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O País – A verdade como notícia

A Confederação Africana de Futebol aprovou a candidatura de Moçambique para acolher a fase final do Campeonato Africano das Nações de Futsal, em 2024. O país recebe outro voto de confiança do organismo que gere o futebol africano para acolher mais uma competição continental, depois do CAN de Futebol de Praia, agendado para Outubro deste ano.

Moçambique volta a merecer confiança da Confederação Africana de Futebol para acolher provas continentais. A próxima prova é o Campeonato Africano das Nações de Futsal, agendado para 2024.

A organização do evento foi indigitada a Moçambique pela Confederação Africana de Futebol (CAF), durante a realização da Assembleia-Geral, que decorreu fim-de-semana, em Rabat, Marrocos.

Para o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat, esta atribuição do CAN de Futsal para o país engrandece o desporto moçambicano. “É uma satisfação a aprovação da nossa candidatura para realizar o CAN de Futsal em 2024. Essas realizações estão no nosso manifesto eleitoral”, começou por dizer Sidat.

Para o dirigente moçambicano, esta aprovação “é importante para melhorarmos as infra-estruturas e o turismo, para além de ajudar a melhorar a performance das nossas selecções”.

Contudo, mais do que ajudar na melhoria das infra-estruturas e na elevação dos níveis competitivos das selecções nacionais, esta atribuição é uma forma de projectar o país, que poderá estar mais próximo de acolher o Campeonato Africano das Nações de futebol, em seniores.

“Mais importante é que a FIFA e a CAF acreditem que Moçambique pode, um dia, receber o CAN de seniores. Uma das condições primordiais é acolher um ou dois CAN de qualquer outra modalidade de futebol, para que possamos acolher o CHAN ou CAN, mas também, se tivermos condições, melhorar e construir alguns estádios”, referiu o presidente da Casa do Futebol.

Feizal Sidat diz que a vitória é de todo o povo moçambicano e, por isso, há que se juntar forças para que a prova seja um sucesso. “É mais uma vitória do nosso país, e o importante é juntarmo-nos todos para que possamos acolher o CAN com alegria e profissionalismo e preparar a nossa selecção. Sem dúvida, com o apoio do Governo, vai ser importante termos essas realizações”, disse Sidat.

O presidente da Federação Moçambicana de Futebol, que esteve presente na Assembleia-Geral da Confederação Africana de Futebol, não deixou de agradecer ao Governo pelo apoio que presta para a realização destas provas internacionais no país. “Quero agradecer ao Governo por dar-nos este apoio, que é importante, porque temos que demonstrar que somos um país adulto, de turismo, e que pode construir infra-estruturas; um país que pode realizar essas competições. Por isso quero agradecer imensamente o apoio do povo moçambicano”, concluiu.

Esta é a segunda prova africana que o país vai acolher, depois do Futebol de Praia, prova que terá lugar em Outubro próximo, em Inhambane, concretamente em Vilankulo.

 

CAN DA COSTA DO MARFIM ADIADO PARA JANEIRO DE 2024

A Assembleia-Geral da Confederação Africana de Futebol, CAF, aprovou várias medidas para os próximos anos, com destaque para o adiamento da fase final do Campeonato Africano das Nações, inicialmente agendado para Junho e Julho de 2023.

Numa conferência de imprensa realizada em Rabat (Marrocos), logo após o fim da Assembleia-Geral do organismo que gere o futebol africano, o respectivo presidente, Patrice Motsepe, anunciou este adiamento e justificou a decisão com as fortes chuvas que acontecem na Costa do Marfim, naquela altura do ano.

“Sabemos que Janeiro não é o mês ideal para os clubes europeus, mas esta é a única opção que temos. Não podíamos arriscar”, justificou o sul-africano.

Quem também comentou sobre este adiamento é Feizal Sidat, presidente da Federação Moçambicana de Futebol, que disse que já era expectável este adiamento, devido a questões naturais.

“Pensamos nós que era de se esperar essa mudança de datas, tendo em conta que, naquela zona da África Oriental, por essas alturas de Junho, o tempo é bastante húmido; está sempre a chover e as temperaturas são bastante altas. Por isso acredito que esta alteração das datas para Janeiro de 2024 foi muito bem pensada pela CAF”, argumentou Sidat.

Relativamente às implicações que esta decisão pode ter no país, o presidente da Casa do Futebol disse que o mais importante é a qualificação dos Mambas para esta fase final. “Para nós, se isto vai reflectir-se ou não, só o futuro pode dizer. O importante é qualificarmo-nos ao CAN. Portanto, agora, estamos mais focados na nossa qualificação”, justificou Feizal Sidat.

Esta decisão vai contrariar o que tinha sido aprovado em 2017, quando a CAF tinha anunciado que deixaria de realizar o CAN em Janeiro, para terminar uma longa disputa com os clubes europeus. Entretanto, esta vai ser a segunda vez consecutiva em que o torneio acontece nesta altura do ano, depois de o mesmo ter acontecido, em Janeiro e Fevereiro deste ano, nos Camarões, numa prova ganha pelo Senegal.

Outra das medidas aprovadas durante a Assembleia-Geral da CAF é a disputa da Superliga Africana. A Confederação Africana de Futebol deu pormenores sobre a prova que se vai estrear em Agosto de 2023 e que conta com o apoio da FIFA.

O torneio vai contar com as 24 melhores equipas do continente, onde se inclui o Al Ahly do Egipto, equipa em que actua o moçambicano Luís Miquissone, e vai ter um prémio total de 95,9 milhões de euros, cerca de 6,3 mil milhões de Meticais. Deste valor, o vencedor arrebata 9,5 milhões de euros, pouco mais de 626 milhões de Meticais, só pela conquista do título.

A CAF frisou, ainda, que a Liga dos Campeões vai continuar a ser jogada em paralelo e mantém o sistema de qualificação por mérito desportivo nas competições domésticas. A única alteração será o facto de a final voltar a ser a duas mãos, após dois anos em que se disputou em jogo único.

O torneio regional da Cosafa arranca já esta terça-feira, em Durban, na vizinha África do Sul, com a disputa da fase de grupos, onde os Mambas estão isentos. Seychelles e Botswana abrem as hostilidades no King Zwelithini Stadium, local que vai acolher grande parte dos jogos desta competição.

Ainda esta terça-feira, haverá o embate entre Angola e Comores, também a contar para o grupo A. Esta partida terá a arbitragem do internacional moçambicano, Zacarias Horácio Balói.

O árbitro internacional vai fazer a sua terceira aparição nesta competição, desempenhando as funções de árbitro-assistente. Balói foi chamado pela primeira vez em 2016, depois de ter sido assistente num jogo da Taça Nelson Mandela, na então Suazilândia, actual eSwatini.

Licenciado em Estatística pela Universidade Eduardo Mondlane, Zacarias Baloi, de 30 anos de idade, esteve num jogo da Liga dos Campeões este ano, entre Petro de Luanda de Angola e SuperSport United da África do Sul, jogo realizado na capital angolana.

Para além de Zacarias Baloi, que será assistente nesta competição, Simões Guambe é outro árbitro moçambicano que consta da lista dos 25 juízes escalados para o torneio.

Guambe, de 37 anos de idade, participa pela primeira vez nesta competição, apesar de ser árbitro principal internacional desde 2017.

Os dois árbitros moçambicanos beneficiaram-se de uma formação de actualização em matérias de leis de jogo, que terminou esta segunda-feira. O torneio Cosafa será dirigido por 14 árbitros principais e 11 assistentes.

Depois das partidas desta terça-feira de arranque da prova, pelo grupo A, entra em cena, quarta-feira, o grupo B, com os jogos entre Maurícias e eSwatini e entre Lesotho e Malawi.

A primeira fase da Cosafa 2022 termina a 10 de Julho, sendo que os quartos-de-final arrancam dois dias depois. Nessa fase, entra em acção a selecção de Moçambique, que defronta a África do Sul.

O Estádio Nacional do Zimpeto está aprovado para acolher os jogos internacionais e a Confederação Africano de Futebol agendou o embate entre Moçambique e Zâmbia, de qualificação ao CHAN 2023, para o maior palco desportivo do país. Esta aprovação vai permitir que a Black Bulls e o Ferroviário da Beira acolham os seus jogos no Estádio Nacional do Zimpeto.

A espera e a ansiedade terminaram. Os Mambas vão receber a Zâmbia, a 24 de Julho corrente, no Estádio Nacional do Zimpeto, após a Confederação Africana de Futebol ter aprovado o recinto desportivo.

Aliás, a inspecção feita semana passada pelo gestor sul-africano que veio a Maputo terá agradado ao organismo que gere o futebol africano, que não demorou a dar o “sim” à infra-estrutura para jogos internacionais, ainda que tenham deixado algumas recomendações de melhoramento.

O organismo máximo do futebol africano tomou a decisão este domingo e, através de um comunicado, anunciou o regresso de jogos internacionais na capital do país, quase 10 meses após a interdição, ou seja, desde Setembro de 2021.

Esta interdição obrigou os Mambas a receberem os seus adversários noutros países, casos de Marrocos e África do Sul, onde defrontou o Malawi e o Ruanda, respectivamente.

A aprovação do Estádio Nacional do Zimpeto premeia o trabalho realizado pelo Fundo de Promoção Desportiva nos últimos nove meses, depois das mexidas profundas feitas, com destaque para a mudança do relvado natural, para substituir o que já estava gasto e degradado, a colocação de torniquetes para controlar o acesso electrónico de espectadores, retoques nos balneários, sanitários públicos e melhoramento da iluminação artificial.

Estes melhoramentos, avaliados em cerca de 60 milhões de Meticais, foram feitos com fundos da Secretaria de Estado do Desporto.

Depois desta aprovação, o Estádio Nacional do Zimpeto está pronto para acolher jogos internacionais, a começar já a 24 deste mês, diante da Zâmbia, de qualificação ao CHAN 2023, prova que é disputada por jogadores que actuam internamente.

A CAF agendou o jogo para as 15h00 do dia 24 de Julho e terá a arbitragem de um quarteto das Ilhas Comores, chefiada por Mohamed Athoumani, tendo como auxiliares Said Omar Chebli e Mohamed Ibrahim. O quarto árbitro é Abdou Mmadi Mohamed e o comissário do jogo é o malawiano Patrick John Kapanga.  O moçambicano Artur Machava foi destacado como oficial para COVID-19.

O jogo da segunda mão desta eliminatória dar-se-á entre os dias 28 e 29 de Julho, na Zâmbia.

Em caso de apuramento à segunda eliminatória, os Mambas vão receber o seu adversário, a sair do embate entre Zimbabwe e Malawi, no Estádio Nacional do Zimpeto.

Recorde-se que a última vez em que os Mambas disputaram o CHAN foi em 2014, na vizinha África do Sul, onde a equipa não conseguiu passar da fase de grupos.

O CHAN 2023, prova destinada a jogadores que actuam em campeonatos locais, terá lugar na Argélia, de 13 de Janeiro a 4 de Fevereiro de 2023.

 

ENZ TAMBÉM PARA JOGOS DOS CLUBES

A aprovação do Estádio Nacional do Zimpeto não vai beneficiar apenas a selecção nacional de futebol, os Mambas, mas também aos representantes nacionais nas afrotaças, nomeadamente, a Associação Black Bulls e o Ferroviário da Beira.

As duas colectividades entregaram, nos seus processos de licenciamento a nível da CAF, o Estádio Nacional do Zimpeto para os seus jogos, uma vez que as suas infra-estruturas não têm condições para jogos internacionais.

A Black Bulls, que tem como palco o Complexo Desportivo de Tchumene, realiza os seus jogos no segundo campo daquele recinto, uma vez que o campo principal ainda não está concluído nem foi à inspecção.

Já o Ferroviário da Beira, que recebe os seus adversários do Moçambola no Caldeirão do Chiveve, ainda não terminou a reabilitação do seu campo, depois de ter sido devastado pelo ciclone Idai, em 2020.

Os “touros”, campeões nacionais, vão representar o país na Liga dos Campeões, enquanto os “locomotivas” de Chiveve, vice-campeões nacionais, estarão nas eliminatórias da Taça da Confederação, também conhecida como Taça CAF ou Taça Nelson Mandela.

Os jogos das afrotaças iniciam-se em Setembro próximo, com a disputa da primeira eliminatória das duas provas africanas de clubes.

O Costa do Sol recebeu e venceu o Ferroviário de Lichinga, por 2-1, em partida inserida na sexta jornada do Moçambola. Com este triunfo, os “canarinhos” passam a somar 14 pontos na segunda posição, menos quatro que União Desportiva de Songo, que soma 18 pontos.

Solo fértil e a produção também condiz com a realidade. Em tempo de crise, cada refeição vale ouro. E por estar ciente disso, Artur Semedo não tem, de forma alguma, desperdiçado as oportunidades que lhe têm aparecido pela frente.

Sorrateiramente, vai fazendo um percurso assinalável, amealhando, a cada jornada, resultados animadores que, possivelmente, sendo o Costa do Sol um crónico candidato ao título, no fim das contas poderão despertar sorrisos largos à massa associativa.

Após na jornada anterior ter cedido um empate no sempre difícil e hostil terreno do Matchedje de Mocuba sem abertura de contagem, eis que, na presente, já jogando diante do seu público, puxou os galões e o estatuto de grande para suplantar a aguerrida formação do Ferroviário de Lichinga, equipa sensação da edição passada do Moçambola, por duas bolas a uma.

Com o resultado, os “canarinhos” mantêm os quatro pontos de diferença com que entraram nesta ronda com a União Desportiva de Songo, que, neste momento, soma 18 pontos na tabela classificativa, mais quatro que a equipa de Semedo.

Na próxima jornada, o Costa do Sol, formação que na presente edição da fina-flor do futebol moçambicano ainda não sentiu o sabor amargo da derrota, vai defrontar precisamente a União Desportiva de Songo, que, por sinal, também ainda não perdeu no certame. Sem muitas dificuldades, os “hidroeléctricos” “despacharam” o Matchedje de Mocuba, vencendo por 2-1.

Se por um lado, em caso de vitória, a equipa orientada por Artur Semedo poderá reduzir a diferença pontual para um, por outro, um triunfo dos “hidroeléctricos” pode permitir que esta formação se agigante na tabela classificativa.

Na abertura da jornada, sábado, o Ferroviário de Maputo quebrou o enguiço de três jogos sem vencer, ao derrotar, em pleno Estádio de Machava, a Liga Desportiva de Maputo, por uma bola sem resposta, saindo da zona do sufoco da tabela classificativa para a sexta posição, desta feita com oito pontos. A turma de Dário Monteiro, que ocupa a antepenúltima ou se quisermos a décima posição, continua longe do habitual, visto que os resultados não têm sido animadores.

Na ronda que se segue, os “locomotivas” da capital irão medir forças com o seu homónimo de Nacala, enquanto a Liga Desportiva de Maputo terá, pela frente, a Associação Black Bulls, formação que, nesta jornada, recebeu e venceu a Associação Desportiva de Vilankulo, por 3-1, em partida em que os “touros” entraram a perder. Por seu turno, a ADV, equipa orientada por Eurico da Conceição, desloca-se a Lichinga onde irá defrontar o Ferroviário local.

DUELO LOCOMOTIVA SEM GOLOS

Pacto de irmandade ou não, a verdade é que a partida entre o Ferroviário da Beira e o de Nampula terminou sem abertura de contagem. Jogando em casa, os “locomotivas” de Chiveve até deram o ar da sua graça diante do seu público, postura que, no entanto, não se traduziu em golos, perante um Ferroviário de Nampula que criou enormes dificuldades ao seu oponente.

Nota de destaque é que as duas formações vinham de derrotas na jornada anterior. O Ferroviário da Beira perdera com o seu homónimo de Nacala, por 1-2, e o Ferroviário de Nampula sofrera uma derrota pesada em casa ante a União Desportiva de Songo, por 0-3.

Na sétima jornada, os treinados do zambiano Wedson Nyerenda terão pela frente à simpática formação do Matchedje de Mocuba, enquanto a equipa orientada pelo português Nelson Santos recebe o Incomáti de Xinavane, conjunto que, nesta ronda, voltou a vergar, desta feita em casa, ao perder por 0-1, frente ao Ferroviário de Nacala, por 1-0.

A partida entre as duas equipas poderá ser de grande interesse, tendo em conta que, se por um lado o Ferroviário de Nampula quer reduzir a diferença pontual com o líder da prova, por outro, o Incomáti quer manter a senda vitoriosa e, por via disso, fugir da zona incómoda da tabela classificativa.

 

Resultados da 6ª Jornada

Ferroviário de Maputo – Liga Desportiva de Maputo (1-0)

Associação Black Bulls – Associação Desportiva de Vilankulo (3-1)

União Desportiva de Songo – Matchedje de Mocuba (2-1)

Incomáti de Xinavane – Ferroviário de Nacala (0-1)

Costa do Sol – Ferroviário de Lichinga (2-1)

Ferroviário da Beira – Ferroviário de Nampula (0-0)

 

Jogos da 7ª Jornada

Ferroviário de Lichinga – Associação Desportiva de Vilankulo

Liga Desportiva de Maputo – Associação Black Bulls

Ferroviário de Nacala – Ferroviário de Maputo

Ferroviário de Nampula – Incomáti de Xinavane

Matchedje de Mocuba – Ferroviário da Beira

Costa do Sol – União Desportiva de Songo

 

1. Uniao Desportiva de Songo 6 6 0 0 12 0 18
2. Costa do Sol Maputo 6 4 2 0 6 2 14
3. Ferroviário de Nampula 6 3 2 1 4 4 11
4. Ass. Black Bulls Maputo 6 2 3 1 13 6 9
5. Ferroviário de Nacala 6 3 0 3 7 6 9
6. Ferroviário Maputo 6 2 2 2 5 5 8
7. Ferroviário de Lichinga 6 2 2 2 4 4 8
8. Ferroviário da Beira 6 1 3 2 5 6 6
9. Ass. Desportiva de Vilanculos 6 2 0 4 4 10 6
10. Liga Desportiva de Maputo 6 1 2 3 3 4 5
11. Incomáti Xinavane 6 1 1 4 1 9 4
12. Matchedje de Mocuba 6 0 1 5 2 10 1

O seleccionador nacional de futebol, Chiquinho Conde, reduziu para 23 os jogadores que vão iniciar os trabalhos de preparação para o jogo diante da África do Sul, a realizar-se a 13 de Julho corrente, para os quartos-de-final do torneio regional Cosafa. Chico, agora a representar o Costa do Sol, e Isac de Carvalho, agora a vestir as cores do Ferroviário de Nampula, são as novidades de regresso aos Mambas. Conde diz que o histórico de confrontos com África do Sul não deve impedir os Mambas de sonhar com a vitória.

A contagem decrescente rumo ao torneio Cosafa já se iniciou. Hoje, o seleccionador nacional de futebol, Chiquinho Conde, anunciou os 23 jogadores que vão representar os Mambas nessa empreitada, bem como participar na eliminatória de acesso ao CHAN da Argélia, em 2023.

Tal como na pré-convocatória, a União Desportiva do Songo continua a ceder mais jogadores nesta convocatória final, com sete jogadores, seguida do Costa do Sol, com cinco, e da Black Bulls, com quatro jogadores. Os Ferroviários de Maputo e da Beira contribuem com três jogadores cada, enquanto o Ferroviário de Nampula coloca apenas um jogador na selecção nacional.

Dos chamados pelo Conde dos Mambas, três são guarda-redes, nomeadamente, Ernan (UD Songo), Ivan (Black Bulls) e Victor (Costa do Sol), oito defesas: Infren (UD Songo), Mexer (Costa do Sol), Edmilson (UD Songo), Danilo (Costa do Sol), Fóia (Fer. Beira), Chico (Costa do Sol), Martinho (Black Bulls) e Danito (UD Songo).

Para o sector intermediário foram sete chamados, nomeadamente, Amadou (UD Songo), Shaquile, Kito e Yude (ambos do Fer. Maputo), Nené (Bblack Bulls), Nelson (UD Songo) e João Bonde (Fer. Beira), enquanto para o ataque são cinco escolhidos: Telinho (Costa do Sol), Melque (Black Bulls), Melven Choi (Fer. Beira), Isac de Carvalho (Fer. Nampula) e Lau King (UD Songo)

Este é um jogo para vencer, segundo a convicção de Chiquinho Conde. O seleccionador nacional não se deixa abalar pelo histórico entre Mambas e Bafana Bafana, que dá vantagem ao adversário. A África do Sul venceu cinco jogos, os Mambas apenas um jogo e mais um empate.

“Obviamente, o historial não é favorável para nós, mas não podemos colocar todo o passado como parte negativa do que queremos para o futuro. Só nós temos a possibilidade de inverter este paradigma, e vamos fazer de tudo para que isso aconteça”, disse Chiquinho Conde.

Facto mesmo é que a equipa técnica já está a acompanhar o desempenho da África do Sul e, por isso, a preparação vai ser feita em função do que se tem de conhecimento em relação ao adversário. “Estamos a observar a África do Sul e vamos encontrar os seus pontos fracos. Vamos transmitir essa informação aos jogadores, para que possam trabalhar a conhecer o adversário”, realçou o seleccionador nacional.

Conde vincou, ainda, que “vamos encarar o adversário com realismo e disfrutar de uma belíssima partida de futebol”.

A preparação para o torneio Cosafa inicia-se na próxima terça-feira, com todos os jogadores convocados.

Quando falta um ano para a disputa do torneio, chuvas torrenciais, com inundações à mistura,  foram registadas na terra dos Elefantes, e a Confederação Africana de Futebol (CAF) começa a admitir que agendar a competição no meio da estação chuvosa não é necessariamente uma decisão inteligente.

Inicialmente marcado para ser disputado de 23 de Junho a 23 de Julho de 2023, na Costa do Marfim, o Campeonato Africano das Nações (CAN) pode ser adiado novamente, tal como aconteceu com a edição que estava prevista para os Camarões, no entanto disputada no Egipto.

Com o Campeonato do Mundo de 2022, no Qatar, agendado para decorrer de 21 de Novembro a 18 de Dezembro de 2022, a CAF sugere que seja impossível avançar com a edição 2023 do CAN para os meses de Janeiro e Fevereiro, porque os jogadores não poderão disputar dois grandes torneios no espaço de poucas semanas.

Assim, a única alternativa viável para acomodar também os interesses dos jogadores é adiar o Campeonato Africano das Nações para Janeiro e Fevereiro de 2024.

De acordo com Veron Mosengo-Omba, secretário-geral da CAF, que falava ao jornal francês Le Monde, esta é uma possibilidade a ter em conta. “Estamos a  considerar. É uma das possibilidades”, admitiu Veron Mosengo-Omba.

O secretário-geral da Confederação Africana de Futebol acrescentou os motivos que podem levar a este adiamento e reagendamento da prova. “Pedimos aos meteorologistas da Côte d’ Ivoire que nos relatassem a história das chuvas no país em Junho e Julho, mas também que compartilhassem as suas projecções connosco”, referiu Mosengo-Omba.

Do lado do país anfitrião, o novo presidente da Federação Ivoiriense de Futebol (FIF), Idriss Diallo, alinha no mesmo diapasão. “A CAF não nos pediu, mas, em qualquer que seja a decisão deles, vamos aplicá-la. É uma competição deles. Não nos opomos (à mudança de datas)”, informou o dirigente ao diário francês.

O assunto estará na agenda da 44ª Assembleia-Geral Ordinária da CAF, marcada para 10 de Agosto, em Arusha, na Tanzânia, onde poderá sair a decisão final.

Estádio Nacional do Zimpeto foi, esta quarta-feira, alvo de inspecção da Confederação Africana de Futebol. O trabalho feito vai determinar se Zimpeto volta ou não a acolher jogos internacionais.

“Segura na mão de Deus, segura na mão de Deus. Pois ela te sustentará.
Não temas, segue adiante e não olhes para trá.s Segura na mão de Deus e vai”. Diz um célebre refrão do cântico de esperança do Santo Padre Marcelo Rossi. Daqui se encontra um exemplo que se encaixa como uma luva na situação do Estádio Nacional do Zimpeto, que está nas mãos do deus do futebol africano, CAF.

Excluído do futebol internacional desde 2021 devido ao mau estado do relvado, dos balneários, da vedação, da iluminação, e por falta de torniquetes, a maior infra-estrutura desportiva nacional voltou, na quarta-feira, a ser inspeccionada pela Confederação Africana de Futebol. A inspecção foi solicitada pela FMF, pensando no jogo de qualificação para o CHAN do próximo ano, contra Zâmbia, agendado para 22 a 24 de Julho.

Numa corrida contra o relógio, o Governo gastou cerca de 60 milhões de Meticais para melhorar o recinto. Foi ainda necessário montar os torniquetes na entrada principal do campo, para controlar a entrada dos espectadores. O sistema de iluminação foi melhorado e houve também montagem do separador da Área VIP.

Para ver de perto o trabalho, o mandatário da Confederação Africana de Futebol, o sul-africano, Joshua Knipp, percorreu, na quarta-feira, todo o Estádio Nacional de Zimpeto.

No início da vistoria, a maior atenção foi dada ao rectângulo de jogos. A fita métrica foi o aliado principal do enviado da CAF, tendo medido as dimensões do recinto, sobretudo as da baliza.

Depois se seguiu a avaliação do estado das bancadas, cabines destinadas à comunicação social e separadores montados na área VIP, onde foi instalada uma barreira que separa o local das bancadas comuns.

Os balneários também remodelados (cacifos para a colocação dos pertences dos jogadores e equipamento de jogos) foram inspeccionados por Joshua Knipp.

Contudo, as intervenções feitas pelo Governo não são suficientes. A melhoria da vedação faz parte das recomendações da CAF. O problema está longe de ser resolvido; o Zimpeto está escancarado!

O Estádio que custou cerca de 70 milhões de dólares ao Estado moçambicano parece ser uma passagem de nível sem guarda, fazendo a ponte entre o mercado grossista do Zimpeto e as zonas residenciais mais próximas. Ainda assim, Hilário Madeira era, no fim de todo o processo, um homem confiante:

“O trabalho correu muito bem, o inspector fez o que lhe competia e nós também fizemos a nossa parte. Estamos todos na expectativa de ter um resultado favorável. Acreditamos que, da última inspecção para cá, houve melhorias’”, disse o secretário-geral da Federação Moçambicana de Futebol, para depois colocar tudo nas mãos da CAF.

“Cabe ao inspector submeter o relatório final para a CAF, e esperamos ter um resultado favorável vindo deste organismo. A nossa vontade é podermos jogar com a Zâmbia em casa e foi feito um esforço colectivo para que possamos jogar no Zimpeto e receber o Senegal neste recinto”, afirma Madeira.

O relatório da avaliação da CAF deverá ser anunciado nos próximos dias.

A Black Bulls e o Ferroviário da Beira informaram à Confederação Africana de Futebol que vão acolher jogos das Afrotaças no Estádio Nacional do Zimpeto. “Touros” e “locomotivas” de Chiveve serão os representantes moçambicanos na Liga dos Campeões Africanos e na Taça da CAF, respectivamente.

As Afrotaças para a edição 2022/23 estão à porta. Os representantes moçambicanos na Liga dos Campeões e na Taça da Confederação, também conhecida por Taça CAF ou Taça Nelson Mandela, são a Black Bulls e o Ferroviário da Beira.

A campeã nacional, Black Bulls, e o vice-campeão nacional, Ferroviário da Beira, da edição 2021 do Moçambola, já definiram o local que vão utilizar para acolher os seus jogos.

Trata-se do Estádio Nacional do Zimpeto, o maior palco futebolístico do país construído após a independência, que será a casa dos “touros” e “locomotivas” de Chiveve.

O local de jogos foi endossado nos expedientes dos processos de licenciamento, condição indispensável para a participação nas Afrotaças, de acordo com as exigências da CAF, comunicadas na Circular 04/2022, do passado dia 2 de Junho.

Os expedientes dos dois clubes foram enviados à Federação Moçambicana de Futebol, que, por sua vez, os fez chegar ao organismo que gere o futebol africano, para confirmar a pretensão de acolherem os jogos no Estádio Nacional do Zimpeto.

Os campos das duas colectividades, nomeadamente, o Complexo Desportivo de Tchumene e o “Caldeirão” de Chiveve, ainda não reúnem condições para acolher jogos internacionais.

O campo principal da Black Bulls ainda está em construção, com os últimos retoques nas bancadas e na sua cobertura, bem como nos acessórios adjacentes ao relvado. Os “touros” usam o campo 2 para os jogos do Moçambola, enquanto não for concluído o campo principal.

Já a infra-estrutura do Ferroviário da Beira continua a não estar em condições desde que sofreu danos com a passagem do ciclone Idai, que devastou a capital de Sofala e os distritos circunvizinhos, bem como as províncias de Tete, Manica e Zambézia.

Assim, Black Bulls e Ferroviário da Beira vão acolher os seus jogos das Afrotaças no Estádio Nacional do Zimpeto. O local foi alvo de inspecção esta quinta-feira e poderá estar apto para acolher jogos internacionais, a começar pelos jogos da selecção nacional, a 23 de Julho, diante da Zâmbia, para as eliminatórias do CHAN 2023.

A edição 2022/23 das Afrotaças inicia-se a 9 de Setembro, com a disputa da primeira mão da primeira eliminatória, e a final marcada para 2 de Junho de 2023.

O Ferroviário de Maputo terá o jogo mais difícil das primeiras seis jornadas, ao defrontar, este sábado, a Liga Desportiva de Maputo, em partida da sexta jornada do Moçambola. O objectivo será vencer para sair da zona da despromoção e não deixar fugir o pelotão da frente, rumo ao topo. A jornada reserva, ainda, jogos aliciantes em Maputo, com os “touros” e “canarinhos” a receberem “hidrocarbonetos” e “locomotivas” de Lichinga, no mesmo campo, mas em dias diferentes

É uma jornada que pode trazer muita alegria e bastantes dissabores no seu final. Uma mistura de sentimentos que será vivida pelas bandas do Ferroviário de Maputo, no jogo de abertura da jornada.

Será um teste de resistência para Jean Loscuito no comando da “locomotiva” da capital, se atendermos que uma derrota pode ser sinónimo de relações cortadas com os adeptos.

O facto é que o Ferroviário de Maputo, treinado por Jean Loscuito, está a ter um arranque desastroso no Moçambola, sendo que, em cinco jogos, somou uma vitória, dois empates e duas derrotas, muito pouco para uma equipa que se diz candidata à conquista do título.

Está a 10 pontos da líder da prova, a União Desportiva de Songo, que não parece estar com vontade de baixar o ritmo e, por isso, difícil de alcançar.

Neste sábado, diante da Liga Desportiva de Maputo, a “locomotiva” precisa de regressar aos caris, sob pena de descarrilar definitivamente numa prova mais de velocidade do que de resistência.

Dário Monteiro sabe que o Ferroviário de Maputo não atravessa o seu melhor momento e vai querer aproveitar-se disso para fazer vida negra no Estádio da Machava.

Ainda no mesmo sábado, realizar-se-á o primeiro dos dois jogos no Complexo Desportivo de Tchumene. Os donos da casa, a Black Bulls, recebem a Associação Desportiva de Vilankulo.

Trata-se um jogo de difícil prognóstico, a olhar pelas recentes exibições e resultados dos “touros”, que contrastam com aquela equipa demolidora e que foi campeã nacional ano passado.

A turma orientada por Inácio Soares não tem conseguido bons resultados e, prova disso, são os dois últimos empates, alcançados em casa e em Lichinga, que colocam a equipa na quinta posição com seis pontos, a nove da líder UD Songo. Apesar do regresso de Kadre, nada mudou ainda na “torradeira” de Tchumene e espera-se que o reencontro com as vitórias e as pazes com os sócios e adeptos seja feito neste jogo.

Mas, pela frente, terá uma Associação Desportiva de Vilankulo robusta, coesa e motivada, depois da vitória tangencial e ao apagar das luzes diante do um candidato ao título, o Ferroviário de Maputo, na jornada passada.

Uma vitória que pode especificar os “hidrocarbonetos” a fazerem uma exibição de luxo, a avaliar pela posição actual.

Ainda assim, as duas equipas somam o mesmo número de pontos – seis – e somente após o apito final, ficaremos a saber qual delas desgrudou da outra e avança na classificação.

Esta é uma partida para acompanhar em directo na Stv Notícias, a partir das 14h00, deste sábado.

 

LÍDER TEM TUDO PARA DAR CERTO

Os restantes quatro jogos estão marcados para domingo, com a líder da prova, União Desportiva de Songo a receber o lanterna vermelha, Matchedje de Mocuba.

É o regresso de Nacir Armando a um terreno que muito bem conhece, afinal foi treinador dos “hidroeléctricos” durante duas temporadas. Resta saber se ainda conhece bem os cantos da casa, para contrariar a turma de Songo nesta jornada.

A União Desportiva de Songo segue invicto, a somar por vitórias todos os jogos até aqui realizados e não parece estar disposta a perder os primeiros pontos logo em casa. Por isso, é favorita a vencer o jogo, mas precisa de provar dentro das quatro linhas esse favoritismo, sob pena de ser pressionada pelo Costa do Sol na tabela classificativa.

A motivação da turma de Songo poderá ser redobrada para este jogo e, porque a vitória é quase certa, resta saber por quantos golos.

Os “militares” de Mocuba têm as suas motivações para este jogo, nomeadamente, os indícios de saída da crise financeira e o primeiro ponto roubado a um candidato directo ao título, Costa do Sol. Por isso, vai querer repetir a proeza, em terreno alheio, na deslocação a Songo.

À espreita, estará o Costa do Sol, pelo deslize dos “hidroeléctricos”. Os “canarinhos” estão a quatro pontos da liderança e vão querer encurtar a distância, ou pelo menos mantê-la, em caso de vitória da líder.

Em casa emprestada, o Costa do Sol ainda não começou a ser feliz. Empatou no primeiro jogo que realizou em Tchumene, num jogo diante do Ferroviário de Nampula.

Desta vez, vai querer mostrar que já conhece os cantos da casa e, na recepção a outro Ferroviário, o de Lichinga, o sol pode brilhar, de facto.

O empate em Quelimane pode fazer parte do passado e os olhos já virados para Tchumene, onde esperam os três pontos.

Nada que seja fácil, tendo em conta a boa forma da turma da capital de Niassa. Perdeu apenas um jogo, empatou dois, um dos quais diante da Black Bulls, e venceu dois jogos – um saldo que garante à turma de Antoninho Muchanga luta titânica até ao fim, pelo melhor resultado que satisfaça as suas aspirações e objectivos neste jogo, que passarão por não perder, para não deixar o comboio da frente avançar.

Um jogo para acompanhar em directo na Stv Notícias, domingo a partir das 14h00.

 

MAIS UM EMBATE DE “LOCOMOTIVAS” EM PERSPECTIVA

Domingo vai aquecer no “Caldeirão” de Chiveve. Na linha férrea de Sena, haverá cruzamento de duas “locomotivas”, uma da Beira e outra de Nampula, um embate que sempre deixa sequelas para uma delas.

Será a 21ª partida entre ambos, com vantagem para a turma de Chiveve que venceu sete jogos e perdeu apenas quatro. Nas três últimas partidas, o Ferroviário da Beira venceu todos.

Na tabela classificativa, é o Ferroviário de Nampula que está acima, na terceira posição, com mais cinco pontos em relação ao seu homónimo. Por isso, será uma partida de difícil prognóstico e com o resultado imprevisível, até porque será o reencontro entre dois treinadores que muito bem conhecem o futebol moçambicano e que estiveram fora do país a ganhar experiência.

Mais do que o embate entre as duas “locomotivas”, será o frente-a-frente entre Wedson Nyerenda e Nelson Santos.

Para o Ferroviário da Beira, será o segundo encontro com os homónimos de Nampula, depois de ter perdido em Nacala, enquanto o de Nampula procura reerguer-se depois do caseiro na jornada passada diante da líder União Desportiva de Songo, por números ainda mais pesados – 0:3.

Finalmente, no canavial, teremos o embate entre o Incomáti de Xinavane e o Ferroviário de Nacala.

As duas equipas vêm de resultados positivos e buscam continuar a manter a senda de jogos sem perder. Os “açucareiros” foram a Hanyana empatar com a Liga Desportiva de Maputo, enquanto o Ferroviário de Nacala vem de vitória caseira frente ao homónimo da Beira.

Depois de uma vitória em casa, na quarta jornada, o Incomáti quer repetir a proeza e começar a dizer “adeus à zona da despromoção”, e o Ferroviário de Nacala pode ser o “bode expiatório” para isso. Se bem que Artur Massacar não vai querer facilitar e vai dar luta até ao final.

O objectivo das duas equipas é garantir a manutenção o quanto antes e as primeiras jornadas são fundamentais para tal.

A turma de Nacala pode aproveitar-se do facto de a turma do canavial andar com mais sal do que açúcar, devido a problemas financeiros que ainda permitiram aos jogadores conhecerem a cor do dinheiro.

Os jogos deste fim-de-semana poderão provocar alterações na tabela classificativa e deixar algumas equipas mais felizes e outras a chorar.

Todos os jogos iniciam-se quando forem 14h00.

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