O País – A verdade como notícia

Celso, Lucrécia, Tony e Frank Paco, todos irmãos, vão actuar, juntos, sexta-feira, às 20h, no Café Jazz Spoon, na Matola.

Com o espectáculo, os Pacos pretendem juntar energias e levarem o melhor do que sabem fazer ao público que há muito os aplaude individualmente. A noite dos irmãos, no Café Jazz Spoon, será de diversos ritmos e ricas melodias que partem do mais tradicional ao jazz. 

Lucrécia Paco já teve oportunidade de tocar com Celso e Tony Paco. Agora, a actriz também vai poder partilhar o palco com o irmão mais velho, Frank, quem se julga orgulhoso ver os irmãos mais novos a trilhar o mesmo caminho da arte.

O percurso dos Pacos começou no Bairro do Aeroporto, na cidade de Maputo, onde os quatro irmãos cresceram rodeados de cultura. Quando se mudaram para o centro da Cidade de Maputo, graças ao músico Salimo Mohamed, que lhes levava às matinés, o gosto pelas artes cresceu.

No Café Jazz Spoon, na Matola, Celso, Lucrécia, Tony e Frank Paco vão viajar pelo universo da música depois de hoje terem cedido uma conferência de imprensa a falarem de dois concertos, cujo primeiro está marcado para esta noite, no Pool Bar do Hotel Términus, na cidade de Maputo.  

 

 

A ideia de os três artistas Mabundas exporem juntos, pela primeira vez, surgiu da antiga Directora do Camões, Alexandra Pinho. Entretanto a portuguesa partiu de regresso ao seu país antes de poder concretizar a exposição. Ficou o projecto e o interesse. Por isso, agora com novo Director, João Pignatelli, o Centro Cultural Português convidou Gonçalo, Santos e Rodrigo Mabunda para uma colectiva cuja abertura está marcada para 18h30 do dia 10 deste mês.

No princípio, a ideia da nova direcção do Camões era que fosse Gonçalo Mabunda a expor, o que não dava jeito ao escultor meter-se numa individual, em Maputo, pois, na altura do convite, já preparava três exposições para o estrangeiro: uma na Inglaterra (a partir de 16 Maio) e duas na Itália (a partir 11 e 20 de Maio, respectivamente). “Por isso, julguei interessante expor com os meus irmãos, porque não conseguiria preencher a sala do Camões sozinho com tanto trabalho que tenho. O director, depois de analisar a minha sugestão, convenceu-se que fazia sentido e cá temos uma colectiva para inaugurar”, explicou Gonçalo Mabunda, que, desta vez, leva 20 peças ao Camões.

Para Santos Mabunda, esta oportunidade de puder expor com os seus dois irmãos significa tudo. “É algo importante, marcante. Não é comum no nosso país haver três irmãos artistas, e exporem juntos”. Para o efeito, Santos preparou duas dezenas de cartões sobre desenho. A sua pretensão é que os visitantes da colectiva nela encontrem um sentido de beleza bem elaborada, “pois isso também caracteriza a realidade criativa do nosso país”.

Com Gonçalo e Santos estará Rodrigo. O irmão mais novo dos Mabundas organizou para a colectiva obras feitas com recurso à pintura e desenhos com esferográfica, destacando-se neles a intervenção social, porque, remata Rodrigo Mabunda, “sou um artista que se inspira na rua”.

Quer Santos quer Rodrigo já estiveram numa colectiva com Gonçalo. Agora chegou a vez dos “manos” estarem finalmente juntos, como os “três putinhos”.

 

NO HORIZONTE DOS CURADORES

A exposição “Os Mabundas” é uma colectiva com curadoria de Guilherme Godinho (Arquiteto) e João Pignatelli (Diretor do Camões – Centro Cultural Português em Maputo). De acordo com a nota de imprensa da organização, as peças seleccionadas para esta iniciativa apoiada pelo banco Barclays “são apresentadas dentro de um discurso curatorial que envolve não só a disposição espacial das obras em harmonia com o genius loci da sala do Camões, mas também factores como a tonalidade das paredes, a luminosidade, a presença de textos, entre outros elementos. O olhar dos curadores explorou uma opção de trabalhos representativos dos diversos estilos representados pelos artistas”.

De acordo com João Pignatelli, citado pela nota do Camões, a colectiva “Os Mabundas” “é um excelente exemplo da singularidade, criatividade e qualidade da arte e dos artistas que existem em Moçambique. Um país que de norte a sul tem artistas e criadores de grandíssima qualidade”. E o curador acrescenta: “será também uma ocasião para fazer um tributo a esta família moçambicana tão especial e que tem no seu ADN todo este talento artístico”. O outro curador, Guilherme Godinho, citado na mesma nota do Camões, realça que nas obras dos três irmãos Mabundas prevalece uma convergência que se mistura com influências socio-antropológicas e artísticas ocidentais “e, em conjunto com a constante alusão à arte étnica tribal e ao folclore africano, converge para um pós-Dada Africano”.

Em suma, as 40 peças que farão parte da mostra incluem um painel colectivo que será terminado e apresentado no dia da inauguração da exposição. 

OS MABUNDAS

Dos três irmãos, Gonçalo Mabunda é o artista mais reconhecido nacional e internacionalmente. Aliás, Gonçalo é dos artistas moçambicanos mais destacados em África e fora do continente. As obras do escultor reconhecido por trabalhar a soldadura de armas estão expostas nas galerias de países como África do Sul, Marrocos, Estados Unidos de América, Inglaterra, França, Emirados Árabes Unidos e Portugal. Entre as actividades previstas para o próximo mês, vai expor na 58ª edição da Bienal de Veneza, no Pavilhão Nacional de Moçambique, com Mauro Pinto e Filipe Branquinho.

Santos é o irmão do meio dos Mabundas. Nunca expôs numa individual, mas já participou em várias colectivas. Inclusive, ganhou alguns concursos abertos às artes plásticas promovidos pelo Banco de Moçambique.

Já Rodrigo Mabunda, o mais novo, já expos na África do Sul e em Dubai. Depois desta colectiva, eventualmente, irá expor também em Portugal. É interessado pelo ambiente. Por isso, a sua criatividade inclui a reciclagem de papelão e trabalhos com recurso a esferográficas.

 

 

 

 

O poeta Amosse Mucavele acaba de garantir a presença na Residência Literária, programa a realizar-se próximo mês, entre os dias 2 e 30, na capital portuguesa. O autor do livro Geografia do olhar (poesia) distinguiu-se, ao concorrer em Maputo, com o projecto “Vestígios do silêncio”, o qual propõe-se a debater-se sobre imagens, mapas, memórias e recortes internos de edifícios abandonados, com o que o autor considera (re)dimensionar a dimensão afectiva das ruínas de Maputo e Lisboa.

No projecto que Amosse Mucavele submeteu ao concurso, esclarece que “‘Vestígios do silêncio’ é uma poética concebida como objecto de desvendar os mistérios, de celebrar a memória transnacional dos ritos de passagem e ruptura, um desencanto de repensar as origens, as mutações da dor, as variações dos mapas territoriais e sociais das duas cidades [Maputo e Lisboa], partindo de um ponto de vista subjectivo das estórias destes lugares que simulam pequenos sarcófagos sensíveis a qualquer olhar”.

Para Mucavele, o facto de ser vencedor do programa literário aberto à candidatura do público no início do ano demonstra que o seu trabalho tem visibilidade e impacto. “É uma grande vitória, o que estimula a minha criação. Este projecto, que o tenho bem antes do concurso, ficará mais enriquecido, porque uma questão que abrange duas cidades vai alastrar-se a outras zonas abandonadas nas quais se cruzam vários afectos”.

Com efeito, o que na Residência Literária vai interessar Mucavele são os lugares que guardam muito do passado, daí adivinhar-se uma viagem que atravessa o tempo. “Nesta ida a Lisboa, espero dar mais vida ao meu projecto, tornando bem vivo o testemunho de épocas”.

A Residência Literária é um programa que se destina a escritores de nacionalidade moçambicana com obra publicada, com residência oficial em Moçambique ou que se encontrem a viver, estudar e/ou trabalhar no país e que pretendam desenvolver um projecto de criação literária, coerente com o seu percurso e pertinente na proposta de relação com a cidade de Lisboa. O programa foi criado ao abrigo do protocolo de cooperação celebrado entre a Câmara Municipal de Lisboa (CML) e o Camões – Centro Cultural Português em Maputo, de acordo com a nota de imprensa desta instituição, e o júri foi constituído por Clara Riso (Casa Fernando Pessoa, convidada), Manuel Veiga (Câmara Municipal de Lisboa) e João Pignatelli (Camões – Centro Cultural Português em Maputo). Todo os membros do júri decidiram, por unanimidade, seleccionar a proposta de Amosse Mucavele, considerando que no universo das candidaturas admitidas é a que melhor se enquadra na lógica do presente programa de Residência Literária.

OS “VESTÍGIOS” DO POETA

Amosse Mucavele nasceu em 1987, em Maputo. Foi chefe de redação de “Literatas – Revista de Literatura Moçambicana e Lusófona”, director editorial do Jornal O Telégrafo, Colaborador do Jornal Cultura de Angola e Palavra Comum da Galiza da Espanha. É membro do Conselho Editorial da Revista Mallarmargens (Brasil), da Academia de Letras de Teófilo Otoni (Brasil) e da Internacional Writers Association (Ohio – USA). Representou Moçambique na Bienal de Poesia da Língua Portuguesa em Luanda (2012), no Festival Internacional de Poesia de Córdoba (2016) e, em 2017, participou numa série de actividades em Portugal. Coordenou a publicação do livro “A arqueologia da palavra e a anatomia da língua – antologia poética”. É autor de Geografia do olhar.

 

Pedro Pereira Lopes, Miguel Ouana e Mauro Brito participam, amanhã à tarde, 17h30, na Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO), cidade de Maputo, num debate subordinado ao tema “ A produção literária para a infância em Moçambique: linguagens e imaginação nos processos de aprendizagem”.

Lopes, Ouana e Brito deverão falar, segundo a nota do evento, “da génese da literatura infantil em Moçambique, valor pedagógico e didáctico intrínseco nos livros infantil, análise sobre as lendas e tradições folclóricas dos povos transmitidas oralmente de geração em geração, como fonte inspiradora da literatura infantil, atribuindo às obras valores sobre questões humanas e sociais, bem como culturais”.

Ao longo do debate, avança a organização em comunicado, os três autores vão tentar explicar a importância dos conteúdos de livros escritos e dirigidos essencialmente para as crianças, embora sejam extensivos aos adultos: “O encontro de escritores em torno deste tema, ‘A produção literária para a infância em Moçambique: linguagens e imaginação nos processos de aprendizagem’ é alusivo ao Dia Internacional da Livro Infantil, uma data destinada ao incentivo, consciencialização da importância desde género literário para a formação de novos leitores e pretende destacar o contributo que os escritores da literatura infantil moçambicana têm prestado ao longo dos anos na preservação e divulgação da literatura nacional, bem como a importância do que é produzido para o cenário moçambicano”.

2 de Abril foi escolhido para ser o Dia Internacional do Livro Infantil por ser a data de nascimento do escritor e poeta dinamarquês Hans Christian Andersen, primeiro a adaptar antigas fábulas para o público infantil, incluindo importantes lições de moral nas entrelinhas.

 

 

No mês em que se comemora o Dia da Mulher Moçambicana, Suzy Bila, artista residente em Portugal, aproveita o regresso à pátria para expor Nua e crua, no Centro Cultural Brasil-Moçambique (CCBM), na baixa da cidade de Maputo. A inauguração da individual está marcada para dia 10 de Abril, num evento a realizar-se entre 18h e 21h.

Nua e crua, na óptica de Suzy Bila, é uma exposição carregada de simbolismo, de singularidades de um mundo em mudança, na qual retrata o drama da violência, a solidão das mulheres reduzidas ao anonimato, no entanto sem deixarem de lutar pela sua própria identidade.

Ao levar acabo a obra, a artista plástica parte da sua condição de mulher, convocando-se a uma reflexão delicada e profunda, mas descomplexada, sobre os aspectos socioculturais e das dificuldades que a mulher continua a sofrer nas sociedades contemporâneas. “Ao retratar a mulher nos vários papéis sociais e na luta pela igualdade de género direciono as suas fragilidades para o mundo como forma de reconhecimento desta luta contínua pela mudança na simbiose das relações entre os sexos e na educação do homem e da mulher”. E Suzy Bila acrescenta: “Pretendo também uma abordagem que favoreça processos de confrontação entre o passado e o presente, visando a arte como ferramenta de construção e de intervenção pedagógica. Acredito que a educação é uma ferramenta que todos os contextos sociais devem usar como meio para a autonomização da mulher, partindo da infância, e da família”.

Na individual a ser levada ao CCBM dentro de semana e meia, Suzy encontra um pretexto para trocar ideias e experiências com artistas e, eventualmente, com eles mergulhar em diferentes universos, sempre priorizando o seu projecto, a sua envolvência com o outro.

Suzy Bila (Maria Suzete Bila) nasceu em Maputo, a 23 de Agosto de 1974. Iniciou-se nas artes aos 19 anos de idade e foi premiada numa competição nacional de descobertas de novos talentos. Aos 22 anos, muda-se para Portugal, onde mora. A sua individual, Nua e crua, estará patente no CCBM até 5 de Maio.

 

 

 

O estabelecimento turístico da cidade e província de Inhambane, Vista do Mar, organiza a IV edição da Pesca Desportiva 2019.

A competição envolve 18 embarcações das quais 90 são competidores e 130 visitantes, na sua maioria provenientes da África do Sul, o que irá custar aos organizadores cerca de 4,5 milhões de meticais em despesas de alojamento, alimentação, combustível, entre outras despesas.

Durante os dias de competição serão empregues sazonalmente 35 trabalhadores locais.

O vencedor da IV edição de Pesca Desportiva será premiado com um valor de 12 mil rands o equivalente a 54 mil meticais.

O evento foi organizado em parceria com a com a Platinum Skiboat Club e Barra Bonanza, clubes desportivos sul-africanos e conta com apoio e colaboração dos sectores de Cultura e Turismo, Mar, Águas Interiores e Pescas, e Administração Marítima, lê-se no comunicado do Ministério da Cultura e Turismo.

O evento que termina amanhã teve o seu início no dia 25 deste mês.

O músico sul-africano, Tlane Mkhene, actua, amanhã, a partir das 20h, no Café Jazz Spoon, na Matola. Vindo da cidade de Joanesburgo, esta não é  primeira vez que Makhene vem ao país para concertos. Pelo contrário, já cá esteve pelo menos duas vezes para promover a sua música.

O seu álbum de estreia, “A ascensão dos iluminados”, para além do seu talento enquanto baterista, foi o trunfo que trouxe na bagagem. Desta vez, trazido pelo promotor Ginho Sibia, o músico não dispensa as músicas dessa primeira viagem discográfica no seu portefólio, no qual exibe uma fusão de talento bruto e habilidades aprimoradas, misturando-se aos elementos tradicionais que fazem dessas músicas algumas das que mais ama. Segundo a nota da Tindziva, “trata-se de um álbum espiritual, uma oferta sincera de um homem verdadeiramente iluminado. Tlale Makhene foi realmente abençoado. Como um álbum de estreia, a qualidade e a sofisticação de ‘A ascensão dos iluminados’ não envelhecem e serão amadas por muitas gerações vindouras, e em Maputo vem novamente deixar a marca de um álbum vencedor do MTN SAMA, na categoria de Melhor Álbum Contemporâneo, em 2005, deixando para trás artistas como o falecido Hugh Masekela, Paul Hanmer ou Themba Mkhize”.

Além de “A ascensão dos iluminados”, o artista traz o seu segundo CD, “Swazi Gold”, que presta homenagem à sua ascendência materna, a eSwatini, baseado na música que ele cresceu ouvindo e que teve um grande impacto em sua carreira. Afinal, mesmo nascido em Soweto, Tlale mudou-se para a eSwatini ainda jovem e começou a tocar bateria aos quatro anos de idade.

 

 

 

 

 

 

No próximo Sábado, a partir das 17h, o Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), na cidade de Maputo, será palco da primeira edição do “Hip-Hop Show contra violência à mulher”.

Sob o lema “O Hip-Hop como um instrumento do empoderamento feminino”, esta primeira edição vai acontecer propositadamente num mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, com um programa que inclui música, debate, poesia, dança e feira de Hip-Hop.

Este evento resulta de uma parceria entre o Franco-Moçambicano, a Nexta Vida Entertainment e o activista e Rapper Flash Enccy, com o objectivo de proporcionar aos jovens um espaço de mobilização e diálogo pelo empoderamento feminino e, simultaneamente, alertar para a importância de se condenar qualquer forma de Violência contra às mulheres, através da música.

Igualmente, esta primeira edição surge em consequência de a organização ter percebido que a violação à mulher é um dos mais graves problemas que a sociedade moçambicana enfrenta, sendo que o número de casos tende a subir no país. De acordo com o Franco-Moçambicano, dados divulgados pelas autoridades que lidam com esta problemática apontam que no ano passado foram registados 25 356 casos de violência doméstica em Moçambique, dos quais mais de 12 500 contra mulheres.

Os artistas convidados para o evento são Filady, grupo Revolução Feminina, Trez Agah, Queen Sheba, Jazz P, T-Rese, Carina Houston, Char Loca, Tira Teimas, Flash Enccy, Neblina, Feeling Capela e DJ Asnepas.

O Centro Cultural Moçambicano-Alemão (CCMA), na cidade de Maputo, abre as portas, sexta-feira, para promover a segunda Noite de Poesia deste ano. Subordinado ao tema “Asas d’arte”, a sessão artística terá João Paulo Borges Coelho como grande convidado. Com o escritor, Prémio BCI de Literatura para melhor livro do ano 2017, estarão a radialista Glória Muianga, a jornalista Cremilde Massingue e a actriz Rita Couto.

Como é habitual, além de conversa, a Noite de Poesia vai ecoar aos ouvidos dos espectadores música acústica com Asanda Bam (cantora sul-africana) e Malhangalene Jazz Quartet. E porque o evento tem nome de poesia, os Poetas d’Alma irão fazer-se à ribalta para exprimir sentimentos por intermédio dos seus versos.

A sessão de sexta-feira à noite, começa 8h30, terá o poeta Eduardo Quive como moderador, e insere-se no trajecto que conduz à primeira edição do Festival Internacional de Poesia e Artes Performativas.

Ora, para os que ainda não têm a obra Ponta Gêa, de João Paulo Borges Coelho, com a qual venceu o BCI de Literatura, poderão comprá-la na feira do livro a realizar-se no local.

Desta vez, à entrada, a organização pede doação de bens e alimentos não perecíveis. Contudo, esta amanhã, quando forem 18h, o CCMA vai proceder à inauguração da exposição Pitch, Chillout & Networking.

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