estar preparado para dar o seu contributo à selecção nacional. “Estou satisfeito com a chamada aos Mambas e espero dar o meu contributo para que possamos vencer estes jogos”, disse Shaquile.

Relativamente aos adversários destas duas jornadas, Costa do Marfim e Malawi, Shaquile diz que o importante é ter respeito e não temer, até porque os Mambas têm o seu poderio e as suas possibilidades em campo.

Já Zainadine Jr., experiente jogador dos Mambas, assegura que o conjunto está motivado e que o balneário respira confiança. “Estamos a iniciar os trabalhos para esta campanha e vamos fazer de tudo para vencer os dois jogos”, disse Zainadine, reiterando que a miscelânea que existe está a ser bem recebida. “Não são os nomes que jogam, mas sim o bom momento de forma que estes jovens jogadores atravessam e a sua qualidade. Se eles estão aqui é por algum motivo”, disse o central do Marítimo de Portugal, esperando que os jogadores novos passem o seu melhor para o bem do conjunto moçambicano.

MEXER E DOMINGUES SÃO IMPORTANTES PARA OS MAMBAS

Questionado em relação à sua responsabilidade em face das ausências de jogadores mais experientes, casos de Mexer, Domingues, Kambala e outros, Zainadine começou por dizer que tem sido a mesma responsabilidade, independente de quem estiver na selecção, e não vai mudar agora, mas assume que não se deve fechar os olhos a estas ausências. “São jogadores com muita qualidade e, no caso, Domingues e Mexer são jogadores importantes para a selecção nacional, para ser sincero. São jogadores com muita qualidade e com muita experiência, mas a mim cabe trabalhar dentro do campo para ajudar a selecção”, vincou Zainadine Jr.

Ademais, segundo Zainadine Jr., é preciso que os jogadores chamados para esta campanha estejam cientes do que é representar a selecção nacional, ganhar experiência, mas sabendo que é preciso vencer os jogos também, fazendo uma diferenciação entre jogos internos e internacionais. “O objectivo é sempre o mesmo – ganhar jogos para procurar garantir a qualificação”, sentenciou.

“NOSSO OBJECTIVO É FAZER UMA EQUIPA DO FUTURO”, HORÁCIO GONÇALVES

O seleccionador nacional lamentou a ausência dos três jogadores que ainda não se juntaram ao grupo de trabalho, mas assegura que está tudo projectado para que os trabalhos decorram sem sobressaltos e, principalmente, para a sua integração assim que estiverem disponíveis. Mas, o mais importante para Horácio Gonçalves, é ter em conta os objectivos actuais da selecção nacional. “Temos que olhar para aquilo que são os nossos objectivos, de que temos vindo a falar desde o princípio, a primeira vez em que vim aqui, que passa por um projecto de construção e estamos a construir o futuro. Por isso, temos, aqui, um grupo homogéneo, mas muito coeso e tenho certeza de que vamos fazer um bom trabalho nos jogos que vamos ter pela frente”, começou por dizer o seleccionador nacional.

Mas, essa construção será feita dentro das adversidades e adversários que aparecerem pela frente, desta vez tratando-se do gigante africano, a Costa do Marfim.

“Temos o nosso objectivo que é pensar jogo-a-jogo, e os nossos objectivos é fazer sempre o melhor e queremos vencer o jogo e vamos, acima de tudo, transportar para aqui a nossa forma diferente de pensar o jogo, tal como fizemos no torneio triangular e no Cosafa, e fazer a construção do futuro”, esclarece o seleccionador nacional.

“PROCESSO DE CONSTRUÇÃO INCLUI OS AUSENTES E MAIS INTERNACIONAIS”

Entretanto, relativamente à questão das ausências de jogadores, como Mexer, Domingues, Kambala, Clésio e outros, que têm sido chamados frequentemente, e que, desta vez, ficaram de fora por opção técnica, Horácio Gonçalves assegura que não foram descartados dos Mambas. Diz mesmo que o processo de construção significa isto mesmo: chamada de novos jogadores em detrimento dos mais assíduos.

“Ninguém está fora da possibilidade de ser convocado. No processo de construção, tem de haver encaixe de jogadores mais internacionais e menos internacionais e é isso que estamos a fazer. Se os mais internacionais não puderem vir agora, não quer dizer que foram descartados. É um erro pensar que o seleccionador está a descartar os jogadores internacionais, eu não estou a descartar ninguém”, esclareceu Horácio Gonçalves.

Aliás, para Gonçalves, todos são importantes e cada um terá o seu momento dentro deste processo de renovação. “Todos eles são importantes e, a qualquer altura, podem vir a serem seleccionáveis. Não tenho problemas com eles, mas temos que fazer este trabalho e não podemos olhar para trás, nem para o lado”, justificou o seleccionador nacional.

Para o português que comanda os Mambas, a construção da selecçao nacional deve ser vista como oportunidade para preparar uma equipa que vai trazer bons resultados no futuro. “Os mais internacionais são importantes para ajudar os mais novos para que, nos próximos anos, Moçambique consiga construir uma equipa que consiga dar uma resposta diferente daquela que deu nos últimos anos”, assegurou Horácio Gonçalves, vincando ainda que “ninguém está de fora e desengane-se quem pensa assim. Todos são importantes e serão chamados nos próximos compromissos, mas precisamos de fazer desta forma”.

Recorde-se que, para esta convocatória, as grandes novidades são as chamadas de Agenor (UD Songo), Betão (AD Vilankulo), Salas (Fer. Nampula), Cigano e Estêvao (ambos da Liga Desportiva de Maputo), Fidel, Martinho, Melque e Victor (todos da Brack Bulls), ficando de fora os jogadores assíduos, tais como Mexer, Domingues, Kambala, Jeitoso, Clésio, Edmilson, Sidique, entre outros.

O treinador da União Desportiva do Songo, Carlos Manuel, garante uma equipa forte na pré-eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos. Apesar da confiança, o técnico reconhece que animicamente os jogadores não estão no nível desejado.

A União Desportiva do Songo terá pela frente o Association Sportive Otoho, do Congo-Brazaville, na pré-eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos 2021/22, segundo ditou o sorteio realizado no Cairo, Egito.

Os dias para o primeiro teste estão próximos, mas o momento atravessado pelos “hidroeléctricos” é de longe “mediano”, e os números são disso a prova. Em 18 jornadas do Moçambola, os vice-campeões nacionais conseguiram oito vitórias, sete empates e perderam em três jogos, ocupando a modesta quarta posição, com 31 pontos.

A primeira mão realiza-se no Estádio Nacional do Zimpeto, no dia 11 de Setembro próximo. A cerca de 10 dias para o encontro, Carlos Manuel confessa que a equipa não está no nível desejado, mas dá garantias de um bom resultado, sobretudo a jogar em casa.

“Temos estado a nos preparar para representar condignamente Moçambique. Sabemos que não vai ser fácil, porque a equipa neste momento não está muito bem (é preciso reconhecer isto). Não estamos a comandar o campeonato, psicologicamente os níveis anímicos não estão em alta, mas vamos trabalhar no sentido de levantar a equipa moralmente, para que cheguemos a este jogo, sobretudo a jogar em casa, conseguir um resultado que nos leve à segunda mão com melhores perspectivas”, detalhou.

A primeira mão da pré-eliminatória de acesso à Liga dos Campeões Africanos realiza-se no Estádio Nacional do Zimpeto, a 11 de Setembro. Algo que não deixa desconfortável Carlos Manuel, que quer agradar os Moçambicanos.

“É um bom campo, normalmente nós jogávamos na Beira, mas desta vez vamos jogar no Estádio Nacional do Zimpeto e penso que em relação ao piso não temos queixas nenhumas. Vamos trabalhar a partir da próxima semana no Zimpeto, para que estejamos adaptados ao relvado e chegarmos ao dia do jogo contra a equipa congolesa em melhores condições e podermos agradar ao povo moçambicano”, disse o técnico.

Uma semana depois será a vez da segunda mão da pré-eliminatória de acesso à Liga dos Campeões, que joga-se a 18 de Setembro, Congo-Brazaville.

Em caso de apuramento à eliminatória seguinte os “hideoeléctricos” defrontam o vencedor da eliminatória entre Petro de Luanda, de Angola e o Fovu de Baham, dos Camarões.

Lembre-se que a União Desportiva do Songo é a única equipa moçambicana presente nas competições africanas, após a desistência do Costa do Sol, actual campeão, alegadamente por motivos financeiros.

É já no sábado em que arranca o Torneio de Apuramento às eliminatórias da Liga Africana de Basquetebol, competição que irá movimentar quatro formações, nomeadamente Ferroviário de Maputo, Costa do Sol, Desportivo e Ferroviário da Beira. O vencedor da competição irá representar o país nas eliminatórias da zona VI, a realizarem-se em Outubro, na África do Sul.

Contagem regressiva para uma das mais importantes e atractivas provas de basquetebol indígena. A “catedral” do basquetebol moçambicano está “au point” para acolher, a partir de sábado, no seu bojo, a nata da modalidade da bola ao cesto no país.

São estrelas da selecção nacional, atletas com muita estrada e vontade férrea de triunfar. E, do Chiveve, chega-nos o conjunto que aponta para o reassumir do seu protagonismo no panorama do basquetebol moçambicano – Ferroviário da Beira.

Depois de uma campanha menos conseguida na edição 2019 da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, prova na qual terminou na 3ª posição após vencer a A Politécnica (104-84) no jogo dois dos “play-offs” de atribuição do terceiro lugar, o Ferroviário da Beira ambiciona a qualificação à Liga Africana de Basquetebol.

Seria ouro sobre azul, num ano de investimentos na contratação de atletas e renovação de contrato com as suas “joias”.

O desfecho improvável no último campeonato nacional, a olhar para o leque de opções no plantel acrescido às contratações dos americanos Jawan Davis (base) e Efee Odige (poste), precipitou o fecho de um ciclo de Nasir “Nelito” Salé nos “locomotivas”.

Aliás, era de todo expectável que o Ferroviário da Beira chegasse à final, tendo em conta a qualidade do plantel no qual se destaca um naipe de internacionais, quais Ismael “Timo” Nurmamad, Elton Ubisse, Elves “Stam” Honwana, Ayad Munguambe, entre outros.

Este ano, de olhos postos no primeiro lugar, o Ferroviário da Beira contratou um homem que conhece muito bem os cantos da casa – Luiz Lopes.

O espanhol chegou, viu e venceu. Em 2012, conduziu o Ferroviário da Beira ao título, ao derrotar, na final, o Maxaquene (2-1) no “play-off” da final a melhor de três jogos. O Ferroviário da Beira venceu o jogo um por quatro pontos (88-84), tendo perdido, a seguir, por 80-71. A consagração veio no jogo três com uma vitória por 89-80.

Mutombo (poste congolês) e Mitchel (americano) ajudaram, sobremaneira, os “locomotivas” a campearem, num duelo diante de um Maxaquene então orientado por Simão Mataveia.

Dois anos depois, o Ferroviário da Beira esteve, novamente, no olimpo do basquetebol moçambicano, para não variar, sob comando de Luiz Lopez. Final emocionante diante do homónimo de Maputo, jogos de loucos no pavilhão na sala de visitas do basquetebol. Entrada em força do Ferroviário da Beira com vitória por 72-62 no jogo um dos “play-offs” da final. Mas, no jogo dois, o Ferroviário de Maputo foi buscar uma desvantagem de nove pontos e venceu por 64-71.

Qual ovo de Colombo, o pavilhão do Maxaquene esteve cheio no jogo de decisão e sem espaço para sequer uma “agulha”.

Inspirados e conduzidos pelos competentíssimos americanos Jeffrey Fahnbuller e Kejuan Jhonson (que contabilizaram 42 pontos), o Ferroviário da Beira revalidou o título de campeão nacional de basquetebol sénior masculino.

E…tudo Jeffrey Fahnbuller levou: melhor marcador, ressaltador e foi considerado o MVP. No ano seguinte, ou seja, em 2015, Pio “Lingras” Matos, Augusto “Gordo” Matos, David “Mano” Canivete, Nelson “Snoop” Jossias, Igor Matavel, Paulo Sambo,Helmano Nhatitima e companhia não permitiram que o Ferroviário da Beira voltasse a fazer das suas.

Pois, no pavilhão do Maxaquene, mandou o vizinho Desportivo Maputo que, bem conduzido por Bernardo “Coach B” Massimbe, bateu, na final, o Ferroviário de Maputo (3-1) nos “play-offs” da final. Com 24 pontos no jogo decisivo, Piop Matos viria a ser considerado MVP.

O Ferroviário da Beira, esse, caiu nas meias-finais da prova! E não havia, face às expectativas, outro caminho senão mesmo não renovar o contrato com Luiz Lopes.

Veio Nasir “Nelito” Salé que, no primeiro ano, falhou o título ao perder numa final à negra com o Ferroviário de Maputo. No jogo cinco, o Ferroviário de Maputo venceu por 69-56, numa partida em que o sérvio Bojan Sekicki foi decisivo.

Já em 2017, o Ferroviário da Beira, ainda sob o comando técnico de Nasir “Nelito” Salé, redimiu-se da derrota no renovado e gigantesco pavilhão local. Os “locomotivas” do Chiveve até entraram em falso nos “play-offs”, tendo perdido por 88-66 perante o seu público.

Depois, no jogo dois, o Ferroviário da Beira empatou a série do “play-off” com uma vitória por 90-69. No jogo dois, os mais equilibrados, Ismael Nurmamad e Elton Ubisse, conduziram o Ferroviário da Beira a uma vitória por 78-74. O conjunto de Milagre “Mila”Macome (Ferroviário de Maputo) era obrigado a vencer o jogo quatro para forçar uma decisão à negra. E foi o que aconteceu, no dia 31 de Agosto de 2017, no pavilhão lotadíssimo: 67-62 foi o resultado final, vantagem para o Ferroviário de Maputo. Na decisão à negra, o Ferroviário da Beira bateu o seu homónimo de Maputo (69-58) e conquistou o título de campeão nacional. Foi o último de Nasir Salé que viria a perder a final em 2018 para o Ferroviário de Maputo (3-0) na série dos “play-offs”. Em 2019, foi com um inesperado terceiro lugar, depois de uma derrota nas meias-finais diante do Costa do Sol.

 

GÉMEOS NOVELA PARA ATACAR TÍTULOS

 

Os gémeos Orlando “Nando” e Ermelindo “Mindo” Novela, durante década e meia, fiéis ao seu “metier”, trocam, este ano, a zona baixa da capital do país por Chiveve, onde se espera uma melhoria contratual, relativamente a que lhes foi oferecida pelos campeões nacionais. Eles assinaram contrato com o Ferroviário da Beira, colocando um ponto final a uma relação de 15 anos com o Ferroviário de Maputo.

Nando e Mindo abraçam um novo desafio depois de terem conquistado vários títulos de campeão nacional e da cidade, desde que ascenderam aos seniores no Ferroviário de Maputo.

Em 2019, os gémeos foram, diga-se, determinantes para que o Ferroviário de Maputo campeasse após vitória (3-0) no “play-off” da final diante do Costa do Sol.

Os “locomotivas” venceram o jogo um por 93-76, no pavilhão da Universidade Eduardo Mondlane, e, no segundo embate, tiveram algumas dificuldades, mas superaram o seu adversário com uma vitória por 94-87, em pleno pavilhão do Maxaquene. No pavilhão da UEM, a 11 de Agosto, confirmaram a sua supremacia com um triunfo por 86-68.

Em 2018, ano em que “foi roubado” o título de MVP, Orlando Novela esteve em grande plano, ao ajudar o Ferroviário de Maputo a vencer o seu homónimo da Beira por 3-0 no play-off da final disputada em Maputo e no Chiveve.

O conjunto de Milagre Macome venceu o jogo um no pavilhão do Maxaquene por 81-76. Foi, novamente, mais esclarecido no jogo dois com vitória por três pontos: 72-69.

É preciso recuar dez anos, ou seja, até 2011 para recordar que Ermelindo Novela foi considerado MVP (jogador mais valioso) do campeonato nacional com apenas 20 anos, num conjunto na altura orientado por Carlos Aik.

Depois de sete anos, para ser mais preciso, em 2018, foi, outra vez, distinguido MVP, mas, desta feita, Campeonato da cidade, prova na qual foi, igualmente, melhor marcador.

Para além de assegurar a contratação destes atletas, o Ferroviário da Beira assegurou a permanência das suas principais unidades: Ismael Nurmamad, Elton Ubisse, Elves Honwana, Ayad Munguambe, Edilson Tivane, para além de ter contratado o poste Lote Tonela. Para a fase de apuramento à Liga Africana de Basquetebol, os “locomotivas” do Chiveve vão contar com dois atletas americanos cujos nomes deverão ser divulgados nas próximas horas.

Os jogadores convocados por Horácio Goncalves, incluindo os que actuam fora de portas, concentraram-se neste domingo, na capital do país, para o arranque dos trabalhos, que terão lugar nos Campos do Costa do Sol, Black Bulls e Estádio Nacional do Zimpeto, respectivamente, amanhã, quarta-feira e quinta-feira, antes do jogo desta sexta-feira, diante da Costa do Marfim.

Os 23 jogadores chamados pelo seleccionador nacional, Horácio Goncalves, juntaram-se, esta segunda-feira, para o arranque da preparação dos Mambas com vista aos jogos diante da Costa do Marfim, na sexta-feira, em Maputo, e próxima terça-feira, em Joanesburgo, diante do Malawi.

Os jogadores, que actuam fora de portas, começaram a chegar na noite de domingo, sendo que outros só chegaram nesta segunda-feira, devido a compromissos que tinham com os seus clubes, nos respectivos países onde jogam.

De acordo com o programa de treinos feito pela equipa técnica e divulgada pela Federação Moçambicana de Futebol, os Mambas têm agendado para amanhã, um treino no campo do Costa do Sol, no período da tarde, ficando o segundo treino marcado para quarta-feira, também de tarde, mas, desta feita, no Complexo Desportivo de Tchumene, campo da Black Bulls.

O último treino dos Mambas antes do embate da sexta-feira será na quinta-feira, de manhã, no Estádio Nacional do Zimpeto, reservando o período da tarde para o treino da equipa adversária, a Costa do Marfim, fazer o reconhecimento do relvado.

A partida, que marca o arranque da fase de qualificação ao Campeonato do Mundo do Qatar, em 2022, será na sexta-feira, às 15H00, no Estádio Nacional do Zimpeto, mesmo dia em que os Camarões recebem o Malawi, em Douala.

Ainda de acordo com o programa disponibilizado para conhecimento da imprensa e dos amantes e adeptos dos Mambas, a equipa de todos nós regressa aos treinos, ainda em solo pátrio, no sábado de tarde, sendo que, no Domingo, treina de manhã e de tarde viaja para Joanesburgo, onde fará o treino de adaptação ao relvado na segunda-feira, para o jogo da terça-feira.

Para já, a grande dúvida será a integração de Luís Miquissone, que assinou recentemente com o Al Ahly do Egipto, e que, até ao final da tarde desta segunda-feira, ainda não se tinha juntado aos restantes colegas.

Para além de Miquissone, o seleccionador nacional conta com os seguintes jogadores que jogam fora de portas: Bruno Langa (Chaves), Reinildo (Lille), Bonera, Zainadine Jr e Amâncio “Neymar” (Marítimo), Geny Catamo (Sporting), Maestro (V. Guimarães) e Witi (Nacional).

Dos “nacionais” integram os Mambas Ernan e Shaquile (Fer. Maputo), Salas (Fer. Nampula), Cigano e Estêvão (LD Maputo), César Machava (Fer. Beira), Fidel, Martinho, Melque e Victor (Black Bulls), Victor, Nené e Nilton (Costa do Sol), Norberto (AD Vilankulos), Agenor e Candinho (UD Songo).

Os jogadores Ejaita, da Black Bulls, e Dje, do Ferroviário de Lichinga, regressaram aos golos e isolam-se nas duas primeiras posições da lista dos melhores marcadores, com 12 e 10 golos, respectivamente, depois de terem apontado um e dois, este domingo, no encerramento da 18ª jornada do Moçambola 2021.

Depois de quase duas jornadas de férias, dois dos melhores marcadores do Moçambola 2021 voltaram ao activo neste fim-de-semana, balançando as redes dos seus adversários.

Trata-se de Ejaita Ifoni, atleta nigeriano de 21 anos de idade, ficou três jogos de fora dos da Black Bulls devido a uma lesão e regressou este domingo, entrando a substituir, para marcar o golo que evitou a derrota da sua equipa diante da União Desportiva do Songo.

Ejaita já vinha com estatuto de líder dos melhores marcadores e, aos 91 minutos, num remate de fora da área, a deixar pregado Valério, guarda-redes da União Desportiva do Songo, fez o seu 12º golo na conta pessoal, esta temporada, evitando a derrota dos “touros”, em sua casa.

O jogador da Black Bulls já havia apontado três golos aos “hidroeléctricos”, na primeira volta, para além dos “bis” apontados diante da Associação Desportiva de Vilankulo e Textáfrica de Chimoio. A estes golos adicionam os marcadores ao Ferroviário de Nampula, Liga Desportiva de Maputo, Ferroviário de Lichinga e Incomáti de Xinavane, respectivamente.

Assim, a oito jornadas do final do Moçambola 2021, Ejaita está a oito golos de chegar aos 20 exigidos pela Liga Moçambicana de Futebol para premiar o melhor artilheiro com valores monetários de cem mil meticais.

 

DJE NA PERSEGUIÇÃO A EJAITA

Também de férias nas duas anteriores jornadas e que esteve de regresso foi o avançado do Ferroviário de Lichinga, Dje, e em dose dupla. Na recepção dos “locomotivas” de Lichinga à Associação Desportiva de Vilankulo, na passada sexta-feira, Dje revirou o resultado negativo da sua equipa, dando mais uma vitória caseira ao representante de Niassa no Moçambola 2021.

Dje Pascoal Manuel Buzana, de 26 anos de idade, chega a uma dezena de golos e mantém perseguição ao líder dos melhores marcadores, estando a dois golos de Ejaita. A estes dois golos apontados diante dos “hidrocarbonetos”, adiciona-se um “hat-trick”, marcado ao Matchedje de Mocuba, e outros golos feitos à União Desportiva do Songo, Desportivo Maputo, Ferroviário de Nacala, Black Bulls e Liga Desportiva de Maputo, contabilizando 10 golos que colocam o atleta na segunda posição isolada dos artilheiros da prova.

O avançado do Ferroviário de Lichinga desgruda, assim, Dayo, do Ferroviário da Beira, e Henriques, que trocou o Desportivo Maputo pela União Desportiva do Songo, que continuam com os seus oito golos apontados.

Esta é a perseguição sem tréguas pela coroação do título dos melhores artilheiros do Moçambola 2021.

 

MARCEL ENTRA PARA O TOP-5

Quem entrou para o top-5 dos melhores marcadores foi Marcel, jogador do Ferroviário de Maputo, que apontou o primeiro golo da sua equipa na vitória diante do Textáfrica do Chimoio. Marcel conta já com seis golos, igualando Telinho do Costa do Sol.

Outros jogadores, que marcaram nesta 18ª jornada, na qual foram produzidos 18 golos, são Valter, do Ferroviário de Lichinga, e Dilson, da Liga Desportiva de Maputo, que apontaram um golo cada um, chegando aos quatro golos na temporada 2021.

Já Shelton (Ferroviário de Nacala), Soares (que trocou a Black Bulls pelo Ferroviário de Nacala), Valter (AD Vilankulo), Fabrice (Fer. Beira), Mutong (que trocou Ferroviário de Maputo pelo Ferroviário da Beira), também balançaram as redes e já somam três golos, enquanto Dinis (que esteve no Desportivo Maputo e agora representa o Ferroviário de Nacala) e Samito (Textáfrica do Chimoio) fizeram o seu segundo golo esta época.

Estrearam-se a marcar no Moçambola 2021 os jogadores Michel (Liga Desportiva de Maputo), Danilo (Costa do Sol), Mário Sinamunda (Ferroviário da Beira), John Banda (UD Songo) e Raul (Ferroviário de Maputo).

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