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O País – A verdade como notícia

As cidades de Inhambane, Beira e Pemba foram seleccionadas para sediar as fases de qualificação para a Liga  Sasol de basquetebol feminino, prova cuja fase final irá decorrer de 29 de Outubro a 14 de Novembro na capital do país.

Novo modelo, novos pólos de disputa da competição e novas perspectivas (por se aprofundar, claro, com o contributo de todos os fazedores da modalidade da bola ao cesto) para melhorar o quadro competitivo do basquetebol feminino.

A corrida à edição 2023 da Liga Sasol de basquetebol feminino, prova que se pretende que venha a ser muito mais atractiva e competitiva no futuro, arranca já no dia 28 de Outubro na cidade de Inhambane, palco da fase de qualificação da zona Sul.

Quatro equipas estão alinhadas para a competição, nomeadamente Maxaquene e Desportivo (em representação da Cidade de Maputo); Clube Traquejadas e Clube de Desportos Eagles da Maxixe (província de Inhambane).

Os jogos realizam-se no Pavilhão do Instituto de Formação de Saúde, sendo que o vencedor se qualifica para a fase regular da Liga Sasol.
Com Lourenço Buque ao leme (“coach” com experiência ao nível das camadas de formação, tendo trabalhado no Ferroviário de Maputo e nas selecções de iniciação, e igualmente na alta competição com passagens por vários clubes), o Desportivo de Maputo vai procurar, decerto, fazer um bom papel nesta prova.

Sexto classificado da edição passada da Liga Sasol com três triunfos (derrotou por duas vezes Mucopelinhas de Nacala, por 57-13 e 52-47, e Ferroviário da Beira, por 55-52), o Maxaquene tem, agora, no seu comando Deolinda Carmen Ngulela e “coach Paito”, duas figuras que pretendem montar uma equipa competitiva.

E, fazer regressar o clube mais titulado do basquetebol moçambicano à Liga Sasol, deve, seguramente, ser um dos desafios de Deolinda Ngulela, ex-capitã da selecção nacional e “coach” adjunta nalgumas campanhas.

A Escola Superior de Hotelaria e Turismo devia representar Inhambane neste certame, na qualidade de vencedora do Campeonato Provincial do ano passado, mas desistiu por problemas internos.

Actualmente, Clube Traquejadas e Clube de Desportos Eagles da Maxixe ocupam a primeira e segunda posições, respectivamente, no Campeonato Provincial de Basquetebol de Inhambane.

 

CIDADES DA BEIRA E PEMBA IGUALMENTE SELECCIONADAS

A cidade da Beira será palco, de 22 a 24 de Setembro, da fase de qualificação da zona Centro para a Liga Sasol de Basquetebol feminino. Para já, estão confirmadas as presenças da Liga Desportiva de Chimoio (Manica) e C.D. Municipal da Beira, faltando por indicar os representantes da Zambézia e Tete.
No outro extremo do país, ou seja, em Pemba, realiza-se, nas mesmas datas, a fase de qualificação da zona Norte para a Liga Sasol.
O certame vai contar com a participação da A.D Mucopelinhas de Nampula, SDEJT de Lichinga, New Vision de Pemba e U.J Napipine de Nampula.

Costa do Sol e Ferroviário de Maputo protagonizam, esta quinta-feira, às 20h00, no pavilhão da Universidade Eduardo Mondlane, o jogo de destaque da jornada 7 do Campeonato da Cidade de Basquetebol da Cidade em seniores masculinos. Frente-frente, campeão e vice-campeão num “ajuste” de contas.

Onze meses depois de terem travado argumentos no “play-off” da final do Campeonato da Cidade, série ganha pelo Costa do Sol por 2-0 (triunfos por 57-50 e 57-40) em jogos disputados no pavilhão da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), “canarinhos” e “locomotivas” voltam ao mesmo palco para protagonizarem o jogo “must” da jornada 7 da prova.

Com a particularidade, disputadas seis jornadas da fase regular, do Costa do Sol e Ferroviário de Maputo estarem separados por apenas um ponto, com vantagem para o conjunto de Miguel Guambe com onze mas com um jogo a mais.

Na ressaca da derrota com a ciclicamente renovada equipa d’ A Politecnica (59-51), o Costa do Sol vai procurar quebrar a invencibilidade do Ferroviário de Maputo na prova.

Mais, provar que a derrota frente ao adversário o qual venceu, categoricamente, na final da Taça Maputo não abalou a estrutura naquilo que são os seus objectivos na prova.

Motivados depois de terem vencido três jogos consecutivos nesta fase regular do Campeonato da Cidade na jornada do fim-de-semana, os vice-campeões da Cidade apontam para mais um sinal de “vitalidade”, depois de terem falhado a final da Taça Maputo.

As “vitimas” da sua força na quadra na tripla jornada do Campeonato da Cidade as foram Aguias Especiais (60-42), A Politecnica (63-57) e Maxaquene “B” (79-32).

À mesma hora, A Politécnica do persistente Jose “Matilo” Macuácua bate-se com o Desportivo de Maputo de Carlos “Carlinhos” Ferro, no pavilhão da primeira formação. Na quadra, dois conjuntos com a mesma filosofia: sem grandes recursos financeiro cuja aposta recai na juventude!

Sem derrotas na prova, e na quarta posição com dez pontos na tabela classificativa da ABCM, os “alvi-negros” estão a fazer uma campanha interessante no certame. O seu adversário ocupa a quinta posição com nove pontos!

Ainda esta quinta-feira, às 19h30, no seu recinto, o Ferroviário “B” mede forças com as Aguias Especiais, enquanto o Aeroporto trava argumentos com a UP no pavilhão do Desportivo.
Na grelha de jogos para esta quinta-feira, destaque ainda para o embate que vai colocar frente-a-frente o Maxaquene “B” e o Costa do Sol sub-20.

As cidades de Inhambane, Beira e Pemba foram seleccionadas para sediar as fases de qualificação para a Liga Sasol de basquetebol feminino, prova cuja fase final irá decorrer de 29 de Outubro a 14 de Novembro na capital do pais.

Novo modelo, novos polos de disputa da competição e novas perspectivas (por se aprofundar, claro, com o contributo de todos fazedores da modalidade da bola ao cesto) para melhorar o quadro competitivo do basquetebol feminino.

A corrida à edição 2023 da Liga Sasol de basquetebol feminino, prova que se pretende venha a ser muito mais atractiva e competitiva no futuro, arranca já no dia 28 de Outubro na cidade de Inhambane, palco da fase de qualificação da zona sul.

Quatro equipas estão alinhadas para a competição, nomeadamente Maxaquene e Desportivo (em representação da cidade de Maputo) e Clube Traquejadas e Clube de Desportos Eagles da Maxixe (provincia de Inhambane). Os jogos realizam-se Pavilhão do Instituto de Formação de Saude, sendo que o vencedor qualifica-se para a fase regular da Liga Sasol.

Com Lourenço Buque ao leme (“coach” com experiência ao nivel das camadas de formação, tendo trabalhado no Ferroviário de Maputo e nas selecções de iniciação, e igualmente na alta competição com passagens por vários clubes), o Desportivo de Maputo vai procurar, decerto, fazer um bom papel nesta prova.

Sexto classificado da edição passada da Liga Sasol com três triunfos (derrotou por duas vezes Mucopelinhas de Nacala, por 57-13 e 52-47, e Ferroviário da Beira, por 55-52), o Maxaquene tem agora no seu comando Deolinda Carmen Ngulela e “coach Paito”, duas figuras que pretendem montar uma equipa competitiva.

E, fazer regressar o clube mais titulado do basquetebol moçambicano à Liga Sasol, deve, seguramente, ser um dos desafios de Deolinda Ngulela, ex-capitã da selecção nacional e “coach”-adjunta em algumas campanhas.

A Escola Superior de Hotelaria e Turismo devia representar Inhambane neste certame, na qualidade de vencedora do Campeonto Provincial do ano passado, mas desistiu por problemas internos.

Actualmente, Clube Traquejadas e Clube de Desportos Eagles da Maxixe ocupam a primeira e segunda posições, respectivamente, no Campeonato Provincial de Basquetebol de Inhambane.

BEIRA E PEMBA IGUALMENTE SELECCIONADAS

A cidade da Beira será palco, de 22 a 24 de Setembro, da fase de qualificação da zona centro para a Liga Sasol de Basquetebol feminino. Para ja, estão confirmadas as presenças da Liga Desportiva de Chimoio (Manica) e C.D. Municipal da Beira, faltando por indicar os representantes da Zambezia e Tete.

No outro extremo do pais, ou seja, em Pemba, realiza-se nas mesmas datas a fase de qualificação da zona norte para a Liga Sasol.
O certame vai contar com a participação da A.D Mucopelinhas de Nampula, SDEJT de Lichinga, New Vision de Pemba e U.J Napipine de Nampula.

O internaional moçambicano, Geny Catamo, é o quarto melhor jogador da fase de qualificação para o CAN, segundo a Sofascore, um site de apostas desportivas. O talentoso jogador teve uma média de pontuação de 7,53 acima do egípcio Mohamed Salah, que fecha o top-5, com 7,48 pontos.

Determinante na fase de qualificação para o campeonato africano de futebol, Geny Catamo viu o seu esforço a ser reconhecido pela plataforma de apostas Sofascore como o quarto melhor jogador na fase de apuramento.

Na lista, Geny Catamo abaixo do trio Victor Osimhen, da Nigéria, que somou 8,18 pontos e que foi determinante para a qualificação da sua selecção, Sadio Mané, senegalês e adversário de Catamo nesta fase de qualificação, com 8,10 pontos e o burquinabe Dango Ouattara, com 7,76 pontos.

O talentoso jogador de 22 anos de idade, indicado com uma média de pontuação de 7,53,  foi uma das peças-chave durante a caminhada dos Mambas rumo ao CAN, tendo inclusive marcado dois golos, nomeadamente diante do Benim e Ruanda, e duas assistências, nos embates frente ao Ruanda e Benim.

Catamo só não esteve em dois jogos dos Mambas, nomeadamente nas derrotas frente ao Senegal, na terceira e quarta jornadas da fase de qualificação.
Geny Catamo não só marcou golos, assim como foi determinante na manobra ofensiva do combinado nacional. O lateral moçambicano tem sido uma das apostas de Chiquinho Conde no xadrez dos Mambas.

O jovem atleta foi decisivo na partida diante do Benim, tendo saído dos seus pés a assistência para o golo de Clésio Baúque, tento que selou a qualificação do combinado nacional para o CAN. Geny Catamo vai marcar presença, pela primeira vez, numa fase final do CAN.

Os jogadores dos Mambas já estão a receber o valor do prémio pela qualificação do combinado nacional para o CAN 2023, cuja fase final vai ser na Costa do Marfim. A Federação Moçambicana de Futebol  garante que os atletas estão a receber de acordo com o que foi acordado.  O valor do prémio é de 250 mil Meticais

Uma semana depois de garantirem a qualificação para o Campeonato Africano de Futebol, facto que não acontecia há 14 anos, os jogadores dos Mambas já estão a receber o prémio referente ao apuramento para essa importante prova continental.

Antes da partida decisiva frente ao Benim, a Federação Moçambicana de Futebol recordou que o prémio da qualificação, acordado ainda no início da campanha com os respectivos capitães, era de 250 mil Meticais, mais 70 mil pela vitória, para os jogadores que estiveram na convocatória para o jogo diante do Benim.

Sem avançar as modalidades de pagamento, uma fonte da Federação Moçambicana de Futebol garantiu que os jogadores estão a receber os valores de acordo com o que foi combinado, ou seja, em percentagem mediante o número de jogos que cada um fez pela selecção nacional.
Ou seja, os jogadores dos Mambas estão cientes da forma como devem receber os seus prémios. Em caso de estar a pagar na totalidade, os atletas vão encaixar ao todo 320 mil Meticais, que incluem a premiação pela qualificação e pela vitória diante do Benim, somente para os que fizeram todos os jogos.

Recorde-se que somente nove jogadores estiveram em todos os jogos da campanha de qualificação, nomeadamente o capitão Dominguez, Clésio Baúque, Witiness, Ratifo, Edmilson, Amadou, Gildo, Telinho e Shaquile, que vão receber a premiação completa pela qualificação para o CAN 2023, 320 mil Meticais.

Entretanto, os jogadores Ivan, Victor, Mexer, Kambala, Martinho, Bruno Langa e Melque estiveram envolvidos em cinco dos seis jogos dos Mambas, enquanto Zainadine Júnior, Geny Catamo e Domingos Macandza participaram em quatro jogos.

Ernan, Chico e Dário foram convocados em três jogos; Reinildo Mandava, Kito, Infren, Reginaldo, David Malembane, Nené, Gian Chande, Luís Miquissone e Isac de Carvalho, em duas convocatórias.

Há, porém, jogadores que estiveram em apenas um jogo e recebem a premiação mais baixa, dentre eles Fazito, Bhéu, Danito, José Abudo, Chamboco, Guima, Dayo, Muiomo e Bangal, que terão o prémio de MZN 41 600 00 (quarenta e um mil e seiscentos Meticais).

Destes jogadores que estiveram em apenas um jogo, destaque para Chamboco, Guima, Dayo, Muiomo e Bangal, que, para além do prémio de qualificação, de quase 42 mil Meticais, terão ainda o adicional de 70 mil, referente à vitória diante do Benim.

No total, Chiquinho Conde convocou 40 jogadores para a recém-terminada campanha de qualificação. Na referida fase de qualificação, os Mambas terminaram em segundo lugar do grupo L, com 10 pontos, atrás do Senegal, líder da prova com 14 pontos. Moçambique venceu três jogos (1-0 e 3-2 diante do Benim e 2-0 frente ao Ruanda), um empate (1-1 diante do Ruanda) e duas derrotas (5-1 e 1-0 nos confrontos com Senegal).

O presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), Patrice Motsepe, promete organizar o mais bem-sucedido Campeonato Africano das Nações (CAN) da história, que se disputa no próximo ano, na Costa do Marfim, entre os meses de Janeiro e Fevereiro.

O sul-africano fez essas declarações na felicitação das 24 selecções qualificadas para a fase final Taça das Nações TotalEnergies CAF Côte d’Ivoire 2023.

Motsepe diz estar convencido do sucesso do CAN 2023, devido à qualidade das selecções apuradas, entre as quais Angola, que regressa à elite do “desporto-rei” continental após ter falhado o apuramento na última edição, organizada pelos Camarões, e que consagrou o Senegal.

“A qualidade das selecções qualificadas mostra claramente que organizaremos o CAN de maior sucesso na história da competição. A Côte d’Ivoire é uma nação do futebol. Estamos gratos pelo empenho do Presidente Alassane Ouattara, do Primeiro-Ministro Patrick Achi, do Governo e da Federação Ivoiriense de Futebol, para garantir que as instalações e infra-estruturas do futebol no país sejam de classe mundial. A CAF espera dar as boas-vindas a todas as nações qualificadas na Costa do Marfim a 13 de Janeiro de 2024”, disse.

Camarões, Gâmbia e Namíbia foram as últimas três selecções africanas a garantir o seu lugar na maior competição de futebol do continente africano.

Costa do Marfim (anfitriã), África do Sul, Argélia, Angola, Burkina Faso, Camarões, Cabo Verde, Egipto, Gana, Guiné, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Mali, Marrocos, Mauritânia, Moçambique, Namíbia, Nigéria, RDCongo, Senegal (campeão em título), Tanzânia, Gâmbia, Tunísia e Zâmbia são as 24 selecções qualificadas para a Taça das Nações Africanas TotalEnergies CAF 2023.
O CAN é o evento mais popular em África. A edição de 2021 nos Camarões atraiu mais de 500 milhões de espectadores. A competição foi transmitida em mais de 170 países.

PREMIAÇÃO FEMININA

O vencedor da terceira edição da Liga dos Campeões Femininos da CAF 2023, que se disputa de 5 a 19 de Novembro, na Costa do Marfim, vai embolsar 400 000,00 dólares. A Confederação Africana de Futebol fixou este valor, tendo em linha de conta o compromisso do Presidente Patrice Motsepe de fazer crescer o “desporto-rei” na referida classe no continente.
O vice-campeão africano, por sua vez, receberá 250 000,00 dólares, os semi-finalistas (USD 200 000), terceiro do grupo (USD 150 000) e quarto do grupo (USD 100 000).

O ASFAR do Marrocos (campeã em título) e Mamelodi Sundowns da África do Sul fazem parte das oito equipas que se qualificaram para a fase final da terceira edição da Liga dos Campeões Femininos da CAF 2023, a ser disputada na Côte d´Ivoire entre 5 e 19 de Novembro.

O Huracanes FC, da Guiné Equatorial, completou, no fim-de-semana, o quadro de equipas qualificadas, ao derrotar o TP Mazembe. Esta será a primeira participação das equato-guineenses na prova.

Como anfitrião do torneio, o Athlético Abidjan espera deixar o país orgulhoso na sua primeira tentativa de glória continental, à medida que a nação ivoiriense continua a aproveitar o clima emocionante actualmente em todo o território, por receber a Taça das Nações Africanas TotalEnergies CAF no próximo ano.

Dos oito clubes confirmados, apenas AS FAR, Mamelodi Sundowns e AS Mande do Mali já se qualificaram para a fase final.
Os oito clubes confirmados para a fase final da Liga dos Campeões Femininos da CAF 2023 são: AS FAR de Marrocos (campeão em título), Athlético Abidjan (Costa do Marfim), Sporting Club Casablanca (Marrocos), AS Mandé (Mali), Ampem Darkoa (Ghana), JKT Queens (Tanzânia), Mamelodi Sundowns (África do Sul) e Huracanes FC (Guiné Equatorial).

A selecção nacional de basquetebol sénior masculino desceu dez  lugares no “ranking” da Federação Internacional de Basquetebol (Fiba-Mundo), passando da 99.ª para  109.ª posição, agora com 77.5 pontos, segundo a actualização feita a 10  de Setembro pelo  organismo que rege a modalidade no mundo.

Ao nível do continente africano, Moçambique encontra-se na 20.ª posição com a mesma pontuação, numa tabela que é liderada pelo Sudão do Sul (em África).

A prestação na última edição do “AfroCan” – prova reservada aos atletas que evoluem nos  respectivos campeonatos interno – , em Angola,  certame  no  qual a selecção nacional terminou no  10º lugar  (de um total de 12 nações), contribui para esta queda na tabela da Fiba-Mundo.

Moçambique venceu um jogo (diante dos Camarões por 71-65) e perdeu outros dois (Congo, por 77-58, e Ruanda, por 73-62) nesta competição.

Destaque, nesta actualização, para Angola que subiu  sete lugares, passando a ocupar a 34ª posição com 364.6 pontos. Os angolanos terminaram na 26.ª posição no  recém-terminado Campeonato do Mundo  da Ásia.

Angola é a terceira melhor selecção africana no ranking, superada pelo Sudão do Sul, 31ª, com 375.5 pontos e, pela Côte d’ Ivoire, na 33º, com 369.9 pontos. Dos cinco jogos disputados na prova, Angola averbou quatro derrotas e venceu um.

O Sudão do Sul, selecção que aos poucos se afirma no contexto das grandes nações do basquetebol, deu um passo de gigante ao melhor 32 lugares. Após lograrem a primeira qualificação para uma fase final de uma Copa do Mundo, os sudaneses conseguiram o apuramento directo aos Jogos Olímpicos de Paris’2024, relegando Angola para o Torneio Pré-Olímpico de Fevereiro do próximo ano.

Apesar de falhar a qualificação directa, os angolanos detêm o recorde de participações em Jogos Olímpicos, com cinco presenças consecutivas. Disputaram a edição de Barcelona’1992, seguindo-se o Atlanta’1996, Sidney’2000, Atenas’2004 e Pequim’2008.
Por sua vez, a Nigéria, até então melhor nação africana no ranking da Fiba-Mundo (19º lugar), baixou 18 lugares, ocupando a 37ª posição, com 344.9 pontos, atrás da Tunísia, com 356.4.

Cabo Verde e Senegal ocupam as posições 46 e 47, com 262 e 256 pontos. Os Camarões estão na posição 67, ao passo que a República Democrática do Congo (RDC) está no lugar 72.

A República da Guiné, que brilhou na segunda edição do AfroCAN, ocupa o lugar 79 do ranking da Fiba-Mundo, enquanto a República Centro Africana está no lugar 84. Mali, Uganda e Ruanda ocupam os lugares 86, 87 e 92, respectivamente.

O Pavilhão do Ferroviário da Beira irá sediar, no seu bojo, de 17 a 22 de Outubro, a série “B” da fase de apuramento da da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal. Seis equipas, nomeadamente Ferroviário  da Beira, Ferroviário de Maputo, Maxaquene, Academia New Vision e Núcleo Desportivo Expansão (Pemba) e Academia de Basquetebol de Sofala irão disputar a prova.

24 de Agosto de 2018. Pavilhão do Ferroviário da Beira! Público em extâse! Para uns, e na sua maioria, era possível que o Ferroviário da Beira, em desvantagem de 2-0 no “play-off” da final da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, vencesse o seu homónimo de Maputo e prolongasse a final até à negra.

Para outros, o Ferroviário de Maputo tinha tudo para “chancelar” este registo: três jogos, três vitórias e…”xeque mate”.

A verdade é que os “locomotivas” da capital foram ao reabilitado pavilhão do Ferroviário da Beira voltar a vencer (75-82) e sagraram-se campeões nacionais. Este foi, de resto, o último grande momento de elevadas emoções da modalidade da bola ao cesto vividas no pavilhão do Ferroviário da Beira, porquanto o ciclone Idai devastou a infra-estrutura em Março de 2019.

Três anos depois, e com algumas intervenções no piso que nos últimos tempos revelava-se escorregadio, o pavilhão volta a abrir as suas portas para acolher jogos da série “B” da fase de apuramento da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal. A iluminação foi igualmente intervencionada para que se possam realizar jogos no período nocturno.

Será um momento para o sempre efervescente público da Beira voltar a testemunhar jornadas de basquetebol.

Será um momento, salvo a diferença dos dois plantéis quando comparados ao passado, para reavivar a rivalidade entre os ferroviários de Maputo e Beira, conjuntos que dividiram entre si os louros em 2016, 2017, 2018 e 2022.

Para além destes dois candidatos ao título, assinale-se, da capital do país, a ida do Maxaquene, conjunto orientado por Hermínio “Rasta” Changule. Os “tricolores” levam para a competição a sua aguerrida juventude que chegou mesmo a surpreender o Ferrovíário de Maputo na fase de qualificação disputada na “catedral” do basquetebol moçambicano. Mauro Gino (irmão de Fernado Gino, também conhecido por “Nandex”), Joaquim Chuma, Turdivales Nhatumbo, Ronaldo Geneto, Malik Conceição, entre outros, personificam a pleiade “tricolor”.

De Pemba, há a destacar a formação da Academia New Vision e Núcleo Desportivo Expansão que ocuparam a 2ª e 3ª posições na fase de qualificação da zona norte para a Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, prova cujo pano caiu no passado dia 3 de Setembro no pavilhão do Ferroviário de Nampula.

New Vision teve um registo de quatro vitórias e uma derrota, enquanto o Núcleo Desportivo Expansão de Pemba veceu três jogos e perdeu dois.

A Academia de Basquetebol de Sofala completa o leque de equipas alinhadas para esta competição que dá acesso à 14ª edição da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal.

As equipas participantes têm até 10 de Outubro para fazerem às inscrições para esta prova, sendo que as mesmas estão fixadas em 70, 000, 00 (setenta mil meticais).

NAMPULA ACOLHE SÉRIE “A”

Após a intervenção feita, que permitiu a infra-estrutura voltar a acolher jogos dois meses depois, o pavilhão do Ferroviário de Maputo irá acolher, de 3 a 8 de Outubro, a série “B” da fase de apuramento da zona centro para a Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal.

Ferroviário de Nampula, vencedor da fase de qualificação da zona norte para Liga Mozal com cinco vitórias em igual número de jogos, Costa do Sol, conjunto que terminou em primeiro ao nível das qualificativas da zona sul invicto, Sporting de Quelimane, terceiro classificado da última edição da Liga Mozal, Academia New Vision de Nampula, quarta classificada da fase de apuramento da zona norte, A Politécnica e Município da Beira irão dar corpo ao certame.

A Liga Moçambicana de Basquetebol determinou que as delegações devem ser constituídas por 17 membros no máximo, sendo que esta agremiação deverá responsabilizar-se pelo transporte de cada equipa do local de origem e retorno, transporte interno e alojamento.

Entretanto, refere em comunicado, as equipas têm a liberdade de compor as suas delegações com um número maior que o estipulado, sendo que os custos serão arcados pelas mesmas colectividades.

Esta fase será disputada num sistema de todos contra todos numa única volta, sendo que os quatro primeiros classificados apuram-se para a fase regular a ser disputada em Maputo entre Novembro e Dezembro.

O vencedor da edição 2023 da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal irá representar o país na Basketball Africa League (BAL) no próximo ano.

O Ferroviária de Maputo venceu, sábado, o Sagrada Esperança de Angola (1-0) em jogo da primeira mão da última eliminatória de acesso à fase de grupos da Taça das  Confederações, também conhecida como Taça Nelson Mandela.

Em pleno  Estádio Nacional do Zimpeto,  e num jogo em que o Ferroviário de Maputo podia e devia, muito bem, sair com uma vantagem confortável,  Mário,  aos 89’,   deu a vantagem mínima com a qual os “locomotivas” da capital partem para o duelo da segunda “mão” a realizar-se no dia 30 de Setembro, no Estádio da Tundavala, no Lubango. 

Com uma equipa formada maioritariamente por jogadores sem muita experiência em competições africanas, o Ferroviário de Maputo teve uma abordagem inicial cautelosa, tendo chegado pela primeira vez com perigo ao último adversário numa jogada em que Celso fez um centro, mas Shelton não deu a melhor sequência ao mesmo. 

 Os angolanos, igualmente cautelosos, responderam com contra-ataques sem, no entanto, criarem calafrios junto à defensiva “locomotiva”.

A meio da primeira parte, Ezequiel serviu Celso que não teve calma suficiente para desenhar uma jogada que pudesse finalizar com grande perigo para os visitantes. 

 O Sagrada Esperança acordou e, num lance em que Lau King esteve em destaque, Diallo endossa para Da Banda que errou no alvo. 

A fechar a primeira parte, sempre influente no miolo do terreno, Ezequiel coloca a bola em Kito que encheu o pé  e obrigou o guarda-redes angolano Leo a uma defesa de recurso. Com o nulo a prevalecer, as duas formações recolheram aos balneários! Voltaram melhor ao jogo os angolanos que viram, aos 49’, Diallo rematar forte mas com a bola a passar ao lado.

O Ferroviário de Maputo, a jogar “em casa”, precisava de marcar. E João Chissano foi mesmo forçado a alterar o seu xadrez, lançando para o jogo o avançado Mário para o lugar de Shelton. Aposta acertada. Porque, perto do final da partida, Nelson desceu pela direita e colocou a bola à mercê de Mário que encostou para o fundo das malhas.

Antes mesmo, Mário, de forma atabalhoada, errou no alvo.  Sem grande capacidade de reacção, os angolanos limitaram-se a fazer um jogo sem grande intensidade. Mas conseguiram, a espaços, incomodar o seu adversário. O resultado não se alterou e o Ferroviário de Maputo parte com uma vantagem mínima para o encontro da segunda “mão” em Angola.  As duas formações alinharam-se da seguinte forma: Ferroviário de Maputo: Manuel, Nelson M, Ezequiel, Celso, Shelton (Mário 64′), Maxwell (Fortinho 86′), Jeitoso, Huga, Kito, Shaquille, Tununo. Sagrada Esperança: Leo, Luis Tati, Alexandre, Fabricio, Muenho, Lepuo, Celso, Da Banda (Cáchi 68′), Lau King (Kaporal 68′),Diallo (Água Doce 68′).

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