Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Os Mambinhas realizaram treino de controlo com o Costa do Sol no fim-de-semana e perderam por 3-2, mas nada que os fizesse perder o ritmo que se procura para a fase final do Campeonato Africano das Nações do Egipto, em Fevereiro e Março deste ano.

A selecção nacional de futebol de Sub-20, os Mambinhas, continua a intensificar os trabalhos de preparação do colectivo, tendo em vista a participação na 17ª edição do Campeonato Africano das Nações da categoria, prova a ter lugar nas cidades egípcias de Cairo, Alexandria e Ismailia, de 19 de Fevereiro a 11 de Março próximos.

Os treinados de Dário Monteiro, por ora somente os que actuam internamente, mostram-se confiantes a cada dia e a cada treino, na busca de um entrosamento que garanta uma boa prestação na prova continental.

Os jogadores que actuam fora de portas, nomeadamente Djwa da Silva Ramos (FC Torrente); Edson Lobo Mucuana (Vila Fraquense); Momed Pereira (Sport Lisboa e Benfica); Kimiss Zavala (CS Marítimo); Eduardo Nércio Henriques (SC Braga), todos de Portugal, e Kelven Mendes, do University Of Pretoria da África do Sul, só se juntam aos restantes duas semanas antes da partida para Egipto.

Já com muitos dias de trabalhos e com sessões ainda a serem feitas uma vez ao dia, os Mambinhas querem fazer melhor do que fizeram na edição passada, na sua primeira participação, por isso os jogadores se entregam a fundo nas orientações da equipa técnica.

Este domingo, em mais um jogo de controlo, os Mambinhas defrontaram a equipa do Clube de Desportos da Costa do Sol, num jogo bastante disputado e no qual os Mambinhas entraram a ganhar, mas acabaram por vergar ao fim dos 90 minutos, com os canarinhos a vencerem por 3-2.

Dário Monteiro continua a trabalhar sem contar com todos os convocados, uma vez que alguns continuam a trabalhar nos seis clubes, em Portugal, enquanto Fazito, guarda-redes do Ferroviário de Nampula, está ao serviço da selecção nacional, os Mambas, no CHAN da Argélia.

A Associação Black Bulls contribuiu com 10 atletas, seguida do Ferroviário de Maputo, com cinco jogadores. O combinado nacional está inserido no Grupo “A”, juntamente com as selecções de Egipto, Nigéria e Senegal.

 

EIS A PRÉ-CONVOCATÓRIA:

Associação Black Bulls (ABB) – Atílio Henriques, José Zavala, Aylton Zerefos, Belmiro Mutisse, Sharid Gopal, Shelton Zandamela, Júlio Carrelo, Simon Cipriano, Leonel Calção, Cleyd Tropa;

Ferroviário de Maputo – Izequiel Idalina Machava, António Sumbane, Edilson Nhabanga, Saíde Mendes, Dénio Minha;

Costa do Sol – Acácio Muendane, António Langa, Eduardo Hino, Yuran Seia;

Ferroviário de Nampula – Fasistêncio João, Calilo Traore;

Chingale de Tete – Ângelo Contolo;

Textáfrica – Ivan Tropa;

FC Torrente- Djwa da Silva Ramos;

Vila Fraquense – Edson Lobo Mucuana;

União Desportiva de Songo – Xamini Chalinda;

Sport Lisboa e Benfica – Momed Perreira;

CS Marítimo – Kimiss Zavala;

SC Braga – Eduardo Nércio Henriques;

University Of Pretoria- Kelven Mendes;

Ferroviário da Beira – Leonel Queha.

A selecção nacional de futebol já se encontra em Constantine, outra cidade argelina que acolhe o CHAN 2022, para o embate deste sábado, diante do Madagáscar, a contar para os quartos-de-final da prova. Amanhã, sexta-feira, os Mambas reconhecem o palco do jogo no derradeiro treino oficial.

A caminhada dos Mambas no CHAN da Argélia continua, desta feita em Constantine, depois de mais de 15 dias em Argel, onde esteve a estagiar e a disputar a primeira fase da competição destinada a jogadores que actuam nos campeonatos internos.

A viagem para Constantine aconteceu esta quinta-feira, dia em que os Mambas realizaram uma sessão de treinos no campo anexo do Chahid Hamlaoui Stadium, palco do jogo deste sábado, diante do Madagáscar.

A deslocação a Constantine ocorreu depois de os jogadores terem ameaçado não seguir viagem para aquela cidade argelina, devido ao braço-de-ferro que mantêm com a Federação Moçambicana de Futebol devido ao prémio pela qualificação para os quartos-de-final da prova.

Uma situação, entretanto, solucionada em parte, uma vez que o organismo que gere o futebol moçambicano pagou parte da prometida premiação, ficando a outra parte refém dos apoios que esperam.

CONDE CONTA COM TODA A MÁQUINA

Chiquinho Conde conta com os 23 jogadores que estão à sua disposição na Argélia, depois de Ivan Urubal e Lau King terem estado sob cuidados da equipa médica devido a mazelas contraídas no jogo da terceira jornada do CHAN 2022 frente à selecção anfitriã.

A estes dois jogadores juntaram-se Victor, Bhéu e Infren, que também receberam o “ok” da equipa médica da selecção nacional para trabalharem sem limitações e a serem opção para o embate deste sábado.

Mussa Calú, médico dos Mambas realçou que os jogadores estão prontos para dar o seu máximo pela equipa de todos nós. “A avaliação que fizemos esta manhã leva-nos a crer que o estado clínico dos jogadores é satisfatório, na medida em que as lesões que ocorreram no jogo contra a Argélia foram, praticamente, curadas e, neste momento, os atletas que sofreram as lesões estão em bom estado e ainda não apresentaram nenhuma sematologia”, esclareceu Mussa Calú.

Relativamente a Ivan, guarda-redes que ficou lesionado ainda na primeira parte desse jogo, o médico garante que “evoluiu muito bem ao cabo das 48 horas de repouso que lhe foi imposto após o acidente”. Mas assegura ainda que “já fez um bom treino e não apresentou nada na quarta-feira, mas esta quinta-feira fez um treino e ficou com tonturas, contudo já conseguimos controlar a situação”.

Mussa Calú garante que “todos os jogadores estão em condições de jogar”.

Assim, Chiquinho Conde tem à sua disposição todo o arsenal para o jogo de sábado, podendo utilizar uma equipa equilibrada, a repetir o sistema utilizado diante da Argélia, o 4x3x3 que pode materializar-se num 4x3x2x1, caso opte por colocar Lau King no onze inicial.

SED PEDE QUE NÃO SE DESESTABILIZE OS MAMBAS

Gilberto Mendes diz que não há nenhum problema com os prémios do jogo nos Mambas. O Secretário de Estado do Desporto diz ainda que os moçambicanos devem parar de desestabilizar a selecção nacional, criando mau ambiente com polémicas.

Uma voz do Governo já se faz ouvir em relação ao pagamento do prémio do jogo aos jogadores dos Mambas, face à qualificação para os quartos-de-final do CHAN. Através da sua conta oficial no Facebook, Gilberto Mendes, veio destapar o véu.

“Parem de desestabilizar o grupo de trabalho que disputa o CHAN. Se somos realmente patriotas, paremos de criar polémica em relação à selecção que se encontra na Argélia, honrando as cores nacionais”, escreve Gilberto Mendes.

Na referida publicação, o secretário de Estado do Desporto diz ainda que os moçambicanos estão a desviar o foco dos jogadores.

“Eles estão a fazer história. Negativismo só prejudica a campanha. Chega! O ambiente na Argélia é bom e a moral está em alta. Não há problema nenhum com os prémios de jogo”, garante o governante.

Os Mambas jogam este sábado diante do Madagáscar, às 18h00.

A selecção nacional de futebol, os Mambas, regressou aos treinos, na Argélia, agora em preparação para o embate dos quartos-de-final do CHAN, diante do Madagáscar. Chiquinho Conde diz que os jogadores estão focados no adversário e só pensam em continuar a fazer história nesta competição.

Depois de dois dias de descanso dados pela equipa técnica para desfrutar depois da qualificação para os quartos-de-final do CHAN, e tendo em conta o tempo que separava o último jogo do próximo, os Mambas regressaram ao trabalho, esta terça-feira, com a moral em alta, segundo Chiquinho Conde, seleccionador nacional, que diz que o principal foco é continuar a fazer história.

“A moral está alta. Estamos a meio da caminhada da história e temos que continuar focados no nosso adversário desta fase do ‘mata-mata’ e devemos estar concentrados naquilo que é o nosso principal objectivo e foco, que é continuar a fazer história”, disse o seleccionador nacional.

O actual estado anímico dos jogadores é saudável e recomenda-se. É esta situação que Chiquinho Conde quer aproveitar para alcançar mais feitos históricos para o país. “Estamos a viver um momento extraordinário futebolisticamente e queremos continuar a surpreender o mundo com as nossas exibições”, disse Conde, acrescentando que “todo o mundo está agradado aqui mesmo na Argélia e no nosso país com a nossa participação, e não queremos ficar por aqui, porque isso também nos enche de orgulho, mas também nos aumenta a responsabilidade”.

Uma responsabilidade acrescida agora em função do adversário que vão defrontar nos quartos-de-final: o Madagáscar. “Sabemos perfeitamente que há uns anos a esta parte com Madagáscar nós virávamos as 5 e acabávamos as 10, mas agora já não. Esse fosso encurtou”, reconhece Chiquinho Conde.

E os últimos resultados são disso prova. “No último resultado com Madagáscar, nós perdemos e até fomos eliminados por esta selecção e nota-se perfeitamente que é uma equipa fortíssima”, diz. Aliás, Madagáscar é a selecção mais concretizadora deste CHAN e “é preciso ter em conta”.

Mas por ora, Chiquinho Conde quer aproveitar os próximos dias e treinos para estudar os momentos do jogo do adversário “para podermos explorar os seus pontos fracos, porque todas as equipas têm, e temos que ser minuciosos e assimilar aquilo que vão ser as nossas ideias para conseguirmos levar vantagem no jogo com Madagáscar. Este é o nosso principal foco e objectivo”.

ADN DOS MAMBAS É FUTEBOL, FESTA E ALEGRIA

O seleccionador nacional falou ainda da sua visão para os bons resultados dos Mambas, nomeadamente a forma com que os Mambas têm estado a jogar e a encarar os jogos com os seus adversários.

Para o seleccionador nacional, “a diversão tem que estar sempre intrínseca nos Mambas”. Afinal, o ADN da selecção nacional é o mesmo: futebol, festa, alegria, “e eu quero que os meus jogadores estejam alegres”.

“Obviamente, queremos continuar a escrever o nosso nome com letras bem garrafais na história do futebol moçambicano, e para isso temos que ter a alegria que nos levou até aqui”, assume o Chiquinho Conde, antigo capitão dos Mambas e único jogador moçambicano a disputar três fases finais do CAN.

Mas o principal segredo para o sucesso é a forma com que os Mambas se apresentam. “Esta é uma equipa tacticamente rigorosa, respeitando sempre o adversário, com humildade e depois ter alegria e jogar à vontade, sem medo de errar e ter sempre em foco o nosso ideal de que se não der para ganhar nunca deve dar para perder”.

Os Mambas prosseguem os treinos esta quinta-feira, desta feita em Constantine, outra cidade argelina que acolhe os jogos do CHAN.

QUARTOS-DE FINAL DO CHAN JÁ DEFINIDOS

Já são conhecidos os cruzamentos dos quartos-de-final do CHAN 2022 que decorre na Argélia, com destaque para o jogo Moçambique e Madagáscar, que se disputa sábado. Com a conclusão da fase de grupos, esta terça-feira, pelos grupos D e E, ficaram definidos os jogos dos quartos-de-final do Campeonato Africano das Nações reservado para jogadores que actuam nos respectivos campeonatos internos.

Nos jogos da derradeira jornada da fase de grupos, Mauritânia e Níger asseguraram as últimas vagas, após vitórias tangenciais diante do Mali e Camarões, respectivamente.

A Mauritânia acabou por vencer o grupo D e deixou para trás as selecções de Angola e Mali, enquanto Níger afastou Camarões e Congo da fase seguinte.

Assim, para os quartos-de-final, sexta-feira, Argélia mede forças com Costa do Marfim, às 18h00, e Senegal defronta Mauritânia, às 21h00. Sábado será a vez de o combinado moçambicano cruzar caminho de Madagáscar, às 18h00, enquanto Níger e Gana fecham a eliminatória quando forem 21h00.

No cruzamento das meias-finais, o vencedor do jogo Argélia vs Costa do Marfim defronta o vencedor do jogo Níger e Gana, enquanto os Mambas, em caso de derrotarem o Madagáscar, vão disputar acesso à final diante do vencedor do jogo Senegal e Mauritânia.

O CHAN 2022 decorre até ao próximo dia 4 de Fevereiro.

Antes mesmo de assinar pelo Al Nassr, Cristiano Ronaldo fez um ultimato a Jorge Mendes, que acabaria por resultar no divórcio entre ambos, como relata o diário El Mundo: “Ou me consegues o Bayern ou o Chelsea, ou rompemos”.

O empresário português não conseguiu chegar a um acordo com esses clubes, e o madeirense manteve a sua palavra. Ele imediatamente encarregou Ricardo Refuge, amigo próximo e ‘personal manager’, de assinar a proposta com o clube saudita.

O ultimato de Cristiano Ronaldo surge depois de o agente ter manifestado ao avançado de 37 anos o seu desacordo com muitas das suas decisões nos últimos anos. A primeira foi deixar o Real Madrid. O peso de Jorge Mendes nas decisões de Ronaldo diminuiu gradualmente, como escreve este diário espanhol.

“Mendes perdeu influência. Cristiano só escuta o que quer ouvir e encontra essas palavras na sua companheira, Georgina Rodríguez, e num novo ambiente no qual ele é o epicentro”.

Jorge Mendes seguiu o pedido do seu cliente e contactou os dirigentes do Chelsea e do Bayern de Munique. Os gabinetes de ambos os clubes não estavam receptivos a uma vinda de CR7.

Cientes do declínio da estrela portuguesa, que se reflectiu nos primeiros meses no Manchester United na presente época, mas também da lucratividade que o nome de Ronaldo pode oferecer às suas marcas, os dois clubes não manifestaram interesse de o contratar.

Tudo muda, porém, quando Cristiano decide não participar nos treinos de pré-temporada da equipa de Old Trafford. A situação alarma os respectivos clubes e imediatamente entram em contacto com Jorge Mendes: “Não nos interessa”. Cristiano mantém a palavra.

A ruptura com o seu segundo pai é um facto consumado pouco antes de ir para o Qatar, “onde a sua raiva e egoísmo o afastarão dos seus companheiros. O que está quebrado não é um simples contrato, porque Mendes nunca contratou os seus jogadores. O que está quebrado é muito mais, uma relação paterna, familiar e até corporativa na empresa Polaris, que administrava os seus direitos de imagem. O agente é padrinho de um dos filhos do jogador e vice-versa”.

A Associação Black Bulls arrancou, esta segunda-feira, com os trabalhos de preparação da época futebolística 2023. Os “touros” têm como principal objectivo para a presente temporada a conquista do Moçambola, bem como da Taça de Moçambique.

Vice-campeão na temporada passada, após travar uma luta titânica com a União Desportiva do Songo até à última jornada, formação que acabou por conquistar o Moçambola, a Black Bulls já está no terreno a preparar a época.

Os “touros” juntam-se ao Matchedje de Maputo, Associação Desportiva de Vilankulo e Ferroviário da Beira, que também já iniciaram a pré-época.

Com uma nova equipa técnica, chefiada pelo português Hugo Martins, um treinador com credenciais reconhecidas, tendo passado por vários clubes do seu país e da Ásia, a Associação Black Bulls tem os olhos postos na conquista do Moçambola, depois de ter falhado no ano passado.

Além disso, os “touros”, campeões nacionais em 2021, curiosamente na sua primeira experiência no primeiro escalão, ambicionam conquistar a Taça de Moçambique, por sinal, a segunda maior prova futebolística nacional.

Outro desafio imposto à nova equipa técnica tem a ver com a necessidade de potenciação dos jogadores do clube para o mercado internacional.

Para alcançar tal desiderato, o clube liderado por Junaid Lalgy foi ao mercado buscar novos jogadores, tendo em vista reforçar os seus activos e, por via disso, fazer uma época tranquila.

Da sua lista de reforços constam os nomes de Salomão, jogador que vestiu a camisola do Costa do Sol durante 10 anos, além de ter experimentado outras aventuras no futebol português, onde não chegou a vincar.

Do ninho do “canário”, os “touros” foram buscar também o lateral esquerdo Danilo Muze, atleta que, neste momento, está ao serviço da selecção nacional no CHAN, tendo já feito parte do 11 ideal da primeira jornada da prova.

Esses jogadores e outros que ainda não foram revelados vão colmatar as saídas que o clube registou, como é o caso do lateral Manucho, que vai, na presente temporada, defender a camisola do Ferroviário da Beira, assim como Great, que não chegou a ter espaço na época passada.

A primeira fase de preparação da Black Bulls será internamente, perspectivando-se um estágio pré-competitivo fora de portas, não se sabendo ainda em que país será.

Durante esse período, os “touros” poderão realizar jogos de treino, a fim de medir o pulsar e o processo de evolução da equipa, até porque o Moçambola só arranca em Março.

Os jogadores da selecção nacional de futebol, Mambas, reclamam o não pagamento dos prémios do jogo por parte da Federação Moçambicana de Futebol (FMF). Os atletas ameaçam não viajar à cidade de Constantine, na Argélia, onde se deve realizar o jogo dos quartos-de-final.

O balneário dos Mambas vive um momento nebuloso. Os jogadores exigem um aumento do prémio pela qualificação para a segunda fase do CHAN 2022, de 40 mil para 150 mil Meticais. Os mesmos entendem que o valor pago pela Federação Moçambicana de Futebol é exíguo e que, por isso mesmo, deve ser revisto.

Para colocar as suas preocupações, os jogadores mantiveram um encontro após a confirmação da qualificação de Moçambique para os quartos-de-final com os membros de direcção da FMF, e a tónica foi a revisão do prémio do jogo.

Sucede que o organismo que gere o futebol moçambicano aceitou apenas subir o prémio de qualificação de 40 mil para 75 mil Meticais. Ou seja, a FMF vai pagar a metade do que é exigido pelos jogadores.

A FMF diz não ter dinheiro para pagar os 150 mil Meticais exigidos, tendo em conta que a instituição tem muitas dívidas. Essa decisão não agradou aos jogadores, pelo que ameaçam não fazer o jogo dos quartos-de-final.

Porém, apesar deste aumento, os jogadores continuam a fazer finca-pé, ou seja, mantêm a sua posição de não viajar para a cidade de Constantine, onde deverão defrontar o Madagáscar.

Os jogadores entendem ainda que a FMF deve dividir o prémio de 400 mil dólares americanos (cerca de 25 milhões de Meticais) que será atribuído pela Confederação Africana de Futebol (CAF) a cada uma das oito selecções africanas que atingiram os quartos-de-final da competição.

Por seu turno, a FMF diz que parte desse valor deverá ser usado para o pagamento de dívidas contraídas no âmbito desta operação. A federação diz ainda que tem envidado esforços para responder às preocupações dos jogadores, citando, por exemplo, o facto de ter incrementado o valor das ajudas de custo de 800 para 1000 dólares norte-americanos.

Apesar do momento de fel que se vive na selecção, o combinado nacional cumpriu, esta segunda-feira, mais uma sessão de treinos em Argel, tendo em vista o jogo dos quartos-de-final, partida que terá lugar às 18 horas de sábado.

A Federação de Ginástica de Moçambique tem o material desportivo doado pela Federação Internacional da modalidade retido no Porto de Maputo há um ano. A agremiação acusa a Secretaria de Estado do Desporto de não estar a contribuir para o desalfandegamento.

A Federação de Ginástica de Moçambique recebeu, no quadro de apoio aos países em desenvolvimento, diverso material e equipamento de ginástica doado pela Federação Internacional da modalidade, tendo em vista a promoção e massificação desta modalidade.

O referido material serviria para apetrechar o ginásio da Faculdade de Educação Física da Universidade Eduardo Mondlane, Ferroviário de Maputo e Escola Secundária Francisco Manyanga.

Sucede que o material, que está no país desde Outubro de 2021, ainda se encontra no Porto de Maputo, aguardando pelo seu desalfandegamento por parte da federação.

Não estando em condições para o processo, a Federação de Ginástica de Moçambique emitiu uma carta à Secretaria do Estado de Desporto (SED) e ao Fundo de Promoção Desportiva (FPD), que, através do Ministério da Economia e Finanças, desembolsou um valor de mais de 500 mil Meticais, que, no entanto, não foram suficientes devido às multas acumuladas.

O presidente da agremiação, Obed Chivonza, diz que a instituição que dirige fez várias démarches juntos à SED, no sentido de garantir que o material fosse reclamado. Acontece, porém, que todos os esforços empreendidos não estão a resultar.

“Desde lá até agora, a federação tem feito contactos com a Secretaria de Estado de Desporto, tendo em vista conseguir uma fonte de financiamento. Sucede que não estamos a ser respondidos. Todas as nossas cartas até agora ainda não têm resposta”, disse Obed Chivonza.

Para Chivonza, o material em causa é de grande valor, na medida em que vai contribuir para a massificar e impulsionar o crescimento da modalidade no país. Diz ainda que o referido material não vai beneficiar apenas à federação, mas sim a uma nação inteira. Alerta que, com este material, o país passará a ter credenciais para receber e organizar campeonatos internacionais de ginástica, assim como poderá contribuir para formar atletas de alto rendimento.

 

MATERIAL PODERÁ SER LEILOADO

A Federação de Ginástica de Moçambique recebeu uma nota dando conta de que o material retido no Porto de Maputo poderá ser vendido em hasta pública ou mesmo ser destruído, uma vez que não está a ser reclamado. A agremiação acumulou uma dívida de mais de um milhão de Meticais em multas.

E porque não tem dinheiro para proceder com o desalfandegamento do mesmo, a federação apela ao empresariado moçambicano para que estenda a sua mão, tendo em conta que as entidades governamentais, sobretudo a Secretaria de Estado do Desporto, não se mostram disponíveis a encontrar uma solução para este imbróglio.

“Já batemos a muitas portas, mas, até ao momento, nenhuma delas se abriu. Estamos de mãos atadas, porque nós, como federação, não temos capacidade financeira para proceder aos processos fiscais”, apela Obed Chivonza, alertando que o facto de o Estado moçambicano não estar a conseguir reclamar o material mancha, de certa maneira, a imagem do país a nível da Federação Internacional de Ginástica, organismo que fez todo o esforço para ajudar o desenvolvimento da modalidade no país.

A Federação de Ginástica de Moçambique tem o material desportivo doado pela Federação Internacional da modalidade retido no Porto de Maputo há um ano. A agremiação acusa a Secretaria de Estado do Desporto de não estar a contribuir para o desalfandegamento. 

A Federação de Ginástica de Moçambique recebeu, no quadro de apoio aos países em desenvolvimento, diverso material e equipamento de ginástica doado pela Federação Internacional da modalidade, tendo em vista a promoção e massificação desta modalidade.

O referido material serviria para apetrechar o ginásio da Faculdade de Educação Física da Universidade Eduardo Mondlane, Ferroviário de Maputo e Escola Secundária Francisco Manyanga.

Sucede que o material, que está no país desde Outubro de 2021, ainda se encontra no Porto de Maputo, aguardando pelo seu desalfandegamento por parte da federação.

Não estando em condições para o processo, a Federação de Ginástica de Moçambique emitiu uma carta à Secretaria do Estado de Desporto (SED) e ao Fundo de Promoção Desportiva (FPD), que, através do Ministério da Economia e Finanças, desembolsou um valor de mais de 500 mil Meticais, que, no entanto, não foram suficientes devido às multas acumuladas.

O presidente da agremiação, Obed Chivonza, diz que a instituição que dirige fez várias démarches juntos à SED, no sentido de garantir que o material fosse reclamado. Acontece, porém, que todos os esforços empreendidos não estão a resultar.

“Desde lá até agora, a federação tem feito contactos com a Secretaria de Estado de Desporto, tendo em vista conseguir uma fonte de financiamento. Sucede que não estamos a ser respondidos. Todas as nossas cartas até agora ainda não têm resposta”, disse Obed Chivonza.

Para Chivonza, o material em causa é de grande valor, na medida em que vai contribuir para a massificar e impulsionar o crescimento da modalidade no país. Diz ainda que o referido material não vai beneficiar apenas à federação, mas sim a uma nação inteira. Alerta que, com este material, o país passará a ter credenciais para receber e organizar campeonatos internacionais de ginástica, assim como poderá contribuir para formar atletas de alto rendimento.

MATERIAL PODERÁ SER LEILOADO

A Federação de Ginástica de Moçambique recebeu uma nota dando conta de que o material retido no Porto de Maputo poderá ser vendido em hasta pública ou mesmo ser destruído, uma vez que não está a ser reclamado. A agremiação acumulou uma dívida de mais de um milhão de Meticais em multas.

E porque não tem dinheiro para proceder com o desalfandegamento do mesmo, a federação apela ao empresariado moçambicano para que estenda a sua mão, tendo em conta que as entidades governamentais, sobretudo a Secretaria de Estado do Desporto, não se mostram disponíveis a encontrar uma solução para este imbróglio.

“Já batemos a muitas portas, mas, até ao momento, nenhuma delas se abriu. Estamos de mãos atadas, porque nós, como federação, não temos capacidade financeira para proceder aos processos fiscais”, apela Obed Chivonza, alertando que o facto de o Estado moçambicano não estar a conseguir reclamar o material mancha, de certa maneira, a imagem do país a nível da Federação Internacional de Ginástica, organismo que fez todo o esforço para ajudar o desenvolvimento da modalidade no país.

A qualificação aos quartos-de-final do CHAN da Argélia é um marco histórico para o futebol moçambicano, que nunca antes tinha vencido uma partida sequer, quanto muito fazer quatro pontos e conseguir uma qualificação para a fase a eliminar.

Por isso, o seleccionador nacional, Chiquinho Conde, classifica como um motivo de orgulho e satisfação, sem se esquecer de agradecer e felicitar os jogadores e a equipa técnica pelo feito alcançado.

“Quero dar os parabéns aos meus jogadores porque foram fantásticos e não me canso de os elogiar. Os meus jogadores são bravos e conseguiram superar essa adversidade, aliado ao clima difícil, passar as festas do fim do ano longe das famílias. Trabalhar arduamente numa situação em que eu, às vezes, ficava a chatear-lhes a cabeça, repetir situações de jogos para que eles chegassem à competição em condições. Fazer quatro pontos nesta competição é motivo de orgulho e satisfação”, começou por dizer na conferência de imprensa depois do jogo.

E agradece, por este feito, “a este grupo de trabalho que foi extraordinário”. Afinal, “estamos aqui para esta missão e é com enorme satisfação que estamos aqui a enaltecer o nome de Moçambique”.

Mas não foram apenas os jogadores e todo staff que se encontra na Argélia que mereceram as felicitações do seleccionador nacional. “Agradecer a todo povo moçambicano que sempre nos deu apoio e alento, as nossas famílias e nossos amigos, aqueles que já estiveram nesta campanha, os jogadores que estavam lesionados e fizeram força positiva, para todos é momento histórico e único”, prosseguiu.

Agora é momento de desfrutar, tal como diz Chiquinho Conde, mas não para relaxar. Já se pensa alto no balneário. “Queremos continuar. Chegámos até aqui e, agora, o céu tem que ser o limite. Quiçá que consigamos transpor essa outra barreira e escrever com as letras bem garrafais ainda os nossos nomes na história do futebol moçambicano”, vaticina o seleccionador nacional.

APRENDER COM OS ERROS PARA NÃO PAGAR CARO

Relativamente ao jogo de sábado, diante da Argélia, o seleccionador nacional considera que a derrota foi mais demérito dos Mambas do que mérito dos argelinos, afinal foi através de um erro que aconteceu o único golo. “Hoje (sábado), perdemos o jogo, sim, por erro nosso porque tínhamos jogadores altos para defender. Mas vamos aprender com esses erros e vamos melhorar, porque, em alta competição, os erros se pagam caro”, alerta Conde.

Ainda assim, revela o segredo do jogo para uma boa exibição do combinado nacional: “tentamos alterar alguma situação e jogamos num sistema de 4x3x3 com mais músculos, com Nené mais a 6 e Amadou e Shaquile mais a 8, para poder fazer melhor as nossas transições, dar mais liberdade aos jogadores mais ofensivos. Conseguimos, mas era preciso ter mais confiança com a bola. Notou-se claramente que a equipa está a evoluir naquilo que é a confiança”.

SUBSTITUIÇÕES FORÇADAS QUE VALERAM A PENA

No jogo de sábado, Chiquinho Conde foi obrigado a fazer uma alteração forçada, quando Ivan teve que sair e ceder o seu lugar a Fazito. Mas também fez outras quatro alterações, voltando a tirar os dois jogadores do meio campo –  Amadou e Shaquile. Chiquinho Conde revela que “tive que fazer alguma contenção para ver se voltávamos a jogar no sistema que usámos no último jogo de 4x1x3x2. Fizemo-lo, mas não conseguimos transformar as jogadas em golo”.

Ainda assim, “acho que os jogadores estão a interpretar melhor os sistemas. Todos os que entraram jogaram com muita humildade e muita crença e estão todos de parabéns. Não encontro adjectivos para qualificar nem para agradecer aos meus jogadores”.

FAZITO, UM GUARDA-REDES A TER EM CONTA

Com a entrada de Fazito para o lugar de Ivan, Chiquinho utilizou os três guarda-redes que levou ao CHAN da Argélia. Reconhece a responsabilidade, mas assume que tem bons jogadores para a posição mais atrás do campo. “A posição do guarda-redes não é fácil. O Fazito é um miúdo extraordinário, que fez um campeonato (Cosafa) sub-20 e tem sido um esteio da selecção sub-20. Temos quatro belíssimos guarda-redes, contando com Ernan, que, infelizmente, está lesionado e, mais uma vez, não tenho palavras para agradecer a disponibilidade; quando são chamados estão disponíveis e têm o mesmo sorriso jogando ou não jogando e isso é gratificante para qualquer treinador”.

Com toda esta disponibilidade, o seleccionador nacional revela que “confio em todos eles e irão jogar todos. O Macaime ainda não jogou e Yude também ainda não jogou e vão ter a sua oportunidade, certamente”. Fica a promessa!

 

 

TELINHO

Jogador dos Mambas

É uma coisa que já havíamos traçado e já havia dito que estamos aqui para fazer história e realizámos o sonho de passar para outra fase. Conseguimos e estamos felizes por isso. Vamos continuar a trabalhar para chegar à final do CHAN. Já estava habituado a esta rotina e temperatura e tenho certeza de que vamos habituar-nos ainda mais. Talvez os campos sejam diferentes, mas não vai mudar nada e vamos trabalhar assim mesmo e vamos fazer história. Podem esperar muita coisa positiva.

 

SHAQUILE

Jogador dos Mambas

Foi um jogo muito difícil porque a Argélia entrou com tudo, mas nós mostrámos que estávamos lá. Apesar de termos sofrido cedo o golo, a equipa soube reagir bem. Vamos dar o nosso máximo, mas o importante já fizemos. Vamos continuar a trabalhar para o próximo jogo. Já mostrámos o nosso valor e vamos lá para disputar taco-a-taco o jogo e esperamos nós que possamos continuar a fazer história para o país. Desde a qualificação já era um sonho para todos nós e estávamos conscientes de que vínhamos para cá para fazer história, para fazer algo diferente e conseguimos.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE