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Sunderland não desiste de Geny Catamo

O Sunderland não está perto de desistir de tentar contratar Geny Catamo ao Sporting, mas a verdade é que o preço pode ser um entrave

Sunderland não desiste de Geny Catamo

O Sunderland não está perto de desistir de tentar contratar Geny Catamo ao Sporting, mas a verdade é que o preço pode ser um entrave

A prova vai movimentar atletas de seis agremiações, nomeadamente, Desportivo Maputo, Associação Portuguesa, Ferroviário de Maputo, Escola Portuguesa de Moçambique, Matchedje e Ferroviário de Mahotas.

No âmbito do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, a Associação Portuguesa de Moçambique promove, próximo sábado, no Parque dos Continuadores, a edição 2023 da “Corridas AP”.

A prova vai movimentar atletas de seis agremiações, nomeadamente, Desportivo Maputo, Associação Portuguesa, Ferroviário de Maputo, Escola Portuguesa, Matchedje e Ferroviário de Mahotas.

Para esta competição, a organização alinhou provas de 100, 400 e 800, 1500 e 5000 metros masculinos e femininos. Estão, igualmente, previstas provas de salto em comprimento e lançamento de peso, envolvendo crianças com idades compreendidas entre os 10 e 14 anos.

A Associação Portuguesa de Moçambique leva, para este evento, entre outros, os atletas Verónica José e Gildo Rafael que, recentemente, regressaram à competição com a disputa da 3ª edição da Meia-Maratona ABSA 2023.

Verónica, ainda em busca da sua melhor forma, fechou a sua participação na prova no 2.° lugar, enquanto Gildo Rafael ficou em 11º.  As atenções estarão também viradas para Alex Macuácua, corredor desta agremiação que regressou às provas oficiais por clubes em Moçambique e pelo país em eSwatini após o último estágio que realizou em Portugal.

A organização espera que o certame movimente 70 atletas federados e 60 crianças em representação da Escola Portuguesa.

Ferroviário de Maputo e Matchedje, dois dos clubes que têm bipolarizado a modalidade rainha dos Jogos Olímpicos, partem como principais favoritos a arrecadar o maior número de medalhas no certame.

Em Maio, o CFvM revalidou o título de campeão nacional de atletismo, numa prova que teve como grande opositor, para não variar, o Matchedje. Os “locomotivas” foram mais fortes ao nível dos seniores com 61 pontos, contra 29 do clube “militar”.

Ao nível de femininos, o Ferroviário de Maputo ficou em 1º lugar com 80 pontos, seguido do Matchedje com 18.

A presença de atletas nacionais nos “nacionais” de atletismo de eSwatini, onde arrecadaram 14 medalhas, é um factor motivacional a ter em conta para a “Corridas AP 2023”.

As selecções nacionais de basquetebol sénior feminino e masculino iniciam, no dia 13 de Junho, a sua preparação para o Campeonato Africano e Afrocan, respectivamente, provas a decorrerem em Ruanda e Angola.

O objectivo foi há muito definido: ocupar os lugares de pódio, em Kigali, Ruanda, e discutir uma das vagas que dão acesso ao Torneio Pré-Olímpico de qualificação para as olimpíadas de verão de Paris, em 2024.

E o caminho que vai dar a Paris começa, precisamente, no dia 13 de Junho, quando arrancar a preparação interna para o Campeonato Africano de Basquetebol sénior feminino.

Sem muitas surpresas, a convocatória será dominada por jogadoras do Costa do Sol e Ferroviário de Maputo, campeão e vice-campeão nacional, respectivamente. Carlos Ibraimo Aik continuará a trabalhar com Leonel “Mabê” Manhique e Deolinda Carmen Ngulela como adjuntos.

No “Afrobasket” 2023, Moçambique, com tradição na modalidade, terá como principais adversários as selecções da Nigéria, campeã em título; Mali, vice-campeão; Senegal: 3.º classificado; Camarões, 4.º classificado; e Egipto; 6.º classificado.

No plano masculino, a selecção nacional projecta também a sua participação no Afrocan, prova reservada aos atletas que evoluem nos campeonatos locais.

Sem previsão de estágio pré-competitivo fora do país em perspectiva, e com atletas com poucos jogos nas pernas, o seleccionador nacional, Milagre “Mila” Macome, deve definir o leque de jogadores para disputar a prova a realizar-se em Angola, entre os dias 8 e 16 de Julho. A base da selecção será o núcleo que disputou, em Fevereiro último, em Bulawayo, Zimbabwe, as eliminatórias para a prova.

Angola será o segundo país a organizar a competição desde que o Mali acolheu a edição inaugural em 2019, conquistada pela RD Congo.

O “Afrocan” é uma competição continental, constituída por 12 selecções e que se realiza de quatro em quatro anos.

De acordo com o regulamento da prova, excepto as equipas que chegaram às meias-finais da última edição, as restantes oito formações qualificam-se através de eliminatórias regionais de todas as sete zonas da FIBA África.

Naquele que era o duelo entre duas formações que ainda não haviam perdido na prova – ao cabo de três jornadas –, o Costa do Sol derrotou, sexta-feira, a A Politécnica por 51-46, portanto, cinco pontos de diferença que espelham o equilíbrio no jogo. Esperava-se, no entanto, uma melhor pontuação se olharmos para os dois contendores, sobretudo os “canarinhos”, que são vice-campeões nacionais e campeões da cidade.

Na dupla jornada, o Costa do Sol voltou a ser mais forte no sábado, quando derrotou as Águias Especiais por 82-42, resultado que coloca os “canarinhos” na liderança da prova com dez pontos.

Depois de ter perdido com o Costa do Sol, a A Politécnica redimiu-se no confronto com o Desportivo Maputo, tendo vencido por 30 pontos: 78-48. O Desportivo Maputo havia feito um esforço enorme, sexta-feira, quando perdeu com o Aeroporto, por 57-52.

Destaque, igualmente, para o Ferroviário de Maputo, vice-líder da prova, que somou duas vitórias no fim-de-semana. O conjunto de Horácio Joaquim Martins venceu o Costa do Sol sub-20, na sexta-feira, pela marca de 71-56.

O ciclo vitorioso confirmou-se, sábado, com novo triunfo sobre o Aeroporto por 98-43. Este resultado deixa o Ferroviário de Maputo na segunda posição com nove pontos.

O Maxaquene, por sua vez, “despachou”, sexta-feira, a Universidade Pedagógica com uma vitória por 121-57, e, no sábado, os comandados por Hermínio Changule bateram o Ferroviário “B” por 74-65.

A Universidade Pedagógica teve uma jornada complicada, porquanto perdeu na sexta-feira com o Maxaquene “B” por 84-59.

O Ferroviário “B” derrotara, na véspera, as Águias Especiais por 55-49, colocando, assim por dizer, um freio na euforia dos “polícias” que vinham de duas vitórias consecutivas.

 

FERROVIÁRIO INVICTO EM SENIORES FEMININOS

Mais uma jornada, mais uma vitória para o Ferroviário de Maputo ao nível dos seniores femininos. Sexta-feira, as “locomotivas” venceram com facilidade o Desportivo Maputo, por 102-30. O Ferroviário lidera a prova com oito pontos. O segundo classificado, Costa do Sol, venceu a A Politécnica por 48-37. Recuperada do desaire, a A Politécnica “descarregou” sobre as Águias Especiais, a quem venceu por 87-39. Na mesma ronda, o Ferroviário “B” venceu o Desportivo Maputo por 56-28. Realce para a vitória da estreante equipa das Águias Especiais diante da Lazio, por 98-50.

As equipas seniores masculina e feminina do Costa do Sol e Ferroviário de Maputo, líderes do Torneio de Abertura, procuram manter a sua invencibilidade na prova, no decurso da dupla jornada agendada para sexta-feira e sábado.

O Costa do Sol, orientado pelo “coach” Miguel Guambe, defronta, esta sexta-feira, às 19h45, no pavilhão da Universidade Eduardo Mondlane, a A Politécnica, em jogo da quarta jornada da prova.

É, por sinal, um jogo entre duas formações que ainda não perderam no certame, pelo que se espera que venha a ser uma partida na qual os “politécnicos” vão bater-se com galhardia na perspectiva de contrariar os actuais campeões da cidade.

A anteceder a esta partida, às 18h00, o Ferroviário de Maputo terá, pela frente, a equipa sub-20 do Costa do Sol, conjunto o qual eliminou, nas meias-finais do torneio, “O Treinador”.

Depois da derrota diante do Costa do Sol, na estreia, a equipa de Horácio Martins.

Ainda esta sexta-feira, o Maxaquene A, quarto classificado com cinco pontos, mede forças com a Universidade Pedagógica de Maputo, formação que somou por derrotas os três jogos até agora realizados.

No campo do Ferroviário, a equipa “B” da casa bate-se às 19h45 com as Águias Especiais que, no último fim-de-semana, arrancaram duas vitórias que permitiram à equipa da “polícia” galgar para a terceira posição, agora com cinco pontos. O Desportivo de Maputo, que ainda não venceu na prova e é lanterna vermelha, mede forças com o Aeroporto, sétimo classificado com quatro pontos.

Ao nível dos seniores femininos, o líder Ferroviário de Maputo bate-se com o Desportivo Maputo, num embate em que a equipa “locomotiva” é claramente favorita.

Aliás, o Desportivo Maputo perdeu os dois jogos que fez na prova, para além de ser uma equipa ainda em construção.

O vice-líder Costa do Sol joga apenas no sábado, às 19h00, com a A Politécnica que há bem pouco tempo venceu na final do “Treinador”.

A A Politécnica começa a dupla jornada por jogar com a nova formação das Águias Especiais, sexta-feira, às 19h00, no seu pavilhão.

A jornada deste fim-de-semana tem jogos aliciantes entre as equipas consideradas grandes do futebol moçambicano e entre aquelas que querem impor-se nesta edição do Moçambola. A Black Bulls testa a sua liderança na recepção ao Ferroviário de Nampula e há um frente-a-frente entre os Ferroviários de Nacala e de Maputo. O maior destaque será para o Baía de Pemba, que joga pela primeira vez diante do seu público, este sábado

Com o Moçambola a correr para a recta final da primeira metade, os clubes já começam a posicionar-se na tabela classificativa. Os chamados colossos vão sentindo que não são mais os grandes deste futebol e que os candidatos começam a ser muitos, num campeonato com poucas equipas.

A líder da prova, Black Bulls, tem jogo difícil este domingo, quando receber, na sua casa, o Ferroviário de Nampula. Os “touros”, habituados a dar touradas a todas as equipas do país, sabem muito bem que, diante dos “locomotivas” de Nampula, a coisa muda de figura, principalmente quando jogam em casa.

É que, nas quatro partidas anteriores entre si, a vitória sempre sorriu para a equipa que jogava fora de portas, isto é, cada uma tem duas vitórias, alcançadas fora de casa. Por isso, não há tranquilidade no seio dos “touros” que jogam em casa, apesar de continuarem invictos na prova.

Em sete jogos disputados, a Black Bulls venceu seis jogos e empatou um, na última jornada, diante do outro Ferroviário, da Beira, no Chiveve. E não vai querer sofrer a primeira derrota justamente em casa, apesar do histórico pender para isso.

Aliás, o Ferroviário de Nampula, que vem de uma vitória frente ao homónimo de Quelimane, quer reduzir a desvantagem pontual com a líder, que é de sete pontos, neste momento.

Vai ser, do resto, uma partida digna de registo e que seja uma montra para o futebol moçambicano, até porque as duas equipas contam com jogadores de renome e que buscam um lugar no panorama futebolístico moçambicano.

Ainda no domingo, há o embate entre os Ferroviários de Nacala e de Maputo, duas “locomotivas” que não ocupam a mesma linha férrea, ou seja, rivais em todos os sentidos, com a turma de Nacala a ser sempre difícil na sua casa.

Basta recordar que, em 2019, o Ferroviário de Maputo perdeu a possibilidade de lutar pelo título após empate em Nacala, na antepenúltima jornada, para perceber o grau de rivalidade. Mas vai ser nas duas vitórias da época passada que a turma de Maputo vai querer agarrar-se para não perder o caminho da temporada final, perante os adversários mais adiantados na tabela classificativa.

Ademais, é preciso regressar às vitórias, depois da derrota na jornada passada para o Costa do Sol. Curiosamente, nas últimas quatro jornadas, o Ferroviário só venceu fora de portas.

Quem também quer regressar às vitórias é outro Ferroviário, o de Quelimane, que recebe a Associação Desportiva de Vilankulo, uma equipa habituada a vencer apenas em casa. Arnaldo Ouana tem esta oportunidade para mostrar aos seus adeptos e à direcção a sua competência.

É que a turma de Quelimane, depois de ter vencido o Costa do Sol na primeira jornada, somou por derrotas todos os seis jogos disputados a posterior, e uma derrota pode significar o início da escavação da própria sepultura. O facto é que a turma de Vilankulo também não tem fama de vencer fora de portas.

 

BAÍA DE PEMBA JOGA PELA PRIMEIRA VEZ EM CASA

A jornada abre, este sábado, com duas partidas em Maputo e Pemba. É a capital de Cabo Delgado para onde as atenções estarão viradas.

É a primeira partida da turma local, o Baía, diante do seu público. Depois do brilharete nas primeiras jornadas em que venceu dois jogos, empatou dois e perdeu um, todos jogados fora de portas; a maior dúvida será saber o que é capaz de fazer esta equipa diante do seu público.

Espera-se uma enchente no Estádio Municipal de Pemba para receber um Ferroviário da Beira embalado e com os olhos ficados na liderança, ainda que esteja a quatro pontos.

Por isso mesmo, condimentos suficientes para uma excelente partida de futebol e para que os residentes de Pemba possam aliviar-se das tensões do terrorismo, assistindo a uma partida de despique improvável no desfecho.

Já o Costa do Sol, galvanizado pela vitória diante do Ferroviário de Maputo na semana passada, recebe o Ferroviário de Lichinga, curiosamente outra equipa que venceu a turma de João Chissano na sua casa (emprestada, claro está). Ou seja, as duas equipas tiveram vitórias nas últimas partidas que disputaram no Matchiki Tchilki, diante do mesmo adversário.

Desta vez, como será? Eis a questão que terá resposta depois dos 90 minutos.

 

“MILITARES” QUEREM “ATACAR” SONGO NA SEGUNDA-FEIRA

A jornada encerra segunda-feira no Complexo Desportivo de Tchumene. Em casa emprestada, o Matchedje de Maputo recebe a União Desportiva de Songo.

Os “militares”, que ocupam a penúltima posição e tem oscilado nos resultados, querem acertar, desta vez, às custas da União Desportiva de Songo. Na última jornada, fez frente ao Ferroviário de Lichinga na sua casa, empatando a um golo, depois de duas derrotas consecutivas e quer continuar a somar pontos nesta prova.

Mas vai ter pela frente uns “hidroeléctricos” que vêm dos três resultados possíveis nas últimas três jornadas, mas com a vitória da última jornada ainda a soar na barragem. Por isso, mesmo com alguma vantagem e o prognóstico a pender para o seu lado, a União Desportiva de Songo terá que provar em campo, se não quiser atrasar-se ainda mais na classificação actual.

Até porque é o campeão em título!

Clubes angolanos de basquetebol apostam em atletas moçambicanas para alcançar os seus objectivos nas provas internas. Até agora, são quatro atletas nacionais que representam o Interclube de Luanda e 1º de Agosto, com vista ao campeonato interno de basquetebol feminino.

Depois de duas moçambicanas se terem juntado ao Interclube de Luanda, nomeadamente Tamara Seda e Ingvild Mucauro, desta vez são outras duas basquetebolistas moçambicanas que chegam a Angola para exibirem a sua performance na bola ao cesto.

Trata-se da extremo/base Anabela Cossa, de 37 anos, 1,72 metros, e a poste Odélia Mafanela, 34 anos, 1,82 metros, contratadas ao Ferroviário de Maputo, ambas internacionais por Moçambique, que são as apostas da direcção do 1º de Agosto de Angola, liderada por Carlos Hendrick.

A contratação das duas acaba por ser uma frente à investida do rival Interclube e visa a busca de reforços para a fase de decisão do título nacional de basquetebol feminino.

A formação da “Polícia” trouxe, recentemente, a poste Tamara Seda, referência da selecção moçambicana, bem-sucedida no clube do Rio Seco, em que conquistou, na época 2020/21, a agora denominada Liga Azulé, sob a orientação técnica de Walter Costa, escreve o Jornal de Angola.

Para além de Anabela Cossa e da Odélia Mafanela, o clube militar contratou a extremo angolana Artémis Afonso, de 30 anos e 1,79 metros, proveniente da Segunda Liga de Espanha. Desde domingo passado, as três jogadoras trabalham integradas no plantel rubro-negro, em Luanda.

Artémis, Odélia e Anabela completam a equipa do 1º de Agosto, cujo objectivo é reconquistar o campeonato angolano de basquetebol, de modo a garantir presença na Taça da Liga dos Clubes Campeões.

Quem se mostrou feliz com a integração das três jogadoras é o treinador dos “militares”, Walter Costa, apesar de considerar uma integração tardia. Ainda assim, o técnico considera que as três jogadoras vão ser uma mais-valia nos sectores onde vão actuar, olhando para a sua performance nas competições ao nível dos clubes e das selecções nacionais que representam.

Odélia Mafanela tem a missão de ajudar a poste angolana Cristina Matiquite, até então a única jogadora a actuar naquele posto específico. Artémis Afonso e Anabela Cossa juntam-se às extremos Rosa Gala, Ana Carvalho, Nelma Cunha e Denise Pascoal, destaques na posição.

Fernando Barbosa “Barbosinha”, vice-presidente para o Basquetebol do 1º de Agosto, garantiu que, “com a chegada das jogadoras, a equipa fica mais bem preparada para atacar a fase final do campeonato nacional”.

A contratação das três jogadoras não foi fácil, devido à crise financeira que assola o clube, escreve o Jornal de Angola.

A campeã olímpica de atletismo, Allyson Félix, está em Moçambique para inspirar jovens, sobretudo raparigas, a não desistirem dos seus sonhos e apostarem nos estudos. Para além da visita a Namaacha, a atleta norte-americana foi recebida pelo Embaixador dos EUA em Moçambique, Peter Vrooman, que anunciou que três técnicos nacionais estão em formação naquele país para trabalharem com crianças com necessidades especiais.

Com um percurso inspirador e um total de 10 medalhas olímpicas, Allyson Félix está em Moçambique pela segunda vez, para transmitir mensagens de inspiração aos jovens. A estrela norte-americana visitou o distrito de Namaacha, onde se inteirou dos projectos levados a cabo pela Right to Play.

O ponto mais alto da visita foi na Escola Primária e Completa de Mafavuka, um dos locais onde é implementado o projecto da retenção da rapariga. A campeã olímpica foi uma das alunas especiais da aula de português na turma da terceira classe.

Ainda nesta escola, a atleta foi uma das protagonistas de uma corrida com os alunos. Trocou os grandes palcos onde ergueu muitas medalhas com uma pista improvisada no recinto escolar. O objectivo era inspirar as crianças a não desistirem dos seus sonhos.

Interagiu com os alunos e participou em diversas brincadeiras com eles.

No final, disse ter sido um prazer estar com as crianças e poder contribuir, de alguma maneira, para o seu futuro. “Gostei de correr com estas crianças maravilhosas e de brincar com elas. Elas correm muito bem. Hoje, estou aqui como embaixadora da Right to Play e trago uma mensagem para estas crianças, para que elas se possam dar bem na escola”, disse Alysson Félix.

Aliás, a atleta norte-americana diz mesmo que é sua pretensão inspirar e ajudar as raparigas a perseguirem os seus sonhos e objectivos para que tenham um futuro promissor e que sejam independentes.

A Right to Play, responsável pela implementação do projecto de retenção da rapariga na escola, considera que a presença da atleta é inspiradora para os jovens. Daina Mutandi, da organização, diz que a presença de Alysson é motivadora para as raparigas.

“A inspiração é o foco do nosso trabalho, com maior atenção para a retenção da rapariga na escola. Então, assim que Alysson está aqui, ela está a trazer uma mensagem para inspirar essas raparigas”, disse Mutandi.

Por seu turno, o director da Escola Primária de Mafavuka, onde Alysson Félix esteve a interagir com as crianças, considera que é uma boa prática esta, de ensinar em jeito de brincadeira.

Manasejo Simbine diz mesmo que Alysson Félix “veio ajudar-nos a ensinar às crianças brincando. A partir das brincadeiras que nos ensinam e nos capacitam, temos como monitorar isso através das aulas”.

Allyson Félix é embaixadora da Right to Play há vários anos. A campeã olímpica tem disseminado mensagens de motivação, usando o seu percurso como um exemplo de superação.

PORTAS ABERTAS DA EMBAIXADA DOS EUA PARA ALYSSON FÉLIX

Num dos raros momentos para o efeito, a Embaixada dos Estados Unidos da América abriu as suas portas para receber uma das melhores atletas de todos os tempos do atletismo: Alyson Félix.

Detentora do estatuto de atleta que mais vezes subiu ao pódio nos Jogos Olímpicos, Allyson Félix tem em Moçambique um ponto especial para sensibilizar as raparigas para continuarem a estudar e desenvolver hábitos saudáveis.

E, porque as crianças são especiais, a embaixadora da Right and Play deixou ficar uma mensagem de solidariedade para com aquelas que sofrem os efeitos do terrorismo e violência.

“Espero, realmente, empoderar as crianças, para que saibam que têm suporte. Elas enfrentam muitas dificuldades, mas, quando vi hoje (terça-feira), percebi que são muito fortes e têm muita gente que as ama e as suporta para que façam isso”, disse Alysson, que considera que é importante acarinhar as crianças, principalmente as que sofrem nas zonas de terrorismo.

Anfitriões e impulsionadores de projectos sociais que têm como objectivo salvaguardar os direitos das crianças e não só, os EUA abraçaram a iniciativa da ex-atleta que pulverizou as pistas de atletismo e registou marcas.

Peter Vrooman, Embaixador dos EUA em Moçambique, diz que o projecto da Right to Play não se difere dos projectos que são implementados pelas organizações não-governamentais norte-americanas que trabalham no país.

“Ela (Alysson Félix) tem a mesma ideia que nós temos, que é promover a inclusão das pessoas, no caso concreto das raparigas e dos rapazes no desporto e de incentivar para que não desistam da escola”, disse Vrooman.

E os EUA apostam na formação para assistência às crianças com necessidades especiais. “Nós temos projectos, não os mesmos com outras instituições, mas com as mesmas ideias e mesmos objectivos, ou seja, o programa da AGE (Agency Glossery Education), em Nampula e Zambézia. Este é o trabalho da USAID que complementa o da Right to Play”, acrescentou o Embaixador.

Jorge Ferrão, reitor da Universidade Pedagógica de Maputo, considera que é importante a forma como Alysson Félix tem feito a sua transferência da experiência, ensinando em forma de brincadeiras.

“Acho que colocar as crianças a brincarem é fundamental para que elas, com tempo, possam desenvolver outros talentos que têm e que de outra forma não conseguem aprender”, disse Jorge Ferrão.

Allyson Félix vai escalar o distrito de Gorongosa, na província de Sofala, onde deverá testemunhar o trabalho que está a ser desenvolvido pela Right and Play.

A selecção nacional sénior masculina de basquetebol de Angola inicia, esta quarta-feira, a sua preparação tendo em vista o Afrocan – prova reservada aos atletas que evoluem dentro das suas respectivas ligas de basquetebol-, certame a realizar-se de 8 a 16 de Julho, nas cidades de Luanda, Benguela e Huíla. Esta prova contará, igualmente, com a participação de Moçambique cujo plano de preparação ainda não foi oficialmente anunciado.

O seleccionador de Angola, Aníbal Moreira, divulgou a lista dos convocados, sábado último, para a competição destinada a jogadores que militam nas competições domésticas no continente berço, escreve o Jornal de Angola. De acordo com o vice-presidente da Federação Angolana de Basquetebol (FAB), Sílvio Lemos, o grupo vai trabalhar na capital durante dez dias e garantiu que estão criadas as condições para a realização da preparação sem sobressaltos.

Está descartada a possibilidade da realização de um estágio pré-competitivo no exterior, sendo que nos próximos dias a direcção da FAB, liderada por Moniz Silva, vai detalhar o programa de preparação até o
arranque da prova.  Depois de Luanda, ainda de acordo com o responsável do órgão federativo, a Selecção Nacional viaja para Benguela onde vai permanecer até o arranque da competição. A ideia é realizar a primeira etapa do AfroCAN em Benguela e Huíla e a fase final em Luanda.

De acordo com o regulamento da competição, os jogadores que vão disputar a 19ª edição do Campeonato do Mundo da Ásia, não podem fazer parte dos eleitos para o AfroCAN, segundo Aníbal Manave, presidente da FIBA África. Assim, os atletas com menos oportunidade têm, agora, mais possibilidades de mostrar o potencial para os "olheiros” da NBA e de outras ligas europeias por se tratar de uma montra. Doze selecções vão competir no evento.  Deste modo, Angola torna-se no segundo país a organizar a prova, depois da edição inaugural, em 2018, em Bamako, capital do Mali. Nesta altura, decorrem as qualificativas para a competição e, nos próximos dias, a FIBA África vai anunciar os representantes de cada zona.

As selecções que chegaram às meias-finais na edição transacta estão apuradas directamente, designadamente RD Congo (campeã em título), Quénia (vice-campeã), Angola e Marrocos.

O presidente da FIBA África, Aníbal Manave, destacou as infra-estruturas existentes em Angola para albergar provas continentais, depois de confirmar o país como sede do AfroCAN 2023, em Janeiro último, durante a cerimónia que decorreu no HTCA, em Luanda.

Convocados
O seleccionador Aníbal Moreira convocou os seguintes atletas: Emanuel Sebastião, Francisco Gomes, Miguel Maconda e José Nseka (bases); Tárcio Domingos, Kenneth Miguel e Ângelo Alexandre (extremos/base); Glofate Buiamba, Geovane Kibinga, Bamba Cissé, Kenny Biongo, Edinilson Andrade, Domingos Kissingue, Josué Bartolomeu e Marcelo João (extremos); Keven Albino, Wilson Kassav, Macaxi Brás, Aloísio Andrade e Walter Lusolo (postes).

Keyns Abdala, de 20 anos, prepara-se para assinar contrato com o Chaves válido para as próximas três temporadas, escreve o sítio do jornal “A Bola”.

O médio, que actuava no Liga Desportiva de Maputo e integrou a seleção sub-20 de Moçambique que participou no CAN desse escalão, esteve, durante alguns dias, a treinar-se à experiência no conjunto flaviense e deixou indicações positivas, acabando por convencer e vincular-se.

Num primeiro momento, Abdala ganhará experiência na futura equipa B, mas com vistas para o plantel principal.

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